FRASE DO DIA - 04.12.2024

 O governo não passa de um aglomerado de burocratas e políticos, que almoçam poder, promoção e privilégios. Somente na sobremesa pensam no ‘bem comum’.

- Roberto Campos

FLÁVIO DINO ABANDONOU A POLÍTICA MESMO?

 



Vídeo de Paulo Moura

Fonte: https://youtube.com/shorts/gBIFCk8Yv4U?si=qpAxqDOfaRi4RrYy

Melo II: como estão as articulações para a formação do secretariado

 Primeiros projetos de reorganização administrativa devem começar a chegar na próxima semana à Câmara de Porto Alegre


Os responsáveis pela transição entre os governos Sebastião Melo (MDB) I e II se reuniram com os vereadores da futura base do prefeito para a legislatura 2025-2028 na manhã desta quarta-feira no Centro Administrativo Municipal. No encontro, foi apresentado o novo desenho da segunda gestão do prefeito, com mudanças que terão que passar pela aprovação da Câmara de Porto Alegre.

O chefe do gabinete do prefeito, André Coronel, e o executivo técnico da transição, Marcello Beltrand, foram os responsáveis por apresentar um primeiro desenho de secretarias para o segundo mandato, enquanto Melo cumpre agendas em Brasília. O prefeito deve retornar nesta sexta-feira para consolidar esse organograma e, na semana que vem, passar a enviar projetos de reorganização administrativa para o Legislativo municipal.

Fusões devem ser promovidas pelo Executivo em seu primeiro escalão. Algumas já estão mais consolidadas, como a união entre o Departamento Municipal de Habitação (Demhab) e a Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária.

Ainda devem ser unidas a Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc) com a pasta de Desenvolvimento Social e a Secretaria de Mobilidade Urbana deve ser atrelada à Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC).

Outra mudança deve ocorrer com Gabinete da Causa Animal, hoje subordinado ao prefeito, que passará para o guarda-chuva da vice-prefeita, Betina Worm (PL), médica veterinária.

Melo já tem indicações de nomes de quase todos os partidos

A lista de indicações de praticamente todos os partidos que irão compor a base do governo já foi enviada à equipe de transição. O PP, por exemplo, já dispôs cinco nomes a Melo.

Vitor Alcântara, presidente municipal do partido, se colocou à disposição do prefeito, junto a Matheus Ayres e André Machado, além de Mônica Leal e Mauro Sparta. As indicações, contudo, geraram desconforto interno.

Há um impasse na federação entre PSDB e Cidadania. Marcos Felipi Garcia, eleito vereador pelo Cidadania, comandou a pasta de Serviços Urbanos durante a atual gestão. Se ele retornar ao secretariado e o PSDB não indicar um parlamentar eleito, o Cidadania ficará sem vereadores, visto que o primeiro suplente da federação é o tucano Matheus Xavier. Ele também é cotado para uma vaga no primeiro escalão. Nesse caso, a cadeira seria do hoje vereador Cassiá Carpes (Cidadania).

Com um espaço no primeiro escalão da atual gestão, o PSD apresentou ao prefeito o desejo de chefiar três pastas. Atualmente, Vinicius Kaster, do partido, é secretario adjunto do Esporte, Lazer e Juventude.

No PL, a intenção é ter um tamanho igual ao do MDB no governo. Apesar de bem aceita pela base, a avaliação é de que a indicação de Leonardo Pascoal, do partido, para a Secretaria de Educação, possa ter impedido o comando de outra pasta com alto orçamento pelo PL, como a Saúde.

O Republicanos deseja manter a pasta de Esporte, que hoje é comandada por Débora Garcia. Ela concorreu a uma vaga no Legislativo e não se elegeu, mas o partido cresceu, aumentando de duas para três cadeiras, podendo aumentar de tamanho na gestão.

