Mega-Sena acumula e poderá pagar R$ 40 milhões

 Quina teve 92 ganhadores e cada um vai receber R$ 29.078,19



O concurso 2.489 da Mega-Sena, realizado nesta quarta-feira à noite no Espaço Loterias da Caixa em São Paulo, não teve acertadores das seis dezenas. O prêmio acumulou e poderá pagar R$ 40 milhões no próximo concurso, sábado.

Os números sorteados foram: 03 - 10 - 13 - 25 - 41 - 42.

A quina teve 92 ganhadores e cada um vai receber R$ 29.078,19. Os 6.187 acertadores da quadra receberão o prêmio individual de R$ 617,69.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.

Agência Brasil e Correio do Povo

Inter busca empate com Santos na Vila Belmiro e entra no G-6

 Em jogo movimentado e com VAR atuante, Colorado viveu momentos de instabilidade, mas chegou ao 1 a 1 com o zagueiro Bruno Méndez


O Inter segue invicto com o técnico Mano Menezes. O Colorado saiu atrás, mas buscou o empate com o Santos por 1 a 1 na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro, pela 10ª rodada do Brasileirão. Com o resultado, a equipe colorada entrou no G-6 da tabela, e ocupa a quinta colocação, com 15 pontos, distante um do Atlético Mineiro, o primeiro time do G4. Na próxima rodada, o adversário será o instável Flamengo, no estádio Beira-Rio, no sábado, às 21h. 

O jogo foi marcado por importantes intervenções do VAR. No primeiro tempo, o árbitro Ramon Abati assinalou penalidade em lance fora da área e foi corrigido. Na cobrança da falta corrigida, o zagueiro Eduardo Bauermann fez o gol, mas o impedimento foi apontado pelo árbitro de vídeo. Na volta do intervalo, foi a vez do Santos. O gol de Lucas Braga foi considerado impedido no campo. No vídeo, a posição regular foi confirmada.

O empate colorado chegou com o zagueiro Bruno Méndez. Ele veio do banco na vaga do lateral Bustos e igualou o marcador aos 25 minutos em chute forte. Desta vez, sem arbitragem tecnológica. Essa pode ter sido a última partida do defensor pelo colorado. O Inter negocia sua contratação definitiva com o Corinthians, por quem ele está emprestado. 

Tecnologia protagonista 

O técnico Mano Menezes apostou no retorno do meia Carlos De Pena na vaga de Dourado, deixando Gabriel como o volante de contenção do Inter. Na vaga do suspenso Wanderson, o meia Pedro Henrique foi o escolhido. David iniciou novamente no comando de ataque. A primeira metade de jogo na Vila Belmiro foi movimentada. Com duas equipes buscando o ataque, cada uma na sua proposta. Logo aos dois minutos, o meia Edenilson cobrou falta e obrigou o goleiro João Paulo a fazer sua boa primeira aparição. Aos 9, o Colorado chegou em troca de passes. O lateral Renê inverteu da esquerda e Pedro Henrique apareceu desviando de carrinho e o arqueiro do Peixe agarrou firme. Os 15 minutos inicias foram do Inter agressivo. Com boa movimentação, o meia Alan Patrick criou chance aos 13 minutos. Ele driblou dois marcadores e soltou uma bomba torta pela linha de fundo. 

A partida mudou de figura a partir dos 20 minutos. Os donos da casa passaram a explorar as laterais e ganharam vantagem em diversos lances. Aos 26, a primeira importante aparição do VAR para impor justiça. O atacante Leo Baptistão foi derrubado por Carlos De Pena na ponta da área, pela direita. O árbitro assinalou a penalidade e foi alertado pelo vídeo de que a falta aconteceu fora da área. Na cobrança, novamente o VAR evitou o pior para o colorado. O zagueiro Eduardo Bauermann entrou livre na direita da área e desviou para o fundo da rede de Daniel. Após alguns minutos de revisão, Ramon Abatti Abel confirmou a condição irregular e o 0 a 0 se manteve no escore. 

