Elon Musk diz que equipe jurídica do Twitter o acusa de violar acordo

 

Segundo o bilionário, o motivo foi ele ter revelado o tamanho da amostra para verificações de contas automatizadas e falsas



Elon Musk disse que a equipe jurídica do Twitter o acusou de violar um acordo de confidencialidade ao revelar que o tamanho da amostra para as verificações da plataforma sobre bots (contas automatizadas) e contas falsas era de cem perfis.

"O departamento jurídico do Twitter acabou de me ligar para reclamar de que eu violei seu acordo de confidencialidade ao revelar que o tamanho da amostra de verificação de bots é de cem perfis!", tuitou Musk, executivo-chefe da fabricante de carros elétricos Tesla.

Na sexta-feira (13), Musk escreveu que seu acordo de US$ 44 bilhões para tornar o Twitter uma empresa fechada estava "temporariamente suspenso" enquanto ele aguardava dados sobre o tamanho das contas falsas na plataforma.

Ele afirmou que sua equipe testaria "uma amostra aleatória de cem seguidores" do Twitter para identificar os bots. Sua resposta a uma pergunta motivou a acusação do Twitter.

Quando um usuário pediu a Musk que desse "detalhes sobre o processo de filtragem de contas de bots”, ele respondeu: “Eu escolhi cem como o número do tamanho da amostra, porque é isso que o Twitter usa para calcular".  

Musk tuitou na madrugada deste domingo (16) que ainda não viu "nenhuma" análise que mostre que a empresa de mídia social tem menos de 5% de contas falsas.

Mais tarde, ele disse que "há alguma possibilidade de ser mais de 90% dos usuários ativos diários".

Reuters e R7 

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Asteroide maior que o Empire State Building se dirige para a Terra, diz a NASA

 


O Empire State Building tem perto de 500 metros de altura e é um dos edifícios mais imponentes do mundo. A medida nos serve de comparação para percebermos o tamanho do asteroide 2008 TZ3, uma rocha que passa rotineiramente pela Terra enquanto orbita o Sol a cada 732 dias. Segundo a NASA, este asteroide gigante ficará próximo do nosso planeta já neste domingo.



Esta rocha, classificada como potencialmente perigosa, poderia causar danos massivos no nosso planeta.

+ Fragmento do asteroide que matou os dinossauros pode ter sido encontrado

A rocha espacial, 388945 (2008 TZ3), tem cerca de 490m de largura – maior do que o Empire State Building de Nova Iorque, que tem cerca de 440m de altura – e foi classificada como um “asteroide potencialmente perigoso” devido às suas previsões de passagens próximas.

Para comparação, os pesquisadores estimaram que o meteoro, que provavelmente causou o evento Tunguska de 1908 na Sibéria Oriental, aplanando florestas inteiras, pode ter medido cerca de 100m a 200m de diâmetro, enquanto que o que exterminou os dinossauros tinha cerca de 10km a 15km de largura.

Enquanto um asteroide daquele tamanho pode causar danos devastadores se atingir a Terra, os cientistas da NASA estimam que apenas fará uma “passagem próxima” pelo planeta a uma distância de cerca de 4 milhões de km no domingo. A distância entre a Terra e a Lua, para comparação, é de cerca de 385.000 km.

Esta não é a primeira vez que este asteroide em particular faz zoom sobre a Terra. Em maio de 2020, a gigantesca rocha espacial passou pelo planeta a uma distância de cerca de 2,75 milhões de km. Não se espera que volte a passar tão perto da Terra até maio de 2163.

O asteroide passa rotineiramente pela Terra enquanto orbita o Sol a cada 732 dias, chegando tão perto como 1 unidade astronômica (UA), ou cerca de 150 milhões de km, e atingindo até 2,21 UA da estrela. Contudo, não é raro este tipo de gigantes passarem perto da Terra.

Os especialistas calculam que os asteroides de cerca de 100m de diâmetro se colidissem com a Terra poderiam gerar uma força explosiva 10 vezes superior à da erupção vulcânica de 14 de janeiro em Tonga.

