Livro - Os segredos da mente milionária

 


Aprenda a enriquecer mudando seus conceitos sobre o dinheiro e adotando os hábitos das pessoas bem-sucedidas


"T. Harv Eker desmistifica o motivo pelo qual algumas pessoas estão destinadas à riqueza e outras a uma vida de dureza. Se você quer conhecer as causas fundamentais do sucesso, leia este livro." – Robert G. Allen, autor de O milionário em um minuto


"Há anos eu acompanho e admiro o trabalho de Harv Eker. Recomendo este livro a todas as pessoas que querem aumentar a sua riqueza financeira, mental e emocional." – Jack Canfield, co-autor da série Histórias para aquecer o coração




Se as suas finanças andam na corda bamba, talvez esteja na hora de você refletir sobre o que T. Harv Eker chama de "o seu modelo de dinheiro" – um conjunto de crenças que cada um de nós alimenta desde a infância e que molda o nosso destino financeiro, quase sempre nos levando para uma situação difícil.





Neste livro, Eker mostra como substituir uma mentalidade destrutiva – que você talvez nem perceba que tem – pelos "arquivos de riqueza", 17 modos de pensar e agir que distinguem os ricos das demais pessoas. Alguns desses princípios fundamentais são:





• Ou você controla o seu dinheiro ou ele controlará você.





• O hábito de administrar as finanças é mais importante do que a quantidade de dinheiro que você tem.





• A sua motivação para enriquecer é crucial: se ela possui uma raiz negativa, como o medo, a raiva ou a necessidade de provar algo a si mesmo, o dinheiro nunca lhe trará felicidade.





• O segredo do sucesso não é tentar evitar os problemas nem se livrar deles, mas crescer pessoalmente para se tornar maior do que qualquer adversidade.





• Os gastos excessivos têm pouco a ver com o que você está comprando e tudo a ver com a falta de satisfação na sua vida.





O autor também ensina um método eficiente de administrar o dinheiro. Você aprenderá a estabelecer sua remuneração pelos resultados que apresenta e não pelas horas que trabalha. Além disso, saberá como aumentar o seu patrimônio líquido – a verdadeira medida da riqueza.





A Ideia é fazer o seu dinheiro trabalhar para você tanto quanto você trabalha para ele. Para isso, é necessário poupar e investir em vez de gastar. "Enriquecer não diz respeito somente a ficar rico em termos financeiros", diz Eker. "É mais do que isso: trata-se da pessoa que você se torna para alcançar esse objetivo."

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Mega-Sena acumula, e prêmio vai a R$ 6,5 milhões

 Dezesseis apostas acertaram a Quina e levarão mais de R$ 100 mil



Ninguém acertou as seis dezenas da Mega-Sena, em concurso sorteado na noite deste sábado, em São Paulo. A previsão da Caixa Econômica Federal é que o próximo concurso, que acontece na quarta, possa pagar R$ 6,5 milhões.

As dezenas sorteadas foram: 01 - 19 - 41 - 46 - 48 - 55 

De acordo com a Caixa, 16 apostas acertaram a quina, e cada uma receberá R$ 101.047,85. Já a quadra teve 1.416 apostas ganhadoras, e cada uma vai levar para casa R$ 1.613,11.

Correio do Povo

Domingo de tempo bom terá calor e abafamento no RS

 Chuva isolada pode atingir a Metade Norte



O domingo no Rio Grande do Sul terá sol e nuvens, mas algumas áreas do Estado devem ter períodos de maior nebulosidade. O dia será quente e abafado com calor durante a tarde na maioria das regiões gaúchas.

Assim como no sábado, o ar quente e úmido sobre o território gaúcho traz chuva isolada e mal distribuída no decorrer do dia em diversas áreas, especialmente na Metade Norte. No fim da tarde e à noite, instabilidade começa a se formar também no Oeste gaúcho. 

Correio do Povo

Barroso torna passaporte da vacina obrigatório para entrar no Brasil

 Governo federal tinha definido que viajantes poderiam entrar no país mesmo sem o documento se cumprissem quarentena



O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso determinou neste sábado (11) a exigência de passaporte da vacina para a entrada no Brasil. A medida contraria definição do governo federal, que determinou que viajantes que não apresentassem o documento poderiam ficar no país, desde que passassem por quarentena de cinco dias. O viajante só fica dispensado de apresentar o comprovante por motivos médicos, caso seja oriundo de um país em que não há vacina disponível, por por razão humanitária excepcional.

