Fora de casa, Grêmio leva gol no final e empata em 1 a 1 com o Ituano pela Série B do Brasileirão

 


O Grêmio entrou em campo na noite desta segunda-feira (16), no estádio Novelli Júnior, em Itu, no Estado de São Paulo, para enfrentar o Ituano, em confronto que fechou a sétima rodada da Série B. O Tricolor empatou em 1 a 1 com os donos da casa. Com o empate, o Grêmio soma 11 pontos na competição. Na próxima quinta-feira (19), o Tricolor enfrenta o Criciúma, na Arena.

Os primeiros minutos de jogo foram equilibrados e de muita disputa entre as equipes. Os donos da casa levaram perigo ao campo de defesa tricolor, logo aos 8 minutos. Kaio recebeu na intermediária, passou pela marcação e arriscou da meia direita, mandando perto da meta defendida por Brenno.

Já o Grêmio tentou a resposta, partindo para o ataque com Biel, mas ele acabou travado na hora do passe. Minutos depois, foi a vez de Elias ir a linha de fundo, dentro da área e cruzar, mas a bola foi desviada e saiu pela linha de fundo, passados 11 minutos.

Aos 18 minutos, quase que o Ituano abriu a contagem com um lance de Gerson Magrão, que recebeu e livre, encheu o pé e arrematou a gol. Brenno fez uma grande defesa, espalmando por sobre a meta.

O técnico Roger Machado foi obrigada a realizar a sua primeira mudança aos 20, com Sarará entrando no lugar de Rodrigo Ferreira,  minutos por lesão.

A primeira boa oportunidade tricolor saiu aos 28 minutos, quando Sarará fez um lançamento em velocidade para Elias, mas a bola correu demais e saiu pela linha de fundo.

Já a equipe paulista seguiu pressionando e levou perigo por vezes. Primeiro, aos 30 minutos, Aylon recebeu, foi até a entrada da área e arrematou, mandando próximo a trave. Já em seguida, foi a vez de Léo Santos subir e desviar de cabeça, acertando o poste. Na reta final, os donos da casa se lançaram em contra-ataque com Kaio, que em frente a área, desviou da marcação e chutou, obrigando Brenno defender em dois tempos.

Aos 42 minutos, Rafael pegou o rebote de uma jogada e, já na área, chutou forte – por sorte, mandando para fora.

Nos acréscimos, quase que o Grêmio abriu o placar, quando a bola caiu para Bitello, na meia esquerda. Ele recebeu e chutou colocado, mas a bola subiu.

O Tricolor voltou a campo com algumas mudanças: Elkeson e Campaz nos lugares de Elias e Gabriel Silva.

Com uma postura mais ofensiva, os gremistas passaram a pressionar mais nos minutos iniciais, tanto que logo alcançaram o resultado. Aos 2 minutos, após uma cobrança de escanteio, a bola desviou na defesa e caiu para Diego Souza, que dominou no peito, ajeitou e mandou para o fundo do gol, abrindo o placar em Itu.

Mas os adversários não ficaram atrás e buscaram responder. Passados 10 minutos, a bola foi colocada para Léo Santos, que desviou com perigo, mandando à direita do gol.

A partida seguiu disputada e o Grêmio, por vezes tentou chegar ao campo de ataque. Campaz arriscou de longe, mas mandou por sobre o gol. Com 18 minutos, Nicolas colocou a bola na área, Elkeson subiu para desviar de cabeça, mas a defesa cortou.

Próximo dos 30 minutos, o técnico Roger mudou novamente, colocando Janderson e Benítez nos lugares de Biel e Diego Souza.

Os donos da casa ainda buscaram o empate: em nova oportunidade, Dudu saiu em velocidade buscando o campo de defesa tricolor e fez um cruzamento na área, mas a zaga conseguiu cortar.

Nos acréscimos, aos 47 minutos, o Ituano chegou ao empate com Lucas Nathan, que depois de uma jogada de Gerson Magrão, conseguiu empurrar para o fundo das redes, igualando o placar.

