Substâncias que provocam gosto e odor de terra na água em Porto Alegre são identificadas

 


O Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) de Porto Alegre identificou as substâncias que provocam gosto e odor de terra na água de Porto Alegre.

Análises comprovaram que as substâncias metilisoborneol e geosmina estavam nas amostras coletadas em 10 de dezembro, na água bruta e tratadas das estações Moinhos de Vento e São João, que abastecem a Zona Norte e parte da região Central da cidade.

Tanto metilisoborneol quanto geosmina são compostos orgânicos produzidos por microrganismos presentes no solo, como bactérias e fungos, ou na água, como as cianobactérias.

De acordo o Dmae, a presença dessas substâncias, não gera riscos à saúde porque a água distribuída passa por tratamento de desinfecção, é potável e segura para consumo.

O órgão informa que ampliou o monitoramento do rio Guaíba e que aumentou a dosagem de dióxido de cloro nas estações de Bombeamento de Água Bruta Moinhos de Vento e São João.

O Sul


Variante ômicron se espalha mais rápido que a delta e infecta pessoas já vacinadas, diz chefe da Organização Mundial da Saúde

Chile anuncia reabertura de dez fronteiras terrestres com Argentina e Peru

 Pontos ficaram fechados por quase dois anos para tentar controlar a pandemia da Covid-19



O governo do Chile anunciou nesta segunda-feira a reabertura de dez fronteiras terrestres com a Argentina e o Peru, que ficaram fechadas por quase dois anos devido à pandemia de Covid-19, mas com requisitos rigorosos para os visitantes. As passagens terrestres serão reabertas em duas etapas. Na próxima quarta, será a vez de Futaleufú, de Huemules e da Passagem de Integração Austral, no sul do Chile, todas fronteiriças com a Argentina. 

Já em 4 de janeiro será a vez das passagens de Chacalluta, no limite norte com o Peru, e das de Agua Negra, Los Libertadores, Pino Hachado, Cardenal Samoré e Dorotea, com a Argentina. "Atualmente temos a passagem habilitada nos aeroportos de Iquique, Antofagasta, Região Metropolitana [Santiago] e Punta Arenas, e estão chegando cruzeiros. Agora é a vez de habilitar as passagens fronteiriças terrestres", explicou o subsecretário de Turismo, José Luis Uriarte, durante a divulgação do boletim sobre a situação da pandemia no Chile.

Os estrangeiros que entrarem no Chile por essas fronteiras terão que confirmar que receberam o ciclo de vacinação completo, apresentar uma declaração juramentada e contar com um seguro de saúde, e, quando chegarem, serão submetidos a um exame PCR, explicou Uriarte. O Chile tinha previsto reabrir algumas fronteiras terrestres no fim de novembro, mas a chegada da variante Ômicron ao país atrapalhou os planos do governo.

O fechamento das fronteiras aéreas, terrestres e marítimas foi decidido em 17 de março de 2020, quase duas semanas depois que o primeiro caso de Covid-19 foi confirmado no Chile. Desde novembro do ano passado, o país anunciou a liberação gradual de entrada para turistas, primeiro por via aérea. Desde que chegou ao Chile, a pandemia provocou 1,7 milhão de casos e 38.000 óbitos. O país sul-americano, no entanto, se destaca pelo bem-sucedido programa de vacinação, com mais de 90% da população maior de 18 anos imunizada com o ciclo completo.

AFP e Correio do Povo


CBF indica árbitros e assistentes para o quadro internacional da Fifa em 2022


Grêmio tem interesse na contratação do zagueiro Gastón Suso, do Arsenal de Sarandí


Uefa elimina o Tottenham na Liga Conferência após partida adiada por Covid-19


Minas perde para Fenerbahçe e fica em 4º no Mundial de Clubes de vôlei feminino


Rafael Nadal anuncia que tem Covid-19



Botafogo renova a concessão do estádio do Engenhão até 2051


Inter vence o Coritiba com gol no fim e conquista Supercopa do Brasil sub-20


Conmebol muda regra e Athletico-PR será cabeça de chave da Libertadores



Sub-20 do Inter conhece adversários para a Libertadores da categoria

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Boric e Piñera começam transição de poder após eleição no Chile

 Um dia depois da vitória do esquerdista na eleição presidencial de domingo, o mercado local caiu e o peso desvalorizou



O presidente eleito do Chile, Gabriel Boric e atual ocupante do cargo, Sebastián Piñera, deram o primeiro passo da sucessão nesta segunda-feira, um dia depois de o político de esquerda vencer as eleições com folga, resultado que fez cair o peso e a bolsa local.