A decisão do ministro é no âmbito de uma ação do partido Rede Sustentabilidade, que pedia que o governo federal fosse obrigado a adotar medidas recomendadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para viajantes vindos do exterior, com a exigência de um comprovante de vacinação ou quarentena.

A fim de ter um entendimento do colegiado, Barroso determinou que a decisão seja enviada para confirmação ou derrubada em sessão extraordinária no plenário virtual do Supremo.

Em sua decisão, o ministro pontuou que há urgência para o tema em razão do aumento de viagens no período que se aproxima, de férias de fim de ano, e pelo risco de o Brasil se tornar um destino antivacina. “O ingresso diário de milhares de viajantes no país, a aproximação das festas de fim de ano, de eventos pré-carnaval e do próprio carnaval, aptos a atrair grande quantitativo de turistas, e a ameaça de se promover um turismo antivacina, dada a imprecisão das normas que exigem sua comprovação, configuram inequívoco risco iminente, que autoriza o deferimento da cautelar", ressaltou.

R7 e Correio do Povo



Domingo de tempo bom terá calor e abafamento no RS


Mega-Sena acumula, e prêmio vai a R$ 6,5 milhões


Justiça julgará habeas corpus que impediu prisão de condenados no Caso Kiss


PF sabe origem de ataque hacker ao Ministério da Saúde, diz diretor


Com desalojados e bairros isolados, BA e MG estão em alerta de "perigo"


Presidente de honra da Portela, Monarco morre aos 88 anos no Rio


IGP tem acesso ao banco biométrico com 120 milhões de cadastrados do Tribunal Superior Eleitoral


Número de mortos após passagem de tornados aumenta para 78 nos EUA


Desmanche clandestino de motos furtadas é descoberto pela Brigada Militar em Viamão


SP confirma 4º caso de ômicron em idoso sem histórico de viagem internacional


Melo visita região afetada por enxurrada e determina agilidade nas soluções, em Porto Alegre


Brasil registra 53 mortes e 3.355 novos casos de Covid em 24h


Caixa vai liberar FGTS para cidades atingidas pelas chuvas na BA e MG



Flamengo renova com Diego Ribas e Diego Alves até o fim de 2022



Com Conecte SUS fora do ar, saiba como obter comprovante de vacina



Hamilton reconhece "ótima volta" de Verstappen, mas confia em plano da Mercedes


Partido do novo chanceler alemão Olaf Scholz promove mudanças em seu comando


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Dezenas de milhares de austríacos protestam contra a vacinação obrigatória


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Fluminense confirma pré-acordo com Felipe Melo


Bayern vence Mainz e se isola ainda mais na liderança com tropeço do Dortmund


Em jogo de três pênaltis, Fortaleza vence, termina no G-4 e rebaixa o Bahia



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Medalhista olímpico e ex-número 1, tenista Manolo Santana morre aos 83 anos


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Vilões da inflação, os combustíveis subiram mais de 40% em 12 meses

 


A inflação caiu para 0,95% em novembro, após registrar 1,25% em outubro, mas foi a maior para o mês desde 2015 (1,01%). No ano, o indicador acumula alta de 9,26% e, nos últimos 12 meses, de 10,74%, acima dos 10,67% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. O acumulado em 12 meses, inclusive, foi o maior desde novembro de 2003 (11,02%). Em novembro de 2020, a variação mensal foi de 0,89%. Os dados são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta sexta-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Os principais vilões da alta foram os combustíveis, que, juntos, subiram mais de 40% em 12 meses. Com o resultado de novembro, a gasolina acumula, em 12 meses, alta de 50,78%, o etanol de 69,40% e o diesel, 49,56%.

No mês de novembro, a alta no setor de transportes foi de 3,35%, influenciada pelos preços dos combustíveis, principalmente, da gasolina (7,38%), que teve, mais uma vez, o maior impacto individual no índice do mês (0,46 p.p.). Houve altas também nos preços do etanol (10,53%), do óleo diesel (7,48%) e do gás veicular (4,30%).

Os preços dos automóveis novos (2,36%) e usados (2,38%) também pesaram na inflação do mês. Já as passagens aéreas recuaram 6,12% em novembro, após as altas de 28,19% em setembro e 33,86% em outubro.

Em habitação (1,03%), segundo maior impacto (0,17 p.p.) no índice geral, o resultado ficou próximo ao do mês anterior (1,04%), pressionado, novamente, pela energia elétrica (1,24%).

“Além da bandeira tarifária da Escassez Hídrica, que acrescenta R$ 14,20 na conta de luz a cada 100 kWh consumidos, em vigor desde setembro, houve reajustes nas tarifas em Goiânia, Brasília e São Paulo. Em Belém e Porto Alegre o recuo decorreu da redução da alíquota de PIS/Cofins”, detalha o gerente do IPCA, Pedro Kislanov.