Qualquer asteroide com um determinado tamanho que se aproxime dos 7,5 milhões de km da Terra é provavelmente considerado “potencialmente perigoso”, dependendo da sua trajetória.

IstoÉ Dinheiro

Furacão Catarina, que deixou 11 mortos e milhares de desalojados, completa 18 anos

 Foi primeira vez em que um furacão atingiu a costa do Atlântico Sul



“Devastação e mortes no Litoral”. Foi com esta manchete que o Correio do Povo noticiou, há 18 anos, primeiro furacão registrado no Atlântico Sul e único a registrar rajadas acima dos 180 km/h no Brasil. Era o Catarina, que deixou mais de 27,5 mil desalojados, 1,5 mil casas destruídas e quase 36 mil danificadas, onze mortos e 518 feridos. O fenômeno atingiu as costas catarinense e gaúcha no dia 27 de março de 2004, mas o estado vizinho ao RS teve mais prejuízos: 14 municípios decretaram estado de calamidade pública. Para amenizar os estragos foi destinado R$ 1 bilhão ao governo catarinense. 

Segundo o meteorologista da MetSul, Luiz Fernando Natchigall, “nenhum dia foi tão tenso, nervoso e dramático” para os profissionais de sua área como no dia da ocorrência do Catarina. “A tempestade a cada hora era mais intensa no mar e inexistiam dados confiáveis sobre velocidade de vento pela ausência de boias. Havia um monstro no oceano, porém não se sabia qual era a sua real força”, lembrou. As ondas chegaram a cinco metros, assustando moradores e especialistas. “Elevamos o tom da gravidade à medida que era cada vez mais evidente que estávamos a poucas horas de situação sem precedentes”, explicou Natchigall.

A tempestade se desenvolveu a partir de um ciclone extratropical em 12 de março. Quase uma semana depois, no dia 19, a perturbação remanescente seguiu na direção leste-sudeste, mas três dias, se formou uma crista de alta pressão. A combinação de dois fatores, uma rápida variação de corrente no vento e a temperatura da superfície do mar acima da média, levou a uma lenta transição do sistema de um ciclone extratropical para um ciclone subtropical em 24 de março. Mas foi no dia 26 que a tempestade alcançou ventos máximos sustentados com velocidades de até 180 km/h, definida como de categoria 2 na escala de furacões de Saffir-Simpson (de 1 a 5). 

Próximo ao rio Mampituba, uma casa foi destruída cerca de 50 metros rio acima e acabou parando, literalmente, em outro estado: ela havia sido inicialmente construída no município de Torres, no Rio Grande do Sul, mas acabou em Passo de Torres, no interior de Santa Catarina.

Além das mortes, os prejuízos econômicos atingiram a agricultura de banana da região, que perdeu 85% da produção, e de arroz, que perdeu 40% do trabalho desenvolvido até aquele momento. Dos edifícios públicos, 397 foram danificados e três foram destruídos. A maioria das casas danificadas tiveram algum tipo de falha ou colapso do telhado. De modo geral, os danos foram atribuídos à baixa qualidade da construção; em residências de tijolo geralmente faltavam gesso, vigas ou colunas. Apesar da inexistência de uma estrutura de alertas e de avisos específica para ciclones tropicais no país na época, as autoridades brasileiras conseguiram evacuar a população litorânea com rapidez.

Desde então, somente o Tornado de Xanxerê, em 2015, e o Ciclone-bomba, de julho de 2020, se aproximaram da fúria do Catarina, que marcou a história daquele estado.

Correio do Povo

Orkut: possível retorno traz nostalgia e especulações sobre novo formato da rede

 Especialista analisa possibilidades para o Orkut se estabelecer em uma era de monetização das redes e de ascensão de influenciadores



O possível retorno do Orkut foi um dos assuntos mais comentados da internet nos últimos dias, depois que o site oficial foi reativado, em 27 de abril, e seu criador, Orkut Büyükkökten, compartilhou uma mensagem um tanto enigmática. Quem pensou que a rede social havia desaparecido para sempre reagiu com surpresa à promessa de que algo novo está por vir. Se o Orkut vai mesmo voltar, ainda não se sabe, mas a mensagem despertou nostalgia e provocou diversas especulações de como a plataforma poderia se estabelecer no contexto atual.

