Grêmio goleia o Confiança e garante vaga nas oitavas de final da Copa do Brasil

 Braithwaite, duas vezes, e Willian confirmaram a vitória por 3 a 0, em Sergipe


Goleada e vaga garantida nas oitavas de final da Copa do Brasil. Na noite desta quinta-feira, na Arena Batistão, em Sergipe, o Grêmio venceu o Confiança por 3 a 0, no duelo de volta pela quinta fase do torneio nacional. Braithwaite, duas vezes, e Willian marcaram os gols.


No domingo, às 16h, o adversário é o Bahia, em Salvador, pela 16ª rodada do Brasileirão, a única competição ainda sem vitória fora de casa do time de Luís Castro.


Jogo tranquilo em Sergipe

Pensando em garantir a vaga sem sustos, o treinador optou por uma equipe quase toda titular, com exceção de Pedro Gabriel e Carlos Vinícius. A estratégia logo deu resultado. Na primeira chegada ofensiva, aos 10, Mec obrigou grande defesa de Rafael Pascoal. Na sobra, Amuzu foi derrubado dentro da área, e o árbitro Paulo Torezin não hesitou em marcar a pênalti. Braithwaite cobrou no meio do gol e abriu o placar: 1 a 0.


O gol no início deu ainda mais tranquilidade ao Tricolor, que passou a administrar o jogo sem chegar muito no ataque. Do outro lado, o Confiança não mostrou poder de reação e se mostrou um adversário abatido em campo.


Superior tecnicamente, os gaúchos, quando resolviam chegar à frente, levavam algum perigo ao gol de Rafael Pascoal. Em dois lances seguidos, Enamorado e Gabriel Mec tiveram a chance de aumentar o placar. Primeiro, o colombiano recebeu em velocidade pela direita e chutou para a defesa do goleiro. Depois, após jogada de Caio Paulista, o jovem meia chutou de primeira, mas a bola foi por cima da meta.


A primeira finalização dos donos da casa aconteceu apenas com 31 minutos. De fora da área, Iago experimentou, levando pouco perigo. Dez minutos mais tarde, o zagueiro Lucas Cunha fez Weverton trabalhar pela primeira vez na partida. Nos acréscimos, Amuzu perdeu ótima chance dentro da grande área, após tabelar com Caio Paulista.


Goleada e vaga confirmada

O Confiança até voltou um pouco mais animado para a etapa final. Com apenas um minuto, Valdir Júnior soltou a bomba, e a bola passou sobre a meta de Weverton. Mas logo o Tricolor apertou no frente e marcou mais dois gols para construir a goleada e confirmar a classificação às oitavas.


Aos 12, Willian cruzou da direita e Braithwaite cabeceou no contrapé do goleiro para marcar: 2 a 0. Dez minutos mais tarde, o Grêmio teve mais uma penalidade ao seu favor, após a bola bater no braço de Eduardo Moura na área. Na cobrança, Willian colocou no ângulo direito de Rafael Pascoal, que pulou para o canto oposto: 3 a 0.


Mesmo com a vantagem e a classificação assegurada, Kannemann, que entrou no intervalo, cometeu duas faltas fortes, recebeu dois cartões amarelos e foi expulso no fim.

Copa do Brasil 2006 – Duelo de volta – 5ª fase

Confiança-SE (0)

Rafael Pascoal; Valdir Júnior, Lucas Cunha, Eduardo Moura e Kalvyn; Renilson, Gustavo Nicola (Guilherme Nunes) Gabriel Zeca (Danielzinho) e Patrick (Fabrício Oya); Iago (Maikon Aquino) e João Pedro. Técnico interino: Ricardo Resende.


Grêmio (3)

Weverton; Pavon, Gustavo Martins (Balbuena/Kannemann), Viery e Caio Paulista; Noriega, Tiaguinho e Gabriel Mec (Willian); Enamorado (Tetê), Amuzu (Marcos Rocha) e Braithwaite. Técnico: Luís Castro.


