Rio Grande do Sul deve ter chuva neste domingo

 Dia não começa muito frio, e a tarde será de temperatura amena



O tempo se instabiliza com chuva em grande parte do Rio Grande do Sul neste domingo, quando também deve ter aumento da nebulosidade.

Já de manhã chove em vários pontos, mas da tarde para a noite a instabilidade será mais generalizada e forte em algumas áreas, com risco de pancadas, trovoadas e granizo isolado. Antes, aberturas de sol entre as nuvens podem ocorrer em algumas áreas do Estado.

O dia não começa muito frio. Pela nebulosidade e o tempo instável, a tarde será de temperatura amena. Em Porto Alegre, a mínima é de 12ºC, e a máxima chega aos 18ºC.

A MetSul alerta que uma área de baixa pressão vai mudar o tempo no território gaúhco e trará chuva com risco de temporais localizados no começo da semana.

Correio do Povo



Mega-Sena acumula e pode pagar R$ 9 milhões no próximo sorteio


Sobe para seis o número de casos suspeitos de varíola do macaco no Brasil



Chuvas deixam 232 mil brasileiros desabrigados e ao menos 247 mortos até agora em 2022



Homem é brutalmente espancado e morto no bairro Bom Fim


STF vai julgar decisão de Nunes Marques que devolveu mandato a deputado


Avião privado sobrevoa casa de praia de Biden e aciona procedimento de segurança


Brasil registra 25 mortes por Covid-19 nas últimas 24h



Guarda Municipal flagra pichador cadeirante no Centro de Porto Alegre



Liniker retorna a Porto Alegre e mostra uma turnê solo emocionante no Araújo Vianna


“Indescritível, surreal”, relata primeiro brasileiro a viajar como turista ao espaço


Caso Rai Duarte: Brigada Militar transfere 17 policiais militares da Força Tática do 11º BPM


Inaugurado o Logradouro José Salimen na avenida Ipiranga, em Porto Alegre


Aluno imprime citação de Hitler em anuário de colégio de elite em SP


Corinthians vence Atlético-GO e dorme líder do Brasileirão


Santa Catarina decreta situação de emergência por sobrecarga de hospitais


Brasil de Pelotas perde para o líder Mirassol e é lanterna da Série C


Fenovinos tem número recorde de animais e de expositores inscritos


Bahia vence Criciúma e assume vice-liderança da Série B


Sobe para cinco o número de mortos em acidente de trem na Alemanha


Serviço inédito de bicicleta elétrica entra em operação em Porto Alegre



Chuva de fake news e de hipocrisia por todos os lados - Netinho

 Tenha ótima noite de sábado. Tenho 55 anos e nunca vi a temperatura do Brasil tão elevada. É chuva de fake news e de hipocrisia por todos os lados. A proximidade das eleições e o desejo gigantesco de impedir Bolsonaro se reeleger multiplicou a facilidade em mentir naqueles que estão com a esquerda maligna.

E o dramático: tem gente caindo nessas fake news e sendo, mais uma vez, enganada pela hipocrisia. Sinceramente eu espero que, na hora SECRETA do voto, essas pessoas façam de otários aqueles que SEMPRE as fizeram de otários. Que EXPULSEM da política as raposas que, velhas ou novas, estão seguindo a ANTIGA cartilha política na tentativa de se eleger e só. Os doentes de caráter que enxergam na política um meio de ROUBAR O POVO e enriquecer. JÁ FICOU CLARO QUE, mais do que políticos, a política precisa é de honestidade, honra, caráter reto, princípios e valores positivos. A política precisa de pessoas que não se vendam. Sem isso, não conseguiremos ir para a frente e essa esquerda se apropriará de tudo de positivo que Bolsonaro está fazendo para o Brasil.
Caso não haja CONSCIÊNCIA do povo brasileiro na hora SECRETA do voto, o Brasil será atirado na fogueira maligna que vem crescendo no mundo.
Sou artista dono de uma história linda de sucesso que, com músicas positivas, elevou a autoestima de milhões de pessoas. Há muito tempo me sinto completo, realizado, feliz e agradecido. Acontece que ao invés de me levar em momentos terrivelmente mortais, eu satisfeito por minha bela vida, Deus me deixou aqui em uma nova caminhada. Estou nela para continuar positivando e elevando a vida das pessoas, como sempre fiz a vida inteira, sem qualquer projeto de poder e COM MUITA LEVEZA. Seguirei até continuar sentindo que há gente que quer a minha honestidade e princípios nesse caminho.
Ao contrário de outros, não xingarei nem agredirei ninguém. Não preciso disso nem de criar polêmicas para aparecer. Todos me conhecem. Estou aqui para fazer o bem, como fiz a vida inteira. Ponto. O mesmo homem que fui na música, serei onde eu for. Positivo, empreendedor, perfeccionista e sempre trabalhando para fazer o melhor. Temos pouco mais de quatro meses. Netinho, 4 de junho de 2022.


