Espiriteira a Álcool - Roa

 


Espiriteira a álcool. A espiriteira a álcool é um produto de grande utilidade no seu dia-a-dia. Pode ser utilizado em acampamentos, cozinhas, Laboratório, Restaurante e vários outros meios. Produto reforçado e preparado para você. Descrição do Produto:. - Marca: ROA; - Cor: vermelho terra; - 1 abafador; - 1 Reservatório de álcool; - Fogão composto por: Ferro; - Abafador composto por: Alumínio; - Ótima qualidade e durabilidade; - Leve (portátil); - Acendimento manual; - Pintura: Esmaltada; - Acendimento a álcool..

Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/espiriteira-a-alcool-roa/p/cg4aafk2e3/ES/EIRO/

Remédios ficarão até 10% mais caros a partir de abril

 Um relatório feito por analistas do banco Citi aponta que a alta deve ficar em torno de 10%, ou seja, próxima à inflação registrada no ano passado, de 10,06%

Os preços dos medicamentos devem ficar mais caros a partir do próximo mês: dia 1º de abril é quando entra em vigor, usualmente, a autorização para reajuste dos remédios pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), órgão vinculado à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). DE acordo com a CMED, o percentual para o reajuste e a data da divulgação do aumento ainda não foram publicados. No entanto, um relatório feito por analistas do banco Citi aponta que a alta deve ficar em torno de 10%. Ou seja, próxima à inflação registrada no ano passado, de 10,06%.

O percentual de aumento é definido conforme a Lei 10.742/2003 e calculado por meio de uma fórmula que leva em conta a variação da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ganhos de produtividade das fabricantes de medicamentos, variação dos custos dos insumos e características de mercado.

 

Além disso, a CMED também define o preço máximo ao consumidor em cada estado, de acordo com a carga tributária do ICMS, que é imposto estadual, e a incidência das contribuições do PIS/Pasep e da Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), que são tributos federais.

No início do ano, o Comitê Técnico-Executivo da CMED decidiu definir em zero dois fatores que compõem a fórmula do reajuste dos preços dos medicamentos para este ano: o fator de produtividade (Fator X) e o fator de ajuste de preços relativos intrassetor (Fator Z) mais o fator Y — que se refere a ajuste de preços relativos entre setores — e a inflação.

O primeiro deles, Fator X, é estabelecido a partir da estimativa de ganhos futuros de produtividade das empresas que compõem a indústria farmacêutica no país. Segundo um comunicado da Anvisa, o Fator Z também terá valor igual a zero, conforme preveem as regras de uma resolução do comitê que estabelece os critérios de composição de fatores para o ajuste de preços de fármacos.

No ano passado, o reajuste autorizado foi de até 10,08% para os medicamentos, ante uma inflação de 4,52% no ano anterior.

Por meio do CMED o governo controla o reajuste de preços de medicamentos periodicamente — estabelecendo o aumento máximo que esses produtos podem atingir no mercado brasileiro.

Fonte: economia.ig - 14/03/2022 e SOS Consumidor

Plano de saúde sem cobertura obstétrica tem de custear parto de emergência

 por Danilo Vital

É obrigatória a cobertura do atendimento em caso de parto de emergência, ainda que o plano de saúde contratado tenha segmentação sem cobertura obstétrica.

A 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça aplicou esse entendimento ao negar provimento ao recurso especial ajuizado por um plano de saúde contra condenação a pagar indenização por danos morais pela recusa em atender uma gestante prestes a dar à luz.

 

No caso, a mulher se dirigiu a um hospital conveniado e, em trabalho de parto, foi informada de que precisaria de internação de emergência porque o bebê se encontrava em sofrimento fetal. No entanto, o plano de saúde não cobriria o procedimento.

O hospital não atendeu à gestante e orientou que ela corresse contra o tempo para alguma outra unidade. Com isso, a mulher solicitou uma ambulância e foi encaminhada a um hospital público, onde a situação de urgência foi confirmada. O parto foi feito e o recém-nascido precisou ser reanimado.

