Vai comprar brinquedo no Natal? Confira as dicas do Inmetro

Os brinquedos são a grande atração para a garotada no Natal. Eles podem contribuir para desenvolver a coordenação motora, a afetividade, o equilíbrio, a audição, a postura e o comportamento social. Entretanto, para que se possa aproveitar só os benefícios do divertimento, é preciso tomar algumas precauções.

Se você vai sair em busca de brinquedos neste Natal, fique atento, pois pequenos cuidados são essenciais para prevenir eventuais danos à saúde e à segurança das crianças.

O Inmetro possui um vídeo da série ‘Faça Certo’, na TV Inmetro, canal oficial do Instituto no YouTube,  que pode ajudar os consumidores a fazer boas escolhas neste período de festas, no qual a vida fica ainda mais corrida.  Em aproximadamente sete minutos, o vídeo oferece dicas importantes que devem ser observados na hora da compra, durante a brincadeira e na hora de guardar os brinquedos. Não deixe de assisti-lo antes de adquirir o presente para a criançada!

https://www.youtube.com/watch?v=szJs0XwEqqs
Fonte: Portal do Consumidor - 26/11/2015 e Endividado

Paul Joseph Goebbels, por Lúcio Machado Borges*

Paul Joseph Goebbels foi um político alemão e Ministro da Propaganda do Reich na Alemanha nazista de 1933 a 1945, fazia isso com muita maestria. Aliás para quem não sabe, o nome do partido nazista era "Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães". Ou seja, era o PT da Alemanha. A esquerda latino-americana, como sempre, distorceu a história os os rotulou de "extrema-direita".


*Editor do site RS Notícias

Terreiro de candomblé é incendiado no Distrito Federal


Um tempo religioso de candomblé foi incendiado na madrugada desta sexta-feira (27), na região do Paranoá, no Distrito Federal. Por volta de 5h desta m...
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ARMAS EM FUNERAL! TOQUE DE SILÊNCIO!