Na porta do Palácio de La Moneda, centenas de pessoas esperavam a chegada do vencedor. O presidente eleito aproximou-se da multidão para saudar e agradecer o apoio com a mão no coração. Ele levou alguns minutos para se aproximar dos cidadãos, enquanto Piñera e seus ministros esperavam por ele no interior da sede do governo.

Um grupo de funcionários públicos também esperava por Boric com uma placa que dizia: "A esperança venceu o medo. Funcionários públicos lhe dão as boas-vindas, presidente". Ele também recebeu saudações calorosas de várias dezenas de cidadãos na saída do hotel de onde saiu rumo ao palácio presidencial. O deputado e ex-dirigente estudantil de 35 anos - idade mínima para assumir a Presidência - venceu com 55,8% dos votos o advogado de extrema direita José Antonio Kast, de 55 anos, que obteve 44,1%.

A eleição registrou um comparecimento histórico, com 55,6% dos mais de 15 milhões de eleitores. Em uma primeira reação à vitória, muito mais folgada do que o esperado, os mercados entraram em pânico. O peso caiu 3,02% em relação ao dólar no começo do dia, enquanto a Bolsa de Santiago registrou queda de 6,8%.

Presidente eleito

Desde a madrugada, autoridades do meio político e empresarial chileno enviaram mensagens ao presidente eleito para colaborar com seu próximo governo, que tomará posse em 11 de março de 2022. “Parabenizamos o presidente eleito Gabriel Boric e o convidamos a fazer parte deste processo histórico de redação da nova Constituição. (Estamos) disponíveis para estabelecer as pontes que nos permitam avançar nessa direção”, disse a presidente da Assembleia Constituinte, a acadêmica mapuche Elisa Loncon.

"Gabriel vai ser um dos presidentes mais jovens dos últimos tempos e é preciso sempre saber combinar a força, o idealismo, o espírito da juventude com a prudência, a experiência dos cabelos grisalhos", disse Piñera em uma conversa por telefone com Boric no último domingo após saber o resultado das eleições.

O que levou à vitória de Boric?

O triunfo de Boric aconteceu com uma das maiores vantagens desde que o Chile retornou à democracia, em uma eleição que teve a participação de mais de 8,35 milhões das 15 milhões de pessoas que estavam registradas para votar.

Analistas concordam que a vitória do esquerdista se se deve ao maior comparecimento na votação do segundo turno: 1,2 milhão de eleitores a mais do que os que compareceram às urnas no primeiro turno, vencido por Kast. "Há toda uma geração de pessoas que votaram esporadicamente ou não votaram e hoje estão se incorporando ao processo político no Chile, o que do ponto de vista do compromisso cívico cidadão é bom para este país que precisa fortalecer a democracia", declarou à AFP Marcelo Mella, professor da Universidade de Santiago.

Os jovens chilenos, tradicionalmente relutantes a participar nas eleições, compareceram às urnas para apoiar Boric, segundo os analistas. "Boric não era meu candidato, mas votei nele porque no outro candidato não poderia votar moralmente. Esperemos que (com Boric) tenhamos mais igualdade e que não exista tanta corrupção", disse a estudante Natalia López.

Desafios

Os analistas afirmam que Boric terá como principal missão acompanhar a Convenção Constituinte que redige a nova Carta Magna, que substituirá a herdada da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990).

"Cuidemos todos deste processo para ter uma Carta Magna que seja de encontro e não de divisão como a que eles impuseram com sangue e fogo por meio de um plebiscito fraudulento em 1980 e que nos custou tanto para mudar", afirmou o presidente eleito diante de milhares de simpatizantes no centro de Santiago.

Boric reiterou em seu discurso da vitória as promessas de campanha, como a mudança para um Estado de bem-estar, pensões públicas garantidas, saúde e educação universal e de qualidade, além de respeito aos direitos humanos. Claudia Hess, professora da Universidade do Chile, afirmou que em um governo que "se promete transformador como o de Boric, o principal desafio é estar à altura das expectativas e não será fácil".

Analistas concordam que, com um Congresso dividido entre esquerda e direita, o governo de Boric — que assumirá o poder em 11 de março de 2022 — terá dificuldades em aprovar reformas sociais, o que obrigará o presidente eleito a buscar alianças e consensos.

AFP e Correio do Povo

Mercado vê inflação fora do teto e PIB estagnado em 2022

 Informações estão no relatório Focus para o IPCA



A maioria das projeções apuradas no Relatório Focus para o IPCA de 2022 continua a apontar para o segundo ano consecutivo de rompimento da meta de inflação a ser perseguida pelo Banco Central (BC).

