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Petroleiros iniciam vigília e cobram pagamento de participação nos lucros
Derrocada de Eike Batista provocou prejuízo de R$ 7,9 bilhões a bancos
por RAQUEL LANDIM
A derrocada do antigo Midas brasileiro, Eike Batista, custou caro aos bancos. Até agora, o setor amarga perdas de pelo menos R$ 7,9 bilhões.
Esse montante equivale a 27% do prejuízo provocado pelo ex-bilionário na praça, que atinge também fornecedores e compradores de seus títulos de dívida.
No total, o rombo provocado por Eike chega a R$ 29,2 bilhões. Não está incluída na conta a desvalorização das ações de suas empresas.
| Editoria de arte/Folhapress | ||
A Folha levantou os números nas listas de credores e nos balanços das empresas. Para a holding, que tem capital fechado, a reportagem ouviu executivos próximos ao grupo. Eike e os bancos não deram entrevista.
Segundo a reportagem apurou, os bancos ainda têm esperanças de recuperar parte do dinheiro, viabilizando alguns projetos. Também vêm provisionando perdas e não há risco sistêmico.
O Itaú Unibanco é o maior prejudicado pela quebra de Eike. O banco tem pendurados cerca de R$ 2,4 bilhões no grupo. Do total, R$ 1,7 bilhão se refere a empréstimo para a EBX (no câmbio atual) e outros R$ 900 milhões estão na recuperação judicial da termelétrica Eneva, antiga MPX.
O empréstimo para a EBX se tornou uma grande dor de cabeça para os dois grandes bancos brasileiros. Itaú e Bradesco entregaram, respectivamente, US$ 900 milhões e US$ 300 milhões à EBX para adquirir uma mineradora de ouro na Colômbia.
Eike vendeu recentemente a empresa para investidores do Qatar, mas conseguiu US$ 400 milhões. Quase todo o dinheiro foi para os bancos, sem resolver o problema.
Em razão desse negócio, o Bradesco tem a receber R$ 500 milhões de Eike. O banco deu sorte, porque boa parte de seus empréstimos foi para a LLX. Dona do porto do Açu, foi vendida para a EIG e parece que é a única empresa X que vai se salvar.
SURPRESA
Os bancos brasileiros estavam relativamente tranquilos com a quebradeira de Eike. Eles escaparam do rombo da petroleira OGX, que se financiou no mercado internacional de títulos. Mas aí veio uma surpresa: a recuperação judicial da Eneva.
A termelétrica era tida como a mais saudável do grupo X, porque já estava produzindo e tinha sócios de peso, os alemães da E.ON.
Só que deu tudo errado. As usinas da Eneva não entregaram a energia contratada e os prejuízos se avolumaram. A empresa pediu recuperação judicial, com uma dívida de R$ 2,3 bilhões.
Além do Itaú, o BTG, de André Esteves, foi um dos mais prejudicados com a Eneva. A dívida de Eike com seu ex-aliado está em R$ 919 milhões –quase tudo na termelétrica.
Os bancos também sofreram com a quebra da OSX. Caixa, Santander e Votorantim fizeram empréstimos para o estaleiro.
ESCONDIDO
Esses são os casos documentados nos balanços das empresas, mas existem perdas difíceis de identificar.
Na OSX, por exemplo, quase R$ 2 bilhões foram emprestados para a construção dos navios por um pool de bancos não especificado.
Outro ponto nebuloso é uma dívida de R$ 1,3 bilhão da mineradora MMX que foi transferida para os novos donos do porto do Sudeste.
Os credores Itaú e Bradesco aceitaram prazos longos e juros baixos –na prática, um desconto. Ou seja, o prejuízo pode ser maior.
Fonte: Folha Online - 11/01/2015 e Endividado
Salva-vidas civis não têm garantia de contratação pelo governo estadual
Compra de ′green card′ passa a atrair investimentos brasileiros nos EUA
por FELIPE MAIA
Ele não espera multiplicar o valor e já considera de bom tamanho se, daqui a cinco anos, receber o investimento (na prática, um empréstimo) com correção de 3,5%. O objetivo era receber um "green card" (visto de residência permanente nos EUA).
| Editoria de arte/Folhapress | ||
O juiz conseguiu se enquadrar em um programa do governo americano que dá o "green card" a quem fizer investimento em negócios que gerem ao menos dez empregos no país –a injeção pode ser de pelo menos US$ 500 mil se a região do empreendimento for classificada como de alto desemprego ou de US$ 1 milhão para outras áreas.
O benefício é estendido ao cônjuge e a filhos de até 21 anos de idade.
O sistema existe desde os anos 1990, mas vem ganhando força recentemente, puxado principalmente pelo interesse dos chineses, que representam mais de 80% dos que pedem acesso ao programa.
O número de vistos aprovados pelos EUA por esse sistema cresceu 38% no ano fiscal de 2014 (de outubro de 2013 a setembro do ano passado), chegando a 5.115, cifra ainda pequena perto dos cerca de 1 milhão de "green cards" distribuídos por ano.
Um dos motivos para o crescimento foi a crise de 2008, que fez secar fontes de financiamento tradicionais.
O programa, conhecido como EB5, permite que empresas consigam dinheiro para seus projetos a juros baixos, já que em geral o investidor está mais interessado no visto do que no retorno financeiro da injeção em si.
Os brasileiros representam fração pequena do programa : foram 17 vistos aprovados em 2014 e 9 em 2013, segundo dados do governo americano compilados pela Exclusive Visas, que presta consultoria a investidores.
Renata Castro, gerente de projetos da companhia, diz que a principal motivação dos interessados costuma ser fugir da violência. Foi essa a principal motivação do juiz aposentado para emigrar.
Ele, que hoje mora em Winter Garden (Flórida), diz que dois amigos da família foram assassinados em São Paulo e um filho foi assaltado à luz do dia no centro da cidade.
PIOR QUE A POUPANÇA
Há agora um movimento ainda restrito, mas crescente, de empresas brasileiras usando o EB5 para atrair investidores brasileiros.
As companhias admitem que não se trata de um investimento bom do ponto de vista do retorno –o argumento de venda é mesmo o visto.
"É muito mais a aquisição do ′green card′. A taxa de retorno é muito baixa. A poupança rende mais do que isso", diz Rodrigo Perri, sócio-diretor da Vivenda do Camarão, que fechou dois contratos nesse modelo em 2014.
A empresa começou a abrir unidades próprias nos EUA em 2013, sob a marca Shrimp House, e hoje tem seis restaurantes –todos na Flórida.
Fonte: Folha Online - 11/01/2015 e Endividado
Balança comercial inicia ano com déficit de US$ 983 milhões
A balança comercial – diferença entre exportações e importações – começou 2015 no negativo. Até 9 de janeiro, o país importou US$ 983 milhões a mais do que exportou, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
Saiba Mais
As exportações somaram US$ 3,854 bilhões, com queda de 11,8% pela média diária na comparação com o mesmo período de 2014. A queda foi puxada pelos manufaturados, cujas vendas caíram 33,2%, motivada principalmente pelos tubos de ferro fundido, automóveis e motores para veículos.
