Grêmio goleia Galvez por 7 a 0 e garante vaga antecipada na Copa São Paulo

 


O Grêmio voltou a mostrar força na Copa São Paulo de Futebol Júnior e goleou o Galvez por 7 a 0, na tarde desta segunda-feira (5), na Arena Plínio Marin, em Votuporanga (SP). O resultado garantiu ao Tricolor a classificação antecipada no Grupo 2 da competição.

⚽ Domínio desde o início

Mesmo sem o atacante Harlley, suspenso após expulsão na estreia, o time comandado por Fernando Garcia não se abalou.

  • Aos 10 minutos, Zortéa abriu o placar em cobrança de pênalti.

  • Aos 42, Adrielson ampliou após falha do goleiro adversário.

  • Nos acréscimos, João Borne fez o terceiro: 3 a 0 ainda no primeiro tempo.

🔥 Show de Fellipe Magalhães

No segundo tempo, o centroavante Fellipe Magalhães, substituto de Harlley, brilhou:

  • Marcou dois gols em sequência (7’ e 12’).

  • Completou o hat-trick aos 21 minutos, de cabeça, tornando-se destaque da partida.

✅ Fechando a goleada

Nos acréscimos, Ryan acertou belo chute e fechou o placar em 7 a 0, consolidando a superioridade gremista.

📅 Próximos desafios

O Grêmio encerra a fase de grupos nesta quinta-feira (8), às 21h30, contra o Votuporanguense, vice-líder da chave. Ainda nesta segunda, Votuporanguense enfrenta o Falcon às 18h15.

📋 Ficha técnica

Galvez-AC: Jhonatan; Erick; Liedson; Daniel Smith (Bruninho); Peshahu; LC; Matheus (Joaquim); Maranhão; Leuan; Fred (Miguel Costa); Banana. Grêmio: João Victor; Vitor Ramon (Smiley); Nathan (Ryan); David Brendo; Zortéa (Danillo); Pedro Gabriel (Igor); Adrielson (Benjamin); Artur Júnior (Rogerio); João Borne; Jeferson; Felipe Magalhães.

Fonte: Correio do Povo

Thiago Maia não treina no Inter e futuro volta a ser discutido no Beira-Rio

 


O volante Thiago Maia não participou do treinamento do Internacional na manhã desta segunda-feira (5), no CT Parque Gigante, reacendendo especulações sobre seu futuro no clube. A versão oficial divulgada pelo Inter aponta para um problema muscular nos primeiros dias da pré-temporada.

⚽ Situação contratual e especulações

Apesar da justificativa médica, o cenário amplia rumores de uma possível saída. O Inter busca ajustar o elenco, equilibrar as finanças e redefinir o perfil do grupo para 2026, e não descarta envolver o volante em negociações de mercado, desde que consiga recuperar parte do investimento feito.

Thiago Maia foi contratado em 2024 por 4,5 milhões de euros, valor pago por 50% de seus direitos econômicos. A dívida só foi quitada integralmente no início desta temporada, por meio da transferência do zagueiro Vitão ao Flamengo, operação que incluiu compensação financeira referente à compra do volante.

🔄 Tentativas anteriores de saída

Em 2025, o jogador chegou a viajar para Santos, onde realizou exames médicos e avançou nas tratativas para assinar contrato. O negócio, porém, não se concretizou devido a um impasse entre Inter, Santos e Flamengo, que não aceitou assumir a dívida da negociação original.

Agora, o Santos volta a aparecer como possível destino. Revelado nas categorias de base do clube paulista, Thiago Maia nunca escondeu o desejo de retornar à Vila Belmiro. Além disso, há sinalização de interesse de um clube mexicano.

📊 Última temporada

Aos 28 anos, Thiago Maia encerrou 2025 como titular do Inter. Foram 49 partidas disputadas, com dois gols e duas assistências, consolidando-se como peça constante no meio-campo. Seu contrato é válido até o fim da temporada de 2026.

Fonte: Correio do Povo

Carlos Bolsonaro critica restrição de visitas ao pai na Polícia Federal

 


O ex-vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (PL-SC), afirmou nesta segunda-feira (5) que foi impedido de visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em Brasília. Segundo ele, a Polícia Federal informou que as visitas familiares estão autorizadas apenas às terças e quintas-feiras, das 9h às 11h, conforme decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

📌 Decisão do STF

Na última sexta-feira (2), Moraes determinou a padronização das visitas, eliminando a necessidade de pedidos individuais da família. A medida estabelece:

  • Dois familiares por dia podem visitar Bolsonaro.

