Porto Alegre: publicado decreto que reajusta vale-alimentação dos municipários em 25%

 Valor permanecia o mesmo desde 2017


O Diário Oficial de Porto Alegre publicou, em edição extra nesta segunda-feira, o decreto do prefeito Sebastião Melo que reajusta em 25% o vale-alimentação dos servidores municipais a partir da folha salarial de maio.

“É uma conquista para 15 mil servidores do município. Sem qualquer reajuste desde 2017, esse acréscimo representa muito”, destacou o secretário de Administração e Patrimônio, André Barbosa. O valor do benefício sobe de R$ 20,22 para R$ 25,27.

O aumento integra a quarta proposta de reposição salarial e outras demandas apresentada pela prefeitura ao Sindicato dos Municipários (Simpa). O pagamento imediato ocorre antes mesmo do encerramento das negociações entre a categoria e a gestão para evitar que os funcionários do município tenham que aguardar o desfecho desse processo. Na folha de pagamento de abril de 2022, a prefeitura já pagou uma primeira parcela de reposição salarial, de 4%, adiantados com o mesmo intuito.


Rádio Guaíba e Correio do Pobo

Conheça o argumento para liberar bebidas nos estádios do RS

 Proibida desde 2008, a proposta que prevê a liberação foi discutida em audiência pública na Assembleia Legislativa



A discussão sobre o retorno do consumo e da comercialização de bebidas alcoólicas em estádios voltou à Assembleia Legislativa e com um argumento novo. Em defesa ao projeto de lei que tramita na Casa, dirigentes de times de futebol do interior defenderam a comercialização como um fator importante para a renda de seus clubes. O assunto foi tema de audiência pública na comissão de Segurança e Serviços Públicos, nesta segunda-feira, que foi comandada por Giuseppe Riesgo (Novo) e contou com a participação de demais parlamentares, além de dirigentes de diversos clubes do Estado. O parecer favorável a proposta deve pode ser votado nesta terça-feira, na comissão de Constituição e Justiça (CCJ), e é fundamental para a tramitação da proposta na Casa. 

"Perdemos praticamente 75% da renda de copa não vendendo bebida e não diminuímos os nossos problemas", disse Everton Giovanella, presidente do Clube Esportivo Lajeadense. Representantes de demais times do interior também se posicionaram favoráveis a medida sob o mesmo argumento. Afirmam que, desde a proibição, em 2008, mudanças foram proporcionadas, como o aprimoramento da segurança dentro dos estádios e a mudança de postura dos torcedores, que possibilitam o retorno. "Para os clubes do interior o que mais nós ressentimos é com relação a receita", reforçou Lauro Hass, presidente do Esporte Clube São Luiz, de Ijuí. 

As direções do Grêmio e do Internacional, que são clubes da Capital, também se manifestaram favoráveis a medida, embora afirmem que não há lucro por parte dos times com a comercialização. Entendem, assim como os presidentes dos clubes do interior, que o retorno do consumo pode causar problemas, por isso a necessidade de uma regulamentação bem fundada e punições aos que provocarem problemas.

Proponentes das matérias, dos deputados do Novo também se posicionaram favoráveis a medida. Riesgou apontou para a ausência de dados que comprovem a diminuição da violência com a proibição. “A restrição jogou o problema para o lado de fora das arenas esportivas e não melhorou os índices de segurança pública”, afirmou. Fábio Ostermann lembrou que o consumo de bebidas alcoólicas é liberado na maioria dos outros estados brasileiros. "Eu acho difícil de argumentar o ponto de que o gaúcho seria um bárbaro que não poderia conviver de forma civilizada sobre um regramento similar ao desses estados", contestou. Para o deputado  Gaúcho da Geral (Solidariedade), o que permitiu o aumento da segurança, de 2008 (quando foi proibido) até os dias atuais, o aumento da presença do Ministério Público, através do Juizado do Torcedor, e o trabalho da Brigada Militar. 

O presidente da Federação Gaúcha de Futebol (FGF), Luciano Hocsman, que também saiu em defesa da liberação, afirmou que caso a proposta seja aprovada, os clubes que integram a entidade serão parceiros na regulamentação responsável da prática durante os jogos.