Tanto o plano de saúde quanto o hospital foram condenados pelas instâncias ordinárias a indenizar a mulher em valor final arbitrado em R$ 10 mil para cada.

Ao STJ, o plano de saúde argumentou que não pode ser condenado à cobertura do parto porque o contrato firmado com a beneficiária era de segmentação hospitalar sem cobertura obstétrica, o que é plenamente permitido pela Lei dos Planos de Saúde (Lei 9.656/1998).

Relatora, a ministra Nancy Andrighi apontou que, de fato, a lei e as normas da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) — na Resolução Normativa 25/2012 — permitem a segmentação dos serviços na venda de planos de saúde.

Por outro lado, o artigo 35-C, inciso II, indica que os planos de saúde têm como obrigação a cobertura do atendimento de urgência, incluído o de complicações no processo gestacional.

O voto da ministra Nancy cita regramento do Conselho de Saúde Suplementar, da ANS e a própria jurisprudência do STJ, que indica que a cobertura de urgência e de emergência não se limita ao que foi despendido apenas nas primeiras 12 horas de tratamento.

"Logo, o fato de o plano de saúde da beneficiária ser da segmentação hospitalar sem obstetrícia em nada altera o dever de cobertura do atendimento de urgência decorrente de complicações no processo gestacional, pois, como visto, trata-se de hipótese de cobertura obrigatória", afirmou ela.

A votação na 3ª Turma foi unânime, conforme a posição da ministra Nancy Andrighi. Ela foi acompanhada pelos ministros Ricardo Villas Bôas Cueva, Marco Aurélio Bellizze e Moura Ribeiro. Não participou, justificadamente, o ministro Paulo de Tarso Sanseverino.

Clique aqui para ler o acórdão
REsp 1.947.757

Fonte: Conjur - Consultor Jurídico - 14/03/2022 e SOS Consumidor

Usuários reclamam do aumento das tarifas do Uber e da 99

 Na prática, motoristas relatam que não receberam nenhum incremento no valor repassado

O reajuste de tarifa aplicada em corridas da Uber e da 99 aos usuários começou a valer nesta segunda-feira (14), uma reação ao aumento no preço dos combustíveis iniciado na última sexta-feira. Na prática, motoristas relatam que não receberam nenhum incremento no valor repassado, e alguns já estudam o desligamento das plataformas por não compensar mais.

Na última semana, a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) anunciou reajuste nas refinarias, que foi repassado às bombas na última sexta-feira. A Uber anunciou aumento de 6,5% no valor das corridas, e a 99, de 5% por quilômetro rodado no ganho do motorista.

 

Na avaliação de entidades do setor, não houve aumento real no bolso dos motoristas, e a proposta das empresas veio bem abaixo da inflação acumulada. Para o presidente da Associação de Motoristas Particulares Autônomos do Rio, Denis Moura, há falta de transparência sobre o valor repassado aos motoristas, que não foi descrito pela Uber. 

"A nota que eles mandaram para os motoristas não mostra data nem nada. O diretor da 99 me passou hoje que eles vão aumentar em 5% para nós, mas é conversa. Eles dizem que vão aumentar o repasse, mas hoje cobram 40%"< conta.

Moura explica que os principais efeitos serão a redução de carros nas praças, o que por sua vez também leva ao aumento da tarifa dos aplicativos, e os motoristas que estão rodando vão precisar escolher mais as corridas que valem a pena para evitar o prejuízo.

Luiz Corrêa, presidente do Sindicato dos Prestadores de Serviço por Aplicativo do Rio, aponta que, com a nova mudança, os motoristas acabam tendo que pagar para transportar passageiros, levando em conta a taxa dos aplicativos por corrida e o aumento dos combustíveis — que tem alta de 44% nos últimos 12 meses, segundo dados mais recentes do IBGE. 

