O declínio da liberdade de um país é o declínio de sua prosperidade.
- Ayn Rand
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Intermediários dos dois países têm conversas positivas em Washington
Líbano e Israel tiveram discussões "positivas" em Washington nesta quinta-feira, dias antes do fim da trégua, segundo um funcionário do Departamento de Estado americano. Enquanto isso, em Pequim, o presidente Donald Trump tenta convencer Xi Jinping a pressionar o Irã, dois meses após o início da guerra no Oriente Médio.
Antes do fim da trégua no Líbano, no domingo, representantes israelenses e libaneses voltarão a retomar na sexta-feira suas conversas no Departamento de Estado. "Tivemos um dia inteiro de conversas produtivas e positivas que se estenderam das 09h00 às 17h00. Esperamos continuar amanhã e confiamos em poder dizer mais nesse momento", indicou a alta autoridade nesta quinta-feira.
Israel causou a morte de mais de 400 pessoas desde o início da trégua, segundo uma contagem da AFP com base em números do Ministério da Saúde libanês. O Exército israelense informou nesta quinta-feira sobre ataques contra o Hezbollah no sul do Líbano, após advertir os moradores de várias cidades e vilarejos para evacuarem suas casas. O conflito causou a morte de milhares de pessoas, principalmente no Irã e no Líbano, onde as autoridades contabilizam mais de 2.800 mortos, entre eles ao menos 200 crianças.
Representantes libaneses e israelenses haviam se reunido pela última vez em 23 de abril na Casa Branca, onde o presidente americano anunciou uma prorrogação de três semanas do cessar-fogo e expressou otimismo sobre a possibilidade de alcançar um acordo histórico entre Beirute e Tel Aviv. Trump previu então que, durante o período de prorrogação de três semanas do cessar-fogo, receberia em Washington o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o presidente libanês, Joseph Aoun, para celebrar uma primeira cúpula entre ambas as nações, que não mantêm relações diplomáticas. A cúpula não chegou a acontecer. O mandatário declarou que, antes de realizar um encontro dessa magnitude, era necessário um acordo de segurança e o fim dos ataques israelenses.
Com firmeza
Diferentemente da sessão anterior, desta vez nem o secretário de Estado Marco Rubio nem Trump estiveram presentes. Ambos estão em visita oficial à China. Recebido com grande pompa pelo presidente Xi Jinping, o republicano tenta convencer a China a ajudar a resolver a crise com o Irã, embora Pequim seja um de seus principais parceiros, junto com a Rússia. "Ele disse que não forneceria material militar... Disse isso com firmeza", declarou o presidente americano, segundo um trecho de uma entrevista à Fox News após seu encontro com o dirigente chinês.
Trump também afirmou que Xi desejava a reabertura do Estreito de Ormuz. "Ele disse: "se eu puder ajudar de alguma forma, terei prazer em ajudar"", garantiu o americano, mas suas palavras não foram confirmadas por nenhuma fonte oficial chinesa. Segundo a Casa Branca, Pequim e Washington concordaram durante a cúpula "que o Estreito de Ormuz deve permanecer aberto para garantir a livre circulação de produtos energéticos".
Segundo Teerã, desde quarta-feira a Marinha iraniana autorizou a passagem de navios chineses pelo Estreito de Ormuz. Essa passagem, iniciada "na noite passada", foi possível graças às "estreitas relações entre os dois países e sua parceria estratégica", destacou em comunicado a Guarda Revolucionária, o Exército ideológico de Teerã.
Concessão gratuita
Em suas negociações indiretas com Washington, o Irã exige que qualquer trégua inclua também o Líbano, ou seja, que Israel deixe de atacar o Hezbollah. Washington pede às autoridades libanesas que desarmem o poderoso movimento xiita pró-Irã.
Segundo o Departamento de Estado, "as conversas em Washington têm como objetivo romper de maneira decisiva com a abordagem fracassada das últimas duas décadas, que permitiu aos grupos terroristas se entrincheirarem e enriquecerem, minarem a autoridade do Estado libanês e colocarem em perigo a fronteira norte de Israel".
O Hezbollah, por sua vez, reiterou nesta quinta-feira sua rejeição a essas negociações, e um de seus deputados, Ali Ammar, denunciou uma "concessão gratuita" a Israel.
AFP e Correio do Povo
Próximo sorteio acontece no sábado
Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 3.008 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira. O prêmio acumulou e está estimado em R$ 65 milhões para o próximo sorteio.
