🏛️ Impasse na CPMI do INSS: Ausência de convocados trava depoimentos e abre ameaça de condução coercitiva

 


A CPMI do INSS enfrentou um obstáculo significativo nesta segunda-feira (9), com o cancelamento de todos os depoimentos previstos para o dia. As ausências da presidente do Banco Crefisa, Leila Mejdalani Pereira; do CEO do Banco C6 Consignado, Artur Ildefonso Azevedo; e do presidente da Dataprev, Rodrigo Ortiz D’Ávila Assumpção, levaram o presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), a ameaçar o uso de condução coercitiva para garantir a presença dos convocados.

⚖️ O argumento jurídico e a réplica

O motivo das ausências de Leila Pereira e Artur Azevedo baseia-se em uma interpretação da defesa sobre decisão recente do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro suspendeu a quebra de sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente da República.

  • Tese das defesas: A decisão de Dino estender-se-ia a todos os requerimentos aprovados pela comissão, incluindo as convocações para depoimento.

  • Posição da CPMI: O senador Carlos Viana rebateu o argumento, sustentando que a decisão do STF limita-se estritamente à quebra de sigilo. Consequentemente, as oitivas dos executivos dos bancos foram remarcadas para a próxima quinta-feira (12).

📅 Ajustes no Cronograma

O depoimento do presidente da Dataprev, Rodrigo Assumpção, que já havia sido adiado na semana passada devido a problemas de saúde do relator Alfredo Gaspar (União-AL), foi remarcado para o dia 23 de março, após a justificativa de exames médicos apresentada pela defesa.

⏳ Relógio correndo

A comissão vive uma fase crítica, com o encerramento dos trabalhos previsto para o dia 26 de março. O cronograma atual estabelece que a leitura do relatório final, sob responsabilidade do deputado Alfredo Gaspar, ocorra no dia 23 de março. O impasse político e jurídico coloca em xeque a capacidade da CPMI de concluir as oitivas principais dentro do prazo regimental.

⚽ Grêmio prepara nova investida por lateral uruguaio Gastón Martirena

 


Em busca de consolidar o setor defensivo para o restante da temporada, o Grêmio definiu seu alvo prioritário para a lateral-direita: Gastón Martirena, do Racing-ARG. Após uma tentativa de empréstimo sem sucesso realizada em fevereiro, a diretoria tricolor já articula uma nova oferta para a janela de transferências de julho.

📈 Perfil e Histórico

Martirena, de 26 anos, construiu uma trajetória sólida no futebol sul-americano. Revelado pelo Liverpool-URU, onde se destacou até 2022, o lateral ganhou projeção internacional no Racing.

  • Números no Racing: 97 partidas disputadas, com 10 gols marcados e 14 assistências.

  • Conquista de destaque: Foi peça-chave na campanha vitoriosa da Copa Sul-Americana de 2024, conquistada sobre o Cruzeiro.

🔍 A carência na Arena

A busca por um lateral de origem tornou-se urgente para a comissão técnica. Atualmente, o treinador Luís Castro tem enfrentado dificuldades para preencher a posição:

  • Adaptações: O atacante Pavon tem sido improvisado no setor.

  • Opções atuais: O elenco conta com Marcos Rocha, além de João Pedro, que se recupera de uma lesão.

Com a perda de espaço recente no Racing, o atleta uruguaio vê com bons olhos uma transferência para o futebol brasileiro, o que dá otimismo à cúpula gremista para avançar nas negociações durante o meio do ano.

🚌 Onda de ataques: Ônibus são incendiados no Morro Santana em represália a medidas prisionais

 


A tarde desta segunda-feira (9) foi marcada por momentos de tensão na zona Leste de Porto Alegre. No bairro Morro Santana, criminosos encapuzados realizaram uma série de ataques a ônibus do transporte coletivo, resultando na destruição total de um veículo e danos parciais em outros dois.

🔍 Dinâmica dos ataques

Segundo informações do Corpo de Bombeiros Militar (CBM-RS), os atentados foram classificados como criminosos. Os suspeitos interceptaram os veículos — que circulavam sem passageiros no momento da ação — e utilizaram galões de combustível para provocar as chamas.

  • Locais atingidos: Avenida Antônio Giudice e Avenida Mário Meneghetti.

  • Terceiro incidente: Um terceiro veículo também foi alvo de tentativa de ataque, mas a ação foi contida antes que o fogo se alastrasse.

  • Linhas afetadas: Os veículos pertencem à empresa Nortram (consórcio Mobbi) e atendem áreas como Educandário, Passo das Pedras e Planalto.

🚔 Reposta das autoridades

A principal linha de investigação aponta que os incêndios seriam uma resposta coordenada de facções criminosas a recentes mudanças nas regras de funcionamento de penitenciárias da região metropolitana.

