Operação Fantoccio: Polícia Civil desarticula quadrilha que dopava e agredia idosos em golpes no RS

 


Grupo criminoso simulava renegociações de dívidas para roubar dados e realizar empréstimos; polícia estima que o número de vítimas pode chegar a 400.

PORTO ALEGRE – A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quarta-feira (8), uma ofensiva contra uma organização criminosa especializada em estelionato e violência contra idosos. A Operação Fantoccio resultou, até o momento, na prisão de cinco suspeitos que utilizavam métodos cruéis para viabilizar fraudes financeiras na capital gaúcha.


O Modus Operandi: Da Sedução ao Dopagem

A quadrilha operava através de um esquema estruturado de enganação. Os criminosos se passavam por agentes de instituições financeiras, oferecendo propostas vantajosas de renegociação de dívidas para atrair as vítimas.

  • Coleta de dados: Após ganhar a confiança dos idosos, o grupo fotografava documentos e coletava assinaturas para abrir contas bancárias e contratar empréstimos indevidos.

  • Uso de substâncias: Em casos mais graves, as vítimas eram dopadas pelos criminosos durante os encontros presenciais, facilitando o acesso irrestrito a senhas e informações pessoais.

  • Violência e Coação: A polícia identificou relatos de agressões físicas e ameaças residenciais contra idosos que tentaram denunciar o esquema, reforçando o caráter perigoso do grupo.

Alcance do Crime

Embora 19 idosos tenham registrado ocorrência formal na Delegacia de Proteção ao Idoso, os investigadores acreditam que o prejuízo seja muito maior. Documentos apreendidos durante a operação sugerem que o total de vítimas pode ultrapassar 400 pessoas.


Ação Policial

Nesta manhã, foram mobilizados agentes para o cumprimento de:

  • 06 mandados de prisão preventiva (5 já efetuados).

  • 19 mandados de busca e apreensão em diversos pontos de Porto Alegre.

O material coletado, incluindo celulares e documentos, será periciado para identificar o destino do dinheiro desviado e localizar outros possíveis integrantes da rede criminosa.


Para garantir a segurança de seus familiares idosos contra golpes digitais e telefônicos, você pode se interessar por soluções de monitoramento ou dispositivos de comunicação segura. O que acha de conferir algumas opções?

O Telefone Fixo com Identificador de Chamadas e Bloqueador é uma excelente ferramenta para evitar que idosos atendam chamadas de números desconhecidos ou suspeitos. Se você busca uma segurança mais robusta, uma Câmera de Segurança Inteligente Wi-Fi permite que a família acompanhe quem entra e sai da residência em tempo real pelo celular.

Vídeo - Cuba em colapso: apagões de até 18 horas por dia, cirurgias sem anestesia e perda de remédios

 



Fonte: https://www.rsnoticias.top/2026/04/cuba-em-colapso-apagoes-de-ate-18-horas.html

Lula prometeu picanha e entregou frustração

 


Lula prometeu picanha, mas entregou inflação e frustração. O povo mais pobre sente no bolso os preços dos supermercados, pagando mais e levando menos. É o velho #PadrãoPT de Robin Hood às avessas: dá com uma mão e tira com as duas. No fim, quem mais sofre é quem mais acreditou nas mentiras do PT!

Vídeo de Rogério Marinho

Fonte: https://www.facebook.com/reel/2271039680091300

O BRASIL ENTRE O DÓLAR E OS BRICS - 08.04.26

 Por Dagoberto Lima Godoy

 

A explosão da dívida dos Estados Unidos é um sintoma de desgaste estrutural. A dívida americana já ronda os US$ 39 trilhões, acima de 120% do PIB, segundo o FMI. Isso não significa colapso iminente do sistema americano, mas indica que o coração financeiro do mundo já não transmite a mesma sensação de solidez inquestionável de outrora. Tampouco significa o desaparecimento súbito da ordem anterior. O que se vê é a erosão simultânea de vários de seus pilares: a supremacia incontestada do dólar, a neutralidade das cadeias globais, a abundância de energia barata e a ideia de que a globalização havia domesticado a guerra.

A ordem mundial não está apenas se reordenando por planilhas, tarifas e algoritmos; está sendo redesenhada também pelo uso da força. A guerra da Rússia contra a Ucrânia demonstra quanto energia, alimentos e logística continuam sendo armas estratégicas, assim como o confronto militar direto dos Estados Unidos contra o Irã projeta forte impacto potencial sobre petróleo, seguros, fretes e estabilidade regional.