Gols: Braithwaite, duas vezes, e Willian (G)

Cartão vermelho: Kannemann (G)

Árbitro: Lucas Paulo Torezin (PR)

Assistentes: Eduardo Gonçalves da Cruz (MS) e Andrey Luiz de Freitas (PR)

VAR: Caio Max Augusto Vieira (GO)

Data e hora: 14 de maio, quinta-feira, às 19h

Local: Arena Batistão, em Aracaju (SE)


Correio do Povo

LUCRO BANRISUL

 O Banrisul alcançou lucro líquido de R$ 221,6 milhões no primeiro trimestre de 2026. Os destaques positivos do período foram, especialmente, o incremento da margem financeira, em especial nas receitas de operações de crédito que totalizaram R$ 2,85 bilhões, representando crescimento de 12,6% frente ao primeiro trimestre de 2025, trajetória influenciada, com destaque, pelo aumento nas rendas do crédito comercial Pessoa Física (PF) e Pessoa Jurídica (PJ).


 


A carteira de recursos captados e administrados, composta por depósitos, recursos em letras e fundos de investimento, registrou saldo de R$ 132,7 bilhões ao final de março de 2026, apresentando crescimento de 12,2% em 12 meses. No período, o destaque fica para o crescimento de 14,3% no total de depósitos e de 22,1% no de recursos em letras. Os recursos administrados evoluíram 8,7% em 12 meses, alinhado à estratégia de criação da marca Banrisul Asset em 2025.


 


De acordo com o presidente do Banrisul, Fernando Lemos, "seguimos com a estratégia de ampliação da atuação comercial junto ao segmento empresarial iniciada em 2025, e neste período desenvolvemos um novo modelo de prospecção de potenciais clientes, com o objetivo de ampliar a participação do Banrisul no fluxo financeiro e na estrutura de capital de giro das empresas", ressalta.



Pontocritico.com

Eduardo e Carlos Bolsonaro atacam Zema para defender Flávio de críticas sobre áudio com Vorcaro

 Zema chamou de “imperdoável” o pedido de recursos para o banqueiro



Após o pré-candidato à presidência Romeu Zema (Novo) publicar um vídeo criticando Flávio Bolsonaro (PL) pelo áudio em que o senador cobra de Daniel Vorcaro recursos para financiar o filme sobre seu pai, Carlos e Eduardo Bolsonaro saíram em defesa do irmão. Os filhos de Jair Bolsonaro (PL) usaram as redes sociais nesta quinta-feira, 14, para atacar Zema.


Em seu perfil no X (antigo Twitter), o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) republicou o vídeo de Romeu Zema falando que o vazamento dos áudios de Flávio foi um "tapa na cara do brasileiro de bem". Eduardo escreveu na sua publicação que Zema fez uma "acusação sem fundamentos" e o ironizou ao chamá-lo de "potencial vice".


"Não houve desvio de dinheiro, Lei Rouanet ou recursos públicos. Não seja tão baixo, tão vil", diz Eduardo.


O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) também saiu em defesa do irmão. Em seu perfil no X ele chama Zema de "engolidor de casca de banana" em referência a um vídeo em que Zema apareceu comendo banana com casca para criticar a alta dos preços dos alimentos.


"Não me venha dizer que é ataque. É apenas constatação frente mais uma bizarra apresentação. Da próxima vez acende morteiro sabe onde, fechador de loja alheia e abridor de portas particulares", escreveu Carlos.


Flávio Bolsonaro se defende e Zema reitera críticas

Em nota nesta quarta, após os áudios serem vazados pelo site Intercept Brasil, Flávio confirmou que cobrou dinheiro de Daniel Vorcaro, mas afirmou tratar-se de "patrocínio" para o filme sobre Jair Bolsonaro (PL) e defendeu a CPI do Master.


No vídeo, Zema chamou de "imperdoável" o pedido de recursos para Vorcaro, preso por fraudes financeiras na gestão do Banco Master.


"Flávio Bolsonaro, ouvir você cobrando dinheiro do Vorcaro é imperdoável. É um tapa na cara dos brasileiros de bem. Não adianta nada criticar as práticas de Lula e do PT e fazer a mesma coisa. É preciso ter credibilidade para mudar o Brasil", disse Zema nas redes sociais.


As declarações do mineiro ocorrem após as mensagens por escrito e o áudio de Flávio pedindo dinheiro ao banqueiro serem repercutidas na mídia nacional.

"Fico sem graça de ficar te cobrando, mas é que está em um momento muito decisivo do filme e como tem muita parcela para trás, está todo mundo tenso, preocupado", diz Flávio no áudio divulgado.


