Municipários de Porto Alegre aprovam proposta para avançar na reposição salarial

 Valor de reajuste decidido na assembleia geral foi de 14,79%, além dos 4% pagos na folha de abril



Mesmo com o frio de 10 ºC em uma segunda-feira à noite,o Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (Simpa) junto à categoria aprovou nova oferta de reposição salarial para ser entregue à comissão de negociação da Prefeitura. O ato aconteceu na quadra da Escola Imperadores do Samba, no bairro Praia de Belas, em Porto Alegre, oportunidade quando debateram a mais recente oferta de reposição apresentada pelo governo de Sebastião Melo no dia 10.

A proposta fechada mediante votação dos presentes da assembleia geral foi de 14,79%, além dos 4% pagos na folha de abril, serão levados dois cenários de parcelamento do restante da reposição, sendo um de 5,83% em maio e 4,29% em novembro ou 5,06% em maioe 5,06% em novembro. O vale vale-alimentação com reajuste de 25% a partir de maio, biênio 2012/14 com início de pagamento regular em julho com atualização nominal dos valores e retroativos em 70 parcelas e abertura de processo do biênio 2014/16 a partir de novembro.

O valor do vale-alimentação e o reajuste dos biênios permaneceram os mesmos ofertados pela terceira negociação proposta pela prefeitura. O diretor-geral do Simpa, João Ezequiel da Silva, voltou a reforçar que os últimos seis anos, a Prefeitura de Porto Alegre não corrigiu os salários dos servidores pela inflação, situação que gerou uma defasagem, até abril, de 32,30%, usando como fonte o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) para justificar o percentual. “Temos uma divergência quanto a esse percentual, mas a gestão atua quer manter o reajuste de 10,06%, o que é inferior ao valor desde que o Melo assumiu”, comentou.

A terceira proposta disponibilizada pela gestão municipal foi de 10,06% em três parcelas de 4%, uma já paga em abril, 3% para julho e o saldo em novembro, reajuste de 25% do vale-refeição a partir de maio, progressões funcionais do biênio 2012/14, com início do pagamento em julho com os valores retroativos em 70 parcelas iguais aos servidores ativos mediante cronograma de pagamento, no mesmo período, para os inativos, e progressões funcionais do biênio 2014/16, com abertura do processo em novembro.

Outras reivindicações aprovadas foram a atualização dos valores nominais, tanto da reposição da inflação quanto das progressões, à época do vencimento das parcelas,  reconhecimento das perdas salariais e compromisso do governo em fazer a reposição da inflação de acordo com o IPCA nas datas-bases de 2023 e 2024.

Correio do Povo

Deputados querem ouvir ministro sobre plano de privatizar Petrobras

 Quatro requerimentos de convocação de Adolfo Sachsida foram apresentados desde que ele disse que mudança seria prioridade



A declaração dada pelo ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, de que o governo federal solicitará estudos sobre a privatização da Petrobras e da Pré-Sal Petróleo S.A. fez com que deputados federais pedissem a convocação dele para explicar os motivos de o Executivo querer entregar as empresas à iniciativa privada.

Por enquanto, quatro requerimentos foram protocolados na Câmara para que Sachsida preste esclarecimentos. Pedidos de convocação têm caráter coercitivo. Ou seja, se aprovados, o ministro seria obrigado a comparecer ao Congresso para ser interrogado pelos parlamentares.

Os requerimentos foram apresentados em duas comissões: a de Minas e Energia e a de Fiscalização Financeira e Controle. Um dos pedidos é assinado pelo deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ).

O parlamentar destaca que é dever da Câmara "o acompanhamento e fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta e de ações que assegurem a defesa dos cidadãos".

Os demais pedidos de convocação de Sachsida foram apresentados por parlamentares de PDT, PSol e PSB.

"Libertação contra os monopólios"

Segundo o ministro de Minas e Energia, a privatização da Petrobras significaria "a libertação do povo brasileiro contra os monopólios".

"Espero que no período mais rápido possível nós tenhamos essa resolução pronta para levarmos ao presidente Jair Bolsonaro assinar esse decreto e começar esse processo aguardado pelo povo brasileiro", declarou Sachsida na semana passada.