  • Os encontros devem ocorrer separadamente e apenas nos dias definidos.

🗣️ Declarações de Carlos Bolsonaro

Carlos criticou a restrição, afirmando que ela ocorre em um “momento extremamente delicado de saúde” do ex-presidente.

“O que ocorreu, na prática, foi apenas o fim da exigência de que a família tivesse de protocolar pedidos sucessivos e aguardar — muitas vezes, em vão — a ‘boa vontade’ do ministro”, escreveu em publicação no X.

Ele relatou que deixou a Superintendência da Polícia Federal após ser informado da impossibilidade de visitar o pai fora dos dias estabelecidos.

Fonte: Correio do Povo

Nvidia anuncia IA inédita para veículos autônomos e novo processador Rubin

 


A Nvidia anunciou nesta segunda-feira (5) o lançamento de um modelo de inteligência artificial (IA) de código aberto voltado para carros autônomos. O sistema, batizado de Alpamayo 1, foi descrito pelo CEO Jensen Huang como “a primeira IA de veículo autônomo do mundo que pensa e raciocina”, durante evento realizado em Las Vegas.

🚗 Carros autônomos

Segundo Huang, o primeiro veículo equipado com a tecnologia, desenvolvido em parceria com a Mercedes-Benz, começará a circular nos Estados Unidos no primeiro trimestre de 2026. A previsão é que chegue à Europa no segundo trimestre e à Ásia entre o terceiro e quarto trimestres do mesmo ano.

💻 Processador Rubin

Além da novidade para o setor automotivo, a Nvidia apresentou o Rubin, seu novo processador de data center de IA de próxima geração, que promete desempenho superior ao chip Blackwell, atual referência da empresa. De acordo com a companhia:

  • A plataforma Rubin reduz em até 10 vezes o custo de token de inferência.

  • Exige 4 vezes menos GPUs para treinar modelos de mistura de especialistas (MoE).

  • Consegue treinar modelos complexos com apenas um quarto do número de GPUs em comparação ao Blackwell.

Fonte: Correio do Povo

Dólar recua para R$ 5,40 em meio a enfraquecimento global da moeda americana e reflexos da crise na Venezuela

 


Após atingir R$ 5,45 pela manhã, o dólar perdeu força e encerrou a sessão desta segunda-feira (5) em queda moderada, cotado a R$ 5,4055, o menor valor de fechamento desde 11 de dezembro. O movimento refletiu o enfraquecimento global da moeda americana e o aumento do apetite ao risco no exterior, com alta firme das bolsas em Nova York.

📉 Fatores externos

  • Dados fracos do setor industrial dos EUA pressionaram o dólar. O PMI industrial caiu de 48,2 em novembro para 47,9 em dezembro, contrariando expectativas de alta. Leituras abaixo de 50 indicam contração.

  • Analistas também avaliam que a captura de Nicolás Maduro pelos EUA pode gerar efeito deflacionário global, abrindo espaço para cortes de juros.

  • O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a seis moedas fortes, recuou para 98,260 pontos no fim da tarde, após máxima de 98,861 pela manhã.

🛢️ Petróleo e Venezuela

Apesar da alta de mais de 1,5% nas cotações do petróleo nesta segunda, a expectativa é de queda no médio prazo com o aumento da produção venezuelana, após a retirada de embargos e possível retorno de investimentos de petrolíferas americanas.

“O mercado reavaliou as consequências da intervenção americana na Venezuela e adotou postura de ‘risk on’ à tarde”, explicou Luciano Costa, economista-chefe da Monte Bravo.

💹 Bolsa brasileira

O Ibovespa avançou 0,83%, fechando aos 161.869 pontos, próximo da marca de 162 mil.

  • Petrobras caiu (ON -1,67%, PN -1,66%), mesmo com alta do petróleo, diante da percepção de maior competição regional.

  • Vale ON subiu 1,02%, ajudando a sustentar o índice.