Projeto sofre resistência dos órgãos públicos

Apesar dos argumentos favoráveis, a proposta sofre resistência dos órgãos públicos e dirigentes da segurança. "A bebida, ausente no período de aproximadamente duas horas, nos permite concluir de forma empírica que há um melhoramento do ambiente", apontou Gustavo Prietto, assessor do Gabinete do Comandante-Geral da Brigada Militar. Ele afirmou que há um temor por parte da brigada de que consumo de bebidas também durante os jogos aumente a probabilidade de conflitos dentro e ao redor dos estádios. E, com isso, seja necessário aumentar o monitoramento da BM, demandando ainda mais pessoal. 

A afirmação foi endossada pelo promotor de Justiça do Ministério Público, Márcio Lemes Bressani. "Nós não podemos, como sociedade, ter a Brigada Militar engessada toda semana, duas vezes por semana, dentro dos estádios, enquanto a criminalidade está cada vez mais aguda", contestou. Durante sua fala, Bressani ainda apontou para a ausência de um agente o qual seja responsável em caso de problema. "O que vamos fazer quando der problema? Quem vai botar a mão e segurar a banca?".

A venda e o consumo de bebidas alcoólicas nos estádios está proibida desde 2008. Em 2018, os deputados aprovaram a retomada, mas a proposta foi vetada pelo então governador Eduardo Leite (PSDB), em 2019. 

Entenda a proposta 

O projeto de lei tem autoria do deputado Giuseppe Riesgo (Novo) e é assinado por mais seis parlamentares: Marcus Vinicius (PP), Fábio Ostermann (Novo), Gaúcho da Geral (Solidariedade), Sérgio Turra (PP) e Gerson Burmann (PDT). 

A iniciativa prevê a retomada da venda e do consumo de bebidas alcoólicas dentro dos estádios de futebol e arenas desportivas no Estado proibidos desde 2008. Além disso, estabelece uma série de condições para o controle da comercialização. Se aprovado, as bebidas deverão ser comercializadas por fornecedores devidamente habilitados e disponibilizadas ao público em recipientes plásticos descartáveis, não ultrapassando a gradação alcoólica de 14%. Com isso, será permitida a venda de, no máximo, bebidas como o vinho, e em restaurantes ou bares já existentes dentro do estádio. Não será permitida a venda por ambulantes ou o ingresso com bebidas externas.

Correio do Povo

Por decisão de Moraes, Marcelo Ramos perde vice-presidência da Câmara

 Ministro tinha dado decisão para manter deputado no cargo, mas voltou atrás; deputado alega que houve pressão de Bolsonaro



deputado federal Marcelo Ramos (PSD-AM) será destituído do posto de primeiro vice-presidente da Câmara. Ainda nesta semana, a Casa conduzirá uma eleição para a escolha do substituto dele.

A saída do parlamentar do cargo acontece após o ministro Alexandre de Moraes, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), reverter uma liminar que tinha concedido a favor do deputado, no fim de abril, que impedia o ex-partido de Ramos, o PL, de atuar para retirá-lo da vice-presidência da Câmara.

Ramos foi eleito para a vice-presidência da Câmara em fevereiro de 2021, quando ainda era do PL, tendo recebido 396 votos. Em dezembro do ano passado, contudo, ele deixou a legenda. O principal motivo foi o ingresso do presidente Jair Bolsonaro ao partido.

O deputado tinha procurado o TSE para tentar preservar a função na Câmara, afirmando que Bolsonaro pedia constantemente que o partido escolhesse outro deputado para ocupar a função dele. Moraes chegou a atender o pedido de Ramos, mas voltou atrás da decisão.

A eleição que definirá o substituto do deputado deve ser realizada na próxima quarta-feira (25). Nas redes sociais, Ramos manifestou-se sobre a saída do posto. "Quero dizer que respeito e cumpro a decisão do Ministro Alexandre de Moraes que, não julgou o mérito, mas a incompetência do TSE. Eu sou um democrata e jurei a Constituição, defendo as decisões judiciais até quando discordo delas", destacou.