Destaca-se ainda a alta de 2,12% no gás de botijão, que já subiu 38,88% nos últimos 12 meses.

Por outro lado, o índice geral de novembro desacelerou com o recuo em alimentação e bebidas (-0,04%), devido à queda de 0,25% na alimentação fora do domicílio, influenciada pelo lanche (-3,37%). Já a refeição (1,10%) acelerou em relação ao mês anterior (0,74%).

Houve quedas ainda mais intensas no leite longa vida (-4,83%), no arroz (-3,58%) e nas carnes (-1,38%), pressionando a alimentação no domicílio (0,04%). Por outro lado, houve altas expressivas nos preços da cebola (16,34%), que havia caído em outubro (-1,31%), e do café moído (6,87%). Outros subitens, como o açúcar refinado (3,23%), o frango em pedaços (2,24%) e o queijo (1,39%) seguem em alta.

Também influenciou a desaceleração do índice o grupo saúde e cuidados pessoais (-0,57%), consequência da queda nos preços dos itens de higiene pessoal (-3,00%), sobretudo, dos perfumes (-10,66%), os artigos de maquiagem (-3,94%) e os produtos para pele (-3,72%).

Além disso, a variação dos planos de saúde (-0,06%) segue negativa, refletindo a redução de 8,19% determinada em julho pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para os planos de saúde individuais. No lado das altas, os preços dos produtos farmacêuticos subiram 1,13%.

“A Black Friday ajuda a explicar a queda tanto no lanche quanto nos itens de higiene pessoal. Nós observamos várias promoções de lanches, principalmente nas redes de fast food no período. E no caso dos itens de higiene pessoal, várias marcas nacionais deram descontos nos preços dos produtos em novembro. No Brasil, diferente de outros países, os descontos não são centrados em um único dia. Os descontos acabam sendo dados ao longo do mês”, explica Pedro Kislanov.

À exceção da região metropolitana de Belém (-0,03%), todas as áreas pesquisadas tiveram alta em novembro. A variação negativa em Belém decorre principalmente dos itens higiene pessoal (-6,51%) e energia elétrica (-1,92%). A maior alta ficou com o município de Campo Grande (1,47%), onde pesaram a gasolina (8,89%) e os automóveis novos (4,46%). Em Porto Alegre, a variação em novembro foi de 0,96%. As informações são do IBGE.

O Sul 

Livro - Os Dois Morrem No Final

 


Emocionante e inesquecível, aguardado livro de Adam Silvera chega ao Brasil em outubro




No dia 5 de setembro, pouco depois da meia-noite, Mateo Torrez e Rufus Emeterio recebem uma ligação da Central da Morte. A notícia é devastadora: eles vão morrer naquele mesmo dia.




Os dois não se conhecem, mas, por motivos diferentes, estão à procura de um amigo com quem compartilhar os últimos momentos, uma conexão verdadeira que ajude a diminuir um pouco a angústia e a solidão que sentem. Por sorte, existe um aplicativo para isso, e é graças a ele que Rufus e Mateo vão se encontrar para uma última grande aventura: viver uma vida inteira em um único dia.




Uma história sensível e emocionante, Os dois morrem no final nos lembra o que significa estar vivo. Com seu olhar único, Adam Silvera mostra que cada segundo importa, e mesmo que não haja vida sem morte, nem amor sem perda, tudo pode mudar em 24 horas.

Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/p/livro-os-dois-morrem-no-final/232593900/?utm_source=magazinevoce&utm_medium=email&utm_campaign=email_061221_seg_livros&utm_content=produto-232593900&campaign_email_id=3337

Índice que mede a inflação oficial do País foi o mais elevado para o mês de novembro desde 2015

 


A inflação oficial do País caiu para 0,95% em novembro, após registrar 1,25% em outubro, mas foi a maior para o mês desde 2015 (1,01%). No ano, o indicador acumula alta de 9,26% e, nos últimos 12 meses, de 10,74%, acima dos 10,67% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. O acumulado em 12 meses, inclusive, foi o maior desde novembro de 2003 (11,02%). Em novembro de 2020, a variação mensal foi de 0,89%.

Os dados são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta sexta-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O índice mede a inflação oficial do Brasil.