As vendas de produtos básicos recuaram 2,5%, puxadas pelo minério de ferro, carne e arroz em grão. O único tipo de produto com aumento nas exportações nos primeiros dias do ano foram os semimanufaturados, cujas receitas cresceram 12,4% por causa do óleo de dendê, ouro em forma semimanufaturada e aço.
As importações também caíram nos primeiros dias de 2015. Até o dia 9, o país comprou US$ 4,837 bilhões do exterior, retração de 11,7% pela média diária. As maiores reduções ocorreram na importação de combustíveis e de lubrificantes (-51,8%), adubos e fertilizantes (-28,4%) e veículos automóveis e partes (-23,7%).
O déficit comercial representa uma continuidade em relação ao registrado no ano passado. Em 2014, a balança registrou déficit de US$ 3,7 bilhões, o primeiro resultado negativo desde 2000 (US$ 520 milhões) e o pior desde 1998 (US$ 6,112 bilhões).
Nestlé deverá indenizar casal que encontrou verme em leite condensado
por Júlia Bertê
A Nestlé Brasil Ltda terá que indenizar um casal que encontrou um corpo estranho em uma caixa de leite condensado Moça. Os Juízes de Direito da 1ª Turma Recursal Cível do Rio Grande do Sul negaram recurso à empresa e mantiveram a indenização no valor de R$ 3 mil a cada uma das vítimas.
Caso
Os autores disseram ter adquirido o leite condensado com o intuito de fazer brigadeiros para a festa de aniversário da filha. Ao despejar o conteúdo de uma das caixinhas em um recipiente de vidro, a consumidora teria percebido a presença de um objeto de cor diferente do produto. O casal afirmou se tratar de um verme verde, de cerca de um centímetro de comprimento, que estava vivo e se mexendo.
Ambos entraram em contato com a Nestlé, que concordou em trocar os produtos somente após muita insistência por parte dos clientes. A troca teria demorado em função da recusa destes em aceitar produtos do mesmo lote. Requereram, assim, a condenação da fabricante ao pagamento de indenização por danos morais.
A empresa contestou as acusações, sustentando a impossibilidade de contaminação e a inexistência de defeito no produto Nestlé. Alegou ainda, incompetência do Juizado Especial ante a necessidade de prova pericial.
O Juiz Leigo responsável pelo caso destacou a impossibilidade de perícia, já que se tratava de artigo perecível. Além disso, considerou desnecessária sua realização, uma vez que os autores apresentaram fotos atestando a existência do corpo estranho no produto e o cupom fiscal que comprovou a compra. As provas não foram impugnadas pela fabricante.
Segundo o Juiz leigo, o fabricante tem o dever de colocar no mercado um produto de qualidade, sendo que, se existir alguma falha, seja quanto à segurança, seja quanto à adequação do produto em relação aos fins a que se destina, haverá responsabilidade do fabricante à reparação dos danos que esse produto vier a causar. Assim, condenou a Nestlé ao pagamento de indenização por danos morais, estabelecendo o valor de R$ 3 mil para cada um.
Recurso
Os Juízes das Turmas Recursais afastaram a hipótese de incompetência do Juizado e consideraram suficientemente demonstrada a presença de corpo estranho no alimento. Para a relatora do caso, Juíza de Direito Marta Borges Ortiz, competia à ré, vez que procedeu ao recolhimento do produto para análise, providenciar em laudo técnico a desconstituir as afirmações trazidas pelos autores.
Também, de acordo com a relatora, o ocorrido envolve o comércio de gêneros alimentícios, regido pelo princípio da responsabilidade sanitária, devendo a empresa zelar pela saúde alimentar e nutricional dos consumidores. O alimento contaminado teria, ainda, causado asco e repulsa aos autores da ação, sendo suficiente o risco configurado ante sua exposição à situação de vulnerabilidade.
Os Juízes de Direito Roberto Carvalho Fraga e Pedro Luiz Pozza acompanharam o voto da relatora, mantendo a indenização.
Processo nº 71005107370
Fonte: TJRS - Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul - 12/01/2015 e Endividado
Economia do decreto de Sartori equivale a dez dias de salário do funcionalismo
Secretário da Fazenda se reuniu com o governador e confirmou casos excepcionais para liberar verbas
Economia do decreto de Sartori equivale a dez dias de salário do funcionalismo | Foto: Mauro Schaefer / CP Memória
Prefeitura do Rio doará ingressos do carnaval a pessoas com deficiência
Da Agência Brasil Edição: Stênio Ribeiro
A Secretaria da Pessoa com Deficiência do Rio de Janeiro abriu hoje (12) as inscrições para ingressos gratuitos no Carnaval 2015. Os convites serão destinados a pessoas com necessidades especiais que desejem assistir aos desfiles das Escolas de Samba do Grupo Especial, nos dias 15 e 16 de fevereiro, e também ao desfile das campeãs, no dia 21. Ao todo, serão distribuídos 300 ingressos por dia, com direito a um acompanhante, entregues por ordem de inscrição - não haverá sorteio.
De acordo com a secretaria, qualquer pessoa pode fazer a inscrição, desde que apresente documentos de identificação, com foto, da pessoa com deficiência e do acompanhante, além de laudo atualizado que comprove a deficiência. Será aceita apenas uma inscrição por pessoa. Crianças menores de 7 anos não precisam dos ingressos para assistir aos desfiles, que dão acesso à frisa do Setor 13 da Passarela do Samba (Sambódromo).
As inscrições vão até sexta-feira (16), ou enquanto durarem os estoques, no horário das 9h às 17h, no Centro Integrado de Atenção à Pessoa com Deficiência (Ciad) Mestre Candeia, na sede da secretaria municipal - Avenida Presidente Vargas, 1997, centro do Rio de Janeiro.
A entrega dos convites será feita entre os dias 2 e 6 de fevereiro, no mesmo local e horários. Qualquer pessoa pode retirar os ingressos. Basta apresentar o protocolo de inscrição e o próprio documento de identificação. Para mais informações, a secretaria disponibiliza os telefones (21) 2224-1200 e 2224-1300 das 9h às 17h.
Próxima edição do semanário Charlie Hebdo terá caricaturas de Maomé
Da Agência Lusa Edição: Nádia Franco
A próxima edição do semanário satírico francês Charlie Hebdo, nas bancas a partir de quarta-feira (14) – a primeira depois do atentado, vai incluir caricaturas de Maomé e sairá com 1 milhão de exemplares.
Saiba Mais
O advogado da publicação, Richard Malka, garantiu à Radio France Info que a revista vai incluir outras sátiras sobre políticos e religiosos. "Nunca vamos ceder. Se não, nada disto teria sentido", disse o advogado e colaborador do semanário, onde dois homens armados mataram na quarta-feira (7) 12 pessoas, oito delas jornalistas, supostamente em represália à publicação de caricaturas do profeta do Islã.
