Scandal A Paris Jean Paul Gaultier Perfume Feminino - Eau de Toilette

 


Scandal A Paris Jean Paul Gaultier é o tipo de perfume que faria qualquer um se tornar lírico: exuberante como o mel, suculento como a pera, vibrante como o jasmim. É o acorde mel-jasmim, como andam dizendo. De qualquer forma, alguém poderia jurar que há desejo escondido lá dentro. Quem é essa garota? Quando a garota entrou naquele restaurante chique, você deveria ter visto o clima! Houve o suspense das grandes noites. Dava até para ouvir uma mosca voar. Muitos homens chegaram a ficar com o garfo na mão. A sensação era de que a garota iria provocar o caos. Altiva em suas pernas loucamente lindas, com um blazer nas costas, e só, ou quase. Precisava ter uma cara de pau dos diabos para ousar fazer aquilo! Nem te conto o efeito sobre aqueles senhores e senhoras... Alguns se engasgavam: “Quem é essa garota?!” Outros simplesmente gritavam escandalizados, e não foram poucos! Mas ela não estava nem aí. Ela não tinha ido para eles. Ela tinha ido para algo muito melhor. O perfume que ela estava usando? Te dou um prêmio se você adivinhar! Scandal à Paris , de Jean Paul Gaultier . A cidade das luzes, a garota estava pronta para fazê-la brilhar... O Frasco: Este negócio é coisa fina: o frasco, é tão rosa quanto alegre. É o frasco da tranquilidade. E a tampa, é a cereja no bolo: a garota, de pernas para o ar, partindo para uma viagem no grande banho da noite... aquele em que todos são obrigados a se molhar. Algo que, assim que você vê, você diz a si mesmo que alguém conseguiu colocar Paris em uma caixa. Toda inebriante, toda empoada, todo charmosa, rosa como o amor e vermelha como a noite. Não precisa de um desenho para adivinhar que um escândalo está inevitavelmente contido nela. A Fragrância: Um perfume feminino Chipre Floral. Em sua nota de topo encontra-se a Pêra; em seu coração está presente a Jasmim; e na nota de fundo está presente o Mel.

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PGR defende investigação contra Bolsonaro por falas sobre urnas

 Procuradoria diz haver "indícios da prática de ilícitos" por parte do presidente em live que criticou o sistema eleitoral



Em ofício enviado ao STF (Supremo Tribunal Federal), a subprocuradora-geral da República, Lindôra de Araújo, defendeu a continuidade do inquérito instaurado para investigar os ataques feitos pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) ao sistema eleitoral e às urnas eletrônicas durante uma live transmitida nas redes sociais dele em agosto. 

O presidente recorreu ao Supremo para que a investigação seja arquivada por afirmar que as observações e críticas ditas por ele foram feitas "no espaço lícito do exercício da liberdade de expressão". No entanto, para a PGR (Procuradoria-Geral da República), "há indícios de que possa ter havido a divulgação indevida de informações falsas e/ou de baixa confiabilidade". Para ela, "o trancamento de inquérito criminal antes da conclusão das investigações é medida excepcional".

Além disso, segundo Lindôra, "a análise da existência de indícios da prática de ilícitos" desautorizam o arquivamento do inquérito. "[A hipótese de arquivamento é] somente admitida quando constatáveis, de plano, a atipicidade da conduta, a incidência de causa de extinção da punibilidade ou a flagrante ausência de indícios de autoria e materialidade, nos termos da jurisprudência do STF", defendeu a subprocuradora-geral da República.

Na semana passada, Bolsonaro foi intimado pela Polícia Federal a prestar depoimento no âmbito do inquérito.

Investigação

No fim de julho deste ano, Bolsonaro fez uma transmissão ao vivo nas redes sociais duvidando da confiabilidade das urnas eletrônicas e garantindo que as eleições de 2018 foram manipuladas. Já no início de agosto, ele publicou documentos relacionados a um inquérito da Polícia Federal sobre um ataque cibernético contra o site do tribunal em 2018. Na época, ele alegou que a investigação era uma evidência de fraudes no pleito em que foi eleito presidente da República.