Fonte: https://www.facebook.com/NetinhoOficial/posts/pfbid0CcTSMxzwGLgmzqcPVR8pGXjohbauu65qg5L27NYLXAwgjk1ZAsACcjYPDBhFT5QPl?notif_id=1654385471591457&notif_t=public_figure_activity&ref=notif

Bolsonaro veta trechos de projeto que não permitia busca e apreensão em escritórios de advocacia

 


O presidente Jair Bolsonaro vetou dez dispositivos do projeto de lei que altera o Estatuto da Advocacia, entre eles o que restringia a busca e a apreensão em escritórios de advocacia.

De acordo com o texto aprovado pelo Congresso, o advogado poderia determinar, durante uma operação de busca e apreensão, o que tinha ou não relação com a investigação e impedir a apreensão de documentos, mídias e objetos não relacionados ao caso, ainda que pertencentes ao mesmo cliente.

Segundo a justificativa do Ministério da Justiça (MJ) para o veto, “a proposição violava a constitucionalidade e o interesse público, uma vez que o dispositivo conferiria aos advogados atos típicos da atividade investigativa, notadamente ao permitir que eles fizessem o juízo prévio a respeito dos documentos que poderiam, ou não, ser apreendidos pela autoridade policial, impedindo, inclusive, o exercício deste mister pelos próprios órgãos encarregados constitucionalmente”.

“Ao permitir que o representante da OAB impedisse a apreensão de documentos não relacionados ao fato investigado, a norma, além de autorizar que tais agentes se imiscuíssem em função que é afeta constitucionalmente às polícias judiciárias, acabaria por comprometer o bom êxito da investigação”, continua o MJ.

Bolsonaro também vetou o trecho que permitia que servidor público sem dedicação exclusiva fosse sócio-administrador de escritório de advocacia. Para o MJ, “a proposição legislativa incorreria em vício de inconstitucionalidade, uma vez que o regime jurídico dos servidores públicos é matéria de iniciativa privativa do Chefe do Executivo”.

Projeto de lei

Aprovado no Senado, em maio, e pela Câmara, em fevereiro, o projeto promove uma série de alterações no Estatuto da Advocacia e em outras leis relacionadas às atividades e prerrogativas dos advogados.

O texto aprovado pelos senadores e deputados proibia a concessão de medida cautelar para busca e apreensão em escritórios de advocacia baseadas apenas em declarações de delação premiada, mas sem confirmação por outros meios de provas.

Isso se aplicaria ainda ao local de trabalho do advogado, mesmo que não em um escritório formal.

Veja as principais mudanças da lei:

Honorários

Muitos pontos da nova lei dizem respeito ao pagamento de honorários. Um dos principais assegura o pagamento de honorários de acordo com o previsto pelo Código de Processo Civil, nos termos da decisão recente da Corte Especial do STJ.

Mas também garante o recebimento de honorários por indicação de clientes a colegas advogados e escritórios de advocacia, e possibilita a liberação de até 20% dos bens bloqueados do cliente por decisão judicial para pagamento dos honorários advocatícios.

Sociedades de advogados

O texto aprovado trata ainda das relações entre advogados e escritórios de advocacia, remetendo à OAB a fiscalização, o acompanhamento e a definição de parâmetros e da relação jurídica entre advogados e sociedades de advogados ou entre os sócios e o advogado associado, inclusive quanto à associação sem vínculo empregatício.

