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Picanha? Costela? Como é feito o hambúrguer vegetal com gosto, textura e suculência de carne?
O McDonald’s lançou uma linha de sanduíches de picanha e fez um grande marketing em cima do novo produto, para, no final, não entregar um hambúrguer de picanha. Assim como o Burger King vendeu seu Whopper Costela, sem a carne de costela. Nos últimos dias, os consumidores têm mostrado insatisfação com essas, que são duas das maiores redes de fast-food do mundo.
De janeiro a abril deste ano, o número de reclamações de clientes quase triplicou sobre propagandas enganosas do setor alimentício em relação ao período de 2021, segundo o site de defesa do consumidor Reclame Aqui. Só em abril houve um aumento de queixas sobre o assunto de mais de 100% em relação ao mesmo mês de 2021.
As denúncias ganharam uma proporção tão grande que as duas empresas foram convocadas pela Comissão de Transparência, Fiscalização e Defesa do Consumidor do Senado para esclarecer a publicidade enganosa. Com a repercussão, o McDonald’s retirou do cardápio os dois sanduíches da linha “Novo McPicanha”, já o Burger King foi proibido pelo Procon de vender o Whopper Costela em todo o Distrito Federal.
Mas e os hambúrgueres que nem de carne são? O Startupi conversou com a Fazenda Futuro, foodtech brasileira que está no mercado desde 2019 e vende hambúrguer à base de planta, para entender sobre o que, de fato, está sendo consumido por quem se alimenta desses produtos. Ela vende uma proposta mais saudável e sustentável e boa parte de seus consumidores não consomem carne, o que limita erros que envolvem produtos de origem animal.

Marcos Leta, CEO e Fundador da Fazenda Futuro
Seu primeiro lançamento foi o Futuro Burger que tem em sua base de ingredientes proteínas de ervilha, proteína isolada de soja e de grão de bico, além de beterraba para imitar a cor e o sangue da carne. Tudo sem glúten, sem transgênicos e claro, sem carne.
O seu mais novo produto, o Futuro Burger 2030, tem uma nova fórmula, com menos ingredientes e mais naturais. O hambúrguer é composto de soja e ervilha não transgênicas, óleo de coco e de canola e beterraba, para manter a cor da carne bovina. “Nos preocupamos com a qualidade dos ingredientes e em serem os mais naturais possíveis, por isso todos são não transgênicos, sem glúten, 0% de colesterol e 0% gordura trans”, explica Marcos Leta, CEO e Fundador da Fazenda Futuro.
Para tornar o produto o mais semelhante possível à carne bovina, a startup também desenvolveu uma tecnologia que mantém a gordura dentro do próprio hambúrguer, o que torna o produto mais suculento, segundo a empresa. “Estamos falando de comida feita com ingredientes de origem natural, aqui nada é feito em laboratório e nenhuma molécula artificial é usada na produção. A tecnologia vai apenas na cadeia de produção”, complementa.
Mercado plant-based no Brasil
Uma pesquisa liderada pelo The Good Food Institute, em parceria com o IBOPE e 11 empresas do setor de alimentos, revelou que 50% dos brasileiros diminuiu seu consumo de carne em 2020. “O valor da carne e a preocupação com a saúde, podem ser fatores diretamente relacionados a este dado. Há também mais pessoas interessadas em alternativas mais sustentáveis, mas sem querer abrir mão do sabor“, opina Marcos Leta.

Os flexitarianos, como são chamadas as pessoas que reduzem o consumo de carne sem interrompê-lo por completo, é um novo grupo de consumidores que surgiu nos últimos tempos. Eles buscam alternativas saudáveis e mais sustentáveis para o planeta. “Consumir carne no Brasil é algo cultural e já existe uma busca por alternativas que vem de empresas que realmente tem a sustentabilidade como premissa de negócio”, explica Leta.