Os números sorteados são: 11 - 12 - 14 - 20 - 42 - 44
50 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 43.872,17 cada
3.762 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 961,14 cada
Apostas
Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de sábado, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.
Agência Brasil e Correio do Povo
Vacas de Catuípe e Anta Gorda venceram a disputa após cinco ordenhas e participaram do tradicional banho de leite
A Fenasul Expoleite 2026 conheceu as vencedoras do Concurso Leiteiro da raça Holandesa após cinco ordenhas realizadas durante a programação da feira. A definição das campeãs ocorreu no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, com desfile dos animais em pista e o tradicional "banho de leite", que é composto por uma mistura de água e parte do leite impróprio para consumo humano.
De Catuípe, a campeã na categoria Vaca Adulta foi o animal do box 102, Garzella 439 Marua Alongside, da Granja Garzella, de Gelson Garzella. A média obtida, após a exclusão da maior e da menor pesagem, foi de 70,59 quilos. Na categoria Vaca Jovem, a vencedora foi o animal do box 80, Ferraboli 553 Doorman, da Granja Ferraboli, de Anta Gorda (RS), pertencente a Paulo, Diego e Diogo Ferraboli. A média registrada foi de 56,08 quilos.
Durante a cerimônia, o presidente da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando), Marcos Tang, destacou o trabalho de criadores e tratadores na preparação dos animais e na busca por produtividade.
“Agradeço a todo mundo que veio e também às autoridades por reconhecerem esse trabalho de quem está no campo fazendo a sua atividade. É o Brasil que está certo, está aqui”, afirmou.
Como já é tradição no concurso, 1.020 litros de leite serão doados à Prefeitura de Esteio. Os produtos serão destinados a instituições do município. A Fenasul Expoleite segue até domingo (17), no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio.
Correio do Povo
Massa de ar frio mantém temperaturas abaixo da média no território gaúcho
O sol predomina nesta sexta-feira, 15, ainda que acompanhado de nuvens na maior parte do Rio Grande do Sul. No Oeste, há expectativa de períodos de céu claro.
Ao Norte dos Campos de Cima da Serra e no Litoral Norte, próximo à divisa com Santa Catarina, em municípios como São José dos Ausentes e Torres, a nebulosidade aumenta e não está descartada precipitação fraca.
O dia será ameno, mas com o amanhecer ainda gelado. Uma massa de ar frio de fraca intensidade chegou ao Sul gaúcho na quinta-feira e mantém as temperaturas abaixo da média. A mínima foi de -2,7ºC em Soledade, a décima marca negativa do ano e a sétima de maio no Rio Grande do Sul.
El Niño
A mais recente atualização mensal do Centro de Previsão Climática da NOAA, agência de clima dos Estados Unidos, divulgada na quinta-feira, reforçou o cenário de rápida transição para o El Niño, com probabilidade próxima de 100% no segundo semestre. O prognóstico confirma a previsão publicada anteriormente de que o fenômeno deve começar nas próximas semanas.
O gráfico da agência norte-americana mostra que a chance do evento sobe rapidamente no trimestre maio-junho-julho, quando ultrapassa 80%. A escalada segue no inverno e na primavera, superando 90% entre julho e setembro. Nos trimestres agosto-setembro-outubro, setembro-outubro-novembro e outubro-novembro-dezembro, o índice chega a quase 100%, sinalizando uma consolidação robusta.
A projeção da NOAA indica um segundo semestre sob forte influência do El Niño, com tempestades frequentes, volumes de chuva acima e muito acima da média, cheias de rios e elevado risco de enchentes nos estados do Sul do Brasil.
MetSul Meteorologia e Corrieo do Povo
O Dragão quer que a Águia alce voo do Oriente Médio, onde provocou este caos que está se refletindo na economia mundial
Por Jurandir Soares
A s figuras da águia e do dragão representam bem os países e os presidentes Donald Trump e Xi Jinping, que têm importante reunião nesta quinta e sexta-feira em Pequim. Eles representam dois impérios diametralmente opostos, mas que precisam convergir para o bem de suas respectivas populações e, muito em especial, de seus governos. Trump chega debilitado pela guerra no Irã, vespeiro ao qual foi arrastado pelo israelense Benjamin Netanyahu. Uma situação tão crítica que Trump vai pedir ajuda a Xi para reabrir o Estreito de Ormuz, uma passagem que era livre até a dupla EUA-Israel resolver atacar o Irã.