O advogado poderá se associar a uma ou mais sociedades de advogados ou sociedades unipessoais de advocacia, sem vínculo empregatício, para prestação de serviços e participação nos resultados em pactuação livre a ser registrada no conselho seccional da OAB.

A lei especifica que o contrato de associação deverá conter a descrição exata do serviço a ser prestado, a forma de repartição dos riscos e das receitas, o prazo de duração e a responsabilidade pelo fornecimento de condições materiais e pelo custeio das despesas.

Por outro lado, não será admitida a averbação de contrato de associação que contenha, em conjunto, os elementos que caracterizam a relação de emprego listados na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Jornada de trabalho

Quanto à jornada de trabalho, em vez das 4 horas contínuas diárias e 20 horas semanais para o advogado empregado, como fixa a lei atual, o projeto impõe como limite carga de 8 horas contínuas e 40 horas semanais, sem previsão de acordo ou convenção coletiva estipular outra jornada.

Também prevê as férias dos advogados na área penal, suspendendo os prazos processuais penais entre 20 de dezembro e 20 de janeiro.

Fiscalização

A lei acrescenta dois dispositivos sobre a competência do Conselho Federal da OAB para fiscalizar, acompanhar e definir parâmetros e diretrizes da relação jurídica mantida entre advogados e sociedades de advogados, ou entre escritório de advogados sócios e advogado associado.

A fiscalização deve ser exercida em casos sobre caracterização do vínculo empregatício, por exemplo.

Também há na lei previsão de resolução de questões atinentes à relação entre advogados sócios ou associados e os escritórios de advocacia por mediação e arbitragem.

À OAB também cabe, caso necessário, homologar quitações de honorários entre advogados e sociedades.

O Sul

Tribunal Superior Eleitoral não será “avestruz” e vai coibir “abusos” nas redes sociais, diz o ministro Alexandre de Moraes

 


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que comandará o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante as eleições de outubro, afirmou nesta sexta-feira (3) que a Justiça vai analisar casos de abuso de poder político e econômico cometidos por candidatos em todos os meios de comunicação, inclusive as redes sociais.

De acordo com Moraes, a Justiça Eleitoral não pode se comportar como “avestruz” e “fingir que nada acontece” no ambiente virtual.

“Todos os meios das redes serão considerados meios de comunicação para fins de abuso de poder econômico e abuso de poder político”, afirmou Moraes ao participar do Congresso Brasileiro de Direito Eleitoral, cujo tema foi “Democracia em Ação”.

Segundo ele, os eventuais abusos cometidos por meio de plataformas digitais serão analisados pela Justiça Eleitoral, assim como o abuso de poder político e econômico no caso da mídia tradicional, disse o ministro.

“De uma coisa vamos ter certeza: este ano – e os últimos acontecimentos também mostram – de tédio, ninguém vai morrer este ano”, disse. “De monotonia, ninguém vai morrer. Cada dia uma aventura para que possamos consolidar o que o Brasil vem consolidando”, afirmou.

De acordo com o ministro, é “exagerado” o número de obstáculos neste ano em relação às eleições, “algo que parecia totalmente consolidado no Brasil”.

Nunes Marques

A afirmação foi feita um dia após o ministro Nunes Marques, do STF, ter derrubado decisão do TSE que havia cassado o mandato do deputado estadual Fernando Francischini (União Brasil-PR) por uso de redes sociais para propagar informações falsas sobre o sistema de votação.

Esta foi a primeira vez que o tribunal tomou decisão relacionada a político que fez ataque às urnas eletrônicas.

O TSE considerou que a conduta de propagar desinformação pode configurar uso indevido dos meios de comunicação e abuso de poder político.

Nunes Marques, ao justificar a decisão em favor do político, alegou justamente que as redes sociais não poderiam ter sido equiparadas aos meios de comunicação tradicionais nas eleições 2018, quando ocorreu o fato que levou à cassação de Francischini pelo TSE.

A decisão do Tribunal Superior Eleitoral em desfavor de Francischini é de outubro do ano passado e, segundo Nunes Marques, o entendimento do TSE sobre as redes sociais não poderia retroagir para punir ato ocorrido em 2018.

Com a decisão, Francischini deve reassumir o mandato e pode voltar a disputar as eleições deste ano.