Sachsida foi nomeado para assumir o Ministério de Minas e Energia após a exoneração de Bento Albuquerque. Ele saiu da pasta dias depois de a Petrobras reajustar o valor do diesel, mesmo com o apelo do presidente Jair Bolsonaro para que a empresa não aumentasse o preço do combustível.

R7 e Correio do Povo

Bruna Jeanine Molz Noal (Bruna Molz ), vereadora em Santa Cruz do Sul (RS)

 










Sobre o Vereador

Nascimento 19/12/1989

Naturalidade Santa Cruz do Sul - RS

Escolaridade Superior completo

Telefones (51) 3715-7129

E-mail brunamolz@camarasantacruz.rs.gov.br

Histórico Defensora da causa dos animais Bruna Jeanine Molz elegeu-se vereadora no pleito em 2016. Focada em fomentar políticas públicas para os animais, Bruna concorreu pela primeira vez à vereadora no pleito de 2012, pelo Partido Progressista. Ficou sem a vaga, mas atuou no Canil Municipal por três anos, e depois, como protetora voluntária. Com a força das redes sociais, conseguiu sua vaga no Legislativo de Santa Cruz do Sul, em 2016, aos 27 anos, com 1.673 votos, agora pelo PTB. Antes disso, Bruna Molz tinha se destacado como Musa do Gauchão, em 2008, e princesa da Oktoberfest em 2011. Sentindo a ausência de políticas públicas para a causa animal, ao ser eleita em 2016, focou seu mandato no fomento de uma legislação específica. Em dezembro de 2018, Bruna foi eleita presidente da Câmara de Vereadores de Santa Cruz do Sul, cargo que exerceu em 2019. Bruna é bacharel em Direito com monografia sobre Direito dos Animais. Em 2020 trocou o PTB, partido pelo qual se elegeu vereadora, pelo Partido Republicanos. Em 15 de novembro de 2020 reelegeu-se para seu segundo mandato de vereadora, sendo a mais eleita entre todos os candidatos em Santa Cruz do Sul, com 2.235 votos.

Facebook https://www.facebook.com/brunamolzvereadora

Fontes: https://www.camarasantacruz.rs.gov.br/vereador/bruna-jeanine-molz-noal-74https://www.facebook.com/brunamolzvereadora e https://www.instagram.com/brumolz/

Grêmio cede empate ao Ituano no fim e segue fora do G4 da Série B

 Tricolor vencia até os 48 minutos, mas cedeu igualdade em lance pelo alto na reta final do duelo em Itu


Em uma atuação bastante ruim na maior parte dos noventa minutos, o Grêmio até ia vencendo, mas cedeu o empate para o Ituano aos 48 minutos do segundo tempo e segue fora do G4 da Série B, na noite desta segunda-feira, em Itu (SP), pela sétima rodada. Com o 1 a 1, o Tricolor soma onze pontos e é sexto colocado, distante dois pontos do Vasco, o primeiro da zona de classificação, com 13 pontos. Na próxima rodada, o time do técnico Roger Machado encara o Criciúma, na Arena, nesta quinta-feira, às 19h. 

Ao longo dos 45 minutos iniciais, a equipe gremista viu o goleiro Brenno salvar em milagre à queima-roupa e a trave evitar duas vezes o prejuízo. Na volta do vestiário, os gremistas cresceram com as entradas de Campaz e Elkeson, nas vagas de Elias e Gabriel Silva, e a estrela do artilheiro Diego Souza brilhou aos 3 minutos do segundo tempo em belo gol de "centroavante". Na reta final, os donos da casa, de tanto insistirem, conseguiram o empate aos 48 minutos em lance pelo alto com o meia Lucas Nathan e entregaram justiça ao placar. 

Sufoco gremista 

O técnico Roger Machado confirmou os trabalhos da semana e colocou o meia Gabriel Silva na vaga de Lucas Silva visando dar maior controle de bola no meio de campo. A proposta ficou só na teoria. O que se viu nos primeiros 45 minutos em Itu foi um time gremista "agradecendo" por não ter levado para o vestiário um largo prejuízo. Logo aos 6 minutos, os donos da casa deixaram sua proposta definida. Contragolpear nos erros do Grêmio no ataque. O lateral Pacheco levantou na área e o meia Gerson Magrão aproveitou a sobra para soltar uma bomba, levando perigo ao goleiro Brenno. Na sequência, o volante Kaio arriscou de fora da área e arrancou o "Uh" dos torcedores paulistas. 