Segundo aliados de Zema, as revelações sobre a ligação de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro enterraram de vez a possibilidade de o ex-governador mineiro compor como vice do senador.


Os diretórios do Partido Novo no Paraná e em Santa Catarina criticaram o posicionamento de Zema. Para a direção paranaense, "a divulgação do vídeo pela equipe de comunicação de Zema foi precipitada e gerou ruídos desnecessários em alianças já estabelecidas".


"Posicionamentos públicos dessa natureza devem observar alinhamento prévio com a convenção nacional do partido - o que não ocorreu neste caso", diz o diretório. No Paraná "permanece sólida, fundamentada em diálogo, convergência de princípios e compromisso com resultados concretos para os paranaenses".


Em linha semelhante, o Novo de Santa Catarina também afirmou que a aliança entre as siglas, representadas pelo governador Jorginho Mello e o prefeito Adriano Silva permanece "sólida" e criticou Zema.


"Quanto a posicionamento, a divulgação do vídeo pela equipe de comunicação do nosso pré-candidato à Presidência Romeu Zema, não houve alinhamento prévio com o partido e consideramos que o vídeo foi divulgado de maneira precipitada e desnecessária pela equipe de comunicação de campanha".

O Estadão confirmou com fontes que têm acesso à investigação que os diálogos de Flávio Bolsonaro com Vorcaro divulgados pelo site são autênticos. Eles fazem parte da extração do conteúdo do primeiro telefone celular do banqueiro, apreendido pela Polícia Federal na primeira fase da Operação Compliance Zero.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Mário Frias dá nova versão sobre dinheiro de Vorcaro depois de contradizer Flávio

 Deputado federal alega que relação foi com a empresa Entre, não diretamente com banqueiro


Produtor-executivo do filme "Dark Horse", que conta a história de vida do ex-presidente Jair Bolsonaro, o deputado federal Mário Frias (PL-SP) afirmou nesta quinta-feira, 14, "não haver contradição" entre as versões divulgadas por ele, pela produtora do longa e pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no dia anterior.


Após o site Intercept Brasil revelar que Flávio pediu US$ 24 milhões a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master que foi preso em meio a um escândalo de corrupção, para o financiamento do filme, o próprio senador emitiu uma nota confirmando a negociação, mas se eximindo de ilegalidades.


Momentos depois, a produtora do filme no Brasil, a GO UP Entertainment, de Karina Ferreira da Gama, e Frias publicaram suas respectivas notas negando ter havido "qualquer centavo" de Vorcaro no financiamento do projeto.


"Quando afirmei anteriormente que não há ‘um centavo do Master’ no filme, referia-me ao fato de que Daniel Vorcaro não é e nunca foi signatário de relacionamento jurídico, assim como o Banco Master nunca figurou como empresa investidora. O nosso relacionamento jurídico foi firmado com a Entre, pessoa jurídica distinta", afirmou Frias por meio de nova nota nesta quinta.


"Reitero que o senador Flávio Bolsonaro e o deputado Eduardo Bolsonaro não têm sociedade no filme nem na produtora ou com qualquer outra estrutura ligada ao filme, tendo apenas autorizado o uso de direitos de imagem da família. Também reafirmo que todo o dinheiro captado foi utilizado exclusivamente na produção do filme Dark Horse, projeto realizado com capital privado e sem qualquer recurso público", completou.


A conexão Entre e Vorcaro

A Entre, porém, é suspeita de atuar em parceria com empresas de Vorcaro. Como já mostrou o Estadão, a Polícia Federal avalia que Vorcaro era uma espécie de "dono oculto" da Entrepay, liquidada pelo Banco Central em março. O diretor da instituição, Antônio Carlos Freixo Júnior - que teve a indisponibilidade dos bens decretada - é visto nos bastidores como um operador que usava a infraestrutura do conglomerado em benefício de Vorcaro.


As versões iniciais dos produtores do filme tinham entrado em conflito com a confirmação de Flávio, uma vez que parte do dinheiro pedido a Vorcaro, ao menos US$ 2 milhões, foi transferida pela Entre Investimentos e Participações para o fundo Havengate Development Fund LP, sediado no Texas.


O fundo tem como agente legal o escritório "Law Offices of Paulo Calixto PLLC", de Paulo Calixto, advogado do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro.