Mas a transformação mais profunda decorre do fato de a economia digital ter-se tornado brutalmente material. A escalada da inteligência artificial está empurrando para cima a demanda por eletricidade, refrigeração, cobre, lítio, grafite, terras raras e capacidade firme de geração. A demanda por minerais críticos segue crescendo e permanece fortemente concentrada, sobretudo no refino controlado pela China.

Nesse cenário, o Brasil ganha relevo. Não por ser potência militar ou líder em inteligência artificial, mas por deter um conjunto de ativos que o novo ciclo histórico valoriza crescentemente: energia limpa, alimentos, água, território e minerais críticos, como lítio, grafite, níquel, cobre, nióbio e terras raras. Num mundo que passa a girar em torno de infraestrutura energética, transição industrial e segurança de suprimentos, isso confere ao Brasil um peso que parece ainda não ter sido inteiramente percebido por sua própria elite dirigente.

Nesse quadro, os BRICS ensaiam, não uma substituição frontal do dólar, como Lula por vezes sugere, mas uma erosão prática de sua centralidade, por meio de sistemas de pagamento e cooperação financeira colocados no centro da agenda do bloco. Pelas manifestações oficiais, o Brasil parece inclinar-se para esse polo alternativo, embora essa opção estratégica não tenha sido efetivamente discutida no Congresso Nacional.

O governo Lula parece acreditar que a aproximação com os BRICS amplia a margem de manobra diplomática, abre espaço para financiamento, cooperação tecnológica seletiva, pagamentos em moedas locais, quando convenientes, e maior poder de barganha diante do sistema tradicional. Isso pode elevar o valor estratégico de nossos ativos materiais — energia, agropecuária e minerais. Mas há três ilusões que o país precisa evitar.

A primeira é imaginar que os BRICS já constituam uma ordem coesa. Não constituem. O bloco reúne interesses frequentemente divergentes, ritmos distintos e visões estratégicas por vezes incompatíveis.

A segunda é supor que China e Rússia sejam parceiros neutros ou desinteressados. Não são. Toda potência opera segundo seus próprios objetivos nacionais.

A terceira é crer que o Brasil possa reduzir rapidamente sua dependência funcional da ordem financeira baseada no dólar. Também não pode. O dólar continua central porque ainda não existe outro sistema com a mesma profundidade, liquidez e capacidade de absorver poupança global.

Por isso, a aposta correta do Brasil não é “trocar de lado”. É usar a reestruturação do mundo para ampliar sua autonomia, sem romper com nenhum polo essencial, muito menos com seus históricos parceiros ocidentais.

Afinal, o mundo não vive exatamente um reset econômico. Vive uma sacudida, um reordenamento. E, em tempos assim, os países que prosperam não são necessariamente os mais ideológicos, mas os que sabem ocupar posições indispensáveis. O Brasil pode ser um deles, mas só acertará se compreender que sua vocação não é ser satélite de uma ordem nem soldado de outra, e sim procurar ser necessário para ambas.


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O FRUTO DA OBEDIÊNCIA

 

OBEDIÊNCIA À CARTILHA DO FORO DE SÃO PAULO

Mais do que sabido, percebido e lamentado, em todas as vezes que presidiu o Brasil o presidente LULA se mostrou OBEDIENTE com tudo que manda e/ou propõe a CARTILHA DO -FORO DE SÃO PAULO-, ORGANIZAÇÃO COMUNISTA que reúne mais de 100 partidos e organizações de esquerda, criada em 1990 a partir de um seminário internacional promovido pelo Partido dos Trabalhadores e pelo Partido Comunista de Cuba (leia-se Fidel Castro).


ENDIVIDAMENTO

Pois, entre tantas propostas e mudanças que já foram colocadas em prática, a maioria delas sempre teve como PRINCÍPIO, MEIO E FIM a indisfarçável -DESTRUÍÇÃO ECONÔMICA-. E neste particular o que mais salta aos olhos é o -EXCESSIVO ENDIVIDAMENTO-, tanto GOVERNAMENTAL quanto da POPULAÇÃO, cujo efeito supera -em número e grau- todas as malignas expectativas. 


