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por Maria Inês Dolci

Por parecerem irrelevantes, continhas podem se multiplicar e a desequilibrar o orçamento
Cuidado com as continhas –aqueles boletos e despesas diárias que parecem irrisórios. Justamente por serem aparentemente irrelevantes, podem se multiplicar e ajudar a desequilibrar o orçamento, algo ainda mais arriscado em tempos de altos preços e de baixos salários.
São casos como os do cafezinho, das viagens de aplicativo, das compras por impulso em farmácias, lojas de roupas e supermercados. Aí há outro risco: o de não lançar estas despesas, porque são muitas. E, reforço, pequenas, inocentes.
Como não foram registradas, não são computadas. Mas aquele valor somado pode fazer falta antes que entre dinheiro novo na conta-corrente. Não significa que tenhamos de desistir de pequenas satisfações, como beber um cafezinho na padaria mais próxima no meio da tarde. O ideal, contudo, seria lançar todos esses gastos, e moderar o apetite por novos desembolsos de dinheiro.
Os felizardos (a) que ainda têm emprego formal e vale-refeição também enfrentam um dilema: almoçar fora de casa ficou bem mais caro. Nem sempre o valor do benefício cobre todo o gasto. Então, algumas pessoas não sabem se comem menos para não ter de completar o valor da conta, ou se comem à vontade pagando do próprio bolso. A saída pode ser trazer de casa uma fruta ou um doce para a sobremesa.
Outra armadilha é comprar alguns alimentos (leite, café, carnes bovina e de frango, óleo de soja, chocolate etc.) sem planejar bem antes. Os preços dispararam nos últimos meses. É difícil não comer o que se gosta porque a conta ficou salgada demais. Por isso é tão importante calcular ainda em casa o custo aproximado do que iremos adquirir no supermercado, para ter uma visão mais clara do quanto poderemos gastar.
Até na hora de economizar deve-se manter o bom senso. Explico: há produtos próximos ao vencimento com preços bem mais acessíveis. Vale a pena caso tenhamos certeza de consumir tais itens em prazo bem curto. Mas se a quantidade for muito grande e o consumo pequeno, eles vencerão e terão de ser descartados.
Uma dica: pequenas despesas não devem ser pagas com cartão de crédito, porque teremos a impressão de não desembolsar nada para ter acesso a determinados produtos e serviços, mas os valores constarão da fatura mensal, obviamente.
Enfim, o aperto financeiro exige um raciocínio mais prático, e refrear as emoções tão comuns do ser humano: desejo de aproveitar a vida, de comer e de se vestir bem; vontade de se divertir e de ter mais conforto. É muito chato enfrentar um cenário como o que temos nos últimos anos no Brasil. Se nos endividarmos, contudo, o que já é desagradável ficará mais preocupante, tirará o nosso sono e sossego.
Fonte: Folha Online - 02/08/2022 e SOS Consumidor
por André Romani

Executivos disseram que foi enviada contraproposta à Anatel com novo preço para oferta de roaming SÃO PAULO
A TIM vai repassar nas próximas semanas a redução de ICMS concedida ao setor de telecomunicações aos preços de pós-pago, enquanto no pré-pago será oferecida uma elevação aos clientes na oferta de gigabytes por plano, disse o presidente da operadora nesta terça-feira (2).
A estratégia vem após lei federal, que entrou em vigor em junho, estabelecer um teto para as alíquotas do ICMS (Imposto sobre Circulação de Merca dorias e Prestação de Serviços) de alguns setores, incluindo telecomunicações.
O diretor presidente da TIM, Alberto Griselli, disse em conferência de resultados com analistas que a empresa escolheu elevar a oferta em gigabytes nos planos pré-pagos, em vez de cortar o preço, para tornar a operação viável financeiramente.
Ele afirmou que a medida deve levar a um impacto nas recargas de pré-pago nos próximos trimestres.
A TIM divulgou na noite da véspera queda de 54,1% no lucro do segundo trimestre ante igual período do ano anterior, com maiores despesas ofuscando sólido crescimento da receita.
