Cerca de 250 mil pessoas protestam na Alemanha pela paz na Ucrânia

 Marcha substitui a tradicional Segunda-Feira de Rosas do Carnaval


Em torno de 250 mil pessoas foram às ruas de Colônia, no oeste da Alemanha, em solidariedade à Ucrânia - informou a polícia, em uma marcha que substituiu a tradicional Segunda-Feira de Rosas do Carnaval desta cidade, cancelada pela pandemia da Covid-19.

Desde a invasão da Ucrânia por parte da Rússia, na quinta-feira, os organizadores deste tradicional desfile de rua do Carnaval de Colônia convocam um desfile pela paz na Ucrânia. 

A polícia afirmou que cerca de 250.000 pessoas estavam presentes na marcha.

Carregando bandeiras ucranianas azuis e amarelas, os manifestantes fizeram um minuto de silêncio durante a marcha, que procurou enviar uma mensagem "contra os combates na Ucrânia".

"O povo de Colônia teria preferido celebrar a Segunda-feira das Rosas, dois anos após o início da pandemia, em vez de ter que mostrar sua solidariedade e defender a paz na Ucrânia", tuitou Henrik Wuest, primeiro-ministro da Renânia do Norte-Vestfália (estado alemão onde está localizada Colônia), presente na manifestação usando um broche com a bandeira ucraniana.




AFP e Correio do Povo

Putin exige reconhecimento da Crimeia, "desnazificação" e status neutro da Ucrânia

 Pré-requisitos serão necessário para qualquer acordo, informou o Kremlin em um comunicado



O presidente russo, Vladimir Putin, declarou a seu homólogo francês, Emmanuel Macron, nesta segunda-feira, que exige o reconhecimento da Crimeia como território russo, assim como a "desnazificação" do governo ucraniano e um "status neutro" de Kiev, como condições para o fim da invasão da Ucrânia.

Putin exigiu "o reconhecimento da soberania russa sobre a Crimeia, o fim da desmilitarização e da desnazificação do Estado ucraniano e a garantia de seu status neutro" como pré-requisitos para qualquer acordo, informou o Kremlin em um comunicado divulgado após a conversa de ambos por telefone.

O presidente russo enfatizou que a resolução do conflito "só seria possível se os legítimos interesses de segurança da Rússia fossem levados em conta sem condições", segundo o Kremlin.

"O lado russo está aberto a negociações com representantes da Ucrânia e espera que levem aos resultados esperados", assegurou a presidência russa. Macron e Putin se referiam às negociações entre Kiev e Moscou que ocorreram na segunda-feira em Belarus.

Antes de começar, o Kremlin havia dito que não queria "anunciar" sua posição e a Ucrânia pediu um cessar-fogo imediato e a retirada das forças russas.

As negociações ocorreram no momento em que a ofensiva russa, lançada em 24 de fevereiro, enfrenta resistência do exército ucraniano. A economia russa também está sofrendo uma enxurrada de sanções como resultado da invasão.



AFP e Correio do Povo

Eduardo Bolsonaro lamenta que Ucrânia não tenha armas nucleares

 Parlamentar afirmou que a ausência de ogivas no país manda um "recado" ao resto do mundo


O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) lamentou o fato de a Ucrânia não ter armas nucleares. Ele afirmou que a situação que ocorre no leste da Europa manda "um recado" para o resto do mundo sobre a necessidade de investir nas Forças Armadas. As declarações foram feitas em entrevista a um jornalista norte-americano no domingo.

Para o parlamentar, as forças armadas ucranianas sofreram perdas ao longo do tempo e, por isso, não conseguem se defender. "Isso mostra ao mundo que, para ter sua própria segurança, você deve ter ótimas forças armadas. Infelizmente, a Ucrânia há alguns anos não deveria mais ter bombas poderosas ou bombas nucleares. Agora, eles não conseguem se defender de uma forma que não precisem de ajuda. Isso é muito triste. Talvez essa seja uma mensagem ao resto do mundo de que temos que cuidar das nossas forças armadas", disse ele.