Nunes Marques decidiu levar para análise da 2ª Turma do STF as decisões que devolveram mandatos de parlamentares, se houver recursos contra as medidas.

Além do caso de Francischini, Nunes Marques também suspendeu decisão do TSE no caso da cassação do deputado Valdevan Noventa (PL-SE), por abuso de poder econômico e compra de votos durante a campanha eleitoral de 2018. Nesse caso, o PT recorreu porque o suplente de Noventa que assumiu em razão da cassação é um deputado do partido.

O Sul

Cai parcela da população favorável a proibir aborto no Brasil

 


A parcela da população brasileira que quer proibir o aborto em qualquer circunstância caiu no período de quase quatro anos, aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta (3). De dezembro de 2018 até hoje, o índice daqueles que dizem que concordar com a total restrição da interrupção da gravidez no País recuou de 41% para 32%.

Hoje, no Brasil, o aborto é permitido somente em casos de estupro, risco para a mãe e anencefalia do feto – este último caso foi garantido por uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) em 2012. Nas demais situações, a prática é considerada crime.

De acordo com o levantamento, 4 em cada 10 brasileiros consideram que a lei deve permanecer como está – o número representa um crescimento de cinco pontos percentuais desde 2018. A taxa é ainda maior entre os mais escolarizados (45%) e mais ricos (50%).

O instituto ouviu 2.556 pessoas em 181 municípios do País entre os dias 25 e 26 de maio. A margem de erro para o total da amostra é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Numericamente, a parcela que acredita que a legislação deveria permitir a interrupção da gravidez em mais situações oscilou de 16% para 18%. Já a parte que defende a legalização da interrupção da gravidez em qualquer situação passou de 6% para 8%. As duas variações estão dentro da margem de erro.

Os mais jovens compõem a parcela que mais concorda com a flexibilização da legislação sobre aborto. A taxa dos que defendem a interrupção em mais situações está nove pontos percentuais acima da média (27%), e o índice dos que defendem em qualquer situação chega a 15%.

Entre os 32% que acreditam que a interrupção da gravidez deveria ser proibida em qualquer situação estão predominantemente brasileiros do Nordeste (41%), que vivem no interior (37%), pardos (34%) e evangélicos (37%).

Não há, porém, diferença significativa de opinião entre o público masculino e feminino em relação ao tema. A parcela em que aparece a maior disparidade numérica é entre aqueles que concordam que a lei deve continuar como é hoje, declarado por 41% dos homens e por 37% das mulheres. Os índices, porém, estão dentro da margem de erro para esse quesito, que é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

O levantamento aponta que apenas 9% das mulheres concordam que o aborto deveria ser liberado para qualquer situação. Para Flávia Biroli, professora do Instituto de Ciência Política da UnB (Universidade de Brasília), é comum pensarmos que uma agenda que diz respeito ao direito das mulheres teria uma maior adesão do público feminino.

“Porém, isso indica que outros aspectos pesam mais ou tanto quanto: os fatores educacionais, socioeconômicos e religiosos”, diz ela.

Sobre a queda no percentual da população favorável à proibição total do aborto, Biroli acredita que, nos últimos anos, houve uma ampliação do debate que colabora “para uma compreensão maior do que que está em jogo e, portanto, até uma aceitação maior desse direito”.

Biroli observa ainda que o contexto internacional trouxe ainda mais visibilidade ao tema, com a flexibilização das leis do aborto em países na América Latina, como Argentina, México e Colômbia. “Apesar de todos os ataques e da desinformação que circula, isso pode levar as pessoas a ver o aborto como um tema que pode ser debatido, tirado o tabu do que não é discutido”, diz a professora.

No STF, uma ação do PSOL pede que o aborto até a 12ª semana de gravidez deixe de ser considerado crime. O caso chegou à corte em 2017 e, até hoje, não teve julgamento iniciado nem tem data para que seja analisado pelo plenário.

O debate a respeito da descriminalização do aborto é alvo de críticas por parte do atual presidente e pré-candidato a reeleição, Jair Bolsonaro (PL). No início do ano, ao comentar sobre a descriminalização do aborto na Colômbia, ele disse que lutaria “para proteger a vida”.

