Sérgio Turra é o novo relator do projeto sobre bebida nos estádios

 Ideia do parlamentar é dar celeridade à proposta para que ela tenha tramitação o quanto antes



Após dois deputados terem declinado para a relatoria do projeto que libera a bebida nos estádios, Sérgio Turra (PP) é o novo relator da proposta que tramita na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa. Turra, que é um dos proponentes do projeto, explica que nesta etapa não será analisado o mérito da proposta e sim a parte técnica e constitucional. Defensor da pauta, o parlamentar não vê relação entre o consumo de álcool nas arenas com a violência nos estádios.

“Agora na competência da CCJ, não se faz uma análise mais profunda, especialmente em relação ao mérito. Nós não estamos para analisar o mérito, mas sim uma análise jurídica sobre se é constitucional, se é legal, se tem juridicidade o projeto apresentado. Então não se adentra no mérito, não é o momento de propor, por exemplo, uma audiência pública para tratar do tema em si. É um parecer que fica mais no campo técnico. Fica na esfera de analisar a competência ou não do Legislativo para propor o projeto, se ele está adequado as regras legais e jurídicas” detalhou Turra.

Sendo um dos proponentes do projeto, Sérgio Turra citou diversos exemplos positivos de eventos esportivos onde houve a venda de bebidas e não houve registro de violência. Conforme o parlamentar na época do veto do governador Eduardo Leite (2018), existia uma dúvida sobre a competência dos estados para trataram do assunto, contudo a dúvida foi superada. “Já houve um julgamento, ou seja, já há jurisprudência consolidada no país. Tanto isso é verdade que outros estados já permitem a venda de bebidas alcoólicas, ou seja, há competência. Então aquilo que lá atrás foi uma justificativa para o veto já está superado”, explicou o deputado.

Confusões no Gre-Nal

Constantemente relacionada a bebida alcoólica, a violência nos estádios continua. Para Sérgio Turra é necessário respeitar as opiniões divergentes, porém ele acredita que não existe como relacionar os assuntos. Turra também defendeu punição exemplar aos ditos torcedores que arremessaram uma pedra contra o ônibus do Grêmio, no último sábado (26).

“Eles precisam ser punidos nos rigores da lei. Mas você não pode punir aquele torcedor, que em sua maioria, vai pro estádio de forma pacífica, que quer torcer para o seu time, que quer ter direito de beber uma cerveja, como aconteceu durante a Copa do Mundo. Nós não podemos punir quem age corretamente por exceções que destoam completamente, como o que aconteceu nesse Grenal: vandalismo, banditismo, que punam os culpados nos rigores da lei”, afirmou.

A ideia do parlamentar é dar celeridade à proposta para que ela tenha tramitação o quanto antes.

Rádio Guaíba e Correio do Povo

Melo discute integração do transporte público em reunião com a ATM

 Implementação pode provocar mudanças em linhas de ônibus que estão sobrepostas aos coletivos urbanos da Capital



O prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, reuniu-se nesta segunda-feira com dirigentes da Associação dos Transportadores Intermunicipais Metropolitanos de Passageiros (ATM) no Paço Municipal. Em pauta, a integração do transporte público, que pode provocar mudanças em linhas de ônibus que estão sobrepostas aos coletivos urbanos da Capital.

“Não há como melhorar o sistema de Porto Alegre se não houver esse entrosamento, especialmente no que diz respeito à integração. Queremos acabar com as rodoviárias abertas do Centro Histórico. Esperamos ter um cronograma para operar isso de forma conjunta”, disse o prefeito após a reunião de trabalho. 

Há uma semana, o governo do Estado propôs a supressão de linhas duplicadas que realizam um mesmo trajeto, em horários próximos, permanecendo apenas uma, a depender dos municípios, em reunião com a Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre (Granpal). Porto Alegre e Canoas encabeçarão um projeto-piloto, que deve entrar em prática em 90 ou 120 dias.