DÍVIDA DAS FAMÍLIAS E DÍVIDA PÚBLICA

Por partes:

1- a DÍVIDA DAS FAMÍLIAS, segundo a Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (CNC) bateu recorde no mês de março ao atingir a destruidora marca de 80,4%. Deste total 29,6% estão IINADIMPLENTES, ou seja, com PARCELAS EM ATRASO e com pouquíssimas chances de reversão e/ou redução;

2- a DÍVIDA PÚBLICA DO BRASIL, segundo dados recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI), atingiu a significativa marca de 90% do PIB. Detalhe: o avanço não está relacionado ao DESENVOLVIMENTO, mas ao AUMENTO CRIMINOSO DOS GASTOS PÚBLICO NOS ÚLTIMOS ANOS, mais precisamente no atual governo Lula.


EFEITO ÓBVIO

A título de esclarecimento, a ATUAL DÍVIDA DAS FAMÍLIAS faz , obviamente, com que o CONSUMO DESACELERE, o que implica em ÓBVIO RECUO NA PRODUÇÃO DE PRODUTOS E SERVIÇOS, assim como DIMINUIÇÃO DA OFERTA DE CRÉDITO POR PARTE DO SISTEMA FINANCEIRO. Aliás, o Banco Central já admite uma redução do crescimento do PIB para este ano, que já apontava para míseros 1,6%. Mais: segundo a CNI, caso venha a ser aprovado o fim da ESCALA 6 X 1, aí o Brasil vai acelerar ainda mais no sentido da DESTRUIÇÃO ECONÔMICA desejada por Lula. 


Pontocritico.com

Grêmio sucumbe no Uruguai e estreia com derrota na Sul-Americana

 


Com escalação alternativa, Tricolor é batido pelo Montevideo City Torque por 1 a 0; arbitragem de vídeo anula pênalti e expulsão a favor dos gaúchos.

O Grêmio não teve a estreia que planejava na Copa Sul-Americana de 2026. Em uma noite de atuação apática no Estádio Centenário, o time de Luís Castro foi derrotado por 1 a 0 pelo Montevideo City Torque. O resultado liga o sinal de alerta no Grupo F, especialmente pela dificuldade criativa apresentada pela equipe, que agora volta suas atenções para o clássico Gre-Nal no final de semana.


O jogo: VAR e chances perdidas

A partida começou com sustos para o goleiro Weverton, que precisou operar um milagre logo aos 6 minutos em chute de Pizzichillo. O Grêmio respondeu com Braithwaite e Tetê, mas parou na falta de pontaria e nas intervenções do VAR, que foram determinantes no primeiro tempo:

  • Pênalti anulado: Aos 27 minutos, Braithwaite caiu na área e o árbitro assinalou a penalidade. Após longa revisão, a decisão foi revogada.

  • Cartão vermelho cancelado: O volante Noriega chegou a ser expulso após dividida com Salomón Rodríguez, mas o VAR novamente interveio e o árbitro Augusto Aragon manteve o jogador gremista em campo.

Pouco antes do intervalo, Braithwaite teve a bola do jogo após erro da zaga uruguaia, mas finalizou em cima do goleiro Torgnascioli.

Pressão uruguaia e gol da vitória

O City Torque voltou do vestiário com a mesma intensidade e não demorou para balançar as redes. Logo aos 3 minutos, Obregón arrancou pela direita e serviu Agüero, que invadiu a área e bateu cruzado, sem chances para Weverton: 1 a 0.

Insatisfeito, Luís Castro promoveu cinco trocas simultâneas, colocando em campo nomes como Gabriel Mec, Monsalve e André Henrique. Apesar das mudanças, o Tricolor seguiu apresentando dificuldades na articulação e quase sofreu o segundo gol em jogada de Pizzichillo sobre Kannemann. No apagar das luzes, André Henrique ainda teve a chance do empate após passe de Monsalve, mas mandou para fora.


Ficha Técnica

  • Placar: Montevideo City Torque 1 x 0 Grêmio

  • Gols: Agüero (MCT)

  • Local: Estádio Centenário, Montevidéu (URU)

  • Próximo compromisso: Gre-Nal 452, sábado, às 20h30, no Beira-Rio.


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Luís Castro admite "pior jogo da temporada" e aponta fragilidade mental do Grêmio

 


Após derrota na estreia da Sul-Americana, treinador português reconhece superioridade do adversário e alerta para a perda de confiança do grupo.