No domingo, 3,7 milhões de pessoas manifestaram-se na França contra o terrorismo.
O jornal Charlie Hebdo , cuja tiragem habitual é de 60 mil exemplares, sairá quarta-feira com 1 milhão e será traduzido em 16 idiomas, informou um dos caricaturistas, Patrick Pelloux.
"Terá uma difusão excepcional como gesto de vida e sobrevivência", acrescentou Malka. Para o advogado, o lema tornado popular depois dos atentados "Eu sou Charlie" é um "estado de espírito, que também quer dizer o direito à blasfêmia" e, por isso, a nova edição vai incluir caricaturas de Maomé.
Os jornalistas do semanário satírico estão trabalhando nos escritórios do diário Libération, protegidos por considerável aparato policial.
Agência Lusa e Agência Brasil
Saiba como usar melhor programas de fidelidade para resgatar passagens
por DANIELLE BRANT e FABÍOLA SALANI
Perder pontos nos programas de fidelidade de cartões de crédito é mais comum do que se pensa.Pesquisa feita com 6.029 consumidores que participam desses planos mostra que 40% perderam pontos sem resgatar, o que resultou em insatisfação com o produto, segundo a CVA Solutions, autora do estudo.
"O problema de acumular pontos nesses programas de fidelidade é que eles expiram", diz Sandro Cimatti, da CVA Solutions. "Em geral, o consumidor quer usar em passagem aérea, um dos maiores apelos, mas quando busca não há mais bilhete disponível. E aí acaba perdendo."
Para evitar problemas como esse, o consumidor deve prestar atenção às regras e ao prazo de validade dos pontos antes de escolher um programa de milhas ou cartão de crédito com o benefício, diz Otto Nogami, professor do Insper, instituto de ensino.
Avaliar os "preços" em milhas ou pontos dos produtos também é importante na hora da escolha do benefício, afirma o planejador financeiro Janser Rojo.
"O ideal seria, antes de iniciar o acúmulo de pontos, analisar diferentes cartões para saber quanto tempo demoraria para conseguir aquele produto em cada um deles", diz. "O produto pode ter ′preços′ diferentes em programas distintos."
Outra recomendação é verificar se o programa de benefício tem uma espécie de deflator, que reduz, por exemplo, os pontos em caso de transferência para um outro programa –como no caso de passar pontos de um cartão para uma companhia aérea.
Após a adesão ao programa que se enquadrou melhor em seus hábitos, uma boa forma de aproveitar os benefícios é estabelecer objetivos e calcular quanto, em pontos ou milhas, precisaria para atingir a meta.
Em seguida, a dica é tentar acelerar o ganho de pontuação. Concentrar os gastos no cartão de crédito ou nos parceiros do programa de milhas e pontos escolhidos é uma forma de conseguir isso.
"É preciso ter controle emocional dos gastos para não deixar de pagar a fatura integral do cartão e entrar no rotativo", adverte Nogami.
Outra orientação é restringir o número de programas do qual o usuário participa.
"Se dispersar muito os pontos, o montante que ele consegue acumular não é suficiente para resgatar produtos. Além disso, aumenta a chance de ele esquecer o prazo de validade desses pontos", afirma Nogami.
PLANEJAMENTO
Quem pretende utilizar pontos ou milhas para resgatar passagens aéreas deve se planejar e agir com antecedência. Em geral, as empresas oferecem poucos assentos nos voos mais concorridos que podem ser comprados com milhagem.
Se a viagem estiver próxima, um recurso é optar por um voo em horário pouco atraente ou com muitas escalas e conexões, geralmente menos procurado.
Caso contrário, pode ser preciso desembolsar mais milhas do que o inicialmente previsto para viajar.
FOCO
Natural de Belém (PA), o médico José Carlos Pardal, 32, aderiu a programas de companhias aéreas em 2006, quando se mudou para São Paulo. "Meu foco é a passagem aérea. Não quero trocar 10 mil pontos por um DVD."
A necessidade deriva do fato de o médico precisar viajar com muita frequência para Belém, onde mora sua mulher.
Para acumular mais milhas, Pardal se associou ao Clube Smiles, do Smiles, no qual ele paga uma mensalidade de R$ 30 e acumula 1.000 milhas por mês.
Ele também tem um cartão emitido em parceria com uma companhia aérea que transforma os gastos em pontos no programa Multiplus.
Cartões com anuidade mais cara, em geral, têm uma conversão mais vantajosa de gastos em pontos ou milhas, segundo Bruno Nissental, fundador do Oktoplus, aplicativo de gerenciamento de pontos e milhas.
Mas o fundamental é que o programa faça sentido para o participante, ressalta o planejador financeiro Janser Rojo.
"Para quem vai muito a cinema, shows e teatro, é vantajoso aderir a um programa que, além de possibilitar o acúmulo de pontos, dê descontos nessas atividades. Já para uma pessoa que viaja muito, faz sentido ter um programa de benefícios que dá milhas aéreas, porque ela provavelmente vai usar."
Fonte: Folha Online - 12/01/2015 e Endividado
Para evitar fraudes, é preciso cautela com planos de previdência complementar
por Márcio Miguel Granhani Júnior
Segundo as mais recentes pesquisas divulgadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estática), num futuro recente (fala-se em menos de 40 anos), 30% da população brasileira será composta por idosos. Assim, a sobrecarregada Previdência Social brasileira, que já dá sinais de desgastes, com o envelhecimento da população e a consequente diminuição de contribuintes, estará fadada ao caos!
Alternativamente à Previdência Social, surgiram os planos de Previdência Complementar que prometiam ser a solução para aqueles que almejavam uma terceira idade mais tranquila, confortável e sem os riscos do rombo da previdência pública.
De natureza privada, os regimes de previdência complementar, que podem ser de iniciativa pública ou particular, serviriam como complemento aos futuros valores a serem recebidos como aposentadoria da Previdência Social. Trocando por miúdos, a previdência privada poderia ser definida como uma “aposentadoria extra e maior”.
Com surgimento nas décadas de 80 e 90 no Brasil, os planos de previdência complementar tinham como meta garantir um futuro tranquilo e uma “melhor idade” sem preocupações. Entretanto, para algumas pessoas, o sonho virou pesadelo!
Na época de contratação, os planos ofereciam aos seus consumidores benefícios até 20 (vinte) vezes maiores que os valores das contribuições mensais. Pagando-se, por exemplo, R$100,00 (por mês), durante 30 (anos), prometia-se uma aposentadoria de R$2.000,00 (dois mil reais). Mera promessa!
Os constantes, abusivos e inexplicáveis reajustes nos valores das contribuições, aliados às mudanças das moedas brasileiras e à imutabilidade dos valores dos benefícios tornaram o, até então vantajoso negócio, em tremenda dor de cabeça!
Hoje, não é raro encontrar pessoas que contribuíram para o seu plano de previdência privada por vinte, trinta ou mais anos esperando aposentar ganhando considerável soma em dinheiro e agora, são surpreendidos com a gritante redução do valor do benefício.