Os executivos da TIM disseram que foi enviada na sexta-feira uma contraproposta à agência reguladora do setor, Anatel, com um novo preço para oferta de roaming.
O presidente do órgão regulador, Carlos Baigorri, disse em meados de julho à Reuters que a Anatel poderia buscar desfazer a venda dos ativos de telefonia móvel da Oi, negócio no qual a TIM é uma das compradoras, caso um impasse com operadoras sobre a oferta de roaming não fosse resolvido.
Griselli, da TIM, afirmou que teve uma reunião com o presidente da Anatel na semana passada quando foi esclarecido à companhia que o "negócio da Oi não está em discussão", nas palavras do executivo durante a teleconferência.
A oferta de roaming, serviço de telefonia para usuários que estão em áreas onde sua operadora original não possui atuação, pelas compradoras da Oi Móvel —TIM, Telefônica Brasil e Claro— foi definida como contrapartida pelos órgãos reguladores ao negócio, com o objetivo de alimentar a competição no setor.
INTEGRAÇÃO COM OI E DIVIDENDOS
A TIM disse na apresentação que a migração da rede adquirida da Oi deve ocorrer até dezembro e, segundo seus executivos, os custos da companhia devem mostrar dinâmica mais positiva no segundo semestre.
A diretora financeira e de relações com investidores da TIM, Camille Faria, afirmou que o principal impacto ao lucro do segundo trimestre veio de arrendamentos financeiros vindos da aquisição de torres da Oi, as quais a empresa pretende vender mais de 60%.
"À medida que a integração tem progresso e as sinergias começam a ser capturadas, devemos ver essa linha (lucro) voltar à tendência usual", disse Faria. A executiva ainda citou melhor tendência de despesas operacionais nos próximos trimestres.
Ela afirmou, porém, que por causa de obrigações regulatórias na venda de antenas, os desinvestimentos em torres só devem ganhar tração em 2023. A TIM espera finalizá-los até o fim de 2024.
Questionada, Faria manteve a projeção divulgada mais cedo neste ano pela TIM de distribuição de dividendos de cerca de R$ 2 bilhões em 2022.
Sobre potenciais operações de aquisição e fusão, especialmente em fibra ótica, Griselli afirmou que a TIM não está olhando "ativamente" para esse ponto, já que o foco no momento é 5G e integração dos ativos adquiridos da Oi.
Fonte: Folha Online - 02/08/2022 e SOS Consumidor
O Creme Hidratante, Cetaphil dobra o nível de hidratação da pele em 4 dias, deixando-a macia e saudável. O creme Cetaphil possui tecnologia moisture lock: atrai e retém a água da pele, mantendo-a hidratada. Sua fómula tem textura leve e alto poder de hidratação. O Hidratante Cetaphil possui óleo de amêndoas doces, que proporciona sensação imediata de maciez. Ele não possui fragância, assim seu cheiro não vai atrapalhar o seu perfume favorito. Use diariamente e você verá a diferença na sua pele em poucos dias. Benefícios do Produto: Proporciona alto poder de hidratação, deixando a pele macia e saudável; Uso específico do Produto: Pele extremamente seca e sensível Local de Utilização do Produto: Corpo Principais Características do Produto: • Dobra o nível de hidratação da pele em 4 dias, deixando-a macia e saudável. • Hidrata a pele logo nos primeiros 30 minutos após a aplicação, mantendo-a hidratada por 48h; • Tecnologia moisture lock: atrai e retém a água da pele, mantendo-a hidratada. • Fórmula de textura leve e alto poder de hidratação • Com óleo de amêndoas doces, que proporciona sensação imediata de maciez Modo de Usar: Aplicar após o banho e repetir a aplicação sempre que necessário. Precauções e avisos de segurança: Este produto foi formulado de maneira a minimizar possivel surgimento de alergias. Mantenha o produto longe do alcance das crianças. Se ocorrer irritação interrompa o uso. Em caso de ingestão acidental procure atendimento médico. Conservar em temperatura ambiente e ao abrigo do dol. Uso externo.