Com a ideia de se aproveitar dos equívocos tricolores, o Ituano assustou em diversos momentos, pois o Grêmio errou - e muito - neste primeiro tempo. Aos 18 minutos, Brenno apareceu milagrosamente para evitar o gol adversário. Gerson Magrão novamente recebeu livre e à queima-roupa bateu firme para uma linda defesa. Roger precisou promover uma troca aos 20 minutos. O lateral Rodrigo Ferreira sentiu problemas e o volante Sarará entrou improvisado em seu lugar. A primeira finalização dos visitantes apareceu somente aos 28 minutos. O lateral Nicolas jogou na área e Elias, torto, desviou pela linha de fundo. 

Ainda que sem qualidade, o Ituano pressionava no ímpeto e na vontade. Aos 33 minutos, o atacante Rafael Elias não tomou conhecimento da defesa gremista pelo alto e testou firme no poste. A equipe de Itu, talhada para contragolpear, via o Grêmio ter dificuldades para dominar a bola pelas pontas, com Biel e Elias bastante abaixo. Assim, as oportunidades se apresentavam para a velocidade dos contra-ataques. 

Aos 40, Rafael Elias novamente fez Brenno aparecer em dois tempos. Sem ter a segunda bola na maioria dos lances, o Tricolor escapou mais uma vez aos 43 minutos. Lucas Siqueira levantou na área, Rafael Elias arrumou e o Gerson Magrão bateu cheio de estilo raspando na trave. Escapando em mais essa oportunidade, o Grêmio conseguiu levar o empate para o intervalo na expectativa por uma significativa melhora. 

Castigo no fim 

Ciente de que a atuação era ruim, Roger mandou o Grêmio de volta para a segunda etapa com duas trocas: Elkeson e Campaz nas vagas de Elias e Gabriel Silva. No primeiro minuto, novamente o goleiro Brenno precisou aparecer para evitar o gol de Leo Santos de cabeça. No primeiro ataque gremista na segunda etapa, o gol surgiu como um presente e na qualidade do artilheiro Diego Souza. Biel cruzou da esquerda, o centroavante matou no peito, limpou a marcação e finalizou de esquerda sem chance para o goleiro Pegorari. Depois de um momento instável, o Ituano passou a reencontrar a volúpia ofensiva. Aos 10, Leo Santos levou a melhor contra a defesa pela segunda vez e testou tirando tinta da trave. 

A mudança de atitude fez o time gremista permanecer mais com a bola, trocar passes com tranquilidade e diminuir os sustos que vieram aos montes no tempo inicial. O atacante Elkeson passou a combinar lances com Diego Souza e levar algum perigo a defesa. Aos 17 minutos, os atacantes tabelaram e Biel apareceu para finalizar em cima da marcação. Aos 26 minutos, Janderson foi para o campo no lugar de um exausto Biel na ponta.

Na sequência, Diego Souza deixou o campo para o meia Benítez. O time de Itu se lançou ao ataque para encontrar o empate. O Grêmio esperava para contragolpear. Completando 350 jogos nesta noite, o zagueiro Geromel mostrou sua elegância ao desarmar na bola o atacante João Victor e evitar a igualdade. A intenção de ter mais a posse de bola não se sustentou para o Grêmio. No entanto, o afobado time de Itu também se atrapalhava para atacar e levar perigo como nos melhores momentos do primeiro tempo. A pressão no final foi mais física do que qualquer coisa. E aos 48 minutos apareceu o empate dos donos da casa. Após cruzamento, a defesa gremista marcou mal e o meia Lucas Nathan entrou livre para selar o 1 a 1, que era merecido. 

