PLs dos Combustíveis: guerra eleva pressão por aprovação no Senado

 Um dos projetos autoriza redução de impostos e outro cria conta de compensação. Ambos estão na pauta da próxima terça-feira



Um dos impactos da invasão russa à Ucrânia é o aumento dos preços das commodities. O preço do barril do petróleo, por exemplo, já se aproxima das máximas dos últimos dez anos e irá pressionar o preço dos combustíveis no Brasil. 

O relator dos dois projetos de combustíveis que estão em discussão no Senado, senador Jean Paul Prates (PT-RN), disse nesta quarta-feira, que "é urgente a aprovação dos projetos com a elevação do preço do petróleo tipo Brent para US$ 114 o barril". A máxima histórica é de 2008, quando o petróleo alcançou US$ 147,5 o barril. 

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), também se manifestou pelas redes sociais reiterando que os projetos estarão na pauta do plenário na próxima semana. A votação está prevista para terça-feira (8). 

"Na próxima semana, os dois projetos de lei que trazem medidas para controlar a escalada dos preços de combustíveis (PLP 11/2020 e PL 1472/2021) estarão na pauta do Senado. Mais do que nunca, diante do aumento do valor do barril de petróleo, precisamos tomar medidas que impeçam a elevação do preço dos combustíveis", disse.

Um dos projetos muda as regras de tributação do ICMS, que participa da composição dos preços dos combustíveis. Já o outro prevê a criação de uma conta de compensação para a variação dos preços. A votação estava prevista para a semana passada, mas a falta de acordo entre os senadores sobre o texto adiou para a próxima semana. 

Os preços do petróleo dispararam nesta quarta-feira, com o aumento dos temores de interrupção do fornecimento após pesadas sanções aos bancos russos em meio ao conflito na Ucrânia, enquanto os comerciantes lutavam para buscar fontes alternativas do produto em um mercado já apertado.

Mais cedo, os futuros de petróleo Brent subiram mais de US$ 8, atingindo um pico de US$ 113,02 por barril, o maior valor desde junho de 2014.

R7 e Correio do Povo

O DIA EM QUE PUTIN SE TORNOU TERRORISTA - 02.03.22

 por Percival Puggina

 

         Durante o período das ameaças recíprocas, Putin preparava a invasão e desdenhava as sanções que seriam impostas pela OTAN dizendo-se suficientemente precavido para que elas não afetassem a Rússia.


         Putin atacou, então, uma nação livre, valendo-se dos mesmos argumentos de Hitler (lebensraum, ou espaço vital) e fazendo a roda da História girar no sentido inverso. Enquanto este falava na unidade do povo germânico (1), Putin sonha com “recompor” uma suposta unidade do povo eslavo (2). Não gosto desse tipo de coisa.  Fazendo uma analogia, pergunto: e se aparecer alguém, na América, querendo restabelecer a unidade do povo ibérico (ou, quem sabe, visigodo) no continente? Loucura imperialista, coisa de quem se crê regente geral da História.


O ditador russo soube, desde a invasão da Crimeia (2014), que não haveria reação militar por parte da OTAN contra a invasão da Ucrânia. Ao virar terrorista, ele já tinha conhecimento das manifestações populares de rejeição à invasão em todo o mundo livre. (Do jeito em que as coisas andam talvez fosse melhor falar em mundo mais ou menos livre, ou mais livre do que o mundo dele, Putin, mas vá lá.)


         No entanto, quando o que era previsível se tornou evidente, com as sanções postas em prática, com a Bolsa caindo 45%, com os papéis russos sendo cotados como lixo, com o rublo perdendo 30% de seu valor, Putin adotou a mais insana de suas reações e comunicou ter colocado suas instalações nucleares em alerta máximo.


         Isso não é uma cartada. O nome é terrorismo! É apostar no terror subsequente à ameaça. Num mundo onde existe armamento nuclear bastante para explodir todos os planetas do sistema solar, ameaçar usá-las é um ato contra a humanidade inteira.


         Com a palavra o povo russo, a quem cabe dar um jeito nesse cara.


(1)  Conjunto dos povos primitivos que povoavam a Europa ao norte do Império Romano.

(2)   Conjunto de povos primitivos que povoavam o leste da Europa.


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PAYOT SABONET LIQ DETOX - 49787

 


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POR QUE SURGEM OS SENHORES DAS GUERRAS?

