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O triunfo do mal - Plínio Pereira Carvalho
Estamos ouvindo no momento, arautos da desgraça (mídia corrupta) que nos fala do pretenso triunfo retumbante do mal em nossa Pátria, convidando-nos a cessar qualquer esforço no sentido do bem, a desistir sob o pretexto de que o mal se acha inexpugnável, escorado pelas enormes legiões de corruptos e criminosos, e da grande plêiade pululante de ignorantes em nossa Pátria, que dele auferem as vantagens pecuniárias ou outras próprias dos devaneios humanos, mas efêmeras com certeza.
Não discutas. Sirva incessantemente ao bem e na sua divulgação, sem esmorecer, na certeza de que Deus virá, pelas vias do tempo, repor os bons no lugar justo.
(Plinio com muita dificuldade)
Guerra na Ucrânia: como retirada russa de Kherson pode abalar imagem de Putin
Durante anos, Putin foi visto como um mestre estrategista e um vencedor. Agora, o Kremlin tenta distanciá-lo do maior revés militar recente da Rússia na invasão.
Como a mensagem mudou.
Logo depois que a Rússia invadiu a Ucrânia, os apresentadores de programas de TV aqui estavam prevendo com confiança que em poucos dias as tropas russas estariam marchando por Kiev.
Isso foi há quase nove meses.
Esta semana, os mesmos apresentadores anunciaram a "difícil decisão" do Exército de retirar as forças russas de Kherson - a única capital regional ucraniana que a Rússia conseguiu capturar e ocupar desde a invasão do país em 24 de fevereiro.
Apenas seis semanas atrás, o presidente Vladimir Putin afirmou ter anexado a região de Kherson, juntamente com outros três territórios ucranianos, insistindo que eles seriam parte da Rússia para sempre.
"Eu queria que nossa bandeira estivesse hasteada em Kiev em março", disse o âncora Vladimir Solovyov aos telespectadores de seu programa.
"Foi doloroso quando nossas tropas se afastaram de Kiev e Chernihiv. Mas essas são as leis da guerra... estamos lutando contra a Otan [Organização do Tratado do Atlântico Norte]."
É exatamente assim que o Kremlin está tentando retratar tudo isso: culpando o Ocidente. A mensagem da mídia estatal russa é que, na Ucrânia, a Rússia está enfrentando o poder combinado dos Estados Unidos, Reino Unido, União Europeia e Otan.
Em outras palavras, os contratempos no campo de batalha não são culpa do Kremlin, mas obra de inimigos externos.
Há outra mensagem também: não critique o Exército russo ou o presidente da Rússia pelo que deu errado na Ucrânia. Em vez disso, cumpra seu dever e junte-se à luta.
É um conselho que, por enquanto, vozes russas proeminentes e poderosas parecem estar seguindo.
O líder checheno, Ramzan Kadyrov, e Yevgeny Prigozhin, fundador do grupo mercenário Wagner, têm criticado abertamente a liderança militar russa. Mas sobre a retirada de Kherson, ambos postaram mensagens de apoio ao comandante russo na Ucrânia, o general Surovikin, que havia recomendado a retirada.
O mesmo não pode ser dito dos blogueiros militares russos pró-guerra. Eles estão escrevendo mensagens raivosas, como:
"Nunca esquecerei esse assassinato das esperanças da Rússia. Essa traição ficará gravada em meu coração por séculos." - Zastavny.
"Esta é uma enorme derrota geopolítica para Putin e a Rússia... o Ministério da Defesa perdeu a confiança da sociedade há muito tempo... agora, a confiança no presidente vai desaparecer." - Zloi Zhurnalist.
Não se o Kremlin puder evitar, porque tem se esforçado para distanciar o presidente Putin da retirada, sabendo que muitos na Rússia a verão como um revés militar e um golpe duro contra o prestígio russo.
No início desta semana, foram os generais que anunciaram que as forças russas seriam retiradas de parte da região de Kherson.
A TV russa mostrou o ministro da Defesa, Sergei Shoigu, emitindo a ordem, após consultas com o general Surovikin. Putin não estava à vista em lugar algum.
"O ministro da Defesa tomou a decisão, não tenho nada a dizer sobre isso", disse o porta-voz de Putin, Dmitry Peskov, a jornalistas na sexta-feira (11/11). O Kremlin está deixando os militares assumirem a responsabilidade pela retirada. Ou pelo menos tentando.
Mas foi Putin que ordenou a invasão da Ucrânia. O que ele chama de "operação militar especial" foi ideia dele. Distanciar-se de qualquer aspecto ligado à invasão não será fácil.
Há um perigo aqui para Vladimir Putin, mas que antecede a retirada de Kherson. Os acontecimentos dos últimos nove meses correm o risco de mudar a forma como o presidente é visto em casa: não tanto pelo público russo, mas - crucialmente - pela elite russa, pelas pessoas ao seu redor, pelas pessoas no poder.
Durante anos, eles viram Putin como um mestre estrategista, como alguém que sempre consegue sair por cima... como um vencedor. Eles o viram como o eixo central do sistema do qual fazem parte e que foi construído em torno dele.
Vitórias, no entanto, estão em falta desde 24 de fevereiro. A invasão de Vladimir Putin não saiu conforme o planejado.
Não só resultou em morte e destruição na Ucrânia, mas perdas militares significativas para seu próprio exército. Ele havia prometido que apenas "soldados profissionais" lutariam, mas depois convocou centenas de milhares de cidadãos para as Forças Armadas para participar da guerra.
Os custos econômicos para a Rússia também foram consideráveis.
