Anvisa vai autorizar vacina da Pfizer contra a Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos

 Órgão irá detalhar decisão nesta quinta-feira



A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai autorizar a aplicação da vacina da Pfizer, contra a Covid-19, em crianças de 5 a 11 anos. A área técnica do órgão se reúne publicamente nesta quinta-feira, 16, após terminar a análise do pedido da fabricante, para apresentar relatório sobre a imunização desta faixa etária. Com a liberação, a decisão da Anvisa precisará ser publicada no Diário Oficial da União para passar a valer.

Um novo pedido do Butantan para liberação da Coronavac para faixa etária de 3 a 11 anos também tramita no órgão regulador. Ele foi protocolado na tarde de hoje, de acordo com o governador do Estado João Doria. 

A Pfizer já tem o registro definitivo da vacina no Brasil. Com a autorização da área técnica da Anvisa, a bula do imunizante será alterada para inclusão das crianças de 5 a 11 anos. O tema não necessitará de aprovação da diretoria colegiada. O início da vacinação depende do Ministério ou das secretarias de Saúde, e cronogramas ainda não foram informados.

Casos graves da Covid-19 entre crianças são menos frequentes, mas o imunizante ajuda a dar proteção mais ampla a essa faixa etária, além de reduzir o risco de que elas se tornem transmissores do vírus para parentes e professores. A vacina da Pfizer entre os mais novos passou por testes de segurança e eficiência.

A Anvisa recebeu a notificação da agência americana em 12 de novembro. Na ocasião, o laboratório submeteu ao órgão dados e os estudos de segurança para embasar o pedido de vacinação de crianças. Além do corpo técnico da Agência, representantes de sociedades médicas brasileiras também participaram da análise do pedido da fabricante.

Ao pedir autorização, a Pfizer afirmou que a dosagem da vacina para a faixa etária seria ajustada e menor do que aquela aplicada em maiores de 12 anos. A proposta é ter frascos diferentes, com dosagem específica para cada grupo (maiores ou menores de 12 anos). Segundo a empresa, os frascos serão diferenciados pela cor.

O Ministério da Saúde começou a se preparar para a vacinação de crianças em novembro, antes da autorização da Anvisa. A pasta decidiu se antecipar e negociou com a Pfizer 40 milhões de doses para imunizar a faixa etária de 5 a 11 anos. A entrega dos imunizantes estava condicionada ao aval do órgão.

A vacinação de crianças enfrenta resistência do presidente Jair Bolsonaro e de apoiadores da ala ideológica. No fim de outubro, antes de a Pfizer pedir a inclusão das crianças na bula do imunizante, diretores da Anvisa foram ameaçados de morte por e-mail por um homem do Paraná. A mensagem foi repassada a diferentes órgãos de investigação.

A vacina da Pfizer está registrada no País desde 23 de fevereiro deste ano. Inicialmente, o imunizante foi autorizado para pessoas com mais de 16 anos. Em 11 de junho, a Anvisa liberou a inclusão da faixa etária de 12 a 15 anos.

Produto já foi liberado nos EUA

A vacina da Pfizer já está liberada nos Estados Unidos para crianças de 5 a 11 anos desde o dia 2 de novembro. Lá, a vacina é aplicada em duas doses com três semanas de intervalo. A dose foi ajustada para um terço por injeção em comparação com a aplicada em adultos e adolescentes. A aprovação da Agência de Medicamentos dos Estados Unidos (FDA), dizem especialistas, pesa favoravelmente para que o mesmo acontecesse no Brasil.

Agência Estado e Correio do Povo

Câmara dos Deputados mantém o texto do Senado e aprova a PEC dos Precatórios de forma definitiva

 Matéria foi aprovada em primeiro turno na última terça-feira; texto agora segue para promulgação do Congresso Nacional



A Câmara dos Deputados aprovou de forma definitiva, em segundo turno, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) dos Precatórios com as mudanças feitas pelo Senado Federal. Agora, a matéria precisa ser promulgada pelo Congresso Nacional para passar a valer efetivamente. O texto tinha sido aprovado inicialmente no começo de novembro na Câmara, mas sofreu alterações no Senado e teve que voltar para nova análise dos deputados.

A PEC dos Precatórios estabelece um limite (o "subteto") para o pagamento anual de precatórios por parte da União e altera o cálculo do teto de gastos, regra de austeridade fiscal. Com isso, abre-se um espaço fiscal na ordem de R$ 106,1 bilhões, nos cálculos do governo, para o próximo ano. Diante das mudanças feitas no Senado, houve acordo para promulgar os trechos de consenso, que envolve o cálculo do teto de gastos. O restante ficou para análise e votação dos deputados nesta semana.

O principal ponto de discussão entre os deputados era relativo ao trecho aprovado no Senado que fixa em 2026 a duração do regime especial (com um "subteto" anual) de pagamento de precatórios. Os deputados, entretanto, decidiram manter o texto, sem voltar para o prazo de 2036, como estava na proposta original, aprovada inicialmente na Câmara.

