Michelle Bolsonaro emociona as pessoas com as suas palavras

 



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Senadora Mara Gabrilli será confirmada como vice na chapa com Simone Tebet

 Acerto com parlamentar do PSDB deve ser oficializado até esta terça-feira, 2; nome da tucana vinha sido cotado nos últimos dias e ganhou força após recuo de Tasso Jereissati



A senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP) é o nome escolhido para a vice na chapa da senadora Simone Tebet (MDB-MS), candidata da terceira via à Presidência da República. A informação foi confirmada à Jovem Pan por interlocutores dos partidos. A expectativa é que o anúncio seja feito na terça-feira, 2. Segundo relatos feitos à reportagem, Tebet e Gabrili devem se encontrar ainda nesta segunda-feira, 1º, para acertar os últimos detalhes. O nome da tucana para vice na chapa emedebista acontece como desdobramento de um acordo entre as legendas no Rio Grande do Sul, onde o MDB retirou a candidatura do deputado estadual Gabriel Souza ao governo local e declarou apoio a Eduardo Leite (PSDB), que também recebe apoio do União Brasil e do Podemos. A aliança MDB-PSDB também marca um novo capítulo na saga tucano na corrida ao Palácio do Planalto, que teve início com a escolha de João Doria (PSDB-SP) nas prévias do partido, em novembro de 2021, e foi marcada pela desistência do ex-governador e rachas internas.

A chapa feminina foi confirmada por Tebet durante sabatina na Fiesp, nesta segunda-feira, 1º. Embora não tenha citado o nome de Mara, a senadora fez uma sinalização ao presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo, reafirmando seu compromisso. “A minha vice será mulher porque vamos mostrar que nós mulheres somos tão competentes e preparadas ao lado dessa turma de homens. Estaremos juntas por vocês, juntas pelos nossos filhos e companheiros. Roberto Freire me disse uma coisa que me chamou atenção: ‘Simone, você é a cara da coragem e do amor pelo Brasil’. Então encerro dizendo que com coragem e amor vamos reconstruir o Brasil”, ressaltou a senadora.

Simone Tebet tem 2% das intenções de votos, segundo última pesquisa Datafolha, divulgada na quinta-feira, 29. A parlamentar também é última alternativa do chamado “centro democrático”, formado também pelo Cidadania. Embora tenha sido confirmada como candidata do MDB à Presidência em convenção na última quarta-feira, 27, Tebet enfrenta resistência dentro do próprio partido. Isso porque o baixo desempenho nas pesquisas é visto arriscado pelos diretórios estaduais. Na legenda, a ala pró-Lula, liderada pelo senador Renan Calheiros (MDB), defende a retirada da candidatura e apoio ao ex-presidente, candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) e líder dos levantamentos eleitorais com 47% dos votos. Antes da escolha de Gabrili, o nome mais cotado para o posto de vice na chapa de Simone Tebet era o do também senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), entusiasta da candidatura da aliada antes mesmo da desistência de Doria. Jereissati encerra seu mandato no Senado este ano e tem sido aconselhado por familiares a se dedicar a projetos pessoais. Ele também é visto como uma espécie de fiel da balança para diversos acordos no Ceará, seu Estado natal.

Jovem Pan

Libre Yves Saint Laurent Perfume Feminino - Eau de Parfum

 


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União Brasil flerta com plano B em SP em meio a impasse com Rodrigo Garcia

 Partido apoia tucano e reivindica escolha do vice, mas mantém diálogo com outro candidato a governador



União Brasil ainda não jogou a toalha e espera poder indicar o vice na chapa do governador Rodrigo Garcia (PSDB), mas, em meio ao impasse, a sigla passou a flertar com um plano B: o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), que lidera as pesquisas de intenção de voto para o Palácio dos Bandeirantes. A cúpula do União ainda trata a aliança com os tucanos como prioridade. A prova disso é que o vice-presidente nacional da legenda, Antônio Rueda, esteve presente na convenção do PSDB que oficializou a candidatura de Rodrigo Garcia. Em paralelo, porém, dirigentes do partido, que nasceu da fusão entre DEM e PSL, mantêm diálogos com interlocutores de Haddad, entre eles o presidente do diretório do PT em São Paulo, Luiz Marinho.

A aproximação com o PT é uma forma de pressionar Rodrigo Garcia. O impasse também envolve o MDB, que cobra o cumprimento de um acordo costurado pelo prefeito da capital, Ricardo Nunes, e pelo ex-prefeito Bruno Covas, segundo o qual os emedebistas teriam a prerrogativa de indicar o vice na chapa de Garcia. O nome mais cotado é o do ex-secretario de Saúde do município, que deixou o ninho tucano e se filiou ao MDB para ocupar o posto. O martelo só deve ser batido no dia 5 de agosto, data-limite prevista em lei.