A projeção subiu de 5,02% para 5,03%, ante um teto de 5% no ano que vem. Há um mês, a previsão era de 4,96%. Os dados coletados pelo BC com uma centena de economistas do mercado financeiro foram divulgados ontem.

Já em relação ao PIB, o mercado manteve a previsão de alta de 0,50% - depois de ter começado 2021 com uma projeção de crescimento de 2,5% no ano que vem. Na contramão do mercado, o Ministério da Economia ainda fala em alta acima de 2%.

Agência Estado e Correio do Povo


Inter monitora resultado de reunião que decidirá futuro de Medina no Talleres

Lewandowski permite que governo decida vacinação de crianças em janeiro

 Ministro flexibilizou prazo para que Executivo apresente plano em 5 de janeiro



O ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal), aceitou o pedido feito pela AGU (Advocacia-Geral da União) para que o governo federal só divulgue em 5 de janeiro se vai permitir a vacinação contra a Covid-19 para crianças de 5 a 11 anos de idade.

Na última sexta-feira, Lewandowski tinha dado 48 horas para que o Executivo respondesse se seguiria a recomendação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que liberou o uso da vacina da Pfizer ao público infantil. No entanto, o ministro flexibilizou o prazo após a AGU informar que o governo vai realizar uma consulta pública entre os dias 23 de dezembro e 2 de janeiro para coletar a opinião da sociedade e, então, decidir se autoriza a imunização contra a Covid-19 em crianças. 

“A União tem adotado as providências cabíveis para uma decisão segura e responsável a respeito da extensão da campanha de imunização para esse público-alvo”, disse a AGU, em ofício encaminhado ao STF no domingo. O resultado da consulta pública será divulgado em 4 de janeiro.

Segundo a AGU, o governo também vai consultar a CTAI-COVID (Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização da Covid-19) sobre a vacinação em crianças. Em parecer divulgado também no domingo, a Câmara opinou de forma favorável à permissão para que crianças sejam vacinadas contra a Covid-19.

Segundo a CTAI-COVID, “os benefícios [da vacinação] são muito maiores do que os riscos, pilar central de avaliação de qualquer vacina incorporada pelos diversos programas de vacinação, seja no Brasil ou no mundo”.

“A CTAI COVID-19 espera que o Ministério da Saúde acate o posicionamento obtido por unanimidade e defina as estratégias para a operacionalização mais adequada da vacinação desse grupo etário, a fim de alcançar a maior cobertura, no menor tempo possível”, destacou o órgão.

R7 e Correio do Povo


Grêmio está próximo de fechar a venda de Vanderson para o Monaco

Diversas relíquias e objetos antigos à venda na loja - Teia de Aranha antiquário

 










Mais informações:
Judite Sandra La Cruz
(51) 9 8502.8080 
Teia de Aranha

Partidos vão decidir sobre fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões

 Fundão vai bancar as campanhas no ano que vem


Os líderes partidários vão definir o valor do fundo eleitoral do ano que vem. Uma reunião com essa finalidade vai ocorrer na Comissão Mista de Orçamento, explicou a presidente da colegiado, senadora Rose de Freitas (MDB). O fundo eleitoral para as eleições gerais do ano que vem, quando serão escolhidos presidente, senadores, governadores e deputados, precisa constar no Orçamento da União para o ano que vem.

O deputado Hugo Leal (PSD), relator da proposta, sugeriu recompor em R$ 3 bilhões o fundão eleitoral. Inicialmente, o valor aprovado pelo Congresso era de R$ 5,7 bilhões, mas acabou vetado pelo presidente Jair Bolsonaro. Esse montante é mais que o dobro do utilizado nas eleições de 2018, cerca de R$ 2 bilhões. No total 11 pontos ainda são debatidos para que o Orçamento seja votado na manhã desta terça-feira pelo Congresso.


Correio do Povo


Grêmio tenta empréstimo de Orejuela, do São Paulo, e Hyoran, do Atlético-MG

Senado aprova ICMS sobre vendas entre diferentes estados

 Proposta que altera Lei Kandir recebeu 70 votos favoráveis e nenhum contrário; projeto segue agora para sanção do presidente



O Senado Federal aprovou, nesta segunda-feira, o projeto que altera a Lei Kandir e regulamenta a cobrança do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre a venda de produtos e serviços a consumidores finais que residem em estados diferentes da origem da compra, como é o caso da maioria das compras online. O projeto segue agora para sanção do presidente Jair Bolsonaro (PL). A proposta já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados na última quinta-feira. O texto passou agora, com alterações, pelo Senado, com 70 votos favoráveis e nenhum contrário.

