Jessica Barth, atriz americana de teatro e cinema

 


 


Barth nasceu na Filadélfia , filho de pai indiano e mãe irlandesa. Após o colegial, ela teve aulas no Teatro Wilma , e mais tarde frequentou a Universidade La Salle , onde estudou comunicação por dois anos; mais tarde ela obteve um Bacharelado em Artes na West Chester University , onde estudou teatro e escrita criativa . [1]

 

Barth construiu seu currículo enquanto trabalhava em três restaurantes diferentes em Los Angeles . [1] Ela começou sua carreira de atriz com peças de teatro , com seu primeiro papel na televisão em The District em 2004 e seu primeiro papel no cinema em Neo Ned em 2005. Barth ganhou reconhecimento mundial com sua aparição no filme de 2012 de Seth MacFarlane , Ted como Tami . -Lynn, o interesse amoroso do personagem-título . [2] Ela reprisou o papel em Ted 2 (2015).

Em 2012, Barth acusou seu empresário David Guillod de drogá-la e agredi-la sexualmente. Ela reafirmou a acusação em 2017. [3] Em junho de 2020, Guillod foi acusado de 11 acusações criminais de crimes relacionados ao sexo, incluindo sequestro e estupro, decorrentes de acusações feitas por outras mulheres. [4] [5]

Em 2017, Barth revelou que foi vítima de assédio sexual de Harvey Weinstein . Ela se encontrou com Weinstein em sua suíte de hotel para uma suposta reunião de negócios, onde ele "alternou entre se oferecer para colocá-la em um filme e exigir uma massagem nua na cama". MacFarlane, que dirigiu Barth nos dois filmes de Ted , declarou seu apoio às alegações dela em um comunicado no Twitter . [6]

 

Filme

Ano Título Função Notas
2005 Neo Ned Assistente de produção
Deserto
Baixo
2007 Próximo Muito loira
Sr. Céu Azul Xerez
2008 Fique esperto Comissária de bordo
2009 Portal Kim Vídeo
O charco Sara
2012 Ted Tami-Lynn McCafferty
2015 Ted 2
2018Junto veio o diabo Tanya WinbourneFilme


Televisão

Ano Título Função Notas
2004 O distrito Laurel Bettis Episódio: "Sopro de Vida"
2005 A pegada Rachel Filme
Um em um Mulher atraente Episódio: "O dinheiro está apertado e meu abdômen também"
2006 Ao sul de lugar nenhum Nicole Episódio: "Regras de Engajamento"
2007 Como conheci sua mãe Garota da Igreja Episódio: " Dia de mudança "
Dias de nossas vidas Lindy Elroy Temporada 1, Episódio 10
2007,
2008,
2012
Homem de familia Kate Hudson / Brandee / Sookie Stackhouse (vozes) Episódios: " Padre de Familia "
" Play It Again, Brian "
" The Blind Side "
2008 CSI: Investigação da Cena do Crime Justine Stefani Episódio: "Deixe de fora todo o resto"
2010 Cidade do Puma Sandy / Brandy Episódio: "Todas as razões erradas"
2012 Parques e recreação Catarina Episódio: "Pawnee Commons"
2018Uma vida roubada Tamara ThompsonFilme de televisão

 

  1. ai, Jonathan (29 de junho de 2012). "Jessica Barth namora um urso de pelúcia, encontra seu sonho em 'Ted'" . The Philadelphia Inquirer .

  2. Lockhart, Michael J. (12 de dezembro de 2012). "Femme on Fire: Jessica Barth" . Playboy .

  3. "Atriz Jessica Barth: o produtor de 'Atomic Blonde' David Guillod me drogou e me agrediu (exclusivo)" . 2 de novembro de 2017.

  4. " O produtor de 'Extraction' David Guillod é acusado de 11 crimes sexuais no condado de Santa Bárbara" .

  5. "David Guillod, executivo de Hollywood, acusado de agredir sexualmente 4 mulheres (publicado em 2020)" .

  6. "Seth MacFarlane esclarece piada que ele fez sobre Weinstein em 2013" . 11 de outubro de 2017 . Recuperado em 12 de outubro de 2017 .

 

Wikipédia

Verdades e mitos da dívida estadual

 

Por Darcy Francisco Carvalho dos Santos  
em 2022/05/11

Este texto é para explicar os slides que fazem parte dele, que podem ser acessados, clicando no final.

Um dos assuntos menos entendidos pela população é a dívida pública estadual e o acordo geral de renegociação assinado com a União em 1998, até porque quem devia e podia esclarecê-lo parece torná-lo mais obscuro.