Em algumas situações, as operadoras de planos de previdência complementar cometeram o absurdo de reduzir de 20 para 1,11 a proporcionalidade entre o valor da contribuição e o valor do futuro benefício. Ou seja, atualmente, pagando-se R$100,00 (cem reais) por mês, na futura aposentadoria, o beneficiário, que durantes anos contribuiu, receberá a irrisória quantia de R$111,00 (cento e onze reais).
Em total desrespeito às normas protecionistas presentes no Código de Defesa do Consumidor e violando princípios básicos que regem o direito contratual, tais empresas ferem os direitos e as expectativas alimentadas durantes décadas pelos contribuintes que, acreditando estarem resguardando o futuro, acabaram por entrar em um sistema extremamente desvantajoso.
Visando coibir tais abusos, tem-se tornado frequente o ajuizamento de Ações Revisionais com o propósito de reestabelecer o equilíbrio econômico dos planos de previdência privada, tornando-os, novamente, vantajosos, além de afastar os reajustes, que em muitas das vezes, são aplicados sem o devido esclarecimento e superam os índices da inflação.
O Poder Judiciário, até o momento, não possui um entendimento pacificado sobre o tema, todavia, tem-se mostrado tendente a acolher o pleito dos consumidores, já que se mostram gritantes os abusos cometidos!
Confira seu contrato, pagamentos e em caso de indícios de prejuízos ao plano esperado, consulte os órgãos de proteção ao consumidor e seu advogado de confiança.
Fonte: Conjur - Consultor Jurídico - 10/01/2015 e Endividado
Mãe de jovem morta por PM do Rio pede fim da impunidade de policial
Ironildo Motta da Silva e Sônia Vargas Motta, pais da jovem Haíssa, defendem o fim da impunidade policialTânia Rêgo/Agência Brasil
A mãe de Haíssa Vargas Motta, morta durante uma abordagem da Polícia Militar (PM) no ano passado, Sônia Vargas Motta, disse hoje (12) que o vídeo da ação da polícia confirma que sua filha foi vítima de um crime e que é preciso acabar com a impunidade do policial que, afastado das ruas, fica trabalhando administrativamente. O vídeo que mostra a ação que resultou na morte da jovem de 22 anos foi divulgado pelo site da revista Veja.
O Ministério Público (MP) do Rio de Janeiro anunciou hoje (12) que vai denunciar o policialMárcio José Watterlor por homicídio doloso.
"Soltaram o nosso grito de dor com esse vídeo. Se eu cometesse um crime, eu seria presa, mas ele, não. A nossa vida parou. A gente não consegue trabalhar. Os policiais atiraram primeiro para depois perguntar. Não é possível que isso continue a acontecer, não quero acreditar que tenha sido esse ensinamento que esse cidadão desobedeceu. Nego-me a acreditar que ele tenha sido treinado para atirar e depois perguntar. O procedimento foi totalmente errado. Isso só redobra e aumenta a dor", protestou.
O pai de Haíssa, Ironildo Motta da Silva, classificou de equivocada a ação dos policiais e disse que a ação deles mostrou falta de treinamento e de postura militar. "É um despreparo total e nos causou uma dor muito grande. Hoje, estamos revendo tudo, e é uma segunda dor, ainda maior, insuportável. Esse vídeo veio para nos ajudar a reavivar o crime, que até então havia ficado esquecido. Durante cinco meses, o nosso governo, nosso estado, não se pronunciou sobre o caso. E esse vídeo, nesse sentido, foi um presente para a gente. Até então, minha filha era como um bicho jogado no lixo, mas a minha filha não é nem bicho, nem lixo. Minha filha, uma menina que ia cursar a faculdade, foi tratada como eles tratam bandidos.”
Em um encontro com empresários no Rio, o governador Luiz Fernando Pezão, lamentou a morte de Haíssa e destacou que seu governo tem compromisso com uma melhor formação dos policiais militares. "Tenho certeza de que vamos melhorar muito a formação de nossos policiais, mas é um processo demorado." Pezão disse que a morte da jovem um erro, fruto da imperícia policial. "É importante lembrar que foram as câmeras que estavam dentro do carro da polícia, fruto da tecnologia que estamos implantando cada vez mais no aparato policial, foram as câmeras que detectaram os erros."
Além disso, o governador destacou que o tempo de formação do policial no Rio de Janeiro é igual ao de outros lugares do mundo: "[a formação] é a mesma que há em todo lugar. O período que ele passa, de seis a oito meses, é o mesmo em qualquer lugar do mundo."
Clientes sofrem com entrega de produto e até calote no comércio eletrônico
por AURÉLIO GIMENEZ
Atendimento pós-venda deficiente é outro transtorno enfrentado pelo consumidor
Rio - Produtos em falta, entrega fora do prazo ou até mesmo o calote. Esses são alguns dos principais problemas enfrentados pelos consumidores que fizeram suas compras pelo comércio eletrônico no mês de dezembro. Aliado a essas situações, o atendimento pós-venda também é uma dificuldade a mais para o cliente.
Diretor de Operações do site ReclameAqui, Diego Campos afirma que o atraso na entrega ganha disparado em número de reclamações. Porém, segundo ele, essa situação afeta tanto lojas físicas quanto as virtuais. “Como o e-commerce (comércio eletrônico) tem mais empresas, também possui mais reclamações. E o atraso na entrega é a principal reclamação. Ainda é um problema do segmento”, diz Campos.Rafael comprou pela web para o Natal e até hoje não recebeu Foto: Bruno de Lima / Agência O Dia
Conforme a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, o crescimento do varejo brasileiro é maior nos canais online do que em relação às lojas físicas. A expectativa é que 2014 feche com uma movimentação de R$39,5 bilhões, um crescimento de 27% em relação a 2013. Já a previsão é que o comércio físico tenha um crescimento de 4,5%. Estima-se também que em 2014 o setor de e-commerce tenha conquistado cinco milhões de novos consumidores.
Segundo o diretor do ReclameAqui, página que diariamente recebe milhares de depoimentos de consumidores sobre o desempenho das empresas, as próprias companhias reconhecem que a logística ainda é o calcanhar de Aquiles do setor. Mas ressalta que o pós-venda também é relegado em relação aos investimentos para promover a venda.
“Apesar de o setor crescer acima dos 20%, o pós-venda é muito deixado de lado. Muitas vezes o consumidor sequer consegue ser atendido”, diz Campos, informando que o site possui um grau de resolutividade das reclamações na ordem de 75%.
Rafael Cavalcanti, 28 anos, viu seu nível de insatisfação crescer muito no último mês, após não receber o Nitendo 3DS comprado na pré-venda da loja virtual da Saraiva em 4 de dezembro. Após várias tentativas de contato, por email ou telefone, apenas na última quarta-feira obteve uma solução não muito satisfatória.
