Três milhões de pessoas já deixaram a Ucrânia desde o início da guerra, aponta a ONU

 


Em menos de três semanas, cerca de 3 milhões de pessoas que viviam na Ucrânia já deixaram o país para fugir dos bombardeios da Rússia, que invadiu o território ucraniano no dia 24 de fevereiro.

O número, divulgado nesta terça-feira (15) pela ONU (Organização das Nações Unidas), representa quase 7% da população da Ucrânia. Segundo o balanço, quase metade das pessoas que fugiram – 1,4 milhão – são crianças.

A Polônia é o país que mais recebeu refugiados da Ucrânia, seguido de Romênia, Hungria e Moldávia.

Os primeiros-ministros da Polônia, Mateusz Morawiecki, da República Tcheca, Petr Fiala, e da Eslovênia, Janez Janša, viajaram de trem para Kiev nesta terça-feira com o objetivo de mostrar apoio à Ucrânia por parte da União Europeia.

O prefeito de Kiev, Wladimir Klitschko, decretou um toque de recolher de 35 horas na cidade. A medida vigora a partir da noite desta terça.

O Ministério da Defesa da Rússia informou que as Forças Armadas do país tomaram toda a região de Kherson, uma cidade de cerca de 250 mil habitantes.

O Sul

Detran gaúcho revisa processos de suspensão de carteiras de motorista

 


O Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Sul (Detran-RS) passou a revisar administrativamente os processos de suspensão da carteira de habilitação devido a infrações. A medida cumpre resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) para que sejam aplicados de forma retroativa os novos limites de pontos previstos no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), sem judicialização da demanda.

Em abril do ano passado mais de 9 mil processos desse tipo estavam pendentes no que se refere ao impedimento, por se encontrarem ativos nas fases de defesa e recursos. A informação consta em levantamento do Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Rio Grande do Sul (Procergs).

Desse número, 6,3 mil não atingiram os limites de pontos previstos no 3º artigo da resolução. Outros 2,7 mil já estariam aptos para prosseguimento.

“A partir daí, em apenas dois meses a direção do Detran gaúcho autorizou a baixa de 5.121 processos de suspensão por pontos que estavam ativos, sendo 2.534 de condutores que exercem atividade remunerada”, informou o órgão.

A análise total foi de 6.628 processos de suspensão do direito de dirigir por pontos, concluindo-se que 77% dos processos analisados não estavam aptos para prosseguimento.

Falhas

De acordo com o Detran gaúcho, a análise é feita de forma manual e “podem ocorrer falhas, principalmente após a reativação de processos que estavam com suspensão judicial”. Com isso, atualmente cerca de 6 mil processos para suspensão do direito de dirigir foram baixados administrativamente em razão da aplicação retroativa da lei.

O Sul

Espiriteira Álcool Fogão Camping Aço - Jolly

 


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Eduardo Leite diz que deixar cargo de governador do Rio Grande do Sul “dói mais” do que sair do PSDB

 


O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), deve mesmo aceitar o convite do ex-ministro Gilberto Kassab e se filiar ao PSD para concorrer ao Palácio do Planalto. “Eu não quero viver com o sentimento de que poderia ter feito algo, mas não fiz”, disse o tucano nesta segunda-feira (14), em entrevista à Rádio Gaúcha. Leite também declarou que renunciar ao mandato no Estado “dói mais” do que sair do PSDB.

Leite chegou ao Brasil nesta segunda-feira, após uma viagem aos Estados Unidos. O governador antecipou em um dia o retorno ao País para intensificar a articulação política em torno da possível candidatura à Presidência, embora diga que a decisão ainda não foi tomada. O caminho no PSD ficou livre para o gaúcho após o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (MG), anunciar, na semana passada, que não vai disputar o Palácio do Planalto em outubro.

“Eu sou muito movido pelo desafio. E, nesse momento, está se apresentando um desafio no plano nacional, do qual eu e muitas pessoas sentem e me estimulam que eu possa dar uma contribuição”, afirmou Leite na entrevista.

O tucano também voltou a descartar a possibilidade de concorrer à reeleição no Estado, mas disse que deixar o cargo de governador “dói mais” que sair do PSDB. Leite deve renunciar ao mandato no Rio Grande do Sul nas próximas semanas.

“É algo extremamente dolorido, pois, ao longo de três anos e três meses, eu dei tudo o que pude. Morei no trabalho, me mudei para o Palácio (Piratini) para viver o governo diariamente”, disse Leite. “E isso é o que mais dói, sem dúvida nenhuma. Embora uma eventual mudança de partido não seja algo fácil também, porque é onde eu construí a minha vida política.”