O Inter aproveitou o desânimo pelo revés no vídeo para voltar a pressionar o Peixe. Aos 33 minutos, Alan Patrick criou uma bela chance aos 13 minutos. Ele driblou dois marcadores e soltou uma bomba já dentro da área. João Paulo espalmou e evitou o gol. Aos 40 minutos, novamente o goleiro adversário apareceu. Desta vez o meia abriu para De Pena na esquerda, que finalizou cruzado para defesa de João Paulo. A partida se abriu na reta final e o Santos respondeu. Aos 47 minutos, o goleiro Daniel apareceu bem pela primeira vez. Lucas Pires jogou na área e Leo Baptistão levou a melhor para testar forte e obrigar o arqueiro a bela defesa. 

Bruno Méndez evita derrota

Os times voltaram sem mudanças para a segunda etapa. O Santos, no entanto, alterou sua postura. Os donos da casa passaram a ter mais a posse de bola e trocar passes. Logo, a chance de perigo surgiu. Aos 6 minutos, Zanocelo desviou de cabeça buscando o segundo poste e o zagueiro Maicon se atrapalhou na hora de desviar para o fundo do gol. O Colorado respondeu com Pedro Henrique. Ele recebeu livre na esquerda e soltou a bomba, na rede pelo lado de fora. Aos 11 minutos, o zagueiro Vitão se atrapalhou e quase entregou. A bola ficou nos pés de Léo Baptistão na entrada da área. Ele ajeitou para Angulo, que finalizou em cima de Mercado a chance de abrir o placar.

Vendo que seu time vivia um momento ruim, Mano promoveu as primeiras trocas: Alemão e Bruno Méndez, nas vagas de Alemão e Bustos. A noite era mesmo do VAR na Vila. Em jogada bem trabalhada, o meia Bruninho, que veio do banco, achou lindo passe para Lucas Braga atrás da zaga. Ele passou por Daniel e empurrou no fundo das redes. O árbitro marcou impedimento, no entanto, o VAR revisou e confirmou o tento aos 20 minutos.

Mano promoveu as entradas de Taison e Mauricio nos lugares de Alan Patrick e Edenilson visando buscar a igualdade. As alterações, surtiram efeito imediato. Em uma linda jogada individual, Pedro Henrique passou pela marcação na esquerda, chegou no fundo e cruzou rasteiro. A bola sobrou para Bruno Méndez que chegou soltando a bomba para o fundo das redes. 

O Colorado melhorou depois da igualdade e teve uma boa chance em falta. De Pena cobrou da entrada da área e o goleiro João Paulo estava lá para evitar a virada. Na sequência, Dourado de cabeça também parou no arqueiro. O jogo ganhou em emoção nos últimos minutos. Santos chegou com facilidade dentro da área. Daniel sai do gol e a bola sobra para Lucas Pires livre na área. Ele solta a bomba e Vitão coloca o peito para evitar a bola de entrar. Ela ainda vai na trave e sai pela linha de fundo. A partir dos 35 minutos, o time de Mano Menezes se posicionou mais defensivamente e passou a administrar a igualdade. A intenção era se aproveitar do nervosismo dos donos da casa. No último minuto, ainda deu tempo de Daniel agarrar firme a bola e garantir o empate.

Campeonato Brasileiro - 10ª rodada

Santos 1 
João Paulo; Madson, Maicon, Eduardo Bauermann e Lucas Pires; Rodrigo Fernández, Vinícius Zanocelo (Sandry) e Ricardo Gourlat (Lucas Barbosa); Léo Baptistão (Bruno Oliveira), Lucas Braga (Gabriel Pirani) e Angulo (Rwan). Técnico: Fabian Bustos. 