 Texto enviado pelo pensador Geraldo Moneratt, coma seguinte indagação - Por que surgem os senhores das guerras?


 


 


Desde as primeiras notícias da invasão da Ucrânia pela Rússia, tenho visto e recebido comentários e reações de repúdio ao líder russo por tal agressão ao país vizinho, com sentimentos de dor e consternação por tantas mortes e destruição provocadas. Centenas de fitas brancas, velas, orações e belas frases pedindo paz e fim das guerras.


Não que eu considere tais reações impróprias, pelo contrário, os sentimentos de aversão à violência, à tirania e à opressão trago sempre comigo. Porém, isso me trouxe à mente algumas questões, cujas respostas indicassem as formas de se evitar a ocorrência, tão recorrente, de guerras. São elas: Por que surgem os senhores das guerras? Em quem se fiam para iniciá-las?


A respostas são óbvias: NÓS os introduzimos e facilitamos os seus surgimentos.. NÓS os apoiamos ou não os calamos!!! Em suma, NÓS sempre somos os responsáveis pelas suas escolhas, e quando somos submetidos às ações de guerra, resta-nos chorar pelo “leite derramado, fugir ou morrermos.


É hora de tomarmos esses acontecimentos como oportunidade para meditarmos sobre nossas escolhas políticas, principalmente neste ano de eleições. Será péssimo para nós brasileiros, cairmos em lamentações iguais as que temos visto nas redes sociais, do tipo:


- Se o Trump estivesse na casa branca, não teria invasão..


- Com o Trump não teria havido a trágica e humilhante retirada do Afeganistão. --Também foram eleger um cômico de stand up para presidente da Ucrânia!!


Isso tudo me preocupa e me leva a sempre lembrar que os senhores das guerras, das tiranias e das opressões existem por NOSSA CAUSA.


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CRISE TRAZ LIÇÃO QUE O BRASIL JÁ DEVERIA TER APRENDIDO HÁ MUITO TEMPO

 Por J.R. Guzzo


 


A guerra entre Rússia e Ucrânia deixa escancarada, mais que em qualquer outra ocasião, uma fraqueza pouco discutida na economia brasileira: a severa dependência que o agronegócio tem dos fertilizantes estrangeiros para se manter vivo, próspero e competitivo. A produção da agricultura e da pecuária, hoje, é uma questão estratégica de primeira ordem para o Brasil. É daí que vem os dólares que, ano após ano, fornecem à economia o oxigênio que lhe permite ter uma vida normal – sem problemas de escassez cambial, sem missões do FMI e com reservas em divisas perto de 400 bilhões de dólares. De um momento para outro, com a guerra, o Brasil fica numa posição complicada: uma porção vital dos fertilizantes que utiliza vem da Rússia, e as incertezas da guerra colocam em questão a regularidade do fornecimento.


 


Essa crise está trazendo uma lição que o Brasil já deveria ter aprendido há muito tempo: uma área tão importante da economia não deveria viver, de maneira permanente, na dependência externa de algo absolutamente essencial para o seu funcionamento. Não haveria o que fazer, naturalmente, se o país não tivesse nenhuma possibilidade material de produzir seus próprios fertilizantes e se fosse obrigado a importar tudo o que precisa. Mas acontece o contrário. O Brasil tem os recursos naturais para isso, sobretudo pelas reservas de potássio – mas recusa-se a desenvolver as suas minas.


 


Rússia, China e outros países utilizam suas riquezas naturais para produzir cada vez mais energia e outros elementos básicos destinados ao desenvolvimento econômico. Em vez de amarrar-se com “políticas ambientais”, tratam de explorar e vender os recursos do seu solo. Aqui, cada vez mais, a caminhada vai na direção diretamente oposta. Legislação ambiental frequentemente suicida, políticas de “proteção aos índios”, a ação do Ministério Público e da Justiça proíbem o Brasil de aproveitar os recursos que são de todos, como fazem outros países, para promover o interesse comum. É o caso das minas de potássio brasileiras. Se pudessem ser trabalhadas, livrariam a nossa agropecuária da dependência da Rússia e de outros fornecedores. Mas não. É proibido mexer no potássio brasileiro porque ele está próximo ou dentro de terras indígenas. Vai se buscar na Rússia o que existe em abundância no Amazonas.