A Uber informou que o repasse dos valores começou a ser operacionalizado nesta segunda-feira, mas a implementação total ainda pode levar alguns dias. Mas informa que “tanto o motorista quanto o usuário sabem o valor de cada viagem antes de acontecer, então podem tomar suas decisões a partir dessa informação”. A 99 voltou a reforçar que o objetivo é aplicar o reajuste de 5% por quilômetro rodado em todas as 1,6 mil cidades em que opera, mas não informou quando começará a aplicá-lo. Aperto no bolso e no volante Quem sente no volante é o motorista de Uber Luiz Carlos Nascimento, trata o aumento como “irrisório”, em comparação com os gastos com o carro:

"Não chega nem perto dos aumentos que tivemos em combustíveis, pneus, óleos lubrificantes de motores. Infelizmente, não vejo posicionamento a nosso favor, nem preocupação da empresa com os motoristas."

Do outro lado, a preocupação da diarista Simone Dias, moradora de São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, são os preços galopantes. Para chegar ao trabalho nesta segunda-feira, um trajeto de 2 km de casa, se assustou com o valor no 99: R$ 18 reais.

O percurso, que há duas semanas custava até R$ 9 nas plataformas, bateu R$ 25 na Uber. Para ela, o transporte deixa de ser uma opção viável:

"Como eu sou diarista, trabalho por dia. Então, se tiver tirando R$ 20 do bolso para Uber, já me faz falta. Na volta, tive que pegar um ônibus porque não tinha como dar mais R$ 15 para uber. Esses valores vão aumentando e o salário da gente não aumenta''.

Fonte: economia.ig - 14/03/2022 e SOS Consumidor

Fogareiro Espiriteira A Álcool Esmaltado Camping Fogareiro - Roa

 


Descrição do Produto:Desenvolvido para aquecer alimentos com rapidez e praticidade.Material de ótima qualidade.Muito uasado em acampamento. pesca ,por caminhoneiros.Design moderno , seguro e eficaz.Especificações Técnicas:Material de alumínio.Peso aproximado sem o Abafador: 334 g rPeso aproximado com o Abafador: 375 gr Diâmetro aproximado de contato com o recipiente a ser aquecido: 10 cm

Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/fogareiro-espiriteira-a-alcool-esmaltado-camping-fogareiro-roa/p/bea4h9jg62/ES/EIRO/

AS FORÇAS INSANAS QUE AGEM CONTRA O PROGRESSO DO BRASIL 15.03.2022

 O grande inimigo da prosperidade econômica do Brasil – e, por consequência, da real melhoria das condições de vida dos brasileiros – tem sido a pandemia do coronavírus, pelo desastre sem precedentes que provocou na atividade produtiva do país. Mas o vírus está sendo vencido, aqui e no restante do mundo. Com o tempo, ele não estará mais presente no dia a dia da humanidade, e será possível voltar às condições normais para a operação da economia.


O problema real, para o Brasil, está no seu vírus permanente, que existia muito antes da Covid e vai continuar existindo, cada vez mais forte: a ação destrutiva que exercem contra o progresso um conjunto insano de leis, a burocracia em todos os seus níveis e o sistema judiciário de um modo geral.


Nada impede de forma tão agressiva o Brasil de crescer, hoje em dia, quanto a combinação desses três fatores. Não se trata de uma questão abstrata, e muito menos de algo que só interesse a empresários ou a quem tenha dinheiro a perder ou ganhar. Combater o progresso é combater diretamente qualquer possibilidade de avanço social no Brasil – um país que precisa desesperadamente vencer a pobreza e prover uma existência mais digna para a grande maioria da sua população.


Agir contra o desenvolvimento econômico é agir contra o aumento de oportunidades para os pobres, a oferta de empregos e a distribuição de renda. É bloquear a aquisição de conhecimento, essencial para o cidadão melhorar seus níveis de remuneração. É impedir a criação de riqueza – e sem criar riqueza não se cria renda.