Sobre esse acordo ouvem-se as mais absurdas afirmações, a maioria fruto de desinformação, que procuramos desmistificá-las nos slides seguintes.

Iniciamos pelas principais causas do crescimento da dívida, antes e após o acordo de 1998 (Slide 2)

 A maioria da dívida pública estadual era formada por títulos, rolados diariamente no mercado financeiro, que implicavam altos custos ao erário, transformando grande parte do serviço da dívida em mais dívida.  Entre 1983 e 1998 (ano do acordo), o serviço da dívida líquido foi em média 11,8%. Seu valor bruto foi de 36,4% da RCL. Por isso, a dívida multiplicou-se por 27,4 vezes em termos reais, em 28 anos, entre 1971 e 1998, efetuada  para financiar os altos déficits primário que foram, em média, 15,3% ao ano. 

Os juros da década de 1990 foram muito altos, porque a União substituiu sua política monetária por dívida mobiliária. Após a implantação do Plano Real, para segurar a inflação, a taxa Selic chegou a ultrapassar 40%.

A União pagou 26,5% de juros na captação dos recursos (taxa Selic) e emprestou a 6% + IGP-DI, que foi de 1,7% em 1998. De fato, 6% ao ano é uma taxa alta para os estados suportarem, mas a União não está se locupletando ao cobrar essa taxa, como dizem, porque pagou um valor muito maior na captação do recurso.

Todos os estados fizeram praticamente o mesmo acordo, só que alguns com prazo de 15 anos, outros com taxas de juros maiores e com limites de pagamento diferentes de 13%, que foi o limite do RS, que financiou em 30 anos e com taxa de juros de 6% (Rio Grande tem saída? p.113, Tabela 3.13). 

A afirmação de que a dívida era R$ 9,5 bilhões, que foram pagos R$ 37 bilhões e ainda devemos R$ 73 bilhões chega a ser risível, porque faz comparações com valores nominais no tempo, como se não existisse inflação. De lá para cá, os valores se multiplicaram por 4,2 vezes pelo IPCA e por 7,4 vezes pelo IGP-DI (Slide 3).

É verdade que a dívida, embora tenha reduzido seu ritmo de crescimento que foi de 12,5% ao ano, até 1998, para 0,6% após, tendo como indexador o IGP-DI, que não é um índice bom para comparar, mas é o único que abrange todo o período considerado: 1971-1998.

No entanto, a dívida não caiu, por causa do limite de pagamento de 13% da receita líquida real (RLR), que, além da dívida decorrente da renegociação incluiu grande parte da operação Proes, mais oito operações anteriormente contraídas. Em 2001, foi acrescentada mais a dívida fundada do IPE, que foi renegociada e colocada como intralimite. Tudo isso importava em muito mais do que os 13% do referido limite, dando origem aos resíduos (ou parcelas de prestações não pagas (Slides 9 a 11).

   Esse excedente de prestações não pagas ia para o saldo devedor, recebendo novamente juros e correção. E para piorar, o indexador IGP-DI cresceu 35% acima da inflação. Os resíduos se formaram até agosto de 2013 (durante 16 anos). Em 2016, quando do novo acordo estavam em R$ 31,3 bilhões, período em que o principal (intralimite mais extralimite) estava em R$ 26,1 bilhões (Slides 12 e 13).  Após o acordo de 2016, os pagamentos passaram a ser pelo valor calculado, com correção pelo IPCA e juros de 4%.  

Condições para que o saldo da dívida caia

Duas são as condições inafastáveis para que a dívida seja paga e sustentável

  1. Que as prestações sejam pagas integralmente, como demonstrado na situação hipotética do Slide 8, não importando que a taxa de 6,17%, seja maior do que a do crescimento hipotético da receita de 3%. Isso não impede de zerar o saldo no final. Já, não havendo pagamento integral, conforme referido, a parcela não paga vai para o saldo devedor, e recebe novamente juros e correção e o saldo cresce indefinidamente. É o que acontecia com as prestações do antigo BNH e que aconteceu com a dívida do Estado, conforme referido antes.
  2. A segunda condição é que seja formado superávit primário suficiente para pagar o serviço da dívida em todo o período. No caso do Estado do RS, nos últimos 20 anos, em apenas dois (2008 e 2021) seu montante foi suficiente para pagar a o serviço da dívida.  O que nos leva a crer que será formado superávit em montante suficiente para pagar a dívida é a grande redução que, com as reformas, deve ocorrer ao longo do tempo no crescimento vegetativo da folha, que antes anulava os incrementos da receita (Slide 18).