Na última terça-feira, antes da votação, o presidente Arthur Lira (PP-AL) se reuniu com líderes de partidos de centro e houve acordo para suprimir o trecho relativo ao prazo de 2026. Um destaque chegou a ser apresentado, mas foi retirado após análise técnica que apontou que não havia saída regimental para fazer o destaque, alterar o prazo e promulgar a matéria sem que o texto retornasse ao Senado.

A única pequena alteração feita pelos deputados é relativa ao pagamento quadrimestral de precatórios específicos do Fundef (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério).

O texto do Senado definiu que os precatórios do Fundef ficarão fora do teto de gastos e que os pagamentos seriam feitos em três parcelas, a partir de abril do próximo ano. A Câmara manteve a regra de três parcelas pagas ao longo do ano, mas suprimiu as datas.

A oposição continuou contrária à matéria, chamando-a de 'calote'. Os parlamentares de oposição ainda apontaram que com o trecho promulgado na semana passada, o governo federal já tinha recursos suficiente para bancar o programa social Auxílio Brasil, substituto do Bolsa Família, em parcelas de R$ 400 a mais de 17 milhões de famílias.

R7 e Correio do Povo

Maioria do STF vota pela exigência do passaporte da vacina para quem tenta entrar no Brasil

 Corte valida decisão do ministro Luís Roberto Barroso que determina que apenas imunizados entrem no país


A maioria dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) votou para validar a decisão do ministro Luís Roberto Barroso que determina a cobrança de certificado de vacinação para quem tenta entrar no Brasil. Em julgamento no plenário virtual, os magistrados entenderam que a quarentena de cinco dias, implantada pelo governo federal, não é suficiente para impedir o avanço da pandemia de Covid-19 no país.

Barroso, relator do caso, afirmou que a maioria dos brasileiros que deixam o país precisaram apresentar comprovante de vacinação para ingressar em outras nações, e portanto, terão condições de apresentar o mesmo documento ao regressar ao Brasil.

A medida já está em vigor nos portos e aeroportos nas ações de fiscalização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O governador de São Paulo, João Doria, foi até o Supremo na tarde desta quarta-feira e afirmou que a decisão da Corte não está sendo cumprida na íntegra.

"Estão usando uma técnica de amostragem, o que faz com que não se cobre vacinação de todas as pessoas que entram no país. Isso não funciona. Conversei com os ministros e eles disseram que em questão de horas vão certificar a Anvisa e a agência de fiscalização marítima sobre isso", disse Doria.


R7 e Correio do Povo

Aparelho de Jantar Chá 30 Peças Haus Cerâmica - Redondo Soho Camelia

 


Na hora de receber e servir nossos convidados com requinte e maestria, contar com os utensílios adequados para cada ocasião pode fazer toda a diferença. Por isso vale a pena conferir o Aparelho de Jantar Soho Camelia da Haus. Trata-se de um aparelho de jantar, com jogo de chá que certamente deixará todos encantados pela beleza, pois possui estampas coloridas que valorizam e harmonizam com qualquer ambiente. Em um total de 30 peças, é feito de cerâmica com formato redondo e certamente fará parte de grandes momentos e comemorações.

Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/aparelho-de-jantar-cha-30-pecas-haus-ceramica-redondo-soho-camelia/p/143291200/UD/APJA/?campaign_email_id=3339&utm_campaign=email_081221_qua_ud&utm_medium=email&utm_source=magazinevoce&utm_content=produto-143291200

Aposta de Joinville fatura prêmio de R$ 6,5 milhões na Mega-Sena

 Prêmio do próximo concurso é estimado em R$ 3 milhões



A Mega-Sena vai pagar um prêmio estimado em R$ 6,5 milhões a um apostador de Joinville (SC). Ele acertou as seis dezenas do concurso 2.438, sorteadas na noite desta quarta-feira, em São Paulo. O sorteio ocorreu no Espaço Loterias CAIXA, no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo. 

As dezenas sorteadas foram: 04 - 11 - 19 - 25 - 37 - 55.

O acertador do prêmio fez uma aposta simples em um canal eletrônico da Caixa. A quina teve 99 apostas ganhadoras e cada uma vai levar R$ 19.581,95 e a quadra teve 5.073 apostas ganhadoras, com prêmios de R$ 545,91.

No próximo concurso, com sorteio no sábado, o prêmio estimado é de R$ 3 milhões.

Agência Brasil e Correio do Povo

Quinta-feira será de sol e calor no RS

 Máximas chegam aos 35°C na região Noroeste


O sol predomina no Rio Grande do Sul nesta quinta-feira. A metade Oeste segue com tempo aberto, o que favorece o aquecimento. Já o calor intenso nas regiões Norte e Noroeste pode gerar chuva de verão localizada, em alguns pontos. 

De acordo com a MetSul Meteorologia, a nebulosidade aparece mais na metade Leste, onde também há chance de chuva isolada. 

Em Porto Alegre, o sol aparece entre nuvens. A mínima na capital é de 21°C, e a máxima chega aos 30°C.