O deputado disse, também, que o Brasil não deve se envolver no conflito. "Não gostaríamos de ver uma guerra ou algo do tipo acontecer. No Brasil, nós estamos em uma posição na qual não somos aqueles que devem consertar a situação. Não somos nem mesmo membros da Otan", declarou.

Não é a primeira vez que o parlamentar fala em arsenal nuclear. Em 2019, em uma palestra no Curso Superior de Defesa da Escola Superior de Guerra, ele disse que armas nucleares garantem a segurança das nações.

"Se nós tivéssemos aqui os caças Gripens, se nós tivéssemos aqui o pró-sub já finalizado, com os submarinos nucleares que têm autonomia muito maior dentro d'água, se nós tivéssemos um efetivo maior... Enfim, um poder bélico maior, talvez fôssemos levados mais a sério pelo Maduro. Ou temidos quem sabe pela China e pela Rússia", afirmou.

Ele citou, na época, o tratado de não proliferação de armas nucleares, do qual o Brasil é signatário desde 1998.  "A gente sabe que, se o Brasil quiser atropelar essa convenção, tem uma série de sanções. É um tema muito complicado, mas eu acredito que um dia possa voltar ao debate aqui", disse


R7 e Correio do Povo

Livro - Quem pensa enriquece - o legado

 


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Ataques continuam após negociações entre Ucrânia e Rússia

 Após primeiras conversas para um cessar-fogo, negociador russo diz que acordo "tem que ser do interesse de ambas as partes"



O presidente russo Vladimir Putin exigiu nesta segunda-feira o reconhecimento da Crimeia como território russo e a desmilitarização e "desnazificação" da Ucrânia como condições para acabar com a invasão lançada por Moscou, que teve sua primeira negociação presencial com Kiev desde o início do conflito.

Apesar das discussões, o bombardeio de várias cidades da Ucrânia continuou no quinto dia da ofensiva russa. Em Kharkiv, a segunda maior cidade do país, pelo menos 11 pessoas foram mortas em ataques a bairros residenciais, segundo seu governador.

As delegações de Moscou e Kiev se reuniram por várias horas na região de Gomel, em Belarus, perto da fronteira com a Ucrânia, e depois retornaram às suas capitais para consultas, segundo o negociador-chefe ucraniano, Mikhailo Podoliak.

"As partes estabeleceram uma série de prioridades e questões que exigem algumas decisões", disse Podoliak, enquanto seu homólogo russo, Vladimir Medinski, indicou que uma nova reunião ocorrerá "em breve" na fronteira entre a Polônia e Belarus.

A invasão lançada por Putin desencadeou uma cascata de sanções dos países ocidentais e seus aliados que incluem bloqueios de acesso ao sistema financeiro, mas também o fechamento do espaço aéreo para aviões russos. Muitos países ofereceram armas à Ucrânia, mas insistiram que não se envolveriam militarmente.

A Ucrânia exige um cessar-fogo e a retirada das tropas russas. Nas redes sociais, o presidente Vlodymyr Zelensky pediu aos soldados de Moscou que "abaixem as armas" e "salvem suas vidas". Zelensky também pediu à União Europeia (UE) que admita imediatamente seu país no bloco, mas em Bruxelas "há diferentes opiniões" sobre o assunto, respondeu o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel.

Putin, por sua vez, exigiu nesta segunda-feira de seu homólogo francês, Emmanuel Macron, o reconhecimento da Crimeia como território russo e a desmilitarização e "desnazificação" da Ucrânia como condições preliminares para a resolução do conflito, disse o Kremlin em um comunicado após um telefonema entre os dois líderes.

O presidente russo enfatizou que a resolução do conflito "só seria possível se os legítimos interesses de segurança da Rússia fossem levados em consideração sem condições", de acordo com o Kremlin. Tanto as conversações, como o conflito no terreno são marcados pela ameaça de Putin no domingo, que ordenou que suas forças de dissuasão nuclear fossem colocadas em alerta máximo.

