PRECISAMOS FALAR SOBRE DEFESA - 14.03.22

 Ricardo Azeredo - Jornalista


 


    Chega de tratar o assunto com mimimi, preconceitos e ignorância. Não há mais espaço para discussões estéreis forradas de ideologia, falta de conhecimento e visões românticas ou utópicas.


    O Brasil está indefeso. Todos nós estamos.


    A guerra na Ucrânia tem implicações muito além das violentas ambições totalitaristas e expansionistas do Putin e das quizilas históricas entre os dois países, rusgas com a OTAN, etc.


    Outro dia escrevi nas redes sociais, com base nas informações que tenho do universo da defesa e geopolítica (como aficcionado pelo tema e não como especialista que não sou), que o mundo inteiro está se armando como não se via desde o fim da guerra fria.


    E agora reforço este alerta, quando a invasão de Putin já tem duas semanas e se intensifica cada vez mais, para lembrar que o Brasil precisa estar preparado para esta “nova ordem mundial”, que na real não é tão nova assim.


    As ambições internacionais sobre o potencial de recursos naturais, capacidade de produção de alimentos e amplitude territorial de um país riquíssimo em tudo isso como o Brasil já vem desde a década de 80, pelo menos.


    Por exemplo, toda a cantilena acerca da “destruição total” da Amazônia é uma narrativa calculada para reforçar ano após ano uma argumentação falaciosa de que não somos capazes de cuidar do que alguns cinicamente consideram “patrimônio de toda a humanidade”, e não território dos brasileiros. Isso já foi afirmado claramente e até de forma oficial por líderes dos EUA e de países europeus.


    A China, na ânsia de sustentar sua população gigantesca e suas ambições de um protagonismo internacional cada vez mais agressivo, está “invadindo” o Brasil através da compra desenfreada de grandes empresas brasileiras ligadas ao agronegócio e à exploração de recursos naturais, entre outros segmentos.


    Isso tudo é estratégia de longo prazo que pode ganhar outros contornos mais imediatos conforme as circunstâncias.


    A França já cogita reforçar bases militares na Guiana, de olho no que Macron vê como um pedaço da Amazônia brasileira que lhe afeta e que pode ser um alvo “necessário”.


    Entre as ONGs atuando na Amazônia, há dezenas ligadas a interesses internacionais.


    Não é segredo para ninguém no planeta que a região guarda imensas reservas de cobiçados recursos minerais como paládio, grafeno, cádmio, níquel, ouro, potássio e muito mais, incluindo insumos fundamentais para a onipresente indústria farmacêutica mundial. 


    No nosso mar territorial, as reservas de petróleo do pré-sal são equivalentes ao que existe no oriente médio.


    E não se iluda, o mundo ainda vai precisar muito de combustíveis fósseis. As alternativas limpas levarão décadas até serem viáveis para abastecer o planeta, que demanda cada vez mais energia.


    Ou você acha que o gasoduto russo do qual a Europa depende é apenas um detalhe?


    Ou que as operações Tempestades no Deserto 1 e 2 foram guerras justificáveis apenas por causa das nunca encontradas armas de destruição em massa do famigerado Saddam Hussein e de outros tiranetes do Oriente Médio?


    Quer mais? Os dois maiores aqüíferos do mundo estão no subsolo brasileiro. Um deles na Amazônia.


    É preciso cair na real, e não é alarmismo: não podemos achar impossível que nações mais poderosas queiram nossas riquezas e terras em nome de pretextos esdrúxulos ou mesmo sem pretexto algum.


    Como se diz, o preço da paz é a eterna vigilância. E isso só se consegue com um poder considerável de dissuasão, capaz de fazer um potencial inimigo pensar duas vezes antes de cogitar um avanço sobre nós.


    Precisamos sim, urgentemente, de defesas proporcionais ao tamanho de nosso território. Precisamos de superioridade aérea absoluta para nosso imenso espaço aéreo (os 36 caças Grippen que estão chegando não são suficientes).


    Precisamos de forças terrestres capazes de proteger com vigor nossas extensas e desprotegidas fronteiras.


