Brasil precisará qualificar 9,6 milhões de trabalhadores até 2025 para atender às necessidades das indústrias

 


O Brasil precisará qualificar 9,6 milhões de trabalhadores, até 2025, para atender às necessidades projetadas pelas indústrias, de forma a repor empregados inativos, atualizar funcionários ou preencher as novas vagas programadas para o setor. É o que prevê o Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, divulgado nesta segunda-feira (16) pela CNI (Confederação Nacional da Indústria).

Deste total, 2 milhões precisarão de qualificação visando à formação inicial para a reposição de inativos ou para o preenchimento de novas vagas. Os 7,6 milhões restantes serão via formação continuada para trabalhadores que precisam se atualizar para exercer as funções.

Segundo a CNI, “isso significa que 79% da necessidade de formação nos próximos quatro anos serão em aperfeiçoamento”.

Cadeia produtiva

De acordo com a entidade, essas projeções têm por base a necessidade de uso de novas tecnologias e mudanças na cadeia produtiva que tanto influenciam e transformam o mercado de trabalho. Conforme a CNI, cada vez mais o Brasil precisará investir em aperfeiçoamento e requalificação.

O levantamento, feito pelo Observatório Nacional da Indústria, tem por finalidade identificar demandas futuras por mão de obra e orientar a formação profissional de base industrial no País.

As áreas com maior demanda por formação são transversais (que permitem ao profissional atuar em diferentes áreas, como técnico em segurança do trabalho, técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento e profissionais da metrologia, por exemplo), metal-mecânica, construção, logística e transporte e alimentos e bebidas.

O Sul

McDonald’s anuncia a sua saída da Rússia por causa da guerra na Ucrânia

 


O McDonald’s anunciou nesta segunda-feira (16) que vai se retirar totalmente da Rússia. A rede de fast food norte-americana afirmou que já iniciou o processo para a venda de todas as suas lojas no país.

Em março, após o início da guerra na Ucrânia, o McDonald’s já havia anunciado o fechamento de seus 850 restaurantes na Rússia e a suspensão das suas operações no país, seguindo o passo de várias multinacionais que decidiram se distanciar de Moscou depois do início do conflito.

A gigante de fast food citou a crise humanitária causada pela guerra, dizendo que manter os seus negócios na Rússia “não é mais sustentável nem é consistente com os valores do McDonald’s”.

A empresa empregava 62 mil funcionários na Rússia, país onde estava presente há mais de 30 anos. O primeiro McDonald’s na Rússia, aberto logo após a queda do Muro de Berlim, na Alemanha, foi um símbolo poderoso do alívio das tensões da Guerra Fria entre os Estados Unidos e a União Soviética.

O CEO Chris Kempczinski disse que a “dedicação e lealdade ao McDonald’s” dos funcionários e centenas de fornecedores russos tornaram difícil a decisão de sair. “No entanto, temos um compromisso com nossa comunidade global e devemos permanecer firmes em nossos valores”, afirmou.

A rede informou que continua pagando os salários integrais de seus funcionários na Rússia e que busca um comprador russo para contratar esses trabalhadores.

O Sul

PC Gamer Completo Intel Core i5 8GB Nvidia Geforece GT HD 1TB Monitor LED HDMI 19.5" EasyPC Light

 


PC Gamer EasyPC Light - Perfeito para jogos casuais

Essa linha foi criada para você que quer começar a jogar agora, mas tem uma limitação no orçamento para investir no seu PC Gamer.

Todos os integrantes dessa linha estão preparados para receber upgrades futuros, seja na placa de vídeo, memória, HDs, SSDs, etc.

Criamos uma maneira de você embarcar agora no universo gaming e quando quiser trocar algum componente para melhorar ainda mais o desempenho ele estará pronto.


Rode emuladores, jogos online e jogos casuais.


