Fundação pesquisa teste rápido para detectar casos de chikungunya

Sintomas são semelhantes aos da dengue, mas há diferenças no tratamento

A Fundação Oswaldo Cruz já deu início aos trabalhos em busca de um teste rápido capaz de identificar casos de febre
chikungunya, no Brasil. De acordo com o vice-presidente de Pesquisa e Laboratórios de Referência da instituição, Rodrigo Guerino, o teste será similar ao teste rápido de gravidez, uma pequena quantidade de sangue será suficiente para mostrar o resultado em uma fita indicativa.

Em audiência pública, na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, Rodrigo destacou a importância do diagnóstico rápido da doença, uma vez que os sintomas se assemelham aos da dengue, mas há sutilezas no tratamento de ambas as enfermidades. O diretor do Departamento de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch, admitiu que há uma preocupação, por parte da pasta, em relação à possível confusão de diagnóstico entre casos de dengue e febre chikungunya. Um erro de diagnóstico, segundo ele, pode fazer com que os profissionais deixem de agir rapidamente no caso da dengue, provocando um agravamento do quadro e mesmo o óbito do paciente.

Dados do ministério indicam que, até o momento, ocorreram 1.039 casos confirmados de febre chikungunya no país, a maior parte na Bahia e no Amapá. Há ainda 968 casos em investigação. Maierovitch lembrou que o país conta com uma experiência de 30 anos no tratamento da dengue. Ele ressaltou que o país já passou por momento de ter que "montar hospitais de campanha e centros de hidratação rápida. Não prevemos esse cenário para o vírus chikungunya, mas ele não é impossível".

No debate, o representante da Organização Pan-americana de Saúde (Opas) no Brasil, Henrique Vazquez, destacou que praticamente todo o continente conta com a presença do vetor que transmite a febre chikungunya e que, no caso do Brasil, a ausência de imunidade na população torna os brasileiros suscetíveis à doença. "O chikungujnya será um grande desafio", concluiu.

Agência Brasil e Correio do Povo

Anvisa aprova registro de novo medicamento para tuberculose

A cada ano são notificados cerca de 70 mil novos casos no Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quinta-feira o registro de uma nova associação de fármacos para o tratamento da tuberculose no país. O novo medicamento traz a combinação de rifampicina com a isoniazida, a apirazinamida e o etambutol e é indicado para tuberculose pulmonar e extrapulmonar, na fase inicial intensiva do tratamento.

De acordo com a Anvisa, o esquema básico, com quatro substâncias, favorece a maior adesão ao tratamento. A combinação, segundo a agência, também evita o aumento da multirresistência da doença e possibilita maior conforto ao paciente devido à redução do número de comprimidos a serem ingeridos por dia. O registro do novo medicamento é resultante de uma parceria público-privada entre os laboratórios Farmanguinhos e Lupin Limited.

A agência destacou que a tuberculose é uma doença infecciosa e transmissível que afeta prioritariamente os pulmões, mas que tem cura. Anualmente, são notificados ao menos 6 milhões de novos casos no mundo e mais de 1 milhão de mortes. “O surgimento da aids e o aparecimento de focos de tuberculose resistente a medicamentos agravam ainda mais esse cenário”, esclareceu a agência.

No Brasil, a cada ano, são notificados aproximadamente 70 mil novos casos de tuberculose, além de 4,6 mil mortes em decorrência da doença. O país ocupa o 17º lugar entre as 22 nações responsáveis por 80% do total de casos de tuberculose no mundo.

Agência Brasil

ANS suspende comercialização de 65 planos de saúde de 16 operadoras

Decisão deve afetar 586 mil consumidores que contrataram serviços
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou nesta quinta-feira a suspensão de 65 planos de saúde de 16 operadoras. De acordo com o órgão, a medida foi tomada em razão de desrespeito aos prazos máximos de atendimento e por negativas indevidas de cobertura. A estimativa do governo é que a decisão beneficie 586 mil consumidores que já contrataram esses planos e devem ter seus problemas assistenciais sanados.

Das 16 operadoras com planos suspensos, 14 já tinham planos em suspensão no ciclo de monitoramento anterior. Duas operadoras não constavam da última lista de suspensões – dessas, uma tem plano suspenso pela primeira vez. A medida é preventiva e perdura até a divulgação do 12º ciclo de monitoramento.