O Grupo Entre, controlador da Entre Investimentos e Participações, disse ao Intercept que "não existe vínculo societário, de controle ou de governança da empresa com Daniel Vorcaro".


Os produtores do filme se fiaram na ligação indireta entre a Entre e Vorcaro para tentar se afastar do escândalo. Nos diálogos entre Vorcaro e Fabiano Zettel divulgados pelo Intercept, Vorcaro diz sugere fazer o pagamento "via entre", em possível referência à Entre Investimentos e Participações, quando o cunhado escreve que o "câmbio do Master está criando caso", ou seja, dificultando os pagamentos solicitados.


Além disso, o Master pagou R$ 2,329 milhões à Entre Investimentos, segundo declarações de Imposto de Renda do banco, segundo informações do jornal O Globo.


Compare as três versões divulgadas pelos envolvidos na crise na quarta-feira.


Veja a íntegra da nota do senador Flávio Bolsonaro

Mais do que nunca é fundamental a instalação da CPI do Banco Master. É preciso separar os inocentes, dos bandidos. No nosso caso, o que aconteceu foi um filho, procurando patrocínio PRIVADO para um filme PRIVADO sobre a história do próprio pai. Zero de dinheiro público. Zero de lei Rouanet. Conheci Daniel Vorcaro em dezembro de 2024, quando o governo Bolsonaro já havia acabado, e quando não existiam acusações nem suspeitas públicas sobre o banqueiro. O contato é retomado quando há atraso no pagamento das parcelas de patrocínio necessárias para a conclusão do filme. Não ofereci vantagens em troca. Não promovi encontros privados fora da agenda. Não intermediei negócios com o governo. Não recebi dinheiro ou qualquer vantagem. Isso é muito diferente das relações espúrias do governo Lula e seus representantes com Vorcaro. Por isso, reitero, CPI do MASTER JÁ.


Veja a primeira nota do deputado Mário Frias

Na condição de produtor executivo do longa-metragem Dark Horse, sobre a trajetória do presidente Jair Bolsonaro, esclareço:


1. O senador Flávio Bolsonaro não tem qualquer sociedade no filme ou na produtora. Seu papel limitou-se à cessão dos direitos de imagem da família e, naturalmente, ao peso que seu sobrenome agrega na hora de atrair investidores interessados em financiar um projeto desse porte - o que é legítimo, esperado e não configura, em si, nada além do óbvio.


2. Como já esclareceu a produtora GOUP Entertainment, não há um único centavo do sr. Daniel Vorcaro em Dark Horse. E, ainda que houvesse, não haveria problema algum: trata-se de relação estritamente privada, entre adultos capazes, sem um único real de dinheiro público envolvido. E, na época, não havia qualquer suspeita a ele e seu banco.


3. Dark Horse é uma superprodução em padrão hollywoodiano, com 100% de capital privado, ator de primeira linha, além de diretor e roteirista de renome internacional - com qualidade inédita para retratar o maior líder político brasileiro do século XXI. O projeto é real, será lançado nos próximos meses e, para quem investiu, será um negócio bem-sucedido.


4. Desde o anúncio do projeto, Dark Horse vem sendo alvo reiterado de ataques direcionados não apenas à produção do filme mas também à sua própria viabilidade e futura exibição. Há uma tentativa permanente de descredibilizar a obra perante a opinião pública, investidores e parceiros do setor audiovisual, muitas vezes por motivações claramente políticas e ideológicas. Ainda assim, o projeto segue firme, estruturado e respaldado por profissionais experientes da indústria cinematográfica internacional.


5. Por fim, um lembrete pessoal: geri bilhões da Lei Rouanet à frente da Secretaria Especial da Cultura e saí do governo com as mãos limpas. Quem não se enriqueceu com bilhões certamente não iria se sujar pelos R$ 2 milhões que a imprensa agora tenta atribuir.


Veja a segunda nota do deputado Mário Frias

Na condição de produtor executivo do longa-metragem Dark Horse, esclareço que não há contradição material entre os posicionamentos públicos sobre o financiamento do projeto, mas uma diferença de interpretação sobre a origem formal do investimento.


Quando afirmei anteriormente que não há "um centavo do Master" no filme, referia-me ao fato de que Daniel Vorcaro não é e nunca foi signatário de relacionamento jurídico, assim como o Banco Master nunca figurou como empresa investidora. O nosso relacionamento jurídico foi firmado com a Entre, pessoa jurídica distinta.