Inter 1 
Daniel; Fabricio Bustos (Bruno Méndez), Vitão, Mercado e Renê; Gabriel, Edenilson (Mauricio), De Pena e Alan Patrick (Taison); Pedro Henrique (Dourado) e David (Alemão). Técnico: Mano Menezes.

Gols: Lucas Braga (20min / 2°T) Bruno Méndez (26min / 2°T)
Cartões amarelos: Edenilson (Inter) Madson e Fernandéz (Santos)
Arbitragem: Ramon Abatti Abel (SC)
Assistentes: Kleber Lucio Gil (SC-Fifa) e Henrique Neu Ribeiro (SC)
VAR: Pablo Ramon Goncalves Pinheiro (RN)
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data e hora: 08/06, quarta-feira, às 19h


Correio do Povo


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Governo federal quer aprovar pacote de redução do preço dos combustíveis em uma semana no Senado

 


O governo e aliados políticos no Congresso trabalharam com expectativa de ter a proposta de emenda à Constituição (PEC) e o projeto de lei que reduzem os tributos sobre combustíveis aprovados dentro de uma semana no Senado. A proposta permite ao governo repassar aos Estados a compensação pela redução a zero do ICMS do diesel e do gás até dezembro.

Governistas têm pressa para que a redução dos tributos possa ter impacto na inflação o mais rápido possível. O senador Eduardo Gomes (PL-TO) é cotado para apresentar a PEC. A relatoria pode ficar com senador Fernando Bezerra (MDB-PE), que é já o relator do projeto (PLP-18) que fixa o teto de 17% para as alíquotas do ICMS de combustíveis, energia elétrica, telecomunicações e transporte público.

O governo vai compensar a perda de arrecadação dos Estados que reduzirem de 17% a zero até dezembro a alíquota do diesel e do gás de cozinha. Paralelamente, o governo também vai desonerar a gasolina e o etanol da cobrança do PIC/Cofins e a Cide, tributos que são federais.

Na PEC, estarão definidos em separado o limite para a redução a de PIS/Cofins e da Cide e outro para o repasse aos Estados que reduzirem de 17% para zero o ICMS sobre diesel e gás de cozinha. Esse repasse ficará fora do teto de gastos, a regra que limita o crescimento das despesas à variação do IPCA.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, sinalizou que o limite não poderá passar de R$ 50 bilhões na tramitação da PEC no Congresso. Fixar um limite é uma das preocupações da equipe econômica que foi discutida na reunião da última segunda (6) com o presidente Bolsonaro, que contou com os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) e ministros.

Na reunião, prevaleceu a estratégia de Guedes de reduzir tributos para diminuir o impacto da alta dos combustíveis, mas o próprio presidente não descartou a ideia de um decreto de calamidade para pode fazer um subsídio sem as restrições das regras fiscais e eleitorais. A implementação de um subsídio, no entanto, seria mais demorada. A PEC também afasta a necessidade de o governo ter que compensar a desoneração da gasolina.

Na reunião, em que o presidente bateu o martelo no pacote junto com Lira, Pacheco e ministros, um ponto que pesou na decisão foi a informação sobre o impacto da redução dos tributos para a queda da inflação deste ano.

O Sul

Para pressionar governadores, governo federal usa lista de países que cortaram impostos

 


Em uma lista apresentada a lideranças políticas, o governo enumera pelo menos 11 países da Europa que optaram por reduzir os tributos sobre combustíveis como forma de enfrentar o impacto da alta de preços de petróleo na economia interna. Além disso, várias regiões nos Estados Unidos, como Nova York, estão suspendendo ou congelando a cobrança de tributos que incidem sobre os combustíveis.

A estratégia de redução dos impostos foi defendida pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, em reunião com Jair Bolsonaro na semana passada – na qual foi cobrado por Bolsonaro a dar uma solução para o problema no Brasil ainda esta semana.

