O SILÊNCIO DOS GARANTIDORES

 100 EDITORIAIS

Os desdobramentos do PAQUIDÉRMICO ROUBO nas contas de mais de NOVE MILHÕES DE APOSENTADOS DO INSS, que a -COMPRADA MÍDIA AMIGA DO GOVERNO- insiste em chamar de -DESCONTOS INDEVIDOS-, por mais que se queira e/ou se pretenda escrever de forma resumida, uma coisa já é mais do que certa e percebida: este tema não se esgota em, pelo menos, 100 EDITORIAIS. 


IMPRESSÕES DIGITAIS

Em meio ao CLIMA DO TERROR SINDICALISTA, onde até o irmão do presidente Lula está envolvido, como de resto já era mais do que esperado, o PT e seus fiéis aliados, cujas IMPRESSÕES DIGITAIS estão espalhadas por todos os cantos, insistem, sem sucesso, colocar TODA A RESPONSABILIDADE pelos ASSALTOS -que só eles são capazes de praticar- ao governo BOLSONARO. Pode?

ORDEM PÚBLICA

Enquanto isso, que não é pouco, o que mais enoja um enorme contingente do-LESADO POVO BRASILEIRO- é que nem mesmo o TENEBROSO ASSALTO aos APOSENTADOS DO INSS consegue sensibilizar aqueles que -CONSTITUCIONALMENTE- deveriam GARANTIR A ORDEM PÚBLICA. De novo: até agora, como se vê, nenhum dos flagrados e conhecidos ASSALTANTES foi preso. Enquanto isso, vários integrantes do movimento de 8 DE JANEIRO foram condenados e presos, com penas de mais de 14 anos de prisão. Que tal?  

CONFISSÃO EM NEW YORK

Aliás, nem mesmo a confissão aberta e sincera, que o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, fez ontem, em New York, confirmando todas as informações a respeito da interferência de uma potência estrangeira, no caso o governo americano de Joe Biden, nas eleições presidenciais brasileiras, trabalhando em conjunto com o STF e com o TSE para -DERROTAR BOLSONARO-, consegue mexer com o ânimo dos GARANTIDORES DA LEI E DA ORDEM. De novo, como diz o jornalista Políbio Braga, no seu blog, Barroso CONFESSOU que os americanos pressionaram os comandantes militares brasileiros para trabalharem contra Bolsonaro e que eles concordaram, já que dependem da ajuda dos Estados Unidos. Que tal? 

Pontocritico.com

FRASE DO DIA - 14.05.2025

 O silêncio é uma confissão.

- Camilo Castelo Branco

Vítimas de fraude do INSS podem contestar desconto a partir desta quarta; veja como

 Não haverá atendimento presencial nas agências para tratar dos descontos indevidos

Não haverá atendimento presencial nas agências para tratar dos descontos indevidos | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil


A partir desta quarta-feira, 14, beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) podem começar a contestar descontos indevidos no seu pagamento. Segundo o órgão, os aposentados e pensionistas passaram a ser informados desde terça, 13, sobre os valores e entidades que fizeram os descontos.

Todo esse processo de pedido de ressarcimento será feito pelo aplicativo Meu INSS ou pela central de atendimento telefônico 135. Se o segurado reconhecer os descontos feitos em seu pagamento, não precisará fazer nada. Se desconhecer, poderá contestar dentro dos próprios canais. Essa contestação será feita de forma automática, e o sistema irá acionar a associação para que justifique a cobrança.

Para aqueles que não tiverem acesso ao aplicativo, é possível fazer todo o processo por meio da central 135, segundo o instituto. Não haverá atendimento presencial nas agências para tratar dos descontos indevidos.

Veja como acessar a Central 135 e como baixar e usar o aplicativo do MEU INSS

Central 135

- Basta ligar para o número 135 para iniciar o atendimento. É necessário informar o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e confirmar alguns dados ao atendente. O atendimento telefônico está disponível de segunda a sábado, das 7h às 22h.