    Precisamos de presença militar ainda mais intensa na Amazônia, inclusive para combater os poderosos cartéis do narcotráfico colombiano e peruano, que tem grupos guerrilheiros mercenários como o Sendero Luminoso e outros guarnecendo as rotas e laboratórios dos traficantes na selva. Estes cartéis também servem, quando necessário, de apoio a iniciativas internacionais obscuras que os pagam. 


    Precisamos de uma marinha volumosa e moderna para cuidar do nosso mar, que além do petróleo, é dos mais ricos do mundo para pesca.


    Não é à toa que flotilhas de pesqueiros chineses invadem todo dia nosso mar territorial, inclusive abalrroando impunemente embarcações brasileiras que se encontrem no caminho.


    É caro sustentar forças armadas bem equipadas e um contingente volumoso e bem treinado? Claro que é! Mas temos que pagar este preço, para não pagar um preço muito, muito maior.


    Temos que encontrar maneiras de custear forças armadas à altura do que o país precisa.


    Reduzir o tamanho da máquina pública hoje existente, no executivo, legislativo e judiciário é um bom começo. Fazer trocas de produtos com fornecedores internacionais também. Há vários caminhos.


    Estimular a indústria nacional é um deles.  O Brasil teve nos anos 80 uma das mais vigorosas indústrias de armamentos entre os países em desenvolvimento. Foi ela que produziu a maior parte dos equipamentos que nossas forças tem hoje, além de ter exportado blindados, aviões e outros equipamentos para vários países.


    Mas decisões equivocadas dos governos desde então e a submissão à pressão de concorrentes internacionais levaram à derrocada do sistema, custando milhares de empregos e nossa própria segurança.


    Ainda temos grandes indústrias no setor, mas é preciso reforçar o segmento e permitir que volte a ser um setor forte da economia como um dia foi, gerando milhares de empregos qualificados e receitas polpudas para o país. 


    Para isso, precisamos de um consistente, ambicioso, sustentável, transparente e perene plano nacional de defesa.


    Precisamos, de uma vez por todas, encarar esta realidade.


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PETROBRAS: LUCRO (RELATIVO) SOBRE O CAPITAL INVESTIDO - Gilberto Simões Pires

 DOIS VÍDEOS

No sábado último,12, um dia após ter anunciado os reajustes nos preços de gasolina, diesel e gás de cozinha, a Petrobras publicou DOIS VÍDEOS na sua página na internet, ambos com o propósito de explicar e/ou justificar a complicada decisão que levou a impor aumentos tão vigorosos. 


VÍDEO 1

No primeiro VÍDEO a estatal explica que este último reajuste foi necessário para manter o fornecimento por todas as empresas, mitigando RISCOS DE DESABASTECIMENTO. Mais: diz que não repassou imediatamente a elevação recente nas cotações do petróleo pois "não transmite volatilidade e sabe da importância de contribuir com combustível acessível."


VÍDEO 2

No segundo VÍDEO, a Petrobras informa, com ABSOLUTA RAZÃO, que seu LUCRO RECORDE EM 2021 PODE PARECER ALTO, MAS NA VERDADE NÃO É. Na real, o LUCRO É COMPATÍVEL COM O TAMANHO DOS INVESTIMENTOS. Para quem não sabe ou não compreende o que está escrito nos balanços das empresas, o lucro de R$ 106,7 bilhões obtido, em 2021, pela Petrobras é o VALOR ABSOLUTO (EM REAIS). Entretanto, considerando os investimentos bilionários que foram empregados nas operações da estatal a TAXA DE RETORNO foi inferior a 8%, ou seja, 2% acima do CUSTO DE SUA DÍVIDA.


RETORNO SOBRE O CAPITAL INVESTIDO

Como se vê, quer por muita incompetência, quer por pura má vontade, o fato é que a mídia preferiu dar relevância ao LUCRO ABSOLUTO DA PETROBRAS, EM REIAS, e não ao LUCRO RELATIVO, EM PERCENTUAL, SOBRE O CAPITAL INVESTIDO, o que mascara o resultado. Anotem aí: o ROCE (RETORNO SOBRE O CAPITAL EMPREGADO) no ano de 2021, foi de 7,8%, ou seja, 5,3 pontos percentuais maior do que em 2020. Isto é o bastante para que todos entendam que se alguém ganha, por exemplo, 10 mil reais sem empregar capital algum, o lucro obtido é INFINITAMENTE MAIOR do que o da Petrobras.