O Podemos quer a manutenção de seu espaço. Hoje conta com o Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae), cujo diretor será o procurador estadual Bruno Vanuzzi, sem partido, e a pasta de Governança Local e Coordenação Política, comandada por Cássio Trogildo. A tendência é a manutenção de Trogildo. A legenda dirige a Secretaria de Turismo do governo do Estado e, caso a estrutura seja desvinculada da estrutura de Desenvolvimento Econômico no município, poderá ser pleiteada.

Na Saúde, outra área delicada e importante para a gestão do município, a intenção do governo é de ter um nome com experiência política e de gestão. Para o líder do governo na Câmara, Idenir Cecchim (MDB), não há a necessidade de o futuro secretário ser médico ou ligado à área da saúde.

Cezar Schirmer (MDB), atual vereador e ex-secretário de Planejamento e Assuntos Estratégicos, é um nome cotado pela sua versatilidade em cargos públicos. O atual secretário, Fernando Ritter, indicação técnica do prefeito feita em 2023, não deve permanecer.


Correio do Povo

Marcel Van Hattem DETONA Ministro de Lula

 


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Milhares de pessoas exigem a saída do presidente da Coreia do Sul após tentativa de lei marcial

 País está mergulhado em uma das piores crises políticas de sua história moderna



Milhares de pessoas caminharam nesta quarta-feira (4) em direção ao Parlamento da Coreia do Sul para apoiar o pedido da oposição para destituir o presidente Yoon Suk Yeol, que impôs a lei marcial durante algumas horas e provocou uma crise política.

Com cartazes que exigem a renúncia de Yoon, milhares de sul-coreanos compareceram à praça central Gwanghwamun, em Seul, para marchar em direção ao Parlamento, onde a oposição organizou outro protesto.

Imagens ao vivo mostraram milhares de manifestantes seguindo em direção ao gabinete de Yoon, no centro da capital.

O presidente conservador, muito impopular e com dificuldades para governar porque não tem maioria no Parlamento, surpreendeu a população na noite de terça-feira ao declarar lei marcial pela primeira vez em mais de 40 anos no país, medida que justificou devido à ameaça da Coreia do Norte e das "forças antiestatais".

Apesar do recuo poucas horas depois, a decisão mergulhou o país em uma das piores crises políticas de sua história moderna e deixou o futuro de Yoon em suspense.

Seus opositores políticos, incluindo alguns que pularam barreiras e enfrentaram as forças de segurança para entrar no Parlamento, apresentaram uma moção de censura para o impeachment.

"Apresentamos uma moção para destituí-lo, preparada em caráter de urgência", anunciaram nesta quarta-feira em uma entrevista coletiva os representantes de seis partidos de oposição, incluindo o principal, o Partido Democrático. O texto pode ser votado na sexta-feira (6).

O Partido Democrático exige a renúncia de Yoon e anunciou ações judiciais por insurreição contra o presidente, seus ministros da Defesa e do Interior, além de vários comandantes militares e policiais envolvidos.

A maior organização sindical do país convocou uma "greve geral por tempo indeterminado" até que o presidente renuncie ao cargo.

Até mesmo Han Dong Hoon, o líder da legenda de Yoon, o Partido do Poder Popular, exigiu explicações e garantiu que "todos os envolvidos devem prestar contas".

O ministro da Defesa, Kim Yong-hyun, apresentou sua demissão nesta quarta-feira e assumiu "total responsabilidade pela confusão e preocupação causadas ao povo em relação à lei marcial".

"Prendam Yoon"

A presidência não se pronunciou até o momento sobre os pedidos de renúncia.

Após declarar a lei marcial, o presidente, um ex-promotor que chegou à presidência em 2022, decidiu suspender a medida depois que 190 deputados compareceram ao Parlamento para votar um texto contra a decisão de Yoon Suk Yeol.

A Constituição da Coreia do Sul estipula que a lei marcial deve ser suspensa se a maioria do Parlamento solicitar o fim da medida.

