Com proposta de emenda à Constituição aprovada, governo federal terá 106 bilhões de reais a mais

 


O Congresso Nacional promulgou a segunda parte da proposta de emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios. Com isso, as novas regras estabelecidas pela Emenda passam a valer, e o governo terá R$ 106 bilhões a mais para gastar no próximo ano.

A maior parte do dinheiro será usado para pagar o Auxílio Brasil de R$ 400. O programa substituto do Bolsa Família é a principal aposta do presidente Jair Bolsonaro para recuperar sua popularidade e tentar a reeleição em 2022.

Aprovada após meses de articulações do governo federal, a PEC surgiu depois de o governo se ver obrigado a pagar R$ 89,1 bilhões em precatórios (despesas decorrentes de decisões judiciais), o que impediria o pagamento do Auxílio Brasil na dimensão desejada por Bolsonaro.

“A parte que promulgamos abre ainda mais espaço fiscal para a implementação dos programas sociais que garantirão uma renda para as famílias mais pobres. Também incorpora a sugestão feita pelo Senado Federal de afirmar o direito a uma renda básica e de confirmar o caráter permanente de um programa de transferência de renda que realize esse direito”, disse o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) , disse que os parlamentares podem se orgulhar da Emenda.

“A Emenda torna o programa de transferência de renda um assunto de Estado. Criamos democraticamente importantes avanços institucionais”, afirmou Lira.

Aprovado nesta semana pela Câmara e já validado no Senado, o trecho promulgado nesta semana coloca um limite para o pagamento dessas despesas, abrindo um espaço de R$ 44 bilhões.

Outro trecho da PEC, que muda o teto de gastos (a regra que impede o crescimento das despesas da União acima da inflação), abrindo uma margem de R$ 62 bilhões no Orçamento de 2022, foi promulgado na semana passada.

A PEC é cercada de polêmicas porque limita o pagamento de dívidas já reconhecidas pela Justiça e muda o teto de gastos, movimentos vistos por especialistas como um drible nas regras fiscais para aumentar gastos em ano eleitoral.

Cálculos da IFI

A Instituição Fiscal Independente (IFI), ligada ao Senado, tem uma previsão de abertura de espaço orçamentário de R$ 117,9 bilhões, maior que as previsões do governo. A diferença de R$ 11,8 bilhões ocorre porque a IFI trabalha com uma inflação de 10,4%, enquanto o governo projeto um IPCA de 9,7%.

De acordo com fontes do Executivo, o governo não pedirá para subir a previsão da inflação de 9,7%. Por isso, a tendência é que o Orçamento seja analisado pelo Congresso considerando a folga de R$ 106 bilhões.

Os cálculos da IFI apontam que, depois de contabilizadas as destinações para o Auxílio Brasil, os efeitos da inflação mais alta sobre as despesas obrigatórias e outros gastos, deve sobrar R$ 35,5 bilhões em espaço para aumento de despesas primárias no ano que vem.

Essa diferença para a projeção do governo é explicada pela alocação dos recursos. A IFI prevê gastos menores com os benefícios vinculados ao salário mínimo, como a correção da Previdência, do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e abono-salarial. É por isso que haveria uma folga de R$ 35,5 bilhões para outros gastos.

“A destinação desse espaço dependerá de como a peça orçamentária será modificada”, aponta o relatório.

A IFI alerta que caso o Congresso decida revisar os efeitos da inflação sobre os gastos obrigatórios, poderá abrir espaço para aumento de despesas, via emendas de relator-geral, por exemplo.

“A IFI destaca a perda de credibilidade associada às mudanças do teto de gastos e do regime de precatórios como ponto central a explicar a deterioração do quadro prospectivo. Não se trata de um cenário de insolvência, mas de fragilidade das regras fiscais”, afirma nota da entidade.

Destinação do dinheiro

O dinheiro da PEC tem destino certo, segundo o Ministério da Economia.