Ainda de acordo com a ANS, 81 planos de saúde que haviam sido suspensos há três meses tiveram melhoria de atendimento comprovada e estão autorizados a voltar à atividade. Da 28 operadoras suspensas no ciclo anterior, dez conseguiram direito de reativação total dos planos e dez conseguiram a reativação parcial dos planos. Além disso, duas entraram em portabilidade especial, uma teve decretada a portabilidade extraordinária e uma entrou em alienação compulsória de carteira.

Queda no número de queixas

O ciclo de monitoramento mais recente registrou 12.031 reclamações. O número de queixas consideradas procedentes (que tiveram a infração constatada) teve queda de 40% em relação ao ciclo anterior. Para a ANS, isso sinaliza que o monitoramento induziu as operadoras a um maior esforço para o atendimento oportuno e adequado dos beneficiários. A maior redução foi constatada nas operadoras de grande porte (acima de 100 mil consumidores), que apresentaram queda de cerca de 60% no número de reclamações procedentes nos dois últimos ciclos.

Os dados mostram ainda que 87,4% dos conflitos foram resolvidos pela mediação feita pela ANS, por meio de Notificação de Intermediação Preliminar. “Esse é o maior índice já alcançado desde o início do monitoramento. A mediação de conflitos agiliza a solução de problemas do beneficiário de plano de saúde”, avaliou a agência. O processo prevê que as operadoras sejam notificadas diretamente pelo portal da ANS, em espaço próprio, onde acompanham as demandas. O prazo máximo para a adoção das medidas necessárias é até cinco dias úteis em casos assistenciais e até dez dias úteis para não assistenciais.

O 11º ciclo de Monitoramento da Garantia de Atendimento reuniu reclamações recebidas no período de 19 de junho a 18 de setembro deste ano. Desde o início do programa de monitoramento, 1.017 planos de 142 operadoras já tiveram as vendas suspensas - 847 planos voltaram ao mercado após comprovar melhorias no atendimento. Atualmente, existem 50,9 milhões de consumidores com planos de assistência médica e 21 milhões com planos exclusivamente odontológicos no país.

Planos de venda suspensos 

Allianz Saúde S/A
410190991 Superieur 10
410191990 Superieur 20
433374008 Superieur 20 PME
433379009 Excellence 10PME

Associação Auxiliadora das Classes Laboriosas 

466019116 Prime 
466021118 Line 

Biovida Saúde 
466365129 Unisis I/F Enfermaria 
466366127 Unisis I/F Apartamento 
466367125 Senior I/F Enfermaria 
467068120 Unisis CE Enfermaria 

Caixa Seguradora Especializada em Saúde 

465099119 Saúde Vital 
465100116 Saúde Vital Enfermaria 
465104119 Saúde Vital Enfermaria-CO
465106115 Saúde Pronto
465867111 Odonto Vital-PF

Casa de Saúde São Bernardo S/A
450216047 Capixaba Total Executivo com Obstetrícia

Centro Trasmontano de São Paulo 

469624137 Pleno 

Coopus - Cooperativa de Usuários do Sistema de Saúde de Campinas

422576997 134.1.1 - Amb + Hosp com Obstetrícia + Odontológico QC C 

Green Line Sistema de Saúde 

704057991 Master 

Minas Center Med LTDA
435254018 Hospitalar I 
459730093 Centermed Especial Enfermaria
462131100 Centermed Especial Individual/ Familiar

Plamed Plano de Assistência Medica LTDA
412781991 Plamed Standard II 
427155996 Plamed Gold I

Santo André Planos de Assistências Médica LTDA
456407073 Rubi 

União Hospitalar Operadora de Planos de Saúde LTDA

442188034 UH X - AMB + Hospitalar Sem Obstetrícia Quarto Coletivo
465366111 Plano UH Master 110 Coletivo Empresarial - Rede Básica I QC
466191125 Plano UH Master 110 Coletivo por Adesão - Rede Básica I QC 