  • Força-tarefa: O combate às chamas e a segurança local contaram com o apoio integrado do Pelotão Partenon, Brigada Militar, Polícia Civil e EPTC.

  • Investigação: A Secretaria de Segurança Pública (SSP) montou um gabinete de crise para acompanhar as investigações. Enquanto a Polícia Civil trabalha para identificar o número de envolvidos e a motivação exata, a Brigada Militar intensificou o patrulhamento em todo o entorno do Morro Santana.

Embora tenha havido relatos sobre a detenção de suspeitos durante as diligências iniciais, o Comando de Policiamento da Capital (CPC) não confirmou oficialmente prisões até o momento. A Secretaria de Sistemas Penal e Socioeducativo (SSPS) também integra a força-tarefa de apuração.

🏦 Banrisul aposta em tecnologia e crédito ilimitado para impulsionar o agronegócio na Expodireto

 


Durante a edição de 2026 da Expodireto Cotrijal, o Banrisul posiciona-se como um facilitador estratégico para o setor rural gaúcho. Em visita à Casa do Correio do Povo, o presidente da instituição, Fernando Lemos, afirmou que o banco chega à feira com recursos disponíveis para atender a toda a demanda qualificada dos produtores, focando não apenas no crédito, mas na modernização das propriedades.

🧠 O Rio Grande do Sul como "Celeiro do Conhecimento"

Para Lemos, a Expodireto transcende o volume de comercialização de máquinas. O executivo destaca o papel do Rio Grande do Sul como o maior vetor de inovação tecnológica para o campo brasileiro:

"O Rio Grande do Sul não é o celeiro de grãos, é o celeiro do conhecimento do agronegócio brasileiro. Aqui nascem as tecnologias de maquinário, sementes e biofertilizantes que espalham inteligência para todo o campo."

🛡️ Gestão e Equilíbrio Financeiro

Embora a expectativa seja positiva, o banco reconhece a cautela do produtor. Fatores como a irregularidade climática em algumas regiões e o endividamento decorrente de investimentos passados geram um cenário de prudência nas compras de maquinário pesado. Por isso, a prioridade do Banrisul nesta edição é auxiliar o produtor na reorganização financeira e no investimento em soluções de gestão e infraestrutura.

💸 Crédito sem limites pré-definidos

O presidente assegurou que o banco possui liquidez total para suprir as necessidades do setor. As linhas de crédito oferecidas cobrem todas as etapas da cadeia produtiva:

  • Custeio agrícola;

  • Investimentos em infraestrutura;

  • Sistemas de irrigação e pivôs centrais.

"Para todas as demandas que forem possíveis de serem aprovadas, serão aprovadas. Não há limitação de recursos, porque o banco tem todos os recursos possíveis para atender toda a demanda", garantiu Lemos.

Cadeirinha para Auto Reclinável Cosco Kids - Progress 0 a 36kg 3 Posições

 


Informações do Produto

Cadeirinha para Auto Reclinável Cosco Kids

A cadeirinha para auto Progress da Cosco Kids conta com inclinação para os menores e ajustes para acompanhar o crescimento da criança. Ela suporta de 0 a 36kg, do nascimento até os 10 anos aproximadamente. Tem tecido macio e acolchoado, com 3 posições no total, 1 super inclinada para instalação de costas ao movimento e mais 2 para as crianças maiores de frente ao movimento, torna qualquer passeio seguro e confortável. Possui almofadas internas removíveis e ajuste de altura do apoio de cabeça em 9 posições junto com a altura dos cintos de 5 pontos, deixando muito mais fácil a regulagem correta. Instalação fácil e com guias sinalizadas para a passagem dos cintos de segurança do veículo. E para facilitar a limpeza, a capa e as almofadas são removíveis e laváveis à máquina.



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Henrique II, Duque de Guise: Entre a Ambição Real e o Romantismo da Corte

 


Henrique II de Lorena (1614–1664), conhecido como o Duque de Guise, foi uma das personalidades mais excêntricas e aventureiras da nobreza francesa do século XVII. Descrito por seus contemporâneos como uma figura que parecia ter saído diretamente das páginas de um romance de cavalaria, sua vida foi marcada por uma mistura de ardor militar, desastres políticos e uma vida privada repleta de controvérsias.

Formação e Início de Carreira

Nascido em Paris, Henrique era o segundo filho de Carlos, Duque de Guise, e Henriqueta Catarina de Joyeuse. A vida eclesiástica foi o seu primeiro destino, tendo se tornado arcebispo de Reims aos quinze anos. Contudo, o chamado para a vida religiosa era incompatível com o seu temperamento impetuoso; relatos da época, como os de Gédéon Tallemant des Réaux, indicam que o jovem arcebispo era mais afeito aos prazeres mundanos e ao teatro do que ao exercício do clero.