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) garantiu que o ataque ao seu sistema interno investigado pela PF não representou qualquer risco à integridade das eleições de 2018. A Justiça Eleitoral afirmou ainda que, desde a ocasião, novos cuidados e camadas de proteção foram introduzidos para aumentar a segurança dos demais sistemas informatizados devido à alteração do cenário mundial de cybersegurança.

A Corte eleitoral, então, solicitou uma investigação contra Bolsonaro ao STF por conta da divulgação do inquérito sigiloso e das acusações contra o Tribunal, pedido que foi aceito pelo ministro Alexandre de Moraes.

Durante a apuração, a Polícia Federal encontrou semelhanças entre o comportamento de Bolsonaro com o inquérito em andamento no Supremo que apura a produção de notícias falsas e ofensas contra ministros do STF.

"Não há dúvidas de que as condutas do Presidente da República insinuaram a prática de atos ilícitos por membros da Suprema Corte, utilizando-se do modus operandi de esquemas de divulgação em massa nas redes sociais, com o intuito de lesar ou expor a perigo de lesão a independência do Poder Judiciário, o Estado de Direito e a Democracia", afirmou a PF, alertando para a possibilidade de existência de uma organização criminosa por detrás das falas do presidente.

A PF diz que Bolsonaro pode ser indiciado por pelo menos oito delitos: calúnia, difamação, injúria, incitação ao crime, apologia ao crime ou criminoso, associação criminosa, denunciação caluniosa e crime contra o Código Eleitoral.

R7 e Correio do Povo

STJ autoriza volta do regime fechado por dívida de pensão

 Com avanço da vacinação no país, ministros entenderam que não havia mais motivos para suspender esse tipo de prisão



Pais ou responsáveis presos por não pagamento de pensão alimentícia poderão voltar a cumprir a pena em regime fechado. Com o avanço da vacinação contra a Covid-19 no país, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) entendeu que as sentenças podem voltar para a forma de cumprimento inicial. A decisão da Terceira Turma da Corte foi publicada nesta segunda-feira. 

"É importante retomar o uso da medida coativa da prisão civil, que se mostra, sem dúvida nenhuma, um instrumento mais eficaz para obrigar o devedor de alimentos a adimplir com as obrigações assumidas", afirmou Moura Ribeiro, ministro do STJ.

Durante a pandemia, o tribunal chegou a flexibilizar o cumprimento de algumas sanções, permitindo a prisão domiciliar ou adiamento da prisão fechada. Moura Ribeiro, que foi o relator do habeas corpus em julgamento, explicou que a medida foi necessária por questões humanitárias e de saúde pública e seguiu, inclusive, orientações do CNJ (Conselho Nacional de Justiça). 

Segundo o ministro, a flexibilização aconteceu mesmo com o STJ "incomodado" em relação à situação dos alimentandos, normalmente menores de idade, “que se viam impossibilitados momentaneamente de se valer da referida medida coercitiva para receber o que lhes era devido”.

R7 e Correio do Povo

Porto Alegre tem vacinação contra Covid-19 em 47 pontos nesta terça-feira

 Dose de reforço da Janssen também será disponibilizado a partir de amanhã



Porto Alegre terá, nesta terça-feira, 47 pontos de vacinação contra a Covid-19. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), a imunização ocorre em 42 unidades de saúde  - sete delas com atendimento até as 21h (Belém Novo, Diretor Pestana, Morro Santana, Primeiro de Maio, Ramos, São Carlos e Tristeza)  - quatro farmácias e no Shopping João Pessoa. 

A Prefeitura de Porto Alegre também amplia, nesta terça, o público apto a receber a dose de reforço da Janssen. Todas as pessoas vacinadas com o imunizante até nove de julho poderão buscar uma das oito unidades de saúde ou o Shopping João Pessoa.