Ficha técnica

Grêmio: Brenno; Rodrigo Ferreira (M. Sarará), Geromel, Bruno Alves e Nicolas; Villasanti; Elias (Campaz), Gabriel Silva (Elkeson), Bitello e Gabriel Teixeira (Janderson); Diego Souza (Benítez) Técnico: Roger Machado.

Ituano: Pegorari; Pacheco, Léo Santos, Bernardo e Roberto (Mário Sérgio); Rafael Pereira (Gabriel Barros), Lucas Siqueira, Kaio (João Victor) e Gerson Magrão (Lucas Nathan); Aylon (Dudu Vieira) e Rafael Elias Técnico: Mazola Júnior.

O Sul

Bolsonaro critica Petrobras e diz que “é obrigado a mexer as peças do tabuleiro” da estatal

 


O presidente Jair Bolsonaro criticou novamente nesta segunda-feira (16) a condução da Petrobras e disse que é “obrigado a mexer peças no tabuleiro”, em alusão às trocas de comando da estatal e do Ministério de Minas e Energia. O discurso foi feito a uma plateia de empresários e executivos do varejo durante a abertura da Apas Show,

Mais cedo, em conversa com apoiadores ao sair do Palácio da Alvorada, Bolsonaro afirmou que “tem mais coisa para acontecer na questão da Petrobras” e que está “sempre fazendo alguma coisa para buscar alternativas”, sem dar detalhes sobre as possíveis ações.

“Todos têm que ter consciência, apertar o cinto, salvar o Brasil. Como as petrolíferas no mundo todo tiveram, reduziram suas margens de lucro. Exceto a Petrobras Futebol Clube, que quer ser a campeã do mundo. (…) Nada contra empresa ter lucro, tem que ter, se não não existe mercado livre, não existe democracia, sepulta o capitalismo e o outro lado a gente sabe que não dá certo”, disse o presidente em referência à política de preços da Petrobras, que, como estatal, faz parte do governo federal.

“E daí a gente é obrigado a mexer as peças do tabuleiro. Dói mandar alguém embora ou quando alguém pede para ir embora, dói. Não é fácil, mas as coisas acontecem e nós temos que mudar. Pior do que uma decisão mal tomada é uma indecisão, prosseguiu Bolsonaro.

As declarações ocorrem em meio à troca de comando do Ministério de Minas e Energia e a sinalizações de Bolsonaro de que pode trocar novamente a presidência da Petrobras. No último dia 11, Bolsonaro exonerou o então ministro, o almirante Bento Albuquerque, e nomeou o economista Adolfo Sachsida para o cargo.

Sachsida, o novo ministro, é conhecido por seu viés liberal-conservador e é próximo do ministro Paulo Guedes e de Bolsonaro desde antes da eleição presidencial de 2018. Neste governo, Sachsida foi secretário de Política Econômica e chefe da Assessoria Especial de Assuntos Econômicos de Guedes.

José Mauro Ferreira Coelho, atual presidente da estatal, assumiu o cargo há um mês no lugar do almirante Joaquim Silva e Luna. Após ser demitido, Silva e Luna afirmou em entrevistas que o presidente Bolsonaro tentou intervir na gestão da Petrobras para mudar a política de preços praticada pela estatal.

No último domingo, ao ser questionado sobre a permanência de Ferreira Coelho na estatal, Bolsonaro disse a jornalistas que deveriam fazer a pergunta a Sachsida e que tinha dado “carta branca” ao economista “para fazer valer aquilo que eles acham melhor para o seu ministério para melhor atender a população”.

Em seu discurso em São Paulo, Bolsonaro também voltou a tentar atribuir aos Estados a responsabilidade pela inflação dos combustíveis, o que contradiz os fatos. Os preços de combustível no Brasil são influenciados diretamente pela cotação internacional do barril de petróleo.

A política de preços da Petrobras é a de seguir os preços internacionais da commodity, que têm tido alta voltatililidade em meio ao cenário de guerra na Ucrânia. As alíquotas do imposto estadual ICMS que incidem sobre os combustíveis, por outro lado, têm se mantido as mesmas.