Vamos as especificações técnicas:


Processador:

Marca: Intel

Modelo: Core i5

Frequência: 3.3Ghz

Núcleos: 4

Threads: 4

Cache: 6MB


Placa mãe:

Chipset: Intel H Series

Slots: PCI-E x16 e PCI-E x1


Memória:

8GB


Armazenamento:

Tipo: HD

Capacidade: 1TB


Gabinete:

Tipo: Gamer

Lateral transparente: Sim

Refrigeração: 3 LED Fans 12x12cm vermelhos no frontal do gabinete


Fonte:

Tipo: Gamer

Potência real: 400W

Bivolt: Sim


Acessórios:

Mouse gamer RGB

Teclado gamer RGB

Headset gamer RGB


Monitor:

Tamanho da tela: 19.5"

Proporção da tela: 16:9

Resolução: 1440x900

Taxa de atualização: 75Hz

Conexão: HDMI e VGA


Placa de vídeo:

Marca: Nvidia

Série: Geforce

Modelo: GT 210

Conexões: DVI e HDMI


Imagens meramente ilustrativas, mudanças podem ocorrer no frontal do gabinete de acordo com o nosso estoque momentâneo.

Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/pc-gamer-completo-intel-core-i5-8gb-nvidia-geforece-gt-hd-1tb-monitor-led-hdmi-195-easypc-light/p/ajeb39j5k0/IN/DKCP/

Forte onda de frio e ciclone atingem o Rio Grande do Sul nesta semana

 


Uma massa de ar frio de forte intensidade, associada a um ciclone, atinge o Rio Grande e outros Estados brasileiros nesta semana, derrubando as temperaturas nas regiões Sul, Centro-Oeste e Sudeste do País.

As mínimas devem ficar abaixo de 10°C, nos próximos dias, em capitais como Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Florianópolis, Goiânia, Cuiabá, Campo Grande, Brasília e Belo Horizonte – um frio atípico para o mês de maio.

Além do ar gelado, o Rio Grande do Sul vai ser atingido por fortes rajadas de vento e chuva em algumas áreas. “A interação da circulação ciclônica com o ar muito frio pode trazer precipitação invernal (neve ou chuva congelada) nos três Estados do Sul”, informou a MetSul Meteorologia.

O ciclone, que deve adquirir características subtropicais, atinge o Sul do Brasil nesta terça-feira (17) e quarta-feira (18), passando pelo litoral gaúcho em direção à costa catarinense.

Entre as cidades gaúchas que mais podem ser impactadas pelos vendavais, estão Chuí, Pelotas, Rio Grande, Camaquã, Mostardas e Porto Alegre, além da parte Sul da Região Metropolitana, Leste da Serra Gaúcha e o Litoral Norte.

Conforme a Metsul, é alta a probabilidade de danos na rede elétrica na área de concessão da CEEE Equatorial, o que pode deixar milhares de pessoas sem luz, principalmente na quarta-feira, em razão da ventania e das fortes chuvas.

Entre a noite desta terça e a manhã desta quarta, são esperadas rajadas de vento de até 120 quilômetros por hora no Sul e no Leste do Estado.

Na Serra Gaúcha, há possibilidade de neve e temperaturas abaixo de 0°C  no início desta semana.

Porto Alegre

Esta segunda-feira amanheceu gelada em Porto Alegre, com tempo seco e temperatura mínima na casa dos 10°C. De acordo com a Metsul, nesta terça, a chuva atinge a cidade, e os termômetros marcam entre 9°C e 15°C.

Na quarta, a quantidade de chuva aumenta, com temperaturas entre 9°C e 16°C. O tempo começa a ficar seco somente na sexta-feira (20).

O Sul

Ministro da Economia, Paulo Guedes, articula para tentar tirar a reforma tributária do limbo

 


Economista de prestígio, Paulo Guedes pisou em Brasília em janeiro de 2019 com superpoderes para conduzir uma ambiciosa agenda de reformas estruturantes que colocasse o País nos trilhos do desenvolvimento. Passados três anos e meio, o ministro da Economia entregou apenas uma delas, a reforma da Previdência, e viu as demais engavetadas ou despedaçadas em fragmentos que diluíram sua relevância.

Entre choro e ranger de dentes, o resultado é que três anos e meio depois o País se encontra mergulhado em uma inflação na casa dos dois dígitos, baixíssima atividade econômica e índices sofríveis de investimento. Tanto que, nas últimas semanas, o ministro praticamente submergiu em meio a esse ambiente de desalento — primeiro por causa de uma viagem aos Estados Unidos e depois por ter contraído o coronavírus.

