Paula Patton, atriz norte-americana

 











Paula Patton
Paula Patton em 2015
Nome completoPaula Maxine Patton
Nascimento5 de dezembro de 1975 (46 anos)
Los AngelesCalifórniaEstados Unidos
Nacionalidadenorte-americana
OcupaçãoAtriz
Atividade2004-presente
CônjugeRobin Thicke (2005-2015)

Paula Patton (Los Angeles5 de dezembro de 1975) é uma atriz norte-americana do cinema e da televisão.

É conhecida por seus papéis nos filmes Déjà Vu e Idlewild (ambos de 2006). Em 2009, atuou no filme Precious, do diretor Lee Daniels, como a professora "Ms. Rain". Ela também atuou no filme Mission: Impossible – Ghost Protocol (2011).

Biografia

Paula nasceu em Los Angeles, em 1975. É filha de Joyce Vanraden, professora e Charles Patton, advogado.[1][2] Terminou o ensino médio e ingressou na Universidade da Califórnia em Berkeley, transferindo-se depois para a Escola de Cinema e Televisão da mesma universidade após dois semestres. Após a formatura, trabalhou com documentários para o canal PBS.[3]

Paula foi casada com o compositor Robin Thicke.[4]

Filmografia

Cinema

AnoTítuloPapelNotas
2005HitchMandy
LondonAlex
2006IdlewildAngel Davenport/Sally B Shelly
Déjà VuClaire Kuchever
2008MirrorsAmy Carson
Swing VoteKate Madison
2009PreciousSrta. Blu Rain
2010Just WrightMorgan Alexander
2011Mission: Impossible - Ghost ProtocolJane Carter
Jumping the BroomSabrina Watson
2012DisconnectCindy Hull
20132 GunsDeb
Baggage ClaimMontana Moore
2014About Last Night
2016The Perfect MatchSherryTambém produtora
The Do-OverHeather
WarcraftGarona Meiorken
2018TraffikBrea

Televisão

AnoTítuloPapelNotas
2005Murder BookDet. Angela KelloggPiloto não-lançado
2010Law & Order: Special Victims UnitA.D.A. Mikka Von1 episódio
2012Single LadiesLayla Twilight2 episódios
2015RunnerLauren MarksPiloto não-lançado
2017-presenteSomewhere BetweenLaura PriceElenco Principal

Referências

  1.  Stewart Oksenhorn (ed.). «Paula Patton offers 'Precious' performance, earns Aspen Film honor»The Aspen Times. Consultado em 30 de dezembro de 2019
  2.  Rory Evans (ed.). «Paula Patton: Precious star Paula Patton reveals all». Women's Health. Consultado em 30 de dezembro de 2019
  3.  «Paula Patton»The New York Times. Consultado em 30 de dezembro de 2019
  4.  «Robin Thicke até Fevereiro de 2014 and Paula Patton Welcome a Son - People.com» (em inglês). Consultado em 26 de novembro de 2013

Ligações externas

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Wikipédia

O BAILE NÃO TERMINA À MEIA NOITE - 01.12.22

Texto do pensador Alex Pipkin


  


Nunca antes na história desse país, presenciou-se tantas e tão grotescas distorções. Dentre estas, uma daquelas que me causa náuseas - e que tenho referido com frequência -, são as NARRATIVAS empurradas pelo ar que saem da boca e que se configuram em nobres palavrinhas emitidas por autoridades de nossas falidas instituições.


    Interessante notar que seguidamente surge a inquietação quanto ao tema do funcionamento dessas instituições. Elas estão, de fato, funcionando? A resposta é singela: depende para quem?


    Os vocábulos “Democracia e Estado de Direito” já foram completamente exauridos, mas eles assumiram uma nova roupagem com a embusteira novilingua.


    É essencial colocar os eventos em perspectiva.


