SUBSTITUIÇÃO: SAI -FATOS- E ENTRA -NARRATIVA

 COMBATE AOS PRIVILÉGIOS

Ao longo dos últimos quatro anos, na medida em que o presidente Jair Bolsonaro fazia o máximo que estava ao seu alcance para neutralizar e, se possível, dar fim aos inúmeros privilégios sustentados pela sociedade brasileira, os -prejudicados-, de forma muito organizada, se uniram e foram à luta, sem trégua, na busca da preservação dos absurdos benefícios que haviam conquistado ao longo do tempo.

ORDEM NO CORETO

Esta firme tentativa de colocar um pouco de ORDEM E JUSTIÇA NO CORETO BRASIL passou a ser massacrada pelas CORPORAÇÕES que se mostraram -PREJUDICADAS- usando como arma de combate as mais diversas críticas ao ESTILO e FORMA DE COMUNICAÇÃO do presidente Bolsonaro, que antes de tudo apenas expressava, com TOTAL FRANQUEZA, o tamanho da indignação sobre tantos absurdos.

VOZ DOS -PREJUDICADOS-

Como ficou claro para todos que só tinham o DEVER DE SUSTENTAR a festa dos aquinhoados com tantos e indecentes privilégios, a MÍDIA ABUTRE entrou em cena em forma de CONSÓRCIO e a partir de então passou a ser a grande e alta VOZ DOS -PREJUDICADOS-. Assim, através de um massacre diário e pra lá de objetivo, muita gente acabou sendo capturada pelas -NARRATIVAS- e começou a criticar o ESTILO -NADA POLITICAMENTE CORRETO- adotado por Bolsonaro, como se o problema estivesse na sua forma de comunicação e não nos absurdos por ele perseguidos e/ou combatidos.

PRIMEIROS -PERSEGUIDOS-

Os primeiros - PERSEGUIDOS-, não todos, é importante registrar, foram:


1- a IMPRENSA, quando Bolsonaro acabou com a obrigação de que atos e procedimentos de licitação da administração pública também fossem divulgados em jornais impressos e a seguir tratou de retirar os recursos de PUBLICIDADE da mídia impressa, ao DESOBRIGAR as empresas de capital aberto de publicar balanços em jornais. 


2- os SINDICATOS, quando Bolsonaro editou uma MP restringindo o PAGAMENTO DA CONTRIBUIÇÃO SINDICAL. A rigor a REFORMA TRABALHISTA já proibia COBRANÇA COMPULSÓRIA, mas o ato dificultou a arrecadação dos sindicatos, ao vedar desconto na folha, mesmo se aprovado em assembleia, exigindo autorização por escrito e quitação via boleto. 


3- os AMBIENTALISTAS, quando Bolsonaro exonerou todos os superintendentes do Ibama; e,   


4- os ARTISTAS , quando Bolsonaro botou ordem na LEI ROUANET reduzindo o limite de captação de R$ 60 milhões para R$ 1 milhão. A medida diminuiu de R$ 60 milhões para R$ 10 milhões o volume máximo que uma mesma produtora cultural pode receber. 

PRIMEIRA CLASSE

Diante do poder enorme que esses primeiros PERSEGUIDOS exercem no ambiente -BRASIL-, o eco de seus gritos levou de roldão praticamente todas as instituições, começando pelo STF e pelo silêncio do Poder Legislativo, que viram no presidente Bolsonaro uma séria ameaça aos mais variados e nojentos PRIVILÉGIOS que reinam -intocáveis- nas CORPORAÇÕES lotadas de brasileiros de PRIMEIRA CLASSE (servidores públicos).

LINGUAGEM FUTEBOLÍSTICA

Em linguagem futebolística, como bem diz o título deste editorial, o jogo foi vencido pelas CORPORAÇÕES quando houve a exitosa SUBSTITUIÇÃO: saiu o FATO e entrou a NARRATIVA. A partir daí muita gente -fraca- foi influenciada e passou a admitir que a SINCERIDADE DE BOLSONARO É PREJUCIAL E DEMONÍACA, ENQUANTO QUE A FALSIDADE E AS METIRAS DE LULA NÃO TÊM A MENOR IMPORTÂNCIA.


Pontocritico.com

Brasil bate recorde em geração de energia renovável

 #JPDomingo | Brasil bate recorde em geração de energia renovável; resultado aponta para quase 62 mil megawatts médios por mês em 2022




Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=1356092265141386

Lula avalia isentar do IR quem ganha até dois salários mínimos

 #JPDomingo | Lula (PT) avalia eximir do IR quem ganha até dois salários mínimos; durante a campanha, petista prometeu declaração isenta até R$ 5 mil





Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=919781819026183

Lei Rouanet: Lula quer aumentar cachê de artistas

 #JPDomingo | Lula (PT) quer aumentar cachê de artistas via Lei Rouanet; Bolsonaro (PL) reajustou pagamentos de R$ 45 mil para R$ 3 mil




Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=1820653741643217

Americanas suspende contratos e vive dilema com fornecedores

 #JPBusiness | Americanas: empresa suspende contratos e vive dilema com fornecedores; terceirizados passaram a só entregar produtos com pagamento no ato




Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=951424279356065

Governo lança programa para reduzir filas no sistema de saúde

 


Iniciativa envolve cirurgia eletiva, exames e consultas especializadas

O governo federal lançará, nesta segunda-feira (6), um programa elaborado para diminuir as filas do Sistema Único de Saúde (SUS) para cirurgias eletivas, exames complementares e consultas especializadas. A cerimônia de lançamento será no Rio de Janeiro, a partir das 15h, e contará com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da ministra da Saúde, Nísia Trindade.