“Comprei pelo site e pedi para entregar na loja do Shopping Rio Sul, pois trabalho ao lado. Fui na data marcada de recebimento, mas o produto não havia chegado. Entrei em contato várias vezes e até tentei cancelar o pedido, para evitar a cobrança na fatura do cartão. Por fim, como solução me ofereceram um cartão presente no mesmo valor. Só que agora o game está em falta. Ou seja, continuo sem o produto.”
Outro cliente, que preferiu não se identificar, reclamou que comprou no dia 8 do mês passado um celular na mesma loja online e até hoje não recebeu o produto. Por meio de nota, a Saraiva informou que entrou em contato com os dois clientes para solucionar os problemas. A empresa diz que “o primeiro de seus valores é o atendimento com busca na excelência dos serviços prestados.
Telefone e endereço físico
Coordenadora institucional da Proteste — Associação Brasileira de Defesa do Consumidor —, Maria Inês Dolci afirma que o consumidor deve ter muito cuidado ao fazer compras online, principalmente em épocas festivas como o Natal. Segundo ela, o cliente deve verificar se a empresa tem endereço físico, telefone de contato e a confiabilidade do site.
Se houver atraso na entrega do produto, ela recomenda observar a data prevista no contrato e ao entrar em contato com a empresa, já solicitando uma resolução para o problema. Maria Inês lembra que o consumidor também tem o direito de desistir da compra e pedir o dinheiro de volta, conforme o Código de Defesa do Consumidor.Clique sobre a imagem para a inteira visuaçização Foto: Arte O Dia
A coordenadora da Proteste também reforça que ainda é grande o número de reclamações sobre compras pela internet, destacando a reclamação de não cumprimento do prazo de entrega do produto. “Geralmente isso ocorre porque as empresas vendem mais produtos do que têm em estoque”, alerta.
Segundo Maria Inês, dependendo do caso — o motivo da compra, valor do produto, tempo de demora —, o consumidor também pode pedir indenização na Justiça. Ela cita ainda que o cliente deve ter o cuidado de pedir o cancelamento ou a suspensão do pagamento na fatura do cartão de crédito. “Porém, isso depende da data de compra”, diz Maria Inês.
Evitar sites desconhecidos é uma das dicas
A dona de casa Sabrina Dias Ferreira da Silva, 44 anos, também ficou sem a sonhada TV 40 polegadas comprada pelo site Neon Eletro. “Vi a propaganda em canal de televisão, achando que era confiável. Infelizmente não entregaram e tive que recorrer à Justiça para obter o meu dinheiro de volta”, conta Sabrina, que diz ter sido a última que fez uma compra em sites desconhecidos. “Agora, quando preciso, só faço em loja conhecida e com produtos de valores baixo”, resume.
Já a cabeleireira Fernanda da Silva, 32 anos, diz que levou mais de seis meses para trocar um fogão adquirido no site de uma grande rede. Segundo ela, o produto chegou com a tampa de vidro quebrada. Mas como perdeu o prazo de sete dias para fazer a reclamação, a loja se negava a fazer a troca. Fernanda entrou na Justiça e recebeu um vale compra.
Fonte: O Dia Online - 11/01/2015 e Endividado
Paris: cerca de 5 mil policiais vão proteger escolas judaicas do país
Da Agência Lusa Edição: Denise Griesinger
Cerca de 5 mil policiais franceses vão ser mobilizados para proteger todas as escolas judaicas do país e militares serão enviados como reforço nos próximos dois dias, anunciou o ministro do Interior francês, Bernard Cazeneuve.
Ele fez o anúncio perante os pais de alunos de uma escola judaica ao sul de Paris, perto do local onde Amedy Coulibaly, um dos autores dos atentados da semana passada, matou uma agente de polícia, antes de atacar um mercado judaico do leste da capital francesa.
Desde quarta-feira (7), registraram-se três incidentes violentos na capital francesa, incluindo o sequestro ao mercado e o ataque ao jornal Charlie Hebdo. Ao todo, 20 pessoas morreram.
Depois de dois dias em fuga, os dois suspeitos do ataque, os irmãos Said Kouachi e Cherif Kouachi, de 32 e 34 anos, foram mortos na sexta-feira (9), por forças de elite francesas, em Dammartin-en-Goële, nos arredores de Paris.
Na quinta-feira (8), foi morta uma agente da polícia municipal, no sul de Paris. A polícia estabeleceu uma ligação entre os dois jihadistas suspeitos do atentado ao Charlie Hebdo e o assassino da policial.
Na sexta-feira, cinco pessoas foram mortas em um mercado kosher (judaico) do leste de Paris, quando eram mantidas reféns, incluindo o autor do sequestro, Amedy Coulibaly, que foi morto durante a operação policial.
Agência Lusa e Agência Brasil
Médico é condenado por cobrança ilegal de partos pelo SUS
por Fabiana de Carvalho Fernandes
O médico Luis Carlos Michell, servidor público municipal do Hospital de Santa Bárbara do Sul, que prestava serviços conveniados ao SUS, foi condenado a 27 anos e dois meses de reclusão, em regime inicial fechado, perda do cargo público e ao pagamento de reparação pelas cobranças indevidas das pacientes, a título de honorários médicos e outros procedimentos cirúrgicos.
Segundo a denúncia do Ministério Público, no período de 2009 a 2010, o médico realizou cobranças ilegais de gestantes para a realização de partos pelo SUS. A decisão é do dia 8/1.
Caso
O médico exigia das pacientes valores extras para a realização de partos e outros procedimentos cirúrgicos. Ciente da urgência dos procedimentos e preocupação das vítimas gestantes e seus familiares, coagia alegando não poder realizar os partos caso não houvesse o pagamento exigido. Após a denúncia de duas, das nove vítimas, junto ao Ministério Público, o médico foi investigado e denunciado pelo crime de concussão.
Em sua defesa, entre outros argumentos, alegou o médico atuação funcional há 23 anos, tendo realizado cerca de 2000 partos, bem como a não vinculação do médico ao paciente pelo SUS, levantando a hipótese de confusão com os pacientes de planos particulares e do SUS. Finalizou afirmando a inexistência de prova da materialidade dos fatos e perseguições políticas.
Sentença
O processo foi julgado pela juíza Marilene Parizotto Campagna, da Vara Judicial da Comarca de Santa Bárbara do Sul, que descartou perseguição política para justificar a investigação criminal e a denúncia. Analisou os nove fatos denunciados, individualmente, concluindo que o réu praticou, no exercício de sua função médica pelo SUS, o crime de concussão, obtendo para si, vantagens pecuniárias indevidas para realizar partos e outros procedimentos médicos.
O réu aproveitou-se da situação de vulnerabilidade em que se encontravam as vítimas, prestes a darem a luz aos seus filhos, para cobrar os valores indevidos, devendo sofrer maior reprimenda penal. Além disso, demonstrou total desprezo com os seus semelhantes, chegando a afirmar que "pobre" não teria o direito de ter filhos e não se comovendo com o sofrimento físico das vítimas. Disse, ainda, que foram ouvidas cerca de 25 pessoas, todas confirmando que o réu exigia honorários para realização de atendimentos efetuados pelo SUS.