O que se vê no Brasil todos os dias é o aparelho do Estado trabalhando ativamente para impedir o progresso em tudo aquilo em que pode interferir. São as milhares de repartições públicas que têm o poder de dar ou negar “licenças” – e para tudo é preciso pedir licença ao burocrata. É, sobretudo, o Ministério Público, que proíbe o tempo todo as empresas de realizarem investimentos nas suas atividades ou de executarem projetos de novos negócios. É o Judiciário, que na maioria das vezes atende exigências do MP e paralisa durante anos a fio, e às vezes para sempre, as tentativas de produzir mais e melhor por parte da iniciativa privada.


Temos, neste momento, o exemplo da mineração de potássio no Amazonas – existem as minas, com 800 milhões de toneladas, os investidores, o projeto industrial, o cumprimento de todas as regras ambientais, mas o MP bloqueia qualquer atividade na área desde 2016. Sua alegação: a mina está “próxima” a uma reserva indígena, e essa proximidade pode perturbar a tribo ali residente.


O aproveitamento desse potássio, que hoje o Brasil tem de importar para sua produção de fertilizantes, é essencial para o agronegócio brasileiro – e o agronegócio é essencial para a economia do país. Mas o MP, com o amparo da Justiça, passa por cima disso tudo em busca de um suposto benefício a uma minoria. É um caso clássico de interesse comum sendo sacrificado por interesses particulares.


É, também, uma lição objetiva sobre as enormes forças que agem contra o progresso no Brasil atual. Seus integrantes acham que o desenvolvimento econômico é um mal em si. Vai atrapalhar os índios, as florestas e o meio ambiente em geral. Significa, sempre, agressão à natureza – ou degradação do meio ambiente, poluição da atmosfera e aumento da taxa de carbono.


Mais que isso, crescimento conduz a lucro – e boa parte dos membros do MP acredita que o lucro é um pecado mortal, como o capitalismo em geral, e tem de ser combatido de todas as formas possíveis.


A prioridade absoluta, para esses procuradores, é deixar o Brasil parado exatamente onde está; nós continuamos tendo tudo aquilo que temos, mas quem é pobre que continue pobre, quem não tem emprego que continue não tendo, e quem faz trabalho primitivo e mal remunerado que não saia do mesmo lugar.


Só o crescimento econômico sem amarras pode curar essas coisas. Se você é contra o remédio, é a favor da doença. É onde estamos.


Pontocritico.com

GUERRA AO LUCRO: O ESPORTE FAVORITO DA MÍDIA! - Gilberto Simões Pires

 MAIS ANTIGO DO QUE A TOSSE

Como se percebe, é pra lá de gritante o sentimento de ódio, desprezo e indignação que a mídia em geral manifesta a cada vez que a palavra LUCRO é pronunciada. Como se trata de um sentimento muito antigo, tudo leva a crer que esta clara e evidente AVERSÃO AO LUCRO é bem mais antiga do que a tosse. Mais: a maioria dos profissionais que cursaram escolas de jornalismo são levados a entender que o LUCRO é algo indecente, perverso e inaceitável.


MAIS DE UM TRILHÃO DE IMPOSTOS EM SEIS ANOS

A propósito, no editorial de ontem, 14, comentei, ou deixei bem claro, o quanto a mídia e todos aqueles que abominam o LUCRO e, por consequência, o CAPITALISMO, estão crucificando a Petrobras por conta do lucro de R$ 106 ,7 bilhões obtido em 2021. O curioso, como também comentei, é o silêncio da mídia quanto ao extraordinário -e pra lá de nojento- montante de R$ 202,9 bilhões (praticamente o dobro do resultado), que a estatal transferiu, só em 2021, para os cofres públicos em forma de impostos e contribuições. Mais: nos últimos seis anos, o recolhimento aos cofres públicos já ultrapassou a marca de R$ 1 trilhão. Que tal?