Unimed do ABC - Cooperativa de Trabalho Médico
400472998 Unideal Empresarial Enfermaria
422774993 Unideal Enfermaria - Adesão
463226105 Uniplan Saúde Total Básico - CO Participativo
463541108 Unideal Empresarial Enfermaria

Unimed Itabuna Cooperativa de Trabalho Médico

436355018 Univida Básico Empresarial Nacional

Unimed Paulistana Sociedade Cooperativa de Trabalho Médico 
401044992 Master
433247004 Uniplan Pleno 
445901036 Padrão
445902034 Integral 
445903032 Supremo 
455209061 Integral Uniplan Adesão
455210065 Integral Uniplan Individual
455211063 Padrão Uniplan Adesão 
455215066 Supremo Uniplan Adesão 
455226061 Integral Uniplan Empresarial 
455228068 Original Apartamento Empresarial 
455229066 Original Apartamento Individual 
455230060 Originial Enfermaria Adesão 
455243061 Sigma Individual
461082092 Padrão Enfermaria Uniplan Empresarial c/ co-Participação
461092090 Integral Uniplan Empresarial c/ co-Participação
467981124 Up Bronze Enfermaria Individual 
467984129 Up Ouro Uniplan Adesão 
467988121 Up Ouro Uniplan Empresarial 
467992120 Up Prata Uniplan Adesão 
467998129 Up Bronze Enfermaria Uniplan Empresarial 
470380134 New Bronze Apartamento Individual 
470428142 Padrão Adv Enfermaria Uniplan Coparticipação Empresarial 
470435145 New Bronze Enfermaria Individual 
470438140 New Bronze Enfermaria Uniplan Adesão
701003996 Master 

Agência Brasil e Correio do Povo

CCJ descarta que projeto do piso regional é inconstitucional

Proposta de reajuste de 16% provocou impasse jurídico na Assembleia Legislativa
Deputado Heitor Schuch afirmou que presidente da AL agiu certo em encaminhar proposta | Foto: Divulgação / ALRS / CP
Deputado Heitor Schuch afirmou que presidente da AL agiu certo em encaminhar proposta | Foto: Divulgação / ALRS / CP
O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa, deputado Heitor Schuch (PSB), disse, na manhã desta quinta-feira, que não há inconstitucionalidade no projeto de reajuste de 16% do piso regional, enviado pelo governo do Estado ao Legislativo na terça-feira em regime de urgência. “O presidente Gilmar Sossella (PDT) agiu certo ao dar o encaminhamento ao projeto dentro da Casa, porque ele não é inconstitucional”, assinalou Schuch.

Quando um projeto é encaminhado para a AL em regime de urgência o prazo para que vá a votação erm plenário é de 30 dias. Depois disso, passa a trancar a pauta. Em função desta condição, a única comissão pela qual o texto passa é a CCJ. Segundo Schuch, a exemplo da quase totalidade dos projetos remetidos à Assembleia em regime de urgência, em função do prazo, a votação em plenário deverá ocorrer também sem que exista um parecer da CCJ.

Pelo trâmite burocrático do Legislativo, nos primeiros dez dias o texto permanece no Departamento de Assessoramento Legislativo (DAL) para permitir a anexação de emendas. No 11º dia, ele é remetido para a CCJ, publicado e, na reunião seguinte da comissão (as reuniões são sempre nas terças-feiras), distribuído para relatoria. “Acredito que praticamente todos os deputados integrantes da comissão vão querer relatar o texto. Por isto, para estes casos nos quais não há acordo para a relatoria, temos uma grade com os nomes dos 12 parlamentares e a escolha é feita obedecendo-se a uma sequência. Precisamos ver de quem é a vez”, informou Schuch.

Também na manhã desta quinta, Sossella recebeu representantes de entidades sindicais de trabalhadores, para tratar da questão do projeto. Após o encontro, o presidente convocou uma reunião de líderes. O superintendente-geral da Casa, Artur Souto, informou, contudo, que a reunião não tem como foco a discussão do projeto do mínimo regional.

