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Cuba e Venezuela devem mais de US$ 1 bilhão ao BNDES
#OsPingosNosIs | Cuba e Venezuela devem mais de US$ 1 bilhão ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); bancada comenta
Repórter Brasil, 08/02/2023
Fonte: https://www.facebook.com/tvbrasil/videos/9118626511495664/
O NAVIO FANTASMA - 08.02.23
Por Percival Puggina
Passei quatro anos apontando a coesão da velha imprensa na oposição ao governo Bolsonaro. Durante todo o período, de modo ininterrupto, essa mídia, o STF e o TSE protagonizaram a oposição. Sempre vi nisso um descomunal favorecimento a quem chegasse contra o governo na eleição presidencial. Em 15 de abril de 2021, por 8 votos a 3, o Supremo proporcionou a zebra e – surpresa! – em outubro, deu Lula.
Transcorrido apenas um mês de governo, o que assistimos é um cavalo-de-pau e a volta ao passado. Quem falar pelo governo – seja Lula, qualquer de seus ministros ou parlamentar, personagens do segundo escalão ou dirigentes do partido – gasta mais tempo atacando o governo que saiu do que promovendo o governo que entrou. No petismo isso é genético. Por definição, seu adversário não presta, tem que ser permanentemente atacado e ter sua reputação assassinada a sangue frio. Contudo, sublinhe-se a bem da inverdade: o PT é contra discurso de ódio e seus sucessos são vitórias do amor... Lula, Lula! De algum lugar Deus está te vendo.
Quando falam sobre temas de gestão, trabalhos de casa, tarefas a cumprir, daquilo, enfim, para o que são pagos, a situação fica ainda pior. As manifestações soam como estertores do passado: controle social da mídia, desarmamento, favorecimento do aborto, revogação da Lei do Teto de Gastos e ruptura com princípios básicos da estabilidade monetária, volta dos lesivos e escandalosos empréstimos internacionais pelo BNDES. Chegou? Não, tem mais. Fim da autonomia do Banco Central, guerra às privatizações, revogação dos preceitos da Lei das Estatais que impedem seu aproveitamento para fins políticos e partidários (o que barrou a corrupção e representou o retorno à lucratividade dessas instituições). E por aí vai o navio fantasma que, como um zumbi, emergiu de funduras abissais e estacionou, tenebroso, na Praça dos Três Poderes.
A mídia, mesmo a ativista, não está tão comprometida com a sandice como para passar recibo a esse futuro totalmente comprometido com o pretérito. Pudera! Até quem viaja nas cabines de luxo sabe que vai beber água salgada se o navio bater num iceberg ou nos rochedos de um arquipélago tropical. Então, em meio à intensa replicação das narrativas, começam as críticas feitas como se quem critica não tivesse qualquer responsabilidade com a escolha do comandante Lula para jogar o Brasil contra os rochedos, como o comandante Schettino fez com o navio de cruzeiro Costa Concórdia.
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A SUBORDINAÇÃO TORNA O BC INÚTIL
PSOL SENDO PSOL
Ontem, 7, o trágico e nada surpreendente PSOL - Partido Socialista e Liberdade (???) - aliado de primeira hora do PT, protocolou um projeto de lei que pede a retirada do mandato de 4 anos para o presidente do Banco Central. Mais: aproveitou a deixa e também protocolou um requerimento pedindo, sem a mínima chance de ser convencido, que Roberto Campos Neto, por enquanto atual presidente do BC, (já não se sabe até quando) vá ao plenário da Câmara para dar explicações sobre a condução da política monetária.
QUATRO COSTELAS DO PT
Vale recordar, fazendo uso da versão bíblica que insinua que Eva foi feita com -UMA COSTELA DE ADÃO-, que o PSOL nasceu, em 2004, de -QUATRO COSTELAS DO PT- Luciana Genro, Heloisa Helena, Babá e João Fontes, que à época foram expulsos pelo diretório nacional do Partido dos Trabalhadores.
ACABAR COM A AUTONOMIA DO BC
Na real, o PSOL, através de uma jogada combinada com a turma da esquerda que compõe o governo PETISTA-COMUNISTA, foi escolhido para entrar com o projeto que pretende acabar o quanto antes com a AUTONOMIA DO BANCO CENTRAL. A ideia, ou vontade, é alterar a legislação aprovada pelo Legislativo e sancionada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2021, que fixou mandato de 4 anos para o presidente e os diretores do BC, além de desvinculá-lo de qualquer estrutura do Executivo.
ÔNUS MIL E BÔNUS ZERO
Para mostrar que é um partido ESQUISITO, como todos os demais que comungam do ideário COMUNISTA, o PSOL quer que o BC volte a ser subordinado ao presidente da República. Ora, aqui entre nós, se o desejo é a -SUBORDINAÇÃO-, aí a existência do BC é totalmente inútil e/ou desnecessária, pois impõe para toda a sociedade um -ÔNUS MIL- com -BÔNUS ZERO-.
ACABAR COM O BC É MAIS INTELIGENTE
Aliás, se o PSOL, assim como os demais partidos de esquerda, fosse ocupado por pessoas minimamente inteligentes, deveria ter protocolado um projeto que ACABA COM O BANCO CENTRAL e não a sua SUBORDINAÇÃO ao governo. Bastaria deixar por conta do MERCADO (povo) a escolha da MOEDA que deve circular no país e qual a TAXA DE JUROS que os financiadores e financiados estão dispostos a pagar e receber sobre os títulos oferecidos. Não vamos muito longe: isto já acontece, por exemplo, no Panamá, cujos habitantes preferem o dólar e o preço do dinheiro (taxa de juro) é definido pelo mercado.
Detalhe importante: o PANAMÁ é o ÚNICO PAÍS da América Latina que NUNCA VIVENCIOU UM COLAPSO FINANCEIRO OU UMA CRISE MONETÁRIA DESDE A SUA INDEPENDÊNCIA.
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