Já o ex-presidente e também pré-candidato Lula (PT) sinalizou em abril que o tema deveria ser tratado como questão de saúde pública. Porém, após a repercussão negativa da declaração, voltou atrás e se posicionou contrariamente.

“Sou contra o aborto, tenho cinco filhos, oito netos e uma bisneta. O que disse é que é preciso transformar essa questão do aborto em questão de saúde pública, ou seja, que as pessoas pobres que forem vítimas de um aborto tenham condições de se tratar na rede pública de saúde”, disse Lula. ​

Entre aqueles que apoiam Bolsonaro, a pesquisa Datafolha aponta que 35% acreditam que a interrupção da gravidez deveria ser totalmente proibida – o número é similar entre os eleitores de Lula (33%).

“É possível que isso aconteça porque, dentro dos eleitores do Lula, temos um percentual de eleitores de baixa renda que estão nesse grupo contra. Os alinhamentos não podem ser automáticos”, afirma Biroli.

Mas a divergência entre os possíveis eleitores de Bolsonaro e Lula aparece em outros quesitos. Entre quem diz votar no atual presidente, uma parcela maior (46%) é favorável à manutenção da lei – o número cai para 33% entre os eleitores do petista.

Além disso, 22% dos eleitores de Lula defendem que o aborto deve ser permitido em mais situações – entre quem vota no atual presidente, a parcela é de 13%. Por fim, 10% de quem vota em Lula é a favor da liberação total do aborto – nos que votam em Bolsonaro, o número é de apenas 3%.

Biroli analisa ainda que, apesar de o governo Bolsonaro ser contra a ampliação do direito ao aborto, o cenário dos últimos anos mostra uma disposição maior em discutir o tema. Ela cita como exemplo as manifestações de 2015 contra o Projeto de Lei 5069/13, que, entre outras medidas, dificultava o aborto legal e restringia a venda de medicamentos abortivos no País — a lei foi aprovada em comissão, mas a oposição conseguiu adiar a votação em plenário, até que o projeto foi arquivado.

“Pela primeira vez no Brasil, tivemos manifestações de rua simultâneas, em diferentes regiões do País, a favor ao direito ao aborto”, diz ela.

Ao se somarem as parcelas favoráveis à total liberação, à permissão em mais situações e à manutenção da lei como está, a pesquisadora lembra que a maior parte da população brasileira não se mostra favorável a uma perda de direitos em relação à atual situação. “Temos uma maioria razoável que não se alinha com as propostas de retrocesso”, afirma.

O Sul

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Visita ao maior porto da Europa encerra viagem de comitiva gaúcha ao continente

 


Uma visita ao famoso porto holandês de Roterdã, o maior da Europa, marcou nesta sexta-feira (3) o encerramento da missão gaúcha ao continente. Secretários estaduais e técnicos de governo conheceram um grande plano elaborado para produzir formas renováveis de energia no local, por meio do vento, sol e do chamado “hidrogênio-verde”, consideradas as principais alternativas para uma economia menos poluente.

O porto recebe 130 mil navios por ano e tem planos para se tornar o mais importante polo de utilização do hidrogênio-verde no continente. A estratégia inclui a produção e importação desse novo componente energético, para uso por indústrias atuantes no local e em outros países.

Em reunião com representantes do porto e empresas ligadas à transição energética na Europa, o chefe da Casa Civil gaúcha Artur Lemos, mostrou o plano que está sendo devolvido pelo Estado e que tem por objetivo intensificar o uso de energias limpas. Isso abrange a criação de parques eólicos e o desenvolvimento de um modelo para planejar o início da produção de hidrogênio-verde no Estado.

“Temos a convicção de que o porto de Roterdã poderá ser uma das rotas utilizadas para a produção do hidrogênio verde, que pretendemos levar a termo junto dos parceiros privados do nosso porto do Rio Grande”, salientou Lemos.

Ainda segundo ele, o porto localizado no Sul do Estado tem condições bastante favoráveis, ao contar com logística e infraestrutura adequadas. O Rio Grande do Sul inclusive já firmou parcerias com as empresas White Martins e Enerfín para realização de estudos sobre a viabilidade de projetos que envolvendo hidrogênio-verde.