Ação poderia ter evitado morte de feto.
A 3ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve decisão do juiz Eduardo Giorgetti Peres, da 15ª Vara da Fazenda Pública Central, que condenou o Estado e hospital a pagarem indenização a casal no valor de R$ 50 mil, pela não internação de gestante de alto risco, o que resultou no falecimento de feto.
De acordo com os autos, a gestação da autora da ação era de alto risco por ter idade materna avançada (38 anos), histórico de abortamento e diagnóstico de pré-eclâmpsia. Assim, havia necessidade de cuidados especiais e acompanhamento médico intensivo desde antes do parto, o que não ocorreu. De acordo com o laudo pericial, protocolo da Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) prevê que o caso era de internação pelo risco de mortalidade, “o que possivelmente teria levado a outro desfecho fetal”, já que horas antes do início do parto o feto estava vivo e “apresentava-se em adequadas condições de vida”.
Para o relator do recurso, desembargador Camargo Pereira, “muito embora não tenha havido nenhuma comprovação acerca de eventual dolo por parte dos agentes”, ficou demonstrado que “a morte da vítima decorreu, em alguma medida, de imperícia, imprudência e/ou negligência da equipe médica responsável e da correspondente gestão administrativa, quer nas ações, quer pela omissão”. Sobre os danos morais, o magistrado afirmou que, “a considerar os infortúnios que sofreu a autora, não há nenhum manifesto exagero no arbitramento do dano moral no valor de R$ 50 mil”.
O julgamento, de votação unânime, teve a participação dos desembargadores Campos Mello e Matheus Fontes.
Apelação nº 1000168-25.2020.8.26.0053
Fonte: TJSP - Tribunal de Justiça de São Paulo - 02/08/2022 e SOS Consumidor
Agência de turismo comercializou bilhetes aéreos da Avianca e não informou aos consumidores sobre risco de cancelamento dos voos
A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça, multou a empresa de turismo CVC por comercializar passagens da Avianca, em 2020, sem informar os consumidores sobre o risco de cancelamento dos voos. Na ocasião, a companhia área estava em processo de falência. A multa é no valor de R$ 363.046,25. A decisão foi publicada na segunda-feira,1, no Diário Oficial da União. No recurso, a CVC alegou que não poderia prever que a Avianca enfrentaria dificuldades operacionais a ponto de interromper as atividades.
Porém, segundo a Senacon, mesmo ciente do pedido de recuperação judicial da Avianca, a CVC falhou ao não informar aos clientes sobre os riscos de cancelamento de voos e as graves restrições nas atividades da companhia. Essa falta de esclarecimento viola o Código de Defesa do Consumidor.
A decisão é definitiva e a CVC não pode mais recorrer. O prazo para pagamento da multa é de 30 dias e os recursos serão destinados ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos. Os valores são empregados em projetos que previnam ou recomponham danos ao meio ambiente, ao patrimônio histórico e artístico, ao consumidor e a outros interesses difusos, individuais ou coletivos. A Agência Brasil entrou em contato com a CVC para comentar a decisão, mas ainda não obteve retorno.
Fonte: O Dia Online - 02/08/2022 e SOS Consumidor
por Aline Macedo
Por isso, saber as vantagens e desvantagens de cada forma de pagamento da compra pode ser fundamental.
O pagamento à vista, seja via PIX ou em dinheiro, é uma das formas mais recomendadas por especialistas financeiros para evitar gastar além do orçamento. Isso porque o dinheiro sai das mãos (ou da conta) do consumidor instantaneamente – e evita surpresas no final do mês.
Cabe no orçamento?Segundo Joelson Sampaio, economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no entanto, antes de optar por qualquer outra forma de pagamento, é importante verificar se realmente o novo gasto cabe no orçamento.