Criado em 2004, o Orkut foi a primeira rede social a se popularizar no Brasil. Mesmo com o acesso à internet restrito, foram registrados mais de 30 milhões de brasileiros ativos. Contudo, ao longo dos anos, foi perdendo espaço para o Facebook e outros sites, até que foi desativado em setembro de 2014, deixando seu legado no mundo virtual. Adriana Amaral, doutora em Comunicação com experiência em Cultura Digital, explica que a plataforma teve um papel significativo por promover a socialização na internet, trazendo uma interface amigável. “Foi a primeira rede social que interligou as pessoas. Para muitas, foi uma forma de alfabetização digital”, destaca. 

Quem viveu aquela época lembra que o acesso à internet era somente através do computador e que existia um momento determinado para estar conectado - muito diferente do cenário atual. Mesmo assim, o Orkut se tornou o site favorito de milhares de pessoas, principalmente pelas famosas comunidades - recurso lembrado até hoje com muito carinho pelos antigos usuários. As comunidades reuniam pessoas com gostos em comum pelos mais variados temas, desde música até jogos. Uma das mais conhecidas, a “Odeio Acordar Cedo”, trazia a foto do Garfield e teve mais de 6 milhões de membros. 

Amaral, que também é professora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Unisinos, lembra que o Orkut fez um tipo de adaptação dos antigos fóruns da internet e que a interface era muito acessível, o que contribuiu para o sucesso das comunidades. “Era muito organizada. Tinha o tópico específico e tu conseguia achar a informação de uma forma muito mais facilitada”, detalha. Segundo ela, isso também facilitava as relações e o encontro de afinidades. 

Uma carreira artística que iniciou em uma comunidade do Orkut

O Orkut está marcado na memória de muitos que criaram uma conta de forma despretensiosa e lá construíram relações fortes, outras até encontraram até seu caminho profissional através da rede. Esse é o caso de Igor Rodrigues, morador de Feira de Santana, na Bahia. Em 2008, quando jogava The Sims, ele decidiu entrar no Orkut para compartilhar com uma amiga as imagens de sua personagem no jogo. Lá, começou a fazer parte do chamado “Simkut”, um universo dentro do site que reunia comunidades e perfis relacionados ao jogo. Quando criou Kyara Bergamini, uma personagem negra, ele começou a ter contato com o universo artístico. “Esse contato que tive com a arte dentro do Orkut fez com que eu tivesse muito interesse em seguir essa carreira”, explica.

Ainda no jogo, Igor foi chamado para trabalhar em uma revista de moda dentro do Orkut, interpretando Kyara. Isso fez com que ele se interessasse ainda mais pela arte. “O Simkut me fez amadurecer muito como pessoa, me fez descobrir que eu realmente queria ser artista e me ajudou a me entender enquanto homem negro”, explica. Hoje, o artista visual, de 26 anos, trabalha com pintura figurativa. “Retrato somente pessoas negras e todo o meu trabalho gira em torno da negritude e de pensar os corpos e as subjetividades negras na contemporaneidade”, conta. Para ele, o site proporcionou um caminho na vida. “Foi uma fase de descoberta. A gente fugia da realidade naquele espaço de acolhimento, de expressão e de liberdade”, lembra. 


"Draco Malfoy" e "Hannah Abbott": uma amizade que nasce nos perfis fakes

Outra marca deixada pelo Orkut são as amizades virtuais. Muitas pessoas que se conheceram na rede mantém contato até hoje, como é o caso de José Antônio de Souza e Paula Freitas. Tudo começou em 2010, quando Antônio decidiu criar um perfil falso de um personagem de Harry Potter, o Draco Malfoy, e começou a adicionar perfis semelhantes. “Sempre fui muito tímido na escola para fazer amizades, então queria achar uma nova forma de contato”, conta. Um dos perfis que ele adicionou foi Hannah Abbott, personagem secundária de Harry Potter. Por trás, estava Paula Freitas.