Às 4H30 locais (16h30 de Brasília, terça-feira), Yoon fez um discurso para anunciar a retirada dos "militares mobilizados para operações da lei marcial".

A decisão foi recebida com celebração por milhares de manifestantes que estavam reunidos diante do Parlamento e com gritos de "Prendam Yoon Suk Yeol".

"Este ato de imposição sem causa legítima é um crime grave", disse Lim Myeong-pan, de 55 anos. "Ele preparou o caminho para o impeachment", afirmou.

Queda da Bolsa

A Bolsa de Seul fechou nesta quarta-feira em queda de 1,44% e o governo anunciou que fornecerá "liquidez suficiente" para apoiar os mercados financeiros.

Para justificar a lei marcial, a primeira desde a instauração de um regime democrático no país em 1987, Yoon afirmou em um discurso solene na televisão que era necessário "salvaguardar uma Coreia do Sul liberal das ameaças representadas pelas forças comunistas da Coreia do Norte".

Também disse que era necessária para "eliminar os elementos antiestatais que roubam a liberdade e a felicidade do povo".

O presidente não apresentou detalhes sobre as ameaças de Pyongyang, mas seu país segue tecnicamente em guerra com a Coreia do Norte, que dispõe de arsenal nuclear.

Enquanto permaneceu em vigor, a lei marcial provocou a mobilização dos militares, a proibição de todas as atividades políticas e colocou a imprensa sob controle governamental.

O governo dos Estados Unidos, que mantém 28.500 soldados na Coreia do Sul para enfrentar a ameaça da Coreia do Norte, felicitou a decisão de Yoon de desistir da lei marcial.

"Esperamos que as divergências sejam resolvidas de maneira pacífica", disse o secretário de Estado, Antony Blinken.

AFP e Correio do Povo

Renato valoriza empate e não confirma permanência no Grêmio

 Treinador elogiou a equipe e afirmou que segue na busca pela vaga na Sul-Americana



Após ceder o empate para o Vitória, no Barradão, Renato Portaluppi fez elogios ao desempenho da equipe gremista e valorizou o ponto conquistado fora de casa. Ainda que o resultado não tenha sido o ideal - e acabou acabando com as chances do Grêmio disputar a Pré-Libertadores, na avaliação do treinador, “a partida foi pegada, difícil”.

Questionado sobre sua permanência ou não, Renato afirmou que vai se reunir com o presidente Alberto Guerra após o final do campeonato. “Quando tudo acabar, sento com ele e em três minutos resolvemos tudo”, disse.

O técnico disse também que deve fazer mais alterações na escalação gremista para o último jogo do Brasileirão, no domingo, contra o Corinthians. O comandante aproveitou para convocar a presença da torcida para o jogo na Arena. “Não só por ser nossa última partida em casa este ano, mas também para a despedida do Geromel. Ele merece, por tudo o que representa e fez pelo clube. Tenho certeza que faremos uma grande festa para ele”, concluiu.

Correio do Povo

Grêmio empata com o Vitória e dá adeus às chances de Libertadores

 Tricolor abriu o placar com João Pedro, mas Alerrandro deixou tudo igual no Barradão: 1 a 1



Em mais uma fraca atuação, o Grêmio não saiu do empate com o Vitória por 1 a 1, no Barradão, nesta quarta-feira à noite, pela 37ª rodada do Brasileirão. João Pedro abriu o placar para o Tricolor, mas Alerrandro, um dos artilheiros do campeonato, deixou tudo igual para o Leão da Barra.

Com o resultado, os gaúchos chegaram aos 45 pontos, subiram para a 12ª colocação, mas deram adeus às chances de classificação para a Libertadores de 2025. No domingo, às 16h, o adversário é o Corinthians, na Arena.

Tricolor melhora e abre o placar

Sem Geromel e Soteldo, o Grêmio viu o Vitória implementar um ritmo mais forte no início do jogo. Com mais posse de bola, o Leão da Barra rondou a área tricolor e levou pouco perigo em chutes de fora da área. Aos 9, Gustavo Silva arriscou da intermediária, e a bola passou perto da trave direita de Marchesín. Aos 17, Janderson arriscou da meia esquerda sem perigo à meta gaúcha.