No domingo (13), durante cerimônia realizada no Rio de Janeiro para a filiação de Felipe Santa Cruz ao PSD, Kassab reafirmou que o partido terá candidato a presidente. “Espero que seja Eduardo Leite”, observou Kassab, que comanda o PSD. Pacheco, por sua vez, disse que o PSD definirá a candidatura ao Palácio do Planalto “nos próximos dias”.

Leite voltou a criticar a polarização eleitoral no País, em referência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao presidente Jair Bolsonaro (PL), que lideram as pesquisas de intenção de voto. “Nas últimas semanas, eu comecei a ser provocado a uma mudança de partido para poder viabilizar, talvez, um projeto alternativo a essa polarização que está aí. O que eu estou buscando, nas conversas que estou mantendo, é justamente entender quem vem junto”, afirmou o governador.

Nas últimas semanas, Leite vem recorrendo a uma expressão popular para indicar a disposição de concorrer a presidente. Em encontro com empresários na Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul (CIC), em 18 de fevereiro, ele disse que um “cavalo encilhado não passa duas vezes”.

O cavalo encilhado é uma metáfora para se referir à possibilidade de disputar o Planalto, que passou na frente dele pela primeira vez nas prévias no PSDB, em novembro do ano passado. Na ocasião, porém, o gaúcho foi derrotado pelo governador de São Paulo, João Doria. O convite de Kassab, agora, é a segunda oportunidade.

Ao perder as prévias, Leite disse que acataria o resultado. No PSDB, aliados que tentam convencê-lo a permanecer no partido argumentam que ele está cometendo um erro e, ainda por cima, pode ficar com a pecha de “mau perdedor”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Sul

Equipe econômica do governo federal avalia aumento temporário no Auxílio Brasil se a guerra na Ucrânia persistir

 


O Ministério da Economia avalia uma proposta para aumentar temporariamente o valor do benefício do programa Auxílio Brasil se forem persistentes os impactos negativos da guerra na Ucrânia sobre a economia, informaram duas fontes do governo à agência de notícias Reuters nesta segunda-feira (14), ressaltando que a medida seria uma possibilidade apenas para uma situação de extrema necessidade.

O programa social paga parcelas mensais de cerca de 400 reais a aproximadamente 18 milhões de famílias. Em caso de continuidade da guerra e novas altas expressivas da cotação do petróleo, com permanência em patamar elevado e impacto sobre a inflação, a ideia é que o governo trabalhe em uma ação focalizada, com reajuste temporário do benefício social.

Sem valor definido

De acordo com as fontes, por ser considerada a última opção, a ideia não está formalmente desenhada e não há valor definido para esse eventual aumento.

Um dos componentes da pasta afirma que a primeira leva de medidas já avançou com a sanção da lei que reduz tributação federal de combustíveis e muda a forma de cálculo do ICMS, além da aprovação no Senado do texto que cria um fundo para estabilizar oscilações de preços desses insumos e ampliar o programa que concede auxílio gás a famílias carentes.

Por isso, segundo o relato, antes de qualquer nova iniciativa, é necessário concluir e regulamentar essas medidas, avaliando posterior efeito sobre os preços e a economia.

A segunda fonte ressalta que a autorização desse benefício adicional dependeria de uma decretação de calamidade pública no país para viabilizar os gastos, o que dependeria de aprovação do Congresso. A medida não está nos planos do governo neste momento.

Novo benefício

A ideia colocada em discussão internamente de focalizar eventual novo benefício é parte da estratégia da equipe econômica para evitar a liberação de um gasto ainda maior.

Segundo as fontes, o ministério é contra ideias que circulam no governo para dar subsídio direto a combustíveis ou cortar o PIS/Cofins que incide sobre a gasolina. A avaliação é que essas medidas demandam gastos excessivos, pouco eficientes e que beneficiam pessoas que não precisam. As informações são da agência de notícias Reuters.

O Sul

Congresso do Peru aprova abertura de debate sobre destituição do presidente Pedro Castillo

 



Congresso do Peru aprova abertura de debate sobre destituição do presidente Pedro Castillo
Por 76 votos a favor e 41 contra, o Congresso peruano, de maioria conservadora, aprovou nesta segunda-feira a abertura de um debate que pode levar ao impeachment de Castillo. Segundo a oposição, o presidente cometeu "traição à pátria" ao se declarar aberto a um referendo para conceder uma saída ao mar à Bolívia. Ele pediu para comparecer ao plenário nesta terça para apresentar uma mensagem sobre a crise em curso. O pedido deve ser discutido até o fim do mês de março.

