Acusação de Bolsonaro contra Lula não é propaganda eleitoral, diz Ministério Público

 Decisão se refere a um discurso feito em janeiro deste ano pelo presidente da República, em evento do governo, transmitido pela TV Brasil



A Procuradoria-Geral Eleitoral informou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) entender que acusações feitas pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) contra o ex-presidente Lula (PT) não configuram propaganda eleitoral antecipada, crime que pode ser punido com multa. O caso se refere a um discurso de Bolsonaro transmitido pela TV Brasil no dia 12 de janeiro deste ano, durante um evento oficial de lançamento de linhas de crédito no Palácio do Planalto.

O PT ajuizou uma representação contra Bolsonaro afirmando que ele havia feito referências negativas a Lula, pré-candidato a presidente da República, e defendeu a tese de que a conduta configurava propaganda eleitoral antecipada em uma TV estatal. Na ação, o partido destacou falas do presidente, na qual ele não cita exatamente o nome de Lula. 

"[Antes] tudo era loteado, tudo era acertado. Como vejo agora, não tenho provas, mas vou falar. Como é que aquele cidadão [fazendo gesto com nove dedos levantados, em referência a Lula] está conseguindo apoio, apesar de uma vida pregressa imunda, já loteando ministérios?", transcreveu o partido na ação.

"E quando se fala que 'ah, não tinha corrupção no passado, porque eu saí da cadeia, voltou à estaca zero'. Claro que tinha corrupção. Dos 100 milhões que a Petrobras pagou no passado, vieram de acordo de leniência e devolução de delatores. Só um dos delatores devolveu 100 milhões. De onde veio essa grana? E querem reconduzir à cena do crime o criminoso, juntamente com Geraldo Alckmin", completou Bolsonaro.

O PT declarou que as falas do presidente "possuem evidente intenção de tratar sobre as eleições presidenciais que se aproximam". Segundo o partido, "eis que se refere expressamente ao pleito eleitoral de 2022 ao falar que o senhor Luiz Inácio Lula da Silva já estaria 'loteando ministérios', além de chamá-lo de corrupto e 'criminoso', de modo a atacar o seu adversário mais destacado segundo as pesquisas de intenção de voto".

Em parecer do último dia 24, o vice-procurador-geral eleitoral, Paulo Gustavo Gonet Branco, considerou a representação improcedente. Ele ressalta que esse é o primeiro caso de suposta propaganda eleitoral antecipada neste ano de 2022 que é reportado à Procuradoria-Geral Eleitoral, e que a análise é restrita a esse caso. Segundo Gonet, se a conduta se repetir, a análise poderá ser outra.

"A reiteração de manifestações ambíguas decerto que pode redefinir o contexto contra o qual o discurso é examinado, motivando, então, que se preconize solução diversa da que aqui se sugere. Não caracterizado, enfim, neste caso, levando-se em conta as suas peculiaridades, o pressuposto do conteúdo eleitoral relevante no discurso em debate", afirmou.

O vice-procurador-geral eleitoral declarou que, ainda que a propaganda eleitoral antecipada possa se caracterizar mesmo sem pedido expresso de voto, "a jurisprudência do TSE não entende que o político perca a liberdade de expressão, no que tange ao direito de crítica, pelo só fato de pretender o voto popular".

"O administrador não está tolhido de apresentar os seus feitos ao público e mesmo de enfatizar o que lhe parece ser uma melhoria na qualidade da prestação dos serviços, mediante comparações com gestões anteriores", frisou. Gonet ainda afirmou que "as frases ressaltadas pela representação são isoladas e de curta extensão, no contexto do discurso proferido".

"A representação nada apontou de reprovável no período de mais de meia hora do evento que antecedeu ao pronunciamento das frases curtas contra as quais o partido representante objeta. Essas palavras se mostram episódicas e avulsas. Mais ainda, o discurso se deu nos primeiros dias deste ano eleitoral, em momento consideravelmente distanciado do período eleitoral propriamente dito e num ambiente de prorrogação de refregas político-partidárias entre personagens do governo e a oposição, iniciado muito antes do instante em que o discurso foi articulado", relatou.

R7 e Correio do Povo

Pedro Ruas ficará afastado da Câmara de Porto Alegre em função de acidente

 Vereador caiu de bicicleta enquanto passava o feriado de carnaval em Bagé

Taline Oppitz



O vereador Pedro Ruas (PSol) ficará de licença do cargo pelos próximos 15 dias, em função das consequências de um acidente. Durante o carnaval, o vereador acabou sofrendo uma queda de bicicleta, enquanto visita o filho e os netos na cidade de Bagé, na fronteira. Ele quebrou três costelas, levou 10 pontos na testa e teve muitas escoriações.