Os dois fãs de HP começaram a conversar e formaram uma relação de amizade muito forte. “Decidimos virar ‘irmãos’ no fake e até hoje temos essa relação de amizade e irmandade virtual. Pouco tempo depois, já trocamos fotos dos nossos ‘offs’”, lembra. Antônio morava no interior do RS, enquanto Paula vivia no Rio de Janeiro. Por isso, o encontro fora das telas aconteceu só em julho de 2014, em Porto Alegre. “A gente fala sobre tudo. A Paula é realmente um Porto Seguro, sinto que nossa troca é muito rica, apoiamos muito um ao outro”, destaca.


José Antônio de Souza e Paula Freitas se encontraram pela primeira vez em 2014, em Porto Alegre | Foto: Arquivo pessoal

Orkut pode ser um oásis ante viralização existente em outras redes, aponta especialista

A possibilidade de retorno trouxe à tona lembranças desses e outros milhares de antigos usuários, além de especulações sobre como seria o Orkut hoje. A professora Adriana Amaral lembra que a plataforma antecedeu a era de monetização das redes e do surgimento de criadores de conteúdo e avalia que manter esse formato pode ser positivo. “Muitas pessoas estão cansadas de produção de conteúdo o tempo inteiro, de buscar engajamento. Nem todo mundo quer ser influenciador. Há uma certa ressaca em torno desse modelo que se consolidou nos últimos anos”, diz.

Para um determinado grupo que quer ficar longe da publicidade, essa poderia ser uma boa aposta para a volta da rede. Entretanto, a professora lembra que é preciso analisar qual público será o alvo, já que para os mais novos esse modelo poderia não funcionar. Em uma era de TikTok e de reels no Instagram, é difícil imaginar uma rede social sem vídeos. Mas esse também pode ser um caminho, dependendo de quem Orkut Büyükkökten quer atingir. “Também vejo muitas críticas de pessoas que não querem só assistir vídeos. Então, isso vai depender de qual público-alvo ele quer”, analisa. 

Há quem acredite que o Orkut pode voltar com alguma conexão com o metaverso, um tipo de mundo virtual que imita a realidade por meio de dispositivos digitais. Antigos usuários do site tiveram o Buddy Poke, um aplicativo que possibilitava a criação de avatar de si mesmo em 3D. A professora diz que o Orkut pode utilizar esse aplicativo e reeditar isso no metaverso de uma forma mais atualizada, mas que somente isso não seria funcional. “Nem todo mundo tem acesso ou uma conexão boa. Nem todo mundo tem um aparelho que vá funcionar”, explica. 

Para ela, a nostalgia é um elemento forte que deve ser utilizado, mas também precisa trazer alguma coisa nova. Quais serão as novidades, ainda não se sabe. Não há nem mesmo a certeza de que a rede vai voltar. Mas Orkut Büyükkökten finalizou seu comunicado criticando a venda de dados na internet e enfatizando que quer ajudar as pessoas a construir conexões duradouras. Se a novidade estiver baseada nisso, tudo indica que ela pode causar impacto e quebrar padrões atuais do universo digital.

Correio do Povo

Livro - Mais esperto que o Diabo

 


Neste livro, inédito no Brasil, você vai descobrir, após 75 anos de segredo, por meio dessa entrevista exclusiva que Napoleon Hill fez, quebrando o código secreto da mente do Diabo:

Quem é o Diabo? Onde ele habita? Quais suas principais armas mentais? Quem são os alienados e de que forma eles ou elas se alienam? De que forma o Diabo influencia a nossa vida do dia a dia? Como a sua dominação influencia nossas atitudes? O que é o medo? Como nossos líderes religiosos e nossos professores são afetados pelo Diabo? Quais as armas que nós, seres humanos, possuímos para combater a dominação do Diabo? Qual a visão do Diabo sobre a energia sexual? Como buscar uma vida cheia de realizações, valorizando a felicidade e a liberdade?