Fonte: https://twitter.com/i/events/1503432622776610818

Guarda-roupa Casal com Espelho 3 Portas - de Correr 3 Gavetas Araplac E20033

 


Deixe o seu quarto ainda mais completo e organizado com o guarda-roupa casal E20033 da Araplac. Ele conta com 3 portas de correr que trazem mais praticidade no seu dia a dia, já que elas não ocupam espaço e permitem maior circulação dentro do ambiente. Acompanha 3 espelhos, que além de trazer mais charme ao produto e ser funcional, traz a sensação de amplitude, principalmente em cômodos menores. Suas 3 gavetas externas e 3 prateleiras trazem mais espaço para que você possa guardar roupas de cama, banho e o que mais precisar. Seu estilo é moderno e ele é um móvel flex, ou seja, na hora da montagem você poderá optar por deixá-lo todo branco ou com o rodapé e a moldura na cor rosa. É produzido em MDP e os cabides ideais para serem utilizados são os que medem até 32cm.

Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/guarda-roupa-casal-com-espelho-3-portas-de-correr-3-gavetas-araplac-e20033/p/123503601/MO/GURO/

Alta de combustíveis obrigará empresas aéreas a reajustar preços e reduzir rotas

 


Quando começavam a superar a crise provocada pela pandemia de covid-19, as companhias aéreas passam a enfrentar dificuldades devido à alta do QAV (querosene de aviação), na esteira do aumento do petróleo. Responsável por 35% dos custos do setor, o combustível teve o preço ajustado em 76,2% no ano passado, quando o petróleo subiu 54%. Agora, quando a commodity já registra alta de 45% no acumulado de 2022, a tendência é de que as empresas elevem o preço das passagens e tenham de reduzir suas operações para atravessar o período turbulento.

A Latam, por exemplo, já admitiu que os passageiros terão de arcar com a alta do combustível. Em nota, afirmou que o impacto nos custos das companhias em decorrência da guerra na Ucrânia é “inegável” e que a alta do preço do querosene da aviação afetará o valor das passagens, diante “desse novo cenário de crise sem precedência e previsibilidade”. A Azul afirmou que a alta do QAV poderá adiar a retomada da oferta de voos e a Gol não se pronunciou por estar em período de silêncio antes da divulgação de seu balanço financeiro.

A Latam anunciou que a operação de novas rotas – previstas para o primeiro semestre do ano – foi adiada para depois de julho. Analistas do setor acreditam que esse movimento pode ser apenas o início de uma série de medidas que reduzirão, novamente, o porte das companhias. Como o mercado aéreo é bastante elástico em relação ao preço – isto é, qualquer aumento nas tarifas reduz o número de viajantes –, esse repasse diminuirá a demanda por voos.

Demanda menor

Algumas rotas podem ficar inviáveis financeiramente com um menor número de passageiros. O problema é agravado porque a elasticidade-preço (cálculo porcentual da demanda por um serviço quando há alteração de preços) é maior no setor de turismo. “Não tem como as empresas não repassarem, porque a margem do setor é muito apertada. Aí a solução será reduzir a oferta e ficar apenas com os voos mais rentáveis”, afirma o consultor André Castellini, sócio da Bain & Company.

O analista de transportes Pedro Bruno, da XP, destaca que, com o cenário atual, o repasse de preços é a única opção das aéreas. Ele pondera, porém, que a redução da oferta dependerá da disciplina das companhias. Antes da crise de 2016, as aéreas fizeram uma guerra de preços para atrair a clientela. O resultado foi uma crise financeira no setor que colocou, principalmente, a Gol em situação delicada. “Os períodos de crise, porém, costumam trazer essa disciplina. Vimos isso na pandemia, quando as empresas reduziram as operações drasticamente”, diz.

Segundo a Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), o cenário de alta do petróleo poderá “frear a retomada da operação aérea, o atendimento logístico a serviços essenciais e inviabilizar rotas com custos mais altos”. O presidente da entidade, Eduardo Sanovicz, criticou a política de preço da Petrobras. “Ela criou uma situação em que consumidores e sociedade não podem bancar (os combustíveis).” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Sul

Mercado financeiro aumenta para 6,45% a estimativa de inflação neste ano no Brasil

 


O mercado financeiro aumentou pela nona vez consecutiva a previsão de inflação para este ano no Brasil. Segundo o Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (14), o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) deve fechar 2022 em 6,45%.

Na semana anterior, a projeção era de que a inflação neste ano ficaria em 5,65%. Há quatro semanas, a estimativa era de 5,50%. A meta definida pelo Conselho Monetário Nacional para 2022  é de 3,5%, com variação de 1,5 ponto percentual.