Regime de recuperação fiscal

Com o Regime de Recuperação Fiscal, o serviço da dívida será pago escalonadamente por mais 9 anos, sendo zero no primeiro ano, 11,1% no segundo, 22,22% no terceiro e assim, consecutivamente, em progressão aritmética, até atingir 100% no final do 10º ano.  A parir do 11º ano, em 2032, o serviço da dívida ficará alto, em torno de R$ 6 bilhões anuais ou R$ 500 milhões mensais, começando com 10% da RCL no 11°, decrescendo a cada ano, considerando que a receita cresça 3% ao ano. Lá por 2040 estará em menos de 8%, acabando com menos de 6% no final do período.

Somente quatro estados são devedores de 78% da dívida (Slide 6) Se um desses estados se julgar no direito de não pagar a dívida, os outros seguirão o mesmo caminho, passando a conta para os demais que devem bem menos. A mediana da razão Dívida/RCL está em 36%, ou seja, a metade dos estados deve menos que esse percentual.

Por fim, passar a conta para União acaba estourando em todos, destacando que, ao contrário do senso comum, a carga tributária que resta a União dispõe, depois das transferências aos demais entes federados, é em torno 15%, porque dos 50% que lhe cabem, 35% pertence à seguridade social, que ainda é altamente deficitária (Slide 20).  

Finalizando, podemos dizer que acreditamos que em condições normais será formado o superávit primário, porque o grande impedimento para tal, o crescimento vegetativo da folha, tende a cair, pelo efeito das reformas e pelas vedações do RRF, como também pela estrutura demográfica dos servidores inativos e pensionistas. Essas vedações é que poderão impedir a ação de governos populistas, mas que estarão livres para agir após sua vigência.

No entanto há variáveis que fogem à gestão estadual, como a legislação federal e as decisões do STF, como também os problemas decorrentes das mudanças climáticas. Os Poderes especiais também criam muitas despesas extras sem se preocupar com as finanças estaduais.  Por tudo isso, o futuro do Estado é uma grande interrogação.

Par ler os slides correspondentes, clique aqui.


Finanças RS

O JORNALISTA E O CAMINHONEIRO: UNIDOS PELA ESTUPIDEZ!

 MATÉRIA RIDÍCULA

Nesta semana, o péssimo JORNALISTA da BBC News de São Paulo, Felipe Souza, publicou uma ridícula matéria informando que o CAMINHONEIRO Reinaldo Moretti, de 53 anos, resolveu deixar a cidade mineira de Extrema, na divisa com São Paulo, para morar em Portugal. O que levou Moretti a tomar tal decisão, segundo informa o mau jornalista, foi - O AUMENTO NO PREÇO DO DIESEL, DA INFLAÇÃO E DA QUEDA DO PODER DE COMPRA no Brasil.


O CAMINHONEIRO

No diálogo com o -jornalista- o caminhoneiro disse: -"Eu tinha um caminhão no Brasil, mas ele estava me fazendo só afundar em dívidas. Mesmo sem gastar dinheiro à toa e sem ter vícios, eu pagava muito caro pelo diesel e para fazer a manutenção do veículo". Disse mais: -"Eu desanimei e me desfiz do caminhão para vir para Portugal".


O JORNALISTA

Satisfeito com a resposta, o - JORNALISTA- escreveu: - se Reinaldo ainda estivesse no Brasil, levaria um novo susto, a considerar que a Petrobras anunciou o aumento do preço do diesel em 8,87% a partir desta terça-feira (10/5), o que significa uma mudança de 40 centavos no litro do combustível vendido pelas refinarias - de R$ 4,51 para R$ 4,91.


A VERDADE

Depois de ler o DIÁLOGO nada mais importante do que colocar a VERDADE ACIMA DE TUDO, para que não paire dúvida alguma sobre a estupidez protagonizada pela DUPLA DO BARULHO. Em primeiro lugar, para que os leitores saibam, ontem, 11/5, o preço médio do litro do DIESEL, em Portugal, era de 1,837 EUROS. Considerando a cotação do EURO que ontem estava em R$ 5,40, isto significa que, em reais, o DIESEL, em Portugal, era de precisos R$ 9,92 por litro. Mais: o preço da GASOLINA era de R$ 10,12 por litro.


MOTIVOS PARA CAIR FORA DE PORTUGAL

Em segundo e último lugar, o fato de Reinaldo ter achado melhor se mudar para Portugal é problema dele e de ninguém mais. Entretanto, o que não tem o menor sentido é o JORNALISTA dizer que o motivo maior apontado pelo CAMINHONEIRO foi o preço do DIESEL no Brasil. Como se vê, claramente, o preço que está sendo praticado em Portugal é mais do que suficiente para que Reinaldo caia fora daquele país. O mesmo raciocínio, para completar, serve para a INFLAÇÃO e problemas econômicos, a considerar que isto é um problema mundial, e não uma exclusividade brasileira. Que tal?