O DOBRO DO LUCRO FOI PARA OS COFRES DO PODER PÚBLICO

Vejam, com olhos bem abertos, que em 2021, a Petrobras pagou, por hora, R$ 23 milhões em impostos e tributos, e que gerou cerca de 10 mil empregos para cada R$ 1 bilhão de investimentos em exploração e produção. Agora, o mais interessante, que a mídia safada abomina: enquanto, em 2021, a Petrobras lucrou R$ 106,6 BILHÕES, correndo riscos na sua operação, o PODER PÚBLICO, notadamente os ESTADOS DA FEDERAÇÃO, receberam de mão beijada, sem correr risco algum, mais de R$ 200 bilhões em tributos. Ou seja, o real e grande ganancioso nesta história é o ESTADO, que embolsou quase o DOBRO do lucro da Petrobras. Pode?


Pois, mesmo diante desta incontestável verdade, a maioria dos veículos de comunicação tratou de atacar a empresa com duas frases -Lucro acima de tudo. Acionistas acima de todos- Pode?


CAPITAL EXTERNO NA B3



Desde o início do ano até a última quarta-feira (ou seja, 68 dias) o saldo de capital externo na Bolsa de Valores chegou a R$ 71,063 bilhões, superando o número de todo o ano passado, recorde da série histórica, de R$ 70,785 bilhões.


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José de Alencar - História virtual

 


José Martiniano de Alencar (Messejana1 de maio de 1829 — Rio de Janeiro12 de dezembro de 1877) foi um escritor e político brasileiro. É notável como escritor por ter sido o fundador do romance de temática nacional, e por ser o patrono da cadeira fundada por Machado de Assis na Academia Brasileira de Letras.[1][2][3]

Na carreira política, foi notória a sua tenaz defesa da escravidão no Brasil quando ministro da Justiça do segundo reinado (ver Gabinete Itaboraí de 1868).[4][5][6] Era neto de Bárbara de Alencar, uma heroína da Revolução Pernambucana.[7]


Biografia

José de Alencar nasceu em maio de 1829 em Messejana, que à época de seu nascimento gozava do estatuto de município (tendo perdido tal categoria em 1921, sendo integrado na cidade de Fortaleza). Nascido de uma relação ilegítima e considerada escandalosa à época, visto que seu pai era sacerdote da igreja Católica, teve sua paternidade reconhecida através de uma "Escritura de Reconhecimento e Perfilhação de Filhos Espúrios" em 1859, que registrava que "o padre José Martiniano de Alencar, já sendo clérigo de Ordens Sacras, contraiu amizade ilícita e particular com dona Ana Josefina de Alencar, sua prima no primeiro grau, e dela tem tido desde aquele tempo até doze filhos".[8] José de Alencar foi o primogênito do casal, e seu apelido em casa era Cazuza.[8] Era irmão de Leonel Martiniano de Alencar, sobrinho de Tristão Gonçalves, neto de Bárbara de Alencar e primo em segundo grau de Guálter Martiniano de Alencar Araripe.[9]

Sete anos antes do seu nascimento, em 1822, D. Pedro I havia proclamado a Independência do Brasil e tornara-se imperador do Brasil. Dois anos após o seu nascimento, em 1831, o monarca, cedendo a pressões internas e externas, abdicaria em favor do filho e retornaria para Portugal. É nesse cenário político de disputas pelo poder que o jovem escritor crescerá, acompanhando o pai, que seria senador e, posteriormente, governador do estado do Ceará.

Transferiu-se para a capital do Império do Brasil, o Rio de Janeiro, e José de Alencar, então com onze anos, foi matriculado no Colégio de Instrução Elementar. Em 1844, matriculou-se nos cursos preparatórios à Faculdade de Direito de São Paulo, começando o curso de direito em 1846. Fundou, na época, a revista Ensaios Literários, onde publicou o artigo questões de estilo. Formou-se em direito, em 1850, e, em 1854 estreou como folhetinista no Correio Mercantil. Casou-se com Georgiana Augusta Cochrane (1846-1913), com quem teve seis filhos, entre eles o escritor Mário de Alencar e o embaixador Augusto Cochrane de Alencar.