Uma das principais dúvidas é como será a compensação tarifária das linhas para os municípios. “Esse ano é um ano definidor para isso. Se o governo não apresentar uma proposta nós vamos restringir a entrada de ônibus em determinados lugares. O que não vai continuar acontecendo é o que ocorre hoje. Todo mundo entra aqui, não há contribuição e quem paga o pato é Porto Alegre”, afirma Melo, que também é o atual presidente da Granpal.

Caso se confirme a implementação, a integração dos ônibus metropolitanos e urbanos deve alterar trajetos das linhas e, em alguns casos, demandar que os usuários peguem dois ônibus para fazer uma viagem atualmente feita em apenas um coletivo. A mudança valeria apenas em horários de entrepico em dias úteis, entre 9h e 16 horas; nos demais, não haveria alterações. O Estado afirma que são 434 km de linhas sobrepostas, ou seja, que recebem tanto linhas urbanas quanto metropolitanas, na Capital. Porém, as metropolitanas se sobrepõem às urbanas em 93% do trajeto dentro da cidade.

O presidente da ATM, José Antônio Ohlweiler, que estava acompanhada do vice-presidente institucional da ATM, Fabiano Rocha Izabel e do gerente da ATM e diretor do Consórcio TEU, Erico Michels, informou que durante o encontro abordaram sobre as atuais dificuldades enfrentadas pelo sistema de transporte público e as possíveis soluções. Entre elas, um dos temas abordados foi a integração.

Sobre a proposta de integração, ele avalia inicialmente que é uma ideia que poderá resultar em avanços importantes. "Mas demandará amplo debate entre prefeituras, Estado e a representação das empresas para que possa ser construído um modelo eficiente em termos de regras e execução. O tema foi apresentado pelo Estado aos prefeitos da região Metropolitana e também aguardamos o convite para que as empresas conheçam melhor a proposta e possam dialogar sobre o assunto com o órgão regulador e os demais envolvidos, podendo projetar, assim, os impactos para o transporte intermunicipal", enfatizou.

Correio do Povo

Mais vagas de emprego em Porto Alegre - 03.03.2022

 

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Utilização da máscara gera discussão na Assembleia do RS

 Deputados apresentaram requerimento contra a decisão do governo de flexibilizar a proteção por crianças. Outros defenderam a medida



fim da obrigatoriedade do uso de máscaras para crianças até 12 anos, que está dividindo opiniões entre pais e especialistas, também chegou ao plenário da Assembleia Legislativa. Nesta quarta-feira, as bancadas do PT, PSol e PDT entregaram ao presidente da Casa, Valdeci Oliveira (PT), um requerimento pedindo a revogação da medida assinada pelo governador Eduardo Leite (PSDB), durante o carnaval. Logo após, deputados a favor da decisão do Executivo ocuparam a tribuna para fazer suas manifestações.

O documento, assinado pelos líderes dos partidos e com o apoio de uma série de entidades, foi entregue pessoalmente ao presidente pelas deputadas Sofia Cavedon (PT) e Luciana Genro (PSol). Amparado na legislação Federal, o requerimento acusa o governo do Estado de “ilegalidade e consequente exorbitação do poder regulamentar”. 
No encontro, as deputadas justificaram que a medida do Executivo é "irresponsável e em um momento inoportuno", uma vez que os índices de vacinação infantil ainda não atingiu percentuais consideráveis. Alegam, ainda, uma alta capacidade de adaptação por parte dos pequenos e apontam para o risco de que, sem máscaras, ocorra um aumento no número de casos de Covid-19 nas escolas, fazendo com que as aulas sejam sustadas e causando um prejuízo na educação. “A máscara cumpre um papel importante nesse momento”, defendeu Sofia. 

O documento foi acolhido pela mesa diretora e vai para tramitação regimental. O pedido será apreciado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, em caso de acolhimento pelos membros do colegiado, será transformado em Projeto de Decreto Legislativo (PDL) para tramitação. O presidente da Casa não se posicionou sobre o assunto, mas reiterou seu apoio aos protocolos de proteção e à vacinação. 