27 DE NOVEMBRO DE 1935
VAlte(Ref) SERGIO TASSO VÁSQUEZ DE AQUINO
Neste dia de hoje, por muitos anos, a Nação e as Forças Armadas homenageavam, cultuavam a memória e celebravam o sacrifício extremo dos militares do Brasil, traiçoeiramente assassinados enquanto dormiam por colegas pervertidos pela ideologia marxista, na primeira tentativa de tomada de poder pelos vermelhos em nossa Terra, pela via armada. Era 27 de novembro de 1935 e a rebeldia torpe, mortífera e cruel lavrava no 3* Regimento de Infantaria e na Escola de Aviação Militar, no Rio de Janeiro, e em Pernambuco e no Rio Grande do Norte.
No monumento aos mortos heróicos e inocentes da Intentona Comunista, erguido na Praia Vermelha, todos os anos, nesta data, congregavam-se as mais altas autoridades da República, representações expressivas das Três Forças, membros das famílias enlutadas e tão tragicamente atingidas e apreciáveis contingentes do povo comum, para chorar os mortos queridos e não deixar esquecer a saga do seu glorioso sacrifício em proveito da liberdade da Pátria. Eu próprio tive o privilégio de, uma vez, ser o orador, que falava em nome das Forças Armadas em tão tocante quanto significativa cerimônia.
O tempo passou e assumiram o governo e o poder, no Brasil, partidos e pessoas alinhados com as causas revolucionárias marxistas, que passaram a encaminhar, progressivamente, nossa querida Terra de Santa Cruz para o inaceitável destino vislumbrado por seu louco e cruel projeto de destruição da ordem democrática, para substituí-la pela perversa “nova ordem” vermelha, que tantas misérias, dores, sofrimentos e genocídios semeou pelo mundo, principalmente nas infelizes nações que caíram sob seu jugo nefasto.
A fraqueza e a tibieza de tantos, que não tinham o direito de render-se, levaram a que, finalmente, a história oficial fosse reescrita segundo os ditames revolucionários extremados, e o 27 de novembro de 1935 e o 31 de março de 1964 fossem riscados do calendário cívico-miltar, bem como apagados fossem fatos do nosso passado altivo e glorioso e as pessoas e os feitos dos nossos autênticos Heróis. Onde estão Tiradentes, o Dia da República, o Dia da Bandeira, a lembrança permanente das grandes batalhas e combates, em que a coragem dos militares e dos bravos civis a eles unidos escreveram as páginas da Grande Epopéia Brasileira? Quantos compatriotas de hoje sabem o que foram e significaram Guararapes, Riachuelo, Tuiuti, Itororó, a Passagem de Humaitá, os feitos da Divisão Naval em Operações de Guerra, na Primeira Guerra Mundial, e da Força Expedicionária Brasileira e do Primeiro Grupo de Caça da Força Aérea Brasileira, na Itália, e da Marinha do Brasil, na Batalha do Atlântico, na Segunda Guerra Mundial? Está tudo encoberto por um deliberado véu de esquecimento, urdido e montado para matar a memória nacional, para sepultar nosso glorioso passado de lutas invictas, para destruir nosso acervo patriótico e a herança, a tradição e o moral nacionais, para mais facilmente sermos, bovina e mansamente, conquistados pelos inimigos declarados do Brasil!
Neste momento e lembrando seu sacrifício sagrado, venho trazer o preito do meu reconhecimento, da minha gratidão e do meu profundo respeito aos mártires da liberdade, imolados no altar da Pátria e em sua defesa há exatos 80 anos. Emocionado, apresento-lhes armas, em continência! Sei que não estou só: acompanham-me nesta homenagem todos os brasileiros de bem, os que não mentem, não se vendem, não traem a fidelidade para com o Amado Torrão Natal, a felicidade do Povo e a salvaguarda e a permanência das Instituições Democráticas. Comigo estão os que envergam e envergaram com honra os imaculados uniformes branco, verde e azul que distinguem e caracterizam os militares do Brasil e que se mantiveram, apesar de todas as tentações de aliciamento pelo inimigo, via ofertas de dinheiro, honrarias, poder, fiéis ao solene juramento feito diante da Bandeira Nacional.
Estamos atravessando momentos decisivos. O pútrido esquema de poder que parecia invencível no seu nefasto predomínio sobre nós, e que une os fanáticos ensandecidos pela perversa ideologia vermelha assassina e os integrantes da maior e mais abusada quadrilha de larápios que já arrasou um país, está chegando ao fim, perdido, desmoralizado e desorientado pelo inexorável ajuste de contas em processamento, graças a Deus e ao trabalho e ao esforço de autênticos Heróis do Brasil, no Judiciário, no Ministério Público Federal e na Polícia Federal. Todos os seus malsinados integrantes serão escorraçados dos cargos, mandatos e funções que ocupam e da vida pública que tanto conspurcaram, e punidos por seus crimes e atirados ao lixo da História, como sempre ocorreu nas sociedades conscientes, senhoras dos seus destinos e estribadas na Virtude! Deus seja louvado, sempre e uma vez mais, por isso!
Finalmente, nesta homenagem aos Heróis Brasileiros de 1935, quero repetir minha profissão de fé de devoção integral e sem limites à Pátria e o compromisso da prontidão para sempre combater o Bom Combate! A eles, dedico também o texto da inscrição que mandei gravar no monumento que fiz construir na Força de Submarinos, quando dela Comandante, em comemoração aos 75 anos de sua gloriosa existência, em 17 de julho de 1989, e em memória dos submarinistas e mergulhadores mortos em serviço na Segunda Guerra Mundial e nos tempos de Paz:
PERPÉTUA GLÓRIA AOS BRAVOS, QUE TOMBARAM COM HONRA NO CUMPRIMENTO DO DEVER!
UMA VEZ BRASIL, SEMPRE BRASIL! TUDO PELA PÁTRIA!