A Juíza entendeu que houve provas suficientes da existência da autoria dos fatos e que as condutas do médico moldam-se ao art. 316, "caput", do CP. Contrariando a sua função de médico plantonista pelo SUS, a magistrada ainda fundamentou que houve exigência de dinheiro em todos os nove fatos, restando comprovada a afirmação de que as vítimas eram ameaçadas com a não realização dos procedimentos cirúrgicos e transferência para a realização dos partos em Municípios vizinhos.
Ficou devidamente comprovado que o réu atendia as pacientes, internando-as pelo Sistema Único de Saúde e, inobstante a vedação legal, exigia valores adicionais, sob o argumento de que os pagos pelo SUS eram muito baixos. Ainda, o médico não fornecia recibo às vítimas. em algumas ocasiões, telefonou para as vítimas pedindo que não contassem sobre o pagamento para a Justiça. Ora, se pedia sigilo sobre a exigência, que dirá iria fornecer recibos do ato ilegal praticado, declarou a magistrada.
Com relação à conduta do médico, a Juíza afirmou ainda que o motivo foi o de obter lucro fácil. As circunstâncias e consequências do crime são reprováveis, pois cometidos contra pessoas pobres e humildes, obrigando-as a, em alguns casos, pedir dinheiro emprestado para serem atendidas. Isso sem contar que a vítima M. P. M. ficou três dias tomando soro, sem beber e sem comer, para forçar um parto normal, pois a cesárea somente seria realizada se efetuasse o pagamento da quantia exigida pelo acusado. As vítimas, com seus comportamentos, em nada contribuíram para a prática dos crimes. Ao contrário, foram penalizadas com o fato de necessitarem de atendimento pelo SUS e de terem sido atendidas pelo acusado.
O réu poderá apelar em liberdade.
Processo nº 121/21000006143
Fonte: TJRS - Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul - 09/01/2015 e Endividado
Candidatos à presidência da Câmara percorrem o país em busca de votos
Os três candidatos à presidência da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Júlio Delgado (PSB-MG), estão percorrendo todos os estados em busca dos votos dos colegas. A eleição para os integrantes da Mesa Diretora da Câmara será no dia 1º de fevereiro, a partir das 18h. A menos de 20 dias da disputa, os concorrentes intensificam as viagens e as conversas com os pouco mais de 500 eleitores.
Embora o número de eleitores seja pequeno, os candidatos estão tendo trabalho para convencer cada um deles sobre suas propostas para a Casa, a partir de 2 de fevereiro quando, quem ganhar, substituirá o atual presidente, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Outro fator que dificulta a campanha é o fato de que, dos 513 deputados que tomarão posse no dia 1º, 198 estão assumindo pela primeira vez o mandato e 25 estão voltando à Câmara após quatro anos fora do Legislativo.
Como o Congresso está em recesso, os candidatos têm que viajar aos estados para encontrar os eleitores, pedir ajuda a seus aliados e usar muito o telefone.
Dos atuais 513 deputados, 290 foram reeleitos e tomarão posse para novo mandato em 1º de fevereiro e, portanto, estarão aptos a votar em um dos três candidatos. Chinaglia e Cunha percorrem o Brasil em jatos fretados para a campanha e Delgado viaja em aviões de carreira. A campanha deles é parecida na forma: viajam, reúnem-se com os colegas, com prefeitos e outras autoridades, na busca dos votos necessários para a eleição.
Eduardo Cunha, líder do PMDB, foi o primeiro a lançar candidatura e a viajar em campanha. Segundo seus assessores, ele conclui nesta semana as visitas a todos os estados brasileiros e já esteve com a maioria dos eleitores. Hoje, Cunha está em Salvador e amanhã (13) vai a viagem a outras cidades do Nordeste.
Arlindo Chinaglia, que já foi presidente da Câmara e atualmente é 1º vice-presidente da Casa, percorre, a partir de amanhã, vários estados do Nordeste, começando pelo Piauí. Assessores de Chinaglia informaram que ele fez campanha no Espírito Santo e no Rio de Janeiro na semana passada.
Júlio Delgado, líder do PSB, concorreu à presidência da Câmara em 2013. obtendo 165 votos contra 271 do vencedor, Henrique Alves. Delgado está no Espírito Santo nesta segunda-feira e pretende viajar durante a semana para São Paulo, Mato Grosso do Sul e Paraná. Ele informou que, mesmo usando aviões de carreira, fará campanha na maioria dos estados.
Para ser eleito em primeiro turno, o candidato precisará ter maioria absoluta dos votos dos 513 deputados, o equivalentes a 257 votos. Se nenhum dos concorrentes conseguir essa maioria, os dois mais votados disputarão a eleição em segundo turno. Será vencedor será o que obtiver a maioria dos votos válidos.
CBF confirma jogos dos gaúchos na Copa do Brasil
Grêmio estreia dia 1º de abril contra o Campinense-PB no estádio Ernani Sátyro
Grêmio estreia contra o Campinense, no dia 1º de abril, às 22h, na Paraíba | Foto: Halder Ramos / Especial VP
Twitter do Comando Central dos EUA é invadido por hackers
Da Agência Brasil* Edição: Luana Lourenço
A conta do Comando Central (Centcom) dos Estados Unidos (EUA) na rede social Twitter foi suspensa após ter sido alvo de ataque de um grupo de hackers supostamente ligado ao Estado Islâmico (EI). O Centcom é responsável pelo Médio Oriente e pela Ásia e também teve a conta no YouTube invadida pelo mesmo grupo.
Página do Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) no Twitter foi suspensa após ter sido alvo de ataque de um grupo de hackers ligados ao Estado Islâmico Divulgação/Governo dos Estados Unidos
Os invasores divulgaram documentos confidenciais do Exército norte-americano, incluindo endereços das casas de oficiais.
O grupo, identificado como CyberCaliphate (Ciber Califado, em português), trocou a imagem do perfil da conta, colocando uma pessoa com o rosto coberto e a bandeira utilizada pelo EI. Também publicou mensagens extremistas e ameaças contra os norte-americanos.
“O EI já está aqui, estamos em seus computadores, em cada base militar americana”, escreveram os hackers na conta do Twitter do Centcom, comando responsável pelas operações dos EUA no Iraque e na Síria.
Os jihadistas do EI, combatentes que iniciaram em junho passado uma ofensiva e que se assumem como participantes numa “guerra santa”, proclamaram um “califado” nos territórios que controlam na Síria e no Iraque.
*Com informações da Agência Lusa
Juca Ferreira assume cargo e pede mais recursos para a cultura
Paula Laboissière - Repórter da Agência Brasil* Edição: Armando Cardoso
Ministro Juca Ferreira defende mais investimentos públicos e privados para a cultura Elza Fiúza/Agência Brasil
O novo ministro da Cultura, Juca Ferreira, assumiu o cargo hoje (12) no Teatro Funarte Plínio Marcos, em Brasília. Em seu discurso, ele assumiu compromissos como aprimorar o sistema de financiamento da cultura, modernizar a legislação de direitos autorais e buscar aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Cultura.