Embora a busca por sustentabilidade esteja crescendo, Marcos Leta acredita que o brasileiro ainda esteja na fase de experimentação dos produtos plant-based meat, o que significa que antes de concluir uma compra, ele se preocupa mais com os ingredientes, formulação e à semelhança do produto com a carne bovina, tendo a sustentabilidade e impactos ambientais como segunda prioridade na hora da avaliação.
Startupi
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Avião realiza pouso forçado às margens da BR-290, na Região Metropolitana de Porto Alegre
Um avião de pequeno porte realizou um pouso forçado às margens da BR-290, em Eldorado do Sul, na Região Metropolitana de Porto Alegre, no fim da manhã desta sexta-feira (20).
Segundo a PRF (Polícia Rodoviária Federal), o avião pousou em uma lavoura de arroz no quilômetro 120 da rodovia. Na aeronave, estavam o piloto e o copiloto. Os dois ficaram feridos e foram encaminhados ao hospital. Eles não correm risco de morte.
O avião foi isolado pela PRF e pela Brigada Militar devido ao risco de explosão. As causas do pouso forçado serão investigadas. O trânsito na rodovia não precisou ser bloqueado.
O Sul
Supremo mantém punição a motorista que recusar bafômetro
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (19) por unanimidade validar a punição administrativa prevista no Código de Trânsito Brasileiro ao motorista que se recusar a fazer o teste do bafômetro.
A decisão tem repercussão geral, isto é, deverá ser seguida pelos demais tribunais no País. Ao todo, mais de mil processos aguardavam um posicionamento do plenário do STF sobre o tema.
O Código de Trânsito prevê multa administrativa para quem se recusa a fazer “teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa”. Além de multa, há suspensão do direito de dirigir por 12 meses, recolhimento da habilitação e retenção do veículo.
O Supremo tomou a decisão ao julgar recurso do Departamento de Trânsito do Rio Grande do Sul (Detran-RS), que tentava reverter a anulação – pela Fazenda Pública estadual – de multa aplicada a um motociclista de Cachoeirinha (RS) que se recusou a fazer o teste.
Além da questão do bafômetro, foram julgados em conjunto nesta quinta no STF outras duas ações que questionavam pontos do Código de Trânsito:
- ação da Confederação Nacional do Comércio (CNC) e Associação Brasileira das Empresas de Gastronomia, Hospedagem e Turismo contestando a proibição da comercialização de bebidas alcoólicas em rodovias federais;
- ação da Associação Brasileira Restaurantes e Empresas de Entretenimento (Abrasel Nacional) questionando trechos da Lei Seca e pedindo o estabelecimento de um limite de álcool diferente do zero para os motoristas.
Em relação a essas duas ações, os ministros entenderam que
- a proibição atualmente em vigor da venda de bebidas nas rodovias não é ilegal (neste caso por 10 votos a 1).
- e que também não são ilegais outros trechos do Código de Trânsito, como o que prevê tolerância zero ao volante (neste, por unanimidade).
Voto do relator
O julgamento começou nesta quarta (18) com a manifestação do relator das ações, ministro Luiz Fux, que votou pela constitucionalidade das normas atuais.
“Há um consenso de que o melhor dos mundos é a tolerância zero”, defendeu o ministro durante o julgamento.
Segundo o ministro, o questionamento contra punição igual para os motoristas com diferentes graus de embriaguez “não se sustenta”.
“Não há um nível seguro de alcoolemia na condução dos veículos. Todo condutor tendo ingerido álcool deixa de ser considerado um motorista responsável”, argumentou.
Voto dos demais ministros
Saiba como votaram os ministros na sessão desta quinta-feira:
- André Mendonça: acompanhou o relator. “A restrição que é trazida pela lei atende um valor importante da nossa Constituição, que é a preservação da vida e a cidadania plena.”
- Nunes Marques: também entendeu que não há inconstitucionalidade em punir a recusa ao bafômetro, mas discordou em relação à proibição da venda de bebidas nas estradas. “A proibição vai atingir apenas pequenos comércios, como se não houvesse consumo de álcool nas áreas urbanas.”
