Moraes é sorteado relator de duas ações que questionam a validade da Lei da Dosimetria no STF

 Norma promulgada por Alcolumbre prevê redução de penas para crimes contra o Estado Democrático de Direito



O ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF) foi sorteado relator de duas ações que questionam a validade da Lei da Dosimetria, promulgada nesta sexta-feira, 8, pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). A norma prevê a redução das penas dos condenados por crimes contra o Estado Democrático de Direito e beneficia diretamente o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e os réus do 8 de janeiro.


Os processos que questionam a chamada lei da dosimetria chegaram ao gabinete de Moraes por dois caminhos diferentes no sistema do Supremo. A primeira ação, apresentada pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI) foi distribuída por sorteio comum, mecanismo de livre distribuição utilizado pela Corte para definir o relator dos processos.


Trâmite das ações no STF

Já a segunda ação, protocolada pela Federação Psol-Rede pouco depois e sobre o mesmo tema, foi encaminhada a Moraes por prevenção. Nesse caso, o sistema direciona automaticamente o novo processo ao ministro que já relata uma ação semelhante, para concentrar a análise de casos com o mesmo objeto.


As ações questionam a Lei da Dosimetria, que alterou dispositivos da Lei de Execução Penal e do Código Penal para inserir novas regras de progressão de regime e remição da pena a condenados por crimes contra o Estado Democrático de Direito, além de criar causa especial de diminuição de pena para delitos praticados em contexto de multidão.


Benefícios da nova lei

Entre outros pontos, as duas ações sustentam que a nova lei cria tratamento executório mais favorável para crimes voltados à ruptura institucional no Brasil. Na prática, a lei valida que condenados por atentados à democracia passariam a receber regime mais brando do que as penas aplicadas a autores de crimes violentos comuns.

As entidades também argumentam que a lei pode ferir o princípio da individualização da pena, previsto na Constituição. Segundo elas, a punição deve levar em conta a gravidade de cada crime e as circunstâncias específicas de cada condenado, em vez de aplicar regras automáticas iguais para todos.


Na avaliação dos autores das ações, a nova norma cria mecanismos automáticos para reduzir penas e facilitar a progressão de regime, sem analisar de forma individual a conduta de cada réu.


Contestação da promulgação

A chamada Lei da Dosimetria foi promulgada nesta sexta-feira por Alcolumbre após a derrubada do veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao projeto de lei. Um dos pontos centrais das ações ajuizadas questiona a forma como o tema foi apreciado pelo Congresso Nacional.


Segundo a ABI e a federação Psol-Rede, houve análise fragmentada do veto, e tendo o presidente da República vetado integralmente o projeto de lei, não seria possível restabelecer apenas partes da norma. A seleção isolada de dispositivos pela Mesa do Congresso, segundo argumentam, configuraria subversão das regras constitucionais que disciplinam a matéria.

As ações também apontam violação ao princípio do bicameralismo. De acordo com as requerentes, o Senado promoveu alteração substancial no texto originalmente aprovado pela Câmara dos Deputados, sem devolver o projeto para nova deliberação dos deputados.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

"Ninguém respeita lambe-botas", diz Lula sobre reunião com Trump

 Presidente afirma não haver veto a temas entre Brasil e EUA


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a comentar, nesta sexta-feira, sobre o encontro bilateral com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca, em Washington, nesta quinta-feira. Durante evento em que anunciou a renovação de contratos de energia elétrica em 13 estados, Lula afirmou ter dito ao norte-americano que aceita debater qualquer assunto de interesse de ambos os países.


"Foi com essa franqueza que eu fui dizer ao presidente Trump. Quer discutir big techs? Vamos discutir as big techs. Quer discutir as suas plataformas? vamos discutir. Quer discutir crime organizado? Nossa Polícia Federal está preparada para combater o crime organizado aqui e lá fora. Não tem veto para discutir", afirmou.


Lula ainda afirmou que os dois líderes têm idade avançada e não têm tempo a perder. "Ainda disse para o presidente Trump: "somos dois homens de 80 anos de idade. E dois homens de 80 anos de idade não brincam em serviço, a natureza é implacável, teoricamente nós temos menos tempo pela frente. Por isso, nós temos que saber o que queremos fazer". É dessa forma que a gente vai ganhando a respeitabilidade. Ninguém respeita quem não se respeita, ninguém respeita lambe-botas", afirmou.