Aplicativo MEU INSS

- Se ainda não tiver o aplicativo instalado, acesse a loja de aplicativos do seu smartphone e procure por MEU INSS;

- O acesso é feito com o login e senha gov.br;

- Para fazer o cadastro é preciso CPF, nome completo, data de nascimento e responder algumas perguntas do seu cadastro junto ao INSS.

Ressarcimento

- Após instalar o aplicativo e fazer o cadastro, será necessário procurar a seguinte opção: Ressarcimento/Associações. Nela, o beneficiário deverá encontrar e clicar na seção específica para tratar de ressarcimentos ou questões relacionadas a associações dentro do aplicativo.

Confira passo a passo como fazer:

- Visualizar os vínculos e descontos: ao acessar a seção, o sistema mostrará ao beneficiário os vínculos que ele teve com associações e os respectivos descontos realizados em seus pagamentos;

- Informar o reconhecimento ou não: o beneficiário deverá analisar as informações apresentadas e indicar se reconhece ou não esses vínculos e descontos.

- Em caso de não reconhecimento: não é necessário juntar documentos; o beneficiário não precisará anexar nenhuma documentação nesse momento;

- INSS aciona a associação: o INSS notificará a instituição que informou a associação do beneficiário para que ela apresente a documentação comprobatória.

E se a associação tiver o aval do beneficiário para o desconto?

Se a associação tiver como comprovar que de fato o beneficiário contraiu esse empréstimo e autorizou o desconto, deverá fornecer ao INSS os seguintes documentos:

- Comprovação do vínculo com o beneficiário;

- Autorização para realizar os descontos;

- Cópia do documento de identificação do beneficiário.

E se a associação não conseguir comprovar?

Caso a associação não consiga comprovar a regularidade dos descontos, ela terá um prazo de 15 dias úteis para efetuar o pagamento dos valores descontados indevidamente ao beneficiário.

As associações que não realizarem os pagamentos dentro do prazo serão encaminhadas para a Advocacia-Geral da União (AGU). A AGU tomará as medidas judiciais cabíveis, incluindo o bloqueio de bens para garantir o ressarcimento dos valores aos beneficiários.

Entenda os descontos indevidos

A atual crise no INSS é a mais recente no histórico do órgão, que convive com fraudes desde a sua criação, nos anos 1990. Apesar de ter sido deflagrada pela Polícia Federal (PF) e Controladoria Geral da União (CGU) em abril deste ano, os indícios de irregularidades já eram conhecidos desde o ano de 2018, ainda no governo do ex-presidente Michel Temer.

A auditoria da CGU mostrou que o valor dos débitos saltou 34% em 2018, mas caiu nos dois anos seguintes, em 2019 e 2020. Depois disso, voltou a subir a partir de 2021, na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em 2023, aumentou 84%, para disparar 119% em 2024, já no governo Lula.

Ainda em 2023, a CGU deu início a uma série de apurações sobre o aumento do número de entidades e dos valores descontados dos aposentados. Foram realizadas auditorias em 29 entidades que tinham Acordos de Cooperação Técnica (ACTs) com o INSS. Também foram realizadas entrevistas com 1.300 aposentados que tinham descontos em folha de pagamento.

Foi então que a CGU descobriu que a entidades não tinham estrutura operacional para prestar os serviços que ofereciam aos beneficiários e que, dos entrevistados, a maioria não havia autorizado os descontos. A CGU também identificou que 70% das 29 entidades analisadas não tinham entregue a documentação completa ao INSS, segundo relatório da Controladoria.

Operação Sem Desconto

A operação Sem Desconto, de abril deste ano, cumpriu 211 mandados de busca e apreensão cumpridos e outros 6 mandados de prisão temporária, sendo 3 cumpridos e 3 alvos foragidos.

No processo, 11 entidades associativas foram alvo de medidas judiciais. Em troca dos descontos mensais, elas afirmam que prestam serviços dos mais diversos tipos, como assistência funerária, consultas médicas e 'maridos de aluguel' (reparos em residências). Confira abaixo o nome das entidades e a data dos acordos firmados.

