Flávio e Michele Bolsonaro trocam desculpas

 

Kit Chimarrão Grêmio – Cuia, Bomba e Garrafa Térmica “Dá-lhe Tricolor”

 


🔹 Descrição do Produto

Leve sua paixão pelo Grêmio para os momentos de chimarrão com este kit exclusivo composto por cuia artesanal em madeira nobre de imbuia, bomba em inox e garrafa térmica Termolar. Um conjunto completo que une tradição, qualidade e identidade tricolor.

🔹 Cuia

  • Material: Madeira nobre de imbuia

  • Altura: 12 cm (aprox.)

  • Diâmetro da boca: 10,5 cm | Base: 5,8 cm

  • Peso: 0,370 kg

  • Cor: Azul perolizado com pintura premium de alta qualidade

  • Produto artesanal: pode apresentar variações de medidas e tonalidades

🔹 Bomba

  • Material: Inox 304

  • Tamanho: 23 cm

  • Modelo: Chata com cesto fixo e sem biqueira

  • Gravação: A laser, resistente e durável

  • Marca: Alma Gaúcha

  • Produto licenciado com selo oficial

  • Embalagem em caixa personalizada – ideal para presente

🔹 Garrafa Térmica

  • Marca: Termolar

  • Material externo: Plástico | Interno: Vidro

  • Capacidade: 1,8 L

  • Altura: 38 cm | Diâmetro: 13,5 cm

  • Conservação térmica: líquidos quentes por até 12h e frios por até 24h

  • Produto licenciado com selo oficial

  • Estampa com a frase: “Dá-lhe Tricolor”

🔹 Conteúdo da Embalagem

  • 1 Cuia artesanal

  • 1 Bomba em inox

  • 1 Garrafa térmica

📌 Um kit completo para quem valoriza o chimarrão e quer demonstrar sua paixão pelo Grêmio em cada detalhe.

Link para comprar: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/kit-chimarrao-bomba-cuia-e-termica-da-lhe-tricolor-gremio-gastrobel/p/gh4cgb7584/ud/kcht/?seller_id=gastrobelequipamentos

TIRANIA NA POTÊNCIA MÁXIMA

 TIRANIA MÁXIMA

Aqui entre nós, por mais que os ministros do STF estejam sambando -SEM PARAR- no picadeiro da -TIRANIA MÁXIMA-, o QUE REALMENTE IMPRESSIONA é que as demais -AUTORIDADES CONSTITUÍDAS -pessoas ou órgãos que recebem -PODER LEGAL- (conferido por lei) para exercer funções em nome do Estado, como MINISTROS, JUÍZES, POLICIAIS E CHEFES DE GOVERNO-, NÃO SE MOSTRAM MINIMAMENTE INCOMODADOS. 

DEMOCRACIA

DE NOVO: Impressiona, e muito, porque em qualquer lugar do mundo que respira um pingo de -DEMOCRACIA-, QUALQUER AGENTE PÚBLICO, notadamente a POLÍCIA, deve ATUAR -estritamente- dentro dos LIMITES LEGAIS E CONSTITUCIONAIS. A propósito, o Artigo 144 da CF - define a segurança pública como DEVER DO ESTADO, mas SUBORDINA AS AÇÕES POLICIAIS AOS PRINCÍPIOS DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO.

JURAMENTO

Vale lembrar que a AUTORIDADE POLICIAL - ao assumir as FUNÇÕES PERTINENTES AO CARGO, PRESTA -JURAMENTO- PROMETENDO -EXCERCER A PROFISSÃO COM TOTAL FIDELIDADAE AOS PRECEITOS DA ÉTICA, RESPEITANDO A LIBERDADE E A DIVERSIDADE DE IDEIAS-. Mais: PROMETE RESPEITAR E DEFENDER: A VIDA, A PAZ, OS DIREITOS HUMANOS.

ESTADO TIRANO

Ora, para qualquer entendedor, POLICIAL, para cumprir uma ORDEM DE PRISÃO, antes de tudo precisa ter a certeza de que está COMENTENDO UM ATO LEGAL, DEVIDAMENTE RESPALDADO PELA CONSTITUIÇÃO. Assim se fizer algo fora do limite da lei, ele passa a ser uma AUTORIDADE DO ESTADO TIRANO, que abusa do poder, oprime os cidadãos e toma decisões de forma ilegítima ou arbitrária. 


Pontocritico.com

FRASE DO DIA - 05.12.2025

 Ética é a concepção dos princípios que eu escolho, Moral é a sua prática.

- Mário Cortella

Crise no Beira-Rio: rebaixamento ameaça empurrar Inter ao colapso financeiro

 


O Internacional vive dias de turbulência que vão além do campo. À beira de um novo rebaixamento à Série B, o clube enfrenta um cenário que pode desencadear não apenas um golpe esportivo, mas também um colapso econômico, em meio a dívidas bilionárias e receitas no limite.

🔹 Risco de colapso financeiro

Nos bastidores, a preocupação é grande. Caso o descenso se confirme neste domingo (7), após o jogo contra o Bragantino, o Inter pode ser empurrado para uma situação de default — incapaz de honrar compromissos básicos — ou até mesmo para um pedido de recuperação judicial, caminho já adotado por outros clubes brasileiros.