Em 1856, publicou o primeiro romance, Cinco Minutos, seguido de A Viuvinha em 1857. Mas é com O Guarani em 1857 que alcançou notoriedade. Estes romances foram publicados todos em jornais e só depois em livros.

José de Alencar foi mais longe nos romances que completam a trilogia indigenistaO Guarani (1857), Iracema (1865) e Ubirajara (1874). O primeiro fala sobre o amor do índio Peri com a mulher branca Ceci. O segundo, epopeia sobre a origem do Ceará, tem como personagem principal a índia Iracema, a "virgem dos lábios de mel" e "cabelos tão escuros como a asa da graúna". O terceiro tem por personagem Ubirajara, valente guerreiro indígena que durante a história cresce em direção à maturidade.

Em 1859, tornou-se chefe da Secretaria do Ministério da Justiça, sendo depois consultor do mesmo. Em 1860, ingressou na política, como deputado provincial no Ceará, sempre militando pelo Partido Conservador (Brasil Império). Em 1868, tornou-se ministro da Justiça, ocupando o cargo até janeiro de 1870. Em 1869, candidatou-se ao senado do Império, tendo o Imperador D. Pedro II do Brasil não o escolhido por ser muito jovem ainda.

Em 1872, se tornou pai de Mário de Alencar, o qual, segundo uma história nunca confirmada, poderia ser, na verdade, filho de Machado de Assis, o que, para alguns, daria respaldo para o enredo principal do romance Dom Casmurro. Produziu também romances urbanos (Senhora, 1875; Encarnação, escrito em 1877, ano de sua morte e divulgado em 1893), regionalistas (O Gaúcho, 1870; O Sertanejo, 1875) e históricos (Guerra dos Mascates, 1873), além de peças para o teatro.

Viajou para a Europa em 1877, para tentar um tratamento médico, porém não teve sucesso. Faleceu no Rio de Janeiro em dezembro do mesmo ano, vitimado pela tuberculose. Machado de Assis, que esteve no velório de Alencar, impressionou-se com a pobreza em que a família Alencar vivia. Em sua coluna História de Quinze Dias na revista Ilustração Brasileira, escreveu: "Toda a história destes quinze dias está resumida em um só instante, e num acontecimento único: a morte de José de Alencar. Ao pé desse fúnebre sucesso, tudo o mais empalidece." Seu corpo foi primeiramente sepultado no Cemitério de São Francisco Xavier, no Rio de Janeiro, depois foi exumado para o Cemitério de São João Batista, também no Rio de Janeiro. Sua esposa Georgiana faleceu treze anos depois e foi sepultada ao lado do marido em 1913.

Homenagens


Na cidade do Rio de Janeiro, no bairro do Flamengo, em sua homenagem, foi erguida, em 1897, uma estátua no largo do Catete, largo este que foi rebatizado como praça José de Alencar.

Em Fortaleza, em 1910, foi erguido o Theatro José de Alencar. A Praça José de Alencar e a estação José de Alencar da Linha Sul do metrô de Fortaleza são, também, homenagens da sua cidade natal.

José de Alencar também tornou-se o nome de um distrito do município de Iguatu, no Ceará.

Lorbeerkranz.png Academia Brasileira de Letras


Grande expoente da literatura brasileira do século XIX, não alcançou a fundação do Silogeu Brasileiro. Coube-lhe, entretanto, a homenagem de ser patrono da cadeira 23 da academia.

Nas discussões que antecederam a fundação da academia, seu nome foi defendido por Machado de Assis para ser o primeiro patrono, ou seja, nominar a cadeira 1. Mas não poderia haver hierarquia nessa escolha, e resultou que Adelino Fontoura, um autor quase desconhecido, veio a ser o patrono efetivo. Sobre esta escolha, registrou Afrânio Peixoto:

"Novidade de nossa Academia foi, em falta de antecedentes, criarem-nos, espiritualmente, nos patronos. Machado de Assis, o primeiro da companhia, por vários títulos, quis dar a José de Alencar a primazia que tem, e deve ter, na literatura nacional. A justiça não guiou a vários dos seus companheiros. Luís Murat, por sentimento exclusivamente, entendeu honrar um amigo morto, infeliz poeta, menos poeta que infeliz, Adelino Fontoura."