- Contag (1994);

- Sindnapi/FS (2014);

- Ambec (2017);

- Conafer (2017);

- AAPB (2021);

- AAPPS Universo (2022);

- Unaspub (2022);

- APDAP Prev (anteriormente denominada Acolher) (2022);

- ABCB/Amar Brasil (2022);

- CAAP (2022);

- AAPEN (anteriormente denominada ABSP) (2023).

A operação abriu uma nova crise institucional e política no governo.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

ALTO RISCO

 COMUNICADO DO U.S. DEPARTMENT OF STATE

Ontem, não por acaso, o Departamento de Estado dos EUA emitiu um comunicado advertindo seus cidadãos para que não viajem para a VENEZUELA. Mais: por conta do ALTO RISCO DE DETENÇÃO INJUSTA, TORTURA, TERRORISMO E OUTROS CRIMES, além de INFRAESTRUTURA DE SAÚDE PRECÁRIA, o U.S. Department of State orienta os americanos que vivem no país a deixá-lo imediatamente.



ALTO PERIGO

Ao afirmar que -NÃO EXISTE UMA MANEIRA SEGURA DE VIAJAR PARA A VENEZUELA-, esta DETERMINAÇÃO é tida e havida como o nível MAIS ALTO DE PERIGO ENTRE OS AVISOS DE VIAGEM EMITIDOS PELO -U.S.DEPARTMENT OF STATE-. Com isso, como informa o comunicado, "SE VOCÊ DECIDIR VIAJAR PARA A VENEZUELA, TRATE DE PREPARAR UM TESTAMENTO E DESIGNAR BENEFICIÁRIOS DE SEGURO APROPRIADOS"-.



FATO IRRETORQUÍVEL

Ora, levando em conta o alto grau de irmandade, simpatia e colaboração mútua entre os GOVERNOS -LULA e MADURO-, tudo leva a crer que, em breve, o U.S. DEPARTMENT OF STATE acabará emitindo um COMUNICADO idêntico orientando seus cidadãos para que NÃO VIAGEM PARA O BRASIL. Afinal, mais do que sabido e comprovado, a CRIMINALIDADE é tudo que mais cresce no nosso empobrecido Brasil. E para piorar ainda mais, é mais do que inegável o -FATO IRRETORQUÍVEL- de que os nossos maiores e exemplares CRIMINOSOS gozem de total impunidade e/ou proteção, tanto do GOVERNO quanto da Suprema Corte. 



CÂMBIO, CORRUPÇÃO E CRIME

A propósito: ontem, o enviado especial para América Latina do governo Donald Trump, Mauricio Claver-Carone, criticou a baixa visibilidade econômica do Brasil no exterior, e afirmou que o Brasil tem TRÊS PROBLEMAS PARA ATRAIR INVESTIMENTOS DOS EUA: CÂMBIO, CORRUPÇÃO E CRIME.

"O Brasil enfrenta três problemas. E eu vou dizê-los nesta ordem. E se você perguntar a qualquer investidor aqui em Nova York —e quando criei meu fundo, literalmente conversei com todos os principais fundos de investimento— perguntei: 'O que vocês estão fazendo com isso?' E eles disseram: 'Nada, exceto Brasil. Fomos ao Brasil e depois saímos.' Por quê? Eu os chamo dos três C’s. Mas é o primeiro que é realmente o mais difícil: CÂMBIO, afirmou.

O segundo ponto crítico é o CRIME, sobretudo o organizado. O investidor destacou que há disposição da atual administração americana para colaborar com o governo brasileiro no combate a facções criminosas como o PCC e o Comando Vermelho.

"Estamos trabalhando muito de perto com o governo atual para enfrentar esse problema", disse.

Por fim, o terceiro "C" citado é a CORRUPÇÃO. Apesar dos avanços institucionais desde a Operação Lava Jato, o tema ainda pesa na percepção internacional sobre o Brasil. "Mesmo com as melhorias, a reputação construída ao longo dos anos ainda afeta a confiança dos investidores", afirmou.