Veja as dicas de Sampaio:
O g1 também conversou com Luiz Rabi, economista sênior na Serasa Experian, sobre o assunto, e ele deu mais uma dica aos consumidores na hora de fazer novos gastos a prazo:
"A soma de todas as despesas parceladas não pode passar de 20% da renda familiar, pois esse será o primeiro sinal da chegada da inadimplência", diz economista.
Quais as vantagens do pagamento à vista e parcelado?À vista:
Parcelado:
E as desvantagens?
À vista:
Parcelado:
Independente da forma de pagamento, o mais importante é que o consumidor tenha um controle sobre seus gastos – caso contrário pode entrar em uma bola de neve de dívidas.
Fonte: G1 - 02/08/2022 e SOS Consumidor
Por Scott Lindsay
A COMPREENSÃO DO QUE SIGNIFICA O VOO DE GALINHA EM ECONOMIA
Gostem ou não, o fato é que o PROGRAMA ECONÔMICO do atual governo, conduzido com determinação pela equipe liderada por Paulo Guedes, produziu, enfim, na cabeça de boa parte do povo brasileiro a descoberta das razões pelas quais ao longo de mais de 40 anos (1970 a 2018), a nossa economia passou a se comparada ao -VOO DE GALINHA-, que se caracteriza por deslocamentos curtos e rasantes.
DIAGNÓSTICO
Como se sabe, as galinhas mal conseguem se manter no ar devido ao PESO de seus músculos. Não por acaso, a economia brasileira não conseguia sustentar um eventual crescimento justamente pela mesma razão: o PESO DO ESTADO. Vejam por exemplo, que nas últimas quatro ou cinco décadas, a taxa média de crescimento saiu de 2,6% para o pico de 3,9% e, na última década, caiu a -0,6%. Ora, todos os DIAGNÓSTICOS sempre apontaram, apesar da incrível e recorrente recusa dos governos anteriores, que o tratamento para UM CRESCIMENTO ECONÔMICO SUSTENTÁVEL E DURADOURO depende e muito de INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA.
MARCOS REGULATÓRIOS
Pois, a partir de 2019, quando o presidente Jair Bolsonaro assumiu o governo, na boa companhia da sua determinada equipe econômica, o Brasil passou a construir uma BASE DE LANÇAMENTO através de dezenas de MARCOS LEGAIS/REGULATÓRIOS todos voltados com o propósito de GARANTIR NOVOS E IMPORTANTES INVESTIMENTOS, cujos CONTRATOS -JÁ FIRMADOS- garantem mais de R$ 1 TRILHÃO EM INVESTIMENTOS DE INFRAESTRURA nos próximos anos.
LISTA DOS MARCOS REGULATÓRIOS
A lista original do ministro da Economia dava conta de NOVOS MARCOS LEGAIS para: NAVEGAÇÃO DE CABOTAGEM, SETORES -ELÉTRICO, GÁS NATURAL, PETRÓLEO, FERROVIAS, SANEAMENTO BÁSICO, AUTONOMIA DO BANCO CENTRAL, NOVA LEI DE FALÊNCIAS, LIBERDADE ECONÔMICA. Passados três anos e meio de governo, boa parte destes MARCOS REGULATÓRIOS já estão sendo alvos de enorme interesse da INICIATIVA PRIVADA. Todos eles, repito, vão resultar nos INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA que levarão, inevitavelmente, a economia brasileira a VOAR ALTO POR MUITO TEMPO, o que vai nos livrar do quase eterno VOO DE GALINHA.
REDUÇÃO DE IMPOSTOS
De novo: além de tantas e importantes iniciativas que até então foram sempre recusadas -criminosamente- por governantes anteriores, o presidente Jair Bolsonaro é o ÚNICO CHEFE DE GOVERNO que se dispôs a REDUZIR IMPOSTOS. Além de lutar desesperadamente pela aprovação de uma redução do ICMS sobre produtos considerados como -ESSENCIAIS-, o presidente oficializou a redução de 35% do IPI cobrado sobre produtos que não são fabricados na Zona Franca de Manaus. O corte de impostos deve ter efeito sobre 4 MIL PRODUTOS. Que tal?
Pontocritico.com