Rio de Janeiro, RJ, 27 de novembro de 2015.

Relator do Orçamento aumenta estimativa de receita para 2016


Brasília - O senador Acir Gurgacz e a presidenta da Comissão Mista de Orçamento (CMO), Rose de Freitas, durante reunião extraordinária da comissão (Antonio Cruz/Agência Brasil)
O senador Acir Gurgacz e a presidenta da Comissão Mista de Orçamento (CMO), senadora Rose de Freitas, durante apresentação da receita primária bruta ndo Orçamento de 2016Antonio Cruz/Agência Brasil
Em nova versão do relatório de receita da proposta orçamentária de 2016 (PLN 7/15), o senador Acir Gurgacz (PDT-RO) apresentou hoje (26) à Comissão Mista de Orçamento (CMO) uma previsão de receita primária bruta de R$ 1,426 trilhão para 2016. Por acordo do colegiado, o texto foi lido, mas só será votado na terça-feira (1º).
“Fizemos relatório de receitas o mais realista possível. Não podemos incluir aumento de receita e sair do curso da realidade. Também não podemos criar receitas que não existem. O Brasil não pode, de novo, virar um país de rentistas, onde a produção e trabalho não valem mais a pena. Não vamos mudar a política econômica e criar números fictícios”, afirmou o senador.
Nas contas apresentadas ao colegiado, Gurgacz infirmou que este ano a previsão de arrecadação é de R$ 1,260 trilhão. “Temos uma série de parâmetros. Estamos acrescentando R$ 94 bilhões e chegando a R$ 1,354 trilhão”, disse o senador, acrescentando o realinhamento de preços combinados com câmbio e o resultado do Produto Interno Bruto previstos para 2016.
Além desses recursos, o relator incluiu ainda outros R$ 71,75 bilhões de diversas fontes, inclusive do adiantamento de pagamentos decorrentes de leilões revistos pelo governo. “Eram R$ 11 bilhões e passamos para R$ 17 bilhões.” 
Outros recursos viriam da alienação de bens prevista no Projeto de Lei Orçamentária (R$ 27 bilhões), da alienação de ações e dividendos (R$ 6,2 bilhões), juros sobre capital próprio (R$ 1,1 bilhão), tributação sobre ganho de capital (R$1,8 bilhão), Reintegra (R$ 2 bilhões), Regime Especial da Indústria Química (R$ 800 milhões), aperfeiçoamento da gestão da dívida (R$ 3,6 bilhões), licitação de portos e aeroportos (R$ 1,5 bilhão) e das renúncias dos programas de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon) e Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (Pronas), com previsão de R$ 350 milhões, e da repatriação de recursos do exterior e não declarados, com previsão de R$ 11,1 bilhões.
“Tivemos acréscimo do orçamento de receitas previsto para 2016, comparado à projeção para 2015, de R$ 166,2 bilhões. Mesmo assim, temos falta de receita”, disse, lembrando apelo de parlamentares que pediram prioridade para a área da saúde.
Mesmo com a nova análise, o senador não incluiu nas receitas a CPMF. A recriação da contrbuição está prevista em uma proposta de emenda à Constituição (PEC 140/15) que tramitando na Câmara sem prazo para ser votada.
“Chegamos com muita dificuldade a esse número. Entendemos a dificuldade de não inclusão da CPMF, mas não podemos incluí-la, porque não é através de aumento ou criação de novos impostos que vamos resolver os problemas do país.”
O relatório final do orçamento depende de aprovação do relatório de receita para ser apresentado e concluído antes do recesso parlamentar, que começa a partir de 23 de dezembro. A última sessão do Congresso Nacional deste ano, quando senadores e deputados podem concluir as propostas orçamentárias, está marcada para 17 de dezembro.
A presidente da CMO, senadora Rose de Freitas (PMDB-ES), fez um apelo para que o colegiado conclua todo o texto, incluindo os relatórios setoriais, até o próximo dia 16.
"As pessoas sabem que não votar a receita implica em não ter Orçamento. Temos de, pelo menos, oferecer ao país desnorteado uma peça orçamentária. O governo tem suas dúvidas, mas quero deixar claro que vamos votar o Orçamento, ainda que tenha de bater à porta de um por um e explicar que o país precisa do Orçamento", concluiu a senadora.