Do valor total, R$ 48,7 bilhões serão consumidos por despesas obrigatórias, como Previdência e Saúde, que crescem junto com a inflação.

O Auxílio Brasil de R$ 400 custará R$ 54 bilhões a mais (R$ 88 bilhões no total), se for considerado um universo de 17,9 milhões de famílias atendidas. O espaço orçamentário aberto pela PEC também será usado para compensar a desoneração da folha de pagamento das empresas em R$ 5,3 bilhões.

As empresas beneficiadas com a desoneração da folha não deixam de pagar imposto, mas a forma como a regra foi desenhada prevê a transferência de recursos do Tesouro Nacional para o Regime Geral da Previdência Social. Na prática, o governo transfere dinheiro para ele mesmo.

No fim das contas, falta dinheiro. Mesmo com a PEC, há um buraco de R$ 2,3 bilhões, que virá do restante do Orçamento.

O Sul

PIB gaúcho cai 3,5% no terceiro trimestre de 2021

 


A economia do Rio Grande do Sul registrou queda de 3,5% no terceiro trimestre de 2021 em relação ao trimestre anterior. Quando comparado com o mesmo período do ano passado, no entanto, o Produto Interno Bruto (PIB) apresentou alta de 4,2%. Os números do trimestre que vai de julho a setembro mostram que o Estado teve queda superior à do Brasil (-0,1%) na comparação com os três meses anteriores e melhor desempenho quando a referência é o mesmo período de 2020 (4,2% contra 4,0%).

No acumulado do ano, de janeiro a setembro de 2021, a alta no PIB do Estado chega a 12,2%, enquanto no Brasil o crescimento é de 5,7%. Os resultados da economia gaúcha no terceiro trimestre foram divulgados nesta quinta-feira (16) pelo Departamento de Economia e Estatística, vinculado à Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (DEE/SPGG).

“Assim como a Agropecuária auxiliou o Estado no trimestre passado, a falta de expressividade desse setor no terceiro trimestre e a própria base alta do período anterior explicam a queda na margem. O ponto positivo é que tanto Indústria quanto Serviços seguem crescendo nessa base de comparação. Além disso, no acumulado do ano, a recuperação da safra mais do que compensa essa queda marginal, contribuindo para um resultado de 12,2%, que também reflete a recuperação da Indústria e dos Serviços no ano”, destaca a pesquisadora e coordenadora da Divisão de Análise Econômica do DEE/SPGG, Vanessa Sulzbach.

Terceiro trimestre x Segundo trimestre

Em relação aos três meses anteriores, a economia do RS apresentou queda de 10,0% na Agropecuária, enquanto a Indústria (+1,7%) e Serviços (+1,5%) registraram alta no período. O desempenho do Estado ficou acima do nacional no segmento industrial (1,7% contra 0,0% do país) e nos Serviços (1,5% contra 1,1%). A menor queda do Brasil na Agropecuária foi a principal diferença do trimestre (-10,0% contra -8,0%).

Na Indústria de Transformação, a mais representativa indústria do Rio Grande do Sul, a alta no Estado foi de 0,2% nessa base de comparação, contra -1,0% no Brasil. Nos Serviços, a atividade do Comércio no Estado e no país registraram quedas semelhantes (-0,3% no RS e -0,4% no país).

Comparação com igual trimestre de 2020

Em relação ao mesmo trimestre do ano passado, a alta do PIB do RS ficou pouco acima da nacional (+4,2% contra +4,0%). O Estado superou o desempenho do país nos três principais segmentos da economia: Agropecuária (+16,0% contra -9,0%), Indústria (+3,1% contra +1,3%) e Serviços (+6,0% contra 5,8%).