A Ascensão ao Ducado e o Conflito com Richelieu

A morte de seu irmão mais velho, Francisco, em 1639, mudou o curso de sua vida, alçando-o ao título de Duque de Guise. Com o novo status, Henrique entrou em rota de colisão com a autoridade central do Cardeal Richelieu. Sua participação em conspirações políticas e na Batalha de La Marfée (1641) resultou na confiscação de seus bens por crime de lesa-majestade. Embora tenha sido posteriormente perdoado e reintegrado, o episódio demonstrou a volatilidade de sua lealdade política.

A Aventura em Nápoles: O "Doge" Frustrado

O ponto alto — e possivelmente o mais desastrado — da vida de Henrique foi sua tentativa de reivindicar o Reino de Nápoles, baseando-se em antigas pretensões genealógicas de sua família.

  • A Revolta: Em 1647, ele uniu-se ao levante popular liderado por Masaniello, sendo aclamado como líder da recém-proclamada "República Real de Nápoles".

  • Queda: O sucesso foi breve. Sua postura arrogante alienou o povo napolitano e ele foi capturado pelos espanhóis em 1648.

  • Segundo fracasso: Após ser libertado em 1652, tentou uma nova investida em 1654, que fracassou miseravelmente com o apoio da frota inglesa aos espanhóis.

Personalidade e Vida Privada

De volta a Paris, o Duque tornou-se Grande Camareiro de Luís XIV, vivendo sob o peso de dívidas astronômicas contraídas com cavalos e banquetes luxuosos. Foi também um notável patrono das artes, oferecendo abrigo a dramaturgos como Pierre Corneille.

Sua vida amorosa foi o centro de escândalos jurídicos. Duas mulheres, Ana Gonzaga ("Princesa Palatina") e Honorine de Glymes, reivindicaram a condição de esposas legítimas. Em 1666, após a morte do Duque, a Rota Romana chegou a validar o casamento com Honorine, embora a decisão tenha sido contestada pela Coroa e pela Casa de Guise, que buscavam proteger a fortuna da família.

A própria Ana Gonzaga deixou uma descrição precisa sobre o Duque:

"Monsieur de Guise tinha a figura, o porte e as maneiras de um herói de romance... A ambição e o amor dominavam seus projetos, que eram tão vastos que se poderiam chamar de homéricos."

Henrique II de Guise morreu em 1664, em Paris, deixando um rastro de histórias que misturam o heroísmo trágico e a extravagância aristocrática.

Perseguição, parcialidade e até suborno: MAUS JUÍZES estão em desobediência a Deus – Caio Coppolla

 


Compartilhe em repúdio aos ‘maus juízes’ 👆🏼⚖️ Nosso Judiciário está em desobediência a Deus: “não pervertam a justiça”, mas há juízes dedicados à perseguição política; “não mostrem parcialidade”, mas há juízes julgando amigo$ e inimigos; “não aceitem suborno”, mas há famílias de juízes ficando milionárias; “não levantem falso testemunho”, mas o sentenciado mais ilustre do país foi condenado com base em uma delação com 9 versões diferentes, feita por um homem que, em desabafo, alegou ter sido coagido e ameaçado. “Não me entregues à vontade dos meus adversários; pois contra mim se levantam falsas testemunhas e os que só respiram crueldade” (Salmos 27:12) 🙏🏼 Esta foi a segunda parte da minha fala sobre “O Triunfo do Mal e o Sol da Justiça” – a parte 1, “A pior Injustiça”, já está postada aqui no canal. 📲 contato para palestras e eventos: +55 11 9 4872-9999 | palestrascoppolla@gmail.com

O PODER QUE TUDO PODE - 09.03.26

 Por Percival Puggina

 
 
             Durante o governo Bolsonaro, bem mais de uma centena de decretos, MPs, programas e políticas de governo e de Estado foram barrados pelo STF. Muitas dessas medidas eram antigas aspirações nacionais, outras tantas haviam sido explicitadas na campanha de 2018 e receberam a bênção das urnas, outras, por fim, eram iniciativas inéditas do governo. Tais intervenções do Supremo foram solicitadas pela oposição e levadas à Corte pelo senador Randolfe Rodrigues, então filiado à Rede, que foi muito exitoso na transformação do Supremo em longa manus da oposição ao governo Bolsonaro.
 
Lembremos alguns desses casos. O Supremo impediu, por exemplo, a nomeação de Alexandre Ramagem como diretor-geral da PF. Impediu a redução do número de sovietes (os tantos conselhos que o petismo cria e com os quais passa a controlar administrações e governos). Frustrou medidas que facilitariam o porte de armas. Protegeu a UNE, travando a criação da carteira estudantil digital gratuita, fornecida pelo governo. Impediu a transferência da demarcação de terras indígenas para o Ministério da Agricultura, e por aí vai. A lista é imensa.
 