Apesar de ir duas vezes ao hospital, Ruas retornou a Porto Alegre e já está em casa, mas terá que ficar em repouso e afastado das atividades da Câmara de Vereadores.  Segundo o vereador, está sendo muito bem cuidado e mimado pela netinha Alice. 

O prazo inicial é de 15 dias, mas pode ser ampliado. Em função do Carnaval, a Câmara retomou as atividades nesta quarta-feira.

Correio do Povo


Incêndio em Jaguarão fecha Farmácia Municipal, INSS e Secretaria de Planejamento Urbano

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Após passar feriado em São Paulo, Bolsonaro desembarca em Brasília

 Presidente deve voltar ao estado na sexta-feira, em evento que contará com a participação do ministro Tarcísio de Freitas


Após passar o ponto facultativo de Carnaval no litoral de São Paulo, o presidente Jair Bolsonaro (PL) desembarcou, nesta quarta-feira, em Brasília (DF). No período, o chefe do Executivo conversou e tirou fotos com apoiadores, andou de moto aquática e curtiu as praias da região Sul do estado.

O presidente saiu da capital federal rumo ao Guarujá no último sábado (26). Nos dias seguintes, visitou também Santos e Praia Grande. Durante o período, Bolsonaro ficou hospedado no Forte dos Andradas, onde fica o 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea do Exército.

Na quinta-feira (3), o chefe do Executivo reúne-se com o ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni, e com Pedro Cesar Sousa, subchefe para Assuntos Jurídicos da Secretaria-Geral da Presidência da República. Às 17h, ele e o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, participam de cerimônia em alusão ao Dia Mundial das Pessoas com Doenças Raras, no Palácio do Planalto.

No dia seguinte, sexta-feira (4), está prevista a participação do presidente durante evento em São José dos Campos, em São Paulo, com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas — que é pré-candidato ao governo de SP.

Como o R7 mostrou, o ministro intensificou viagens pelo país nos dois primeiros meses de 2022 em comparação com o mesmo período de 2021. Tarcísio saltou o número de viagens: 7 para 14, e o estado mais visitado pelo ministro é São Paulo.

No evento de sexta-feira (4), o governo repassará formalmente ao Grupo CCR a administração das rodovias Presidente Dutra e Rio-Santos. Nos próximos 30 anos, a concessionária deve aplicar R$ 14,8 bilhões a fim de modernizar as vias e destinar R$ 10,8 bilhões para elevar os padrões dos serviços prestados.

Além disso, o contrato prevê uma série de intervenções, como a duplicação de 80 quilômetros da BR-101, entre Rio de Janeiro e Angra dos Reis, e 590 quilômetros de faixas adicionais. De acordo com o governo federal, as obras devem criar quase 220 mil vagas de emprego ao longo das três décadas.

Invasão russa à Ucrânia

Durante o Carnaval, Bolsonaro comentou sobre a invasão militar da Rússia à Ucrânia, que está no sétimo dia. Nesta quarta-feira (2), a Assembleia-Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), com voto do Brasil, adotou uma resolução que "exige" que a Rússia retire-se imediatamente da Ucrânia.

O chefe do Executivo afirmou que lamenta o ocorrido, mas não vê motivos para dialogar, por enquanto, com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. Bolsonaro destacou que o Brasil concederá visto humanitário para cidadãos da Ucrânia e disse, ainda, que o país corre o risco de ficar sem potássio, mineral presente em fertilizantes utilizados por agricultores — a Rússia é o principal fornecedor de adubos à base da substância.


R7 e Correio do Povo

Sérgio Turra é o novo relator do projeto sobre bebida nos estádios

 Ideia do parlamentar é dar celeridade à proposta para que ela tenha tramitação o quanto antes



Após dois deputados terem declinado para a relatoria do projeto que libera a bebida nos estádios, Sérgio Turra (PP) é o novo relator da proposta que tramita na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa. Turra, que é um dos proponentes do projeto, explica que nesta etapa não será analisado o mérito da proposta e sim a parte técnica e constitucional. Defensor da pauta, o parlamentar não vê relação entre o consumo de álcool nas arenas com a violência nos estádios.