Mínimas e máximas no RS 

Vacaria 17°C / 28°C
Santa Maria 20°C / 32°C
Caxias do Sul 18°C / 28°C
Alegrete 19°C / 32°C
Bagé 17°C / 30°C
Santa Rosa 20°C / 35°C


MetSul Meteorologia e Correio do Povo

Inter oficializa saída do técnico Diego Aguirre em "comum acordo"

 Treinador, que não foi escolhido para comandar o Uruguai, também não seguirá no estádio Beira-Rio



O técnico Diego Aguirre deixou o Inter na noite desta quarta-feira. Após não ser o escolhido para comandar a seleção do Uruguai, o treinador foi comunicado que não seguirá no estádio Beira-Rio. A decisão aconteceu "em comum acordo", conforme o Colorado. Também saem o auxiliar técnico Juan Verzeri e o preparador físico Fernando Piñatares.



Aguirre chegou no meio da temporada com a missão de substituir Miguel Angel Ramirez e reanimar o elenco no segundo semestre de 2021. Ao todo, foram 35 partidas. No começo, os resultados levaram um tempo, mas apareceram e o time chegou a se aproximar do G4 do Brasileirão. Em meio a esse crescimento, Óscar Tabárez foi demitido da Celeste e o comandante colorado surgiu como "ficha um" e quase deixou o clube ainda em novembro. Porém, a procura "esfriou" e ele seguiu na Capital. 

Apesar de permanecer, o time decaiu de rendimento, acumulou derrotas e finalizou a temporada na 12ª colocação, sem uma vaga na próxima Libertadores. Somente pelo desempenho ruim, a diretoria já não contava com Aguirre para o próximo ano. No entanto, esperou a decisão do Uruguai - que escolheu Diego Alonso para substituir Tabárez - para comunicar e acertar a saída do uruguaio. 

Neste final de temporada, Aguirre se junta ao lateral Saravia, o zagueiro Lucas Ribeiro e o goleiro Marcelo Lomba, que também deixaram a equipe.

Prováveis substitutos 

Sem Aguirre, a direção pensa em dois profissionais: Eduardo Domínguez, técnico do Colón, e Sebastián Beccacece, que comanda o Defensa y Justicia. 

Ambos são argentinos, mas isso não é uma mera coincidência. Sem desprezo aos brasileiros, os dirigentes colorados admiram os métodos dos profissionais do país vizinho. Eduardo Coudet, apesar da forma como saiu do clube no ano passado, deixou boa impressão. 

Correio do Povo


Quinta-feira será de sol e calor no RS



Maioria do STF vota pela exigência do passaporte da vacina para quem tenta entrar no Brasil


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Petrobras reduz em dez centavos o preço da gasolina nas refinarias

 


A Petrobras anunciou que o preço médio de venda da gasolina para as distribuidoras passará de R$ 3,19 para R$ 3,09 por litro, redução média de R$ 0,10 por litro, a partir desta quarta-feira (15).

O último reajuste nos preços dos combustíveis realizado pela Petrobras foi feito no final de outubro. Na ocasião, o preço médio de venda da gasolina passou de R$ 2,98 para R$ 3,19 por litro, reajuste médio de R$ 0,21 por litro (alta de 7,04%). Já o litro do diesel A passou de R$ 3,06 para R$ 3,34 por litro, refletindo reajuste médio de R$ 0,28 por litro (alta de 9,15%).

Com os novos valores, a parcela da Petrobras no valor do litro de gasolina pago pelos consumidores nos postos passará a ser de R$ 2,26, em média, redução de R$ 0,07 em relação ao último reajuste.

No comunicado divulgado nesta terça, a Petrobras informa que “reitera seu compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, ao mesmo tempo em que evita o repasse imediato para os preços internos, das volatilidades externas e da taxa de câmbio causadas por eventos conjunturais. Esse ajuste reflete, em parte, a evolução dos preços internacionais e da taxa de câmbio, que se estabilizaram em patamar inferior para a gasolina”.

Queda nos postos

Na semana passada, o preço da gasolina praticado nos postos do país registrou leve queda, segundo levantamento divulgado na sexta-feira (10) pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

O levantamento mostra que o preço médio do litro da gasolina passou de R$ 6,742 para 6,708, uma queda de 0,50%. O valor máximo encontrado foi de R$ 7,962. No acumulado do ano, os combustíveis subiram mais de 40%. No caso do etanol, a alta chegou a quase 70%. Já a gasolina subiu 50% em 12 meses.

Redução foi anunciada por Bolsonaro

No dia 6 de dezembro, a Petrobras informou que não havia nenhuma decisão tomada sobre novos reajustes nos preços de combustíveis e não antecipava decisões. A nota foi uma resposta às expectativas de mudanças nos preços de combustíveis nas refinarias, após o presidente Jair Bolsonaro afirmar  que a Petrobras começaria a anunciar redução no preço dos combustíveis.

Desde 2016, a Petrobras passou a adotar para suas refinarias uma política de preços que se orienta pelas flutuações do preço do barril de petróleo no mercado internacional e pelo câmbio.

O Sul

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