Governo pode ir à Justiça se TCU recomendar quitação de dívidas com bancos


O governo pode recorrer à Justiça caso o Tribunal de Contas da União (TCU) obrigue a equipe econômica a quitar integralmente os atrasos nos repasses a bancos públicos antes do fim do ano, informou hoje (26) o secretário do Tesouro Nacional, Marcelo Saintive.
“Para pagarmos tudo que devemos, precisamos fazer um novo contingenciamento [bloqueio de verbas] no orçamento, que prejudicaria os investimentos e a prestação de serviços pelo Estado. Entendemos, inclusive, que a questão é passível de questionamentos jurídicos. Em 2015, fizemos [até agora] um contingenciamento recorde de 1,22% do PIB [Produto Interno Bruto]. Entendemos que o TCU precisa estar sensível”, afirmou o secretário ao explicar odéficit primário recorde de R$ 33,099 bilhões nos dez primeiros meses do ano.
Brasília - O secretário do Tesouro Nacional, Marcelo Barbosa Saintive, disse que o baixo desempenho da economia não vai prejudicar o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (Antonio Cruz/Agência Brasil)
Marcelo Saintive informou que a equipe econômica contingenciou 40% das despesas não obrigatórias em 2015Arquivo/Antonio Cruz/Agência Brasil
De acordo com o secretário, a equipe econômica contingenciou 40% das despesas não obrigatórias em 2015 e não existe mais espaços para novos bloqueios de verbas. “Naquilo que pode atuar, nas despesas discricionárias [não obrigatórias], o governo fez seu papel, reduzindo os gastos em torno de 40%, um contingenciamento recorde”, disse Saintive.
Marcelo Saintive acrescentou que o resultado negativo recorde nas contas do Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – deve-se à queda na arrecadação provocada pela crise econômica e ao aumento de gastos obrigatórios, como Previdência Social e o pagamento de parte dos atrasos nos repasses a bancos públicos, que impulsionou as despesas de subsídio neste ano.
Originalmente, o governo tinha estipulado uma meta de superávit primário – economia de gastos para pagar os juros da dívida pública – de R$ 66,3 bilhões neste ano, dos quais R$ 55,3 bilhões correspondiam à parcela do Governo Central.
Por causa da crise econômica, que derrubou a arrecadação, e das dificuldades em cortar gastos obrigatórios, a meta do Governo Central passou para déficit primário de R$ 51,8 bilhões, que pode chegar a R$ 119,9 bilhões por causa do reconhecimento das dívidas com bancos públicos.
Para valer, a nova meta de déficit precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional porque envolve alterações na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2015. Embora o projeto tenha sido enviado ao Congresso no fim de julho, até hoje a proposta não foi votada. Caso o texto não seja aprovado antes do fim do ano, o governo precisará editar um novo decreto de contingenciamento para economizar os R$ 55,3 bilhões da meta original.
Para mostrar o comprometimento do Tesouro com o ajuste fiscal, Saintive destacou que o resultado primário negativo do Governo Central neste ano deve-se inteiramente à Previdência Social, que acumula déficit de R$ 74,1 bilhões nos dez primeiros meses do ano. No mesmo período, o Tesouro Nacional registrou superávit de R$ 41,5 bilhões. O Banco Central atingiu déficit de R$ 522,7 milhões.
“Os números mostram que os gastos estão crescendo por causa das despesas obrigatórias. Entendemos que é importante o Congresso Nacional atuar nas despesas obrigatórias, com uma reforma da Previdência. O governo criou um fórum com diversos especialistas. De lá, surgirão medidas para enfrentar esse forte déficit da Previdência”, concluiu.