- Alexandre de Moraes: acompanhou o relator. “Isso justifica o tratamento mais enérgico por parte do Brasil”, afirmou o ministro, que citou que, apenas no ano passado, foram 360 mil mortes derivadas de acidentes de trânsito atribuídas a álcool.
- Luiz Edson Fachin: acompanhou o relator. “Foi legítima e constitucional a escolha do legislador, não havendo afronta ao princípio da autoincriminação.”
- Luís Roberto Barroso: acompanhou o relator. “O melhor resultado que se pode esperar do direito punitivo é fazer com que as pessoas não cometam delitos. E a Lei Seca conseguiu mudar uma cultura e que até glamurizar a direção embriagada.”
- Cármen Lúcia: acompanhou o relator. Reforçou que a lei foi uma resposta eficiente para as mortes no trânsito, “porque a liberdade foi levada em consideração, mas a vida também”.
- Rosa Weber: acompanhou o relator.
- Dias Toffoli: acompanhou o relator. “São políticas que salvam milhares de vidas”, disse.
- Ricardo Lewandowski: acompanhou o relator.
- Gilmar Mendes: acompanhou o relator. “Estamos diante de uma sanção de natureza administrativa. Acompanho inteiramente”, afirmou.
O Sul
Quem tem poupança perde dinheiro há quase 2 anos
A poupança completou 20 meses seguidos de perdas para a inflação. Ou seja, quem tem dinheiro na modalidade de investimento mais popular do País está perdendo poder de compra há quase 2 anos.
Em abril, a rentabilidade da poupança foi de 0,56% em termos nominais, enquanto a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi de 1,06%, a maior taxa em 26 anos. Com isso, a caderneta teve um retorno negativo de -0,50% no mês.
No acumulado em 12 meses até abril, a poupança teve um rendimento real negativo (descontada a inflação) de 6,58%, perda maior do que a observada nos 12 meses até março (-6,20%), segundo levantamento da provedora de informações financeiras Economatica.
A última vez que a poupança teve ganhos reais no acumulado em 12 meses foi em agosto de 2020 (0,45%). Em outras palavras, o dinheiro aplicado na poupança está encolhendo em vez de crescer em razão do rendimento abaixo da inflação.
Embora a poupança não seja caso único de investimento perdendo para a inflação, com a alta da taxa básica de juros (Selic) há atualmente outras opções de investimento em renda fixa que superam a rentabilidade da poupança e que estão dando retorno de até mais de 1% ao mês, dependendo do prazo da aplicação.
Desde o final do ano passado, quando a Selic ultrapassou o percentual de 8,5% ao ano, a rentabilidade da poupança voltou à regra antiga, deixando de pagar 70% da taxa básica de juros e passando a ter rendimento fixo de 6,17% ao ano + TR (ou 0,5% ao mês + TR), o mesmo que já era pago para a chamada “poupança velha” (depósitos feitos até abril de 2012).
Segundo cálculo da Associação Nacional dos Executivos de Finanças Administração e Contabilidade (Anefac), uma aplicação de R$ 1 mil na poupança rende atualmente R$ 74,40 em 12 meses, ou 7,44% ao ano, já incluindo no cálculo a variação da TR e considerando a manutenção da Selic em 12,75%.
Já a inflação oficial do País atingiu 12,13% em ritmo anual em abril, completando 8 meses seguidos acima de dois dígitos, e o mercado financeiro tem projetado um IPCA ainda próximo de 9% em 2022.
Alternativas
Mesmo com a alta da taxa básica de juros da economia para 12,75% ao ano, a rentabilidade da poupança segue congelada abaixo da inflação projetada para o ano, enquanto que a de outros rendimentos de renda fixa aumentou, acompanhando a trajetória da Selic.
Simulações mostram que o retorno projetado para os principais investimentos de renda fixa supera de longe o da inflação, com retorno líquido (rentabilidade descontada a inflação e o imposto de renda) de até 6% para o período de 12 meses.
Entre as alternativas consideradas tão seguras quanto à poupança e mais rentáveis neste momento, merecem destaque os títulos que acompanham a trajetória da Selic, como CDBs (Certificado de Depósito Bancário), LCI (Letras de Crédito Imobiliário), LCA (Letras de Crédito do Agronegócio) e o Tesouro Selic.