"Não ligo pra cargo se o preço for meu silêncio em relação a inflação que está tirando o direito do pobre de comer, de comprar o gás, de pagar a conta de energia, acrescentou Ramos.

R7 e Correio do Povo

Edredom Sherpa Cobertor E Coberdrom Casal Queen Grosso Cinza - Magna Baby

 


COBERDROM/EDREDOM MANTA E SHERPA (IMITA PELE DE CARNEIRO) SOFT FELPUDOContém:01 Edredom Dupla Face Casal Queen 2,40m x 2,20mEste Coberdrom (mistura de edredom e cobertor) contém uma face cobertor de manta e outra em tecido de Sherpa macio peludo que imita pele de CarneiroÉ um produto que alia os conceitos de cobertor e edredom, trazendo o melhor de cada um deles em uma única peça, super versátil, o lado superior é feito em tecido dos cobertores de manta macio, trazendo conforto e maciez extrema. Já o lado inferior é feito em um tecido em manta extremamente macio e suave. A composição de cores torna essa peça perfeita para deixar seu quarto muito mais bonito, elegante e sofisticado. Em tamanho único, é compatível com camas em tamanho Casal e Queen. Ideal para tornar sua cama ainda mais aconchegante e aquecida em noites de frio mais intenso.Tecido Sherpa Peludo com MantaComposição:Tecido 100% Poliéster.Enchimento 100% PoliésterCUIDADOS / MODO DE LAVARUtilizar sabão neutro;Misturar bem o sabão na água antes de colocar o produto;Secar logo após a lavagem, aberto e á sombra;Não passar ferro, isso pode diminuir seu volume por causa do calor e do peso do ferro, danificando a composição interna da peça;Lavar em máquinas de lavar que comportam o tamanho e peso da peça, acomodando-o com cuidado ao redor do agitador da máquina, para evitar rasgos no tecido e embolamento durante o processo de lavagem e centrifugação.

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Governo reduz imposto de importação para frear preços de feijão, arroz e carne

 Segundo o Ministério da Economia, é uma tentativa para reduzir impactos decorrentes da pandemia e do conflito na Ucrânia



O governo federal anunciou nesta segunda-feira mais uma redução de 10% nas alíquotas do Imposto de Importação sobre grande parte dos produtos comprados no exterior. A medida abrange bens como feijão, carne, massas, biscoitos, arroz, materiais de construção, entre outros, produtos comercializados pelo Mercosul. 

O anúncio foi feito pelo Secretário-Executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys, pelo Secretário de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Lucas Ferraz, e pela Secretária-Executiva da Câmara de Comércio Exterior, Ana Paula Repezza. Segundo o Ministério da Economia, trata-se de uma tentativa para reduzir impactos decorrentes da pandemia e do conflito na Ucrânia sobre o custo de vida da população e os preços de insumos do setor produtivo. A estimativa do governo é de um impacto na inflação oficial de 0,5 a 1 ponto percentual de redução. 

Ao todo, são 6.195 códigos tarifários da NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul). O corte de tarifa foi definido em reunião extraordinária da Camex (Câmara de Comércio Exterior), em caráter temporário, com prazo de vigência até 31 de dezembro de 2023.

De acordo com Secretária Executiva da Câmara de Comércio Exterior, a medida será publicada no DOU (Diário Oficial da União) nesta terça-feira (24) e passa a valer em 1º de junho. Esses itens já haviam tido uma redução de 10% em novembro do ano passado. Agora o alcance chega a aproximadamente 87% do universo tarifário do país, com a alíquota reduzida para 0% ou reduzida em um total de 20% de alguns produtos da TEC (Tarifa Externa Comum).

Os produtos que ficaram de fora são os mesmo do ano passado. Os setores que ficam de fora são 1.387 da (NCM), como têxteis, calçados, brinquedos, lacteos e parte do setor automotivos.