Essas perguntas e muitas outras são respondidas pelo próprio Diabo, que se autodenomina "Sua Majestade", de acordo com Napoleon Hill. O seu propósito, escrito com suas próprias palavras, é ajudar o ser humano a descobrir o seu real potencial, desvendando as armadilhas mentais que os homens e as mulheres deste mundo criam para si mesmos, sabotando a sua própria liberdade e o seu próprio direito de viver uma vida cheia de desafios, alegria e liberdade.

Escrito em 1938, após uma das maiores crises econômicas, e precedendo a Segunda Guerra Mundial, este livro não somente é uma fonte de inspiração e coragem, mas deve ser considerado um manual para todas aquelas pessoas que desejam

Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/p/livro-mais-esperto-que-o-diabo/213201000/?utm_source=magazinevoce&utm_medium=email&utm_campaign=email_130522_sex&utm_content=link-do-produto&campaign_email_id=3447

Coreia do Norte informa mais oito mortes em meio a surto de Covid-19

 Segundo a mídia estatal, 50 pessoas já morreram



A Coreia do Norte reportou oito novas mortes por "febre" nesta segunda-feira (noite de domingo, 15, no Brasil), depois de anunciar recentemente seus primeiros casos de Covid-19, enquanto mobiliza seus militares para resolver problemas de "fornecimento de medicamentos". O líder Kim Jong Un ordenou que a comissão militar atuasse "para estabilizar imediatamente o fornecimento de medicamentos na cidade de Pyongyang envolvendo as poderosas forças do ramo médico do Exército Popular", informou a agência oficial de notícias KCNA.

O surto, que segundo Kim causou "grandes distúrbios", atinge um país que não possui vacinas contra a covid-19, medicamentos antivirais ou capacidade de testagem em massa. De acordo com a KCNA, Kim afirmou que "as ordens não foram devidamente atendidas e os medicamentos não foram fornecidos às farmácias", no domingo durante uma reunião de emergência do escritório político nacional.

Ele indicou que as farmácias não cumpriram a ordem de funcionar durante 24 horas por dia.

Segundo a mídia estatal, 50 pessoas morreram, 1.213.550 sofrem de febre e pelo menos 564.860 estão sob tratamento médico.

A Coreia do Norte mantém um rígido bloqueio ao exterior para se defender do coronavírus desde o início da pandemia, embora especialistas tenham dito que, com a presença da variante ômicron na região, seria uma questão de tempo até que a covid-19 se espalhasse pelo país.

AFP e Correio do Povo











Vasco vence o Bahia e entra no G-4 da Série B

Atirador de Buffalo era investigado pela polícia do estado de Nova Iorque

 Massacre em mercado, investigado como "crime de ódio", foi exibido ao vivo pela Twitch, plataforma online de videogames


O acusado de matar 10 pessoas em um supermercado de Buffalo, nos Estados Unidos, já era investigado pela polícia do estado de Nova Iorque desde que ele estudava no ensino médio. Payton Gendron, de 18 anos, se entregou à polícia neste sábado (14), após disparar com um rifle contra 14 pessoas, a maioria negra.

As autoridades policiais o descreveram como "um ato de extremismo violento com motivação racial".  "Investigamos este incidente como um crime de ódio e um caso de violência extremista de motivação racial", declarou Stephen Belongia, agente especial do escritório do FBI em Buffalo, perto da fronteira com o Canadá.

O agressor, identificado horas mais tarde, foi detido após o tiroteio e acusado de "morte com premeditação". Ele usava capacete equipado com câmara para transmitir o seu crime ao vivo pela internet, colete à prova de balas e roupas de tipo militar, segundo as autoridades judiciárias locais e a polícia.

O presidente Joe Biden denunciou o ataque como "terrorismo doméstico" e agradeceu pelo trabalho da polícia e dos serviços de emergência. "Qualquer ato de terrorismo doméstico, incluindo um ato cometido em nome de uma repugnante ideologia de nacionalismo branco, é antitético a tudo o que defendemos nos Estados Unidos", afirmou em um comunicado.

11 das 13 vítimas eram negras 

O comissário de polícia de Buffalo, Joseph Gramaglia, informou que 10 pessoas morreram e três ficaram feridas. Onze vítimas eram negras.