Na Indústria, os destaques positivos ficaram com a Indústria de Transformação (+3,9%), Construção (+8,8%) e Indústria extrativa (+5,9%) enquanto a atividade de Eletricidade e gás, Esgoto e limpeza urbana apresentou recuo de 9,6%. Com maior peso no índice, a Indústria de Transformação teve resultado puxado pelas atividades de Máquinas e equipamentos (+24,5%), Couros e artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (+23,2%) e Metalurgia (+14,1%). Em baixa ficaram os Produtos do fumo (-36,9%), Veículos automotores, reboques e carrocerias (-32,4%) e Produtos de borracha e de material plástico (-8,2%).

Nos Serviços, a alta de 6,0%  esteve relacionada com as variações positivas do Comércio (+7,6%), Transportes, armazenagem e correio (+9,4%), Serviços de informação (+10,0%) e Outros serviços (+12,0%). Entre as atividades comerciais, Outros artigos de uso pessoal e doméstico (+41,5%), Tecidos, vestuário e calçados (+31,4%) e Livros, jornais, revistas e papelaria (+21,7%) tiveram os principais aumentos percentuais. Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-15,1%), Móveis e eletrodomésticos (-9,5%) e Hipermercados e supermercados (-9,4%) registraram as principais quedas no Comércio.

Acumulado do ano

De janeiro a setembro a alta de 12,2% do PIB do RS na comparação com o mesmo período de 2020 é sustentada pelo crescimento da Agropecuária (+72,1%), seguida das altas da Indústria (+11,8%) e dos Serviços (+3,9%). Na taxa acumulada dos últimos quatro trimestres, o PIB do RS teve variação de 8,8% contra 3,9% do Brasil.

O Sul

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Banco Central corta à metade projeção de crescimento do PIB do Brasil em 2022, para alta de 1%, e vê inflação de 10% em 2021

 


Acompanhando o movimento do mercado que vem rebaixando suas expectativas de crescimento para 2022, o Banco Central (BC) divulgou que sua nova projeção é de alta de 1% no PIB do próximo ano. A última estimativa era de 2,1%.

A informação consta no Relatório Trimestral de Inflação publicado nesta quinta-feira (16). Para 2021, o BC também revisou para baixo sua projeção de PIB de 4,7% para 4,4%.

As revisões do Banco Central acompanham projeções mais pessimistas do mercado nos últimos meses. No último relatório Focus, a expectativa de alta em 2022 era de 0,5% e muitos agentes já veem queda na atividade, como o Itaú.

Essa queda nas expectativa se deve a uma preocupação com a inflação, que ameaça fugir da meta em 2022, os juros mais altos, com a Selic superando os 10%, e as incertezas de um ano eleitoral. Além disso, o baixo crescimento registrado em alguns momentos deste ano também preocupa.

Juros mais altos

Na avaliação do Banco Central, o PIB do terceiro trimestre veio “ligeiramente abaixo” do esperado e os índices de setembro e outubro mostram recuo na atividade econômica.

O relatório também cita juros mais altos desestimulando a economia, mas ressalta que a agropecuária e o processo de normalização da economia, principalmente no setor de serviços, devem contribuir para a atividade.

“Surpresas negativas em dados recentemente divulgados, novas elevações da inflação, parcialmente associadas a choques de oferta, e aumento no risco fiscal pioram os prognósticos de crescimento para 2021 e, em especial, para 2022”, aponta o relatório.

Na divisão por setores, a perspectiva mais pessimista é para a indústria. A projeção passou de alta de 1,2% para queda de 1,3% no próximo ano. No setor de serviços, a expectativa era de alta de 2,5% e passou para 1,3%. Quem balanceia um pouco é a agropecuária, que teve sua projeção elevada de 3% para 5%.

O diretor de Política Econômica do BC, Fabio Kanczuk explicou que a projeção maior do que o mercado se explica em boa parte por conta das perspectivas mais positivas para a agropecuária, com safras melhores em 2022.

Já a revisão da projeção pela metade é explicada pelo aperto das condições financeiras, como juros longos mais altos, desvalorização cambial e o risco país.