Características da obra de Alencar

Uma característica marcante de sua obra é o nacionalismo, tanto nos temas quanto nas inovações no uso da língua portuguesa. Em um momento de consolidação da Independência, Alencar representou um dos mais sinceros esforços patrióticos em povoar o Brasil com conhecimento e cultura próprios, em construir novos caminhos para a literatura no país.

A obra de José de Alencar pode ser dividida em dois grupos distintos.

Quanto ao espaço geográficoː
Quanto à evolução históricaː


Resumo biográfico (cronologia)


Obras

Romances


Teatro


Crônica


  • Ao correr da pena, 1874
  • Ao correr da pena (folhetins inéditos), 2017 (organizado por Wilton José Marques)

Autobiografia


Crítica e polêmica


Referências

  1.  «José de Alencar, biografia do fundador do romance de temática nacional - Guia do Estudante»guiadoestudante.abril.com.br. Consultado em 13 de fevereiro de 2016. Arquivado do original em 5 de fevereiro de 2016
  2.  «.:: José de Alencar - Só Literatura ::.»www.soliteratura.com.br. Consultado em 13 de fevereiro de 2016
  3.  «José de Alencar - Biografia - UOL Educação»educacao.uol.com.br. Consultado em 13 de fevereiro de 2016
  4.  «Folha de S.Paulo - Alencar, o escravista - 08/10/2008»www1.folha.uol.com.br. Consultado em 13 de fevereiro de 2016
  5.  «José de Alencar (1829 - 1877), escritos políticos | BIBLIOTECA BRASILIANA GUITA E JOSÉ MINDLIN»www.bbm.usp.br. Consultado em 13 de fevereiro de 2016
  6.  MENDES, Mírian Lúcia Brandão. A retórica escravista: as emoções no discurso das cartas de Alencar a favor da escravidão. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, Ilhéus, n. 7, p. 183-194, dez.2014. Disponível em: <http://www.uesc.br/revistas/eidea/revistas/revista7/eid&a_n7_12_mirian.pdf>. Acesso: 2016.
  7.  «História apaga rosto de primeira presa política do Brasil». Folha de S.Paulo. Consultado em 19 de junho de 2019
  8. ↑ a b Erro de citação: Etiqueta <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs de nome :0
  9.  «Genealogia Pernambucana»www.araujo.eti.br. Consultado em 29 de setembro de 2015
  10.  LIMA, Oliveira. O império Brazileiro, 1822-1889.São Paulo: Foro editorial/Avis Rara, 2021. pág. 130. ISBN 978-65-5957-065-2

Bibliografia


  • ALENCAR, José Martiniano de, Perfis Parlamentares 01, Câmara dos Deputados, 1977.
  • ALENCAR, José de, 1829-1877; Cinco minutos & A viuvinha / José de Alencar. - 29. ed. - São Paulo: Ática, 2010.; 136 p.

Outras


Wikipédia


Saiba mais:


Biografia de José de Alencar - eBiografia


José de Alencar | Academia Brasileira de Letras


José de Alencar: biografia, obras e características - Toda ...


José de Alencar: biografia, características, obras - Brasil ...


José de Alencar: vida, obras, estilo literário - Português


José de Alencar - Biografia - UOL Educação


José de Alencar - biografia do escritor brasileiro - InfoEscola

Estados Unidos alertam contra ajuda chinesa à Rússia

 

Ucrânia e Rússia fazem “pausa técnica” em rodada de negociações; novos ataques são registrados

 



Ucrânia e Rússia fazem “pausa técnica” em rodada de negociações; novos ataques são registrados
Os dois países iniciaram nova conversa nesta segunda-feira por videoconferência, e há uma "pausa técnica", na definição de um integrante da delegação ucraniana, até terça-feira. Mesmo com as negociações, novos ataques russos foram registrados na Ucrânia, inclusive na capital Kiev. Já se passaram 19 dias desde o início da invasão russa ao território ucraniano.