Em um discuso inflamado e sem mencionar o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Bolsonaro voltou a insinuar que uma eventual vitória do petista “transformaria o Brasil em um regime comunista”.

O presidente pediu por diversas vezes que empresários “conversem com as pessoas mais humildes” para apoiar a retórica bolsonarista.

O Sul

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Com o Carregador Portátil/Power Bank Geonav PB14KAL você estará pronto para qualquer desafio e poderá utilizar seus dispositivos móveis sempre com a carga máxima de energia. Produzido com bateria de polímero de lítio, ele possui capacidade de 14000mAh e conexões de diferentes tipos, USB padrão, USB tipo C e micro USB, permitindo carregar até dois aparelhos ao mesmo tempo. A proteção contra curto-circuito garante máxima segurança durante o uso. Para verificar as informações você pode utilizar o LED indicador de nível de bateria e o botão de verificação da quantidade de carga. Além disso, este modelo conta com tecnologia Pass Through que permite carregar o dispositivo e o Power Bank ao mesmo tempo. Perfeito para te acompanhar em todos os momentos, seja em casa, no trabalho ou até mesmo em viagens.

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Conta de luz explode no Brasil e deflagra debate sobre como reduzir preço

 


Após dois anos com medidas para segurar aumentos, os reajustes da conta de luz serão elevados em 2022. Os brasileiros vão pagar ao menos 12% mais na tarifa residencial na média do País, quase 4 pontos percentuais acima do reajuste do ano passado, que foi de 8%.

O cálculo, feito pela TR Soluções – empresa de tecnologia especializada em tarifas de energia –, não leva em conta impostos (que variam de Estado para Estado) nem a bandeira tarifária – que, se subir, pode elevar ainda mais o custo da eletricidade.

O maior peso será sentido pelos moradores da região Nordeste: a tarifa residencial ficará 17% mais cara no ano em média, praticamente dez pontos percentuais acima do reajuste médio no ano passado, que foi de 6,9%.

Nos reajustes já divulgados, entre janeiro e abril, as distribuidoras da região são destaque em aumentos. Neoenergia Cosern, no Rio Grande do Norte, teve alta acima de 20%. A Coelba, na Bahia, 21%.

A recordista foi a Enel Ceará, com reajuste acima de 24%. O baque foi tão forte no Estado que deflagrou uma reação extrema na bancada do Ceará na Câmara e levantou uma discussão no Congresso e no governo, sobre a necessidade de mudar a estrutura da conta de luz no Brasil.

Para forçar o debate, o deputado Domingos Neto (PSD-CE) propôs, e conseguiu aprovar, a urgência na tramitação de um PLD (projeto de decreto legislativo) para suspender na caneta o reajuste no Ceará. Foram 410 votos a favor e 11 contra. Na ocasião, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP), disse que o projeto ainda poderia incluir outros estados com reajustes elevados.

Posto o bode na sala, a reação das associações empresariais foi imediata: a suspensão seria quebra de contrato, elevaria o risco Brasil e afastaria investidores. Uma audiência publica na Comissão de Minas e Energia da Câmara, na quinta-feria (12), reuniu representes de todos os segmentos para debater soluções estruturais.

“Se a gente levar a plenário, o PLD passa, porque ninguém vai ter coragem de votar contra no meio dessa crise e em um ano eleitoral”, diz o deputado Vaidon Oliveira (União-CE), relator do decreto.

“Mas analisamos as justificativas para o aumento no Ceará, estão muito bem explicadas em quase mil páginas de um relatório. A gente até pode derrubar com duas folhas de papel, mas é importante conversar com a bancada de outros Estados antes.”

Segundo Oliveira, existe uma certa expectativa em relação aos reajustes em São Paulo e Minas Gerais, que tendem a vir igualmente elevados e sensibilizar os deputados desses Estados. Para Minas Gerais, por exemplo, fontes do setor que preferem não ter o nome divulgado projetam alta de 20%; São Paulo deve ter patamar semelhante.