O Ministério da Economia defende a abertura gradual da economia e recentemente implementou cortes no IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para ampliar a competitividade da indústria do país e viabilizar a nova redução do Imposto de Importação. A redução inicial de 25% no IPI foi ampliada para 35%, preservando produtos da Zona Franca de Manaus. A medida, porém, foi judicializada e parte de sua eficácia está suspensa. Além dos cortes amplos das tarifas, o governo vem anunciando reduções para áreas e produtos específicos.

“A medida de hoje, somada à redução de 10% já realizada no ano passado, aproxima o nível tarifário brasileiro da média internacional e, em especial, dos países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Sem deixar de lado as necessidades de adaptação do setor produtivo, o governo federal tem promovido, de maneira gradual e em paralelo às medidas de redução do Custo Brasil - tal como a recente redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) - uma maior inserção internacional da economia brasileira. É importante destacar que, desde 1994, quando da sua criação, a TEC nunca havia sido alvo de uma revisão ampla”, destaca o Secretário de Comércio Exterior, Lucas Ferraz. 

A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia avalia que, no longo prazo, a redução total da TEC aplicada sobre esses produtos – sendo 10% em 2021 e mais 10% em 2022 – terá impactos acumulados de R$ 533,1 bilhões de incremento no PIB, de R$ 376,8 bilhões em investimentos, de R$ 758,4 bilhões em aumento das importações e de R$ 676,1 bilhões de acréscimo nas exportações, resultando em R$ 1,434 trilhão de crescimento na corrente de comércio exterior (soma de importações e exportações), além de redução do nível geral de preços na economia.

R7 e Correio do Povo

Sol predomina no RS nesta terça-feira

 Tarde terá temperatura agradável na maioria dos municípios


O sol predomina mais uma vez no Rio Grande do Sul nesta terça-feira, com períodos de céu claro em diversas regiões. Contudo, no decorrer do dia, nuvens ingressam no Oeste e no Sul do Estado. Nebulosidade alta com nuvens avança ainda pelo Leste gaúcho.

O dia começa novamente com neblina e nevoeiro em alguns pontos. A terça se inicia ainda com frio no território gaúcho, de acordo com a MetSul. Além disso, pode gear em pontos isolados das regiões serranas.

À medida que o ar frio se afasta, as mínimas serão mais altas que nos dias anteriores. Assim, a tarde será agradável na maior parte dos municípios. Em Porto Alegre, a temperatura varia entre 11ºC e 24ºC.  

Mínimas e máximas no RS 

Santa Maria 10°C / 25°C
Passo Fundo 9°C / 25°C
Capão da Canoa 12°C / 24°C
Santa Cruz 10°C / 26°C
Caxias do Sul 9°C / 24°C


Correio do Povo

Governo demite José Mauro Coelho da presidência da Petrobras e indica Caio Mario Paes de Andrade

 José Mauro Ferreira Coelho foi o terceiro a chefiar a estatal; demissão ocorre por causa de reajuste nos combustíveis


Empossado há pouco mais de um mês, o químico José Mauro Ferreira Coelho foi demitido do cargo de presidente da Petrobras nesta segunda-feira. Caio Mario Paes de Andrade é o indicado para substituí-lo. Coelho tomou posse como presidente da Petrobras no dia 14 de abril – o químico foi o terceiro a ocupar o posto na estatal durante o governo Bolsonaro, depois de Joaquim Silva e Luna e Roberto Castello Branco.

O químico deixou o comando da estatal pelos mesmos motivos que seus antecessores: os reajustes feitos nos preços dos combustíveis, que têm irritado Bolsonaro no ano em que o presidente busca a reeleição. No início deste mês, sob a chefia de Coelho, a empresa anunciou aumento de 8,8% do diesel nas refinarias – o litro passou de R$ 4,51 para R$ 4,91. Bolsonaro é crítico da política adotada pela Petrobras, a PPI (Paridade de Preços Internacional), que faz com que o preço da gasolina, do etanol e do diesel acompanhe a variação do valor do barril de petróleo no mercado internacional.

Em sua primeira videoconferência realizada com acionistas, Coelho defendeu a atual política de preços dos combustíveis. "Não podemos nos desviar da prática de preços de mercado", disse o então presidente. Durante a tradicional live de quinta-feira recentemente, Bolsonaro subiu o tom e afirmou que o lucro de R$ 44 bilhões obtido pela empresa no primeiro trimestre deste ano era um "estupro" e pediu reiteradamente que a estatal não promovesse reajustes.