O agressor disparou primeiro contra quatro pessoas no estacionamento do supermercado, três das quais morreram, e depois entrou na loja e continuou atirando, explicou o xerife da cidade no oeste do estado de Nova Iorque.

Entre os mortos dentro do estabelecimento estava um policial aposentado que trabalhava como segurança e estava armado.

O funcionário "confrontou o suspeito", mas o atirador - que estava protegido por um colete à prova de balas - o matou com seus disparos, disse Gramaglia.

Quando a polícia chegou ao local, o atirador apontou a arma para si mesmo, na altura do pescoço, antes de se entregar às autoridades, ainda de acordo com Gramaglia.

Foi um ato de "pura maldade", disse John Garcia, xerife do condado de Erie, onde fica Buffalo. "É um crime racista e motivado pelo ódio", acrescentou.

A imprensa americana informou que as autoridades investigam um manifesto "de caráter racista" divulgado na internet, no qual o suspeito explicaria seus planos e motivações.

O jornal The New York Times afirma que o suspeito se "inspirou" em atos de supremacia branca, como o assassinato de 51 muçulmanos em mesquitas da cidade neozelandesa de Christchurch em 2019.

De acordo com o jornal local The Buffalo News, a arma semiautomática usada no tiroteio tinha epíteto racial e o número 14, símbolo da supremacia. O promotor distrital do condado, John Flynn, disse que o suspeito usou uma "arma de ataque", mas não especificou o tipo.

O gabinete do promotor afirmou que o atirador foi detido sem direito a fiança e acusado por assassinato em primeiro grau, o que pode resultar em pena de prisão perpétua sem liberdade condicional.

Questionada pela imprensa se o agressor poderia enfrentar a pena de morte, a procuradora do distrito oeste de Nova York, Trini Ross, respondeu: "Todas as opções estão na mesa".

O autor do tiroteio, que carregava uma câmera, começou a divulgar o crime pela plataforma Twitch, que se declarou "devastada" e prometeu "tolerância zero contra todas as formas de violência". 

"Investigamos e confirmamos que menos de dois minutos após o início da violência retiramos as imagens transmitidas", afirmou um porta-voz do serviço de streaming. "Estamos tomando todas as medidas apropriadas, incluindo a supervisão de qualquer conta que retransmita este conteúdo", acrescentou.

Byron Brown, prefeito de Buffalo, disse que o atirador "viajou horas até a comunidade para cometer o crime". "É um dia de grande dor para nossa comunidade", disse Brown. O tiroteio é o mais recente de motivação racial nos Estados Unidos.

Em 2019, um homem branco armado viajou várias horas pelo Texas e matou 23 pessoas em um Walmart em El Paso, onde grande parte da população é hispânica.

Quatro anos antes, em Charleston, Carolina do Sul, um homem branco abriu fogo em uma igreja da comunidade afro-americana e matou nove pessoas. Nos dois casos, os atiradores publicaram manifestos de ódio antes de cometer os ataques.

No mês passado, um "franco-atirador" abriu fogo em um bairro de luxo de Washington, feriu quatro pessoas e depois cometeu suicídio.

Apesar dos tiroteios fatais recorrentes e de uma onda de violência armada em todo o país, várias iniciativas para reformar as leis de armas fracassaram no Congresso dos Estados Unidos, deixando para estados e prefeituras a decisão de determinar as próprias restrições.


R7, AFP e Correio do Povo

Otan: entenda o que é e sua relação com a guerra na Ucrânia

 Aliança militar, criada há 70 anos na Guerra Fria, reúne países da América do Norte e da Europa, e está em expansão para o leste



A Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) é uma aliança militar que tem o objetivo de defender incondicionalmente seus Estados-membros. Trata-se de um sistema de segurança coletiva, no qual cada integrante concorda em defender-se mutuamente de ataques de nações externas.

Como o próprio nome diz, só podem fazer parte do bloco países que se localizam no Hemisfério Norte da Terra. Hoje, 30 nações integram a Otan: Albânia, Alemanha, Bélgica, Bulgária, Canadá, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estados Unidos, Estônia, França, Grécia, Hungria, Islândia, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Montenegro, Macedônia do Norte, Noruega, Países Baixos, Polônia, Portugal, Reino Unido, Romênia, República Tcheca e Turquia.  