No levantamento da TR Soluções, Sudeste é o segundo no ranking de altas na conta de luz, com aumento médio de 13%. A região também teve um repique, uma vez que o aumento foi de 7,5% no ano passado.

No Norte, a alta será de 10% na média, após aumentar 8,8% em 2021.

As demais regiões seguem outra tendência. Os aumentos no Centro Oeste se mantêm elevados, mas com um pequeno alívio. Depois de assimilar uma alta de 11% no ano passado, o consumidor dessa região vai pagar 9,5% de reajuste na média neste ano.

Já no Sul a retração é expressiva. A conta de luz, na média, vai subir 3% neste ano, depois de uma alta de 8,5% em 2021. São reajustes bem abaixo da inflação.

No levantamento, a TR considera as suas projeções para o ano e o valor de tarifas já homologadas pela Aneel, a agência do setor. “Detalhes do contrato, a data em que ocorre o reajuste e a variação do peso de encargos setoriais explicam a diferença”, afirma Helder Sousa, diretor de Regulação da TR Soluções.

No caso do Sul, por exemplo, os reajustes ocorrem no fim do ano: assim, a conta da seca foi contabilizada antes. Três das quatro distribuidoras na região têm contratos novos, que fizeram alterações como mudar o indexador de IGPM para IPCA. Das 53 distribuidoras do país, 18 ainda usam o IGPM, que sofre um forte impacto quando há aumento no dólar. Boa parte delas está no Nordeste.

Também pressionam os reajustes deste ano itens excepcionais. Entre eles está o pagamento de parcelas do empréstimo bilionário para pagar a energia mais cara das térmicas, na crise hídrica do ano passado. Também há repasses da chamada conta Covid, outro empréstimo que bancou as perdas das empresas com a queda no consumo no auge da pandemia.

“Mas o que pesa mesmo na conta de luz são os encargos e impostos”, afirma o presidente da Abradee, entidade que representa as distribuidoras, Marcos Madureira. Esses dois itens respondem por praticamente metade da conta de luz.

E é para cima desses dois itens que o debate avança.

Já se cogita colocar em discussão um projeto de Paulo Ganime (NOVO-RJ) que propõe tirar da conta de luz e transferir para o Orçamento a CDE (Conta de Desenvolvimento Energético). Esse fundo setorial foi criado em 2002, para bancar políticas públicas na área de energia e abriga benesses criadas pelo próprio Congresso.

“Tem muita coisa na conta de energia que não deveria estar lá”, afirma o diretor-presidente da consultoria PSR, Luiz Augusto Barroso, que também comandou a EPE (Empresa de Pesquisa Energética), vinculada ao Ministério de Minas e Energia.

Ele argumenta que a CDE banca energias ultrapassadas. É o caso das térmicas a carvão e das usinas de óleo combustível instaladas em áreas que não estão ligadas ao sistema nacional, em parte porque os próprios governadores não têm interesse em abrir mão do ICMS cobrado sobre o combustível.

Também dá subsídio a quem não precisa. Na lista estão descontos para área rural, que incluem ajudar na conta de irrigação de grandes produtores e exportadores de grãos, e dos parques de energia renovável, que já se tornaram negócios estabelecidos e não precisam de ajuda financeira.

“A CDE é um amontoado de políticas públicas, sobre o qual até se cobram impostos, elevando ainda mais um custo que já se mostra insustentável”, diz o diretor de Energia Elétrica na Abrace, que representa grandes consumidores, Victor Iocca.

Neste ano, está distribuindo R$ 32 bilhões em subsídios, 34% mais que no ano passado. Cerca de R$ 30 bilhões são pagos pelo consumidor final. “Para se ter uma ideia do que é isso, o valor equivale a 10% de todo o faturamento do setor”, diz ele.

Segundo a própria Aneel, a CDE elevou a conta de luz do Brasil em 3,4% neste ano. Sudeste, Sul e Centro Oeste receberam o maior impacto, uma alta de 4,7%.

Mas 2,4% do aumento no Norte e no Nordeste também vem daí. Essas regiões não pagavam CDE e estão agora na fase de transição, em que a parcela do repasse aumenta ano a ano.