“A energia é a palavra chave para garantir o desenvolvimento econômico do Rio Grande do Sul na próxima década. Alguns países do mundo já enfrentam dificuldade de entregar energia para sua indústria e consequentemente passam a enfrentar processos de migração de plantas industriais”, acrescentou o secretário-adjunto de Desenvolvimento Econômico, Joel Maraschin.

Viagem

A ida ao porto foi a última de uma série de agendas na Europa. A missão começou na última segunda-feira (30), com visita tradicional Feira de Hannover, na Alemanha. Depois, a comitiva seguiu para a Holanda, onde foi possível conhecer projetos inovadores na produção de energia eólica, uma das principais matrizes energéticas do país.

A missão é organizada pelo governo em parceria com a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs). Também integraram a comitiva a secretária de Meio Ambiente e Infraestrutura, Marjorie Kauffmann, o procurador-geral do Estado, Eduardo Cunha da Costa, e o diretor-presidente da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), Renato das Chagas e Silva.

O Sul

Vacinação contra gripe é aberta à população geral no Rio Grande do Sul

 


A Secretaria da Saúde (SES) definiu junto aos municípios que a vacinação contra gripe (influenza) será aberta à população geral (acima dos 6 meses de idade) a partir de agora.

A campanha nacional foi iniciada em abril para os grupos prioritários. No Rio Grande do Sul, até o momento, 1.912.279 de pessoas já se vacinaram contra a doença. A cobertura vacinal entre os grupos que se tinha uma meta de vacinação de 90% (crianças, trabalhadores na saúde, gestantes, puérperas, indígenas, idosos e professores), é ainda inferior a 50%.

O número de doses para a campanha da gripe é limitado a quantidade do público estimado entre os grupos prioritários, não havendo a previsão no aumento no número recebido pelo Ministério da Saúde. Por isso, as doses agora disponíveis para a população em geral compreendem a quantidade que não foi utilizada pelos grupos prioritários até o momento.

O total da população dos grupos prioritários no Rio Grande do Sul para a campanha deste ano foi estimado em 4,9 milhões de pessoas. Para atender esse público, foram recebidas cerca de 5,1 milhões de doses, das quais cerca de 1,9 milhão já foram registradas no Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações como aplicadas.

A definição sobre o prosseguimento da estratégia foi definida nesta sexta-feira (03) em conjunto com o Conselho das Secretarias Municipais de Saúde do Rio Grande do Sul (Cosems/RS).

Campanha de Vacinação contra a Influenza no RS em 2022

Total da população dos grupos prioritários: 4.952.203
Total de doses recebidas pelo RS pra campanha: 5.116.800
Total de doses aplicadas registradas no sistema até 03/06/22: 1.912.279
Total da população de grupos específicos*: 3.405.928
Total de doses aplicadas nos grupos específicos*: 1.691.840
Cobertura vacinal dos grupos específicos*: 49,7%
* crianças, trabalhadores na saúde, gestantes, puérperas, indígenas, idosos e professores

Grupo prioritário: doses aplicadas (cobertura em %)

Crianças (maiores de 6 meses e menores de 5 anos): 215.587 (34,3)
Idosos: 1.185.712 (55,3)
Trabalhadores de Saúde: 196.873 (54,5)
Gestantes: 22.729 (23,2)
Puérperas: 3.579 (22,2)
Professores: 59.175(41,9)
Povos Indígenas: 10.591 (42,8)
Comorbidades: 147.100
Adolescentes em medidas socioeducativas (de 12 a 21 anos): 594
Caminhoneiros: 9.099
Forças Armadas (membros ativos): 5.422
Forças de Segurança e Salvamento: 6.446
Funcionário do Sistema de Privação de Liberdade: 2.807
Trabalhadores de Transporte: 5.548
Trabalhadores Portuários: 760
Pessoas com deficiência Permanente: 7.105
População Privada de Liberdade: 17.483
Outros grupos sem comorbidades: 15.669

240 mil crianças e profissionais de saúde vacinados contra o sarampo

Em paralelo à campanha da gripe (influenza) foi realizada uma estratégia de vacinação contra o sarampo para crianças e trabalhadores da saúde. Ao todo, a população alvo era de em torno de 982 mil pessoas, das quais 241 mil foram vacinadas durante a campanha.