“Agora na competência da CCJ, não se faz uma análise mais profunda, especialmente em relação ao mérito. Nós não estamos para analisar o mérito, mas sim uma análise jurídica sobre se é constitucional, se é legal, se tem juridicidade o projeto apresentado. Então não se adentra no mérito, não é o momento de propor, por exemplo, uma audiência pública para tratar do tema em si. É um parecer que fica mais no campo técnico. Fica na esfera de analisar a competência ou não do Legislativo para propor o projeto, se ele está adequado as regras legais e jurídicas” detalhou Turra.

Sendo um dos proponentes do projeto, Sérgio Turra citou diversos exemplos positivos de eventos esportivos onde houve a venda de bebidas e não houve registro de violência. Conforme o parlamentar na época do veto do governador Eduardo Leite (2018), existia uma dúvida sobre a competência dos estados para trataram do assunto, contudo a dúvida foi superada. “Já houve um julgamento, ou seja, já há jurisprudência consolidada no país. Tanto isso é verdade que outros estados já permitem a venda de bebidas alcoólicas, ou seja, há competência. Então aquilo que lá atrás foi uma justificativa para o veto já está superado”, explicou o deputado.

Confusões no Gre-Nal

Constantemente relacionada a bebida alcoólica, a violência nos estádios continua. Para Sérgio Turra é necessário respeitar as opiniões divergentes, porém ele acredita que não existe como relacionar os assuntos. Turra também defendeu punição exemplar aos ditos torcedores que arremessaram uma pedra contra o ônibus do Grêmio, no último sábado (26).

“Eles precisam ser punidos nos rigores da lei. Mas você não pode punir aquele torcedor, que em sua maioria, vai pro estádio de forma pacífica, que quer torcer para o seu time, que quer ter direito de beber uma cerveja, como aconteceu durante a Copa do Mundo. Nós não podemos punir quem age corretamente por exceções que destoam completamente, como o que aconteceu nesse Grenal: vandalismo, banditismo, que punam os culpados nos rigores da lei”, afirmou.

A ideia do parlamentar é dar celeridade à proposta para que ela tenha tramitação o quanto antes.

Rádio Guaíba e Correio do Povo

Melo discute integração do transporte público em reunião com a ATM

 Implementação pode provocar mudanças em linhas de ônibus que estão sobrepostas aos coletivos urbanos da Capital



O prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, reuniu-se nesta segunda-feira com dirigentes da Associação dos Transportadores Intermunicipais Metropolitanos de Passageiros (ATM) no Paço Municipal. Em pauta, a integração do transporte público, que pode provocar mudanças em linhas de ônibus que estão sobrepostas aos coletivos urbanos da Capital.

“Não há como melhorar o sistema de Porto Alegre se não houver esse entrosamento, especialmente no que diz respeito à integração. Queremos acabar com as rodoviárias abertas do Centro Histórico. Esperamos ter um cronograma para operar isso de forma conjunta”, disse o prefeito após a reunião de trabalho. 

Há uma semana, o governo do Estado propôs a supressão de linhas duplicadas que realizam um mesmo trajeto, em horários próximos, permanecendo apenas uma, a depender dos municípios, em reunião com a Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre (Granpal). Porto Alegre e Canoas encabeçarão um projeto-piloto, que deve entrar em prática em 90 ou 120 dias.

Uma das principais dúvidas é como será a compensação tarifária das linhas para os municípios. “Esse ano é um ano definidor para isso. Se o governo não apresentar uma proposta nós vamos restringir a entrada de ônibus em determinados lugares. O que não vai continuar acontecendo é o que ocorre hoje. Todo mundo entra aqui, não há contribuição e quem paga o pato é Porto Alegre”, afirma Melo, que também é o atual presidente da Granpal.

Caso se confirme a implementação, a integração dos ônibus metropolitanos e urbanos deve alterar trajetos das linhas e, em alguns casos, demandar que os usuários peguem dois ônibus para fazer uma viagem atualmente feita em apenas um coletivo. A mudança valeria apenas em horários de entrepico em dias úteis, entre 9h e 16 horas; nos demais, não haveria alterações. O Estado afirma que são 434 km de linhas sobrepostas, ou seja, que recebem tanto linhas urbanas quanto metropolitanas, na Capital. Porém, as metropolitanas se sobrepõem às urbanas em 93% do trajeto dentro da cidade.

O presidente da ATM, José Antônio Ohlweiler, que estava acompanhada do vice-presidente institucional da ATM, Fabiano Rocha Izabel e do gerente da ATM e diretor do Consórcio TEU, Erico Michels, informou que durante o encontro abordaram sobre as atuais dificuldades enfrentadas pelo sistema de transporte público e as possíveis soluções. Entre elas, um dos temas abordados foi a integração.