Sem vitória contundente

No campo de batalha, os ucranianos parecem aumentar a capacidade de resistência diante dos russos, que não conseguem anunciar nenhuma vitória contundente.

Nesta segunda-feira, as autoridades ucranianas afirmaram que repeliram vários ataques a Kiev, onde o toque de recolher terminou na manhã de segunda. Longas filas eram observadas do lado de fora de supermercados, com a população exausta. Nas ruas, brigadas de voluntários com fitas das cores do país (azul e amarelo) instalaram barricadas improvisadas.

O exército russo afirmou que os civis podem sair "livremente" de Kiev e acusou o governo ucraniano de utilizá-los como "escudos humanos".

A invasão russa está se tornando "cada vez mais brutal", disse Borrell nesta segunda-feira. "As forças ucranianas respondem com coragem. Kiev resiste, assim como Mariupol e Kharkiv", acrescentou.

"O inimigo russo bombardeia bairros residenciais", escreveu o governador regional de Kharkiv, Oleg Sinegubov, nas redes sociais. "O que está acontecendo agora em Kharkiv é um crime de guerra!", acrescentou.

Um fotógrafo da AFP viu soldados russos mortos próximo a uma escola em ruínas, não muito longe do centro desta cidade de 1,4 milhão de habitantes.

A presidência ucraniana afirmou que a cidade de Berdyansk, no mar de Azov, está "ocupada", enquanto o exército russo disse que cercou a cidade de Kherson, mais a oeste. Ambas ficam perto da península da Crimeia, que a Rússia anexou em 2014 e de onde lançou uma de suas várias forças de invasão.

O balanço do conflito continua incerto. A Ucrânia informou que 200 civis e dezenas de militares morreram desde quinta-feira, incluindo 16 menores de idade.

A ONU registrou 102 mortes de civis, incluindo sete crianças, e 304 feridos, mas advertiu que os números reais podem ser "consideravelmente" maiores.

Putin afirma que as ações russas são necessárias para defender os separatistas pró-Moscou do leste da Ucrânia. Os insurgentes enfrentam o governo ucraniano há oito anos, um conflito que já provocou 14.000 mortes.

Novas sanções

Cada vez mais países impõem sanções contra Moscou. Nesta segunda-feira, a Suíça indicou que eu adotou de forma "completa" as medidas decididas pela UE e o Japão anunciou sanções contra o presidente de Belarus e o banco central da Rússia.

O Reino Unido ordenou que os navios de bandeira russa sejam barrados em seus portos e congelará os ativos de todos os bancos russos em seu território "nos próximos dias".

Essa enxurrada de medidas sem precedentes contra Moscou provocou uma forte queda nos mercados russos e o rublo registrou forte desvalorização na abertura, o que forçou a suspensão das Bolsas. Para apoiar a economia nacional, o Banco Central da Rússia elevou a taxa básica de juros em 9,5 pontos, a 20%.

A Rússia também anunciou que proíbe seus residentes de transferir valores para o exterior e que seus exportadores terão que converter 80% de sua renda em rublos.

Além disso, como resposta a parte das medidas ocidentais, Moscou restringiu os voos de companhias aéreas de 36 países que haviam fechado seu espaço aéreo para aeronaves russos. Em meio a essa situação cada vez mais complexa e tensa, o Departamento de Estado dos EUA recomendou que seus cidadãos deixassem a Rússia "imediatamente".

No âmbito das instituições internacionais, a Assembleia Geral da ONU foi iniciada nesta segunda com um minuto de silêncio em memória das vítimas da invasão, uma sessão de emergência para discutir o conflito.

Em Genebra, o Conselho de Direitos Humanos da ONU aprovou a convocação de um debate urgente na quinta-feira, a pedido de Kiev e apoiado por uma ampla coalizão de países. O chanceler russo, Sergei Lavrov, cancelou sua viagem planejada à Suíça para participar do encontro.