"Vocês são a segunda maior economia do Hemisfério Ocidental, mas pergunte a qualquer um em Nova York quem está atrás dos EUA. Vão dizer Canadá ou México. Ninguém responde Brasil", afirmou, destacando que isso mostra um problema de imagem e comunicação.


Pontocritico.com

Governo estuda usar recursos públicos para ressarcir vítimas de fraude, diz INSS

 Segundo presidente do instituto, a devolução do dinheiro aos aposentados e pensionistas não tem prazo definido e depende de uma decisão judicial

Waller disse que governo já acionou a Justiça para o bloqueio dos bens das associações | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil / CP


O presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Gilberto Waller Júnior, afirmou nesta terça-feira que o governo federal estuda se utilizará recursos públicos para ressarcir as vítimas do esquema fraudulento de descontos indevidos. Segundo ele, a devolução do dinheiro aos aposentados e pensionistas não tem prazo definido e depende de uma decisão judicial. As declarações ocorreram em entrevista à Globonews.

Waller disse que o governo já acionou a Justiça para o bloqueio dos bens das associações. “A gente precisa saber qual o valor do prejuízo. É R$ 1 bilhão, R$ 2 bilhões, R$ 3 bilhões?”, questionou.

“Nós estamos comprometidos a ressarcir de maneira rápida e a gente depende agora de uma decisão judicial.”

Segundo o presidente do INSS, o que a Advocacia-Geral da União (AGU) vem pedindo é bloqueio desses bens e a "possibilidade de venda imediata para utilizar” no ressarcimento das vítimas. “Quando a gente souber do montante, a gente vai verificar se aquele valor aprendido, bloqueado, é o suficiente. E daí vai um passo adiante: vamos adiantar esse dinheiro e depois ressarcir o orçamento utilizado? Isso está sendo discutido.” Ao responder se haveria um prazo predefinido para o governo ressarcir, Waller disse que não, “porque a gente precisa levantar em perspectiva qual é esse valor, o quanto a gente vai ter de gasto”.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Refrigerante e pedras nos rins: quais os perigos e os sintomas da doença

 Urologista explica os malefícios da bebida e quais são as pessoas mais propensas a ter pedras no rins

Consumo de refrigerantes aumenta em 33% o risco de formação de cálculos urinários | Foto: Gary Zhang / Unsplash / CP


Recentemente, um vídeo viralizou nas redes sociais mostrando um caso impressionante: um paciente que consumia de dois a três litros de refrigerante por dia precisou passar por cirurgia para remover 35 pedras da bexiga. A cena chocante expôs não apenas a gravidade da situação, mas também a urgência de repensarmos o consumo dessas bebidas aparentemente inofensivas.

Para o urologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), Alexandre Sallum Bull, o caso é emblemático e serve de alerta para todos que ainda acreditam que tomar refrigerante “só de vez em quando” não faz mal.

“Refrigerante é uma das bebidas mais agressivas para o sistema urinário. Ele altera o pH da urina, estimula a perda de minerais pelos rins, favorece a cristalização de substâncias como cálcio, fosfato e oxalato — e isso, com o tempo, vira pedra. E pedra vira dor, infecção e, nos casos mais graves, cirurgia.”

O que há de tão perigoso no refrigerante?

Por trás do sabor adocicado e da sensação refrescante, o refrigerante esconde um coquetel de substâncias prejudiciais ao trato urinário. Veja algumas delas:

👉Ácido fosfórico: Presente especialmente nos refrigerantes à base de cola, altera o equilíbrio ácido-base da urina e aumenta a excreção de cálcio pelos rins, um dos principais componentes das pedras.

👉Açúcar em excesso: Altas doses de glicose afetam o metabolismo do cálcio e podem aumentar a produção de urina rica em minerais cristalizáveis.