Há uma semana, Guedes ressurgiu e anunciou com pompa e circunstância seu empenho em virar o jogo e tirar pelo menos a reforma tributária do limbo — ou uma fração dela. “Podemos fazer uma versão mais enxuta, tributando os mais ricos e reduzindo os impostos de empresas. É isso que falta para o Brasil receber investimentos do exterior”, afirmou o ministro.

O brado do Posto Ipiranga se sustenta em uma complexa articulação em andamento nos bastidores do Congresso, parceria que envolve os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). A ofensiva conta com frentes múltiplas e tem a missão hercúlea de pôr um ponto-final em divergências, quedas de braço e choques de interesse que se arrastam há meses.

A mais importante para Guedes envolve o projeto de lei 2337/21, que altera regras para o imposto de renda. Aprovada na Câmara dos Deputados com 398 votos em setembro do ano passado, a inciativa foi escanteada no Senado. Para tentar aprovar ao menos alguma parte da medida, o governo aceitou fazer concessões e alterar vários de seus pontos. A ideia é focar as mudanças do IR apenas entre as pessoas jurídicas, deixando de fora a correção da tabela para pessoas físicas. Essa “reforma enxuta”, como nomeou Guedes, tem o objetivo de diminuir a carga tributária das empresas de 34% para 30% e reinstituir a cobrança dos dividendos de proprietários e acionistas, isentos desde 1996, que para o ministro constituem a categoria dos super-ricos brasileiros.

Para isso, o Ministério da Economia se mostrou disposto a rever o tamanho da mordida. Em vez dos 15% que foram aprovados na Câmara, a taxação de dividendos seria de 10%. Tal tributação é um dos pontos dos quais o ministro não abre mão, sob o argumento de alinhar a carga tributária no Brasil à dos membros da OCDE, o clube dos países desenvolvidos. “O ministro aceita fazer qualquer alteração, desde que se mantenha a tributação dos dividendos, o que incide sobre os super-ricos. Entre todos os países da OCDE, essa taxação só não existe no Brasil”, argumenta um auxiliar próximo de Guedes.

Para amortecer a resistência no Senado, o ministro da Economia contou com o auxílio do presidente da Câmara. Hábil nas negociações, Lira articula a implantação do Refis, programa de parcelamento de débitos tributários, para grandes e médias empresas.

Em agosto o Senado havia aprovado um projeto sobre o tema que, entretanto, acabou travado na Câmara após acordo com o governo, por ser considerado muito amplo. Uma das saídas apontadas por Lira é incluir as disposições sobre o Refis na medida provisória (MP) que trata do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Trata-se de um notório jabuti, semelhante ao que incluiu as disposições sobre o teto de gastos na PEC dos Precatórios, no fim do ano passado. Tanto que o relator designado para a MP do Fies e que pode fazer tal enxerto é o deputado Hugo Motta (Republicanos-­PB), que também foi o responsável pela relatoria da PEC dos Precatórios.

Em paralelo, Pacheco planeja destravar a votação de outra matéria relevante do espectro tributário nos próximos dias. Ele aguarda a volta do senador Davi Alcolumbre ao comando da Comissão de Constituição e Justiça, afastado por uma licença médica, para votar o relatório da PEC 110, de autoria do ex-deputado Luiz Carlos Hauly. A PEC, proposta em 2019, prevê a instituição do sistema de imposto sobre valor agregado dual, que substituiria até nove tributos (IPI, IOF, PIS, Pasep, Cofins, Cide-­Combustíveis, salário-educação, ICMS e ISS).

O Sul

Soldados ucranianos chegam à fronteira russa perto de Kharkiv, dizem autoridades ucranianas

 


Soldados ucranianos chegam à fronteira russa perto de Kharkiv, dizem autoridades ucranianas
O governador de Kharkiv disse que as tropas ucranianas que defendem a região conseguiram empurrar os soldados russos de volta para a fronteira. A Reuters informou que não conseguiu verificar de forma independente as informações fornecidas pelo governador.