Lula reafirmou também a determinação dada para que equipes dos dois governos fechem em 30 dias uma proposta para resolver o impasse sobre tarifas de exportação e sobre uma investigação comercial aberta pelos EUA contra o Brasil desde o ano passado.

O presidente reforçou ainda a posição do Brasil de estar aberto a negócios com todos os países, desde que garantida a soberania brasileira. "Nós não temos veto aos EUA, não temos veto à China, não temos veto à Rússia, não temos à França, não temos veto ao México, não temos veto à Alemanha. Quem quiser fazer negócio com o Brasil, que venha. Estaremos de braços abertos para comprar e para vender, estaremos de braços abertos para fazer transferência de tecnologia e receber tecnologia nova", disse. Em postagem nas redes sociais, Trump informou que discutiu "muitos tópicos" com Lula, incluindo questões comerciais e de tarifas, e chamou Lula de "um presidente muito dinâmico"


Agência Brasil e Correio do Povo

Bolsonaro entra com revisão criminal no STF para anular condenação

 Defesa argumenta “erro judiciário” e pede anulação de condenação


A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou nesta sexta-feira, no Supremo Tribunal Federal (STF), um pedido de revisão criminal para anular a condenação a 27 anos e 3 meses de prisão no processo da trama golpista. De acordo com os advogados, a condenação deve ser revista porque houve “erro judiciário”.


“O que esta revisão criminal demonstrou, assim, foi um quadro de erro judiciário em sua acepção mais grave, precisamente aquela que legitima a atuação rescindente desta Suprema Corte”, afirmaram os advogados.


No ano passado, Bolsonaro foi condenado pela Primeira Turma da Corte, formada pelos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia. Conforme determina o regimento interno do Supremo, a revisão criminal deverá ser julgada pela Segunda Turma, composta por André Mendonça e Nunes Marques, ambos indicados por Bolsonaro, além de Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Luiz Fux.


Durante o julgamento de Bolsonaro, Fux mudou para a Segunda Turma após votar pela absolvição do ex-presidente.


Recurso

No recurso, a defesa contestou a tramitação do processo que condenou Bolsonaro. Para os advogados, por estar na condição de ex-presidente, Bolsonaro deveria ter sido julgado pelo plenário da Corte, e não pela Primeira Turma.

Os advogados também afirmaram que a delação do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro Mauro Cid não foi voluntária e deve ser anulada. A falta de acesso integral às provas da investigação também foi suscitada.


No mérito, a defesa afirma que não foram indicadas provas da participação de Bolsonaro nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 e na liderança de um plano para planejar um golpe de Estado.


“É incontroverso nos autos que não há nenhuma ordem ou orientação do ex-presidente em relação ao 8 de janeiro”, afirmaram os advogados.


Bolsonaro foi condenado por cinco crimes: organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado. O ex-presidente cumpre prisão domiciliar por razões de saúde.

Agência Brasil e Correio do Povo

7 fatos que o PT não consegue desmentir

 




Contra fatos não há argumentos!

Postagem de Bia Kicis

Fonte: https://web.facebook.com/reel/1691592838538393

Irã denuncia à ONU violação de cessar-fogo enquanto EUA espera resposta à proposta de paz

 Ainda não se sabe o estado dos navios-petroleiros e das pessoas a bordo das embarcações atacadas nesta sexta-feira


Os Estados Unidos atacaram dois petroleiros iranianos nesta sexta-feira (8), mas afirmaram que esperam a qualquer momento uma resposta de Teerã para sua última proposta para pôr fim, de forma duradoura, à guerra no Oriente Médio.


Os navios-petroleiros, que segundo o exército não transportavam carga, foram "neutralizados" por um avião de combate no golfo de Omã, via de acesso ao estratégico Estreito de Ormuz.


Fragmentos de vídeo em preto e branco difundidos pelo comando militar americano para a região, o Centcom, mostram uma fumaça espessa saindo da parte traseira das embarcações, onde fica a ponte de comando.


Na noite desta sexta-feira, ainda não se sabia o estado dos navios-petroleiros e das pessoas a bordo.


Em uma carta dirigida ao secretário-geral da ONU e ao Conselho de Segurança, Teerã denunciou uma "flagrante violação" do cessar-fogo acordado um mês antes.


Uma fonte militar citada pela agência Tasnim informou que os iranianos não ficaram de braços cruzados: "Após um período de troca de disparos, os enfrentamentos cessaram por ora e a calma retornou".