PRIME NEWS



DISCURSO DEP. FÁBIO OSTERMANN



Confira aqui o excelente discurso proferido ontem pelo deputado Fábio Ostermann na Assembleia Legislativa RS. https://youtu.be/dmEs3KOoSPc


 


 


VERDADES E MITOS DA DÍVIDA ESTADUAL - FINANÇAS RS


Por oportuno ao discurso do dep. Fábio Ostermann, leiam o importante conteúdo produzido pelo pensador e economista Darcy Francisco dos Santos.


https://financasrs.com.br/2022/05/11/mitos-da-divida-estadual/


Pontocritico.com

“Parem de tentar privatizar nossas empresas públicas”, diz Lula

 


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a criticar as privatizações realizadas pelo governo federal durante um evento que reuniu movimentos sociais e partidos políticos em Juiz de Fora (MG).

“Parem de tentar privatizar nossas empresas públicas. Quem se meter a comprar a Petrobras vai ter que conversar conosco depois da eleição. Parem de tentar privatizar a Eletrobras porque, se não fosse a Eletrobras, não teria o programa Luz para Todos, que custou ao povo brasileiro R$ 20 bilhões e só pôde ser feito porque a empresa era pública. Parem de privatizar os Correios, não tentem privatizar o Banco do Brasil, a Caixa Econômica, o BNDES, o BNB e o Basa. Aprendam a trabalhar, aprendam a investir, aprendam a fazer política econômica, em vez de vender as coisas que já estão prontas”, declarou o petista na quarta-feira (11).

Covid-19

Lula também criticou a política de enfrentamento ao coronavírus no País. “Em um governo meu, não teriam morrido 660 mil por causa da Covid. Eu vou dizer para vocês, quando eu era presidente, surgiu a gripe H1N1, em três meses a gente vacinou 83 milhões de pessoas. O País tem cultura de vacina, mas tratavam o SUS como se não valesse nada, a televisão só mostrava desgraças. Veio a pandemia e começaram a enxergar o valor do SUS e dos funcionários do SUS, que trabalham com salário baixo, mas se dedicaram contra a vontade do governo, contra a vontade desses negacionistas, para salvar o povo”, declarou o pré-candidato do PT à Presidência da República.

O Sul

Cadeira Secretária Giratória Com Braço Digitador e Regulagem Altura JSerrano Azul - STILOS MOVEIS CORPORATIVOS

 


CARACTERÍSTICAS


Estofados

Em Madeira compensada anatômica com 10-mm de espessura confeccionando com lâminas de madeira reflorestada composto por eucalipto e pinho prensado á quente, espuma injetada anatômica com densidade de 45 á 55m3o com 35-mm de espessura.

dimensões do assento larg. 410 x prof. 400 x esp. 45-mm

dimensões do encosto alt. 290 x larg. 360 x esp. 40-mm


Base

giratória á gás com percurso de regulagem 100-mm de altura, estrela com 5 patas em aço capa e rodízios PP, suporte de ficção do encosto em tubo oblongo com sanfona protetora para o perfeito acabamento.


Braços

Com regulagem de altura percurso de 80-mm reg. botão na lateral para regulagem e poio de braço em PP


Indicação de uso: Não fazer balanço de inclinação, usar em posições normais. Não deixar o produto exposto ao tempo (Sol e Chuva).

Instrução de limpeza: Revestimento: Utilize pano úmido com água e sabão neutro para remover manchas, e uma escova de pelos macios para retirada de pó; Em todos os revestimentos. Nunca utilizar produtos químicos na limpeza de superfície do revestimento.



DADOS TÉCNICOS


Capacidade aproximado: 110 kg

Produto Montado ( você só faz o encaixe dos componentes e esta pronto p/ uso )

Dimensões aproximadas do produto (D): A800 X L520 X P520-mm

Garantia da base: 6 meses * Contra defeito de fabricação.

Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/cadeira-secretaria-giratoria-com-braco-digitador-e-regulagem-altura-jserrano-azul-stilos-moveis-corporativos/p/ag9fb61kbj/MO/MOLE/?campaign_email_id=3445&utm_campaign=email_110522_qua_3p&utm_medium=email&utm_source=magazinevoce&utm_content=produto-ag9fb61kbj

Coreia do Norte reconhece o primeiro surto de coronavírus no país

 


A Coreia do Norte reconheceu, nesta quinta-feira (12), o primeiro surto de Covid-19 no país desde o início da pandemia e declarou uma “grave emergência nacional”. O ditador Kim Jong-un ordenou o confinamento da população.