Crédito imobiliário no Brasil cai 53,8% em outubro

Mês registrou um volume de empréstimos de R$ 4,7 bilhões. Greve dos bancários dificultou operações de financiamento imobiliário.

O volume de empréstimos para aquisição e construção de imóveis recuou 53,8% em outubro na comparação com o mesmo mês do ano passado, informou a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário (Abecip) nesta quinta-feira (26).

Em outubro foi registrado um volume de empréstimos de R$ 4,7 bilhões, inferior em 13,1% em relação a setembro.

"Além da persistência de condições macroeconômicas adversas, a greve dos bancários estendeu-se por boa parte de outubro, afetando a abertura e o funcionamento de agências, bem como as operações de financiamento imobiliário", disse a Abecip em nota.

Os recursos financiaram a aquisição e construção de 20,4 mil imóveis em outubro, queda de 55,8% ante 2014 e de 18,5% frente a setembro.
No acumulado do ano, foram destinados R$ 66,7 bilhões para a aquisição e a construção de imóveis, 28,4% a menos que no mesmo período do ano passado. O montante equivale a 301,5 mil unidades, volume 32,6% menor frente ao mesmo período de 2014.
Fonte: G1 - 26/11/2015 e Endividado

Número de endividados e inadimplentes cai em novembro, informa pesquisa

De acordo com a pesquisa, o percentual de famílias com alguma dívida ficou em 61% em novembro deste ano.

O percentual de famílias endividadas e de inadimplentes caiu em novembro deste ano, na comparação com outubro do ano passado, informou a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Apesar disso, houve aumento na comparação com os dados de novembro do ano passado.

De acordo com a pesquisa, o percentual de famílias com alguma dívida ficou em 61% em novembro deste ano, abaixo dos 62,1% de outubro, mas acima dos 59,2% de novembro do ano passado. Já os inadimplentes, ou seja, os que tinham contas ou dívidas em atraso, ficaram em 22,7% neste mês, abaixo dos 23,1% do mês passado, mas acima dos 18% de novembro de 2014.

O percentual de famílias sem condições de pagar suas dívidas manteve o mesmo percentual de outubro deste ano (8,5%), superior aos 5,5% de novembro de 2014.

O uso do cartão de crédito é a principal dívida (78,4%), seguido por carnês (16,2%), financiamentos de carros (13,2%) e créditos pessoais (9,6%). As famílias com contas ou dívidas em atraso levam, em média, 61,8 dias para pagá-las.
Fonte: Administradores - 26/11/2015 e Endividado

Bandido é morto após assaltar bombeiro em Porto Alegre

Volkswagen anuncia recall de 170 mil carros Gol por problemas na lanterna

A Volkswagen do Brasil iniciou nesta quinta-feira (26) o recall de 170.443 veículos Gol por problemas nas lanternas traseiras.

Foram convocados carros com os chassis não sequenciais EP130414 até EP516153 e ano-modelo 2014. E FP000006 até FP571481, para ano-modelo 2015.

Segundo a empresa, esses veículos, fabricados de dezembro de 2013 a agosto de 2015, podem ter danos no circuito elétrico das lanternas traseiras.

Isso poderia fazer com que a iluminação traseira do veículo falhasse, trazendo "risco de de acidentes fatais ou graves com danos materiais e físicos aos ocupantes e a terceiros".

De acordo com a empresa, o serviço é gratuito, pode ser feito na rede de concessionárias Volkswagen, e deve demorar aproximadamente 20 minutos.

Se necessário, a Volks instalará um componente adicional ou substituirá a lanterna traseira por completo.

Em nota, a empresa afirma que está enviando cartas aos proprietários dos veículos envolvidos no problema.

Mais informações podem ser obtidas pela central de relacionamento da Volks pelo telefone 0800-019-8866, ou pelo site da empresa, www.vw.com.br.
Fonte: Folha Online - 26/11/2015 e Endividado