Fonte: https://twitter.com/i/events/1483255084750282753

Carina Belomé, jornalista e pré-candidata a deputada federal pelo PSC - Rio Grande do Sul

 Jornalista DRT 20348/RS
Instagram @carinabelome38
Twitter @CarinaBelome
Página de assunto politico

Pré-candidata a Deputada Federal pelo Rio Grande do Sul, a convite do presidente Estadual do PSC, Partido Social Cristão, Bernardo Santoro, e a pedidos de apoiadores, amigos e seguidores.
Nossa liberdade é inegociável.
Jornalista, 33 anos, nascida em Passo Fundo RS, filha de Vilson e Irene, estou disposta a lutar com unhas e dentes pela nossa liberdade como já venho fazendo há mais de 8 anos na trincheira da direita.
Não podemos deixar espaço para o inimigo que nos trancou em casa durante uma das maiores crises que vivenciamos no século XXI, onde pudemos provar quem está na trincheira pela liberdade e teve ao lado de nosso Presidente desde então.
Devo muito ao nosso querido Bolsonaro por ter me despertado em 2013 para a verdade e desde então venho me preparando para ser útil à sociedade nos meios de comunicação, palestras, manifestos, movimentos e eventos onde possamos levar o trabalho de base para as pessoas dentro e fora das redes.
Fui processada pelo descondenado Lula em 2021 por conta de um vídeo em que apoio nosso presidente Bolsonaro e relato numa conversa hipotética os motivos para jamais apoiar Lula e sua trupe que tem como boa parte do eleitorado bandidos, escória da sociedade. Vencemos o ladrão e nunca tive medo de enfrentar os inimigos da nossa nação.
É uma guerra do bem contra o mal e não podemos ficar omissos diante desse processo que definirá nossas vidas em outubro de 2022.
Amigos do Rio Grande do Sul, me chamem pelo WhatsApp 51 999595949 para mais informações ou atraves do (13)996520300.(Assessoria).
Conheça o meu trabalho e minha trajetória.
JUNTO COM BOLSONARO.






Fonte: https://www.facebook.com/carinablemes38

Bolsonaro diz que cabe ao ministro de Minas e Energia decidir se o presidente da Petrobras será substituído

 


O presidente Jair Bolsonaro afirmou, na tarde deste domingo (15), que cabe ao novo ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, decidir se o presidente da Petrobras, José Mauro Coelho, será substituído.

“Pergunta para o Adolfo Sachsida. Ele é o ministro de Minas e Energia e trata disso. E deixo bem claro: todos os meus ministros, todos, sem exceção, eu dou carta branca para fazer valer aquilo que ele achar melhor para o seu ministério para atender à população”, disse Bolsonaro sobre a eventual troca do presidente da estatal. Coelho assumiu o comando da empresa há um mês.

Na semana passada, o chefe do Executivo demitiu o então ministro das Minas e Energia, Bento Albuquerque, e o substituiu por Sachsida, ex-assessor especial do ministro da Economia, Paulo Guedes. Bolsonaro tem criticado os sucessivos aumentos nos preços dos combustíveis.

“Por favor, Petrobras, não quebre o Brasil. A margem de lucro deles, eu falei, é um estupro”, prosseguiu o presidente da República na Praça dos Três Poderes. Bolsonaro afirmou ainda que a política de preços da estatal pode ser mudada se o Conselho de Administração assim decidir.

Incra

Sobre a falta de dinheiro para o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), o presidente afirmou que vai falar com o ministro da Economia, Paulo Guedes, a fim de conseguir verba para a autarquia.

“Precisamos de mais recursos porque custa dinheiro você mandar o pessoal para áreas, trabalhar, emitir o respectivo título de propriedade. Isso não pode parar. Eu estou pronto para falar com o Paulo Guedes hoje, se não tiver recurso, cortar de algum ministério”, disse Bolsonaro.

Na sexta-feira (13), o Incra suspendeu, por falta de orçamento, todas as atividades que envolvem deslocamentos ou sejam avaliadas como “não urgentes”.