AUTOSSUFICIÊNCIA EM PETROLEO, NÃO EM REFINO

Volto a insistir, ainda que muita gente não esteja disposta a entender, que o Brasil é apenas AUTOSSUFICIENTE em termo de extração de petróleo, e não em REFINO, etapa que processa o petróleo bruto e transforma em derivados, como gasolina, diesel, por exemplo, a qual tem capacidade para oferecer algo como 80% da demanda. Com isso, para poder atender os consumidores na sua totalidade, as DISTRIBUIDORAS se veem obrigadas a importar os 20% restantes. Para tanto, os vendedores -estrangeiros- cobram o preço do dia, em dólares, praticado no mercado internacional. 


DESABASTECIMENTO

Agora, para que fique bem claro: caso as DISTRIBUIDORAS deixassem de importar os ditos 20% que as REFINARIAS não têm capacidade de processar, aí o Brasil passaria a enfrentar o que existe de pior, qual seja um evidente DESABASTECIMENTO, onde muitos veículos ficariam parados (nas ruas e nas estradas) por falta de combustível.  


OFERTA PÚBLICA

Quanto ao LUCRO, sobre o qual a mídia forma uma clara e insistente opinião pública de que é abusivo, a única saída, ainda que estupidamente desastrosa, é o ESTADO BRASILEIRO fazer uma OFERTA PÚBLICA DE COMPRA DE TODAS AS AÇÕES ORDINÁRIAS E PREFERENCIAS QUE ESTÃO NAS MÃOS DOS INVESTIDORES. Assim, ficando com 100% das ações da Petrobrás, o governo ganharia as condições necessárias para fazer o que bem entende da estatal, das suas operações e do seu resultado. O detalhe é que em poucos dias a empresa, que hoje é lucrativa, passaria a ser altamente deficitária e pronta para experimentar o ESTADO FALIMENTAR., onde o REFINO não atenderia nem 30% do consumo. 


Pontocritico.com

Zelensky afirma que Ucrânia não fará parte da OTAN; países voltam às negociações

 



Zelensky afirma que Ucrânia não fará parte da OTAN; países voltam às negociações
O presidente Volodymyr Zelensky afirmou que a Ucrânia não se tornará um país-membro da OTAN. Representantes russos e ucranianos voltaram a negociar nesta terça. Enquanto isso, ataques aéreos atingiram Kiev. Os primeiros-ministros da Polônia, Eslovênia e República Tcheca chegam à capital ucraniana para se reunirem com Zelensky.

Fonte: https://twitter.com/i/events/1483255084750282753

Vagas de emprego em Porto Alegre - 15.03.2022

 

Mapa Brasil


Confira as vagas que temos para você:

Vendedor

Talentos do Sul


Salário: R$3500 por mês

Localização: Porto Alegre

524 vagas em Porto Alegre/RS

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407 vagas de Vendedor

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4274 vagas na area de Comércio

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PIS/Pasep: novo lote do abono salarial começa a ser pago

 


Começaram nesta terça-feira (15) os pagamentos do abono salarial PIS/Pasep, referentes ao ano-base 2020, para trabalhadores do setor privado nascidos em julho e para servidores públicos com final de inscrição 6.

Tem direito ao benefício quem recebeu, em média, até dois salários mínimos mensais com carteira assinada e exerceu atividade remunerada durante pelo menos 30 dias no ano-base de pagamento.

É preciso ainda estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter os dados atualizados pelo empregador na Rais (Relação Anual de Informações Sociais). O abono salarial é de até um salário mínimo.

O calendário de recebimento leva em consideração o mês de nascimento, para trabalhadores da iniciativa privada, e o número final da inscrição, para servidores públicos.

O PIS é destinado aos trabalhadores do setor privado e é pago na Caixa Econômica Federal. O Pasep é pago para servidores públicos por meio do Banco do Brasil.

O Sul