NEGÓCIOS
É possível que a China ofereça alguma ajuda em função da ascendência que tem sobre o regime dos aiatolás. Afinal, o que Pequim quer é manter livres os trajetos para sua comercialização com o mundo. Comprar alimentos, commodities e componentes e, ao mesmo tempo, vender tudo o que produz em termos tecnológicos é o negócio da China. Mas, para isto, precisa da livre circulação. Daí a possibilidade de uma ajuda para Trump nesse sentido. Porém, haverá uma cobrança para isto: que Trump pare com a guerra! E aí se esbarra no que são hoje as posições diametralmente opostas de Estados Unidos e Irã no que toca ao acordo para o fim da guerra. E a questão crucial para os EUA é o programa nuclear de Teerã. É nesse setor que a China poderá fazer alguma proposta que receba o aval de ambos os lados.>
TROCO
Em troca de uma possível mediação, Xi Jinping buscará uma reciprocidade de Trump. E isto diz respeito a Taiwan. A China não tem interesse em guerra; quer é comercializar com o mundo todo. Porém, tem a obsessão pela reincorporação a seu território de Taiwan, que considera uma província rebelde. E isto está a exigir substancial mudança de posição de Washington. Xi quer que os EUA parem de vender armas a Taiwan, a começar por uma encomenda de 11 bilhões de dólares feita pela ilha.
Na realidade, os norte-americanos vêm, gradativamente, mudando sua posição com relação a Taiwan. Tempos passados, era pacífico que os EUA sairiam em ajuda no caso de uma invasão chinesa. Nos últimos tempos, esta ação bélica passou a ser descartada, ficando a ajuda limitada ao fornecimento de armamentos. E agora há esta perspectiva de parar com a venda, que ganha respaldo na fala de Trump antes de partir de Washington, quando disse, num tom de resignação, “eles querem que nós paremos de fornecer armas a Taiwan”.
COMÉRCIO
Quanto a Taiwan, resta dizer que, ao ser engolida por Pequim, seguirá o mesmo rumo de Hong Kong, que era uma democracia, a qual deveria vigorar ainda por 50 anos após a incorporação, mas acabou logo em seguida, com o regime comunista impondo seu tacão. Um regime que é comunista na política, mas liberal na economia.
E é justamente este liberalismo econômico que interessa ao empresariado americano, tanto que a delegação é integrada por expoentes de multinacionais, como Tim Cook, da Apple, e Elon Musk, da Tesla. Ambos com muito boa relação com o governo chinês. E ambos têm atuado no sentido de convencer Trump a aliviar as taxas que são impostas aos produtos chineses. E até porque, na extensão dos negócios, há a perspectiva de uma venda de 500 aviões da Boeing para a China, além de produtos agrícolas, o que daria um impulso para a economia dos EUA, num período de eleições, de inflação alta e de baixa de prestígio de Trump.
TERRAS RARAS
Há que considerar ainda o interesse e a dependência dos EUA no que toca às chamadas Terras Raras. Aliás, justamente pela dependência da China, Trump está de olho nas reservas brasileiras desses minérios. Segundo o Wall Street Journal, outro tema delicado que estará em debate diz respeito à Inteligência Artificial. O objetivo será estabelecer medidas de segurança antes que se produza uma crise entre os dois países. Mas este, segundo o WSJ, é um tema mais delicado que os demais. E cita a falta de confiança entre as partes, o que é ressaltado por analistas da Trevium China. E, para finalizar, cabe ressaltar que o Dragão quer que a Águia alce voo do Oriente Médio, onde provocou este caos que está se refletindo na economia mundial.
Correio do Povo
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Investidores passaram a trabalhar com o aumento das chances de reeleição do presidente da República
O dólar encerrou a sessão desta quinta-feira, 14, em queda moderada e abaixo de R$ 5,00, devolvendo apenas parcialmente os prêmios de risco político embutidos na quarta-feira na taxa de câmbio diante da perspectiva de reconfiguração da corrida presidencial. Investidores passaram a trabalhar com o aumento das chances de reeleição do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, o que significaria a manutenção da atual política econômica, após a revelação da proximidade entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Master.
Operadores ressaltam que a alta de 2,31% do dólar frente ao real na quarta refletiu, em grande parte, um movimento mais agressivo de realização de lucros, uma vez que a moeda brasileira já acumulava ganhos de dois dígitos em 2026 e exibia desempenho superior ao de seus pares.