Vale lembrar, porém, que na hora de investir é preciso avaliar não só a rentabilidade, mas também os objetivos desse investimento, o tempo que o dinheiro pode ficar aplicado, a necessidade de eventual resgate antes do vencimento e a disposição a assumir mais ou menos risco.
A Anefac alerta que, para superar o retorno oferecido pela poupança, um CDB precisa pagar acima de 85% do CDI, uma vez que a caderneta é isenta de imposto de renda, ao passo que CDBs pagam IR de acordo com o prazo de resgate da aplicação.
Uma dica é buscar opções de CDBs fora dos grandes bancos, que oferecem retorno maior. Os CDBs contam com a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Créditos) para aplicações de até R$ 250 mil e quando rendem acima de 100% do CDI isso significa, na prática, que estão remunerando mais do que a Selic. Bancos digitais e fintechs também costumam oferecer rendimento de 100% do CDI para o dinheiro depositado nas contas de pagamento.
No caso dos fundos, é preciso sempre ficar de olho nas taxas de administração e no risco de sobe e desce do valor das cotas. A Anefac alerta que mesmo os fundos de renda fixa podem ter rendimento líquido inferior ao que é pago pela poupança quando a taxa cobrada supera 2,5% ao ano.
Para os investidores com foco no médio e longo prazo, a Selic em dois dígitos e a perspectiva de fim do ciclo de alta neste ano pode representar uma oportunidade para a compra de títulos públicos e privados de prazos mais longos, incluindo os pré-fixados e os que pagam a inflação mais um prêmio.
O Sul
Tênis Mizuno Cool Ride
O tênis para corrida feminino Mizuno Cool Ride é um tênis confortável e com ótimo custo benefício.
Este é um tênis para corrida seja na esteira ou na rua....
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O modelo Cool Ride, com seu cabedal confeccionado em Mesh, oferece uma respirabilidade maior ao calçado devido suas tramas abertas que facilitam a ventilação.
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Solado: Borracha antiderrapante
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Ajuste: Cadarço
Terreno: Rua ou Esteira
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Nome: Tênis Mizuno Cool Ride
Gênero: Feminino
Indicado para: Caminhada, Corrida
Categoria: Amortecimento
Garantia do Fabricante: Contra Defeito de Fabricação
Origem: Nacional
Marca: Mizuno
TRIBUTAR O ESSENCIAL DEVERIA SER CRIME INAFIANÇÁVEL - Gilberto Simões Pires
PRÓXIMA DE ZERO
Antes de tudo, em qualquer lugar do mundo, inclusive nos países governados por tiranos vorazes, tudo aquilo que é considerado ESSENCIAL, BÁSICO e/ou FUNDAMENTAL para a população não deveria, em hipótese alguma, ser tributado. Quando muito, por mais que seja um ato criminoso, a alíquota do imposto sobre bens e serviços considerados como -INDISPENSÁVEIS e/ou IMPRESCINDÍVEIS- deveria ser próxima de ZERO.
SERVIÇOS INDISPENSÁVEIS
Nesta importante categoria de SERVIÇOS INDISPENSÁVEIS para a população brasileira como um todo, independente de classe social ou etnia, figuram com grande e especial destaque: - ENERGIA ELÉTRICA, COMBUSTÍVEIS, COMUNICAÇÕES E SANEAMENTO BÁSICO (ÁGUA E ESGOTO)-. Como tal arrisco a dizer que é uma unanimidade mundial o convencimento de que estes serviços -públicos ou privados- não deveriam ser tributados.
ICMS CRIMINOSO
Pois, para desespero geral, o que ocorre no nosso empobrecido Brasil é que os SERVIÇOS -ESSENCIAS, INDISPENSÁVEIS, BÁSICOS E FUNDAMENTAIS PARA 100% DA POPULAÇÃO- são os mais TRIBUTADOS PELOS ESTADOS. De novo: nenhum outro PRODUTO OU SERVIÇO tem alíquota de ICMS -maior ou igual- ao que é atribuído -criminosamente- aos SERVIÇOS considerados como -ESSENCIAIS-. Pode?