Até agora, o governo norte-coreano não havia admitido nenhum caso de coronavírus. A agência oficial de notícias KCNA informou que as amostras coletadas de vários pacientes com febre em Pyongyang no domingo (08) eram “consistentes” com a altamente contagiosa variante ômicron.

De acordo com a agência, o ditador Kim Jong-un convocou uma reunião de emergência do seu gabinete político e anunciou que implementaria um sistema de controle do vírus de “emergência máxima” com o objetivo de “eliminar a raiz no menor tempo possível”.

“Kim ordenou a todas as cidades do país que adotem o confinamento cuidadoso em suas áreas”, afirmou a KCNA. Fábricas, estabelecimentos comerciais e residências devem permanecer fechados para “bloquear de maneira impecável a propagação do vírus maligno”, prosseguiu a agência estatal.

O governo não informou quantos casos da doença foram detectados. Especialistas acreditam que a Coreia do Norte não vacinou nenhum dos seus 25 milhões de habitantes. O país rejeitou ofertas de doses da OMS (Organização Mundial da Saúde), da China e da Rússia.

Mísseis

A Coreia do Norte disparou três mísseis balísticos de curto alcance em direção ao mar nesta quinta-feira, informaram militares sul-coreanos. Os mísseis partiram da região de Sunan.

O lançamento ocorreu horas depois que foi confirmado o primeiro surto de coronavírus no país.

O Sul

Novo ministro diz que vai começar estudos para privatizar a Petrobras

 


Em seu primeiro pronunciamento como ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida disse que vai priorizar a privatização da Eletrobras e da Petrobras. Ele também citou como exemplos de projetos de seu interesse que estão em tramitação no Congresso os que tratam da modernização do setor elétrico e o da mudança do regime de partilha para concessão no pré-sal.

“Meu primeiro ato como ministro de Minas e Energia é solicitar ao ministro Paulo Guedes, presidente do conselho do PPI, que leve ao conselho a inclusão da PPSA no PND (Plano nacional de Desestatização) para avaliar as alternativas para a sua desestatização. Ainda como parte do meu primeiro ato, solicito também o início dos estudos tendentes a proposição das alterações legislativas necessárias a desestatização da Petrobras “, afirmou o novo ministro.

Sachsida disse que todos os seus projetos têm aval do presidente Jair Bolsonaro.

“Deixo claro que essa meta, esse objetivo e esse norte foram expressamente apoiados pelo presidente Bolsonaro. Tudo o que estou falando tem 100% de aval do presidente da República”.

Ele também afirmou que é prioridade dar prosseguimento ao processo de privatização da Eletrobras, que está emperrado no Tribunal de Contas da União (TCU).

“Precisamos dar prosseguimento ao processo de capitalização da Eletrobras. É fundamental avançarmos no projeto, sinal importante para atrair mais capital ao Brasil e mostrar que o Brasil é o porto seguro do investimentos”, afirmou.

O governo trabalhava com a data-limite de 13 de maio para a venda, o que não vai ocorrer. A avaliação é de que se o processo se arrastar mais na Corte, a venda da estatal pode ser inviabilizada. O plano B é trabalhar para que a venda ocorra até, no máximo, o mês de julho, o que já seria um prazo apertado e que poderia estar sujeito às turbulências do ano eleitoral.

Prioridades no Congresso

Além da privatização da Eletrobras e Petrobras, o novo ministro destacou quais serão as prioridades da pasta junto ao Congresso Nacional. O primeiro texto mencionado é o projeto de modernização do setor elétrico, em tramitação desde o ano passado.

O texto conta com apoio de parlamentares e de representantes de peso do próprio setor. Mas é alvo de investidas para a inclusão de um jabuti que viabilizaria a construção de uma rede de gasodutos para permitir a utilização das termelétricas que terão de ser contratadas conforme definição da lei de capitalização da Eletrobras.

Ele também defendeu o avanço do projeto de meu que muda o regime de partilha para concessão e destacou o pacote Mais Garantias Brasil – que inclui as medidas provisórias de modernização dos registros públicos, marco de securitização e das garantias agro, além do projeto do novo marco de garantias.

Esse combo era um dos projetos tocados por Sachsida ainda no Ministério da Economia. Ele havia participado de um almoço da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE) na terça-feira para defender o avanço das propostas para deputados e senadores.

Menção ao antigo chefe

Sachsida fez um pronunciamento de pouco mais de dez minutos. Não foi aberto espaço para perguntas dos jornalistas.