No que se refere aos tributos, os congressistas colocaram o ICMS na discussão. Durante a audiência na Comissão de Minas e Energia da Câmara, foi defendido que o estados avaliem reduzir o ICMS na conta de luz.

Segundo o superintendente de Gestão Tarifária da Aneel, Davi Antunes Lima, o ICMS responde por 21% da tarifa total. “Uma flexibilização da alíquota poderia reduzir o custo ao consumidor em até 5%”, disse Lima.

Também está em discussão ampliar o uso dos créditos tributários gerados por cobranças indevidas de PIS/Cofins já garantidos judicialmente. Cerca de R$ 12 bilhões foram utilizados para abater tarifas em várias distribuidoras, mas há mais de R$ 40 bilhões que ainda podem ser utilizados, de forma escalonada, para segurar os reajustes.

O tema será debatido na Comissão de Infraestrutura do Senado, nesta terça-feira (17) por iniciativa do senador Fábio Garcia (União-MT). O senador quer garantir a integralidade dos créditos para abater a conta de luz. Como eles foram conseguidos judicialmente pelas distribuidoras, atualmente, as empresas tentam ficar com parte dos recursos.

Em paralelo, entidades privadas tentam evitar mais aumentos. O Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) protocolou denúncia no TCU (Tribunal de Contas da União), na quinta-feira (11), para pedir a suspensão do contrato das 14 térmicas a gás selecionadas por um sistema emergencial, a preços elevados, durante a seca em 2021.

Pelas estimativas, elas vão elevar a conta de luz em 4,5%. Pelo contrato, devem operar de 2022 a 2025 para atender a demanda do Sudeste, Centro-Oeste e Sul, a custo estimado de cerca de R$ 40 bilhões.

Muitas estão com o cronograma atrasados, mas parte de seus custos já começou a ser incluído nas tarifas de energia deste ano e já ajudam a puxar para cima o aumento em 2022.

O Sul

Setor público brasileiro consolidado tem superávit de mais de 4 bilhões de reais em março

 


As contas públicas do setor público consolidado, formado por governo federal, estados, municípios e empresas estatais, registraram superávit primário de R$ 4,3 bilhões, ante superávit de R$ 5 bilhões em março de 2021, informou o Banco Central (BC).

Apesar do resultado, as contas do Governo Central, que reúne Previdência, Banco Central e o Tesouro Nacional, ficaram deficitárias em R$ 7,8 bilhões no mês. Já os governos regionais e as empresas estatais registraram, na ordem, superávits de R$ 11,9 bilhões e R$ 242 milhões no mês.

As informações contam do relatório de estatísticas fiscais divulgado nesta segunda-feira (16) pelo BC. De acordo com o documento, nos 12 meses encerrados em março, o superávit primário do setor público consolidado atingiu R$ 122,8 bilhões, equivalente a 1,37% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no País).

O resultado primário é formado pelas receitas menos os gastos com juros, sem considerar o pagamento de juros da dívida pública. Assim, quando as receitas superam as despesas, há superávit primário.

Juros

Os gastos com juros nominais do setor público consolidado atingiram R$ 30,8 bilhões em março de 2022, frente a R$ 49,5 bilhões em março de 2021. De acordo com o BC, o resultado das operações de swap cambial contribuiu para essa redução, “mais do que compensando os aumentos da taxa Selic e do IPCA [Índice de Preços ao Consumidor Amplo] no período”.

O swap cambial é a venda de dólares no mercado futuro. Os resultados dessas operações são transferidos para o pagamento dos juros da dívida pública, como receita, quando há ganhos, e como despesa, quando há perdas.

Essas operações registraram perda de R$ 16,6 bilhões em março de 2021 e ganho de R$ 40,3 bilhões em março de 2022. No acumulado em 12 meses até março deste ano, os juros nominais somam R$ 403,8 bilhões (4,52% do PIB), comparativamente a R$ 309,9 bilhões (4,03% do PIB) nos 12 meses até março de 2021.