A polêmica

polêmica a respeito de uma possível inconstitucionalidade do projeto foi levantada na quarta-feira, após o procurador-geral da Assembleia, Fernando Ferreira, invocar a lei federal que criou o salário mínimo regional (103/2000) para questionar a legalidade do projeto. Na avaliação de Ferreira, o texto não poderia ter sido enviado neste mês de novembro porque a lei que autorizou os estados e o Distrito Federal a instituírem pisos regionais veda a ação no segundo semestre de anos de eleições para governadores e deputados estaduais ou distritais. A Casa Civil rebateu o questionamento argumentando que a proibição serve para a criação dos mínimos regionais e não para o estabelecimento de seus reajustes. A política de reajustes não consta na lei e é diferenciada conforme o Estado.

Desde que o projeto foi enviado, há, entre parte dos deputados peemedebistas e de outros partidos que apoiam o governador eleito, José Ivo Sartori (PMDB), a avaliação de que o governo atual teve por objetivo gerar desgaste político para a próxima administração e causar conflito na base do futuro governador. Já entre parte da atual bancada governista e em meio a parlamentares que apoiam por convicção o reajuste previsto no projeto, a avaliação é de que o questionamento da legalidade do texto traduziu um movimento indireto para tentar derrubar o projeto antes que ele fosse a votação e evidenciasse as diferenças existentes dentro da base de Sartori.

Brasil é o 39º em ranking internacional de competitividade

Levantamento é feito com base em dados de 43 países, diz Fiesp.
Brasil se encontra no grupo dos países com baixa competitividade.


O Brasil ocupa a 39ª posição em um ranking que avalia a competitividade de 43 países, feito com base na pesquisa Índice de Competitividade das Nações, desenvolvida anualmente pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

O índice identifica os principais avanços e restrições ao crescimento da competitividade brasileira e analisa quatro pontos: competitividade elevada, satisfatória, média e baixa. O Brasil se encontra no grupo de baixa competitividade, segundo a Fiesp.

Os países que mais ganharam competitividade foram Cingapura, Áustria, Hungria e Israel. Os Estados Unidos seguem na liderança. Cingapura avançou três posições no ranking, chegando ao 4º lugar, com 72,9 pontos, no grupo de países com competitividade elevada. A Áustria também subiu três posições, passando a 60,7 pontos, na 14ª colocação, ficando no grupo de competitividade satisfatória.

Israel e Hungria ascenderam duas posições. A nação do Oriente Médio passou a 66,5 pontos, no 11º lugar, na faixa da competitividade elevada. Já o país da Europa Central ficou com 45,6 pontos, na 26ª colocação, no grupo médio.

"Não são animadoras as perspectivas para melhora do índice em 2014. Até porque não há uma agenda e um conjunto de ações que indiquem um aumento da competitividade brasileira na comparação com a desses outros países. No ano de 2014, provavelmente, nossa situação vai piorar diante dos dados de 2013. Mas isso é uma avaliação preliminar", disse José Ricardo Roriz Coelho, diretor titular do Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Fiesp.
Fonte: G1 notícias - 12/11/2014 e Endvidado

Empresas vão gastar R$ 1,1 trilhão com salários em 2014

Segundo o levantamento, entre janeiro de 2003 e agosto de 2014, a folha salarial brasileira cresceu 142%

No lançamento do site Salários.org.br, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) divulgou dados que mostram que o volume da folha salarial do setor formal em agosto de 2014 foi de R$ 85 bilhões. Este valor anualizado corresponde a R$ 1,1 trilhão, já com o décimo terceiro salário incluído.

Os números se baseiam no volume pago em salários pelas empresas brasileiras, com base nos depósitos das contas vinculadas do FGTS (iniciativa privada).

O reajuste salarial real médio conseguido pelos sindicatos em setembro de 2014 foi de 1,4%. O reajuste total ficou em torno de 7,5 %.

"Esse reajuste real já foi maior. Mas com o aumento da inflação, ele diminui", diz Hélio Zylberstajn, responsável pelo projeto do Salários. Org.br.

Segundo dados da Fipe, os reajustes salariais representam um terço dos acordos de negociação coletiva no Brasil entre sindicatos. O restante são discussões sobre benefícios, jornada e condições de trabalho.

Nordeste no topo

O Nordeste foi o Estado que aplicou maiores reajustes salariais. O setor de construção civil teve o maior índice de reajuste em setembro: 8,3%.