Aos poucos, o Grêmio melhorou na partida. Na primeira chegada, aos 18, Pavón cruzou rasteiro, Aravena se jogou, mas não alcançou a bola. Aos 24, Monsalve cobrou escanteio rápido para Pepê, que ajeitou da entrada da grande área e chutou para fora. Aos 32, Aravena sentiu lesão muscular e precisou ser substituído por Cristaldo. Quatro minutos depois, Pavón deu passe de calcanhar para João Pedro, que invadiu a área e soltou a bomba para abrir o placar: 1 a 0.

Em desvantagem no marcador, o Vitória respondeu rápido e quase empatou. Aos 41, Alerrandro deu bela assistência para Gustavo Silva, que chutou de perna esquerda, e a bola passou raspando a trave esquerda de Marchesín. Os donos da casa seguiram em cima, mas não conseguiram criar mais nenhuma chance na etapa inicial.

Empate e fim do sonho de ir à Libertadores

Lesionado, Marchesín não voltou do intervalo, sendo substituído por Caíque. Na primeira oportunidade, aos 3, Cristaldo experimentou de fora da área, e a bola passou perto da trave direita de Lucas Arcanjo. O Vitória respondeu no minuto seguinte. Após jogada pela direita, Willian Oliveira soltou a bomba, e o goleiro gremista espalmou no canto esquerdo.

O Leão da Barra aumentou a pressão. Aos 14, Alerrandro ajeitou para Carlos Eduardo, que bateu colocado no ângulo esquerdo, mas Caíque voou e espalmou. No lance seguinte, Lucas Esteves chutou forte, com muito perigo. Os donos da casa seguiram insistindo e logo chegaram ao empate. Aos 21, Raúl Cáceres cruzou e Alerrandro desviou de cabeça: 1 a 1.

Acuado, o Tricolor demorou para levar perigo no ataque. Aos 35, após cruzamento da esquerda, Edenilson desviou de cabeça para fora, sem perigo. Os baianos pressionaram até os minutos finais, mas não conseguiram mais criar chances contra a meta de Caíque.

Correio do Povo

Não tem e possivelmente NUNCA terá...

 


Mulher é resgatada de cárcere privado após deixar bilhete em posto de combustíveis em Camaquã

 Vítima seria levada contra vontade para São Lourenço do Sul



A Polícia Rodoviária Federal resgatou uma mulher, de 32 anos, que estava sendo mantida em cárcere privado, no Sul gaúcho. A ação aconteceu na BR 116, em Camaquã, após a vítima deixar um bilhete em um posto de combustíveis. O caso foi registrado na noite de segunda-feira, mas foi divulgado nesta manhã.

De acordo com a instituição, um frentista encontrou a mensagem de resgate e alertou os agentes. A mulher alegava estar presa em um Honda Civic contra sua vontade, e que o companheiro a estava ameaçando de morte.

Os policiais localizaram o carro na rodovia. Durante a abordagem, a mulher, natural de Pelotas, afirmou que seu companheiro a mantinha em cárcere privado desde domingo, em Caxias do Sul, na Serra gaúcha. Ela disse que estava sendo levada para São Lourenço do Sul.

O homem, de 26 anos e natural de São Lourenço do Sul, foi preso e conduzido para a polícia judiciária para o registro do flagrante. A vítima apresentava diversas lesões pelo corpo, que teriam sido causadas por ele.

Correio do Povo

CEO da gigante da saúde UnitedHealthCare é assassinado a tiros em Nova York

 Imagens mostram um suspeito com casaco de capuz preto e mochila cinza fazendo vários disparos antes de fugir de bicicleta para o Central Park



O diretor-executivo da UnitedHealthcare, uma das maiores companhias de seguros médicos privados dos Estados Unidos, foi assassinado a tiros nesta quarta-feira (4) no entorno de um hotel em Nova York, no que parece ter sido um ataque premeditado.