A pressão sobre a Rússia abrange todas as frentes. Nesta segunda-feira, a Fifa anunciou sua exclusão da Copa do Mundo de futebol.

Fuga em massa

Enquanto isso, o êxodo continua e, segundo a Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) desde quinta-feira quase 500.000 pessoas fugiram para os países vizinhos. A UE prevê que o conflito deixará sete milhões de deslocados.

A maioria dos refugiados viajou para a Polônia, país vizinho que tem uma importante comunidade de imigrantes ucranianos, mas outros seguiram para Romênia, Eslováquia e Hungria.



AFP e Correio do Povo

Secretário-geral da ONU diz que combates na Ucrânia devem acabar imediatamente

 Assembleia com representantes do organismo está reunida nesta segunda para decidir se condena invasão russa



O secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas), Antonio Guterres, pediu na abertura da sessão extraordinária da Assembleia Geral do organismo o fim da invasão russa ao território ucraniano. "Basta já! Os combates devem acabar", afirmou.

A assembleia decidirá se condena ou não a invasão posta em marcha pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin na madrugada de quinta-feira.

Guterres falou pessoalmente com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, no sábado e disse que a ONU planejava "melhorar a assistência humanitária ao povo da Ucrânia".



R7 e Correio do Povo

ONU: Brasil pede cessar-fogo e respeito ao direito humanitário

 Embaixador brasileiro reiterou postura em busca do diálogo



Após uma série de discursos de países que condenaram a Rússia na Assembleia Geral da ONU emergencial convocada para esta segunda-feira (28), em Nova York, o representante do Brasil na Organização das Nações Unidas (ONU), embaixador Ronaldo Costa Filho, reiterou a postura brasileira em busca do diálogo.

“Essa situação não justifica de forma alguma. O uso de força contra a soberania e integridade territorial de qualquer Estado-membro vai contra as normas e princípios mais básicos e é uma violação clara da Carta da ONU“, disse Costa Filho. “O Brasil reforça seus pedidos de um cessar-fogo imediato na Ucrânia, bem como o respeito pelo direito humanitário internacional”, defendeu

Em meio a ordem do presidente da Rússia, Valdmir Putin, para que militares russos deixem de prontidão o arsenal nuclear do país, Costa Filho também pediu cautela para não ampliar as tensões na Europa Oriental. O embaixador brasileiro afirmou ainda que o enfraquecimento do Acordo de Minsk foi uma consequência de ações de todos os lados. A falta de aplicação do tratado é um dos motivos que a Rússia usa para justificar a invasão à Ucrânia. “Vemos uma sucessão de eventos que se não forem contidos em breve levarão a um confronto muito mais amplo. Todos sofreram, não só aqueles envolvidos na guerra”.

Sem críticas diretas a Rússia, o Brasil agradeceu aos países que estão recebendo refugiados, inclusive brasileiros pediu a todos os envolvidos que reavaliem as suas decisões sobre o fornecimento de armas, o recurso de ataques cibernéticos e aplicação de sanções seletivas que podem prejudicar a economia mundial, especialmente a produção de alimentos.

Histórico

A Rússia e a Ucrânia vivem um embate por causa da possível adesão ucraniana à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), grupo militar liderado pelos Estados Unidos. Para a Rússia, uma possível entrada do vizinho na organização é uma como uma ameaça à sua segurança. A relação entre Rússia, Belarus e Ucrânia começou antes da criação da União Soviética.



Agência Brasil e Correio do Povo

Livro Casa de Céu e Sopro Vol. 2 Sarah J. Maas - com Brindes

 