Segundo o levantamento, entre janeiro de 2003 e agosto de 2014, a folha salarial brasileira cresceu 142%, ou seja, foi multiplicada por 2,4. Neste período, o crescimento mensal médio foi de 0,6%, e o anual foi de 7,9%.

Para Zylberstajn, o aumento de 142% na folha salarial brasileira é resultado do que aconteceu no país nos últimos anos.

"Tivemos oito anos de grande crescimento nas exportações do País. Isso deu um bom colchão para que o governo investisse em políticas distributivas e no mercado de trabalho. Aumentou o consumo e o emprego, principalmente o de baixa renda, além da formalização do trabalho", diz ele

Indexação de salários persiste no mercado

Em seu levantamento sobre contratos e negociações salariais, a Fipe encontrou diversos casos de indexação de salários e pisos.

É o caso de negociações salariais em que o salário é condicionado a inflação. "Essa lembrança do mercado ainda continua", diz Zylberstajn.

Também há negociações de pisos salariais indexados ao salário mínimo e até valores base de Participação nos Lucros (PLR) indexados ao INPC.

Ao mesmo tempo, as empresas começam a se movimentar para incluir cláusulas contratuais que contemplem a união homoafetiva e estendam os benefícios a esses cônjuges.
Fonte: IG Economia - 12/11/2014 e Endividado

Inadimplência cresce 14,2% em outubro, diz Serasa

A inadimplência do consumidor registrou aumento de 14,2% em outubro deste ano, contra o mesmo mês de 2013, segundo informou a Serasa Experian. No ano, de janeiro a outubro, o indicador tem alta de 5,1%. Frente a setembro de 2014, o índice recuou 1%.

O aumento expressivo de um ano para o outro reflete a "conjuntura econômica mais adversa deste ano", na avaliação dos economistas da Serasa, "marcada por juros mais altos e inflação elevada, em relação ao mesmo período do ano passado, com seus desdobramentos sobre os níveis de inadimplemento dos consumidores".

As dívidas não bancárias, que compreendem os cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços puxou a queda mensal, com recuo de 3,7%. Já a inadimplência com os bancos, os títulos protestados e os cheques sem fundos tiveram alta de 0,5%, 10,4% e 4,3%.

O valor médio da inadimplência com os bancos registrou queda de 4,7% nos primeiros dez meses de 2014 na comparação com o mesmo período do ano anterior. Já as dívidas não bancárias, os cheques sem fundos e os títulos protestados tiveram alta de 15,7%, 5,9% e 3,1%, respectivamente.
Fonte: G1 notícias - 12/11/2014 e Endividado

Redução do INSS de empregador doméstico segue para sanção de Dilma

A redução da contribuição paga ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) pelo empregador e empregado doméstico será avaliada pela presidente Dilma Rousseff.

O projeto que trata da medida foi liberado nesta terça-feira (12) para sanção presidencial pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, quatro meses após a aprovação do texto.

Na sessão desta terça-feira (11), os deputados aprovaram a chamada "redação final" da proposta, um ato burocrático que não altera o conteúdo.

Pela proposta, a alíquota do empregador cai de 12% para 6% e, para o empregado, é fixada também uma alíquota única de 6% –hoje ela varia de acordo com o salário.

Segundo líderes governistas, não há compromisso do governo com o texto. O prazo para a análise da presidente é de 15 dias depois da chegada do projeto no Planalto.

O projeto também prevê a redução da alíquota do INSS do empregador, mas regulamenta o pagamento obrigatório da contribuição do FGTS (8%) e o seguro por acidente de trabalho (0,8%) –benefícios garantidos com a aprovação, no início do ano passado, da emenda constitucional que ampliou os direitos do trabalhador doméstico.

Nesse caso, não há perda de arrecadação para o governo. O texto ainda acaba com a possibilidade de o empregador deduzir a contribuição previdenciária do Imposto de Renda.

Atualmente, é possível declarar o pagamento do empregado e obter a dedução do IR.

REGULAMENTAÇÃO

Na próxima semana, a Câmara vai discutir a votação de outra proposta que envolve os direitos dos trabalhadores domésticos.

Os deputados vão definir quando será analisado um parecer que amplia as garantias da categoria, regulamentando pontos da lei que trata dos empregados domésticos.