    Em tempos verde-amarelos mais do que sombrios, com Estado de exceção, incentivos institucionais perversos e total inversão de valores, autoridades estatais, em especial, aqueles que além de terem o poder, necessitam se excitar e demonstrar esse poder, os semideuses togados de negro, são os maiores consumidores das senhas “democracia e Estado de Direito”. Dirão que faz parte do ofício.


    Esses delirantes repetem sistematicamente esses slogans desprovidos de qualquer tipo de significado real, jogando ao vento frases feitas e modernidades abstratas, porém, devastadoras.


    O ponto-chave aqui é que esses homens, mulheres e assemelhados, nunca precisam se responsabilizar e pagar pelas consequências de suas próprias ações!


    Esse intervencionismo estatal de todas as ordens já liquidou com a nação.


    Perversos contam historinhas para si mesmos e repetem para os outros, mesmo sabendo que são rotundas mentiras.


    No faroeste brasileiro atual, em que os fundamentos legais da Constituição são rasgados cotidianamente, imaginem a situação da questão ética.


    Nossa principal crise, inexoravelmente, é moral e ética. O que tem acontecido nesse país de sobrenatural nas últimas décadas, dispensa maiores esclarecimentos sobre o tema.


    Parte da sociedade, não compreende, ou esqueceu, ou é interesseira, de que o ético deve, inclusive, ser mais forte do que o legal.


    Nós, brasileiros, precisamos reaprender e exercitar, tal qual o ato de escovar os dentes, de que a honra não aceita nenhuma barganha faustiana.


    Nesse ambiente ultrajante, todos os caminhos conduzem a um único resultado: o naufrágio, ou se quiserem, o (des)progresso.


    Aparenta que esses “doutores” aprenderam essas nobres senhas e outros modernismos agora estimulados pela turma do amor, em faculdades de Direito, Filosofia, Antropologia, entre outras, mas não tiveram oportunidades reais de terem profundo contato com o filtro da realidade.


    A realidade “vivida” do homem comum já é dura, imaginem sem liberdade!


    Mas nesse país “justo”, isso é desimportante. Eles continuarão verbalizando mentiras românticas, intervindo, e o povo continuará pagando pelas consequências das incompetentes decisões desses “mestres” do horror.


    O pior? O baile não termina à meia-noite!


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ESTADÃO E STF, PARECEM FEITOS UM PARA O OUTRO

 Por Percival Puggina

 

         Em editorial de 28/11, com o título “Ofensiva política contra o Judiciário, o Estadão atacou CPI do abuso de autoridade. Abriu o texto com as seguintes palavras: “Um sintoma da atual crise brasileira é a irresponsabilidade. Gente com cargo público, que se comprometeu a respeitar a Constituição, tem atuado como se o único critério a pautar sua atuação fosse agradar a seu eleitorado. Para essa turma, não há separação de Poderes, não há limite constitucional. Para insuflar os apoiadores, vale até achacar o Judiciário.”

 

         Se você, leitor, prestar atenção ao vocabulário utilizado pelo editorialista, certamente há de identificar nele o modo alexandrino de menosprezar a divergência: “ofensiva política”, “irresponsabilidade”, “gente”, “turma”, “insuflar”, “achacar”. Para usar um lugar comum de origem freudiano, são vocábulos que falam muito mais de quem ataca do que daqueles a quem se dirige o ataque.

 

         O editorialista cumpriu sua tarefa. Defendeu aqueles que, nessa configuração do STF. violam a Constituição, restringem liberdades essenciais dos cidadãos, alarmam uma população habituada ao democrático convívio com a liberdade de expressão, reintroduzem a censura e a ameaça nas relações entre o estado e a sociedade. Sua crítica voltou-se ao autor do pedido da CPI, deputado Marcel van Hattem e aos 190 deputados federais que já subscrevem a iniciativa. Quanto a passividade do Congresso tem sido conveniente a quem defende um projeto autoritário!  Nele, a liberdade de expressão há de ser distribuída pelo grande irmão orwelliano como prêmio por boa conduta.