O livro Casa de céu e sopro, publicado editora Galera Record é a sequência poderosa de Casa de terra e sangue, da série new adult Cidade da Lua Crescente. Uma narrativa potente de Sarah J. Maas, a autora best-seller #1 do New York Times, repleto de fantasia, mistério, batalhas e, principalmente, romances inebriantes. Essa edição de colecionador acompanha marcador, pôster, flâmula e três contos extras reunidos exclusivamente na edição brasileira. O poder mais mortal. A paixão mais feroz. O destino mais cruel. Bryce Quinlan e Hunt Athalar fizeram um pacto. Enquanto processam os eventos da última primavera, eles irão manter as coisas... platônicas... até o solstício. Eles salvaram a Cidade da Lua Crescente, mas com tanto frenesi acontecendo ultimamente, eles desejam, mais do que qualquer coisa, uma oportunidade de relaxar. Desacelerar. E descobrir o que o futuro lhes reserva. Mas quando a tensão suspensa entre os dois alcançar um nível insustentável, prestes a incendiar a Cidade da Lua Crescente, eles serão capazes de resistir?

Enquanto isso, para os dois, a iminência do perigo não está ainda fora de questão. Arrastados para um movimento rebelde do qual não querem tomar partido, Bryce, Hunt e seus amigos veem a si mesmos contra os sinistros asteri – de quem, custe o que custar, precisam evitar ser percebidos.

No entanto, quanto mais conhecem as causas desse movimento revolucionário, mais se aproximam de uma inevitável escolha: permanecer quietos enquanto outros são oprimidos... ou lutar.

E eles nunca foram muito bons em manter silêncio.

Nessa sequência sexy e cheia de ação do best-seller Casa de terra e sangue, Sarah J. Maas constrói uma história cativante sobre um universo prestes a explodir – e sobre os que não medirão esforços para protegê-la. Aproveite essa leitura envolvente do Vol. 2 de Casa de céu e sopro.

Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/livro-casa-de-ceu-e-sopro-vol-2-sarah-j-maas-com-brindes/p/234245100/LI/OTLI/?campaign_email_id=3398&utm_campaign=email_280222_seg&utm_medium=email&utm_source=magazinevoce&utm_content=produto-234245100

"Não há nada a ganhar" com nova Guerra Fria, diz China na ONU

 Embaixador da China na ONU se pronunciou na reunião de urgência da Assembleia Geral da organização


"Não há nada a ganhar" com uma nova Guerra Fria, declarou o embaixador da China na ONU, Zhang Jun, nesta segunda-feira, ao tomar a palavra na excepcional reunião de urgência da Assembleia Geral da organização, que deve se pronunciar sobre a invasão russa da Ucrânia.

"A Guerra Fria acabou há muito tempo. A mentalidade da Guerra Fria baseada no confronto de blocos deve ser abandonada. Não há nada a ganhar com o início de uma nova Guerra Fria", frisou Zhang.




AFP e Correio do Povo

Finlândia toma decisão "histórica" de fornecer armas à Ucrânia

 Primeira-ministra anunciou a decisão nesta segunda-feira, em entrevista coletiva


Neutra, mas membro da União Europeia (UE), a Finlândia anunciou, nesta segunda-feira, sua decisão "histórica" de fornecer armas para a Ucrânia, após a invasão por parte da Rússia. "A Finlândia fornecerá assistência militar à Ucrânia. É uma decisão histórica para a Finlândia", disse sua primeira-ministra, Sanna Marin, em entrevista coletiva. 

Serão enviados 2.500 fuzis de assalto, 150.000 munições, 1.500 lançadores de granadas e 70.000 rações de campanha, detalhou o ministro da Defesa, Antti Kaikkonen. "A mudança da linha (de defesa e política externa) da Alemanha foi particularmente significativa", disse Kaikkonen.

A Alemanha rompeu com sua doutrina, anunciando o fornecimento para a Ucrânia de 1.000 lançadores de foguetes antitanque, 500 mísseis terra-ar Stinger, nove lançadores de obuses, 14 veículos blindados e 10.000 toneladas de combustível. 

Tradicionalmente, a Finlândia, que tem uma fronteira de mais de 1.300 quilômetros com a Rússia, não exporta armas para zonas de conflito. Em um primeiro momento, este país nórdico anunciou o envio de coletes à prova de balas, capacetes e de um hospital de campanha para a Ucrânia para apoiar o país contra a invasão russa.




AFP e Correio do Povo