O BC informou que o resultado nominal do setor público consolidado, que inclui resultado primário e os juros nominais apropriados, foi deficitário em R$ 26,5 bilhões em março. No acumulado em 12 meses, o déficit nominal alcançou R$ 281,1 bilhões, o equivalente a 3,15% do Produto Interno Bruto (PIB), reduzindo-se 0,24 ponto percentual em relação ao déficit acumulado até fevereiro de 2022.

Dívida Pública

A Dívida Líquida do Setor Público (balanço entre o total de créditos e débitos dos governos federal, estaduais e municipais) fechou o mês de março em R$ 5,2 trilhões, o que corresponde a 58,2% do PIB, elevando-se 1,1 ponto percentual do PIB no mês.

“Esse resultado refletiu, sobretudo, os impactos da valorização cambial de 7,8% (aumento de 1,1 ponto percentual), dos juros nominais apropriados (aumento de 0,3 ponto percentual), do efeito da variação da cesta de moedas que compõem a dívida externa líquida (aumento de 0,2 ponto percentual), e do efeito do crescimento do PIB nominal (redução de 0,6 ponto percentual)”. disse o BC.

Já a Divida Bruta do Governo Geral (DBGG) – que contabiliza apenas os passivos dos governos federal, estaduais e municipais – chegou a R$ 7 trilhões ou 78,5% do PIB em março de 2022, redução de 0,8 ponto percentual do PIB em relação ao mês anterior.

O Sul

Imposto de Renda 2022: prazo para prestar contas está chegando ao fim. Veja dicas para não cair na malha fina

 


O prazo final para a entrega da declaração do Imposto de Renda 2022 está se aproximando. A Receita Federal prorrogou a data limite para que contribuintes prestem contas ao Fisco, o último dia para preencher a declaração é 31 de maio.

Os declarantes precisam ter atenção nas informações prestadas para evitar cair na malha fina e ter problemas com a Receita Federal.

Já entregaram a declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física 2022 à Receita Federal 20.079.294 de brasileiros. A expectativa do órgão é de que 34,1 milhões de cidadãos enviem o documento até o último dia de maio. Mas é importante atentar para algumas regras básicas para evitar ter dor de cabeça.

Veja quais são os principais erros:

Erro de digitação

É importante prestar bastante atenção e conferir as informações que estão sendo digitadas na hora de preencher a declaração. Um número a mais ou virgula colocada em local errado, pode levar a Receita a considerar os dados informados pelo declarante como inconsistentes.

Deixar informações de fora

Um dos principais erros é esquecer de informar algum rendimento, como o recebimento de uma ação trabalhista ou variação significativa de patrimônio de um ano para o outro, sem que haja clara descrição nas fontes de rendimentos, como por exemplo, declarar aumento de um patrimônio na parte de bens e direitos sem a corresponde entrada de recursos na parte de rendimentos tributáveis ou isentos da declaração.

Preencher ficha errada

Toda atenção é pouco na hora de escolher a ficha ao qual deve fazer a declaração. Muitos contribuintes se confundem nessa tarefa e as vezes acabam declarando rendimentos tributáveis como isentos, por exemplo.

Se ele informa os dados na ficha errada, pode ficar sem saber de algum tributo devido, descobrindo só quando o valor já estiver sendo cobrado com multa e juros aplicados.

Nesses casos, além da malha fina, ainda há a surpresa de um valor mais alto de imposto a pagar.

Dependentes

Uma pessoa não pode ser considerada dependente em mais de uma declaração, por isso, filhos de pais separados devem ser informados em apenas uma prestação de contas.

Despesas médicas

Declarar as deduções de despesas médicas de forma incorreta, como informar despesas que não são permitidas pela legislação fiscal, despesas que já foram reembolsadas pelo plano de saúde, indicação de despesas médicas sem a correspondente declaração dos respectivos rendimentos pelo médico ou clínica nas respectivas declarações de imposto de renda.

Divergência de dados

Prestar informações na declaração de imposto de renda diferentes daquelas constantes dos informes de rendimentos disponibilizados pelas fontes pagadoras dos rendimentos, como por exemplo dados relativos a saldo de contas bancárias e aplicações financeiras e remuneração pelo trabalho assalariado podem ser um dos motivos para cair na malha fina.