No dia anterior já tinham ocorrido trocas de disparos.


Teerã bloqueia de fato o Estreito de Ormuz, via-chave para o comércio mundial de hidrocarbonetos, desde o início da guerra em 28 de fevereiro, que já causou milhares de mortos, sobretudo no Irã e no Líbano, e abalou a economia mundial.


Em represália, Washington aplica um bloqueio aos portos iranianos.


O presidente americano Donald Trump disse nesta sexta-feira que espera receber esta noite uma resposta dos iranianos à sua proposta de paz, para além da trégua.


"Supostamente vou receber uma carta esta noite, assim que veremos o que acontece", assegurou aos jornalistas.


Antes disso, seu secretário de Estado, Marco Rubio, havia adiantado que Washington esperava a resposta de Teerã "no decorrer do dia".


“Prazos”

"Seguimos os nossos próprios processos e não prestamos atenção a esses prazos", respondeu, não obstante, o porta-voz da chancelaria iraniana, Esmail Baghaei, citado pela televisão estatal.


Detalhou, isso sim, que o Irã ainda estava analisando a proposta americana.


Rubio também tinha instado os países europeus a ajudar os Estados Unidos a garantir a segurança da passagem por Ormuz.


Mas estes se negaram até agora a se comprometer, enquanto não houver um acordo entre Estados Unidos e Irã.

Por sua vez, o primeiro-ministro do Catar, o xeque Mohammed bin Abdulrahman al Thani, se reuniu nesta sexta-feira em Washington com o vice-presidente J.D. Vance e discutiu os esforços liderados pelo Paquistão para um fim definitivo da guerra.


Teerã atacou repetidamente alvos no Catar, ao indicar o papel desse rico emirado como sede de uma importante base aérea americana.


Esta queda de braço entre Teerã e Washington se traduziu, além disso, em um tráfego marítimo praticamente paralisado e em altos preços do petróleo.


O barril de tipo Brent fechou a semana mais uma vez acima dos 100 dólares.


AFP e Correio do Povo

Justiça suspende licença de operação da usina de carvão Candiota III

 Termelétrica deve apresentar análise de impactos climáticos



A Justiça Federal determinou, em caráter liminar, a suspensão da licença de operação da usina a carvão mineral Candiota III, no sudoeste do Rio Grande do Sul. O principal argumento apresentado pela juíza Rafaela Santos Martins da Rosa, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre, é a urgência de lidar com o impacto provocado pelas emissões de gases do efeito estufa (GEE) do empreendimento.


O autor da ação civil pública é o Instituto Arayara, organização não governamental de litigância climática. Entre os réus estão a Âmbar Energia, proprietária de Candiota III e braço do grupo J&F Investimentos, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a União e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama).


A Justiça estabeleceu um prazo de 15 dias para o Ibama apresentar o histórico completo de infrações e multas que tenham sido recebidos pela empresa durante a vigência da licença atual. A liminar também determina regras para a eventual concessão de uma nova licença. Em primeiro lugar, deve ser apresentada uma análise de impacto climático das operações da usina.


Outra exigência é a anexação do histórico de infrações, valores envolvidos, suspeitas de fraude documental, além de provar medidas corretivas implantadas. A empresa responsável pela usina também precisa comprovar que implementou soluções técnicas para seguir os padrões de emissão de poluentes atmosféricos, como SO2 e material particulado.


“Essa demonstração não pode se limitar a projeções ou compromissos genéricos, devendo ser baseada em evidências técnicas robustas, testes operacionais consistentes e, se necessário, na modernização substancial dos sistemas de controle de emissão”, diz trecho da decisão.


Por fim, uma nova licença exigiria um plano de descomissionamento, que é o processo para desativar e desmontar definitivamente a usina. Isso inclui trazer cronogramas fixos, metodologia técnica detalhada e garantias financeiras para recuperação das áreas degradadas e gestão de passivos ambientais.


A Justiça determinou que o Ibama apresente, até o dia 5 de novembro de 2026, uma decisão final sobre o procedimento de renovação da licença, sob pena de multa diária de dez mil reais.


Em nota, o Instituto Arayara comemorou a decisão e disse ser um marco na luta contra o uso de combustíveis fósseis altamente poluentes.


“Esta liminar reconhece que não se pode mais ignorar o impacto climático no licenciamento ambiental. A usina Candiota III, com seu histórico de emissões, deve agora se adequar aos mais rigorosos padrões técnicos ou encerrar suas atividades de forma responsável através do descomissionamento”, diz a nota da equipe jurídica do instituto.