O novo ministro fez um discurso em que mostrou alinhamento ao antigo chefe, o ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele destacou que para o Brasil ser o porto seguro do investimento, precisa adotar medidas estruturantes:

“Medidas pontuais têm pouco ou nenhum impacto e por vezes têm impacto oposto ao desejado. Temos que insistir na economia pelo lado da oferta. Nós precisamos melhorar os marcos legais e trazer mais segurança jurídica para o investimento privado aportar cada vez mais no Brasil, aumentando a produtividade em nossa economia e com isso expandindo a oferta agregada,o emprego e a renda de todo brasileiro”, disse.

Ele também destacou o momento em que o mundo enfrenta desafios geopolíticos, em uma menção à guerra na Ucrânia, e que é preciso aproveitar o realinhamento mundial dos investimentos para atrair capital estrangeiro para o Brasil.

Novo ministro é alinhado a Bolsonaro

Sachsida está no governo de Jair Bolsonaro desde o início e é servidor de carreira do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Considerado um nome do mercado e de confiança de Paulo Guedes, Sachsida também é o que se chama de “Bolsonarista raiz”.

Ele substitui o almirante Bento Albuquerque, que estava no comando do ministério desde o começo do governo. Sua saída foi atribuída a um pedido pessoal, mas a pressão causada pelos reajustes dos valores dos combustíveis e a insatisfação do presidente Jair Bolsonaro com a política de preços da Petrobras também pesaram para a saída.

Não havia previsão de pronunciamento do novo ministro nesta quarta-feira. Em sua fala, ele começou se desculpando pelo horário, que considerou tarde, e pelo aviso em cima da hora. A primeira coisa que fez foi agradecer ao presidente Jair Bolsonaro “pela confiança”.

Ele também destacou que seu antecessor “prestou um serviço valioso ao Brasil”, destacando a questão da cessão onerosa. A Paulo Guedes, agradeceu os ensinamentos e apoio no período de mais de três anos no Ministério da Economia.

O Sul

Exportações do agronegócio gaúcho cresceram 65% no primeiro trimestre

 


As safras recordes de trigo e soja registradas pelo Rio Grande do Sul em 2021 tiveram impacto positivo nos resultados de sua economia entre janeiro e março, com uma alta de 65,9% no valor obtido com as exportações do agronegócio durante o período. A informação tem como base comparativa o primeiro trimestre do ano passado.

Conforme o governo do Estado, os dois produtos foram os maiores responsáveis pelo desempenho. Em números absolutos, as vendas externas do setor totalizaram de US$ 3,4 bilhões, montante que representa US$ 1,3 bilhão a mais em relação aos três primeiros meses de 2021.

Registraram saldo positivos o complexo soja (US$ 770,5 milhões ou 144,2%), cereais, farinhas e preparações (US$ 737,9 milhões ou 201,4%), carnes (US$ 553,4 milhões ou 7,5%), fumo e seus produtos (US$ 493,2 milhões ou 37,4%) e produtos florestais (US$ 299,7 milhões ou 24,6%).

Os números e índices foram divulgados nesta quarta-feira (11) no boletim “Indicadores do Agronegócio do Rio Grande do Sul”. A publicação é elaborada periodicamente pelos técnicos do Departamento de Economia e Estatística (DEE).

No segmento de cereais, farinhas e preparações, a alta se deve à elevação nas vendas de trigo (mais US$ 470,2 milhões, ou 383,6%). A exportação do cereal no primeiro trimestre chegou a 1,97 milhão de toneladas, maior volume da série histórica iniciada em 1997.

“Com demanda em alta e oferta limitada, os preços médios do produto subiram 39,3% em relação ao mesmo período de 2021”, sublinhou o relatório.

Já no complexo soja, o aumento foi puxado pelo farelo (US$ 376,3 milhões ou 99,2%), grão (US$ 259,7 milhões ou 128,3%) e óleo (US$ 134,5 milhões ou 949,6%). “O aumento da oferta ainda é proveniente da safra recorde do Estado em 2021, quando totalizou 20,4 milhões de toneladas”, acrescentou o documento.

Outros produtos

No setor de carnes, a suína foi o produto com a maior redução absoluta de faturamento no período (US$ 104,7 milhões, com queda de 37,7%). A de frango (US$ 313,8 milhões, com alta de 23,8%) e a bovina (US$ 100,1 milhões ou 48,8%), por sua vez, subiram por causa da maior demanda dos Estados Unidos e China.

No setor de fumo e derivados, o trimestre marcou o maior volume exportado de toda a série histórica, com 147,3 mil toneladas, uma alta de 29,3% na mesma base cronológica de comparação. Principal produto do segmento, o fumo não manufaturado registrou vendas de US$ 461,7 milhões entre janeiro e março, 40,4% a mais que no primeiro trimestre de 2021.