Confira os pontos de vacinação:  

O quê: Primeira dose da vacina contra a Covid-19
Público: Pessoas com 12 anos ou mais
Onde: 42 unidades de saúde, Shopping João Pessoa e quatro farmácias parceiras
Endereços e horários: confira no link
Documentação: documento de identidade com CPF

O quê: Segunda dose para vacinados com Coronavac 
Público: Pessoas que receberam a primeira dose até 23 de novembro (28 dias)
Onde: 15 unidades de saúde e Shopping João Pessoa 
Endereços e horários: confira no link
Documentação: identidade com CPF e carteira com registro da primeira aplicação

O quê: Segunda dose para vacinados com Pfizer e AstraZeneca
Público: pessoas que receberam a primeira dose até 26 de outubro (oito semanas)
Onde: 42 unidades de saúde, Shopping João Pessoa e quatro farmácias parceiras 
Endereços e horários: confira no link
Documentação: identidade com CPF e carteira com registro da primeira aplicação 

O quê: terceira dose (dose de reforço) 
Público: Pessoas acima de 18 anos vacinadas com a segunda dose até 21 de julho (cinco meses) e imunossuprimidos com esquema vacinal completo até 23 de novembro (28 dias) 
Onde: 42 unidades de saúde, Shopping João Pessoa e quatro farmácias parceiras 
Endereços e horários: confira no link
Documentação: documento de identidade com CPF e carteira de vacinação com o registro das duas doses. Imunossuprimidos devem apresentar também comprovante da condição de saúde por meio de atestado médico, nota de alta hospitalar ou receita de medicação. 

O quê: Dose de reforço da Janssen
Público: Pessoas vacinadas com Janssen até nove de julho
Onde: oito unidades de saúde (Álvaro Difini, Assis Brasil, Glória, IAPI, Santa Cecília, Santa Marta, São Carlos e Tristeza) e Shopping João Pessoa
Endereços e horários: confira no link
Documentação: documento de identidade com CPF e carteira de vacinação com o registro da Janssen

Correio do Povo


Dança das cadeiras na prefeitura de Porto Alegre está a caminho

Cachimbos Ingleses, todos carimbados - Teia de Aranha antiquário

 






Valor: R$ 850,00

Mais informações:
Judite Sandra La Cruz
(51) 9 8502.8080 
Teia de Aranha

Porto Alegre deve aderir a intervalo de 4 meses para dose de reforço a partir desta quarta

 Secretaria Municipal de Saúde avalia estoque de imunizantes e volume de pessoas aptas pra novo calendário



A expectativa da Secretaria de Saúde (SMS) de Porto Alegre é que a redução de cinco para quatro meses na aplicação da dose de reforço da Covid-19 ocorra a partir de quarta-feira. Para isso, a pasta deve publicar o novo calendário na terça-feira. Enquanto isso, a SMS disse, nesta segunda-feira, que avalia o estoque de imunizante e o volume de pessoas aptas para a 3º dose.

Mais cedo, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) publicou um documento que autoriza o encurtamento do período entre doses. A decisão foi pactuada pelos integrantes da Comissão Intergestores Bipartite (CIB) e segue norma técnica do Ministério da Saúde, também publicada na tarde de hoje. Segundo o Ministério da Saúde, preferencialmente, deve ser usada a vacina da Pfizer. Para quem recebeu a dose única da Janssen, o reforço deve ser feito depois de dois meses, com a mesma vacina. 

Pontos de vacinação

Nesta terça-feira, a Secretaria de Porto Alegre mantém o intervalo de cinco meses entre a segunda e a terceira dose. A vacinação ocorre em 47 locais, sendo Shopping João Pessoa, quatro farmácias e 42 unidades de saúde - sete delas com atendimento até as 21h (Belém Novo, Diretor Pestana, Morro Santana, Primeiro de Maio, Ramos, São Carlos e Tristeza). 

A prefeitura também amplia, nesta terça, o público apto a receber a dose de reforço da Janssen. Todas as pessoas vacinadas com o imunizante até nove de julho poderão buscar uma das oito unidades de saúde ou o Shopping João Pessoa.