Campeonato Brasileiro Série B - 7ª rodada

Ituano 1 

Pegorari; Pacheco, Léo Santos, Bernardo e Roberto (Mario Sergio); Rafael Pereira, Lucas Siqueira, Kaio (João Victor) e Magrão (Lucas Nathan); Aylon (Dudu Vieira) e Rafael Elias. Técnico: Mazola Júnior

Grêmio 1 

Brenno; Rodrigo Ferreira (Sarará), Geromel, Bruno Alves e Nicolas; Villasanti, Elias (Elkeson), Gabriel Silva (Campaz), Bitello e Biel; Diego Souza (Benitez). Técnico: Roger Machado

Gols: Diego Souza (03min/2T°) Lucas Nathan (48min/2T°)
Cartões amarelos: Elkeson (Grêmio) Aylon, Rafael Elias, Lucas Siqueira e Rafael Pereira (Ituano)
Arbitragem: Savio Pereira Sampaio
Local: Estádio Novelli Junior, em Itu (SP)
Data e hora: 16/05, às 20h


Correio do Povo


Roger lamenta gol sofrido pelo Grêmio, mas comemora ponto após atuação ruim


Dênis Abrahão admite preocupação com atuação do Grêmio e garante: "Não vai se repetir"


Polícia prende Paulo Cupertino, acusado pela morte de Rafael Miguel


Emergências e UPAs seguem com lotação acima dos 100% em Porto Alegre


Caso Cupertino: relembre a investigação do crime até a prisão do assassino


Cidades gaúchas suspendem aulas diante alerta para ciclone no RS

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Cidades gaúchas suspendem aulas diante alerta para ciclone no RS

Inmet alerta para risco de tempestade subtropical Yakecan virar furacão

 Ministério do Desenvolvimento Regional afirmou que ventos devem superar os 100km/h

Ministério do Desenvolvimento Regional afirmou que ventos devem superar os 100km/h 

O Instituto Nacional de Meteorologia e a Marinha confirmaram o "alerta laranja" para a tempestade subtropical batizada de Yakecan, que deve atingir o Rio Grande do Sul com mais intensidade a partir da tarde desta terça-feira. Conforme os especialistas anunciaram em entrevista coletiva, realizada em Brasília na noite desta segunda-feira, os ventos devem superar os 100 km/h no trajeto da tempestade. 

Atualmente, encontra-se no "nível laranja" de alerta, podendo passar para o vermelho, nível máximo, conforme a evolução. Os ventos podem ultrapassar os 100 km/h, e devem ser mais fortes no Rio Grande do Sul a partir da tarde desta terça-feira e ao longo da noite, entrando na madrugada de quarta-feira.

A coletiva foi realizada no Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres, do Ministério do Desenvolvimento Regional, em Brasília. Conforme a coordenadora geral de meteorologia aplicada do Inmet, explicou sobre o monitoramento, desde a semana passada, de um ciclone subtropical que se desprendeu e mudou de categoria, passando então para tempestade subtropical - quando passam a receber nomes.

Conforme a configuração, além das 30 cidades do Rio Grande do Sul que podem ser atingidas, o Yakecan pode avançar para os territórios de Santa Catarina, Paraná, e chegar até a região sul de São Paulo. 

O Inmet também alertou para as baixas temperaturas em decorrência da frente fria. Em Brasília, por exemplo, as mínimas podem chegar a 6°C. Há possibilidade de neve nas serras gaúcha e catarinense, com forte incidência de geada em diversos pontos do país.

Defesa Civil do RS em alerta máximo 

Quem também participou da coletiva de forma remota foi o chefe da Defesa Civil no Rio Grande do Sul, coronel Julio Cesar Rocha Lopes. Ele garantiu que o órgão está em "alerta máximo" diante dos riscos para os moradores do Estado. 

A Defesa Civil também garantiu contato constante com as secretarias para minimizar os riscos. Afirmou, ainda, atenção especial aos municípios próximos à costa, onde os riscos de danos são maiores.

Ele também fez um apelo para que a população se cadastre para receber os alertas da Defesa Civil, via celular, no 40199, e siga o órgão nas redes sociais, para garantir acesso às informações oficiais.

Correio do Povo

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Ciclone ameaça cultivos no Litoral do RS

 Fortes ventos, chuvas, frio e geada podem comprometer produção hortifrutigranjeira



A proximidade de um ciclone subtropical no litoral gaúcho deixa em alerta os produtores de hortifrutigranjeiros da região neste início de semana. Segundo o mais recente Boletim Integrado Agrometeorológico – elaborado em conjunto pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), Emater/RS-Ascar e Irga –, a expectativa é de fortes chuvas e rajadas de vento que podem superar os 100km/h. Além disso, as temperaturas inferiores a 12 °C e a possibilidade de geadas podem prejudicar algumas culturas.