Segundo o Ministério da Saúde, o Programa Nacional de Redução de Filas terá orçamento inicial de R$ 600 milhões, conforme previsto na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição – valores que serão repassados a estados e municípios. 

Entre os objetivos do programa, está o de “assegurar apoio técnico e financeiro a estados e municípios para responder ao problema crônico das filas de cirurgias eletivas, exames e consultas na atenção especializada”. Na avaliação da pasta, essas filas têm crescido em decorrência do envelhecimento da população; do aumento de doenças crônicas não transmissíveis; e, também, devido a sequelas da covid-19.

Dimensões e fases

O programa terá duas dimensões: uma emergencial, focada no “aumento imediato” da oferta de cirurgias, exames e consultas; e uma estruturante, dedicada à “melhoria dos processos de gestão das filas e do fluxo de atendimento dos usuários (sistema de regulação) e qualificação da atenção básica”.

A qualificação da atenção básica ajudará, segundo o ministério, a reduzir demandas para a atenção especializada. Dessa forma, possibilitará um número maior de médicos disponíveis nas equipes de atenção básica, bem como investimento em capacitação e uso mais intenso de tecnologias como telessaúde.

De acordo com o ministério, a primeira fase do programa vai até junho de 2023. Dos R$ 600 milhões previstos para o ano, R$ 200 milhões serão repassados “imediatamente” para apoio na execução de planos locais que incentivem a organização de mutirões em todo país, de forma a  “desafogar a demanda represada”; e R$ 400 milhões serão repassados a depender da quantidade de cirurgias realizadas, principalmente as abdominais, as ortopédicas e as oftalmológicas.

“A ação prevê estratégias para garantir equipes cirúrgicas completas e melhorar o fluxo de atendimento em todo o Brasil. Cada estado poderá estabelecer as cirurgias prioritárias, de acordo com a realidade local”, informou o ministério. A segunda fase, entre abril e junho, inclui exames diagnósticos e consultas especializadas, com foco em tratamentos oncológicos.

Critérios

Em nota, o Ministério da Saúde informa que “critérios e detalhes” para o repasse dos valores aos fundos dos estados e municipais de saúde serão publicados em portaria. “Cada unidade federativa terá que entregar um diagnóstico com a real demanda local por cirurgias, assim como um planejamento para executar o programa de redução das filas, para que seja estipulada a liberação de recursos. Estados e municípios devem apresentar o quantitativo de procedimentos realizados e dimensionar a redução”, diz a nota.

O programa conta com a participação de seis hospitais federais e de três institutos nacionais (câncer, cardiologia e traumato-ortopedia), na cidade do Rio de Janeiro, além de 41 hospitais universitários.

criação do Programa Nacional de Redução de Filas foi aprovada no dia 26 de janeiro durante a primeira reunião anual ordinária da Comissão Intergestores Tripartite (CTI), formada por Ministério da Saúde, Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

Agência Brasil

Crise humanitária: mais uma criança yanomami morre em Roraima

 


Ela foi vítima de desnutrição grave e desidratação

Uma criança de apenas um ano e cinco meses de idade morreu, neste domingo (5), na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, vítima de desnutrição grave e desidratação. A informação foi repassada por Júnior Hekurari, presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena Yanomami e Ye'Kuana (Codisi-YY), uma das principais lideranças da região de Surucucu, no extremo Oeste do estado e próxima à fronteira com a Venezuela.  

De acordo com o relato, a criança estava em estado grave desde ontem (4) e as equipes de saúde pediram sua remoção imediata para Boa Vista, mas o mau tempo impediu a decolagem. Ela era da região Haxiu, que fica a cerca de 15 minutos de helicóptero do polo base de Surucucu, onde há um aeródromo e um pelotão de fronteira do Exército Brasileiro. 

Afetados pela presença do garimpo ilegal em suas terras, os indígenas yanomami têm sofrido com casos de desnutrição e doenças como malária e pneumonia. Nos últimos quatro anos, foram registradas 570 mortes de crianças no território. 

Base Aérea

Em visita a Roraima, a ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, afirmou que a base aérea no Surucucu vai ser reestruturada para que possa receber aviões de maior porte. A medida vai possibilitar levar ainda a infraestrutura para montar um hospital de campanha na região. Ela não estipulou prazo para a efetivação dessas medidas. A pista de Surucucu não opera por instrumentos e só permite voo visual, o que limita o acesso em horário noturno ou com mau tempo.   