“Tem os dados correntes e o aperto de condições financeiras. Onde essas condições financeiras pegam? Sobretudo no consumo das famílias e na Formação Bruta de Capital Fixo, no investimento”, disse.

Depois de o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) registrar recessão técnica, o Banco Central calculou queda de 0,4% na atividade em outubro, de acordo com número divulgado na última quarta-feira.

Em sua última previsão, o Ministério da Economia calculou um crescimento de 5,1% este ano e de 2,1% em 2022, bem acima das projeções de mercado.

Inflação persistente

Como mostrou a ata do Copom, o BC também revisou suas projeções para a inflação nos próximos anos. As previsões atuais são de 10,2% este ano, 4,7% em 2022 e 3,2% em 2023. No último relatório de inflação, eram de 8,5%, 3,7% e 3,2%, respectivamente.

Em 4,7% no próximo ano, a inflação fica próxima do teto da meta estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A meta é de 3,5% com piso de 2% e teto de 5%. Segundo o BC, a probabilidade da inflação superar o teto passou de 17% no relatório anterior para 41%.

O presidente do BC, Roberto Campos Neto, disse que a instituição ainda não sabe qual será a taxa terminal do ciclo de elevação nos juros porque há ainda uma volatilidade nos dados de curto prazo muito grande e em toda reunião do Comitê de Política Monetária, o movimento mais persistente da inflação é discutido.

Segundo ele, a ancoragem da inflação é o elemento mais importante para estabilizar o crescimento de longo prazo e a parte fiscal.

“Nós entendemos que vamos estar passando por um processo onde vamos ter elevação de juros com um crescimento na margem não muito elevado, mas entendemos que se isso for feito de forma a ter credibilidade e transparência, é o melhor remédio para maximizar as condições ideais de crescimento futuro”, destacou.

A avaliação do BC é de que a inflação tem se mostrado mais persistente do que o antecipado e, ainda que os preços que mais sobem estejam concentrados em alimentação, combustíveis e energia, a pressão é disseminada.

Segundo o relatório, ela é derivada da maior demanda por bens e pelos gargalos de oferta que ainda existem. Ao mesmo tempo, com a recuperação da mobilidade, a inflação de serviços se mostra mais elevada.

“Há preocupação com a magnitude e a persistência dos choques, com seus possíveis efeitos secundários e com a elevação das expectativas de inflação, inclusive para além do ano calendário de 2022”, aponta o relatório.

A inflação registrada em novembro chegou a 10,74% em 12 meses, mas o BC espera um arrefecimento já no início do próximo ano, chegando a 9,9% em fevereiro.

O Sul

Anvisa autoriza a aplicação da vacina da Pfizer em crianças de 5 a 11 anos

 


A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou nesta quinta-feira (16) a aplicação da vacina da Pfizer contra a Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos. A dosagem para esse público será menor do que a utilizada por maiores de 12 anos.

A Anvisa alerta que a autorização é baseada nos dados científicos disponíveis até o momento. Em outubro, a Pfizer garantiu que a sua vacina é segura e mais de 90,7% eficaz na prevenção da Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos.

As orientações da agência reguladora são as seguintes: a dose para as crianças entre 5 e 11 anos é de um terço em relação à formulação já aprovada no Brasil; a formulação pediátrica é diferente daquela aprovada anteriormente apresentada para o público com mais de 12 anos e, portanto, não pode ser utilizada a formulação de adultos diluída; a criança que completar 12 anos entre a primeira e a segunda dose deve manter a dose pediátrica; não há estudos sobre a coadministração da Pfizer com outras vacinas (não deve ser administrada com outros imunizantes).

Além da área técnica da Anvisa, especialistas das sociedades brasileiras de Infectologia, de Imunologia, de Pediatria, de Imunizações e de Pneumologia e Tisiologia participaram da avaliação sobre a liberação do imunizante para as crianças.