Histórico

O prazo para a renovação da licença de operação da Usina Termelétrica Candiota III, que vigorou 10 anos, expirou no dia 5 de abril de 2026. A proprietária do empreendimento solicitou ao Ibama uma autorização para manter a usina em funcionamento e aguarda o parecer.


A Lei 15.269/2025, sancionada em novembro de 2025, garantiu a operação da usina até dezembro de 2040. A norma converteu a MP 1.304/2025, estabelecendo a contratação compulsória de usinas a carvão mineral nacional como reserva de capacidade para segurança do Sistema Interligado Nacional (SIN).


O Ministério de Minas e Energia (MME) aprovou em abril deste ano a minuta de contrato para a usina termelétrica no Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP) 2026, com receita anual de aproximadamente R$ 859,8 milhões.


O funcionamento da usina, porém, depende da licença do Ibama. O Instituto Arayara diz que Candiota III acumulou uma dívida de mais de 125 milhões de reais em multas por pelo menos 12 infrações ambientais, sem registro de pagamento.


Também aponta irregularidades como contaminação de águas, retomada da operação sem comunicação formal, desligamento do sistema de monitoramento atmosférico e apresentação de relatórios com conteúdo repetitivo e informações falsas.


Um estudo recente publicado em conjunto com o Centre for Research on Energy and Clean Air (CREA) associou as atividades carboníferas no município de Candiota com 1,3 mil mortes e prejuízos de R$11,7 bilhões em saúde até 2040. A reportagem procurou a Associação Brasileira do Carbono Sustentável (ABCS), que representa todas as empresas carboníferas do país, e aguarda resposta para incluir o posicionamento da entidade.

Agência Brasil e Correio do Povo

Governo do RS protocola na Assembleia projeto de reajuste do mínimo regional

 Percentual será retroativo a 1º de maio



O governo do Estado protocolou na Assembleia o projeto de reajuste do salário mínimo regional. O percentual ficou em 5,35% e será retroativo a 1º de maio, data base do mínimo. O índice definido considerou como base a reposição da inflação (INPC) acumulada em 12 meses até abril somado à variação do mais recente PIB gaúcho consolidado, de 1,3% em 2023. Como antecipado pela coluna, o chefe da Casa Civil, Ranolfo Vieira Júnior, se reuniu, na segunda-feira, pela manhã, com representantes da Fecomércio, Fiergs, e Farsul. No mesmo dia, à tarde, com centrais sindicais. Integravam a mesa de negociações três índices, que já haviam avançado em relação às conversas iniciais. As centrais pediram 15,98% e evoluíram para 10%. As patronais, defendiam 1,42%, referente ao INPC de junho de 2025 a janeiro de 2026, mas avançaram para 3,98%, que equivale ao INCP de um ano. Havia ainda o índice de 6,79%, reajuste concedido ao mínimo nacional.


Como ficam os valores por faixas de categoria com a proposta de reajuste de 5,35%:


*Faixa 1: R$ 1.884,75*

* a) na agricultura e na pecuária;

* b) nas indústrias extrativas;

* c) em empresas de capturação do pescado (pesqueira);

* d) empregados domésticos;

* e) em turismo e hospitalidade;

* f) nas indústrias da construção civil;

* g) nas indústrias de instrumentos musicais e de brinquedos;

* h) em estabelecimentos hípicos;

* i) empregados motociclistas no transporte de documentos e de pequenos volumes - "motoboy";

* j) empregados em garagens e estacionamentos.

*

*Faixa 2: R$ 1.928,15*


* a) nas indústrias do vestuário e do calçado;

* b) nas indústrias de fiação e de tecelagem;

* c) nas indústrias de artefatos de couro;

* d) nas indústrias do papel, papelão e cortiça;

* e) em empresas distribuidoras e vendedoras de jornais e revistas e empregados em bancas, vendedores ambulantes;

* f) empregados da administração das empresas proprietárias de jornais e revistas;

* g) empregados em estabelecimentos de serviços de saúde;

* h) empregados em serviços de asseio, conservação e limpeza;

* i) nas empresas de telecomunicações, teleoperador, telemarketing, call centers, operadoras de voip, TV a cabo e similares;

* j) empregados em hotéis, restaurantes, bares e similares.