A leitura de que a eleição presidencial ficaria em segundo plano até pelo menos o início do segundo semestre embalava apostas de continuidade da apreciação do real, diante da melhora dos termos de troca com a alta do petróleo e das taxas de juros locais elevadas.
Afora uma alta pontual e limitada no início dos negócios, quando registrou máxima de R$ 5,0286, o dólar à vista trabalhou em queda no restante do dia.
Após mínima de R$ 4,9721, fechou em baixa de 0,45%, a R$ 4,9863. A divisa ainda acumula valorização de 1,89% na semana e de 0,68% em maio, depois do recuo de 4,36% em abril. No ano, as perdas são de 9,16%.
Termômetro do comportamento da moeda americana em relação a uma cesta de seis moedas fortes, o índice DXY subiu quase 0,40% e se aproximou dos 98,900 pontos. Sinais positivos do encontro entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping, contribuíram para o apetite ao risco lá fora. Segundo o republicano, Xi teria se manifestado favoravelmente à manutenção da navegação pelo Estreito de Ormuz, comprometida pela guerra no Oriente Médio.
Para o gerente de Tesouraria do Banco Daycoval, Otávio Oliveira, o mercado de câmbio passou nesta quinta por uma correção, após uma reação considerada exagerada na quarta ao novo "Flávio Day". Em sua avaliação, boa parte da apreciação recente do real neste ano se deve ao enfraquecimento da moeda americana em relação às divisas emergentes, uma vez que não houve melhora dos fundamentos domésticos, em especial no campo fiscal.
Mercado em correção
"O dólar vem caindo de forma constante por fatores externos. Depois de recuar para R$ 4,90, já apareceram previsões de taxa de câmbio a R$ 4,80 ou até R$ 4,50, com base em uma tese um tanto frágil. Bastou um dia de estresse um pouco maior para o mercado perceber que não há motivo para dólar abaixo de R$ 5,00", afirma Oliveira.
O "Flávio Day 2.0" em detalhes
Na quarta-feira, reportagem do site The Intercept Brasil revelou contato direto entre Flávio e Vorcaro. Em mensagens de texto e áudio, o pré-candidato do PL pede recursos ao ex-banqueiro para a produção de um filme biográfico sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Flávio negou à reportagem qualquer ligação com Vorcaro, mas depois admitiu que solicitou os recursos, argumentando que não se tratava de uma relação privada nem envolvia oferta de favores políticos ao ex-banqueiro.
A deterioração dos ativos locais na quarta já foi apelidada por investidores de "novo Flávio Day" ou "Flávio Day 2.0". O primeiro "Flávio Day" ocorreu em 5 de dezembro do ano passado, quando o senador anunciou sua intenção de concorrer ao Palácio do Planalto, atendendo a uma ordem de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. À época, a avaliação de que Flávio não teria condições de vencer Lula levou a um tombo dos ativos domésticos, com o dólar à vista subindo mais de 2% em relação ao real.
Impactos na corrida eleitoral
"Ontem começou a eleição para os mercados. Mesmo antes de estourar a bomba do Intercept, já tínhamos o governo correndo para cortar impostos e atenuar a alta dos combustíveis", afirma, em nota, o economista-chefe da Neo Investimentos, Luciano Sobral, ressaltando que o noticiário revela a inclinação do governo para medidas eleitoreiras.
Operadores atribuíram parte do tombo do real na quarta ao anúncio do governo Lula de subvenção aos preços da gasolina e do diesel. A avaliação é de que o presidente não vai se furtar a lançar mão de medidas para evitar que a arrancada dos preços do petróleo, na esteira da guerra no Oriente Médio, provoque estragos maiores na economia doméstica e, por tabela, comprometa suas chances eleitorais.
Para Sobral, apesar da revelação da quarta, é "muito cedo para dizer" que a candidatura de Flávio Bolsonaro "está enterrada", embora avalie o candidato como "ruim" e "cheio de telhados de vidro". Ele pondera que as alternativas de direita carecem de intenção de voto e de recursos. "Para os mercados, que querem ver qualquer coisa que não Lula IV, a notícia pode ser positiva no médio prazo, se implicar na ascensão de outro candidato de direita com rejeição mais baixa", afirma o economista.
Estadão Conteúdo e Correio do Povo
Suspensões obrigam treinador a recorrer a Juninho e antecipam retorno de Mercado ao time titular no Beira-Rio
O elenco do Inter se reapresentou na manhã desta quinta-feira, no CT Parque Gigante, e iniciou a preparação para o confronto diante do Vasco da Gama, marcado para sábado, às 18h30min, no Beira-Rio, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro. A principal preocupação do técnico Paulo Pezzolano está na montagem do sistema defensivo, desfalcado por suspensões.