Reitero que o senador Flávio Bolsonaro e o Deputado Eduardo Bolsonaro não têm sociedade no filme nem na produtora ou com qualquer outra estrutura ligada ao filme, tendo apenas autorizado o uso de direitos de imagem da família. Também reafirmo que todo o dinheiro captado foi utilizado exclusivamente na produção do filme Dark Horse, projeto realizado com capital privado e sem qualquer recurso público.


Veja a íntegra da nota da produtora do filme

A GOUP Entertainment esclarece, preliminarmente, que a legislação norte-americana aplicável a operações privadas de captação no setor audiovisual veda a divulgação da identidade de investidores cujos aportes encontrem-se resguardados por acordos de confidencialidade (Non-Disclosure Agreements). Trata-se de prerrogativa contratual e regulatória legítima, assegurada aos financiadores de projetos estruturados sob o regime de investimento privado, e que esta produtora é obrigada a observar.


Sem prejuízo das restrições acima e com o propósito de afastar especulações infundadas, a GOUP Entertainment afirma categoricamente que, dentre os mais de uma dezena de investidores que compõem o quadro de financiadores do longa-metragem Dark Horse, não consta um único centavo proveniente do sr. Daniel Vorcaro, do Banco Master ou de qualquer outra empresa sob o seu controle societário.


A produtora reafirma que o projeto cinematográfico Dark Horse foi estruturado dentro de modelo privado de desenvolvimento audiovisual, por meio de articulações, parcerias e mecanismos legítimos do mercado de entretenimento nacional e internacional, sem utilização de recursos públicos.


Cumpre destacar, ademais, que conversas, apresentações de projeto ou tratativas eventualmente mantidas com potenciais apoiadores e empresários não configuram, por si só, efetivação de investimento, participação societária ou transferência de recursos - sendo improcedente qualquer ilação em sentido contrário.


A GOUP Entertainment repudia, portanto, tentativas de associação indevida entre a produção cinematográfica e fatos externos desprovidos de comprovação documental, financeira ou contratual.

A produtora permanece à disposição das autoridades competentes e da imprensa para os esclarecimentos cabíveis, reafirmando seu compromisso com a transparência, a legalidade e a integridade de suas operações.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Escalada de desdobramentos ameaça futuro de pré-candidatura de Flávio Bolsonaro

 Dia seguinte à revelação do Intercept Brasil foi marcado por ampliação da crise e do desgaste político

Taline Oppitz


O futuro da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à presidência da República é, atualmente, uma incógnita. Considerando a escalada de novas informações que estão vindo à tona, perguntas que seguem sem resposta e explicações pouco convincentes, não pode ser descartada a chance da necessidade de uma retirada forçada de campo. Os próximos desdobramentos serão decisivos e envolvem elementos como a movimentação de aliados, do sistema financeiro e empresários, outras revelações que devem surgir e o avanço das investigações da Polícia Federal no âmbito da Operação Compliance Zero.


Nesta quinta-feira, Henrique, pai de Vorcaro, foi preso, o que deve pressionar ainda mais o ex-banqueiro a avançar em relação às informações inicialmente prestadas, e consideradas insuficientes ou já conhecidas, na tentativa de emplacar uma delação premiada. Um dos destaques dos desdobramentos desta quinta-feira, dia seguinte à reportagem do Intercept Brasil sobre as mensagens entre Flávio e Vorcaro, envolvendo recursos para o filme sobre Jair Bolsonaro (PL), foram as manifestações de envolvidos na produção, de que nenhum centavo do dinheiro de Vorcaro foi recebido. Segundo o Intercept, foram repassados R$ 61 milhões dos R$ 134 que teriam sido prometidos. O destino do montante, se de fato não foi o filme, certamente, será um dos focos das investigações da PF. Como diz a expressão que se tornou clichê: follow the money.


Para Lula e o PT, a entrega foi melhor do que a encomenda. O escândalo do Master, que aos poucos está tendo suas peças reveladas, também atinge lideranças petistas e do governo, mas pelo menos até aqui, com proporções distintas do estouro gerado no caso de Flávio e da proximidade dele com Vorcaro, explicitada nas mensagens que vieram a publico. Apesar do esboço de ração mínima nas últimas pesquisas, ainda dentro das margens de erro, Lula vem amargando queda na popularidade e assistia Flávio se tornar uma ameaça cada vez mais concreta à tentativa de reeleição.