Aguardam uma definição do Congresso benefícios como seguro-desemprego, FGTS, salário-família, adicional noturno e auxílio creche.

Nesta semana, deputados e senadores rejeitaram as 57 mudanças no texto feitas pela Câmara. Foram rejeitadas várias propostas, entre elas, a que estabelecia que patrões e empregados pagassem contribuição sindical e outra que acabava com o banco de horas para compensar as horas extras trabalhadas. Agora, o projeto terá que ser votado pelo plenário da Câmara.
Fonte: Folha Online - 12/11/2014 e Endividado

Projeto de lei destina R$ 248,3 mi para aposentados da Varig e Transbrasil

A CMO (Comissão Mista de Orçamento) do Congresso Nacional aprovou nesta quarta-feira (12) projeto de lei que destina R$ 248,3 milhões para que o Ministério da Previdência Social pague parte de uma dívida com o fundo Aerus, de trabalhadores da Varig e Transbrasil.

No dia 26 de setembro deste ano, o Tribunal Regional Federal em Brasília determinou que a União honre a folha de pagamento mensal dos aposentados e pensionistas do fundo.

A conta é de R$ 35 milhões por mês e beneficia mais de 10 mil aeronautas e aeroviários.

Há oito anos os aposentados e pensionistas do Aerus brigam na Justiça pelo recebimento integral dos benefícios do Aerus.

FIES

Também foi aprovada na comissão a medida provisória 655, que trata da abertura de crédito extraordinário de R$ 5,4 bilhões para o Fies (Fundo de Financiamento Estudantil).
Fonte: Folha Online - 12/11/2014 e Endividado

Na Black Friday, sites ajudam consumidor a não ser enganado

São Paulo – A Black Friday está chegando e é aguardada com expectativa pelos consumidores brasileiros. É preciso cuidado, no entanto, para não cair em roubadas e descontos falsos na data. Para isso, alguns sites de comparação de preços estão dispostos a ajudar os consumidores.

O site Baixou é um deles. O serviço lançou um plugin que fará a comparação de preços para mostrar ao usuário se aquela é realmente uma promoção.

O programa permite que o usuário escolha um período de tempo para a comparação de preços. A ferramenta ainda pode encontrar o menor valor de venda para um determinado produto.

O programa Baixou Agora é de graça e está disponível para download no site do Baixou.

Outro site que deve ajudar os compradores é o Buscapé. No dia 28 de novembro (a Black Friday), o site estará repaginado, com foco na data especial.

O Buscapé afirma que trará um selo que indicará quais são as melhores ofertas. Os produtos destacados na página inicial do site serão selecionados entre aqueles que realmente apresentam uma queda no preço.

O site ainda vai oferecer outras facilidades para o consumidor. Ele terá envio de alerta de preços para produtos escolhidos, criação de lista de desejos e a consulta de preços com comparação nos últimos 30 dias.

Vale lembrar que as comparações do Buscapé serão feitas somente entre as lojas e sites com os quais o site trabalha.

Confiança do consumidor

Para fortalecer a confiança dos consumidores nessa edição, a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara E-net) se reuniu com representantes de lojas online. A organização reeditou o código de ética para que os sites recebam o selo “Black Friday Legal”.

As lojas com o selo se comprometem a oferecer descontes reais aos clientes. A expectativa é que 150 varejistas adotem o código de ética e recebam o selo.

De acordo com a E-bit, empresa especializada em comércio eletrônico, a Black Friday deste ano deve apresentar faturamento de 1,2 bilhão de reais. Esse número representaria um aumento de 56% sobre as vendas do ano passado.

Caso esse valor seja atingido, será a primeira vez que a marca de um bilhão de reais é ultrapassada em um Black Friday no Brasil.

Uma pesquisa realizada pelo site Zoom, outro de comparação de preços, mostrou que 99% dos entrevistados pretendem fazer compras na Black Friday.

O produto preferido dos consumidores é o smartphone. Ele será procurado por 56% dos entrevistados. Em seguida estão as TVs (com 43% de interessados) e notebooks (com 29% de consumidores interessados).
Fonte: Exame online - 12/11/2014 e Endividado