O Sul

Empresas aéreas passam a exigir passaporte de vacinação no embarque

 


As companhias aéreas já passaram a exigir o comprovante de vacina durante o embarque dos passageiros que estão vindo do exterior para o Brasil, após o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF) explicar a regra na última quarta-feira (15).

Passageiros que desembarcaram no Aeroporto Internacional de São Paulo e no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio, relataram que precisaram apresentar o documento que atesta a imunização no país de origem.

A obrigatoriedade do comprovante de vacinação foi determinada pelo ministro do Supremo Luís Roberto Barroso no último sábado (11), está valendo desde segunda (12) e foi confirmada pela maioria do STF na quarta (15).

Porém, o controle vinha sendo feito de maneira aleatória na chegada ao País.

Barroso comunicou que caberia às empresas aéreas exigir o certificado de vacinação, assim como já ocorre com a exigência do teste PCR e a declaração à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“O ministro Luís Roberto Barroso esclarece que o controle do comprovante de vacinação pode ser feito, como regra, pelas companhias aéreas no momento do embarque, como já é feito com o exame de PCR e a declaração à Anvisa”, afirma nota do STF.

A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) disse que “suas associadas já estão solicitando o certificado de vacinação no embarque para o Brasil, conforme decisão do ministro Luís Barroso (STF), e aguardam a publicação de nova portaria do governo para normatizar as regras de ingresso no País”.

O governo federal ainda não publicou a portaria com o detalhamento das novas regras nem restabeleceu o aplicativo do ConecteSUS, que emite o certificado digital de vacinação dos brasileiros.

Exigência do passaporte 

A exigência do passaporte da vacina foi proposta pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ao governo federal. Ao comentar o assunto, o presidente Jair Bolsonaro distorceu a proposta, afirmando que a Anvisa queria “fechar o espaço aéreo”, e chamou o passaporte de “coleira”.

Em 9 de dezembro, o governo publicou uma portaria na qual determinava a exigência do comprovante de vacina ou cumprimento de quarentena a quem quisesse entrar no Brasil sem estar vacinado. Diante do ataque cibernético ao aplicativo do Ministério da Saúde que abriga o comprovante, o governo decidiu suspender a portaria.

O Sul

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Mais de 141 milhões de brasileiros estão com a vacinação contra a covid completa, 66% da população

 


Os dados do consórcio de veículos de imprensa divulgados na noite desta quinta-feira (16) mostram que 141.083.188 pessoas tomaram a segunda dose ou dose única de vacinas e, assim, estão totalmente imunizadas. Este número representa 66,14% da população. Após 7 dias do ataque hacker ao Ministério da Saúde, 14 Estados não divulgaram dados da imunização.

A dose de reforço foi aplicada em 22.195.260 pessoas, o que representa 10,17% da população. Um total de 160.522.290 pessoas, o que representa 75,25% da população, tomou ao menos a primeira dose de vacinas.

Somando a primeira dose, a segunda, a única e a de reforço, são 323.800.738 doses aplicadas desde o começo da vacinação, em janeiro deste ano.

Nas últimas 24 horas, a primeira dose foi aplicada em 147.776 pessoas, a segunda em 301.350, a única em 536, e o reforço em 500.482, um total de 950.144 aplicações.

Os Estados com maior porcentagem da população imunizada (com segunda dose ou dose única) são: São Paulo (77,69%), Mato Grosso do Sul (71,45%), Minas Gerais (69,97%), Rio Grande do Sul (69,74%) e Santa Catarina (69,42%).

Já entre aqueles que mais tem sua população parcialmente imunizada estão São Paulo (81,90%), Santa Catarina (78,72%), Paraná (77,85%), Piauí (77,80%) e Rio Grande do Sul (77,66%).