MONTEVIDÉU – O técnico Luís Castro não poupou críticas à atuação do Grêmio após a derrota por 1 a 0 para o Montevideo City Torque, na noite desta quarta-feira (8). Em entrevista coletiva no Estádio Centenário, o comandante lusitano classificou o desempenho da equipe como o pior desde sua chegada a Porto Alegre e admitiu que o resultado negativo foi "merecido".


Superioridade do adversário e falhas técnicas

Para Castro, as mudanças promovidas na escalação titular não surtiram o efeito esperado. O treinador foi enfático ao dizer que o time não conseguiu responder taticamente dentro de campo.

"Foi uma derrota merecida. O adversário mostrou-se, ao longo de todo o jogo, ser melhor do que nós. Tivemos mudanças na equipe, mas ela não conseguiu dar a resposta e esteve muito abaixo do esperado", afirmou o técnico.

O fator psicológico como vilão

O ponto central da análise de Luís Castro foi o desgaste mental dos atletas. Segundo ele, a sequência de resultados negativos — que agora soma seis jogos sem vitória como visitante — minou a estabilidade que o grupo havia conquistado no início do ano.

  • Instabilidade: Após uma fase de 10 jogos de invencibilidade, o treinador notou que o elenco não soube lidar com as primeiras derrotas.

  • Falta de confiança: O técnico apontou que a insegurança ficou evidente no jogo anterior contra o Remo e se agravou no Uruguai.

  • Diagnóstico: Castro definiu a apresentação em Montevidéu como o ponto mais baixo da temporada, ressaltando que a equipe "não se aguentou mentalmente".


Foco no Clássico

Com a pressão aumentando, Luís Castro agora precisa trabalhar na recuperação psicológica dos jogadores para o Gre-Nal deste sábado. O treinador entende que a reabilitação da confiança passa, necessariamente, por uma mudança de postura emocional no clássico, sob pena de ver a instabilidade comprometer tanto o Brasileirão quanto a sequência na Sul-Americana.


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Crise fora de casa: Grêmio perde para o Montevideo City Torque e estreia na lanterna da Sul-Americana

 


Com o revés no Uruguai, Tricolor chega a seis jogos sem vencer como visitante e amarga sequência negativa às vésperas do clássico Gre-Nal.

O Grêmio iniciou sua trajetória na Copa Sul-Americana de 2026 com um resultado decepcionante. Na noite desta quarta-feira (8), o time comandado por Luís Castro foi derrotado por 1 a 0 pelo Montevideo City Torque, no Uruguai. O tropeço, somado ao empate sem gols entre Deportivo Riestra e Palestino no outro jogo do grupo, coloca o clube gaúcho — apontado como favorito da chave — na lanterna da competição.


O jogo: VAR protagonista e falta de pontaria

A partida foi marcada por intervenções cruciais da arbitragem de vídeo, que frustraram as chances gremistas no primeiro tempo:

  • Penalidade anulada: O árbitro chegou a marcar um pênalti sobre o centroavante Braithwaite, mas voltou atrás após revisão no VAR.

  • Expulsão revogada: O jogador Noriega recebeu cartão vermelho, que também foi cancelado após consulta ao monitor.

  • Chances perdidas: Braithwaite desperdiçou uma oportunidade clara na etapa inicial. O castigo veio no fim: o Torque marcou o gol da vitória aos 42 minutos do segundo tempo e quase ampliou nos acréscimos.

Retrospecto alarmante como visitante

A derrota no Uruguai acentua uma fase crítica do Grêmio longe de sua torcida. Somando as participações no Brasileirão e na Sul-Americana, o Tricolor acumula um jejum de seis jogos sem ganhar fora de casa, com cinco derrotas e apenas um empate:

AdversárioCompetiçãoPlacar
Montevideo City TorqueSul-Americana1 x 0 (D)
FluminenseBrasileiro2 x 1 (D)
São PauloBrasileiro2 x 0 (D)
ChapecoenseBrasileiro1 x 1 (E)
VascoBrasileiro2 x 1 (D)
PalmeirasBrasileiro2 x 1 (D)

Irã condiciona acordo com os EUA a cessar-fogo no Líbano; Casa Branca nega termos

 


Enquanto o presidente Masoud Pezeshkian aponta o fim das hostilidades como pilar de plano aceito por Trump, Washington afirma que o documento negociado é diferente do divulgado por Teerã.