Quando a polêmica chegava à sociedade, vinha da Corte a explicação: tratava-se do exercício da “função contramajoritária” do STF. Assim, caberia àquele colegiado o papel de preservar direitos inerentes às minorias numa sociedade democrática. Há quem aprecie esse tipo de explicação e se dê por satisfeito. No entanto, chama muito a atenção o fato de que após a eleição de Lula, nunca mais esse papel contramajoritário enfeitou qualquer argumento do Supremo...
 
Lembro, então, das pessoas simples, idosas, impotentes para praticar os crimes que lhes são imputados na narrativa do 8 de janeiro, sem que isso mobilize as energias protetivas do STF. Sou levado a crer, então, que o papel contramajoritário foi cumprido e se esgotou nas conveniências daquele período. Agora, ele vai para a mesma gaveta em que jaz, pedindo para ser esquecida, a vergonhosa carta da USP que tanto malefício sacramentou em agosto de 2022.
 
Quem conhecesse a conduta do banqueiro Vorcaro sabia que aquilo não ia acabar bem. O excesso de excessos é um pecado capital. Mas não era apenas em Vorcaro que se manifestava a impetuosidade do poder em desatino. Mais grave ainda e com consequências mais danosas: a mesma nocividade inerente ao poder que julga poder tudo se foi fazendo visível e ameaçadora no Brasil. O STF se descolava da melhor tradição e de regras básicas sobre moderação e autocontenção.
 
Relatos de poderes que podem tudo cruzam milênios de história num catálogo de tragédias políticas e sociais pela ação de indivíduos ou juntas governativas. Sua trajetória inicia com a concentração do poder, evolui para o ufanismo e a autodivinização (“Nós somos os supremos!”), padece com a subsequente paranoia e entra em colapso.
 
Isso é tão sabido que parece resposta de almanaque.

Pontocritico.com

O PROBLEMA MAIOR É A OFERTA ZERO

 MODAIS

Mais do que sabido, a -ALTA DO PREÇO DO PETRÓLEO NO MERCADO INTERNACIONAL- é fator CAUSAL E DETERMINANTE para o AUMENTO DE TODOS OS PRODUTOS E SERVIÇOS, notadamente daqueles que envolvem os MODAIS DE TRANSPORTE -FERROVIÁRIO, AQUAVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO utilizados para deslocar PESSOAS E CARGAS.  

A INEXISTÊNCIA É O MAIOR PROBLEMA

Ainda assim há que se levar em correta conta que o PROBLEMA MAIOR não reside no ALTO PREÇO DO BARRIL DE PETRÓLEO, mas na -EFETIVA DISPONIBILIDADE DOS PRODUTOS REFINADOS-. Ou seja, o PIOR DO QUE PAGAR MAIS CARO É A -INEXISTÊNCIA DE OFERTA- DOS PRODUTOS DERIVADOS DO PETRÓLEO, principalmente -DIESEL, GASOLINA E QUEROSENE DE AVIAÇÃO.

IMPORTAÇÕES DE DIESEL E GASOLINA

Vale lembrar que em termos de -EXTRAÇÃO DE PETRÓLEO-, o BRASIL JÁ ALCANÇOU a importante AUTOSSUFICIÊNCIA, ou seja, PRODUZ MAIS DO QUE CONSOME. No entanto, por FALTA DE INVESTIMENTOS (leia-se principalmente PRIVATIZAÇÕES) o mesmo não acontece com o REFINO. No caso do DIESEL, em 2025, como informa o relatório da OEC, a importação aumentou 20% em comparação com 2024, representando cerca de 25% a 30% do TOTAL CONSUMIDO NO PAÍS. Já o que diz respeito à GASOLINA, as importações ainda representam 10% da demanda nacional.  


PIOR DE TUDO É A OFERTA ZERO

Portanto, com base nos irrefutáveis números acima, o fato do Brasil ainda não ter alcançado a AUTOSSUFICIÊNCIA em DIESEL E GASOLINA, a DEPENDÊNCIA causa problemas por conta do AUMENTO DO PREÇO DOS DERIVADOS,  mas nunca pela OFERTA ZERO. De novo: PAGAR MAIS CARO PELO DIESEL E PELA GASOLINA É SEMPRE RUIM, MAS O PIOR DE TUDO É A FALTA DA DISPONIBILIDADE DE AMBOS, que simplesmente implica na -PARALISAÇÃO DAS ATIVIDADES-. 


Pontocritico.com

FRASE DO DIA - 10.03.2026

 O sábio pode mudar de opinião. O idiota nunca.

- Immanuel Kant