Correio do Povo


Brasil registra 70 mortes e 2.094 novos casos de coronavírus nas últimas 24 horas

Comprovante de vacinação será exigido para entrada no Brasil

 Viajantes brasileiros e estrangeiros devem apresentar passaporte vacinal caso cheguem ao país por terra ou via aérea



O governo federal publicou, nesta segunda-feira (20), uma portaria que estabelece novas regras para o ingresso de viajantes no Brasil. Segundo o documento, brasileiros e estrangeiros que quiserem entrar no país por via terrestre ou aérea terão de apresentar comprovante de vacinação contra a Covid-19, impresso ou em meio eletrônico.

Segundo a portaria, será permitido o ingresso de quem comprovar a vacinação com imunizantes contra a Covid-19 aprovados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), pela OMS (Organização Mundial da Saúde) ou pelas autoridades do país em que o viajante foi imunizado. A aplicação da última dose ou da dose única deve ter ocorrido, no mínimo, 14 dias antes da data de ingresso no Brasil.

A exigência de apresentação de comprovante de vacinação em viagens terrestres não se aplica em algumas situações, como ao trabalhador de transporte de cargas, incluídos motorista e ajudante, e ao tráfego de residentes fronteiriços em cidades-gêmeas.

Já para as viagens aéreas, além do passaporte vacinal, brasileiros e estrangeiros deverão apresentar um teste antígeno negativo para a Covid-19 realizado em até 24 horas antes do embarque ou um teste RT-PCR negativo feito em até 72 horas antes do voo para entrar no país.

A portaria ainda prevê algumas ocasiões em que o comprovante de vacinação será dispensado, como para pessoas com condição de saúde que contraindique a vacinação o que não são elegíveis para vacinação em função da idade, para viajantes provenientes de países com baixa cobertura vacinal divulgados pelo Ministério da Saúde e para brasileiros e estrangeiros residentes no território brasileiro que não estejam completamente vacinados.

Segundo a portaria, os viajantes dispensados do comprovante de vacinação, ao ingressarem no território brasileiro, deverão realizar quarentena, por 14 dias, na cidade do seu destino final. A quarentena pode ser descontinuada mediante resultado negativo de RT-PCR ou teste de antígeno realizado em amostra coletada a partir do quinto dia do início da quarentena, desde que o viajante esteja assintomático.

Para as viagens por vias aquáticas, a portaria estabelece que "as condições sanitárias para o embarque e desembarque de passageiros e de tripulantes em embarcações de cruzeiros marítimos situadas em águas jurisdicionais brasileiras, incluindo aquelas com tripulação estrangeira e sem passageiros a bordo provenientes de outro país, serão definidas em ato específico da Agência Nacional de Vigilância Sanitária".

R7 e Correio do Povo

Governo notifica mais 1 milhão para devolver o auxílio emergencial

 Pessoas receberão mensagens com orientação sobre a devolução voluntária de recursos ou denúncia de fraudes


O Ministério da Cidadania notificará até esta terça-feira (21), por meio de mensagens de celular, mais um milhão de pessoas que terão que devolver o auxílio emergencial pago indevidamente. As mensagens vão orientar sobre a devolução voluntária de recursos ou denúncia de fraudes do benefício. 

Essas pessoas, notificadas pela primeira vez, foram indicadas pelos órgãos de controle como tendo recebido o recurso em desacordo com a legislação do programa e, por isso, devem restituir os valores à União. Esse público contempla o grupo que se cadastrou por meios digitais para receber o auxílio emergencial. O governo já havia notificado 1,2 milhão desde agosto deste ano.

“Este é o último lote de mensagens a ser enviado no ano de 2021. O objetivo é alcançar um novo público, formado por pessoas identificadas pelos órgãos de controle como indicados a procederem à devolução de recursos do auxílio emergencial”, explica o secretário de Avaliação e Gestão da Informação, Ronaldo Navarro, do Ministério da Cidadania.

Receberão as mensagens os beneficiários que foram identificados pelos órgãos de controle com recebimento fora das regras do programa, tais como: vínculo empregatício, benefícios previdenciários ou assistenciais, benefício emergencial, seguro defeso, seguro desemprego, CPF irregular, funcionário de empresas estatais, servidor ou pensionista militares, servidores públicos, rendimentos tributáveis acima do limite, entre outros.