Crianças

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou nesta quinta a aplicação da vacina da Pfizer contra a covid em crianças de 5 a 11 anos. A dosagem para esse público será menor do que a utilizada por maiores de 12 anos.

A agência alerta que a autorização é baseada nos dados científicos disponíveis até o momento. Em outubro, a Pfizer garantiu que a sua vacina é segura e mais de 90,7% eficaz na prevenção da doença nessa faixa etária.

As orientações da agência reguladora são as seguintes:

— A dose para as crianças entre 5 e 11 anos é de um terço em relação à formulação já aprovada no Brasil;

— a formulação pediátrica é diferente daquela aprovada anteriormente apresentada para o público com mais de 12 anos e, portanto, não pode ser utilizada a formulação de adultos diluída;

— a criança que completar 12 anos entre a primeira e a segunda dose deve manter a dose pediátrica; não há estudos sobre a coadministração da Pfizer com outras vacinas (não deve ser administrada com outros imunizantes).

Além da área técnica da Anvisa, especialistas das sociedades brasileiras de Infectologia, de Imunologia, de Pediatria, de Imunizações e de Pneumologia e Tisiologia participaram da avaliação sobre a liberação do imunizante para as crianças.

O Sul

Internação de UTIs por pacientes de covid em Porto Alegre tem menor índice desde junho de 2020

 


Porto Alegre registrou nesta quinta-feira (16) o seu menor índice de pacientes de coronavírus em unidade de terapia intensiva (UTI) desde o dia 4 de junho de 2020, ou seja, em mais de um ano e meio. Até o início da tarde, 46 pessoas internadas com covid recebiam atendimento nesse tipo de estrutura hospitalar, o que representa pouco menos de 75%.

Na última vez em que a capital gaúcha atingiu patamar proporcional tão baixo foi em 4 de junho de 2020, quando 45 pacientes estavam internados com a doença.

O monitoramento das UTIs revela, ainda, que a taxa de internação de 74,5% leva em consideração 17 hospitais da cidade mais populosa do Rio Grande do Sul. Um gráfico com a oscilação dos números relativos às internações desde o início da pandemia pode ser conferido no site oficial prefeitura.poa.br.

“Estamos retornando a patamares próximos aos verificados no início da pandemia [em março de 2020], quando a curva de internações começava a subir”, compara o titular da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Mauro Sparta. Ele atribuiu a melhora dos indicadores ao avanço da campanha de imunização:

“Os números mais baixos são reflexos da vacinação. Já temos praticamente 100% da população acima de 12 anos contemplada com a primeira dose e mais de 90% com as duas doses. Mesmo assim, é importante que as pessoas continuem adotando as medidas de prevenção, ainda mais depois da confirmação de casos da variante ômicron na capital gaúcha”.

Vacinação de crianças

Com a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de liberar a vacinação contra covid para a gurizada de 5 a 11 anos, a Secretaria Municipal de Saúde avalia que o início do procedimento depende da análise de alguns aspectos.

Dentre eles estão as características técnicas do imunizante da Pfizer (indicado para esse segmento de público) e a necessidade de capacitação específica dos agentes. Outro item fundamental no plano é a necessidade de mais lotes do fármaco para dar conta dessa nova demanda.

O titular da Diretoria de Vigilância em Saúde (DVS), Fernando Ritter, ressalta que esses pontos são essenciais para o início do processo de vacinação desse segmento. De acordo com projeção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2020, Porto Alegre tem cerca de 120 mil habitantes nessa faixa etária.

A enfermeira chefe do Núcleo de Imunizações Zona Sul da SMS, Renata Capponi, segue na mesma linha. Ela reitera que o fato de a bula da vacina ter sido aprovada pela Anvisa para uso em tal segmento não basta para que ele comece a ser seja imunizado:

“É necessário que o Ministério da Saúde adquira a vacina e, depois, a inclua o grupo no Plano Nacional de Imunização contra Covid, o que é condição para que a vacina seja incorporada à campanha de vacinação”.