Para 2023, o mercado financeiro aumentou a projeção de inflação para 3,71%, ante os 3,51% estimados na semana passada. Há quatro semanas, o cálculo era de uma inflação de 3,5% no próximo ano.

PIB

Os economistas também elevaram a previsão para o PIB (Produto Interno Bruto) em 2022. A nova projeção é de crescimento de 0,49%, ante 0,42% previsto na semana passada.

Para 2023, entretanto, o boletim registrou uma redução na expectativa de crescimento em relação ao apontado na semana passada, passando de 1,5% para 1,43%.

Taxa de juros e câmbio

O mercado também projetou alta para a taxa básica de juros em 2022. Conforme a estimativa divulgada nesta segunda-feira, a Selic deve ficar em 12,75% ao ano. A expectativa do mercado para a cotação do dólar neste ano ficou em R$ 5,30.

O Sul

Guerra na Europa: para isolar a Rússia, países ricos pressionam emergentes

 


Depois que Vladimir Putin deflagrou a invasão da Ucrânia, há duas semanas, as maiores economias ricas do mundo pressionaram rapidamente a Indonésia, que está na presidência do G20, para convencer a Rússia a voluntariamente não aparecer mais nas reuniões desse grupo central na governança econômica global.

A Indonésia consultou então os outros membros, do G20. E o racha ficou claro: China e outros emergentes como Brasil, Índia, Argentina, Turquia e África do Sul insistiram que não fazia sentido expelir um membro do G20, grupo que trata de cooperação econômica. E que seria mais adequado manter Moscou à mesa, inclusive para discussões sobre efeitos de sua invasão que vão prejudicar o mundo todo.

O G7 – grupos das maiores economias ricas, que inclui EUA, Alemanha, França, Canadá, Reino Unido, Itália e Japão – mantém, porém, a pressão. E quer expulsar ou suspender a Rússia do G20 e de organizações multilaterais, para isolar ainda mais Putin. A exigência continua a esbarrar na resistência dos emergentes. “O G20 não deveria expulsar ninguém, mas deve tratar do conflito”, sugere uma fonte.

A avaliação de emergentes é de que a tentativa de suspender ou excluir a Rússia de organismos multilaterais e do G20 vai contra “princípio fundamental da cooperação”, que consideram necessário para mitigar efeitos das crises atuais (pandemia, economia e Ucrânia, em todos os níveis) e continuar a buscar soluções para questões urgentes como energia, alimentos, clima, saúde.

Ainda segundo fontes, o entendimento de emergentes é que o G20 é o “primeiro fórum para cooperação econômica internacional’’. E que isso é interpretado por eles como: “Não traga temas de paz e segurança para o G20”, deixe isso para o Conselho de Segurança e para a Assembleia Geral das Nações Unidas.

Mas, do lado dos países ricos, a posição é de que Moscou não pode violar o direito internacional e esperar se beneficiar de sua adesão à ordem econômica global. A Rússia foi expulsa do G7 – anteriormente conhecido como G8 – em 2014, em resposta à anexação russa da região ucraniana da Crimeia. E não deveria ter espaço no G20, dizem.

O racha no grupo é qualificado de “grave” por importantes fontes, inclusive para a mitigação de efeitos econômicos do choque da guerra. Ilustra o enfraquecimento da cooperação internacional em meio à guerra deflagrada por Putin contra a Ucrânia.

A determinação do G7 é firme para ampliar o isolamento do presidente Putin, que a revista “The Economist” qualifica de “moralmente morto”. Os líderes das maiores economias ricas se declararam “unidos em nossa determinação de responsabilizar o presidente Putin e seu regime por essa guerra injustificada e não provocada que já isolou a Rússia no mundo”.

Lembraram que, desde que Putin lançou a invasão contra a Ucrânia, no dia 24 de fevereiro, esses países impuseram medidas restritivas expansivas “que
comprometeram gravemente a economia e o sistema financeiro da Rússia, como evidenciado pelas fortes reações do mercado”.

O G7 diz que pretende reduzir a dependência em relação à energia russa, garantindo ao mesmo tempo fazer isso de forma ordenada e de modo a dar tempo para que o mundo garanta suprimentos alternativos e sustentáveis.

Os aliados ocidentais dizem estar decididos a isolar ainda mais a Rússia de suas economias e do sistema financeiro internacional. E se comprometem a tomar novas medidas, mais sanções, o mais rápido possível.

Também vão impedir que a Rússia obtenha financiamento das principais instituições financeiras multilaterais, incluindo o Fundo Monetário Internacional, o Banco Mundial e o Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento.

O Sul


Média móvel de mortes por covid no Brasil é a menor em 46 dias


Quarta dose de vacina contra covid será necessária, diz Pfizer