Para o vice-presidente da Cooperativa Mista de Agricultores Familiares de Itati, Terra de Areia e Três Forquilhas (Coomafitt) e do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Três Forquilhas, Bruno Engel Justin, nesse período do ano há uma escala maior de produção de hortaliças e legumes que sofrem com a geada. “O cultivo de tomate na rua, por exemplo, pode gerar perda de 100%. E, no caso do cultivo protegido em estufa, a estrutura pode ser atingida pela ventania. Estes fatores, agravados pela recente estiagem, impactam diretamente nos preços dos alimentos”, aponta.

Entre as plantações litorâneas, os bananais são tradição no Estado e costumam sofrer com estes intempéries. Apesar de estar na quarta geração da família a cultivar a fruta em solo gaúcho, a produtora Diana Hahn Justo afirma ficar sempre apreensiva quando enfrenta estas condições climáticas. “A banana é espécie para clima tropical e fica sempre muito exposta. Por isso, o frio atrasa bastante a produção e o vento pode trazer perdas. Para evitar estas quebras, temos o cuidado da escolha das áreas mais protegidas, o plantio é feito em locais de quebra-ventos e usamos sacos para cobrir os cachos”, pondera.

No entanto, o técnico da Emater/RS- Ascar, Gervásio Paulus, acredita em um baixo impacto nas lavouras de ciclos curtos, “pois a grande maioria está no intervalo entre o final da safra de verão e o início da safra de inverno”. De acordo com o especialista, o frio já era esperado, mas não com tanta intensidade. “Para algumas espécies, como hortaliças folhosas, os prejuízos podem ser maiores. Outras são favorecidas com o frio, como as maçãs, as peras e as uvas”, analisa.

Correio do Povo

Confira as cidades do Rio Grande do Sul na rota do ciclone

 Fenômeno atinge o território gaúcho nesta terça-feira e coloca estado em alerta


Mais de 40 municípios do Rio Grande do Sul estão na potencial rota do ciclone subtropical que atinge o território gaúcho a partir desta terça-feira, segundo boletim meteorológico da MetSul. Apesar de ainda possuir trajetória imprecisa, o que é comum em situações de fenômenos climatológicos extremos, o cenário já é de alerta máximo no estado. 

Segundo projeções divulgadas pela MetSul, o ciclone deve ingressar pelo Sul gaúcho, o que fará com que a velocidade do vento se intensifique muito ao longo da tarde e noite de terça-feira, primeiramente pela região extremo Sul e depois para áreas mais ao Sul da Lagoa dos Patos. Na sequência, na noite desta terça, o campo de vento extremamente forte vai se mover pela Lagoa dos Patos e pelo litoral até áreas mais ao Sul do Litoral Norte. 

No começo da quarta, o vento sopra forte na Serra e atinge com mais força áreas entre o Norte da Lagoa dos Patos e o Litoral Norte. Por isso, em Porto Alegre, o pior do vento deve ocorrer no final da terça e nas primeiras horas da quarta.

“Trata-se de situação de elevado perigo meteorológico e de extremo risco à população com alta probabilidade de danos e comprometimento de serviços públicos essenciais como luz e água”, alerta a MetSul, ao explicar que ainda que a trajetória precisa seja difícil de indicar, não há dúvidas sobre a gravidade do fenômeno que atingirá o estado: “Todos os dados de modelos meteorológicos, sem exceção, indicam um ciclone muito intenso e com valores de pressão extremamente baixos junto ao Leste do Rio Grande do Sul. A pressão no centro do ciclone pode cair a valores tão baixos quanto 980 hPa ou menos, equivalentes a de um furacão categoria 1 fosse um ciclone tropical no Atlântico Norte.”