Fonte: https://twitter.com/i/events/1483255084750282753

Prefeitura de Porto Alegre abre novo prazo para parcelamento do IPTU

 


Os contribuintes de Porto Alegre que não conseguiram efetuar o pagamento do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) deste ano dentro do calendário estabelecido pela prefeitura tem uma nova oportunidade. A partir desta segunda-feira (14), a Secretaria Municipal da Fazenda disponibiliza novo parcelamento, que pode ser de até 60 prestações mensais.

Segundo a prefeitura, cerca de 548 mil proprietários de imóveis já aderiram ao parcelamento do IPTU e pagaram a guia da primeira parcela até 8 de março. Houve crescimento de 6,5% na adesão em relação a igual período do ano passado (515 mil lançamentos).

Para quem ficou inadimplente, a prefeitura oferece nova oportunidade para aderir ao parcelamento com data de vencimento da primeira parcela em 31 de março, com incidência de multa de mora de 2% e juros de 1% ao mês. As próximas parcelas vencerão no final de cada mês, e as guias deverão ser acessadas pela internet ou solicitadas por e-mail, no momento da adesão.

Todos os atendimentos podem ser realizados de forma virtual nos seguintes canais:

Site IPTU – O documento de arrecadação pode ser acessado pela internet, mediante informação da inscrição do imóvel e também o CPF/CNPJ do proprietário. Caso não saiba o número da inscrição, pode fazer a emissão da guia informando o CPF/CNPJ e também o número e unidade do imóvel.

Para obter o código para débito em conta, basta acessar o link e informar a inscrição do imóvel. Após, cadastrar o código no banco (internet banking, APP ou presencialmente apresentando o formulário).

Outra opção é solicitar o recebimento das guias por e-mail.

Receber por e-mail: https://siat-web.procempa.com.br/guia_iptu e selecionar “sim”.

Ainda é possível solicitar as guias em um dos canais de atendimento:

Site: https://siat-web.procempa.com.br/guia_iptu.

WhatsApp: pagamentofazenda.portoalegre.rs.gov.br (acessando “Requisição de guias de pagamento”).

Portal: atendimentofazenda.portoalegre.rs.gov.br.

O Sul

Bancos fecham quase quatro agências por dia; em cidades pequenas, nem Pix ajuda a compensar as perdas

 


O avanço da digitalização bancária, na esteira da pandemia e do Pix, sistema de pagamentos criado pelo Banco Central (BC), deu impulso ao movimento de fechamento de agências bancárias. Afinal, de acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), atualmente apenas 3% das 100 bilhões de operações bancárias são realizadas em agências.

O problema é que muitas cidades que não têm mais a presença física das instituições financeiras não conseguem recuperar todo o dinamismo econômico com os sistemas de pagamento, transferência e saques digitais. Muitas sofrem ainda com baixa conexão à internet, o que dificulta o acesso aos meios digitais.

No ano passado, 1.017 agências bancárias fecharam as portas no Brasil, ou quase quatro (3,85) por dia. Damolândia, no interior de Goiás, é uma das 438 cidades que ficaram sem agência bancária desde 2016, segundo dados do BC. Forte em produção de leite, a cidade fica a 90 quilômetros de Goiânia e ainda se ressente de ter sumido do mapa bancário do País.

Fintech

As fintechs (starups do setor financeiro) de maior porte obedecerão a exigências dos bancos tradicionais para prevenir riscos para o funcionamento do sistema financeiro, anunciou o Banco Central. As normas entrarão em vigor em janeiro de 2023 e serão implementadas gradualmente até janeiro de 2025. Startup é uma empresa inovadora.

Com as novas regras, a qualidade do capital mínimo para entrar em funcionamento das instituições de pagamento, que oferecem serviços como carteira digital, foi aumentada. Os requerimentos de capital são necessários para garantir a segurança financeira da instituição em situação de estresse no mercado, quando o volume de saques aumenta.

A nova regulamentação atinge principalmente instituições de pagamento com forte crescimento nos últimos anos, como Nubank, PagSeguro, PicPay e Stone. De acordo com o BC, a oferta de novos serviços financeiros por essas fintechs [empresas de inovação tecnológica no setor financeiro] tornou necessário o aprimoramento das regras. Isso porque as instituições de pagamento, aos poucos, passaram a criar subsidiárias que exercem atividades semelhantes às dos bancos.