A tendência é que o PDL não avance sem gerar polêmicas. Isto porque parte dos parlamentares vai de acordo com o entendimento do governo. É o caso do deputado Fábio Ostermann (Novo), que na semana passada havia protocolado um projeto de lei com o mesmo teor. Ostermann ocupou a tribuna para defender a medida. “Respeita a necessidade de desenvolvimento das crianças”, alegou. Ele citou, ainda, outros países onde atitudes similares já foram tomadas e não resultaram em problemas. “É uma medida proporcional ao momento”, justificou ao falar sobre o retorno das atividades, complementando que esse seria um “avanço de forma responsável”. 

Na mesma linha do deputado do Novo, a deputada Any Ortiz (Cidadania) elogiou ação do governador, classificando como “vitória do bom senso”. Ela argumentou que é “um absurdo” crianças serem obrigadas a usar máscaras na escola enquanto que em atividades como shows ou restaurantes, adultos são dispensados do uso. Falou, ainda, sobre os riscos ao desenvolvimento infantil, trazendo o alerta de psiquiatras sobre as dificuldades no aprendizado verbal e não verbal. “É óbvio que nenhum pai ou mãe quer expor os seus filhos”, assegurou, mas defendeu os direitos dos responsáveis de decidirem sobre a educação das suas crianças. 

Correio do Povo

Defesa Civil alerta moradores do bairro Floresta sobre evacuação para implosão do prédio da SSP

 A mobilização na região terá início ainda no sábado, a partir das 18h, quando a EPTC fará o isolamento das vagas de estacionamento no perímetro



Durante toda a semana a Defesa Civil do RS distribuiu alertas para a população do bairro Floresta, sobre a evacuação no dia da implosão, no próximo domingo, da antiga sede da Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul (SSP). Além de toda a divulgação nos canais oficiais do governo e pela imprensa, agentes do Estado farão a entrega presencial de um comunicado impresso com informações sobre a obrigatoriedade de evacuação da área e os cuidados necessários ao deixar os locais.

Segundo o sub-chefe da Defesa Civil estadual, coronel Marcus Vinicius Gonçalves Oliveira, existem poucas residências na área, o que facilitará a evacuação do bairro. “Na verdade essa é uma área mais de serviços e comercial. Então nós vamos encontrar centros de reciclagem, lavagens de veículos, são pouquíssimos imóveis residenciais e todos que nós visitamos não tivemos nenhum tipo de problema. As pessoas estão bem conscientes e acreditamos que vai ser bem tranquila a evacuação. De qualquer forma é uma questão de segurança pública. Essas pessoas vão ser informadas e convidadas a se retirar (em caso de resistência para evacuar a área de risco)”, detalhou.

Conforme a Defesa Civil estadual alguns cuidados são fundamentais ao sair de casa, bem como fechar o registro do gás, conferir se todas as portas e janelas estão fechadas, desligar a chave geral de energia, não deixar veículos estacionados nas ruas bloqueadas, somente dentro de garagens e levar seus animais de estimação durante a evacuação.

A mobilização na região terá início ainda no sábado, a partir das 18h, quando a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) fará o isolamento das vagas de estacionamento no perímetro, que engloba as ruas Garibaldi, Santo Antônio, Ernesto Alves, Comendador Coruja e Pelotas, entre a Avenida Farrapos e a Rua Voluntários da Pátria. A partir deste momento, não será mais permitido estacionar em via pública no raio de 300 metros do prédio, considerada Área de Segurança Pública.

“Vai haver esse controle para que as pessoas não estacionem nessas ruas, que vão estar isoladas, e depois, no dia 6, às 7h da manhã já há um contingenciamento de veículos, ou seja, os veículos não entrarão mais, a não ser aqueles que são moradores. Pelas 8h se congela tudo, não entram pessoas, veículos, e nós vamos desocupando os imóveis”, explicou o sub-chefe da Defesa Civil.