Confira a lista de municípios com maior risco de registrar problemas causados pela passagem do ciclone:

  • Chuí
  • Santa Vitória do Palmar
  • Pelotas
  • Rio Grande
  • Capão do Leão
  • São José do Norte
  • Piratini
  • Pedro Osório
  • Pinheiro Machado
  • Morro Redondo
  • Turuçu
  • São Lourenço do Sul
  • Cristal
  • Camaquã
  • Mostardas
  • Tapes
  • Sertão Santana
  • Cerro Grande do Sul
  • Sentinela do Sul
  • Mariana Pimentel
  • Guaíba
  • Barra do Ribeiro
  • Eldorado do Sul
  • Viamão
  • Porto Alegre
  • Canoas
  • Gravataí
  • Cachoeirinha
  • Alvorada
  • Glorinha
  • Osório
  • Santo Antônio da Patrulha
  • Palmares do Sul
  • Balneário Pinhal
  • Cidreira
  • Tramandaí
  • Xangri-lá
  • Imbé
  • Capão da Canoa
  • Arroio do Sal
  • Maquiné
  • Terra de Areia
  • Três Cachoeiras
  • Torres


Correio do Povo

Projeções indicam como ciclone Yakecan vai avançar sobre o território do RS

 Previsão é que olho da tempestade alcance a região Sul do estado no final da tarde desta terça-feira


Em alerta máximo para a chegada do ciclone Yakecan em território gaúcho, as autoridades monitoram de perto a trajetória do fenômeno e as informações sobre as forças do vento que vão atingir o Rio Grande do Sul nesta terça-feira. Os modelos meteorológicos são gerados a partir de supercomputadores, atualizados em períodos específicos de tempo.

Nesta segunda-feira, ao confirmar a gravidade do cenário e alertar para a necessidade de adoção de medidas de contenção, a Defesa Civil Nacional confirmou que fará boletins a cada 12 horas com a atualização do avanço do ciclone. Serão estas atualizações que poderão confirmar se o ciclone vai evoluir para um furacão.

Todo o furacão é um ciclone tropical, mas nem todo ciclone tropical é um furacão. Entre outros aspectos, os requisitos que podem diferenciar os níveis de gravidade do fenômeno estão relacionados à força dos ventos sustentados, ou seja, registrados de maneira constante em determinada localidade e não apenas as rajadas. Neste contexto, ventos sustentados entre 30 km/h e 60 km/h indicam uma depressão tropical. Entre 60 km/h e 120 km/h, uma tempestade tropical. Apenas se a força do vento ultrapassar 120 km/h ele sobe para a categoria de furacão.

Segundo projeta a MetSul, o ciclone será uma forte tempestade tropical que deve ficar perto do limite de um furacão categoria 1. Projeção de modelos computadorizados sugerem a formação de um ‘olho’ no centro da tempestade, uma característica de ciclones tropicais.

Terça-feira, 18h
Nestas projeções, o olho do ciclone Yakecan deverá atingir a costa do litoral Sul do estado no fim da tarde e início da noite desta terça-feira.

Terça-feira, 20h
No começo da noite, o centro da tempestade estará à leste de Pelotas e Rio Grande, ainda na região Sul do estado.

Terça-feira, 23h
No fim da noite, a ‘parede de nuvens’ no centro da tempestade com vento intenso atinge a região da grande Porto Alegre.

Quarta-feira, 4h
Já na madrugada de quarta-feira, o centro do ciclone deve atingir a costa do Litoral Norte. Após, deve deslocar-se para o mar.

Monitoramento internacional indica ciclone tropical

O consenso entre os meteorologistas brasileiros até ontem era de que o ciclone Yakecan seria subtropical, mas dados desta segunda-feira indicaram que o sistema pode ser tropical.
 
Segundo a MetSul, o meteorologista Michel Davison, chefe da seção internacional do Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (NWS), avalia uma transição de um modelo subtropical para tropical.  Davison revelou que está em diálogo direto com a Marinha do Brasil sobre a evolução do ciclone. 

O meteorologista Ryan Maue, considerado um dos maiores experts em ciclones dos Estados Unidos e que atuou no Naval Research Laboratory, usou as redes sociais para comentar sobre o ciclone na costa gaúcha nesta segunda-feira e também afirmou que o ciclone vai ser uma tempestade tropical.

“Que ciclone tropical se forme numa onda de frio é absurdamente incomum, mas já havia ocorrido nas costas uruguaia e gaúcha no final de junho de 2021 com a tempestade Raoni. Antes, a tempestade Anita (2010) e o furacão Catarina (2004) foram os ciclones tropicais que atuaram junto ao litoral gaúcho em meses quentes”, analisa a MetSul.


Correio do Povo


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