 


A abertura do potássio brasileiro à exploração industrial não tem nada a ver, como sustentam os militantes do ambientalismo, com a satisfação de “interesses das grandes mineradoras” ou das “grandes propriedades rurais”. Tem a ver diretamente com os interesses da população brasileira - a grande beneficiária do agronegócio e do mundo econômico que gira em torno dele. Em nome de meia dúzia, sacrifica-se o interesse de 200 milhões.


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INDAGAÇÕES PRA LÁ DE OPORTUNAS - Gilberto Simões Pires

 FELIZ 2022

Para aqueles que, por tradição, estão convencidos de que o ano só inicia para valer depois do Carnaval, hoje, 02 de março, quarta-feira de cinzas é dia de desejar que o ano de 2022 seja repleto de muita PROSPERIDADE, estado que é cobiçado por todos os seres humanos porque contempla BEM-ESTAR (saúde, vitalidade, energia, disposição); BEM VIVER (independência financeira, qualidade de vida, desenvolvimento e realização pessoal e profissional); e BEM-QUERER (família, amigos, contribuição com a sociedade). 


DECISÃO DOS ELEITORES

Como estamos em pleno ano eleitoral, a almejada PROSPERIDADE é algo que vai depender da decisão exclusiva dos eleitores, que terão a importante incumbência de escolher, em outubro próximo, tanto o presidente da República, quanto os deputados e os senadores. Assim, para que a PROSPERIDADE possa ser alcançada, degrau a degrau, é extremamente necessário que os ocupantes do Poder Legislativo estejam sintonizados com o programa de governo defendido pelo candidato, que deve contemplar tudo aquilo que se define como BEM-ESTAR, BEM VIVER E BEM-QUERER.


ESTRATÉGIA

Pois, o pensador e cientista político Paulo Moura, no seu comentário de hoje, destaca e dá uma boa pista de que Jair Bolsonaro é o único candidato a presidente que realmente está comprometido com a sonhada PROSPERIDADE. Isto fica muito claro e nítido através das indagações que o presidente fez, na semana passada, no seu discurso -estratégico- que dá início à sua campanha eleitoral para a pretendida reeleição. A rigor, Bolsonaro pergunta o que aconteceria com o Brasil e com os brasileiros caso fossem revogadas ou anuladas algumas das propostas aprovadas ao longo dos últimos três anos. 


INDAGAÇÕES

Como o Brasil ficaria se o governo, por exemplo, resolvesse:


1- anular a AUTONOMIA DO BANCO CENTRAL?  


2- revogar a REFORMA TRABALHISTA?


3- retornar o IMPOSTO SINDICAL?


4- revogar a REFORMA DA PREVIDÊNCIA?


5- reestatizar os ATIVOS E EMPRESAS QUE FORAM DESESTATIZADAS?


6-acabar com o TETO DE GASTOS?


7- voltar a interferir nos PREÇOS DOS COMBUSTÍVEIS E DE ENERGIA?


8- voltar a fortalecer o MST?



LUTAR PELA PROSPERIDADE

Pois é. Só estas poucas indagações já são para lá de suficientes para repudiar muito daquilo que a totalidade dos candidatos -socialistas- está querendo para o Brasil, principalmente o candidato criminoso que, segundo informam as mais variadas pesquisas, já mandou confeccionar o terno para, elegantemente, receber a faixa presidencial no início de janeiro de 2023.  Que tal? Vamos reagir, ou vamos aproveitar este início de 2022 para começar a lutar pela cobiçada e desejada PROSPERIDADE? Com a palavra os brasileiros mais sensatos...


Segue link do discurso do Pres. Bolsonaro - https://www.youtube.com/watch?v=cyGfImQxywI

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Creme Antissinais Facial LOreal Paris Revitalift - 27g

 


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Ministério Público diz que não vê elementos de propaganda antecipada de Bolsonaro contra Lula

 


A Procuradoria-Geral Eleitoral afirmou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nesta quarta-feira (2) que não viu elementos que indiquem que o presidente Jair Bolsonaro (PL) fez propaganda eleitoral antecipada durante um evento no Palácio do Planalto em janeiro, quando ele falou sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O PT acusa o presidente de ter realizado propaganda eleitoral antecipada durante uma cerimônia de lançamento de linhas de crédito para aquicultura e pesca, realizada em janeiro.