Especialistas apontam que equipes rebaixadas à Série B sofrem rápida perda de receitas. As estimativas mais conservadoras indicam uma queda de 30% a 50% nos ganhos recorrentes. Para um clube endividado como o Inter, o impacto seria devastador.

🔹 Dívidas e déficit acumulados

O clube convive há mais de uma década com um passivo sufocante e deve encerrar o ano com dívidas próximas de R$ 1 bilhão, que geram cerca de R$ 80 milhões anuais em juros.

Nem mesmo uma temporada de receitas robustas — R$ 621 milhões em 2024, impulsionadas por uma venda recorde de jogadores que somou R$ 258,3 milhões — foi suficiente para equilibrar as contas. O balanço fechou com déficit de R$ 34,5 milhões.

🔹 Impacto imediato do rebaixamento

  • Direitos de transmissão: redução de até 90% dos valores. Em vez dos atuais R$ 195,5 milhões, o clube receberia apenas uma fração.

  • Patrocínios: retração esperada. O principal parceiro, o Banco Alfa, que desembolsa R$ 50 milhões anuais, já deixou de pagar a parcela de outubro e se aproxima do segundo mês de inadimplência.

  • Quadro social e bilheteria: tendência de queda acentuada.

  • Elenco: desvalorização dos atletas, com negociações menos lucrativas a partir da Série B.

🔹 O temor do “default”

No ambiente econômico, default significa a incapacidade de cumprir obrigações financeiras, como pagamento de empréstimos, fornecedores, impostos ou direitos. As dívidas se acumulam, os prazos se estendem, os juros disparam e instala-se um ciclo vicioso.

📌 Esse é o fantasma que hoje ronda o Beira-Rio, em meio à ameaça concreta de rebaixamento e ao risco de colapso financeiro.

Fonte: Correio do Povo

Racha no vestiário expõe crise e empurra Inter para a beira do rebaixamento

 


O clima no Internacional voltou a evidenciar os problemas internos do elenco durante a derrota por 3 a 0 para o São Paulo, na noite de quarta-feira (3), na Vila Belmiro. No intervalo, quando o placar já marcava 2 a 0 para os paulistas, o meia Juninho foi alvo de cobranças duras dos próprios companheiros, em uma discussão que simboliza a queda técnica e emocional da equipe, cada vez mais próxima da Série B.

🔹 Conflitos recorrentes

O episódio não foi isolado. Ele se soma a uma série de desentendimentos que escancaram a desagregação do grupo colorado:

  • Primeiro turno: após a goleada por 4 a 1 para o Palmeiras, Mercado e Carbonero brigaram no vestiário, chegando às vias de fato.

  • Salvador: depois da partida contra o Bahia, D’Alessandro e Bernabei discutiram de forma áspera, revelando relações pessoais deterioradas. O lateral ainda foi envolvido em denúncias de infidelidade, aumentando a tensão no elenco.

Esses episódios mostram que não se trata apenas de um elenco desconectado, mas de um grupo sem afinidade, incapaz de cooperação e fragilizado emocionalmente diante da pressão da tabela.

🔹 Tentativas frustradas da direção

Em setembro, a direção promoveu uma atividade em um hotel em Viamão, divulgada como encontro de integração com psicólogo e comissão técnica. O objetivo era “romper a rotina” e reaproximar jogadores e dirigentes. No entanto, a iniciativa não surtiu efeito: a falta de sintonia e a ausência de liderança interna persistiram, enquanto os resultados em campo continuaram negativos.

🔹 Abel Braga e a percepção da crise

Na sua apresentação como técnico, no último domingo, Abel Braga tentou minimizar os rumores de racha:

“Não escutei de ninguém que o vestiário está rachado. Se estiver rachado, a dificuldade vai ser maior. Mas eu senti o contrário. Os jogadores sorrindo, com um ou outro mais sério. Mas a coisa correu bem.”

Cinco dias depois, convivendo com o elenco, a realidade mostra o oposto. O racha não era boato e segue sendo a principal explicação para um Inter que, além de tropeçar dentro de campo, implode fora dele.

📌 A crise interna e os conflitos no vestiário reforçam o cenário dramático do Inter, que vê o rebaixamento deixar de ser risco e se tornar destino provável.

Fonte: Correio do Povo

Depois do Ceará, família Bolsonaro pacificada - Alexandre Garcia

 



CPMI do INSS rejeita convocação de filho do presidente Lula

 


A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS rejeitou nesta quinta-feira (4) o requerimento que solicitava a convocação de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para prestar esclarecimentos ao colegiado. A proposta foi derrotada por 19 votos a 12, com articulação da base governista.

🔹 Origem do pedido

O requerimento foi apresentado pelo deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) e se baseava em registros de que João Muniz Leite, ex-contador da família Lula da Silva, teria recebido R$ 120 mil de Ricardo Bimbo, dirigente do PT.

Bimbo, por sua vez, foi beneficiado por repasses de uma empresa suspeita de integrar esquema de descontos ilegais a aposentados.