PRIMEIRA CLASSE
A título de exemplo, vejam que o ICMS sobre a conta de luz e combustíveis cobrado no Rio de Janeiro, é de 34% e no Distrito Federal, São Paulo e muitos outros estados está por volta de 25% . Um absurdo, a considerar que a maior parte da arrecadação vai, basicamente, para a FOLHA DOS SERVIDORES DOS ESTADOS, onde os privilégios são gritantes e nojentos, a ponto de colocar os funcionários públicos numa CLASSE ESPECIAL DE BRASILEIROS, mais conhecida como PRIMEIRA CLASSE.
ECONOMIA PARA OS CONSUMIDORES
Diante deste quadro dantesco, o presidente da Câmara dos Deputados Federal, Arthur Lira, está pronto e disposto a colocar em votação, na próxima 3ª feira, 24, o projeto que LIMITA A COBRANÇA DE ICMS PARA TARIFAS DE ENERGIA ELÉTRICA, COMBUSTÍVEL E COMUNICAÇÃO A 17%. Pelo que andei lendo e ouvindo há quem esteja satisfeito com a alíquota de 17%, o que é surpreendente, pois SERVIÇOS ESSENCIAIS, repito, jamais deveriam ser tributados. Mais: um economista -especialista em contas públicas- preferiu dizer que Estados e Municípios devem perder cerca de R$ 70 bilhões de arrecadação por ano, quando, no entender de pessoas normais e inteligentes diriam que, na real, os CONSUMIDORES É QUE VÃO ECONOMIZAR CERCA DE R$ 70 BILHÕES COM A NOVA ALÍQUOTA.
A propósito: Na Flórida, EUA, o imposto sobre COMBUSTÍVIES é de 4%. Que tal? e muitos americanos acham um absurdo cobrar sobre este produto ESSENCIAL!
PRIME NEWS
PETROBRAS
Para quem ainda está convencido de que a Petrobrás pertence ao ESTADO BRASILEIRO é bom saber e entender que o ESTADO é proprietário de 36,75% do capital da Petrobras. O restante, 63,25%, está em poder de pessoas físicas e/ou jurídicas, que por conta, risco e interesse próprio, resolveram adquirir ações da estatal.
Assim, caso o governo tenha pretensão de intervir na Petrobrás, assim como nos preços praticados pela empresa, o que deve fazer é simples: FAZER UMA OFERTA PÚBLICA com o compromisso de COMPRAR os 63,25% do capital que estão em poder do público. A partir daí, quem não estiver de acordo com a intervenção, o que deve fazer, se assim desejar, é vender a sua posição acionária para o governo.
HOMESCHOOLING
É importante que todos saibam que o Homeschooling não é uma OBRIGAÇÃO. É, isto sim, a liberdade que a lei confere aos pais de alunos. Apenas isso.
Pontocritico.com
Bolsonaro tem encontro com o bilionário Elon Musk nesta sexta, em São Paulo
O presidente Jair Bolsonaro terá uma reunião na manhã desta sexta-feira (20) com o empresário bilionário Elon Musk, CEO da Tesla e que ainda está em tratativas para comprar o Twitter. O encontro dos dois vai acontecer em São Paulo.
Musk aceitou conversar com Bolsonaro a convite do ministro das Comunicações, Fábio Faria. Nesta quinta-feira (19), Bolsonaro falou que encontraria “uma pessoa muito importante”, mas não citou o nome do bilionário.
“Tenho um encontro amanhã [sexta-feita] com uma pessoa muito importante, que é reconhecida no mundo todo e que vem para cá oferecer para ajudar a nossa Amazônia, o coração”, disse o presidente, na live semanal.
Ao anunciar a negociação para se tornar proprietário do Twitter, Musk teceu críticas à plataforma e defendeu que os usuários da rede social tenham mais liberdade para expressar seus pensamentos.