O Sul

O BRASIL QUE QUEREMOS - Gilberto Simões Pires

 O MITO DO INVESTIMENTO PÚBLICO


O texto do pensador Paulo Uebel - O MITO DO INVESTIMENTO PÚBLICO PRECISA SER ENFRENTADO. MUITAS VEZES, MENOS É MAIS!  - Reflexões e provocações sobre o Brasil que queremos: mais próspero, livre, simples e desenvolvido - é algo que precisa ser lido, relido e compartilhado por todos aqueles que são dotados de um mínimo de bom senso. Eis: 



PROMESSAS DE CAMPANHA

Em todas as eleições, à medida em que a campanha eleitoral vai se aproximando, os políticos já começam a fazer as suas promessas. Aqueles governantes que vão para a reeleição prestam contas das suas realizações. E, novamente, surge o MITO DO INVESTIMENTO PÚBLICO. Para muitos, basta gastar e investir mais para que os problemas desapareçam. Na visão de muitos políticos e, inclusive, de muitos eleitores, mais gastos públicos significam mais prosperidade.


SUPOSTO LEGADO

Aqueles que gastaram bastante no passado falam com convicção sobre o suposto "legado" deixado, como se todo e qualquer novo equipamento público fosse, necessariamente, positivo para a sociedade. Embora muitas pessoas se esqueçam, cada novo equipamento público significa algumas décadas de gastos com manutenção, portaria, segurança, limpeza, água, luz, internet, mão de obra, sem falar nos possíveis desperdícios e até mesmo desvios que podem acontecer. Será que alguém coloca isso no cálculo? Praticamente ninguém, nem mesmo os órgãos de controle, colocam na conta a renúncia fiscal que cada equipamento público significa para os municípios brasileiros, nem o impacto previdenciário que os novos servidores podem gerar para o ente contratante e, no fim, para toda a sociedade.


CUSTO-BENEFÍCIO

Idealmente, na hora de decidir por construir um novo equipamento público, deveria haver uma detalhada análise de CUSTO-BENEFÍCIO para a população. O mesmo resultado, muitas vezes, pode ser obtido sem colocar um único tijolo: basta melhorar a gestão do uso da rede já existente, garantindo ganhos de eficiência, para acomodar um número significativo de pessoas. Em alguns casos, quando a rede já está no nível ótimo de desempenho, o que não é comum no Brasil, é possível ampliar o número de atendimentos, reformando ou ampliando equipamentos existentes, sem necessidade de construir novos equipamentos. Outra opção é avaliar o uso do equipamento em horários ampliados ou mesmo nos finais de semana.


VOUCHERS

Uma forma de atingir o mesmo resultado, e, muitas vezes, de forma mais econômica e eficiente, é usar a capacidade ociosa já existente no terceiro setor e na iniciativa privada. Exemplo disso são os programas, chamados de "vouchers" ou de "vales", nos quais o cidadão usa o crédito dado pelo governo para escolher um fornecedor privado, como escola, creche ou mesmo hospital. Ao invés de focar na oferta, que pode variar bastante no tempo e no espaço, o governo foca seus recursos em atender a demanda real.


PPPS

Em todas as cidades do Brasil existem muitos equipamentos privados ociosos que podem ser melhor aproveitados em um modelo de contratação por demanda, como se fosse uma parceria público-privada (PPP). Nesse modelo, ao invés de presumir a demanda futura e construir uma rede maior do que o necessário, o poder público contrata de acordo com o crescimento da demanda, pagando pelo serviço efetivamente prestado. Assim, o foco do governo deve ser em regulamentar, fiscalizar e financiar.


Sem dúvida, para o pagador de impostos, a remuneração pelo serviço efetivamente prestado, via de regra, apresenta a melhor relação de custo-benefício. Mas por que esse modelo não é utilizado amplamente no Brasil? Em grande parte, muitos sindicatos e associações de servidores são contrários às PPPs e a outros modelos de participação privada. E os políticos adoram ver seus nomes estampados em placas nos órgãos públicos como seus inauguradores. Ao invés de focar em servir a sociedade, preferem sempre construir novos equipamentos, o que irá demandar mais concursos públicos, mais licitações, mais estruturas, mais orçamento e assim por diante.