“Seria um grande passo conquistarmos essa aprovação”, disse Juca. A proposta prevê repasse anual (de receitas resultantes de impostos) de 2% do orçamento federal, de 1,5% do orçamento dos estados e de 1% do orçamento dos municípios para a cultura.
Sobre mudanças no atual sistema de financiamento do setor, o novo ministro prometeu, para os próximos meses, um esforço conjunto com o Congresso Nacional para aprovação do Programa Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura (ProCultura), previsto para substituir a Lei Rouanet.
“A cultura brasileira não pode ficar dependente dos departamentos de marketing das grandes corporações. Queremos mais investimento na cultura, e esta também deve ser uma das responsabilidades sociais da iniciativa privada. Queremos que a conta seja paga com responsabilidades partilhadas.”
Saiba Mais
- Idealizador dos Pontos de Cultura, Juca Ferreira está de volta ao governo
- Dilma anuncia Juca Ferreira como novo ministro da Cultura
Ele afirmou, ainda, ter recebido com entusiasmo a sinalização da presidenta Dilma Rousseff de que a educação será a grande prioridade do governo federal no novo mandato. Segundo ele, não existe educação democrática e libertadora sem o que a cultura pode oferecer.
O baiano Juca Ferreira estará à frente do ministério pela segunda vez. A primeira foi durante o governo Lula, em 2008, quando substituiu o músico Gilberto Gil, com quem trabalhou mais de cinco anos como secretário executivo. Em sua primeira passagem pela pasta, Juca colaborou na formulação dos Pontos de Cultura.
Após a cerimônia de transmissão de cargo, Juca rebateu críticas feitas pela ex-ministra da Cultura Marta Suplicy em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo. De acordo com a reportagem, a senadora entregou documento à Controladoria-Geral da União (CGU) que aponta irregularidades na gestão de Juca em parcerias com uma entidade que presta serviços à Cinemateca Brasileira, em São Paulo.
“Eu boto a mão no fogo pelas pessoas da Sociedade de Amigos da Cinemateca, que vêm desde a década de 40 [atuando]. Não fomos nós que estabelecemos uma parceria. São pessoas da mais alta qualidade pública do Brasil”, disse. “Eu me senti [agredido] com a irresponsabilidade como ela [Marta Suplicy] tratou uma pessoa honesta, com quase 50 anos de vida pública e que não tem um desvio sequer”, disse. "Cabe à CGU apurar", completou.
Em nota, a CGU informou que, desde abril de 2013, investiga denúncias de irregularidades em contratos firmados entre a Cinemateca Brasileira e uma entidade que presta serviços ao órgão.
Cinco anos depois, terremoto que devastou Haiti ainda deixa marcas pelo país
Porto Principe (Haiti) - Ruínas no bairro de Bel-AirMarcello Casal Jr./Agência Brasil
Doze de janeiro de 2010. O dia já estava no fim, haitianos saíam do trabalho quando o país foi abalado por um forte tremor. Em menos de um minuto, estima-se que mais de 200 mil pessoas tenham morrido naquele que foi o pior terremoto já enfrentado pelo país em todos os tempos. O epicentro foi a 15 quilômetros (km) da capital, Porto Príncipe. O tremor principal registrou 7,3 graus na Escala Richter. Mais dois tremores secundários foram sentidos no país: um de 5,5 graus e outro de 5,3 graus. Em 1984, o país havia sofrido, até então, o maior terremoto de sua história, de 6,7 graus.
A TV Brasil, emissora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), da qual a Agência Brasiltambém faz parte, foi a primeira tevê a chegar ao Haiti depois do terremoto, em janeiro de 2010. A repórter Luciana Lima relembra: “Quando cheguei ao Haiti vi pessoas perdidas, sem saber para onde ir, sem direção, e pilhas e pilhas de corpos no meio da rua”. O repórter cinematográfico Gilvan Rocha, que acompanhava Luciana, também diz que ficou assustado com o que viu: “Era muita gente pedindo socorro, pedindo ajuda debaixo dos escombros.”
Porto Principe (Haiti) - Ruínas da Catedral de Notre DameMarcello Casal Jr./Agência Brasil
Passados cinco anos da tragédia, uma equipe de reportagem da EBC voltou ao Haiti com o objetivo de verificar como estão os esforços para a reconstrução do país. Há resquício do tremor por diversas cidades. A Catedral Notre Dame, a principal de Porto Príncipe, continua em ruínas. É possível ver apenas os escombros do que um dia foi a principal igreja da capital haitiana. No terremoto, morreram ali o arcebispo de Porto Príncipe, Joseph Serge Mioti, e o vigário-geral, Charles Benoit. O prédio do governo haitiano também aguarda reconstrução.
Veja aqui o especial completo da Agência Brasil sobre o Haiti.
O país ainda não tem coleta de lixo e o esgoto corre a céu aberto. Por isso, é comum encontrar pelas ruas de Porto Príncipe pilhas de lixo sendo incineradas, o que faz com que a cidade fique constantemente cinza. Muitos haitianos ainda sofrem as consequências do terremoto. Joel Joseph é um deles. Artista de rua, perdeu um tio e tudo o que tinha. Teve que viver com a mãe, dois filhos e a esposa em um abrigo por dois anos e cinco meses. “Era horrível. Quando houve o terremoto, nós, todos os haitianos, sentíamos que o mundo já não existia mais. Sabíamos que não existiria um Haiti.”
A imagem das ruas destruídas dá, aos poucos, espaço para avenidas que começam a receber iluminação pública, solar, e semáforos – até então item desconhecido dos haitianos. A maior parte dos abrigos, os campos de deslocados como são chamados, já foi desativada. Em 2010, mais de 1 milhão de pessoas tiveram que viver nesses espaços. Hoje estima-se que esse número seja de um pouco mais de 150 mil pessoas. Passados cinco anos, os haitianos começam a reconstruir suas casas, algumas de alvenaria, outras de lona. Tudo para ter um “lar”.
Porto Principe (Haiti) - Comércio a céu aberto no bairro de Bel-Air, rua asfaltada após o terremotoMarcello Casal Jr./Agência Brasil
Como o Mercado Venezuela, principal ponto de comércio de Porto Príncipe, também foi atingido pelo terremoto e ainda não foi reconstruído, o comércio informal está em todas as partes. Nas ruas, eles tentam ganhar dinheiro como podem. Os haitianos vendem um pouco de tudo: roupas, comida, remédios. A realidade ainda é dura: grande parte da população ainda vive com pouco mais de um dólar por dia. Os comerciantes do lugar se lembram que a correria foi grande e que muitos prédios ruíram. Gilbert Foirtine ficou entre os escombros e foi socorrido porque conseguiu manter os braços erguidos. “Quando a terra tremeu caiu tudo em cima de mim. O teto caiu em cima de mim. Fiquei com os braços para cima pedindo socorro. Daí vieram e me resgataram.”
