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Governo publica decreto que abre caminho para socorro aos Correios e outras estatais não dependentes
Em meio à crise enfrentada pelos Correios, o governo federal editou um decreto que permite que estatais não dependentes em dificuldades operacionais apresentem planos de reequilíbrio econômico-financeiro, com possibilidade de aporte futuro do Tesouro Nacional.
Segundo o Ministério da Gestão, o novo mecanismo cria “um caminho estruturado para que empresas estatais federais enfrentem desafios conjunturais sem serem, de imediato, reclassificadas como dependentes do Tesouro”.
🔹 Regras do plano
A aprovação dependerá da apresentação de medidas de ajuste em receitas e despesas, garantindo melhoria financeira e manutenção da condição de não dependência.
O plano deverá passar por:
Conselho de Administração e Conselho Fiscal da empresa.
Análise técnica e aprovação do ministério supervisor.
Decisão final da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR).
O acompanhamento será feito semestralmente, para verificar cumprimento de metas e cronogramas.
O decreto foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União nesta terça-feira (9) e altera norma de junho de 2025 sobre transição entre estatais dependentes e não dependentes.
🔹 Situação dos Correios
A estatal acumula R$ 6,05 bilhões de prejuízo até setembro.
Negocia empréstimo bilionário para cobrir perdas até 2026, financiar Programa de Demissão Voluntária (PDV), investir, rolar dívidas e regularizar pendências com fornecedores.
O Tesouro rejeitou proposta de empréstimo de R$ 20 bilhões oferecida por cinco bancos, com juros de 136% do CDI.
O governo exige taxa máxima de 120% do CDI.
Paralelamente, o governo avalia um aporte financeiro para reforçar o caixa da empresa em 2025. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o valor ainda não está definido e pode ser inferior a R$ 6 bilhões.
📌 A medida busca evitar que o apoio às estatais se torne um subsídio permanente, incentivando as empresas a retomarem o equilíbrio financeiro dentro do prazo estabelecido.
Fonte: Correio do Povo
Estudo aponta Flamengo e Palmeiras como clubes mais valiosos do Brasil em 2025; Inter e Grêmio aparecem no TOP 15
A consultoria Sports Value divulgou a sexta edição do estudo “Valuation TOP 30 clubes do Brasil 2025”, que avalia o valor de mercado das principais instituições esportivas do país. O levantamento mostra que, juntos, os 30 clubes somaram R$ 47,4 bilhões, um crescimento de 15% em relação a 2024 e de 43% nos últimos três anos.
🔹 Flamengo e Palmeiras lideram
Flamengo: R$ 5,1 bilhões
Palmeiras: R$ 4,4 bilhões
Valor combinado: R$ 9,5 bilhões
Os dois clubes seguem disputando a liderança do ranking. O Flamengo possui a marca mais valiosa, enquanto o Palmeiras se destaca por ter mais ativos e elenco superior em valor. O estudo ressalta que, caso o Flamengo adquirisse o Maracanã ou construísse um novo estádio, a distância para o rival aumentaria significativamente.
🔹 Internacional
Posição: 8º lugar (queda de duas posições)
Valuation: R$ 2,6 bilhões
Receitas recorrentes em 2024: R$ 339 milhões
Receitas totais com transferências: R$ 517 milhões
Custos com futebol: R$ 404 milhões
Ativo total: R$ 1,5 bilhão
Dívidas: R$ 641 milhões
Observação: cálculo não inclui estádio próprio.
🔹 Grêmio
Posição: 11º lugar (mantido em relação ao ano anterior)
Valuation: R$ 1,8 bilhão
Receitas recorrentes em 2024: R$ 403 milhões
Receitas totais com jogadores: R$ 509 milhões
Custos com futebol: R$ 398 milhões
Ativo total: R$ 585 milhões
Dívidas: R$ 562 milhões
Projeção: em 2026, o clube deve dar um salto com a provável incorporação da Arena aos ativos.
📌 O estudo reforça a valorização contínua do futebol brasileiro e destaca a importância da gestão de ativos, receitas e dívidas para a posição dos clubes no ranking.