“A liberdade de expressão é a base de uma democracia que funciona, e o Twitter é a praça pública digital onde os temas vitais para o futuro da humanidade são debatidos”, pontuou. “Espero que até meus piores críticos permaneçam no Twitter, porque é isso que significa liberdade de expressão”, acrescentou.
A compra do Twitter agradou ao governo federal. Constantemente, Bolsonaro critica decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que restringem o acesso de apoiadores do presidente à plataforma e reclama de uma perseguição do Judiciário contra os seus eleitores. Com Musk à frente da rede social, o Executivo espera que esse tipo de situação seja coibido.
Ao comentar sobre a negociação, no fim de abril, Bolsonaro disse que a compra da plataforma “mudou o humor do Brasil”. Além disso, Musk recebeu os parabéns de Fábio Faria. “Que o Twitter passe a ser o templo da liberdade de expressão, diferentemente de algumas outras plataformas que se tornaram local de censura e perseguição ideológica!”
O empresário é a pessoa mais rica do mundo, com uma fortuna avaliada em 269 bilhões de dólares (cerca de R$ 1,3 trilhão). Para comprar o Twitter, Musk fez uma oferta de 44 bilhões de dólares (R$ 214 bilhões).
O Sul
Oposição recorre ao Tribunal de Contas para barrar troca de cartões do Bolsa Família
A tentativa do governo do presidente Jair Bolsonaro de promover a troca de todos os cartões do programa Bolsa Família pelos do Auxílio Brasil em ano eleitoral foi parar no Tribunal de Contas da União (TCU). Um grupo de 13 parlamentares da oposição protocolou um recurso na Corte de contas para impedir que todos os cartões antigos do Bolsa Família, ainda funcionando, sejam substituídos pelos do Auxílio Brasil com custo que pode chegar a R$ 324 milhões para 18 milhões de beneficiários.
No recurso ao TCU, os parlamentares alegam que os cartões antigos ainda estão funcionando e que a mudança com recursos públicos é eleitoreira e serve para impulsionar a imagem de Bolsonaro, candidato à reeleição.
O extinto programa Bolsa Família foi criado pelo governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), principal adversário de Bolsonaro na disputa. No ano passado, o presidente acabou com o benefício para colocar no lugar o Auxilio Brasil para ser a marca do governo na campanha deste ano.
Os parlamentares pedem uma medida cautelar do TCU para impedir esses gastos com novos cartões e que seja suspensa a substituição dos do Bolsa Família que estejam em perfeita capacidade operacional para os beneficiários. O Ministério da Cidadania pediu mais dinheiro para a troca. A proposta na época era rodar 10 milhões de cartões. A mudança é feita pela Caixa Econômica Federal, por meio da ação orçamentária “Agentes Financeiros da União”.
Quando o governo transferiu o Bolsa Família para o Auxílio Brasil, o modo de pagamento manteve-se o mesmo: cartão magnético bancário do antigo programa. De acordo com a lei que criou o novo auxílio, o pagamento poderá ser feito em conta de poupança social digital, contas-correntes de depósito à vista, contas especiais de depósito à vista, contas contábeis e outras espécies de contas que venham a ser criadas.
No recurso, os deputados estimam que, em média, 80% das famílias hoje beneficiadas pelo Auxílio Brasil já eram contempladas pelo Bolsa Família. De acordo com os parlamentares da oposição, o governo se movimenta para desativar os cartões com o objetivo de “apagar” qualquer menção ao antigo Bolsa Família e, com isso, promover ampla divulgação do Auxílio Brasil às vésperas do pleito eleitoral de 2022.
Eles citam que a negociação com a Caixa é para emitir mais de 18 milhões de novos cartões, ao custo aproximado de R$ 18 cada unidade. “É inevitável observar a promoção de interesses eleitorais e escusos por meio da medida, praticada pelo Sr. Jair Messias Bolsonaro e demais representados”, escrevem os 13 deputados que assinam o pedido ao TCU.
O Sul