Porto Principe (Haiti) - Monumento em homenagem aos militares mortosMarcello Casal Jr./Agência Brasil
Para o comerciante Jean Baptiste, o terremoto causou perdas irreparáveis. A mãe e o irmão morreram soterrados pelos escombros do mercado. “Perdi um pedaço de mim. Minha família não é mais a mesma sem eles. E também hoje está difícil arrumar emprego. Tenho que vender roupas por um dólar, para ver se consigo algum dinheiro.”
Mas o terremoto não atingiu apenas os haitianos. Militares brasileiros que atuam na Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah), no país desde 2004, também sentiram os reflexos do tremor. No total, 18 deles morreram. Ana Cardoso, capitã do Exército atuava como tradutora na Base Brasileira no Haiti. Ela relembra que se preparava para voltar ao Brasil quando ocorreu o terremoto. A militar mostrava a base para uma colega que ficaria em seu lugar. “A sensação que a gente tem, que eu tive, era que passava um rio caudaloso debaixo dos meus pés, era uma coisa assim, impressionante, ele foi muito, muito forte aqui”, lembra. Ela conta que os outros militares que estavam nos alojamentos, os contêineres, ficaram feridos.
Depois de relutar alguns anos, Ana voltou ao Haiti. “Hoje tô com uma sensação muito boa, é de realização mesmo. De poder voltar pra um lugar onde já tinha trabalhado e que hoje parece que eu vim complementar esse trabalho, fazer de forma diferente, fazer melhor, porque hoje eu tenho conhecimento do meu trabalho, da missão, do Haiti. Às vezes dá um friozinho na barriga, dá um medo de dar um terremoto de novo.”
Porto Principe (Haiti) - Militar da Minustah nas ruínas do Mercado Le Salines, em Bel-AirMarcello Casal Jr./Agência Brasil
Hoje, mais de 1,2 mil militares brasileiros, como Ana, auxiliam na reconstrução do país. Mas a missão coordenada pelo Brasil recebe críticas. O historiador da Universidade de Brasília Virgílio Arraes pondera a atuação das tropas. "Há um momento em que a sociedade hatiana, mesmo que com dificuldades, é que tem de ser senhora do seu próprio destino”, destacou. “Em alguns momentos, a presença foi importante para não aprofundar ainda mais o caos. Mas o problema é que, com o passar do tempo, a população haitiana se acostume.”
O comandante da Minustah, general José Luis Jaborandy Junior, discorda. “Uma Missão de Paz, uma presença internacional, não vem para ficar para sempre. Nós não podemos ficar aqui pra sempre. O Haiti precisa tomar conta dos seus próprios destinos, certo? Mas nós temos que saber o momento certo de sair”, explicou. “Se nós sairmos amanhã, simplesmente, de um dia para o outro, formos embora, sem experimentar um período de transição, talvez venhamos a pagar um preço muito caro, que seria ter que voltar.”
Porto Principe (Haiti) - Crianças haitianas na comunidade de Cité SoleilMarcello Casal Jr./Agência Brasil
As forças atuam em diversos pontos do Haiti. Cité Soleil – comunidade onde vivem pouco mais de 300 mil pessoas e que, em 2004, foi considerada a região mais violenta do mundo pela ONU – parece mais calma. As ruas de Cité Soleil ainda não têm iluminação pública e os poucos pontos de luz podem ser vistos dentro das casas. As comunidades rivais de Simon e Pelé são as áreas mais preocupantes em relação à segurança. As casas marcadas de tiros nas paredes mostram que local é ainda dominado pelo conflito entre gangues.
Apesar dos problemas e de reconhecer lentidão na reconstrução, para o general Jaborandy é possível ver melhoras nesses cinco anos. “A gente ouve já discursos de autoridades nacionais falando da necessidade de investimento na educação, de retomada do crescimento econômico. Então, como eu disse, são evoluções lentas, mas são positivas. Isso faz com que a comunidade internacional se encha de esperança e continue apoiando o Haiti em sua caminhada rumo ao futuro.”
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Governo do Rio estuda socorro a municípios que perderão receita com royalties
Vinicius Lisboa - Repórter da Agência Brasil Edição: Jorge Wamburg
O governo do estado do Rio de Janeiro está estudando um plano para ajudar municípios que perderão parte de sua arrecadação por causa da queda do preço do barril do petróleo. O governador Luiz Fernando Pezão não quis antecipar que tipo de ação está sendo planejada, mas afirmou que a proposta será levada ao ministro da Fazenda, Joaquim Levy, em abril ou maio.
Pezão estimou que cidades maiores, como Campos, podem perder 30% da arrecadação, mas ressaltou que, em alguns casos, a queda ficará em torno de 65%. A pedido da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Pezão está conversando pessoalmente, ou por telefone, com cada prefeito para alertar sobre a situação.
Técnicos da Secretaria Estadual de Fazenda estão sendo oferecidos às cidades para ajudar no planejamento de como reagir à redução de recursos, que também deve atingir a receita estadual. Segundo o governador, o Rio deve perder entre R$ 2,2 bilhões e R$ 2,6 bilhões de receita com royalties neste ano, dependendo de qual será o comportamento do preço do petróleo. Já o total que deixará de entrar no caixa dos municípios não foi informado.
Luiz Fernando Pezão participou hoje (12) de um almoço com empresários no Hotel Copacabana Palace e disse que ainda há espaço para a desoneração do Imposto sobre Circulação de Bens e Serviços, para atrair setores que não estão no estado, como foi feito com a logística do setor de remédios e com os CDs, por exemplo. Ee disse ainda que está aberto a reivindicações de outros setores.
Inep divulga amanhã resultados do Enem 2014
Da Agência Brasil Edição: Armando Cardoso
Saiba Mais
- Candidatos já podem consultar vagas do Sisu
- Ministro pretende discutir proposta que muda forma de fazer o Enem
Os mais de 6 milhões de estudantes que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) poderão conferir os resultados da prova a partir de amanhã (13) napágina do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Para ter acesso ao resultado, os candidatos precisam do número de inscrição ou do CPF e da senha criada no momento da inscrição.
O gabarito das provas está disponibilizado aos estudantes desde o ano passado. A correção da prova, todavia, leva em consideração mais do que apenas a contagem dos erros e acertos. O valor de cada questão varia conforme o percentual de acertos e erros naquele item, sendo usada a Teoria de Resposta ao Item (TRI).
Assim, uma questão que muitos candidatos acertaram é considerada mais fácil e não valerá tantos pontos. Já o candidato que acertar uma questão com alto índice de erros ganhará mais pontos por aquele item.
A nota do Enem poderá ser usada para participar do Sistema ùnico de Seleção Unificada (Sisu), cujas inscrições serão de 19 a 22 deste mês, e do Programa Universidade Para Todos (ProUni), com inscrições de 26 a 29 de janeiro. Servirá também para certificar o ensino médio, obter empréstimo pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), além de participar do programa de intercâmbio Ciência sem Fronteiras. No ano passado, o exame foi realizado em mais de 1,7 mil cidades brasileiras.
David Bowie - Starman
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