Segundo o Ministério da Cidadania, retornaram aos cofres da União até agora um total de R$ 5,1 bilhões referentes ao auxílio pago indevidamente. O valor inclui devoluções voluntárias feitas em 2020 e 2021, por meio da emissão de GRU (Guia de Recolhimento da União) e restituição por DARF, além de recursos não movimentados dentro dos prazos legais.

Segundo relatório do TCU (Tribunal de Contas da União), R$ 54,7 bilhões foram pagos indevidamente no auxílio emergencial desde o ano passado. Beneficiários sacaram o auxílio, mas não estavam dentro dos critérios de elegibilidade. São, por exemplo, servidores públicos (civis e militares) ou beneficiários da Previdência Social.

Mensagem de SMS

As mensagens enviadas pelo Ministério da Cidadania, em parceria com o Ministério da Economia, contêm o registro do CPF do beneficiário e o link iniciado com gov.br. Elas serão enviadas pelos números 28041 ou 28042. Qualquer SMS enviado de números diferentes desses, com este intuito, deve ser desconsiderado.

A mensagem a ser enviada será: “O CPF ***.456.789-** tem parcelas a devolver do Auxílio Emergencial. Devolva as parcelas em gov.br/devolucaoae. Fraude denuncie em gov.br/falabrae”

Como fazer a devolução

Todos aqueles que receberem a mensagem de texto e tenham valores a devolver precisam acessar o site gov.br/devolucaoae e inserir o CPF do beneficiário. Depois de preenchidas as informações, será emitida uma GRU (Guia de Recolhimento da União). Com isso, a pessoa poderá fazer o pagamento nos diversos canais de atendimento do Banco do Brasil, como internet, terminais de autoatendimento, além dos guichês de caixa das agências ou até mesmo em outros bancos, caso selecione essa opção ao solicitar a emissão da GRU no sistema.

Como denunciar

O canal para registro de denúncias de fraudes é o sistema Fala.Br (Plataforma integrada de Ouvidoria e Acesso à Informação da CGU). Nesses casos, o cidadão deve fazer a denúncia, que servirá para comunicar as ocorrências de atos ilícitos, como o uso indevido de dados pessoais por terceiros. Adicionalmente, o Portal da Transparência traz a relação pública de todos aqueles que receberam o Auxílio Emergencial. Há pesquisa por estado, município e mês. A ferramenta também permite busca por nome e CPF.

Ao todo, receberam o auxílio emergencial neste ano 34,4 milhões de pessoas — 25,1 milhões inscritos por aplicativo da Caixa ou pelo CadÚnico e 9,3 milhões do Bolsa Família. O auxílio pagou em 2021 sete parcelas de R$ 375 a mulheres chefes de família, R$ 150 a pessoas que moram sozinhas e R$ 250 aos demais. Com o fim do auxílio emergencial, o governo federal substituiu o Bolsa Família, criado em 2003, pelo Auxílio Brasil.


R7 e Correio do Povo

LOréal Professionnel Absolut Repair Reparação Kit Shampoo + Máscara + óleo 10in1 Serie Expert - L'Oréal Professionnel


O Kit Contém: 1 Shampoo Absolut Repair - 300ml 1 Máscara Absolut Repair – 250g 1 Óleo 10in1 Serie Expert Absolut Repair – 90ml Cabelos grossos, danificados e quebradiços? O Kit de Absolut Repair Gold Quinoa foi desenvolvido especialmente para cabelos danificados! O trio promove uma reparação sob medida e reconstrução instantânea dos fios, trazendo mais brilho, maciez e uma hidratação profunda sem pesas os seus cabelos. Seus principais ingredientes, a Quinoa Dourada e Proteína Hidrolisada de Trigo, criam um filme protetor que mantém as cutículas seladas, retendo as propriedades restauradoras dentro da fibra capilar. O resultado é um cabelo com 77% menos danos, 7x mais brilho e com um toque e macio. Sobre a marca: Em 1909, Eugène Schueller, um jovem químico com espírito empreendedor, fundou a empresa que se tornaria a marca profissional francesa n° 1 do mundo. Tudo começou com uma das primeiras colorações capilares que ele formulou, fabricou e vendeu para cabeleireiros parisienses. Com isto, o fundador do grupo criou o primeiro elo daquilo que ainda é o DNA da L’Oréal: pesquisa e inovação a serviço da beleza. Suas origens fizeram que há mais de um século, a marca seja reconhecida como a casa da coloração. A empresa que tem como missão conectar a moda com o pioneirismo tecnológico, capacita nossos parceiros artistas cabeleireiros do mundo inteiro para que possam revelar a beleza de todos os seus consumidores. Suas linhas de tratamento capilar experts são voltadas para todos os tipos de cabelos e em todos os momentos e transformações que passamos pela vida. Encontre a sua.