Na lista dos 11 países que cortaram tributos, estão Bélgica, Alemanha, Itália, Portugal e Reino Unido, entre outros. A França e a Espanha deram um subsídio, enquanto a Grécia adotou um pagamento direto às famílias de baixa renda. Essa lista está sendo apresentada pela área econômica para mostrar a importância de aprovação de projeto que desonera o ICMS.

Aliados políticos do presidente defenderam na reunião a edição de um novo decreto de calamidade para suspender as regras fiscais e afastar restrições da lei eleitoral para poder gastar mais e conceder um subsídio ao diesel.

Guedes e sua equipe passaram, então, a desenhar uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para compensar os Estados pela eventual perda de arrecadação com o ICMS. Transportes públicos também foram incluídos na compensação durante as discussões feitas durante o fim de semana.

A negociação está sendo feita em um “combo” com o projeto que fixa um teto de 17% para o ICMS sobre bens e serviços essenciais, como combustíveis, energia elétrica, gás e transportes públicos – já aprovado na Câmara e que agora está em debate no Senado.

Impostos federais

O presidente Jair Bolsonaro anunciou na última segunda-feira (6) que pretende zerar os impostos federais que hoje incidem sobre a gasolina e o etanol. Como forma de conter a explosão dos preços dos combustíveis em pleno ano eleitoral, Bolsonaro também prometeu que o governo federal bancará os Estados que se dispuserem a reduzir a zero a cobrança de ICMS, tributo estadual que também onera o preço do diesel e do gás de cozinha.

Se aprovadas, as duas medidas valerão até 31 de dezembro deste ano. O impacto pode chegar a R$ 50 bilhões, segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo.

Bolsonaro apresentou as medidas ao lado dos presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), na tentativa de mostrar compromisso do Congresso com as medidas. Ele começou a entrevista e a interrompeu para esperar pela chegada de ambos.

O presidente busca a reeleição e faz pressão para que o ministro da Economia, amplie as medidas para combater a alta dos combustíveis. O anúncio veio depois de um ultimato do Centrão a Bolsonaro de que era preciso agir rápido sob o risco de perder a campanha, em um movimento que foi apelidado de “it’s now ou never” (“é agora ou nunca”).

O Sul

Câmara dos Deputados aprova desconto na conta de luz para ressarcir consumidores

 


A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (7) um projeto de lei que permite a devolução de impostos cobrados indevidamente de consumidores nas tarifas de energia elétrica. O texto prevê que o reembolso se dará por meio de descontos nas contas de luz.

Durante anos, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) – imposto estadual – foi utilizado na base de cálculo do Programa de Integração Social/Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), tributos federais.

No entanto, em 2017, o Supremo Tribunal Federal (STF) entendeu que o governo federal não poderia incluir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na base de cálculo das contribuições para o Pis/Pasep e para a Cofins.

O relator da proposta no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), avaliou que a cobrança indevida do ICMS gerou R$ 50 bilhões em créditos tributários.

O texto que prevê a restituição do tributo aos consumidores foi aprovado pela Câmara nesta terça (7) e pelo Senado na semana passada. Como não houve alterações no texto aprovado pelos deputados, o projeto vai à sanção do presidente Jair Bolsonaro.

Projeto

Segundo a proposta, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deverá promover a devolução dos valores cobrados de forma equivocada a partir do início da vigência da lei. A restituição será feita a todos os consumidores por meio de descontos na conta de energia.

Se a concessionária de energia já tiver uma nova tarifa aprovada para este ano, uma revisão tarifária deverá ser feita pela Aneel para abater o saldo de tributos cobrados indevidamente.

A proposta garante ainda que a Aneel poderá determinar a restituição de tributos, sem a iniciativa de terceiros, em qualquer redução, por alterações normativas e decisões administrativas ou judiciais.

O relatório aprovado pelos deputados determina que, para a devolução, a Aneel deve estabelecer “critérios equitativos e considerar procedimentos tarifários e disposições contratuais aplicáveis”.

O Sul