 


Um bom exemplo de PPP é o Proadi/SUS, criado em 2009. O Proadi/SUS envolve seis hospitais de referência, incluindo os prestigiados Albert Einstein e Sírio-Libanês, de São Paulo, e o Moinhos de Vento, de Porto Alegre. Essa PPP é custeada por isenções fiscais: o Ministério da Saúde não faz pagamentos, e os hospitais parceiros descontam seus gastos dos impostos que deveriam pagar. Entre 2009 e 2020, mais de 700 projetos foram executados, somando investimentos que giram em torno de R$ 7,5 bilhões.


Mais um bom exemplo é o Prouni (Programa Universidade para Todos), que concede bolsas de estudos integrais e parciais para estudantes pobres nas universidades privadas. As instituições de ensino que participam do programa ficam isentas de uma série de impostos. É muito mais barato para o governo do que abrir mais vagas nas universidades públicas ou mesmo construir e manter mais universidades.

 


No geral, os vales de educação são uma ótima estratégia para ampliar o acesso de crianças à educação básica de qualidade. Com o sistema dos vales (vouchers), o Estado entrega para uma família de baixa renda um vale para matricular seu filho na escola de sua preferência, seja ela privada, comunitária ou mesmo religiosa. É mais econômico para o Estado, que em vez de construir novas escolas (e pagar todos os custos decorrentes da operação, como energia elétrica, professores, zeladores, faxineiras, etc.), custeia alunos específicos em escolas cujo investimento ele não precisa fazer. Outra vantagem é que uma criança pobre pode ter a mesma oportunidade de educação que uma criança de classe média, diminuindo também a desigualdade educacional e juntando realidades diferentes.


O mito do investimento público precisa ser enfrentado. Cada novo equipamento público compromete o orçamento público por algumas décadas sem que isso seja, necessariamente, positivo para a sociedade. Um debate sério, propositivo e construtivo deve focar em melhores soluções para a população, não deve ser pautado para agradar sindicatos, muito menos para dar palanque para políticos. Por mais contraintuitivo que pareça, em muitos casos, menos investimentos públicos podem significar mais serviços para os cidadãos.



Pontocritico.com

Após menor marca da história em 2021, governo prevê reduzir ainda mais gasto com pessoal

 


Os gastos do governo com pessoal, que atingiram em 2021 a menor marca da série histórica, devem continuar caindo nos próximos anos em relação ao PIB (Produto Interno Bruto), segundo previsão do projeto de LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2023 enviado pelo Executivo ao Congresso Nacional.

Em 2021, os gastos com pessoal foram de 3,8% do PIB. A previsão da equipe econômica é que cheguem a 3,1% em 2025. A série histórica dos gastos com pessoal começou em 1997. A comparação dos gastos em relação ao PIB é considerada a mais adequada por especialistas.

Mesmo caindo na proporção com o PIB, de acordo com o Ministério da Economia, os gastos com pessoal devem ter um aumento em números absolutos nos próximos anos, passando de R$ 348,1 bilhões em 2022 para R$ 363,1 bilhões em 2025.

Segundo o Ministério da Economia, a previsão de queda nos gastos com pessoal nos próximos anos, na comparação com o PIB, leva em conta: a manutenção da atual folha de servidores; os reajustes já contratados; previsão de contratações para 2022 — além do valor de R$ 11,7 bilhões reservado para reajustes em 2023.

Reforma administrativa “invisível”

Em evento realizado em fevereiro deste ano, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a área econômica vem implementando uma reforma administrativa “invisível” nos últimos anos, ou seja, sem a necessidade de mudança nas leis.

Segundo ele, o atual governo agiu ao contrário dos anteriores, que contrataram 160 mil funcionários e concederam aumento de 50% acima da inflação aos servidores.

“Enquanto a população brasileira está nesse sufoco total, com crise de estagnação econômica, tinha corrupção na política, um caos instaurado no Brasil. E havia uma percepção em Brasília de que aquilo era uma ilha da fantasia, que aquilo estava acima do Brasil. Ao invés de serem servidores públicos, eram autoridades. Nós estamos lembrando a todos que são servidores públicos”, declarou Guedes na ocasião.

O ministro também disse, naquele momento, que os servidores já têm estabilidade e estavam trabalhando em casa durante a pandemia e que, por isso, não seria razoável pedir aumento de salário.

O Sul