👉Cafeína: Presente em muitos refrigerantes, tem efeito diurético leve, que pode aumentar a desidratação, reduzindo o volume urinário e favorecendo a concentração de sais na urina.

E isso sem mencionar os refrigerantes zero ou diet, que embora não contenham açúcar, mantêm o ácido fosfórico e adoçantes artificiais, também suspeitos de afetarem a microbiota intestinal e o metabolismo renal.

O caminho até a formação das pedras

Nos rins, substâncias como cálcio, oxalato e ácido úrico são naturalmente excretadas pela urina. Quando estão em equilíbrio e diluídas, tudo funciona bem. Mas quando a concentração aumenta e a urina está mais ácida ou em menor volume, esses cristais se aglomeram e nascem os temidos cálculos renais.

“Beber refrigerante em excesso é como despejar ácido sobre um sistema que deveria ser equilibrado. Com o tempo, os rins reagem da única forma que sabem: formando pedras para tentar conter o excesso de toxinas e sais,” explica Alexandre Sallum.

Sintomas de quem está formando pedras nos rins

A formação de cálculos pode ser silenciosa no início, mas conforme as pedras crescem ou se movimentam, os sintomas aparecem e costumam ser intensos:

👉Dor lombar forte, em cólica, que pode irradiar para a virilha;

👉Urina com sangue ou turva;

👉Urgência urinária e sensação de bexiga cheia;

👉Náuseas e vômitos;

👉Infecções urinárias recorrentes.

No caso do paciente que viralizou, as pedras não estavam nos rins, mas acumularam-se na bexiga, gerando um quadro raro, mas grave, que exigiu cirurgia aberta.

Quem consome refrigerante está mais propenso a ter pedras?

Estudos mostram que o consumo frequente de refrigerantes está associado a um aumento de até 33% no risco de formação de cálculos urinários. E o risco é ainda maior em pessoas que:

👉Têm histórico familiar de pedra nos rins;

👉Bebem pouca água;

👉Têm dietas ricas em sódio, proteínas animais e alimentos industrializados;

👉São sedentárias ou com sobrepeso.

Prevenção: o que realmente funciona

A boa notícia é que formar pedra nos rins não é inevitável. Com cuidados simples e consistentes, é possível prevenir o problema, mesmo em pessoas predispostas.

👉Beba bastante água

Manter-se hidratado é a forma mais eficaz de diluir a urina e impedir a formação de cristais. A meta? Pelo menos 2 a 2,5 litros de água por dia, ou até mais se o clima estiver quente ou você praticar atividades físicas.

👉Evite refrigerantes e bebidas adoçadas

Troque refrigerante por água com limão, chás naturais (sem açúcar), água de coco, kombucha ou sucos naturais.

👉Reduza o sal e os embutidos

Dietas com excesso de carne vermelha e embutidos aumentam a excreção de ácido úrico, o que também favorece o surgimento de cálculos.

👉Inclua alimentos protetores

Frutas cítricas, como limão, laranja e acerola, aumentam o citrato urinário, um composto que impede a formação de cristais.

👉Consulte um urologista

Se você já teve pedra nos rins ou infecções urinárias, vale investigar o tipo de cálculo, os hábitos alimentares e, se necessário, fazer exames para personalizar sua prevenção.

O caso das 35 pedras retiradas da bexiga de um paciente que abusava do refrigerante não é uma história de azar é consequência de um hábito tóxico, mantido por anos, sem escuta nem orientação.

Você não precisa chegar a esse ponto. “Quando você elimina o refrigerante da sua rotina, não está apenas cortando uma bebida calórica. Está fazendo um gesto de respeito com seu corpo, com seus rins e com a sua saúde a longo prazo.”