O União Brasil é cobiçado porque trará ao candidato escolhido um importante ativo: o tempo de televisão. Do lado petista, mesmo que a sigla comandada por Luciano Bivar não embarque na candidatura de Haddad, a neutralidade é vista com bons olhos por enfraquecer a campanha de Garcia. Aliados do governador, por outro lado, avaliam que a aliança com o MDB de Ricardo Nunes é fundamental para a disputa por votos na capital, onde Haddad leva vantagem.

Jovem Pan

Tebet critica polarização entre Lula e Bolsonaro: ‘Triste ter que escolher entre Mensalão e escândalo do MEC’

 Presidenciável pelo MDB defendeu sua candidatura como capaz opção capaz de ‘unificar o Brasil’ e viabilizar o crescimento do país


A senadora Simone Tebet (MDB-MS) posicionou sua candidata à presidência da República como uma alternativa à polarização ideológica e opção capaz de “unificar o Brasil” para viabilizar o crescimento e gerar emprego e renda. Durante sabatina na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a parlamentar disse que é o momento do “centro democrático” se reapresentar contra a má política. “É triste o Brasil ter que fazer uma escolha entre o Mensalão e Petrolão e o escândalo da Educação e da compra de vacinas. Triste o Brasil achar que nessa polarização tem que escolher o menor pior”, comentou Simone, criticando a polarização entre os apoiadores do presidente Jair Bolsonaro e os eleitores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ambos também candidatos ao Palácio do Planalto. Para ela, além de garantir o fim da polarização, sua candidatura também é capaz de fazer o necessário para alavancar o desenvolvimento do Brasil: as reformas do Estado, administrativa e tributária.

Como tripé do seu governo, a senadora cita agenda social, economia verde e um Estado parceiro da iniciativa privada. No aspecto social, ela menciona como missão prioritária a erradicação da fome e diz ser inadmissível que um país como o Brasil, considerado “celeiro do mundo”, tenha pessoas em insegurança alimentar. “Não deixar nenhuma criança dormir com fome. Hoje, 5 milhões de crianças dormem com fome todas as noites”, mencionou. Ela também defendeu igualdade de oportunidades e a manutenção de programas de transferência de renda permanente, embora reconheça ser um tabu. “Transferência de renda com condicionantes: se a criança está sendo vacinada, se vai à escola”, justificou. Quanto ao meio ambiente, a candidatura à Presidência defende a existência de um agronegócio sustentável. “Economia verde não é briga com agronegócio com meio ambiente”, pontuou.

Simone Tebet anunciou durante o evento que sua chapa à Presidência da República será composta por uma candidata mulher para o cargo de vice. “Estaremos juntas por vocês, juntas pelos nossos filhos e companheiros”, afirmou a senadora, sem citar nomes. Segundo relatos feitos à Jovem Pan, o nome escolhido foi o da senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP). A expectativa é que o anúncio seja feito na terça-feira, 2. A escolha da tucana acontece como desdobramento de um acordo entre as legendas no Rio Grande do Sul, onde o MDB retirou a candidatura do deputado estadual Gabriel Souza ao governo local e declarou apoio a Eduardo Leite (PSDB), que também recebe apoio do União Brasil e do Podemos. A aliança MDB-PSDB também marca um novo capítulo na saga tucano na corrida ao Palácio do Planalto, que teve início com a escolha de João Doria (PSDB-SP) nas prévias do partido, em novembro de 2021, e foi marcada pela desistência do ex-governador e rachas internas.


Jovem Pan

Luiz Fux pede respeito nas eleições e defende sistema eleitoral: ‘Eficiente, confiável e moderno’

 Presidente discursou na abertura do semestre no STF, disse confiar no debate civilizado e pediu diálogo ‘seja qual for o resultado das urnas’



O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, voltou a defender o sistema eleitoral brasileiro nesta segunda-feira, 1º, durante discurso de abertura do semestre da Corte. Em sua fala, ele citou a proximidade das eleições 2022, disse confiar no debate civilizado e pediu respeito e diálogo “seja qual for o resultado das urnas”. “Daqui a dois meses, a população vivenciará um dos momentos mais sensível de um regime democrático: as eleições. Felizmente, a nossa democracia conta com um dos sistemas eleitorais mais eficientes, confiáveis e modernos do mundo. Mercê de ostentar no seu organismo uma Justiça Eleitoral transparente, compreensível e aberta a todos aqueles que desejam contribuir positivamente para a lisura do prélio eleitoral”, iniciou Luiz Fux. A fala foi a primeira manifestação pública do presidente do STF desde a reunião do presidente Jair Bolsonaro com embaixadores estrangeiros, onde o mandatário fez críticas às urnas eletrônicas e falou sobre risco de fraudes nas eleições.