*Faixa 3: R$ 1.971,89*


* a) nas indústrias do mobiliário;

* b) nas indústrias químicas e farmacêuticas;

* c) nas indústrias cinematográficas;

* d) nas indústrias da alimentação;

* e) empregados no comércio em geral;

* f) empregados de agentes autônomos do comércio;

* g) empregados em exibidoras e distribuidoras cinematográficas;

* h) movimentadores de mercadorias em geral;

* i) no comércio armazenador;

* j) auxiliares de administração de armazéns gerais.

*

*Faixa 4: R$ 2.049,76*


* a) nas indústrias metalúrgicas, mecânicas e de material elétrico;

* b) nas indústrias gráficas;

* c) nas indústrias de vidros, cristais, espelhos, cerâmica de louça e porcelana;

* d) nas indústrias de artefatos de borracha;

* e) em empresas de seguros privados e capitalização e de agentes autônomos;

* f) em edifícios e condomínios residenciais, comerciais e similares;

* g) nas indústrias de joalheria e lapidação de pedras preciosas;

* h) auxiliares em administração escolar;

* i) empregados em entidades culturais, recreativas, de assistência social, de orientação e formação profissional;

* j) marinheiros fluviais, cozinheiros, taifeiros, empregados em escritórios de agências de navegação e estaleiros;

* k) vigilantes;

* l) marítimos do primeiro grupo de aquaviários (seções de convés, máquinas, câmara e saúde).

*

*Faixa 5: R$ 2.388,50*


* Para os trabalhadores técnicos de nível médio, tanto em cursos integrados, quanto subsequentes ou concomitantes.

Correio do Povo

Copa do Mundo 2026 terá três cerimônias de abertura, uma em cada país sede; confira as atrações

 Pela primeira vez na história do Mundial, torneio terá três aberturas em datas distintas, entre 11 e 12 de junho


A Fifa divulgou nesta sexta-feira que a Copa do Mundo terá três cerimônias oficiais de abertura, prévias às estreias de Estados Unidos, Canadá e México, países-sede. Está será a primeira vez na história dos Mundiais que serão realizados vários eventos para marcar o início do maior torneio de futebol do planeta.


O pontapé inicial da Copa deste ano será dado no dia 11 de junho, às 16h (horário de Brasília), com o duelo entre México e África do Sul, no Estádio Azteca. Neste dia, a cerimônia de abertura contará com a banda de rock Maná, além de Alejandro Domínguez, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules e Tyla.


No Canadá, a cerimônia será antes do jogo entre a seleção canadense e a Bósnia e Herzegovina, no dia 12 de junho, no BMO Field, em Toronto. Alanis Morissette, Alessia Cara, Elyanna, Jessie Reyez, Nora Fatehi, Sanjoy, Vegedream, William Prince e Michael Bublé são as apresentações confirmadas.


Já nos Estados Unidos, também no dia 12 de junho, a cerimônia de abertura será no SoFi Stadium, em Los Angeles, que receberá o duelo entre a seleção da casa e o Paraguai. A cantora Katy Perry será a grande atração antes do jogo e terá a companhia da brasileira Anitta, Future, Lisa e Rema.


Além disso, segundo o site americano The Athletic, a Fifa ainda deseja realizar dois eventos de comemoração pelos 250 anos da Independência dos Estados Unidos, no dia 4 de junho, em Houston, no Texas, e na Filadélfia, na Pensilvânia.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

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Grêmio exalta números de Pavon: “O melhor lateral-direito do campeonato”

 Atacante argentino vem atuando de forma improvisada no Tricolor


Após o aplicativo Sofascore divulgar os números de Pavon no Brasileirão, o Grêmio usou a sua conta para exaltar o argentino. Atacante de origem, o camisa 7 vem atuando como lateral-direito desde o final de fevereiro, após os baixos rendimentos de João Pedro e Marcos Rocha.


“O melhor lateral-direito do campeonato. Pavon vem jogando muito no Brasileirão 2026 e os números mostram isso”, diz a postagem.


De acordo com o Sofascore, Pavon disputou 17 jogos no Campeonato Brasileiro, com uma assistência, três grandes chances criadas, 25 passes decisivos, 27% de acerto no cruzamento, 54% de eficiência nos duelos, 32 desarmes, 112 ações defensivas (6,6 por jogo) e 97 bolas recuperadas. Pelo desempenho apresentado, ele tem nota média de 7,26.

Correio do Povo