O presidente recusou comentar em 15 de maio, uma eventual troca no comando da estatal e disse que a medida cabe ao ministro de Minas e Energia. "Pergunta para o Adolfo Sachsida. Ele é o ministro de Minas e Energia e trata disso. E eu deixo bem claro que todos os meus ministros, sem exceção, têm carta branca para fazer valer aquilo que achar melhor para o seu ministério", disse.

Um dia depois, durante conversa com apoiadores, o presidente contou, sem dar mais detalhes, que tinha "mais coisa para acontecer" na estatal. "Eu faço a minha parte. Todo mundo tem que colaborar, não é ganhar mais dinheiro na crise. É o que infelizmente alguns setores fazem, como a própria Petrobras. 'Ah tem o estatuto'. O estatuto está acima da lei, não está acima da Constituição. Então, tem o fim social da empresa", defendeu.

Recentemente, o governo acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) contra as políticas estaduais para cobrança do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre o diesel. O ministro André Mendonça, indicado à Corte por Bolsonaro, atendeu ao pedido de medida cautelar e derrubou as medidas tomadas pelos estados.

Na tentativa de driblar a eventual rejeição do eleitorado com a escalada do preço dos combustíveis, o novo ministro de Minas e Energia, em sua primeira medida no cargo, pediu estudos para a privatização da Petrobras e do Pré-Sal. O ministro Paulo Guedes, da Economia, anunciou que dará andamento no projeto, que tem o objetivo de ampliar a concorrência no setor de combustíveis.


R7 e Correio do Povo



Sol predomina no RS nesta terça-feira


Governo reduz imposto de importação para frear preços de feijão, arroz e carne


Por decisão de Moraes, Marcelo Ramos perde vice-presidência da Câmara


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O que é a varíola do macaco e como a doença se dissemina



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O desperdício do dinheiro público em Porto Alegre, por Lúcio Machado Borges*

 




Na última sexta-feira (20/05), abri a caixa de correspondência e dei de cara com um folheto do vereador Jonas Reis (PT). Não posso acreditar que em 2022, na Era Digital, políticos continuem desperdiçando o dinheiro dos pagadores de impostos com folhetos cheios de notícias falsas ou fake News, que é o termo da moda.

            Uma das coisas que ele fala neste folheto é que Porto Alegre foi uma referência mundial nos 16 anos do PT em Porto Alegre. Ele deveria informar que as sessões do Orçamento Participativo continha militantes do partido que iam sempre votar, de acordo com as ordens do partido que estava no poder na época. Ou seja, a coisa não era tão “democrática” assim, já que era manipulado.

            Acredito que Jonas Reis “esqueceu” de informar no folheto que ao término  dos 16 anos de poder do PT em Porto Alegre, a prefeitura estava quebrada e no CADIN (Cadastro Informativo de Créditos não Quitados). O prefeito que assumiu na época José Fogaça (PMDB), foi quem tirou a prefeitura dessa situação vexatória e calamitosa.

            Jonas Reis também fala no folheto que o prefeito Sebastião Melo (MDB) quer aumentar a passagem de ônibus para R$ 5,70. O que o prefeito Sebastião Melo mais tem feito é lutar para impedir o aumento das passagens de ônibus.

            Gostaria de saber do vereador Jonas Reis como ele votou em relação ao reajuste de 14,79% nos salários dos vereadores. Já que ele é tão “zeloso” pelo dinheiro dos pagadores de impostos, vai devolver o valor excedente aos cofres públicos?

            Como todo petista, fala demais, exerce somente a “política do só ser contra”, mas não faz nada de positivo para a População de Porto Alegre. Se ele fizesse algo de positivo pela cidade, tenho certeza que teria incluído as suas ações positivas no folheto. Lamentável que pessoas assim como ele ainda consigam se eleger em pleno século 21, utilizando bandeiras demagógicas, típica de gente de esquerda.

 

*Editor do site RS Notícias