Se for sancionado, o projeto vai repassar essa diferença entre a alíquota do ICMS do estado destinatário e o do remetente para as operações em que o consumidor não é contribuinte de impostos, como ocorre no caso das pessoas físicas. Dessa forma, o imposto não ficaria concentrado apenas nos estados produtores e contemplaria aqueles onde estão os consumidores finais. 

O senador Jaques Wagner (PT-BA) foi quem recomendou a aprovação do substitutivo da Câmara com ajustes de redação. Segundo ele, a aprovação veio em boa hora para garantir o cumprimento do que já está determinado na Constituição e já vem sendo adotado pelos estados, mas que ficaria sem previsão legal a partir de 2022. "Não há perda para ninguém. Era necessária essa lei complementar, cumprindo determinação do Superior Tribunal Federal, para a continuidade da cobrança", afirmou Wagner. 

A regulamentação já estava sendo feita nos estados por um ato do Confaz (Conselho Nacional de Polícia Fazendária) — órgão responsável por regular mudanças no ICMS. O STF (Superior Tribunal Federal), entretanto, entendeu que isso só poderia ser feito por lei complementar. Por isso, os senadores agilizaram a votação nesta segunda-feira para que a cobrança pudesse continuar valendo em 2022, já que as regras atuais venceriam no dia 31 de dezembro deste ano.

O relator do projeto, senador Cid Gomes (PDT-CE), agradeceu ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, por ter convocado a sessão. Ele destacou que o ajuste não implicará em aumento de impostos para o consumidor. "Na prática, os estados que enviam a mercadoria ficam com um percentual e, o estado que recebe, fica com outro. Apresentamos o projeto a pedido do Confaz", explicou.

Veja como vai funcionar:

Transparência

O texto aprovado pelo Senado inseriu ainda um dispositivo que trata da transparência em relação aos contribuintes. As secretarias de Fazenda estaduais deverão disponibilizar on-line informações para os contribuintes sobre o imposto. 

Emenda

Conhecida como a emenda do comércio eletrônico, a Emenda Constitucional 87/2015 determinou que, quando o comprador do bem ou tomador do serviço não for contribuinte do ICMS, a empresa vendedora deverá pagar ao estado de origem a alíquota interestadual 7% ou 12%, conforme o estado.

Além disso, deverá pagar para o estado de destino do bem ou serviço a diferença entre sua alíquota interna e a alíquota interestadual. A norma separou os consumidores entre os que estão sujeitos ao ICMS (empresas) e os que não recolhem o imposto, como é o caso das pessoas físicas.

Na prática, quando uma empresa que paga ICMS consome um produto ou serviço vindo de outra unidade da federação, é ela que é responsável por pagar o diferencial de alíquota ao seu estado. Já no caso do consumidor pessoa física, o fornecedor do produto ou serviço é quem paga essa diferença.

R7 e Correio do Povo

RS reduz para 4 meses intervalo para dose de reforço contra Covid-19

 Encurtamento de período entre doses ocorreu após publicação do Ministério da Saúde nesta segunda-feira


A Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul autorizou, nesta segunda-feira, a redução do intervalo de cinco para quatro meses na aplicação da dose de reforço da vacina contra o coronavírus na população acima de 18 anos. Mudança é válida a partir desta terça-feira. Ela foi pactuada pelos integrantes da Comissão Intergestores Bipartite (CIB) e segue norma técnica do Ministério da Saúde, publicada no início da tarde.

Em Porto Alegre, a liberação não deve ocorrer ainda hoje. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, a pasta realiza o levantamento de estoque de imunizantes e o volume de pessoas aptas para a terceira dose. 

A decisão vale para toda a população a partir de 18 anos que já completou o esquema vacinal com duas doses. Segundo o Ministério da Saúde, preferencialmente, deve ser usada a vacina da Pfizer. Para quem recebeu a dose única da Janssen, o reforço deve ser feito depois de dois meses, com a mesma vacina. A aplicação foi antecipada para fortalecer a resposta imune da população diante do avanço da variante ômicron do coronavírus.

Na mesma nota técnica, o Ministério da Saúde também confirmou a aplicação da quarta dose para pessoas imunossuprimidas. De acordo com o governo gaúcho, essa decisão será analisada na próxima reunião da CIB. 


Correio do Povo