O ministro também reforçou seus votos de que os partidos, candidatos e cidadãos permaneçam “leais à Constituição” e compromissados com a estabilidade e segurança do pleito, marcado para acontecer nos dias 2 e 30 de outubro. “Todos os candidatos respeitem seus adversários que, efetivamente, não são seus inimigos. […] A prosperidade do nosso Brasil, seja qual for o resultado das urnas, exige que sejamos capaz de exercer e inspirar os valores do respeito e diálogo. Afinal, vivemos um Estado Democrático de Direito em que todos têm garantidas a liberdade de se manifestar”, continuou o presidente da Suprema Corte, pedindo respeito ao próximo e um semestre de trabalhos “frutíferos”. Para este segundo semestre, o STF deve julgar temas como regras de processo eleitoral, direito à educação básica, direito à saúde e ao uso de dados, proteção ambiental, direitos trabalhistas, teto de gastos e as alterações na lei de improbidade administrativa.

Jovem Pan

Secretário da ONU alerta para risco de guerra nuclear: ‘Tivemos sorte até agora’

 António Guterres afirmou que o geopolítica acompanha a maior escalada nas chances de uma aniquilação nuclear ‘desde o auge da Guerra Fria’



O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, alertou nesta segunda-feira, 1º, para a possibilidade do mundo envolver-se em uma guerra nuclear. De acordo com o político, a humanidade está a “um erro de cálculo da aniquilação nuclear” e que a geopolítica não acompanhou um aumento na probabilidade de um conflito com o armamento nuclear “desde o auge da Guerra Fria”. “Tivemos uma sorte extraordinária até agora, mas a sorte não é estratégia nem escudo para impedir que as tensões geopolíticas degenerem em conflito nuclear”, argumentou.

Guterres também ressaltou a importância do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP) – no dia 26 de agosto, a ONU sediará a 10ª conferência de análise do TNP. Segundo o secretário, trata-se de uma “oportunidade para reforçar este tratado e adequá-lo ao mundo de hoje”. “Eliminar as armas nucleares é a única garantia de que nunca serão utilizadas. Cerca de 13 mil armas nucleares estão nos arsenais do mundo em um momento em que os riscos de proliferação aumentam e as salvaguardas para prevenir esta escalada se enfraquecem”, afirmou.

Jovem Pan

Kit Ferramentas Nell 142 Peças com Maleta

 


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PGR defende arquivamento de investigação contra Bolsonaro por vazamento de dados sigilosos

 Lindôra Araújo, vice-procuradora-geral, também acusou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, de violar o sistema acusatório



Procuradoria-Geral da República (PGR) reafirmou nesta segunda-feira, 1º, seu pedido para que o Supremo Tribunal Federal (STF) arquive o inquérito que apura um possível vazamento de informações sigilosas da Polícia Federal cometido pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). Em seu parecer, a vice-procuradora-geral Lindôra Araújo nega que Augusto Aras, o comandante da PGR tenha atuado de maneira irregular e que seu pedido para que as investigações fossem encerradas foi baseado sem “qualquer desiderato [desejo] de prejudicar ou beneficiar determinadas pessoas”.

Lindôra também acusou o ministro Alexandre de Moraes, do STF, de violar o sistema processual acusatório após a PGR, em fevereiro, solicitar o arquivamento do caso e o magistrado solicitar à PF um relatório sobre o material obtido nas quebras de sigilo. Para a vice-procuradora, a decisão do ministro deveria ser revogada ou ter sido levada a plenário. “Assim, na prática, o eminente Relator adentrou nas funções precípuas e exclusivas do Ministério Público, o que é vedado pelo sistema constitucional brasileiro, de maneira a inquinar a sua decisão de nulidade”, argumentou.

A ação da PGR refere-se a um compartilhamento de informações realizado pelo presidente Jair Bolsonaro em agosto de 2021, onde o mandatário publicou nas suas redes sociais a íntegra de um inquérito da Polícia Federal sobre um suposto ataque ao sistema do Tribunal Superior Eleitoral. À época, a Procuradoria-Geral da República manifestou-se de maneira contrária a abertura do inquérito contra o presidente.

Jovem Pan

Manuela D’Ávila denuncia ameaças de morte contra ela e sua filha

 Ex-deputada federal mostrou mensagens onde é atacada: ‘Ser uma mulher pública é conviver com ameaça’


A ex-deputada federal Manuela D’Ávila (PCdoB) usou as redes sociais nesta segunda-feira, 1º, para denunciar ameaças que sofreu que sofreu na internet. Em publicação no Instagram, a ex-parlamentar, que foi candidata a vice-presidente na chapa com Fernando Haddad (PT), em 2018, mostra mensagens onde é atacada e recebe ameaças contra sua vida, sua filha e sua mãe: “Vou te estuprar”, diz uma das mensagens, que também fala em matar a mãe de Manuela, esquertejar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Sua quenga, vagabunda, sua vadia”, completa os ataques. “Ser uma mulher pública é conviver com ameaça de estupro como correção pela coragem, com a ameaça de morte como silenciador”, escreveu a ex-deputada, que fala em ataques permanentes e diz que as ameaças representam apenas mais um episódio sofrido. “Essa é mais uma das ameaças que eu, minha filha e também minha mãe sofremos”.


Jovem Pan