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Salário mínimo de 2022 deverá ter reajuste acima de 10% após 6 anos

 Valor pode passar dos atuais R$ 1.100 para R$ 1.210, como prevê relatório do Orçamento 2022, que deverá ser votado nesta terça


Com a escalada da inflação no país, o relator-geral do Orçamento de 2022, Hugo Leal (PSD-RJ), aumentou de R$ 1.169 para R$ 1.210 a previsão para o salário mínimo no ano que vem. O relatório apresentado pelo deputado deverá ser votado nesta terça-feira (21) pela CMO (Comissão Mista de Orçamento) e depois pelo plenário do Congresso, em sessão conjunta da Câmara e do Senado. 

O valor representa um aumento de 10,04% em relação ao salário mínimo atual, de R$ 1.100. Se aprovado, o reajuste começará a valer em janeiro de 2022, com pagamento a partir de fevereiro. O índice é o maior em seis anos, mas sem aumento real (acima da inflação). Desde 2016, quando o reajuste do salário mínimo foi de 11,6%, a inflação vinha caindo, assim como o aumento do piso.

O reajuste do mínimo é realizado todos os anos baseado no INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), inflação das famílias com renda de até cinco salários mínimos. Desde que o governo apresentou ao Congresso a proposta para a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) do ano que vem, a estimativa para a variação do INPC neste ano passou de um avanço de 6,20% para uma alta de 10,04%. 

A explicação para esse reajuste é o impacto da inflação de 2021, puxada, principalmente, pela evolução do preço dos combustíveis, dos alimentos e da energia elétrica. Apesar de maior, o valor deve representar o terceiro ano consecutivo em que o piso nacional não garantirá uma reposição do poder de compra à população mais carente.

De acordo com Leal, o relatório adotou uma projeção de 10,18% para o INPC em 2021 por considerar que esse índice deverá se situar em nível próximo ao IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) esperado pelo mercado, de acordo com o Boletim Focus publicado pelo Banco Central em 6 de dezembro.

No entanto, o próprio parecer menciona que a projeção está defasada e cita uma previsão atualizada de 10,18% para o INPC. Caso esse valor prevaleça, o salário mínimo subiria para R$ 1.212 no próximo ano.

O relatório precisa ser aprovado pela CMO e depois pelo plenário do Congresso. Proposta tem que ser votada até quarta-feira (22), antes do início do recesso parlamentar. Mesmo sem aumento real (acima da inflação), o valor exato do salário mínimo só será conhecido em janeiro, após a divulgação do INPC consolidado de 2021 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A votação da peça orçamentária de 2022 na Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso ocorreria nesta segunda-feira, mas foi adiada para o dia seguinte após discordâncias sobre o valor de R$ 5,1 bilhões para o fundo eleitoral, verbas para a área da educação e reajustes a profissionais da segurança e agentes comunitários de saúde.

Veja os últimos reajustes do salário mínimo

2021  - R$ 1.100,00 (5,2%)
2020 - R$ 1.045,00 (4,7%)
2019 - R$ 998,00 (4,6%)
2018 - R$ 954,00 (1,8%)
2017 - R$ 937,00 (6,48%)
2016 - R$ 880,00  (11,6%)


R7 e Correio do Povo