Sobre a proposta de integração, ele avalia inicialmente que é uma ideia que poderá resultar em avanços importantes. "Mas demandará amplo debate entre prefeituras, Estado e a representação das empresas para que possa ser construído um modelo eficiente em termos de regras e execução. O tema foi apresentado pelo Estado aos prefeitos da região Metropolitana e também aguardamos o convite para que as empresas conheçam melhor a proposta e possam dialogar sobre o assunto com o órgão regulador e os demais envolvidos, podendo projetar, assim, os impactos para o transporte intermunicipal", enfatizou.

Correio do Povo

Mais vagas de emprego em Porto Alegre - 03.03.2022

 

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Utilização da máscara gera discussão na Assembleia do RS

 Deputados apresentaram requerimento contra a decisão do governo de flexibilizar a proteção por crianças. Outros defenderam a medida



fim da obrigatoriedade do uso de máscaras para crianças até 12 anos, que está dividindo opiniões entre pais e especialistas, também chegou ao plenário da Assembleia Legislativa. Nesta quarta-feira, as bancadas do PT, PSol e PDT entregaram ao presidente da Casa, Valdeci Oliveira (PT), um requerimento pedindo a revogação da medida assinada pelo governador Eduardo Leite (PSDB), durante o carnaval. Logo após, deputados a favor da decisão do Executivo ocuparam a tribuna para fazer suas manifestações.

O documento, assinado pelos líderes dos partidos e com o apoio de uma série de entidades, foi entregue pessoalmente ao presidente pelas deputadas Sofia Cavedon (PT) e Luciana Genro (PSol). Amparado na legislação Federal, o requerimento acusa o governo do Estado de “ilegalidade e consequente exorbitação do poder regulamentar”. 
No encontro, as deputadas justificaram que a medida do Executivo é "irresponsável e em um momento inoportuno", uma vez que os índices de vacinação infantil ainda não atingiu percentuais consideráveis. Alegam, ainda, uma alta capacidade de adaptação por parte dos pequenos e apontam para o risco de que, sem máscaras, ocorra um aumento no número de casos de Covid-19 nas escolas, fazendo com que as aulas sejam sustadas e causando um prejuízo na educação. “A máscara cumpre um papel importante nesse momento”, defendeu Sofia. 

O documento foi acolhido pela mesa diretora e vai para tramitação regimental. O pedido será apreciado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, em caso de acolhimento pelos membros do colegiado, será transformado em Projeto de Decreto Legislativo (PDL) para tramitação. O presidente da Casa não se posicionou sobre o assunto, mas reiterou seu apoio aos protocolos de proteção e à vacinação. 

A tendência é que o PDL não avance sem gerar polêmicas. Isto porque parte dos parlamentares vai de acordo com o entendimento do governo. É o caso do deputado Fábio Ostermann (Novo), que na semana passada havia protocolado um projeto de lei com o mesmo teor. Ostermann ocupou a tribuna para defender a medida. “Respeita a necessidade de desenvolvimento das crianças”, alegou. Ele citou, ainda, outros países onde atitudes similares já foram tomadas e não resultaram em problemas. “É uma medida proporcional ao momento”, justificou ao falar sobre o retorno das atividades, complementando que esse seria um “avanço de forma responsável”. 

Na mesma linha do deputado do Novo, a deputada Any Ortiz (Cidadania) elogiou ação do governador, classificando como “vitória do bom senso”. Ela argumentou que é “um absurdo” crianças serem obrigadas a usar máscaras na escola enquanto que em atividades como shows ou restaurantes, adultos são dispensados do uso. Falou, ainda, sobre os riscos ao desenvolvimento infantil, trazendo o alerta de psiquiatras sobre as dificuldades no aprendizado verbal e não verbal. “É óbvio que nenhum pai ou mãe quer expor os seus filhos”, assegurou, mas defendeu os direitos dos responsáveis de decidirem sobre a educação das suas crianças. 

Correio do Povo

Defesa Civil alerta moradores do bairro Floresta sobre evacuação para implosão do prédio da SSP

 A mobilização na região terá início ainda no sábado, a partir das 18h, quando a EPTC fará o isolamento das vagas de estacionamento no perímetro



Durante toda a semana a Defesa Civil do RS distribuiu alertas para a população do bairro Floresta, sobre a evacuação no dia da implosão, no próximo domingo, da antiga sede da Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul (SSP). Além de toda a divulgação nos canais oficiais do governo e pela imprensa, agentes do Estado farão a entrega presencial de um comunicado impresso com informações sobre a obrigatoriedade de evacuação da área e os cuidados necessários ao deixar os locais.