 

         A cegueira ideológica que acometeu os veículos do consórcio não lhes permite perceber que, ao acalentar a tirania e seus malfeitos, mantêm nas ruas em todo o país quem não quer viver na servidão. São pessoas que percebem e não aceitam a inversão que vem impondo a primazia do Estado sobre a sociedade. Elas sabem que o Estado e seus aparelhos existem para servi-las e não para a elas se sobreporem restringindo-lhes liberdades fundamentais.

 

         O obsessivo ativismo e a militância político-ideológica do STF já foram denunciados reiteradas vezes por inúmeros juristas. Um poder de estado exercido com ira repressiva encontrará resistência em povos livres. Como recorrer de sanções se os recursos serão julgados pelos que sancionaram? Triste papel o do jornalismo que convalida a tirania e o abuso.

 

         Foi nessa arapuca que o Brasil travou.


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DEPOIMENTO EMOCIONANTE

 DEPOIMENTO DA -CENSURADA- BÁRBARA

Ouvi, ontem, o depoimento que a -CENSURADA- Bárbara, do canal -TE ATUALIZEI-, prestou na sessão da CTFC - Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor, do Senado Federal. Bárbara, do início ao fim do seu FIRME, FOCADO, VERDADEIRO E CONVINCENTE DEPOIMENTO, deixou ainda mais claro o tamanho e a crueldade da TIRANIA imposta pela maioria dos ministros do STF.

ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO

A rigor, o emocionante depoimento da -CENSURADA- Bárbara foi, em voz alta e bem clara, um ecoante e desesperado GRITO DE SOCORRO. Mais ainda quando pediu, com base no que leu nos jornais, o acesso ao ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO e ao devido PROCESSO LEGAL da mesma forma como foi concedido a um TRAFICANTE: - "Eu estou falando aqui de um bandido corrupto que lesou uma nação inteira, e que teve o seu processo anulado porque teoricamente não se cumpriu o devido processo legal. Eu estou aqui falando para vossas excelências que eu não estou tendo o devido processo legal. Há anos. E não só eu; muitos de nós. Então o que eu estou pedindo aqui, de forma absurda, é o mesmo direito que a Justiça deu para um traficante e para um corrupto condenado. Eu estou pedindo aqui o mínimo".

SOCORRO! SOCORRO!

Disse mais a CENSURADA BÁRBARA:  "Eu sei que soa ridículo falar em voz alta, mas eu só estou pedindo o mínimo. Então, por favor, Senado, por favor Congresso, parlamentares, SOCORRO, SOCORRO! Por todas as pessoas que estão nas ruas, elas não sabem mais a quem pedir ou o que pedir. Elas estão desesperadas porque não confiam mais nos representantes que elegeram. Por favor, não decepcionem o povo de vocês, seus pares reais, porque vocês não são políticos, vocês estão políticos, vocês são o povo".

GRANDE OBSTÁCULO

Resumindo: a CENSURADA BÁRBARA deu um verdadeiro show e como tal é merecedora de enorme admiração. Principalmente, porque deixou bem claro que se nada foi feito até agora para conter a FÚRIA DOS TIRANOS é porque os nossos CONGRESSISTAS são COVARDES, OMISSOS ou CÚMPLICES. Mais: o grande obstáculo, que precisa ser removido antes de tudo, é o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que simplesmente nega a tramitação das dezenas (ou centenas) de pedidos de impeachment dos maus e cruéis ministros do STF.


Pontocritico.com

Invasão do MST na Bahia causa prejuízos a produtores de leite

 



Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=8B00lUGsDyc

MST já fala em ‘distribuição de terras de latifúndios’

 Movimento quer ainda a 'agroecologia' no Brasil


O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) entregou uma “carta aberta” ao presidente eleito, Lula (PT), com uma série de reivindicações. Uma dessas exigências é que o petista ajude a “distribuir terras de latifúndios”.