  • Setor financeiro teve desempenho positivo: Bradesco ON +3,39% / PN +4,23% e Itaú PN +1,46%.

  • Entre as maiores altas: MRV (+6,09%), Cyrela (+5,47%) e Direcional (+5,14%).

  • Entre as quedas: C&A (-15,71%), Brava (-5,76%) e Lojas Renner (-2,99%).

📊 Juros futuros

O mercado de juros seguiu a dinâmica global, com leve queda nos vencimentos intermediários e longos, refletindo expectativas de maior oferta de petróleo e impacto desinflacionário.

  • DI jan/2027: 13,700% (estável).

  • DI jan/2029: 13,015% (queda).

  • DI jan/2031: 13,335% (leve alta).

“Hoje tudo ficou na conta do petróleo. Uma oferta maior ajudaria no controle da inflação mundial e na queda dos juros globais”, avaliou Tiago Hansen, da Alphawave Capital.

🔮 Perspectivas

Nos próximos dias, investidores aguardam os dados de emprego dos EUA:

  • Relatório ADP (quarta-feira, 7).

  • Payroll oficial (sexta-feira, 9).

Sinais de deterioração no mercado de trabalho podem reforçar a expectativa de novos cortes de juros pelo Federal Reserve, após redução acumulada de 75 pontos-base em 2025.

Fonte: Correio do Povo

Mais um “Trambique” na politica brasileira!

 


Mais um “Trambique” na politica brasileira!

Vídeo de Mundo Polarizado

Fonte: https://www.youtube.com/shorts/3F_zx0nMTrE

Para tentar se livrar de prisão perpétua, Maduro sinaliza entregar aliados que contribuem para o narcotráfico internacional

 


Nicolás Maduro enfrenta acusações nos Estados Unidos por narcoterrorismo e tráfico internacional de drogas, crimes que podem levá-lo à prisão perpétua.
Para tentar reduzir a pena, o ditador passou a sinalizar que pode entregar aliados políticos e militares envolvidos com o narcotráfico.
O caso reacende o debate sobre o combate ao crime organizado na América Latina. Durante o governo Donald Trump, os Estados Unidos tentaram classificar facções brasileiras como organizações terroristas, como o PCC e o Comando Vermelho, proposta rejeitada pelo governo Lula.
Diante da dificuldade de países como Venezuela e Brasil em combater essas organizações criminosas, cresce a avaliação de que o Brasil pode entrar na mira dos Estados Unidos.

Post de Metrópole News

Fonte: https://www.facebook.com/MetropoleNewsCaucaia/posts/pfbid06kZpQ23zBir6HEfPUNaBNvdQRTtkorTM3uyX8roAQz6kRM8SoRk9js7AwnoWei5hl

Trapezistas sem rede

 Por Alexandre Garcia

Um ser bem formado jamais admitiria, como juiz, julgar causa de partido ou instituição a que houvesse antes servido, ou decidir em ação que tivesse envolvimento de alguém de sua própria família. Isso seria impossível num caráter bem-formado.

O ex-presidente do Supremo, ex-decano, Celso de Mello, escreveu no Estadão do dia de Natal: “A democracia começa pela ética de juízes”. E defendeu urgência por uma solução “que impeça qualquer aparência de favorecimento, dependência ou proximidade indevida com interesses privados e governamentais.” Ele defendia um código de conduta “moralmente necessário”. Gilmar Mendes não acha necessário. Nem eu, se a sabatina do Senado tivesse o dom que perscrutar o caráter do sabatinado, para saber se, de berço, a família tivesse lapidado na medula da então criança valores éticos que ficam gravados para toda a vida. Um ser bem formado jamais admitiria, como juiz, julgar causa de partido ou instituição a que houvesse antes servido, ou decidir em ação que tivesse envolvimento de alguém de sua própria família. Isso seria impossível num caráter bem-formado.