Segundo o sub-chefe da Defesa Civil estadual, coronel Marcus Vinicius Gonçalves Oliveira, existem poucas residências na área, o que facilitará a evacuação do bairro. “Na verdade essa é uma área mais de serviços e comercial. Então nós vamos encontrar centros de reciclagem, lavagens de veículos, são pouquíssimos imóveis residenciais e todos que nós visitamos não tivemos nenhum tipo de problema. As pessoas estão bem conscientes e acreditamos que vai ser bem tranquila a evacuação. De qualquer forma é uma questão de segurança pública. Essas pessoas vão ser informadas e convidadas a se retirar (em caso de resistência para evacuar a área de risco)”, detalhou.

Conforme a Defesa Civil estadual alguns cuidados são fundamentais ao sair de casa, bem como fechar o registro do gás, conferir se todas as portas e janelas estão fechadas, desligar a chave geral de energia, não deixar veículos estacionados nas ruas bloqueadas, somente dentro de garagens e levar seus animais de estimação durante a evacuação.

A mobilização na região terá início ainda no sábado, a partir das 18h, quando a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) fará o isolamento das vagas de estacionamento no perímetro, que engloba as ruas Garibaldi, Santo Antônio, Ernesto Alves, Comendador Coruja e Pelotas, entre a Avenida Farrapos e a Rua Voluntários da Pátria. A partir deste momento, não será mais permitido estacionar em via pública no raio de 300 metros do prédio, considerada Área de Segurança Pública.

“Vai haver esse controle para que as pessoas não estacionem nessas ruas, que vão estar isoladas, e depois, no dia 6, às 7h da manhã já há um contingenciamento de veículos, ou seja, os veículos não entrarão mais, a não ser aqueles que são moradores. Pelas 8h se congela tudo, não entram pessoas, veículos, e nós vamos desocupando os imóveis”, explicou o sub-chefe da Defesa Civil.

Ainda na véspera da implosão, a Fundação de Assistência Social e Cidadania de Porto Alegre (Fasc) fará abordagens à população de rua da região, para informar sobre a necessidade de remoção temporária no perímetro durante a manhã do dia seguinte.

Rádio Guaíba e Correio do Povo


Porto Alegre começa a utilizar Astrazeneca na dose de reforço contra Covid-19

Autoridades ucranianas admitem queda de Kherson para tropas da Rússia

 Cidade foi duramente bombardeada antes de invasão



Autoridades ucranianas confirmaram na madrugada desta quinta-feira (horário local) a captura pelo exército russo de Kherson, uma cidade portuária de 290.000 habitantes no sul do país. "Os invasores estão em todas as partes da cidade e são muito perigosos", declarou o chefe da administração regional, Guennady Lakhuta.

Pela manhã, Moscou havia anunciado seu controle sobre esta cidade na costa do mar Negro, no que representa a maior vitória das tropas russas desde o início da invasão, há sete dias. O prefeito de Kherson, Igor Kolykhayev, afirmou ter conversado com os "convidados armados" em um edifício da administração municipal.

"Não tínhamos armas e não fomos agressivos. Mostramos que trabalhamos para garantir a cidade e tentamos parar as consequências da invasão", declarou em mensagem no Facebook. "Encontramos enormes dificuldades com a recolha e enterro dos mortos, a entrega de alimentos e medicamentos, a recolha de resíduos, a gestão de acidentes, etc", afirmou.

O prefeito anunciou um toque de recolher noturno e restrição ao tráfego de carros, alegando não ter "feito nenhuma promessa" aos russos e "simplesmente lhes pedido que não atirassem nas pessoas". "Até agora tudo está indo bem. A bandeira que voa acima de nós é a ucraniana. E para que isso continue, essas exigências devem ser respeitadas", acrescentou.

O exército russo anunciou ao amanhecer que havia capturado Kherson, localizada a cem quilômetros da península da Crimeia que Moscou anexou em 2014. As tropas invasoras já tomaram outro importante porto do país, Berdyansk, e estão atacando Mariupol, cujo prefeito, Vadim Boichenko, assegurou que as forças ucranianas "repeliram dignamente" os ataques.

"Hoje foi o dia mais difícil e cruel dos sete dias de guerra. Hoje, eles simplesmente queriam nos destruir", denunciou em um vídeo no Telegram, acusando os russos de terem "disparado contra prédios residenciais". "Infelizmente, infra-estruturas essenciais foram novamente danificadas. Estamos novamente sem eletricidade, sem água, sem aquecimento", disse.

AFP e Correio do Povo