A aliança surge no contexto da Guerra Fria, que marcou a segunda metade do século 20, época em que o mundo ficou dividido entre a influência e o poderio de duas superpotências, com visões políticas e ideológicas distintas: os Estados Unidos e União Soviética (URSS), cujo principal país-membro era a Rússia. O objetivo da Otan era conter a influência geopolítica dos soviéticos. 

A Otan foi criada em 1949, depois de acordos entre alguns países, principalmente os EUA, Canadá, Reino Unido e França. A Segunda Guerra Mundial tinha acabado quatro anos antes e, mesmo tendo ajudado a derrotar a Alemanha nazista, os soviéticos se tornaram adversários dos países europeus e dos Estados Unidos, por causa da oposição entre os campos capitalista e comunista. Portanto, a aliança é, desde o início, fruto da rivalidade com a Rússia.

Anos depois, com a unificação da Alemanha, em 1990, e a dissolução da União Soviética, em 1991, os países da Otan revisaram seus propósitos. Posteriormente, nas décadas de 1990 e 2000, houve acordos de reduções militares específicas com a Rússia, que também estabeleceu parcerias com membros da aliança.

Em 1994, a Rússia assinou um acordo para a paz com a Otan. Os russos tentaram entrar para a organização, sem sucesso, e, em 2002, foi fundado o conselho Rússia-Otan. Entretanto, com a invasão russa da Crimeia (2014), essa cooperação foi suspensa. 

Avanço para o leste

Desde o fim da União Soviética, a organização militar começou a se expandir para o leste da Europa, aceitando mais países-membros: em 1952, entraram para o grupo Grécia e Turquia; em 1955, Alemanha Ocidental; em 1982, Espanha; em 1999, República Tcheca, Polônia e Hungria; em 2004, Letônia, Lituânia, Estônia, Eslováquia, Eslovênia, Romênia e Bulgária; em 2009, Croácia e Albânia; em 2017, Montenegro; e, em 2020, Macedônia do Norte. 

As divergêrcias com a Rússia aumentaram em 2004, quando Estônia, Letônia e Lituânia, ex-repúblicas soviéticas, aderiram à aliança. O governo de Moscou afirmou que, em 1990, os Estados Unidos concordaram que o bloco não chegaria à antiga União Soviética, mas essa cláusula nunca fez parte de nenhum acordo assinado entre as partes.

A partir de então, os russos vêm tentando bloquear novas parcerias. Hoje, a Rússia está praticamente rodeada por membros da organização, e as fronteiras que ainda estavam livres eram as da Ucrânia e da Geórgia. A Ucrânia, desde 2014, busca uma aproximação com o Ocidente e sinaliza seu interesse de se juntar aos Estados-membros da Otan. Com seu ingresso, Vladimir Putin teme perder a soberania na região.

R7 e Correio do Povo


Uma pessoa morre e duas ficam feridas após capotamento em Garibaldi

Livro - Caixa desventuras em série - completa

 


Novo box reunindo os 13 volumes que já venderam mais de 500 mil exemplares no Brasil e inspiraram a série da Netflix. Imagine treze histórias tão terríveis que abalaram mais de 60 milhões de leitores por todo o mundo. Treze histórias tão sinistras que a lista de mais vendidos do New York Times não conseguiu se livrar delas durante sete anos. Agora imagine essas treze histórias reunidas num pacote especial — esta é a caixa Desventuras em Série. Lemony Snicket relata com seu estilo irônico incomparável a jornada dos irmãos Baudelaire, que tentam desvendar os mistérios da morte de seus pais ao mesmo tempo em que buscam um lugar que possam chamar de lar. O autor subverte os padrões bem-comportados da literatura infantojuvenil para compor uma saga ao mesmo tempo engraçada e arrepiante. Partindo de um “Mau começo”, o leitor acompanhará as desastrosas aventuras dos órfãos até “O fim”.

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