No documento, o MST pede a Lula que estabeleça no Brasil a “agroecologia, buscando a soberania alimentar, para ampliar, imediatamente, a produção de alimentos saudáveis em todo o país”. O grupo quer ainda que o governo aumente o salário mínimo e o Bolsa Família, “contra a fome no Brasil”.


A Lula, o MST solicitou um “programa de máquinas agrícolas”, sem mencionar qual a finalidade da iniciativa. “Reforçamos a denúncia contra todos os tipos de violências praticados contra os povos do campo, das águas e das florestas, gerados pela política de ódio e de morte do atual governo”, disse o MST.


Invasões do MST

Segundo o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), 11 invasões de fazendas foram registradas no país no ano passado. Em 2020, foram apenas seis. No ano anterior, sete. Trata-se dos menores números verificados desde 1995, quando o Incra passou a organizar as estatísticas.


Nos dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), os sem-terra invadiram quase 2,5 mil fazendas. A administração de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou cerca de 2 mil invasões. Na era Dilma Rousseff (PT), por sua vez, houve menos de mil crimes dessa natureza. Os números mostram que o atual governo, liderado por Jair Bolsonaro (PL), apresenta um desempenho melhor até mesmo que o verificado na gestão de Michel Temer (MDB), que durou de agosto de 2016 a dezembro de 2018: foram 54 invasões durante o tempo em que o emedebista esteve à frente do Palácio do Planalto, enquanto nos últimos quase quatro anos elas não passaram de 15.


Os sem-terra também estão protegidos por uma decisão do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, que impôs restrições à reintegração de posse. Para expulsar invasores, agora não basta mais uma decisão judicial. Os tribunais terão de instalar comissões de conflitos agrários, com a presença do Ministério Público e das defensorias públicas.


Revista Oeste 

Paula Schmitt de volta ao Twitter

 Plataforma reativou a conta da jornalista


O Twitter restabeleceu a conta da jornalista Paula Schmitt, na madrugada desta quarta-feira, 30, depois de o colunista da Revista Oeste Roberto Motta fazer um apelo ao CEO da plataforma, Elon Musk. Paula havia sido censurada em agosto deste ano por publicar uma série de posts que põem em xeque estratégias de combate à covid-19 e discorrem sobre remédios do tratamento precoce.


“Queria agradecer a todos pelo apreço e pelo apoio”, tuitou Paula, pouco depois de reaver o perfil. “Não conheço nenhuma recompensa maior. Sou fraquinha e choro fácil, mas encontro o inefável — e infinito — nas coisas supostamente pequenas, simples, imensuráveis. E as recebo aqui. Via 0s e 1s. Quem diria. Sou muito grata.”


Paula Schmitt observou que a censura nunca foi estabelecida para prevenir mentiras, mas, sim, para que os “tiranos proíbam a verdade” de ser dita.


Em uma entrevista a Oeste na ocasião da censura, Paula criticou o “cala a boca” que se instalou nos meios de comunicação, e com a anuência da imprensa tradicional. “A imprensa tradicional se vendeu para os anunciantes, mas, agora, ela publica a propaganda como se fosse jornalismo”, constatou Paula, na entrevista. “Estamos testemunhando uma tragédia moral.”