Na oportunidade, Bolsonaro disse que Lula estaria “loteando ministérios” para organizar sua campanha e que uma eventual eleição do petista seria o retorno do “criminoso” à “cena do crime”. O evento foi transmitido pela TV Brasil (que pertence à EBC – Empresa Brasil de Comunicação), como é de praxe nos eventos dos quais participa o presidente.

Na manifestação ao TSE, o vice-procurador-geral eleitoral, Paulo Gonet Branco, disse que as frases de Bolsonaro não têm o potencial de influenciar o cenário eleitoral.

“As frases ressaltadas pela representação são isoladas e de curta extensão, no contexto do discurso proferido. A representação nada apontou de reprovável no período de mais de meia hora do evento que antecedeu ao pronunciamento das frases curtas contra as quais o partido representante objeta. Essas palavras se mostram episódicas e avulsas”, afirmou.

Para Gonet, não há manifestações de Bolsonaro que necessite a intervenção da Justiça Eleitoral. “O parecer não vislumbra nas solitárias passagens do discurso em exame o elemento do conteúdo eleitoral significativo do ponto de vista punitivo, que justifique a atuação da jurisdição eleitoral.”

O Sul

EA Sports retira equipes russas do jogo "FIFA 22"

 Gigante americana dos games disse estar alinhada "com a Fifa e a Uefa"



A gigante americana dos games, Electronic Arts, anunciou na quarta-feira (2) que está retirando a seleção russa e todos os clubes russos do jogo de simulação de futebol "FIFA 22" e suas versões online e mobile. "A EA Sports se solidariza com o povo ucraniano e, como muitas outras vozes no mundo dos esportes, pede paz e o fim da invasão da Ucrânia (pela Rússia)", escreveu a desenvolvedora no Twitter na quarta-feira. A mensagem recebeu imediatamente milhares de 'curtidas' de internautas.

A EA Sports disse estar alinhada "com a Fifa e a Uefa", que na segunda-feira decidiu excluir a Rússia da Copa do Mundo Catar 2022, todas as suas equipes e seus clubes em competições internacionais "até novo aviso". A editora lançou um processo de atualização para todos os seus produtos "EA Sports FIFA", especialmente para "FIFA 2022", "FIFA Mobile" e "FIFA Online".

O ministro ucraniano da Transformação Numérica, Mikhailo Fedorov, dirigiu-se a várias empresas de tecnologia ocidentais, incluindo editoras de videogames, nos últimos dias para incentivá-las a tomar medidas para bloquear contas russas e bielorrussas de seus serviços. "Em 2022, a tecnologia moderna talvez seja a melhor resposta para tanques e mísseis", escreveu ele, em uma carta aberta aos editores de jogos e plataformas de eSports.



AFP e Correio do Povo

MEC divulga resultado da primeira chamada do Prouni 2022

 Resultado pode ser consultado no site do programa



O Ministério da Educação (MEC) divulgou hoje (2) o resultado da primeira chamada do Programa Universidade para Todos (Prouni). O resultado pode ser consultado no site do programa. O Prouni é um programa criado em 2004 e que, desde então, oferece bolsas de estudo integrais ou parciais em faculdades particulares a estudantes de baixa renda.

Os estudantes da primeira chamada terão os dias 3 e 4 de março para comprovação das informações prestadas na inscrição. O resultado da segunda chamada será divulgado no dia 21 de março e os estudantes selecionados terão entre os dias 21 e 29 de março para comprovar as informações. A lista de espera estará disponível para consulta em 4 e 5 de abril.

Para ter acesso à bolsa integral, o estudante deve comprovar renda familiar bruta mensal de até 1,5 salário mínimo por pessoa. Para a bolsa parcial, a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa. É necessário também que o interessado tenha cursado o ensino médio completo em escola da rede pública ou da rede privada com bolsa integral ou parcial.

Na edição deste ano, o programa vai considerar as duas últimas edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para ingresso em cursos de graduação ou sequencial de formação específica. No Enem, o candidato deve ter alcançado, no mínimo, 450 pontos de média das notas e não pode ter tirado 0 na redação. Até então, a regra em vigor era de que apenas a nota da última edição do Enem, aquela imediatamente anterior ao processo seletivo do Prouni, poderia ser utilizada pelos candidatos para entrar no programa.

Agência Brasil e Correio do Povo