Remoção de pacientes

De acordo com o Centro de Operações Emergenciais (COE), colegiado interministerial criado pelo governo federal, em janeiro, foram removidos 223 pacientes da terra indígena para a capital do estado. No balanço mais recente, o COE informou também que a Casa de Saúde Indígena (Casai), em Boa Vista, abriga, no momento, 601 yanomami, entre pacientes e seus acompanhantes. Além disso, há 50 indígenas internados, no Hospital Geral de Roraima (HGR) e no Hospital da Criança Santo Antônio (HCSA), ambos na capital.

Agência Brasil

Perfume Juliana Paes Deluxe Feminino Deo Parfum - 100ml

 


Quer conhecer o universo de uma super estrela? A Juliana Paes apresenta, por meio da sua marca homônima, o perfume Deluxe. Ele é um Deo Parfum, 100ml, indicado para o gênero feminino, que remete a um buquê floral elegante e sensual de flor de laranjeira e peônia, combinado com um sedutor, muito feminino e viciante acorde de merengue. A frescura cítrica e a mistura única de pera e carambola nas notas de topo proporcionam um equilíbrio refrescante, jovial e alegre. Tudo isso é realçado pelo suculento acorde de sorvete de morango. Um aroma único e irresistível!

Link para comprar: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/perfume-juliana-paes-deluxe-feminino-deo-parfum-100ml/p/226416200/PF/PPFM/?utm_campaign=mlvc_2712_ter_beleza&utm_content=produto-226416200&utm_source=magazinevoce&utm_smid=10292720-1-1&campaign_email_id=3673&utm_medium=email

Athletico-PR e Coritiba empatam em clássico marcado por confusão

 


Furacão e Coxa ficam no 1 a 1 na Arena da Baixada

O Athletico-PR arrancou um empate em clássico com o Coritiba e manteve a ponta da classificação do Campeonato Paranaense. A partida, disputada neste domingo (5) na Arena da Baixada, em Curitiba, foi marcada também por uma confusão nos minutos finais.

Após o primeiro Atletiba de 2023, o Furacão chegou aos 19 pontos, dois a mais do que o Coxa, que ocupa a vice-liderança da classificação.

Os melhores momentos da partida se concentraram na etapa inicial, quando o Coritiba abriu o placar com o atacante Kaio César, que finalizou com violência uma jogada coletiva aos 16 minutos. E, aos 24 minutos, o Athletico-PR igualou com Pablo, que bateu na saída do goleiro Gabriel após boa trama com o uruguaio Terans.

Já o segundo tempo acabou ficando marcado por uma grande confusão nos últimos minutos da partida que envolveu vários atletas das duas equipes.

Agência Brasil

Cano comanda vitória do Fluminense sobre Audax no Carioca

 


Argentino marca três vezes na vitória no estádio do Maracanã

Comandado pelo artilheiro argentino Germán Cano, o Fluminense retomou o caminho das vitórias na Taça Guanabara do Campeonato Carioca. Jogando neste domingo (5) no estádio do Maracanã, o Tricolor das Laranjeiras derrotou o Audax por 3 a 0, em partida que teve transmissão da Rádio Nacional.

Depois de conquistar os três pontos na partida da 7ª rodada da competição, a equipe comandada por Fernando Diniz permanece na 4ª posição da classificação, agora com 13 pontos. Já o time de Angra dos Reis caiu para a 8ª posição com seis pontos após o revés.

Após três rodadas sem vitórias (duas derrotas e um empate) nas quais não apresentou um bom futebol, o Fluminense sabia que era fundamental triunfar neste domingo no Maracanã para manter as chances de classificação para a próxima fase da competição.

Com um elenco mais qualificado tecnicamente, o time das Laranjeiras não teve dificuldades de se impor no primeiro tempo. E o gol não demorou a sair, e veio dos pés do principal jogador de ataque do Flu. Aos 8 minutos, Keno tocou para Cano, que, da intermediária, acertou um belo chute no ângulo do gol defendido por Leandro.

Melhor na partida, a equipe das Laranjeiras chegou ao segundo aos 38 minutos, novamente graças ao faro de gol do artilheiro argentino, que aproveitou defesa parcial do goleiro adversário para escorar para o fundo da rede.

Já nos acréscimos Cano voltou a deixar sua marca. Arias levantou a bola na área, Giovanni escorou de cabeça e o argentino bateu de primeira para dar números finais ao marcador.

Com o objetivo de melhorar sua posição na classificação, o Fluminense tem como próximo compromisso o clássico com o Vasco a partir das 18h (horário de Brasília) do domingo (12) no Maracanã.

Goleada alvinegra

O domingo também foi de comemoração para a torcida do Botafogo, que goleou o Boavista por 4 a 0 no estádio Mané Garrincha, em Brasília. Com gols de Patrick de Paula, Victor Sá e Tiquinho Soares (dois) o Alvinegro venceu para assumir a vice-liderança com 13 pontos (um a menos do que o líder Flamengo).

Agência Brasil