Correio do Povo

Encontro debate desafios e vantagens da nova NR-1

 Evento reuniu empresários e especialistas jurídicos para discutir implementação da norma



Empresários de todo o Brasil têm até o dia 26 de maio para se adequar à nova atualização da Norma Regulamentadora nº1 (NR-1), estabelecida pelo Ministério do Trabalho e Emprego, que passa a exigir das empregadoras a gestão de riscos psicossociais, como estresse, burnout e assédio, da mesma forma que já previa para riscos físicos. Para auxiliar empreendedores a se adequarem à norma dentro do prazo, a Casa Conecta sediou um encontro “O preço da negligência: o que sua empresa perde sem a NR-1” na noite desta quinta-feira, em Porto Alegre.


A advogada empresarial, especialista na implementação da norma, Karen Karam, defende que a exigência é benéfica para o setor. “No momento que o gerenciamento de riscos for implementado, vai diminuir números de afastamentos, de ações trabalhistas e, consequentemente, trabalhadores mais engajados porque estarão em um ambiente mais saudável”, explicou a especialista, além de destacar que os registros exigidos resguardam a empresa de ações trabalhistas improcedentes.


O especialista em direito e estratégia de negócios, Christian Stroeher, defende que a atualização qualifica a equipe de funcionários da empresa ao exigir a identificação de riscos, a elaboração de um plano de gerenciamento e o monitoramento dos resultados dessas ações periodicamente. “É também a nossa função, como empresários, capacitar os nossos funcionários, entender as suas capacidades e posicionar cada um na função mais adequada”, argumenta o especialista para o público formado por empreendedores.


Os especialistas orientam que as empresas adotem canais de denúncias, preferencialmente externos, para que os colaboradores tenham a segurança de reportar situações relacionadas a função, que possam prejudicar a saúde mental. O objetivo da ferramenta é preservar a segurança do denunciante, além de possibilitar a gestão de situações de risco, criando um ambiente de trabalho colaborativo.


Entre os aspectos que podem gerar riscos psicossociais se destacam o excesso de jornada, os feedbacks mal-executados, sobrecarga, assédio. “A NR-1 traz a obrigatoriedade de treinamentos, e eu indico ter treinamentos a respeito de questões básicas para empresa, como treinamentos para lideranças, ações educativas sobre assédio com colaboradores, treinamentos de feedback, porque são esses os gargalos em que acontecem a maior parte dos problemas”, saliente a advogada.


Com a obrigação dos levantamentos e registros, a expectativa é que o trabalhador se sinta mais resguardado pela empresa, além de agilizar casos judicializados, já que todas as provas envolvendo eventuais ações trabalhistas sejam documentadas pelo protocolo habitual da empresa.

Correio do Povo

Anvisa confirma que Unilever fez duas denúncias contra a Química Amparo, dona da Ypê

 Segundo a Anvisa, não houve pedido de anonimato por parte da denunciante



A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) confirmou que a Unilever fez duas denúncias contra a Química Amparo, fabricante dos produtos Ypê, por meio do canal de sua ouvidoria.


Segundo a Anvisa, não houve pedido de anonimato por parte da denunciante, e foi feita uma avaliação técnica do órgão, que leva em consideração possíveis provas materiais, seguida de demais ações de vigilância.

A agência informou, ainda, que além da representação, havia fiscalização previamente estabelecida para abril de 2026 pelo Centro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo e pelo serviço municipal de vigilância de Amparo (SP), realizada em parceria com a Anvisa na última semana do mês.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

FRASE DO DIA

   O declínio da liberdade de um país é o declínio de sua prosperidade.  

- Ayn Rand

Líbano e Israel negociam nos EUA antes de fim do cessar-fogo

 Intermediários dos dois países têm conversas positivas em Washington



Líbano e Israel tiveram discussões "positivas" em Washington nesta quinta-feira, dias antes do fim da trégua, segundo um funcionário do Departamento de Estado americano. Enquanto isso, em Pequim, o presidente Donald Trump tenta convencer Xi Jinping a pressionar o Irã, dois meses após o início da guerra no Oriente Médio.