Entre as crianças, foram cerca de 203 mil doses aplicadas, o que representa uma cobertura próxima de 33% do total do público elegível (maiores de 6 meses e menores de 5 anos).

Campanha de Vacinação contra o Sarampo no RS em 2022

População alvo: 982.141
Total de doses aplicadas: 241.443
Total de doses aplicadas em crianças: 203.700 (32,8% de cobertura)
Total de doses aplicadas em outras idades: 2.830
Total de doses aplicadas em trabalhadores da saúde: 34.913.

O Sul

Israel constrói arma a laser para abater foguetes

 


Após duas décadas de pesquisa e experimentação, as autoridades de defesa de Israel agora afirmam que desenvolveram um protótipo de arma a laser capaz de atingir foguetes, morteiros, drones e mísseis que estiverem em voo. Segundo as autoridades, o sistema foi bem-sucedido em uma série de testes recentes de tiro ao alvo.

Durante os testes, feitos no Sul de Israel, o armamento se provou capaz de destruir um foguete, um morteiro e um drone, provocando uma ovação de pé das autoridades que assistiam à realização. O primeiro-ministro israelense Naftali Bennett descreveu a arma como uma “virada estratégica” e prometeu “cercar Israel com uma parede de laser”. Centenas de milhões de dólares foram gastos no seu desenvolvimento.

Profissionais envolvidos na construção da arma afirmam que deve demorar anos até que ela esteja pronta para operar em conflitos armados. E, segundo especialistas, o uso da arma, quando estiver pronta, pode se limitar inicialmente a proteger Israel de foguetes. Autoridades israelenses não informaram se ela seria eficaz contra os mísseis guiados de precisão que Israel acusa o Hezbollah de desenvolver no Líbano.

Da ficção à realidade

Ainda assim, as armas a laser passaram dos filmes de ficção científica e da fantasia dos jogos para a realidade. Pelo menos uma arma desse tipo, a Helios, da empresa Lockheed Martin, já começou a ser implantada em navios da Marinha dos Estados Unidos.

“Há muito trabalho promissor com laser em andamento”, disse Thomas Karako, membro sênior do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais em Washington. “Isso não é mais ficção científica de ‘Star Wars’.”

De acordo com Karako, o Exército dos EUA também trabalha no desenvolvimento de armas a laser, incluindo armas mais poderosas, capazes de derrubar mísseis de cruzeiro, e se prepara para começar a implantá-las.

No entanto, os feixes de laser conhecidos ainda possuem sérias limitações, como não poder atravessar nuvens. Nenhum desses equipamentos foi testado em batalha até o momento.

Um salto tecnológico

No caso do sistema de defesa aérea a laser de Israel, chamado Iron Beam, as autoridades pretendem utilizá-lo como complemento, e não substituto, de outros equipamentos do arsenal militar do país – incluindo o Iron Dome, conhecido sistema de interceptação de mísseis de curto alcance, e os sistemas de interceptação de mísseis de médio e longo alcance.

O funcionamento dos sistemas existentes é diferente das armas a laser. Enquanto os antigos funcionam disparando pequenos mísseis em direção aos projéteis inimigos, o novo concentra feixes de laser em um ponto específico do projétil – um míssil, por exemplo – para aquecê-lo a ponto dele explodir no ar. O ministro da Defesa de Israel, Benny Gantz, disse que Israel foi “um dos primeiros países do mundo” a desenvolver tal arma.

O Sul

Bandeira Oficial do Grêmio - JC Flamulas

 


Bandeira do Grêmio Bandeira Oficial do Grêmio fabricada pela JC Flamulas em tecido 100% Poliester, expondo o escudo do Grêmio em ambos os lados. Modelo leve, durável e com Coz e Ilhós, preparado tambem para hasteamento. Modelo Oficial: Bandeira com escudo dos dois lados Composição: 100% poliester


Medidas: 1 1/2 pano - 98 x 68 centímetros 2 panos - 128 x 90 centímetros 2 1/2 panos - 161 x 113 centímetros 3 panos - 195 x 135 centímetros O preço irá variar dependendo do tamanho e modelo escolhido. Produto Oficial Licenciado do Grêmio.

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