Fonte: Correio do Povo
Rússia confirma divisão do mundo
por Jurandir Soares
Se percebe como um acordo tático entre Estados Unidos, Rússia e China para a divisão do mundo entre si
Na coluna do último fim de semana, destaquei o que se percebe como um acordo tático entre Estados Unidos, Rússia e China para a divisão do mundo entre si, com cada um ficando absoluto em sua área de influência. A ratificação do acordo veio neste domingo, com o pronunciamento do porta-voz do governo russo, Dmitry Peskov, elogiando e concordando com a estratégia de defesa dos EUA, anunciada na sexta-feira, pelo presidente Donald Trump.
Ainda de acordo com Peskov, a esperança russa é de que essa estratégia “possa constituir uma garantia modesta para a capacidade de continuar, de forma construtiva, o trabalho conjunto para encontrar uma solução pacífica na Ucrânia”. Ou seja, a Rússia aceita a expansão e o domínio dos Estados Unidos nas Américas e os EUA aceitam a dominação russa sobre a Ucrânia e outros países da região.
DOUTRINA
Quanto à política anunciada por Trump, ela resgata em boa parte a Doutrina Monroe, que inicialmente fortaleceu o afastamento dos europeus da região e, posteriormente, embasou a influência norte-americana nos governos regionais, em alguns casos com interferência militar. A preocupação maior agora é com as migrações em massa e a segurança de fronteiras. “Após anos de negligência, os Estados Unidos agirão para restaurar a preeminência no Hemisfério Ocidental”, diz o documento.
MINÉRIOS
Fica subentendido também que as duas potências não irão se envolver no momento em que a China resolver colocar a mão sobre Taiwan. Hoje, há um certo contencioso com relação à presença chinesa no Canal do Panamá, o que vem sendo resolvido com a pressão que é exercida pelo governo Trump sobre o governo panamenho.
No âmbito das disputas com a China, estão os minérios. A questão fica muito clara quando o texto estabelece que um dos objetivos é “buscar acesso a recursos e a localizações estratégicas na região” e, para isso, “garantir que os países sejam razoavelmente estáveis e bem governados”. E se entenda por bem governados aqueles que se habilitarem a receber ajuda, cuja concessão fica condicionada “à redução de influência estrangeira adversária”.
EUROPA
Se tal estratégia está em conformidade com o que pensam as três grandes potências, o mesmo não ocorre com relação ao que pensa a Europa. Esta é temerosa do avanço russo. E vê Trump deixar de lado não só a Ucrânia, como também a própria aliança militar do Ocidente, ao declarar que a Otan não será ampliada, contrariando as esperanças do governo do ucraniano Volodimir Zelensky.
Assim como Trump também não está ligando para as preocupações específicas da Polônia e das repúblicas bálticas, Estônia, Letônia e Lituânia. A Polônia, que faz fronteira com a Ucrânia, passou a destinar 5% de seu PIB para a defesa. Já os países bálticos, embora façam parte da Otan, sentem que não receberão a proteção dos EUA no caso de uma invasão russa. Considerando que, entre Polônia e Lituânia, situa-se o enclave de Kaliningrado, onde a Rússia possui a sua poderosa base naval do Báltico.
GUERRA
A Europa, sabidamente, não quer abandonar a Ucrânia, porém não consegue, sozinha, enfrentar a Rússia. Com isto, tenta convencer os EUA a não abandonar o Velho Continente. Posição referendada pela chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, a qual ressaltou que os EUA continuam sendo o maior aliado da Europa.
O que pode resultar deste novo quadro de relacionamento entre as três potências é evitar aquilo que o papa Leão XIV advertiu que estamos construindo gradativamente: uma Terceira Guerra Mundial. O confronto na Ucrânia, inquestionavelmente, está levando para essa situação. Só não chegará a esse ponto se a Rússia for contemplada com o ganho territorial na Ucrânia que objetiva. Com a compensação pelo lado dos Estados Unidos de não só de ficar livre de um confronto com a Rússia, mas também ter o aceite de Moscou para sua nova “Estratégia Nacional de Segurança”. E a China, de sua parte, sente que ninguém se oporá à sua reivindicação histórica sobre Taiwan.