Correio do Povo

Globo Em Crise? Lula Se Aproxima da China e Barroso Faz Revelações Impactantes em NY

 


Globo abandonando o barco? Lula busca apoio da ditadura chinesa e Barroso abre o jogo em NY


Tem chamado a atenção (e creio que até você tenha estranhado) os mais recentes posicionamentos do O Globo, o principal veículo de propaganda do regime petista. Entre o desespero de Lula em bajular a ditadura comunista chinesa e o "deslize" de Barroso ao confessar ter pedido intervenção de outra nação para agir nas eleições brasileiras, há algo importante. Mas o quê? Explico melhor no vídeo. Você ficará surpreso com a teoria que levanto ao final.

Vídeo de Leandro Ruschel

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=FBfVmMvH5DY

ATENÇÃO ⛔ O Flávio Dino está pronto para sofrer o Impeachment

 


ATENÇÃO ⛔ O Flávio Dino está pronto para sofrer o Impeachment

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=cBGapx-91sU

Esquerda facilitou descontos que roubaram aposentados

 

Previdência Social Foto: Henry Milleo/ Agência Brasil

Em meio às investigações da Polícia Federal que apontam desvios bilionários por meio de descontos indevidos em aposentadorias do INSS, cresce a disputa política sobre quem seria o responsável por criar o terreno legal para o roubo.


De um lado, parlamentares bolsonaristas, como o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), acusam a base do governo Lula de ter arquitetado o esquema.


Do outro, aliados do atual governo culpam o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) e sua base no Congresso por criarem brechas legais que teriam facilitado os desvios.


No entanto, uma análise detalhada nos registros da Câmara e do Senado da tramitação das medidas provisórias e leis sobre o assunto, publicada pela colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo, revela que parlamentares de partidos de esquerda, então na oposição, lideraram articulações no Congresso para alterar medidas provisórias e decretos do governo Bolsonaro.


A gênese das mudanças que abriram espaço para os descontos em massa está na Medida Provisória 871, editada por Bolsonaro em 2019. A MP tinha como objetivo, segundo o governo à época, combater fraudes e irregularidades na concessão de benefícios.


No entanto, durante sua tramitação no Congresso, partidos de esquerda apresentaram dezenas de emendas que enfraqueceram dispositivos de controle e fiscalização.


Essas emendas, muitas delas do PT, PCdoB e PSB, ampliavam prazos, de um ano para até cinco anos ou mais, para a revalidação de autorizações de descontos feitos por associações e sindicatos diretamente nos benefícios dos aposentados.


Ao menos 12 dessas emendas tinham trechos idênticos na exposição de motivos, que terminava com: “Assim, revalidar cada autorização anualmente torna o desconto da mensalidade social praticamente inviável”.


Durante a sessão que discutiu a MP, o senador Jaques Wagner (PT-RJ) usou argumento parecido.


 “Combater a corrupção ou chamar a aposentadoria indevida é bem-vindo. Mas não vamos jogar a criança junto com a água suja para fora. Em todas as instituições, seja em sindicato de trabalhador, seja em sindicato empresarial, você vai achar gente boa e gente ruim. Agora você simplesmente aniquilar a participação dos sindicatos, eu acho extremamente nocivo.”, disse.


O então relator da MP, deputado bolsonarista Paulo Eduardo Martins (PSC-PR), acatou parte dessas propostas.


Segundo fontes do antigo governo ouvidas por Malu Gaspar, o Planalto preferiu não vetar as alterações para evitar um revés no Congresso que poderia levar à perda total de fiscalização sobre o sistema.


Entre as entidades beneficiadas com os descontos está a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), que recebeu R$ 426 milhões apenas em 2023.


A entidade é atualmente uma das investigadas pela Polícia Federal no âmbito da Operação Sem Desconto, que apura os roubos nos benefícios previdenciários.


Em discurso à época da votação, quando as emendas da oposição (hoje governo) foram aprovadas, o deputado Carlos Veras (PT-SP), irmão do ex-presidente da Contag, exaltou o resultado das negociações no Congresso como fruto da mobilização do partido e de sindicatos para “salvar os trabalhadores”.