Dicas para não cair na malha fina:

— Ter todos os documentos em mãos para consulta no momento em que estiver prestando contas à Receita;

— Não deixe para fazer de última hora, falhas no sistema ou na rede de internet podem ocorrer no momento que estiver utilizando os meios digitais;

— Após entregar a declaração é importante que o contribuinte acompanhe o status no site ou programa do IRPF 2022. Também é possível acompanhar o processamento da Declaração de Imposto de Renda pelo E-CAC e lá será indicado se a Receita identificou alguma pendência na declaração ou até mesmo se foi expedida notificação para o contribuinte prestar esclarecimentos sobre eventuais inconsistências verificadas;

— Ficar atento às informações constantes dos informes de rendimentos e declarar no IR exatamente como está no informe;

— Ficar atento às despesas médicas que são permitidas pela legislação fiscal e reportar corretamente os dados conforme os respectivos informes disponibilizados pelas operadoras de saúde ou recibos/notas fiscais médicos;

— Coordenar as informações que serão prestadas por doador e donatário, locador e locatário, mutuante e mutuário, vendedor de bens e adquirente dos respectivos bens nas respectivas declarações, de modo a evitar informações divergentes;

— Verificar a variação patrimonial de um ano para o outro e conferir com os rendimentos auferidos durante o ano-calendário. O aumento do patrimônio deve ser condizente com os rendimentos declarados pelo contribuinte. Independente da fonte/origem do recurso, esta deve estar reportada no IR e deve servir de base para justificar eventual aumento no patrimônio declarado de um ano para o outro.

O Sul

Calça Social Masculina Carrot Chino Preta - Minha C&A

 


Descrição do Produto

MODELO Nº: 9775647-Preto


VENDIDO E ENTREGUE POR: C&A


Calça masculina confeccionada em tecido plano com elasticidade. A modelagem carrot é larga no quadril e se ajusta nas pernas. O modelo chino tem dois bolsos faca na parte frontal e dois bolsos embutidos na parte posterior. O cós tem passantes aplicad

Link: https://www.cea.com.br/calca-social-masculina-carrot-chino-preta-9775647-preto/p?utm_source=mais&utm_medium=minhacea&utm_campaign=lucioborges

Bilionário Elon Musk volta a dizer que acordo para a compra do Twitter pode travar devido a contas falsas

 


O bilionário Elon Musk, dono da Tesla, voltou a dizer nesta terça-feira (17) que o acordo para comprar o Twitter não pode avançar se a rede social não provar que menos de 5% das contas na plataforma são falsas ou spam.

“Minha oferta foi baseada na precisão dos registros da SEC do Twitter. O CEO do Twitter se recusou publicamente a mostrar prova de <5%. Esse acordo não pode avançar até que ele o faça”, afirmou Musk. SEC é a abreviação de Security and Exchange Comission, o equivalente nos Estados Unidos à Comissão de Valores Mobiliários.

Na segunda-feira (16), Musk trocou farpas com o presidente-executivo do Twitter, Paraj Agrawal, que postou textos explicando o esforço da empresa para combater as contas utilizadas por robôs. Musk usou um emoji de cocô para ironizar Agrawal sobre como é feita a estimativa de contas falsas na rede social.

Depois de suspender a sua oferta de US$ 44 bilhões na semana passada, aguardando informações sobre contas falsas, Musk disse suspeitar que elas representam pelo menos 20% dos usuários – as estimativas oficiais do Twitter são de 5%.

“Você não pode pagar o mesmo preço por algo que é muito pior do que eles alegaram”, disse Musk na All-In Summit 2022, uma conferência de tecnologia em Miami, nos EUA, na segunda-feira.

Questionado se o acordo com o Twitter é viável a um preço diferente, Musk afirmou: “Quero dizer, não está fora de questão. Quanto mais perguntas eu faço, mais minhas preocupações crescem”.