Brian Thompson, de 50 anos, foi baleado pouco antes das 7h locais (9h de Brasília) em frente ao hotel Hilton, no distrito de Midtown, em Manhattan, onde era realizada a conferência anual de investidores, na qual o executivo deveria realizar uma apresentação.

Imagens em vídeo mostraram policiais tentando reanimar Thompson, antes de ele ser levado para um hospital próximo, onde o óbito foi confirmado. 'Estamos profundamente tristes e chocados com o falecimento de nosso querido amigo e colega Brian Thompson, diretor-executivo da UnitedHealthcare', disse a empresa em comunicado.

'Brian era um colega muito respeitado e amigo de todos os que trabalharam com ele. Estamos trabalhando estreitamente com o Departamento de Polícia de Nova York e pedimos sua paciência e compreensão neste momento difícil', acrescenta.

A polícia divulgou imagens nas quais se vê um suspeito com casaco de capuz preto e mochila cinza fazendo vários disparos antes de fugir de bicicleta para o Central Park. O chefe dos detetives, Joseph Kenny, informou que o atirador chegou a pé cinco minutos antes de Thompson, que aparentemente caminhava sem seguranças em frente ao hotel.

A polícia ofereceu uma recompensa de 10 mil dólares (60 mil reais) por informações que levem à prisão do suspeito.

O assassino, que parecia saber a porta por onde a vítima entraria, se aproximou por trás e começou a atirar no executivo.

O New York Hilton Midtown é um dos maiores hotéis da cidade, popular entre turistas e viajantes a trabalho, e se descreve como o maior espaço autônomo para eventos de Manhattan. Após o crime, altos oficiais da polícia orientavam os agentes, enquanto detetives à paisana analisavam a cena do crime.

“Alvo específico”

'A motivação deste assassinato é desconhecida, mas com base nas provas que temos até agora, parece que a vítima era um alvo específico. Mas, neste momento, não sabemos por que', explicou Kenny.

A esposa de Thompson disse à rede NBC News que seu marido tinha recebido ameaças recentemente. 'Sim, houve algumas ameaças, [embora] basicamente não sei, falta de cobertura? Não sei dos detalhes', disse ela à NBC News. 'Só sei que ele disse que havia pessoas que o estavam ameaçando', acrescentou.

A polícia isolou o local do ataque, em uma área muito movimentada de Manhattan, próxima do Rockefeller Center, uma atração turística, em especial por sua árvore de Natal gigante e sua pista de patinação no gelo.

A UnitedHealthcare é uma das maiores companhias de seguros médicos dos Estados Unidos e administra produtos de saúde, como Medicare e Medicaid, para pessoas idosas e de baixa renda, financiados pelos orçamentos estatais.

O UnitedHealth Group tem 440.000 funcionários e faturou 100,8 bilhões de dólares (R$ 610,5 bilhões) no terceiro trimestre de 2024.

Casado e pai de três filhos, Thompson fazia parte do UnitedHealth Group há 20 anos e dirigia sua subsidiária na área da saúde, UnitedHealthcare, desde 2021. Antes de se tornar diretor-executivo, Thompson supervisionou os programas governamentais da UnitedHealthcare, incluindo o Medicare, de julho de 2019 até abril de 2021.

Segundo uma apresentação para investidores, quase 30 milhões de pessoas nos Estados Unidos utilizam produtos da UnitedHealthcare para empresas e particulares. A remuneração total de Thompson em 2023 foi de 10,2 milhões de dólares (R$ 61,7 milhões), segundo uma apresentação regulatória.

De acordo com a imprensa americana, sua divisão foi alvo de críticas dos congressistas e reguladores federais, que a acusaram de rejeitar sistematicamente exames médicos e tratamentos aos segurados.

AFP e Correio do Povo