Imagine, então, um contrato de serviços advocatícios genéricos, indefinidos, que rendesse 3,6 milhões de reais por mês, com o escritório da família de um ministro do Supremo. Um contrato assim, por si, grita com eloquência sua impossibilidade ética. O presidente Edson Fachin percebeu a gravidade histórica dos desvios éticos e propõe um código de conduta que não deveria ser necessário. Um código que é mais para inglês ver, porque quem não segue à risca a Constituição e confunde ser intérprete com ser reescrevedor da Magna Carta, dificilmente seguirá o código. O Supremo, depois dos alertas de Fux sobre o envolvimento político, entregou-se ao ativismo na gestão Barroso; está acima do Conselho Nacional de Justiça, da Lei Orgânica da Magistratura, do Senado(por permissividade de seus presidentes) e da própria Constituição, que deveria guardar. Agora paga pelo risco de levitar, sem rede, como o trapezista que acha que pode voar.


Celso de Mello falou sobre afastar suspeitas, aparências de desonestidade. É como a lição da mulher de César. As mulheres de césares do Supremo faturaram muito, mas a que preço? Toffoli criou ação sem Ministério Público para investigar os investigadores da Receita Federal, que queriam saber sobre movimentações financeiras volumosas de mulheres de ministros. Depois, para calar a crítica a um ministro “amigo do amigo de meu pai”; quando o celular de Tagliaferro revelou abusos, ele foi denunciado em vez de investigar o modus operandi – foram saltando de trapézio em trapézio, reforçando a convicção de que poderiam voar, que não estavam sob o escrutínio da mídia nem da fonte do poder, o povo, e seus representantes. E desconsideraram que só o voto dá legitimidade para legislar. Esqueceram que são servidores do público com grave responsabilidade, porque guardam a Constituição.


Agora estranham que a mídia calada por tanto tempo resolveu voltar à sua missão original, alcançado o objetivo de anular Bolsonaro. Talvez os trapezistas tenham sido estimulados para essa missão, mas agora que Bolsonaro foi condenado e está inelegível, aquela mídia das omissões sente que precisa recuperar a credibilidade, assinantes e audiência. “Cortem-lhes a cabeça” - parece ordenar, todos os dias, a Rainha de Copas. O passado omitido é desenterrado e vira notícia do dia. E parlamentares de oposição interrompem as férias para começar as execuções. E, como cobri a Constituinte, registro como atual o discurso do presidente Dr. Ulysses, no dia da promulgação: “Traidor da Constituição é traidor da Pátria. Conhecemos o maldito caminho: rasgar a Constituição, trancar as portas do Parlamento, garrotear a liberdade, mandar os patriotas para a cadeia, o exílio e o cemitério.”


Fachin sugere uma rede para aparar o Supremo em queda. Talvez já seja tarde. A lei da gravidade não conseguem revogar.

Correio do Povo

Merecido, mas ilegal

 Por Jurandir Soares

A derrubada do sistema na Venezuela sempre foi ansiada por setores internos e externos, mas a operação de Trump não encontra respaldo no Direito Internacional

O ataque dos Estados Unidos à Venezuela, com a captura do ditador Nicolás Maduro e de sua mulher, está sendo festejado interna e externamente no país. Internamente, por aqueles que votaram em Edmundo González Urrutia para presidente e se sentiram roubados na eleição pelo regime de Maduro. Externamente, por aquele contingente significativo de venezuelanos que teve que deixar o país para sobreviver. Um número de refugiados que se estima em 8 milhões de pessoas.


Externamente, também comemoram mundo afora aqueles defensores de um sistema democrático e que também perceberam que o resultado da eleição foi fraudulento. Afinal, o governo nunca conseguiu mostrar as atas da eleição. O regime vigente se tornou uma anomalia na região.


DERRUBADA


A derrubada do sistema sempre foi ansiada por todos esses setores que eram contra o regime. Agora, o que se esperava é que o regime viesse a cair em decorrência de movimentos internos no país, mas não por uma interferência externa. Ainda mais nas condições em que esta foi realizada. Claro que esta interferência não foi uma surpresa, pois, na medida em que Donald Trump mobilizou para a costa venezuelano uma frota de navios e aviões de guerra, composta ainda por submarino e o maior porta aviões do mundo, e mais 15 mil militares, era de se esperar que uma intervenção viesse a acontecer.


O problema é que a ação de Trump não encontra respaldo no Direito Internacional. Da mesma forma como é condenada a invasão da Ucrânia pela Rússia, tem-se que condenar esta invasão.