O Kremlin costumava retratar Vladimir Putin como o "sr. Estabilidade" na Rússia. Isso se tornou muito mais difícil de emplacar.
- Texto originalmente publicado em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63611690
BBC News e Terra
O dia seguinte: ucranianos desarmam minas e documentam crimes em Kherson
Após retirada da Rússia na última semana, moradores estão voltando para cidade da Ucrânia.
Ele também alertou os moradores da cidade sobre a presença de artefatos explosivos deixados pelas forças russas, os previnindo a "se moverem com cautela". De acordo com Klymenko, um policial foi ferido durante uma operação de desarmamento de minas em um prédio em Kherson.
Uma mulher e duas crianças também ficaram feridas em uma explosão perto de seu carro no vilarejo de Mylove, região de Kherson, de acordo com a polícia, que ainda relatou bombardeios russos no distrito de Berislav.
“No caminho certo”
"Somente juntos podemos prevalecer e expulsar a Rússia da Ucrânia. Estamos no caminho certo", declarou o ministro das Relações Exteriores ucraniano, Dmytro Kouleba, no sábado, durante uma reunião com o secretário de Estado americano, Antony Blinken, à margem de uma cúpula do sudeste asiático, em Phnom Penh, no Camboja.
A retirada russa de Kherson marca "um novo fracasso estratégico" por parte de Moscou, disse o ministro da Defesa britânico, Ben Wallace, em comunicado no sábado. Jake Sullivan, conselheiro de Segurança nacional do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, chamou a tomada da cidade pelo exército de Kiev de "vitória extraordinária", "notável".
Esta retirada russa é a terceira em escala desde o início da invasão, em 24 de fevereiro. Recentemente, a Rússia teve que desistir da tomada de Kiev diante da feroz resistência dos ucranianos, antes de ser expulsa de quase todas as regiões de Kharkiv (nordeste) em setembro.
Na sexta-feira, o Ministério da Defesa da Rússia anunciou que havia concluído a "reinstalação" de suas unidades da margem direita (oeste) do rio Dnieper, onde Kherson está localizada, para a margem esquerda, garantindo que não sofreu nenhuma perda ou abandono de equipamento militar.
“Alvo número um”
De acordo com Moscou, "mais de 30 mil" soldados russos e "quase 5 mil unidades de armamentos e veículos militares foram removidos" da margem ocidental do Dnieper. Na noite de sábado, foi na margem leste do rio, no distrito de Kakhovka, que uma ordem de retirada foi emitida pelas autoridades locais pró-Rússia para seus funcionários, para que se deslocassem para a região russa de Krasnodar, perto da Crimeia.
"Hoje, o governo é o alvo número um dos ataques terroristas das Forças Armadas da Ucrânia. Por isso, por ordem do governo da região de Kherson, como órgão de poder, estamos nos retirando para um território mais seguro, de onde poderemos continuar a governar a região", escreveu no Telegram esta administração pró-Rússia, que também pede aos "residentes" que se retirem.
O Estado-maior do exército ucraniano avançou por sua vez na noite de sábado, quando as forças russas estavam no processo de "reforçar o equipamento de fortificação das linhas defensivas na margem esquerda do Dnieper".
A retirada carrega um tom de humilhação, depois que o presidente russo, Vladimir Putin, reivindicou no final de setembro a anexação de quatro regiões ucranianas, incluindo a de Kherson.
Ameaça nuclear
No sábado, ele conversou com seu colega iraniano, Ebrahim Raisi, em um momento em que Teerã parece ser um grande aliado de Moscou em sua intervenção na Ucrânia. Os dois líderes colocaram "ênfase na intensificação da cooperação nas esferas política, econômica e comercial", informou o Kremlin.
O ex-presidente russo Dmitry Medvedev, por sua vez, lançou uma ameaça de uso de armas nucleares. "Por motivos óbvios a todas as pessoas razoáveis, a Rússia ainda não fez uso de todo seu arsenal de possíveis meios de destruição", escreveu ele no Telegram, acrescentando: "Há um tempo para tudo".
RFI e G1
A nuvem tóxica que cobriu uma das maiores cidades do mundo
A população de Nova Déli, na Índia, convive com um dos piores índices de qualidade do ar no mundo.
O motivo é uma combinação de fatores, que inclui padrões climáticos, emissões de indústrias e um pesado tráfego viário. Mas é a partir de novembro que o ar da cidade - de 31 milhões de habitantes - se torna particularmente tóxico, quando agricultores em áreas vizinhas a Déli têm o hábito de queimar resíduos de colheitas. No início deste mês, uma nuvem tóxica cobriu grandes partes da cidade. O índice de qualidade do ar medido pelo governo identificou uma concentração de PM2.5 - poluentes minúsculos, mas perigosos - no ar de mais de 500 em vários lugares de Nova Déli. Uma concentração considerada adequada desses poluentes é de 0 a 50. Entre 51 e 100, o índice é satisfatório. Mais de 500 é considerado "severo". Assista no vídeo.RJ: PM em serviço, dentro de viatura, assedia mulher
Um policial militar em serviço passou a mão nas partes íntimas de uma mulher no bairro da Glória, zona sul do Rio de Janeiro (RJ). O agente estava dentro da viatura policial quando cometeu o ato | #sbtnews #primeiroimpacto #policia crime
Mulher é abordada por usar a bandeira do Brasil no Shopping JK , em SP
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o momento em que uma mulher é abordada por seguranças do shopping JK Iguatemi, em São Paulo, por usar uma bandeira do Brasil neste domingo (13.nov.2022).


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