Revista Oeste

Bolsonaro vai a jantar do PL e Costa Neto anuncia: 'Baque já passou'

 



Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=Ztm44gj1H3M

Repórter Nacional - 1º de dezembro de 2022

 #AoVivo: O conteúdo de rádio que você já conhece também navega por outras ondas. A Rádio Nacional está na TV Brasil. De segunda a sexta , a partir das 7h30, um giro de 25 minutos com tudo o que você precisa saber para começar o dia bem informado. #VemVer

Conheça a programação da sua TV Brasil: http://tvbrasil.ebc.com.br/

Deputado Marcel abre o jogo sobre Moraes e STF em audiência no Senado: ‘A ruptura já aconteceu

 Deputado Marcel abre o jogo sobre Moraes e STF em audiência no Senado: ‘A ruptura já aconteceu. Já não vivemos em uma democracia’

O deputado federal Marcel Van Hattem foi muito aplaudido durante sua fala na audiência pública no Senado que debate a perseguição a cidadãos e parlamentares no contexto das eleições de 2022. O deputado apontou que, embora a perseguição atual seja explicitamente voltada a conservadores, a defesa dos direitos fundamentais é essencial, e parlamentares conscientes devem defender as mesmas posições mesmo quando pessoas de esquerda vierem a ser perseguidas. O deputado explicou que uma Corte vem se sobrepondo aos demais poderes, e ressaltou que isso ocorre com a omissão e conivência dos deputados e senadores. Ele conclamou: “É importante que nós assumamos o nosso papel”. Van Hattem explicou que os cidadãos que se manifestam ininterruptamente há um mês “perderam a esperança e a fé na política, na Câmara, no Senado da República”. O deputado explicou também que a alta cúpula do Judiciário vem se comportando de forma inadequada, sem o decoro exigido por suas funções. Ele disse: “ministros do STF e TSE sentem-se à vontade inclusive para irem a Nova York fazerem palanque político e recusarem o convite da mais alta Casa. Pior do que isso: além de se manifestarem fora dos autos sobre processos em curso e fazerem manifestações políticas, ainda calam aqueles que têm por dever de ofício a condição de livremente se expressar numa tribuna da Câmara ou, por extensão, nas redes sociais”. O deputado foi aclamado pelos presentes ao relatar: “Termos parlamentares censurados ou com restrições à suas liberdades é inadmissível em uma democracia. E é por isso que já não vivemos em uma democracia. A ruptura já aconteceu!”. Marcel Van Hattem apontou que sua proposta de CPI teve intenso apoio na Câmara, mas surgiu a desculpa de que há uma fila de CPIs na frente. Ele disse: “a nossa CPI é a décima. E agora se está criando essa desculpa para evitar a instalação desta. E é uma desculpa esfarrapada. Não existe desculpa para não começarem imediatamente os trabalhos”. O deputado afirmou: “A Corte precisa dar resposta aos questionamentos, e não acusar de litigância de má-fé ou perseguir aqueles que têm questionamentos, ainda mais se forem legítimos”. O deputado lembrou que já apontou problemas no TSE desde seu tempo de deputado estadual, enfatizando que a Corte concentra absolutamente todos os processos eleitorais, desde a organização até o julgamento de questões relativas à própria organização. Ele apontou que o TSE toma conta de todo o processo, e disse: “e agora, quando se recorre, diz: você não pode recorrer, tome multa. Que segurança jurídica podemos ter?”. Van Hattem foi novamente aplaudido ao alertar: “não é uma crítica pessoal, é uma crítica ao sistema institucional. E, se nós não pudermos nos debruçar sobre isso, para que servimos? Essa Corte já está fechando o Congresso Nacional!”. O deputado mencionou a proposta de transformar a CPI em uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, com a participação de senadores. Ele lembrou que o Senado é que tem o poder de julgar ministros das cortes superiores, e disse: “somando-se os esforços de Câmara e Senado, nós agilizamos esse processo. E, se há quaisquer dúvidas sobre uma eventual instalação de uma CPMI, elas se esboroaram com a decisão do ministro Barroso, que reconheceu que CPIs são legítimos direitos da minoria parlamentar e precisam ser instaladas imediatamente, preenchidos seus requisitos”. Van Hattem explicou que, com uma CPMI, é possível ter “o esforço concentrado de todo o Congresso em cima desses abusos de autoridade, que precisam cessar já. Chega! Basta!” (...)