“Fruto de vários dias de muito esforço, de muito trabalho, principalmente da Contag e de suas federações, do Partido dos Trabalhadores, dos partidos do campo, da Esquerda, a fim de construir uma emenda que pudesse, nesta MP 871/19, salvar os trabalhadores e as trabalhadoras”, disse Veras.


A bancada do PT, em nota oficial enviada à colunista, afirmou que sua atuação teve como foco impedir o que chamou de “cassação de direitos” promovida pela MP.


“A MP criava as condições para promover uma exclusão em massa desses beneficiários. A principal luta do Partido dos Trabalhadores era para impedir a cassação de direitos”, afirma.


Segundo os petistas, a medida era um mecanismo de suspensão sumária de benefícios, sem garantir ampla defesa aos segurados.


“Um mecanismo de suspensão sumária de beneficiários, uma forma de cassar direitos, não respeitando sequer o direito de ampla defesa e presunção de boa-fé”, disse o partido.


Confira nota completa do partido:


“O centro da MP 871/19 não era o desconto de mensalidades de beneficiários do INSS, conforme dizia sua ementa. A matéria, de autoria do governo Bolsonaro, tinha como objetivo principal fazer um suposto “pente-fino” em irregularidades no INSS, BPC e Bolsa Família.


Na verdade, a MP era um mecanismo de suspensão sumária de beneficiários, uma forma de cassar direitos, não respeitando sequer o direito de ampla defesa e presunção de boa-fé.


Importante destacar que a grande maioria dos beneficiários é de pessoas de baixa escolaridade, com pouca inserção em novas tecnologias, o que dificultaria a manutenção de seus direitos. A MP criava as condições para promover uma exclusão em massa desses beneficiários. A principal luta do Partido dos Trabalhadores era para impedir a cassação de direitos.


Além disso, também atuamos fortemente para impedir que a MP modificasse mecanismos de comprovação da atividade rural para a agricultura familiar. Nós adotamos, sim, uma obstrução e uma posição muito firme de crítica à MP nesse aspecto, o que poderia ter sido facilmente comprovado por meio da análise da tramitação da matéria e suas notas taquigráficas.


O PT nunca atuou para relaxar prazos em descontos de mensalidades. Nossa obstrução jamais foi para relaxar combate a fraudes. É errado atribuir ao PT e às esquerdas algo nesse sentido. Quem mudou a lei para ampliar o prazo de validade das autorizações dos descontos de 1 para 3 anos foi exatamente o relator da base bolsonarista, deputado Paulo Eduardo Martins (PSC-PR), conforme seu parecer.


O tema dos descontos era colateral, não foi objeto de votação nominal nem de destaques naquela ocasião.


Não há que se falar em guerra de versões. A verdade é uma só: as alterações legislativas ocorridas durante o governo Bolsonaro no tema dos descontos associativos no âmbito do INSS são de responsabilidade do ex-presidente e de seus aliados no Congresso.”

Diário do Poder

Dino dá a réu por corrupção o que negou a Bolsonaro

 

Ministro do STF, Flávio Dino. (Foto: Gustavo Moreno/STF).

A pedido da defesa do ex-ministro de Lula (PT) Juscelino Filho, deputado pelo Maranhão, o ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino, ex-governador do Estado, suspendeu a ação na qual Juscelino responde por desvio de recursos públicos, fraude em licitações, corrupção e organização criminosa. O motivo: o réu deve ter acesso à íntegra das provas. Há menos de um mês, ele adotou entendimento oposto, negando a Jair Bolsonaro acesso à íntegra das provas no caso da suposto “golpe”.


Esplanada


Dino suspendeu prazos da ação contra Juscelino, que foi ministro das Comunicações de Lula enquanto Dino era ministro da Justiça de Lula.


Aliança histórica


Juscelino é deputado pelo União e foi responsável por negociar, em 2018, apoio do seu então partido DEM ao PCdoB de Dino. Não deu.


Outro entendimento


Na segunda (12), o ministro Alexandre de Moraes concedeu ao ex-presidente Bolsonaro e outros acusados o acesso às provas coletadas.

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