O Sul

Alteração na proposta do piso do magistério gaúcho garante reajuste a ativos e inativos

 


Depois de discussão com deputados estaduais e de estudos das equipes técnicas, o governo do Estado anunciou, nesta quinta-feira (16), nova proposta de reajuste para o magistério gaúcho. A proposta foi apresentada aos deputados da base aliada em reunião na tarde desta quinta (16), no Palácio Piratini. Com o novo projeto, todos os professores, ativos e inativos, receberão reajuste salarial.

O novo projeto de lei garante o reajuste de 32% na tabela inteira do subsídio, com uma nova fórmula que fará com que todos os ativos e inativos tenham aumento, variando de 5,5% a 32%. A iniciativa implica em despesas anuais de R$ 730,6 milhões, quase 1,5 folha de pagamento a mais por ano ao magistério.

“É uma despesa continuada, e a minha grande preocupação é a de propor algo que o Estado possa sustentar nos próximos anos. Neste governo, temos receitas extraordinárias, que não se repetirão nos próximos anos. Não podemos e não faremos reajustes que possam vir a quebrar o Estado novamente no futuro, porque não haverá dinheiro para pagar no futuro. Se nos descuidarmos agora, quando vierem novos reajustes, o Estado vai quebrar de novo. Com o que estamos oferecendo, nenhum professor, ativo ou inativo, ficará sem reajuste”, afirmou o governador.

Secretário da Fazenda, Marco Aurelio Cardoso também destacou que o governo está apresentando uma proposta de acordo com os limites da responsabilidade fiscal e que há grandes riscos a que o RS segue exposto. Como exemplo, citou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconheceu a inconstitucionalidade da instituição de uma alíquota de ICMS majorada para a energia elétrica e para telecomunicações. Os Estados argumentam que não têm condições de sustentar redução de ICMS neste momento, e aguardam entendimento dos ministros para que a decisão passe a valer a partir de 2024.

“A partir de janeiro, há risco de perda bruta de R$ 2,1 bilhões em receitas, caso o STF não forme maioria para apoiar os Estados. Por isso, os reajustes precisam considerar todos os cenários que se apresentam para 2022”, ressaltou.

O substitutivo ao PL que está na Assembleia Legislativa prevê que a absorção da parcela autônoma seja limitada, de forma a garantir um reajuste efetivo mínimo de 5,53%. Com isso, 30 mil inativos que estavam sem ganhos passam a ter aumento efetivo. Outros 15 mil vínculos de inativos, que tinham ganhos inferiores a 5%, passam a ter ganho efetivo de 5,53%.

Com a proposta, 45.295 inativos passam a ter ganho mínimo efetivo de 5,53%. Outros 1.359 ativos passam a ter o mesmo índice de reajuste. Ficam mantidos os cálculos da proposta anterior que garantem aumento médio efetivo de mais de 22% para cerca de 60 mil profissionais ativos, mais do que a variação do que o INPC (19,5%) acumulado desde o início de 2019.

Nos últimos 12 anos – no período de 2010 a 2021 – o piso nacional do magistério aumentou 203,81%, enquanto a inflação foi de 92,20% (IPCA) e 93,15% (INPC). Com a Portaria Interministerial MEC/ME 8, de 24/9/2021, o piso deverá ter aumento de 31,3% em janeiro de 2022. A medida garante aos professores os mesmos índices aprovados para o salário mínimo regional, assegurando um mínimo real de ganho, mesmo no piso do magistério que já está acima do salário mínimo regional.

Salário inicial para licenciatura plena passa para R$ 4 mil no Estado

O subsídio de entrada na carreira para o regime de 40 horas em licenciatura plena, sem considerar possíveis adicionais, passará de R$ 3.030,53 para R$ 4.000,30, sendo apresentada abaixo a tabela atualmente vigente e a proposta no PL:



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