Ainda na véspera da implosão, a Fundação de Assistência Social e Cidadania de Porto Alegre (Fasc) fará abordagens à população de rua da região, para informar sobre a necessidade de remoção temporária no perímetro durante a manhã do dia seguinte.

Rádio Guaíba e Correio do Povo


Porto Alegre começa a utilizar Astrazeneca na dose de reforço contra Covid-19

Autoridades ucranianas admitem queda de Kherson para tropas da Rússia

 Cidade foi duramente bombardeada antes de invasão



Autoridades ucranianas confirmaram na madrugada desta quinta-feira (horário local) a captura pelo exército russo de Kherson, uma cidade portuária de 290.000 habitantes no sul do país. "Os invasores estão em todas as partes da cidade e são muito perigosos", declarou o chefe da administração regional, Guennady Lakhuta.

Pela manhã, Moscou havia anunciado seu controle sobre esta cidade na costa do mar Negro, no que representa a maior vitória das tropas russas desde o início da invasão, há sete dias. O prefeito de Kherson, Igor Kolykhayev, afirmou ter conversado com os "convidados armados" em um edifício da administração municipal.

"Não tínhamos armas e não fomos agressivos. Mostramos que trabalhamos para garantir a cidade e tentamos parar as consequências da invasão", declarou em mensagem no Facebook. "Encontramos enormes dificuldades com a recolha e enterro dos mortos, a entrega de alimentos e medicamentos, a recolha de resíduos, a gestão de acidentes, etc", afirmou.

O prefeito anunciou um toque de recolher noturno e restrição ao tráfego de carros, alegando não ter "feito nenhuma promessa" aos russos e "simplesmente lhes pedido que não atirassem nas pessoas". "Até agora tudo está indo bem. A bandeira que voa acima de nós é a ucraniana. E para que isso continue, essas exigências devem ser respeitadas", acrescentou.

O exército russo anunciou ao amanhecer que havia capturado Kherson, localizada a cem quilômetros da península da Crimeia que Moscou anexou em 2014. As tropas invasoras já tomaram outro importante porto do país, Berdyansk, e estão atacando Mariupol, cujo prefeito, Vadim Boichenko, assegurou que as forças ucranianas "repeliram dignamente" os ataques.

"Hoje foi o dia mais difícil e cruel dos sete dias de guerra. Hoje, eles simplesmente queriam nos destruir", denunciou em um vídeo no Telegram, acusando os russos de terem "disparado contra prédios residenciais". "Infelizmente, infra-estruturas essenciais foram novamente danificadas. Estamos novamente sem eletricidade, sem água, sem aquecimento", disse.

AFP e Correio do Povo

Novas vagas de emprego em Porto Alegre - 03.03.2022

 

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Putin e premiê de Israel discutem situação na Ucrânia por telefone

 Segundo presidente da Rússia, segurança de Moscou está entre as principais condições para a solução do conflito


O presidente russo, Vladimir Putin, e o primeiro-ministro israelense, Naftali Bennett, conversaram nesta quarta-feira sobre a operação militar de Moscou na Ucrânia em um telefonema iniciado pelo lado israelense, disse o Kremlin em comunicado.

Putin disse a Bennett que levar em conta os interesses de segurança de Moscou estava entre as principais condições para a solução do conflito, disse o Kremlin, acrescentando que os dois líderes concordaram em continuar os contatos pessoais.

Na última terça-feira, Israel enviou três aviões transportando 100 toneladas de ajuda humanitária que devem chegar à fronteira da Polônia com a Ucrânia no final desta semana. A ajuda inclui 17 toneladas de equipamentos médicos e medicamentos, sistemas de purificação e abastecimento de água, milhares de barracas, cobertores, sacos de dormir e casacos.