Dentre os principais destinos das exportações gaúchas, a União Europeia superou a China no período, recebendo 19,8% de tudo o que o agronegócio do Rio Grande do Sul vendeu no trimestre. O país asiático vem na segunda posição (17,7%), seguido da Arábia Saudita (5,1%), Indonésia (4,7%) e Estados Unidos (4,7%).

Emprego formal 

Período do ano de maior contratação de mão de obra no campo, o primeiro trimestre de 2022 registrou um saldo positivo de 21.291 empregos formais no agronegócio gaúcho. A diferença entre o número de admissões e de desligamentos ficou um pouco abaixo do observado (26.473) no mesmo período do ano anterior.

Também nos três primeiros meses deste ano, o agronegócio foi o responsável por 37,8% do saldo total de empregos gerados no Rio Grande do Sul, que teve 56.337 vagas formais.

O Sul

Notebook Samsung Book I5 8GB 512GB SSD 15.6 Windows 11 Cinza Chumbo

 


Características:


Marca: Samsung


Modelo: NP550XDA-KH3BR


Cor: Cinza Chumbo


O Notebook Samsung Book oferece uma variedade de portas, tais como: USB A, Micro SD, Kensington Lock, HDMI, USB-C, LAN e Áudio (combo) que podem ser utilizadas para melhorar conectividade e produtividade.


Use o seu notebook por mais tempo, com uma bateria de 43Wh, que proporciona energia suficiente para rodar por horas.


Uma tela ampla e com alta resolução que proporciona imagens vívidas e realistas. A moldura de apenas 6.7mm amplia a área útil e contribui para um design ainda mais elegante.


Um touchpad maior e o teclado Lattice confortável completo com teclas espaçosas criam uma interface ergonomicamente alinhada, mantendo uma estrutura fina e compacta. Desfrute de uma experiência de entrada confortável que oferece delicadeza de controle, precisão de movimentos e ultraeficiência.


Especificações Técnicas:


Sistema Operacional: Windows 11 Home


Processador: Processador Intel Core i5-1135G7 (2.40 GHz até 4.20 GHz 8 MB L3 Cache)


Placa de Vídeo: Intel® UHD Graphics


Tela: Display LED full HD 15,6 (1920 x 1080), antirreflexiva


Memória: Memória de 8 GB DDR4 (8 GB x 1)- 2 SODIMM


Drive Óptico: Nenhum


Armazenamento: SSD NVMe de 512 GB SSD


Chipset: Integrado (Intel)


Multimídia: Alto-falante estéreo (1,5 W x 2)/ SoundAlive/ Microfone digital interno/ Câmera


Portas de Comunicação: 1 HDMI/ 1 USB-C/ 1 USB3.0, 1 USB2.0/ Leitor de cartão multimídia MicroSD/ 1 combo com saída para fone de ouvido/entrada para microfone/ 1 RJ45 (LAN)/ 1 DC-in


Rede: Bluetooth v5.1/ Wi-Fi 5, 802.11 ac 1x1/ Gigabit Ethernet [10/100/1000]


Características para Digitação: Teclado Lattice com tecla numérica; Clickpad


Segurança: Trava de segurança; TPM


Alimentação: 43 Wh/ Adaptador AC 40 W *O adaptador poderá ser diferente dependendo do sistema.


Software: Compartilhamento de link; Live Wallpaper; McAfee Live Safe (teste); Screen Recorder; Galeria Samsung; Pesquisa rápida; Samsung DeX; Samsung Flow; Samsung Notes; Samsung Recovery; Samsung Settings; Studio Plus**O software pode ser alterado sem aviso.


Observação


A velocidade real do USB pode variar dependendo do ambiente do usuário


Os pesos e as dimensões variam dependendo do processo de fabricação


Entre em contato com a Central de Atendimento da Samsung ou com o Centro de Serviço Autorizado da Samsung antes de substituir ou adicionar armazenamento e memória para verificar a compatibilidade


Dimensões Produto:


359.2 x 241.3 x 18.8 mm (L x P x A)


Peso: 1.81 kg


Conteúdo da embalagem:


01 Notebook - Fonte - Guia do usuário - Certificado de garantia


Garantia:


1 Ano

Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/p/notebook-samsung-book-i5-8gb-512gb-ssd-156-windows-11-cinza-chumbo/acd6g62d0b/?utm_source=magazinevoce&utm_medium=email&utm_campaign=email_110522_qua_3p&utm_content=produto-acd6g62d0b&campaign_email_id=3445

Governo federal anuncia corte de imposto para importação de 11 produtos

 


Em meio à disparada da inflação, o ministério da Economia anunciou nesta quarta-feira (11) que decidiu cortar o imposto de importação de 11 produtos. As novas tarifas entrarão em vigor nesta quinta (12) e valem até 31 de dezembro deste ano.