Correio do Povo
Hugo Motta anuncia avanço em pautas pendentes e cita possível cassação de Eduardo Bolsonaro
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta terça-feira (9) que pretende dar andamento a pautas que aguardam desfecho antes do recesso parlamentar. Entre elas está o projeto da Dosimetria, além de processos envolvendo parlamentares com pendências, incluindo casos de dois deputados considerados fugitivos e um que abandonou o mandato.
🔹 Caso Eduardo Bolsonaro
Durante a reunião de líderes, Motta destacou a situação do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos Estados Unidos desde março. Segundo o presidente da Câmara, o parlamentar já atingiu o número de faltas suficiente para a cassação de seu mandato, e o caso será analisado pela mesa diretora.
“O deputado Eduardo Bolsonaro já tem o número de faltas que são suficientes para a cassação do seu mandato. Como todos sabem, ele está no exterior por decisão dele. Foi para os Estados Unidos, não tem frequentado as sessões da Casa. É impossível o exercício do mandato parlamentar fora do território nacional”, declarou Motta.
📌 A decisão de avançar com os processos reforça a intenção da presidência da Câmara de encerrar pendências políticas e administrativas antes do recesso legislativo.
Fonte: Correio do Povo
Como Divulgar Link de Afiliado Magazine Luiza do Jeito Certo Para Realizar Vendas
Tarifas dos EUA podem gerar prejuízo de US$ 900 milhões à indústria gaúcha em 2026
A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) voltou a alertar para os impactos da manutenção das tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Segundo o presidente da entidade, Cláudio Bier, e o economista-chefe, Giovani Baggio, o cenário tarifário representa uma das maiores ameaças à indústria gaúcha em 2026.
🔹 Perdas já registradas
De acordo com Baggio, no último quadrimestre as exportações do Rio Grande do Sul para os EUA recuaram em mais de US$ 250 milhões, afetando setores como tabaco, metal, madeira e calçados. A projeção da Fiergs é de que, caso as tarifas sejam mantidas, o prejuízo em 2026 ultrapasse US$ 900 milhões.
O economista destacou que a perda é exclusiva ao mercado americano, sem possibilidade de compensação em outros destinos. Muitos produtos já estavam encomendados quando as tarifas foram aplicadas, o que agravou o impacto.
“O problema das tarifas deve persistir no próximo ano. A flexibilização recente foi muito mais pela ótica americana, pelo impacto na inflação deles. Os produtos que nós exportamos aqui entram num terreno mais difícil”, explicou.
🔹 Posição da Fiergs
O presidente Cláudio Bier foi enfático ao avaliar a chance de reversão das tarifas:
“Nos mesmos patamares antigos eu acho muito difícil. Mas se tiver uma tarifa mais educada, que permita ao nosso empresário baixar um pouco o preço e eles pagarem um pouco mais lá, podemos chegar a um denominador comum.”
Bier revelou que a Fiergs tem atuado junto a compradores americanos para pressionar o governo dos EUA.
“Estamos contratando lobistas para trabalhar junto aos compradores, para que eles pressionem o governo, como já aconteceu com a celulose, que fez o papel higiênico triplicar de preço e, com isso, os fornecedores gritaram muito.”
Apesar dos esforços, o dirigente reconheceu que o tema seguirá como um dos principais desafios para a indústria gaúcha em 2026.
📌 O setor industrial do Rio Grande do Sul enfrenta um cenário de incerteza, com forte dependência das decisões tarifárias americanas para manter sua competitividade internacional.
Fonte: Correio do Povo
Ciclone extratropical provoca alagamentos em ruas de Osório
A passagem de um ciclone extratropical causou alagamentos em diversas áreas de Osório na tarde desta terça-feira (9). As regiões mais afetadas foram o Centro e os bairros Porto Lacustre e Sulbrasileiro, especialmente nas ruas próximas ao arroio Vicente, que transbordou com a intensidade das chuvas.
Segundo a prefeitura, equipes da Secretaria de Obras atuam no bloqueio dos acessos às áreas mais atingidas e realizam o monitoramento do arroio, além de um levantamento detalhado dos pontos críticos.
🔹 Chuvas intensas
Ao longo do dia, a precipitação foi elevada e provocou alagamentos em locais que nunca haviam sido atingidos anteriormente, conforme relato da administração municipal.
No fim da tarde, a chuva voltou a cair com força, agravando a situação em algumas áreas.