O aperto nas obrigações será proporcional ao tamanho da instituição de pagamento. Empresas de maior porte terão de cumprir mais exigências. As instituições menos complexas terão regras mais simples.

Em relação ao capital mínimo, a exigência da qualidade foi ampliada. Ativos que pouco contribuem para a segurança financeira da instituição em situações de estresse, como créditos tributários (impostos a receber) ou bens intangíveis (que não podem ser vendidos no mercado), não poderão mais entrar no cálculo do capital mínimo.

Para facilitar a entrada de novas fintechs no mercado, o BC ressaltou que as empresas que atuam no ramo de pagamentos e não são vinculadas a instituições financeiras terão regras simplificadas. Segundo o órgão, isso preservará o ingresso de concorrentes que tragam serviços e produtos inovadores ao mercado financeiro.

As instituições de pagamento que entrarem no mercado poderão registrar os ativos intangíveis no capital regulamentar nos 12 primeiros meses de funcionamento, logo após receberem autorização do BC. Nos 12 meses seguintes, só metade desses ativos poderá ser registrada nos requerimentos de capital mínimo.

O Sul

Cadeira de Escritório Diretor Giratória - DIR-002 AC Comercial

 


A cadeira de escritório DIR-002 preta possui estilo diretor, é giratória e com estofado. Isso facilita o seu dia a dia, como pegar arquivos ou se movimentar de um lado para o outro. Com um peso suportado de até 80Kg, tem assento e pés reguláveis para que você usufrua o que esta cadeira pode lhe oferecer. Este produto não é indicado para uso contínuo.

Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/cadeira-de-escritorio-diretor-giratoria-dir-002-ac-comercial/p/224326200/MO/CDPD/

UFRGS retoma aulas presenciais nesta segunda; não será exigido passaporte vacinal

 


A UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) retomará as aulas presenciais de forma gradual a partir desta segunda-feira (14), começando com pelo menos 50% dos servidores e bolsistas. Não será exigido o passaporte vacinal, conforme a portaria assinada pelo reitor Carlos André Bulhões.

Em 14 de fevereiro o Sindicato dos Técnico-Administrativos de UFRGS, UFCSPA e IFRS (Assufrgs) entrou com uma ação judicial para que fosse exigido o passaporte. As atividades acadêmicas do semestre 2021/2 iniciaram em 17 de janeiro, de forma remota.

A Secretaria de Comunicação Social da UFRGS afirma que o entendimento atual da administração central da instituição é de que o passaporte não pode e não deve ser exigido por nenhuma unidade acadêmica ou setor.

Ônibus 

Estudantes, técnicos administrativos, funcionários terceirizados e professores voltam a dispor da Linha Interna Circular do Campus do Vale no retorno às atividades presenciais a partir desta segunda.

O serviço, operado pelo Grupo Frota do Setor de Transportes da Universidade, é gratuito e foi criado a fim de proporcionar conforto para os deslocamentos entre as diversas Unidades, em itinerário que compreende Colégio de Aplicação, Setor IV, Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH), Terminal e Anel Viário. A linha funciona de segunda a sexta-feira, com 24 viagens diárias.

Para ingressar no veículo, alunos, técnicos e professores devem apresentar ao motorista o cartão UFRGS. Já os terceirizados deverão estar identificados com o crachá e/ou o uniforme da empresa.

Os dois ônibus que realizam o percurso foram adquiridos em 2010 e são dirigidos por motoristas terceirizados. De acordo com o coordenador do Grupo Frota José Rietjens, a tabela de horários foi elaborada pela Superintendência de Infraestrutura, a partir de estudo das necessidades da comunidade universitária do Campus do Vale.

Os usuários da linha podem contatar a administração do serviço para sugestões e reclamações através do e-mail grupofrota.setran@ufrgs.br.

Vagas remanescentes

A Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) disponibilizou quatro novos editais de chamamento para vagas remanescentes dos processos de seleção de 2021. Os chamados são do Sistema de Seleção Unificada (SiSU 2021), do Processo Seletivo 2021/1 e Processo Seletivo 2021/2.