DIPLOMACIA – O cenário de negociações entre Irã e Estados Unidos vive um impasse de narrativas nesta quarta-feira (8). O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que o cessar-fogo no Líbano é uma das condições centrais do "plano de dez pontos" apresentado a Washington. O movimento ocorre em meio ao dia mais sangrento do conflito em território libanês, com mais de uma centena de mortos em ataques israelenses.


O "Plano de Dez Pontos" sob disputa

Em diálogo com o presidente francês Emmanuel Macron, Pezeshkian reforçou que a interrupção dos ataques no Líbano é cláusula essencial para que o Irã avance nas negociações com o governo de Donald Trump.

Contudo, a Casa Branca reagiu prontamente às declarações de Teerã:

  • Divergência de documentos: Fontes do governo americano afirmam que o plano divulgado publicamente pelo Irã não corresponde ao documento que está sendo efetivamente discutido nos bastidores.

  • Exclusão do Líbano: Tanto Israel quanto os EUA sustentam a tese de que a trégua de duas semanas acordada com o Irã não abrange as operações militares contra o Hezbollah no Líbano.

Líbano registra recorde de vítimas em 24 horas

Enquanto as potências divergem no campo diplomático, o Ministério da Saúde do Líbano reportou o maior número de vítimas desde o início da guerra em março:

  • Mortos e feridos: Pelo menos 112 pessoas morreram e 837 ficaram feridas apenas nesta quarta-feira.

  • Alvos: Os bombardeios atingiram o centro de Beirute, subúrbios ao sul da capital e áreas no leste do país.

O Exército de Israel classificou a ofensiva como o "maior ataque coordenado" contra o Hezbollah desde fevereiro, atingindo cerca de cem alvos do movimento pró-iraniano em resposta às tensões regionais.


Impacto na Economia

Apesar da escalada no Líbano, a notícia de que uma trégua direta entre EUA e Irã (válida por 15 dias) ainda está de pé causou uma queda acentuada nos preços globais de petróleo e gás, refletindo o alívio momentâneo sobre uma possível guerra total no Golfo Pérsico.

Irã altera tráfego no Estreito de Ormuz por suposta presença de minas

 


Guarda Revolucionária estabelece duas rotas alternativas próximas à costa; medida gera alerta no principal corredor de petróleo do mundo.

TEERÃ – Em um movimento que eleva a tensão no Golfo Pérsico, a Marinha da Guarda Revolucionária do Irã anunciou, nesta quinta-feira (9, horário local), a alteração forçada das rotas de navegação no Estreito de Ormuz. A justificativa oficial das autoridades iranianas é a possível presença de minas marítimas na via habitual de tráfego.


Novas diretrizes de navegação

De acordo com o comunicado militar divulgado pela agência de notícias Mehr, os navios que atravessam a região deverão utilizar, até novo aviso, duas rotas alternativas especificadas em um mapa oficial.

  • Proximidade da costa: As novas vias indicadas situam-se mais perto do litoral iraniano, o que, na prática, aumenta o controle visual e operacional de Teerã sobre as embarcações estrangeiras.

  • Justificativa de segurança: O comando militar alega que a medida é preventiva e visa "proteger os navios de possíveis colisões" com os artefatos explosivos.

Impacto Global

O Estreito de Ormuz é considerado a artéria mais importante do comércio mundial de energia. Por ele, passa cerca de 20% de todo o consumo global de petróleo.

A alegação de minas na região, independentemente de sua veracidade, tem o potencial de:

  1. Elevar o preço do barril de petróleo devido à incerteza no fornecimento.

  2. Aumentar os custos de seguro marítimo para cargueiros e petroleiros.

  3. Provocar reações de potências ocidentais, como os Estados Unidos, que mantêm patrulhas constantes para garantir a livre navegação na área.


Contexto de Tensão

O anúncio ocorre em um momento em que o Irã busca reafirmar sua soberania nas águas do Golfo. Analistas internacionais observam com cautela se a medida é puramente técnica ou se faz parte de uma estratégia de pressão geopolítica, dado que o deslocamento das rotas para mais perto da costa iraniana facilita ações de abordagem e fiscalização por parte da Guarda Revolucionária.