📌 A prefeitura reforça que as equipes seguem mobilizadas para garantir a segurança da população e minimizar os impactos do fenômeno climático.
Fonte: Correio do Povo
Defesa Civil registra 14 municípios com danos após temporais no Rio Grande do Sul
O número de cidades que reportaram estragos à Defesa Civil do Rio Grande do Sul após os fortes temporais entre segunda (8) e terça-feira (9) chegou a 14, conforme boletim divulgado na tarde desta terça. No informe anterior, eram 12 municípios. Os principais danos incluem destelhamentos, quedas de árvores e alagamentos.
🔹 Chuvas e ventos
Em 12 horas, os maiores acumulados de chuva foram registrados em:
Camaquã: 127 mm
Cristal: 125 mm
Barra do Ribeiro: 115 mm
Em Camaquã, moradores do bairro Getúlio Vargas, próximo à BR-116, precisaram ser retirados de casa após alagamentos.
Rajadas de vento também foram registradas em:
Tramandaí: 67 km/h
Pelotas: 66,7 km/h
🔹 Municípios afetados
Antônio Prado – danos em telhados de quatro casas e queda de árvores.
Barão – falta de energia em todo município e incêndio em residência após curto-circuito.
Caxias do Sul – telhados de cinco casas danificados, destelhamento de galpão e alagamento em rua.
Estrela – telhado de galpão atingiu rede elétrica em Linha São Jacó Bainha.
Farroupilha – danos em telhado de residência, família desalojada e falta de energia em três bairros.
Flores da Cunha – 43 residências afetadas, além de igreja, UBS, escola e comércios em Alfredo Chaves.
Garibaldi – duas casas atingidas por árvores, postes caídos e incêndio em entrada de energia.
Gentil – danos em cinco casas, três galpões e na Casa do Artesão.
Lajeado – telhado de prédio danificado no bairro Florestal.
Nova Pádua – danos em três casas, queda de árvores e falta de energia; quatro pessoas alojadas em familiares.
Pinto Bandeira – telhados de duas casas danificados.
São Vendelino – queda de árvores, vias obstruídas e falta de energia.
Taquari – árvore caiu sobre residência, removida para colocação de lona.
Teutônia – danos em três casas e queda de árvores; uma pessoa alojada em familiares.
📌 A Defesa Civil segue monitorando os impactos e prestando apoio às comunidades atingidas, enquanto equipes municipais trabalham na distribuição de lonas, corte de árvores e restabelecimento da energia elétrica.
Fonte: Correio do Povo
Defesa Civil confirma tornado em Flores da Cunha
O Centro de Monitoramento da Defesa Civil Estadual confirmou que o fenômeno registrado na tarde de segunda-feira (8) em Flores da Cunha, na Serra Gaúcha, foi um tornado. A conclusão veio após análise de imagens coletadas pelas equipes do Departamento de Gestão de Desastres, que atuam na região desde o ocorrido.
🔹 Caracterização do fenômeno
Imagens aéreas da comunidade de Alfredo Chaves, no interior do município, mostraram destroços lançados em diferentes direções, padrão típico de tornados.
Dados meteorológicos das 17h30 indicaram tempestade com alta refletividade sobre a área atingida, com ventos que provavelmente superaram 100 km/h.
Pouco antes, às 17h10, o Centro de Operações havia emitido alerta laranja para Flores da Cunha, prevendo tempestade, vento e granizo.
🔹 Danos registrados
Estruturas de estufas agrícolas foram destruídas.
Mais de 20 parreirais foram derrubados.
O refeitório de uma escola e o hospital da cidade sofreram impactos.
🔹 Ações de resposta
Órgãos estaduais reforçaram o trabalho da Defesa Civil, Bombeiros e Brigada Militar.
Um gabinete de crise foi instalado para coordenar as ações.
Não há bloqueios nas estradas do interior.
A prefeitura segue contabilizando os prejuízos e orienta moradores que precisarem de lonas a procurar a Guarda Civil Municipal, no bairro União.
As aulas foram mantidas nesta terça-feira (9).
📌 A confirmação do tornado reforça a gravidade do evento climático e mobiliza autoridades locais para atender a população afetada.
Fonte: Correio do Povo