“Eles alegam que têm essa metodologia complexa que só eles podem entender. Não pode ser algum mistério profundo que é mais complexo do que a alma humana ou algo assim”, declarou.

No sábado (14), Musk revelou que, para estimar a quantidade de contas falsas e de spam, o Twitter utiliza uma amostra de 100 perfis. Em seguida, ele disse que a equipe jurídica da empresa o acusou de violar um acordo de confidencialidade ao divulgar o tamanho da amostragem.

Na sexta-feira (13), Musk chegou a declarar que o acordo para comprar a empresa por US$ 44 bilhões estava “temporariamente suspenso” enquanto ele aguardava dados sobre contas falsas.

Horas depois, afirmou que continuava comprometido com a compra, mas disse que sua equipe testaria “uma amostra aleatória de 100 seguidores” no Twitter para identificar os bots (robôs da internet).

O Sul

Municípios gaúchos suspendem aulas por causa do ciclone que atinge o Estado

 


Prefeituras de diversos municípios gaúchos suspenderam as aulas como medida de prevenção ao ciclone que atinge o Rio Grande do Sul e pode provocar rajadas de vento de mais de 100 quilômetros por hora e fortes chuvas em várias regiões do Estado a partir desta terça-feira (17).

Entre as cidades que fecharam as escolas municipais, estão: Rio Grande, São José do Norte, Mostardas, Pelotas, Santa Vitória do Palmar, Chuí, Capão do Leão, Jaguarão, Pedro Osório, Piratini, Pinheiro Machado, Turuçu, Guaíba e Eldorado do Sul. Em alguns municípios, a medida vale também para esta quarta-feira (18).

Além das escolas, as atividades foram suspensas na Furg (Universidade Federal do Rio Grande) e na UFPel (Universidade Federal de Pelotas).

Ao longo desta quarta-feira, o ciclone se dirige para Santa Catarina. O Paraná e o Sul do Estado de São Paulo também podem ser atingidos pelo fenômeno.

A tendência é de que o tempo volte a ficar estável no RS na quinta-feira (19). A Defesa Civil Nacional alertou para o risco de destelhamento de casas, quedas de árvores e postes e falta de energia em razão dos fortes ventos e da chuva provocados pelo ciclone.

O Sul

Líder do MST diz que ‘crise não é do Bolsonaro, é do capitalismo’

 João Pedro Stédile contraria discurso único da esquerda em declaração durante entrevista



Líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stédile disse em entrevista que a crise que o Brasil enfrenta atualmente ‘não é do Bolsonaro, é do capitalismo’.

A declaração do tradicional aliado do Partido dos Trabalhadores (PT), que contraria discurso único da esquerda sobre o presidente Jair Bolsonaro, aconteceu durante participação no programa da R3Cast, de Sergipe.

“Temos que organizar o povo, para, então, num governo de mudanças, garantir um programa que de fato enfrente a crise”, declarou Stédile. “Porque a crise não é do Bolsonaro, a crise é do capitalismo.”

Durante a entrevista, o líder do MST também deu a entender que o movimento espera exercer papel relevante em um eventual governo do PT, caso Bolsonaro seja derrotado nas eleições de outubro. Luiz Inácio Lula da Silva sinalizou o mesmo em declarações recentes envolvendo sua pré-candidatura à Presidência.

Crítica ao agronegócio

Na mesma entrevista, o líder do MST ainda disse que ‘o governo namora o agronegócio’ e criticou o modelo de produção atualmente em vigência nas plantações brasileiras.

“Tem o modelo do agronegócio, cantado em verso e prosa como moderno. De fato, ele utiliza alta tecnologia, muito veneno, agrotóxico, semente transgênica, mas só produz commodities para exportação”, disse Stédile.

“E há o terceiro modelo que é o nosso, da agricultura familiar para produzir alimentos para o mercado interno e local. É um modelo que emprega muita gente porque é familiar, então quanto mais pessoas trabalhando na agricultura, melhor, e respeita o equilíbrio com a natureza com a agroecologia. Porque o camponês sabe que se derrubar a árvore vai faltar água. Sem água, se foi a agricultura.”

Revista Oeste