As vagas são para ingresso no primeiro semestre letivo de 2022 ou no segundo semestre letivo de 2022 [o ingressante deve conferir a especificidade no edital em que consta seu nome]. Os convocados devem enviar a documentação completa, via Portal do Candidato, até as 23h59 desta sexta-feira (18).

A Comissão Coordenadora do Ingresso em cursos de graduação da UFRGS reforça que o candidato deve observar a documentação comprobatória de sua modalidade de ingresso, de acordo com seu edital de inscrição. Novos chamamentos para vagas remanescentes estão previstos para o dia 21 de março.

O Sul

Começa nesta segunda mais uma leva de consulta e solicitação de “dinheiro esquecido no banco”

 


A partir desta segunda-feira (14), começa mais uma leva de consulta e solicitação de saque do “dinheiro esquecido no banco”. Nesta fase, serão contemplados os clientes nascidos entre 1968 e 1983, ou empresas criadas neste período.

A consulta do valor a sacar e o agendamento do pagamento poderão ser feitos de 14 a 18 de março. A repescagem será no dia 19. Quem nasceu após 1983, terá de 21 a 25 de março para checar o valor e agendar o resgate, com repescagem no dia 26. De acordo com o Banco Central, o total estimado é de R$ 4 bilhões a serem pagos a pessoas físicas e jurídicas.

Aquele que perder a data, ou seja, deixar de acessar o site na semana determinada, deverá entrar novamente no site e solicitar um novo acesso a partir de 28 de março, independentemente da data de nascimento ou de criação da empresa. O BC esclarece que o cidadão ou empresa que perderem os prazos não precisam se preocupar. O direito a receber os recursos são definitivos e continuarão guardados pelas instituições financeiras até o correntista pedir o saque.

A consulta do valor e o pedido de resgate serão feitos pelo site valoresareceber.bcb.gov.br. Na página, será possível escolher o banco para o qual quer destinar os recursos, desde que tenha uma chave Pix cadastrada e seja um usuário da plataforma Gov.br, que centraliza serviços do governo federal.

Os valores solicitados por usuários que indicaram a chave Pix deverão ser devolvidos pelas instituições em até 12 dias úteis. Nos casos em que as instituições financeiras não tenham aderido a um acordo com o BC, será preciso informar os dados de contato no sistema e o meio de pagamento ou de transferência desejados.

Casos que podem gerar dinheiro a receber:

— contas corrente ou poupança encerradas com saldo disponível;
— tarifas cobradas indevidamente, desde que previstas em Termos de Compromisso assinados pelo banco com o BC;
— parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, desde que previstas em Termos de Compromisso assinados pelo banco com o BC;
— cotas de capital e rateio de sobras líquidas de beneficiários de cooperativas de crédito; e
— recursos não procurados de grupos de consórcio encerrados.

É importante destacar que caso o saldo apareça zerado, é possível que na próxima fase de liberação de recursos, que começa em 2 de maio, apareçam valores a receber na pesquisa.

Golpe

Desde o início do programa, o BC tem pedido que os clientes fiquem atentos para não caírem em golpes: nunca clique em links suspeitos enviados por e-mail, SMS, WhatsApp ou Telegram, nem faça qualquer tipo de pagamento para ter acesso aos valores. Nem o BC, nem os bancos vão te pedir para fornecer dados pessoais, muito menos senhas, para liberar o dinheiro.

Como consultar

— Entre no site valoresareceber.bcb.gov.br.
— Informe CPF ou CNPJ.
— No caso de pessoas físicas, informe a data de nascimento; para as empresas, digite a data de abertura.
— Se houver valores a receber, o sistema informará uma data para que retorne ao site e solicitar o dinheiro disponível.
— Anote a data e o horário informados.
— No dia agendado, volte ao site e use seu login Gov.br para acessar o sistema, consultar e solicitar o resgate.
— Se perder a data, volte no dia informado para a repescagem na sua primeira consulta, das 4h às 24h.
— Essa nova data será um sábado de repescagem; caso não consiga resgatar, haverá nova chance, em 28 de março.

O Sul