De acordo com o ministério, os produtos que terão imposto reduzido são:

  • carnes desossadas de bovinos congeladas: de 10,8% para zero
  • pedaços de frango: de 9% para zero
  • farinha de trigo: de 10,8% para zero
  • trigo: de 9% para zero
  • bolachas e biscoitos: de 16,2% para zero
  • outros produtos de padaria e pastelaria: de 16,2% para zero
  • produtos do aço, vergalhão CA 50: de 10,8% para 4%
  • produtos de aço, vergalhão CA 60: de 10,8% para 4%
  • ácido sulfúrico: de 3,6% para zero
  • mancozeb técnico (fungicida): de 12,6% para 4%
  • milho em grãos: de 7,2% para zero.

Ao cortar o imposto de importação, o governo barateia a compra de produtos fabricados no exterior. O objetivo dessa medida é tentar atenuar o forte aumento de preços verificado nos últimos meses.

Entretanto, não há garantias de que a medida levará à queda de preços no Brasil ou que um eventual desconto possa chegar aos consumidores.

Ao comentar a decisão nesta quarta, o secretário-executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys, disse saber que “essas medidas não revertem a inflação”.

Ele apontou a expectativa de haja desestímulo a novos aumentos de preços no Brasil, já que o corte no imposto de importação torna o produto comprado no exterior mais competitivo.

De acordo com Guaranys, com o corte do imposto de importação “empresários pensam duas vezes antes de aumentar os preços”.

Efeito nulo

O presidente-executivo da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, avaliou que a decisão do governo tende a ter efeito prático nulo no preço dos produtos.

Isso ocorre, segundo ele, porque o preço dos itens importados avançou, em média, 34% em abril deste ano. Ou seja, os produtos importados também estão mais caros.

“Se você reduz em 10%, vai reduzir pouco sobre o preço total do produto. Matematicamente, não acontece nada. Ninguém vai importar um produto pela diferença, que é pequena. A inflação tem muito mais força do que essa decisão política”, declarou ele.

No acumulado dos últimos 12 meses até abril, a inflação teve alta de 12,13%, segundo dados oficiais.

Entre os fatores que provocam essa alta de preços estão problemas enfrentados pelas cadeias de produção mundial, reflexo de restrições impostas pela pandemia do novo coronavírus; efeitos da guerra na Ucrânia na produção e transporte de alimentos; e a valorização do petróleo no mercado internacional.

De acordo com a nota do Ministério da Economia, a redução nas tarifas de importação foi decidida em reunião do Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex/Camex).

Histórico

Em outubro do ano passado, os governos do Brasil e da Argentina entraram em acordo para reduzir em 10% a Tarifa Externa Comum (TEC) do Mercosul – bloco econômico que também inclui os vizinhos Paraguai e Uruguai.

Em março deste ano, o governo anunciou uma redução de 10% na alíquota do imposto de importação cobrado sobre eletroeletrônicos, máquinas e equipamentos. A medida atingiu bens utilizados por todos os setores da economia brasileira, desde celulares e computadores até equipamentos médicos, máquinas para panificação, guindastes e escavadeiras.

Em fevereiro, o governo anunciou a redução em até 25% do Imposto Sobre Produtos Industrializados para a maioria dos produtos e, no fim de abril, ampliou o corte para 35%.

Entretanto, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal Federal (STF), suspendeu na semana passada a redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para produtos de todo o país que também são produzidos pela Zona Franca de Manaus.

Para tentar frear a alta nos preços do diesel, o presidente Jair Bolsonaro sancionou em abril projeto aprovado pelo Congresso que zerou, até 31 de dezembro, as alíquotas do PIS/Cofins sobre diesel, biodiesel, querosene de aviação e gás liquefeito derivado de petróleo e de gás natural.

A gasolina, porém, continua sendo tributada. Em março, o secretário especial de Tesouro e Orçamento do Ministério da Economia, Esteves Colnago, afirmou que uma política de redução de tributos sobre a gasolina não seria boa, pois atenderia, principalmente, à classe média alta.

O Ministério da Economia tem avaliado que as reduções de tributos que vêm sendo implementadas são possíveis porque parte da arrecadação federal tem registrado um crescimento estrutural. Ou seja, de forma permanente.

O Sul