Antes do fim da trégua no Líbano, no domingo, representantes israelenses e libaneses voltarão a retomar na sexta-feira suas conversas no Departamento de Estado. "Tivemos um dia inteiro de conversas produtivas e positivas que se estenderam das 09h00 às 17h00. Esperamos continuar amanhã e confiamos em poder dizer mais nesse momento", indicou a alta autoridade nesta quinta-feira.


Israel causou a morte de mais de 400 pessoas desde o início da trégua, segundo uma contagem da AFP com base em números do Ministério da Saúde libanês. O Exército israelense informou nesta quinta-feira sobre ataques contra o Hezbollah no sul do Líbano, após advertir os moradores de várias cidades e vilarejos para evacuarem suas casas. O conflito causou a morte de milhares de pessoas, principalmente no Irã e no Líbano, onde as autoridades contabilizam mais de 2.800 mortos, entre eles ao menos 200 crianças.

Representantes libaneses e israelenses haviam se reunido pela última vez em 23 de abril na Casa Branca, onde o presidente americano anunciou uma prorrogação de três semanas do cessar-fogo e expressou otimismo sobre a possibilidade de alcançar um acordo histórico entre Beirute e Tel Aviv. Trump previu então que, durante o período de prorrogação de três semanas do cessar-fogo, receberia em Washington o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o presidente libanês, Joseph Aoun, para celebrar uma primeira cúpula entre ambas as nações, que não mantêm relações diplomáticas. A cúpula não chegou a acontecer. O mandatário declarou que, antes de realizar um encontro dessa magnitude, era necessário um acordo de segurança e o fim dos ataques israelenses.


Com firmeza

Diferentemente da sessão anterior, desta vez nem o secretário de Estado Marco Rubio nem Trump estiveram presentes. Ambos estão em visita oficial à China. Recebido com grande pompa pelo presidente Xi Jinping, o republicano tenta convencer a China a ajudar a resolver a crise com o Irã, embora Pequim seja um de seus principais parceiros, junto com a Rússia. "Ele disse que não forneceria material militar... Disse isso com firmeza", declarou o presidente americano, segundo um trecho de uma entrevista à Fox News após seu encontro com o dirigente chinês.


Trump também afirmou que Xi desejava a reabertura do Estreito de Ormuz. "Ele disse: "se eu puder ajudar de alguma forma, terei prazer em ajudar"", garantiu o americano, mas suas palavras não foram confirmadas por nenhuma fonte oficial chinesa. Segundo a Casa Branca, Pequim e Washington concordaram durante a cúpula "que o Estreito de Ormuz deve permanecer aberto para garantir a livre circulação de produtos energéticos".


Segundo Teerã, desde quarta-feira a Marinha iraniana autorizou a passagem de navios chineses pelo Estreito de Ormuz. Essa passagem, iniciada "na noite passada", foi possível graças às "estreitas relações entre os dois países e sua parceria estratégica", destacou em comunicado a Guarda Revolucionária, o Exército ideológico de Teerã.


Concessão gratuita

Em suas negociações indiretas com Washington, o Irã exige que qualquer trégua inclua também o Líbano, ou seja, que Israel deixe de atacar o Hezbollah. Washington pede às autoridades libanesas que desarmem o poderoso movimento xiita pró-Irã.


Segundo o Departamento de Estado, "as conversas em Washington têm como objetivo romper de maneira decisiva com a abordagem fracassada das últimas duas décadas, que permitiu aos grupos terroristas se entrincheirarem e enriquecerem, minarem a autoridade do Estado libanês e colocarem em perigo a fronteira norte de Israel".


O Hezbollah, por sua vez, reiterou nesta quinta-feira sua rejeição a essas negociações, e um de seus deputados, Ali Ammar, denunciou uma "concessão gratuita" a Israel.

AFP e Correio do Povo

Mega-Sena acumula novamente e prêmio principal vai para R$ 65 milhões

 Próximo sorteio acontece no sábado


Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 3.008 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira. O prêmio acumulou e está estimado em R$ 65 milhões para o próximo sorteio.


Os números sorteados são: 11 - 12 - 14 - 20 - 42 - 44


50 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 43.872,17 cada


3.762 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 961,14 cada


Apostas


Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de sábado, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.


Agência Brasil e Correio do Povo