Victor Gabriel e Félix Torres receberam o terceiro cartão amarelo no empate por 2 a 2 como Botafogo, na rodada passada, e estão fora da partida. Sem muitas alternativas à disposição, o treinador deve apostar em uma dupla formada por Juninho e Gabriel Mercado. O primeiro soma apenas quatro minutos em campo nesta edição do Brasileirão, enquanto o argentino retorna após cerca de um mês afastado por lesão muscular.
Para minimizar os impactos das mudanças, Pezzolano pretende reforçar o setor defensivo com a presença de Matheus Bahia pelo lado esquerdo. A estratégia permitirá maior liberdade ofensiva para Bernabei atuar mais avançado e próximo dos atacantes, repetindo uma configuração utilizada recentemente pelo Colorado.
A atividade desta quinta-feira começou na academia, com trabalhos físicos. Na sequência, já no gramado, o elenco foi dividido em grupos. Enquanto parte dos jogadores realizou corridas ao redor do campo, os demais participaram de exercícios com bola.
A preparação para enfrentar os cariocas será encerrada na manhã desta sexta-feira, quando Pezzolano comandará os últimos ajustes e encaminhará a equipe titular que tentará manter o Inter distante da zona de rebaixamento do Brasileirão.
Correio do Povo
Supermercado conta com área de 1600m², com mais de 100 vagas de estacionamento e 130 funcionários
A Rede UnidaSul inaugurou na noite desta quarta-feira, a primeira unidade de supermercados Rissul na Zona Sul de Porto Alegre. Localizado no Bairro Cavalhada, o novo empreendimento integra o espaço Otto 2500 Mall, assim como uma rede de academia, farmácia e loja de cosméticos, entre outros comércios.
O empreendimento conta com uma área útil de 1600 m², com sete caixas pessoais, seis pontos de auto-atendimento, mais de 100 vagas de estacionamento e representa um positivo impacto socioeconômico para a região com a criação de 130 postos de trabalho para a operação diária.
De acordo com o diretor de varejo do rede UnidaSul, Robert Marks, o projeto abrir uma nova unidade da rede na região passou por uma análise que indicou a alta demanda como uma boa oportunidade de investimento. “Nossa hortifruti é entregue todos os dias, assim como as carnes. E a nossa padaria que vai fabricar diariamente 100 itens, além da nossa central, com capacidade para 250 produtos”, destacando a qualidade do serviço da unidade além do caráter funcional da loja, com amplos corredores e estrutura moderna.
Durante o ato solene de inauguração, o Conselheiro da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), e ex-presidente da entidade, Antônio Cesa Longo, estimou sucesso para o novo empreendimento enfatizando a origem familiar do rede. “Com certeza, Porto Alegre merece essa oportunidade de ter uma empresa que tem raiz tem respeito tem preocupação com a segurança alimentar”, afirmou o representante da associação.
Representando a prefeitura de Porto Alegre, o secretário municipal adjunto de inclusão e desenvolvimento humano, Daniel Morethson, parabenizou o rede pela iniciativa, que promove desenvolvimento para a região sul da Capital. “A partir de amanhã, esse empreendimento vai ertar gerando o que Porto Alegre mais procura, que são oportunidades. Ver essa rede se espalhar pelo nosso território, gerando emprego e trazendo desenvolvimento econômico, mostra que é cada vez mais preciso estar do lado de quem investe na vida das pessoas”, defendeu o secretário.
Para encerrar o cerimonial, o presidente da Rede UnidaSul, Augusto de Cesaro, propôs um brinde lembrando que a loja é a primeira do rede inaugurada após a celebração de 20 anos de história. “Essa loja representa a nossa trajetória de crescimento de proximidade com a Aapital. Mais que abrir as portas de uma unidade, estamos fortalecendo o compromisso oferecer qualidade, conveniência e uma experiência de compra diferenciada”, reforçou o presidente da rede.
A primeira unidade Rissul será aberta ao público geral nesta quinta-feira a partir das 8h. O supermercado fica localizado junto ao Otto 250 Mall, desenvolvido e administrado pela Dallasanta, maior gestora de ativos imobiliários da região Sul. Dentro do centro comercial também podem ser conferidos outros 14 espaços comerciais de diversos segmentos.
Correio do Povo