“A coincidência temporal entre os repasses da ADS, os pagamentos realizados por Bimbo e o vínculo direto desse contador com Lulinha é grave e exige esclarecimento imediato”, dizia o texto do requerimento.

🔹 Investigações paralelas

O documento também citava que João Muniz Leite é investigado pelo Ministério Público de São Paulo por suspeita de lavagem de dinheiro para o PCC.

Atualmente, Lulinha vive na Espanha, onde atua profissionalmente na área de tecnologia.

📌 Com a rejeição, o filho do presidente não será convocado pela CPMI, que segue suas investigações sobre irregularidades ligadas ao INSS.

Fonte: Correio do Povo

Delegação do Inter desembarca em Porto Alegre sob clima de tensão e foco no duelo contra o Bragantino

 


A delegação do Internacional desembarcou nesta quinta-feira (4) no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, em meio ao clima de pressão que reflete a atual situação do clube. Após a derrota por 3 a 0 para o São Paulo, na Vila Belmiro, que manteve o time na luta contra o rebaixamento à Série B, os jogadores evitaram a saída tradicional de passageiros e deixaram o local pela Avenida Sertório, seguindo diretamente para o CT Parque Gigante.

🔹 Segurança reforçada

A Brigada Militar iniciou a operação de segurança ainda antes das 15h, para prevenir possíveis manifestações de torcedores. No entanto, apenas um torcedor esteve presente, proferindo críticas à gestão do presidente Alessandro Barcellos.

“O sentimento principal é de indignação contra toda essa situação”, afirmou o torcedor, que preferiu não se identificar.

🔹 Saída discreta

Alguns membros da delegação optaram por deixar o aeroporto em veículos particulares, entre eles o diretor esportivo D’Alesandro e o vice de futebol José Olavo Bisol. O grupo seguiu para treinamento no CT, em preparação para o confronto decisivo contra o Bragantino, neste domingo, às 16h, no Beira-Rio.

🔹 Situação na tabela

O Inter ocupa a 18ª posição no Campeonato Brasileiro e precisa vencer os paulistas para manter chances de permanência na Série A. Além disso, depende de pelo menos dois resultados paralelos em quatro partidas que influenciam diretamente sua luta contra o rebaixamento.

📌 O desembarque discreto e a ausência de manifestações expressivas mostram o momento delicado vivido pelo clube, que encara o jogo contra o Bragantino como decisivo para o futuro na competição.

Fonte: Correio do Povo

Banco Central desiste de regular o Pix Parcelado e proíbe uso do nome oficial

 


Após sucessivos adiamentos, o Banco Central (BC) decidiu não criar regras específicas para o Pix Parcelado. A decisão foi anunciada nesta quinta-feira (4), em Brasília, durante reunião do Fórum Pix, que reúne cerca de 300 representantes do sistema financeiro e da sociedade civil.

Além de desistir da regulamentação, o BC proibiu que instituições financeiras utilizem o termo Pix Parcelado. No entanto, denominações semelhantes, como Pix no crédito ou Parcele no Pix, continuam permitidas.

🔹 O que é o Pix Parcelado

A modalidade funciona como uma linha de crédito com juros, já disponível no mercado. O consumidor realiza o pagamento instantâneo e o recebedor obtém o valor integral na hora, enquanto o cliente paga em parcelas com juros.

Cada banco define livremente taxas, prazos e condições, o que, segundo especialistas, aumenta o risco de endividamento. Apesar da semelhança com o parcelamento tradicional do cartão de crédito, trata-se de um empréstimo, com cobrança de juros desde o primeiro dia.

  • Taxas médias: cerca de 5% ao mês

  • Custo Efetivo Total (CET): aproximadamente 8% mensais

  • Problemas apontados: custos pouco transparentes, regras sobre atrasos indefinidas e cobrança das parcelas muitas vezes incluída na fatura do cartão.

🔹 Críticas à decisão

O Instituto de Defesa de Consumidores (Idec) classificou como “inaceitável” a decisão do BC de não estabelecer padrões para o Pix Parcelado. Para a entidade, a ausência de regras cria um ambiente de “desordem regulatória”, favorece abusos e amplia o risco de superendividamento.

Segundo o Idec, a proibição do nome é apenas uma medida cosmética:

“O consumidor continuará exposto a produtos de crédito heterogêneos, sem transparência mínima, sem salvaguardas obrigatórias e sem previsibilidade sobre juros ou procedimentos de cobrança.”

A entidade também alerta que, por estar associado à marca Pix, considerada confiável pelos brasileiros, o produto pode induzir decisões impulsivas e agravar o cenário já preocupante de endividamento das famílias.

“O Pix nasceu para democratizar pagamentos. Transformá-lo em porta de entrada para crédito desregulado coloca essa conquista em risco”, afirmou o Idec, que promete seguir pressionando por regras de padronização, segurança e transparência.

📌 A decisão do BC transfere ao mercado a responsabilidade pela autorregulação, deixando em aberto os próximos passos para garantir maior proteção aos consumidores.

Fonte: Correio do Povo