MANDADO


A condenação se dá porque Trump não tem um mandado da ONU para fazer este tipo de intervenção, como os EUA tiveram, em 1991, para comandar uma força internacional para tirar do Kuwait as forças invasoras do iraquiano Saddam Hussein. Trump tampouco obteve uma autorização do próprio Parlamento americano para tal intervenção, conforme houve em 1991.


Porém, o histórico de intervenções norte-americanas sem mandado das Nações Unidas não é novidade. Basta lembrar que, em 2003, George W. Bush atacou o Iraque em nome de armas de destruição em massa que nunca existiram. Um estudo da ONU e do Ministério da Saúde do Iraque, de 2004, estima entre 100 mil e 150 mil mortos em decorrência da guerra. Ou seja, Bush praticou ali crime contra a humanidade, mas nunca foi responsabilizado por isto.


AÇÃO


Agora, tem-se esta ação de Trump cujo desenrolar ainda está muito obscuro. Porém, alguns fatos chamam a atenção. E o principal deles é a captura de Nicolás Maduro e sua mulher. Para que isto viesse a acontecer era fundamental algum apoio do entorno de Maduro. Principalmente, dos militares. E isto pode ser possível porque, mesmo em meio às primeiras e desencontradas informações, já surgia o boato de que, sob novo governo, haveria uma anistia para os militares.


Esta possibilidade seria realizável, tudo indica, se a deposição de Maduro resultasse na posse de González. Mas Trump nem fala nisso. Tudo isto ainda é muito incipiente, porque, pela legislação atual do país, quem deve assumir é a vice presidente Delci Rodriguez, que teria a responsabilidade de convocar nova eleição.


PODER


O assunto da deposição deve ir, de imediato, a debate na ONU. A Colômbia, que ocupa um assento rotativo no Conselho de Segurança, convocou uma reunião de emergência para discutir medidas a adotar. Doce ilusão. Sabe-se que nada passa naquele Conselho que tenha a contestação de um dos cinco privilegiados que detém o poder de veto: EUA, Rússia, China, Reino Unido e França. Assim aconteceu várias vezes nos últimos tempos com relação às condenações à Rússia pela invasão da Ucrânia.


Assim é que, o que salta à vista, é que o mundo é dos poderosos. Trump já deixou Putin tomar conta da Ucrânia, na certeza de que ele irá chiar, mas não irá fazer nada com relação à sua atuação na Venezuela. E, com isto, a China vai se sentindo cada vez mais à vontade para sua determinação de tomar conta de Taiwan. Assim, o poder da lei é suplantado pelo poder das armas.

Correio do Povo

Edmundo González Urrutia vê captura de Maduro como avanço, mas cobra respeito ao resultado eleitoral

 


O opositor venezuelano Edmundo González Urrutia declarou neste domingo (4) que a captura de Nicolás Maduro representa “um passo importante” para a normalização da Venezuela, mas ressaltou que a medida “não é suficiente”. Em mensagem publicada no Instagram, o político exilado na Espanha reforçou o apelo para que seja reconhecida a vitória que reivindica nas eleições presidenciais de 2024.

📌 Contexto eleitoral

  • A oposição afirma que González Urrutia venceu o pleito de julho de 2024 e denuncia como fraudulenta a reeleição de Maduro para um terceiro mandato.

  • O Conselho Nacional Eleitoral declarou Maduro vencedor sem apresentar provas, alegando um “ataque informático” que teria comprometido os dados. O site oficial segue inacessível 18 meses depois.

🗣️ Condições para a normalização

Segundo González Urrutia, a verdadeira normalização só ocorrerá quando:

  • Todos os presos políticos forem libertados.

  • A vontade majoritária do povo venezuelano expressa nas urnas for respeitada.

⚖️ Situação atual

Maduro foi detido no sábado (3), junto com a esposa Cilia Flores, em uma operação militar dos Estados Unidos. Ele enfrenta acusações de narcotráfico e terrorismo na Justiça americana.

Após a captura, a Suprema Corte da Venezuela designou a vice-presidente Delcy Rodríguez como presidente interina, com apoio das Forças Armadas.

🎖️ Apelo aos militares

González Urrutia, que se apresenta como presidente legítimo, pediu às Forças Armadas que cumpram o mandato popular:

“Como comandante em chefe, lembro-lhes que sua lealdade é com a Constituição, com o povo e com a República.”

Fonte: Correio do Povo