Durante Assembleia Geral da ONU desta quarta-feira, o representante de Israel votou a favor da resolução da ONU contra a invasão russa da Ucrânia. A medida exige que a Rússia se retire "imediatamente" do território ucraniano, em uma forte repreensão às ações de Putin.

Autoridades da Ucrânia estimam que pelo menos 7.000 soldados russos morreram durantes os primeiros sete dias de invasão ao país. Contradizendo estes dados, o porta-voz do Exército da Rússia afirma que as forças armadas sofreram 498 baixas.



R7 e Correio do Povo

Sete maiores bancos da Rússia são expulsos do sistema Swift

 União Europeia anunciou a decisão nesta quarta-feira banindo os bancos russos do sistema de pagamentos global



A União Europeia concordou nesta quarta-feira (2) em excluir os sete principais bancos russos do do sistema mundial de comunicação interbancária, chamado Swift. A medida é mais uma sanção para pressionar a Rússia, após a invasão da Ucrânia. A medida entrará em vigor no dia 12.

Os bancos afetados são: Bank Otkritie, Novikombank, Promsvyazbank, Bank Rossiya, Sovcombank, Vnesheconombank (VEB) e VTB Bank

O Swift (Sociedade de Telecomunicações Financeiras Interbancárias Mundiais) é um sistema de comunicação que permite o pagamento e a transferência de recursos entre empresas de diferentes países, padronizando as informações financeiras.

Essa medida impedirá que esses bancos realizem suas transações financeiras em todo o mundo de forma rápida e eficiente. A decisão foi estreitamente coordenada com os parceiros internacionais da UE, como os Estados Unidos e o Reino Unido.

Os bancos atingidos ​​pela medida foram escolhidos porque esses bancos já estão sujeitos a sanções pela UE e outros países do G7. Outros bancos russos também poderão ser excluídos a curto prazo.

Como funciona o Swift

Sediado e gerido na Bélgica, o Swift foi criado por americanos e europeus em 1973 e reúne hoje 11 mil instituições financeiras conectadas em mais de 200 países.

Na prática, ele funciona como um sistema de mensagens em tempo real que permite aos bancos e às empresas informarem uns aos outros os pagamentos que serão realizados e já foram recebidos. Só no ano passado, mais de 42 milhões de mensagens foram trocadas por dia.

O objetivo do consórcio é garantir que os usuários em todo o mundo se comuniquem de forma rápida e segura. Vale reforçar que o mecanismo não é um sistema de pagamentos, e sim um serviço de mensagens.



R7 e Correio do Povo

Presidente da Ucrânia comemora atrapalhar "planos desleais" da invasão russa

 Zelenski elogiou resistência heroica nos últimos sete dias



O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, comemorou na noite desta quarta-feira ter atrapalhado os "planos desleais" da invasão da Rússia em seu país e elogiou a resistência "heroica" de sua população. As nações inimigas vivem a expectativa de novas conversas por um cessar-fogo, nesta quinta-feira.

"Somos uma nação que quebrou os planos do inimigo em uma semana. Planos escritos há anos: pérfidos, cheios de ódio ao nosso país, nosso povo", afirmou Zelenski em um vídeo postado no Telegram.

O presidente ucraniano afirmou "admirar sinceramente os habitantes heroicos" das cidades que resistem ao avanço das forças russas há sete dias. Zelenski também disse que quase 9 mil soldados russos morreram em uma semana, um número impossível de ser verificado de imediato e que Moscou rejeita. O primeiro balanço do exército russo, divulgado nesta quarta-feira, cita 498 soldados mortos e 1.597 feridos.

No Twitter, o presidente da Ucrânia afirmou ter conversado por telefone com o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, para agradecer as sanções que o Canadá impôs contra Moscou.

Zelenski também declarou ter falado com o presidente do Cazaquistão, Masym Jomart Tokayev, uma aliado de Moscou, e terem concordado em "cooperar em questões humanitárias".

AFP e Correio do Povo