quinta-feira, 19 de agosto de 2021

Terceira dose de vacina contra o coronavírus começará por idosos e profissionais da saúde, diz ministro

 


O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta quarta-feira (18) que a terceira dose da vacina contra o coronavírus no Brasil será aplicada, inicialmente, em idosos e profissionais da saúde.

Entretanto, ele não informou quando a dose de reforço começará e afirmou que mais dados científicos são necessários. “Estamos planejando para que, no momento que tivermos todos os dados científicos e tivermos o número de doses suficiente disponível, já orientar um reforço da vacina. Isso vale para todos os imunizantes. Para isso, nós precisamos de dados científicos, não vamos fazer isso baseado em opinião de especialista”, explicou o ministro.

Ele lembrou que o Ministério da Saúde já encomendou um estudo para verificar a estratégia de terceira dose em pessoas que tomaram a CoronaVac. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) também autorizou estudos de terceira dose das vacinas da Pfizer e da AstraZeneca no Brasil.

“Sabemos que os idosos têm um sistema imunológico comprometido e por isso eles são mais vulneráveis. Pessoas que tomaram duas doses da vacina podem adoecer com a Covid, inclusive ter formas graves da doença. Mas se compararmos os que vacinaram com duas doses e aqueles que não vacinaram, o benefício da vacina é inconteste”, disse Queiroga.

Pfizer

Queiroga também informou que o Ministério da Saúde considera diminuir o intervalo entre as doses da vacina da Pfizer para 21 dias em setembro.

“O intervalo da Pfizer no bulário é de 21 dias. Para avançar no número de brasileiros vacinados com a primeira dose, resolveu-se ampliar o espaço para 90 dias. Agora que nós já vamos completar a D1 [primeira dose] em setembro, estudamos voltar o intervalo para 21 dias para que a gente possa acelerar a D2 [segunda dose]. Se fizermos isso, em outubro teremos mais de 75% da população vacinada com a D2”, disse o ministro.

O Sul

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