quarta-feira, 18 de agosto de 2021

Eleições fraudulentas

 A confiabilidade e a transparência de um processo eleitoral constituem requisitos básicos para uma democracia verdadeira, onde não devem existir urnas eletrônicas superadas e que não possam ser auditáveis.

Qualquer pessoa dotada de nível mediano de conhecimento sobre sistemas digitais computadorizados sabe que celulares e computadores são vulneráveis a vírus e invasões comprovadas diariamente dentro do sistema bancário brasileiro, onde centenas de pessoas são prejudicadas e que ainda provocam consideráveis prejuízos aos Bancos.
Por outro lado, ainda sabemos que até mesmo os sistemas digitais da NASA, (National Aeronautics and Space Administration que é uma agência do Governo Federal dos Estados Unidos responsável pela pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e programas de exploração espacial.) do Pentágono, (sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos) e de grandes empresas privadas no mundo todo, as quais mesmo protegidas por sistemas de alta segurança, já foram invadidos e os dados e informações guardados em computadores de alta segurança, foram alterados.
Assim sendo são os hackers, (indivíduos que se dedicam a conhecer, invadir e modificar os aspectos mais internos de dispositivos, programas e redes de computadores) responsáveis por tais invasões, por ideologia e/ou interesses financeiros, são gênios do mal e que estão sempre um passo à frente em termos de avanço tecnológico.
Diante destas inquestionáveis evidências expostas seriam as ultrapassadas Urnas E de primeira geração, adotadas nas últimas eleições brasileiras, foram ou ainda são realmente são inexpugnáveis? Entendo que não, pois o universo de pragas cibernéticas permite dentre outros malefícios, a clonagem e adulteração de programas, a inclusão de programas para desvio de votos de um candidato para outro, a supressão de votos, fraudes na apuração e totalização de votos e pré-inserção de votos nas urnas, como deve ter acontecido nas eleições de 2014 que vergonhosa e indevidamente sufragaram a vitória de Dilma Rousseff.
As Urnas Eletrônicas de 1ª Geração foram implantadas em 1996 e a partir de 2006 a 2012, Holanda, Alemanha, EUA, Canadá, Rússia, Bélgica, Argentina, México e Paraguai abandonaram-nas por não serem confiáveis, sendo que pouquíssimos países voltaram a adotar modelos mais avançados, com impressão dos votos como as de 3ª Geração. Entretanto atualmente só Brasil, Bangladesh e Butão ainda usam Urnas Eletrônicas sem comprovante do voto impresso, países que ainda insistem em utilizar as superadas Urnas E de 1ª Geração, que agora em nosso país foram infelizmente consolidadas, com a rejeição pelo Congresso Nacional da adoção de Urnas com voto Impresso auditável.
Fica aqui a indagação, porque tanta polêmica e rejeição à adoção do voto impresso? Não vejo outra resposta senão no porque contraria interesses suspeitos dos desprezíveis partidos de esquerda, dos políticos corruptos e dos infames juízes do STF que não querem lisura nas eleições, para continuarem a manipular os resultados eleitorais, sufragando políticos degenerados que favorecem a manutenção de conveniências obscenas e corruptas, agora questionadas pela sociedade e principalmente pelo Presidente da República que sempre se colocou a favor do voto auditável.


Plínio P. Carvalho


Fonte: https://www.facebook.com/1677131654/posts/10217367714859647/?sfnsn=wiwspmo

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