A alta foi puxada pelos transportes (3,35%), influenciados pelos preços dos combustíveis, principalmente, da gasolina (7,38%), que teve, mais uma vez, o maior impacto individual no índice do mês (0,46 p.p.). Houve altas também nos preços do etanol (10,53%), do óleo diesel (7,48%) e do gás veicular (4,30%). Com o resultado de novembro, a gasolina acumula, em 12 meses, alta de 50,78%, o etanol de 69,40% e o diesel, 49,56%.

Os preços dos automóveis novos (2,36%) e usados (2,38%) também pesaram na inflação do mês. Já as passagens aéreas recuaram 6,12% em novembro, após as altas de 28,19% em setembro e 33,86% em outubro.

Em habitação (1,03%), segundo maior impacto (0,17 p.p.) no índice geral, o resultado ficou próximo ao do mês anterior (1,04%), pressionado, novamente, pela energia elétrica (1,24%).

“Além da bandeira tarifária da Escassez Hídrica, que acrescenta R$ 14,20 na conta de luz a cada 100 kWh consumidos, em vigor desde setembro, houve reajustes nas tarifas em Goiânia, Brasília e São Paulo. Em Belém e Porto Alegre o recuo decorreu da redução da alíquota de PIS/Cofins”, detalha o gerente do IPCA, Pedro Kislanov.

Destaca-se ainda a alta de 2,12% no gás de botijão, que já subiu 38,88% nos últimos 12 meses.

Por outro lado, o índice geral de novembro desacelerou com o recuo em alimentação e bebidas (-0,04%), devido à queda de 0,25% na alimentação fora do domicílio, influenciada pelo lanche (-3,37%). Já a refeição (1,10%) acelerou em relação ao mês anterior (0,74%).

Houve quedas ainda mais intensas no leite longa vida (-4,83%), no arroz (-3,58%) e nas carnes (-1,38%), pressionando a alimentação no domicílio (0,04%). Por outro lado, houve altas expressivas nos preços da cebola (16,34%), que havia caído em outubro (-1,31%), e do café moído (6,87%). Outros subitens, como o açúcar refinado (3,23%), o frango em pedaços (2,24%) e o queijo (1,39%) seguem em alta.

Também influenciou a desaceleração do índice o grupo saúde e cuidados pessoais (-0,57%), consequência da queda nos preços dos itens de higiene pessoal (-3,00%), sobretudo, dos perfumes (-10,66%), os artigos de maquiagem (-3,94%) e os produtos para pele (-3,72%).

Além disso, a variação dos planos de saúde (-0,06%) segue negativa, refletindo a redução de 8,19% determinada em julho pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para os planos de saúde individuais. No lado das altas, os preços dos produtos farmacêuticos subiram 1,13%.

“A Black Friday ajuda a explicar a queda tanto no lanche quanto nos itens de higiene pessoal. Nós observamos várias promoções de lanches, principalmente nas redes de fast food no período. E no caso dos itens de higiene pessoal, várias marcas nacionais deram descontos nos preços dos produtos em novembro. No Brasil, diferente de outros países, os descontos não são centrados em um único dia. Os descontos acabam sendo dados ao longo do mês”, explica Pedro Kislanov.

O Sul


Vacinação contra a Covid ocorre em três locais neste sábado em Porto Alegre; não haverá imunização no domingo

Aliado de Bolsonaro, PTB vai ao Supremo contra passaporte da vacina em seis Estados, entre eles o Rio Grande do Sul

 


O Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) – legenda aliada do presidente Jair Bolsonaro e comandada por Roberto Jefferson até sua prisão, em agosto – entrou com ação no Supremo Tribunal Federal questionando leis, decretos e portarias estaduais e municipais que tornaram obrigatória a apresentação de comprovante de imunização contra a covid-19, o passaporte da vacina, para entrada e permanência em estabelecimentos públicos e privados. A legenda quer ainda impedir a edição de novas normas de mesmo teor.

Na ação, o PTB questiona dispositivos da Paraíba, do Rio Grande do Sul, do Pará, do Espírito Santo, do Amazonas, da Bahia e da cidade do Rio de Janeiro. O partido sustenta que as normas violam direitos relativos à liberdade de locomoção e ao trabalho previstos na Constituição Federal. Para a legenda, os textos questionados foram editados sem “evidências científicas que permitam justificar medidas autoritárias e desproporcionais”. O caso foi distribuído para relatoria do ministro Dias Toffoli.

Alinhadas com o discurso de Bolsonaro e seus apoiadores, as alegações e o pedido do PTB vão na contramão da recomendação de cientistas e das medidas adotadas por países em todo mundo. A exigência de imunização é defendida por especialistas como forma de frear a circulação do vírus.

Na Europa, a medida é vista como uma forma de combate à quarta onda da covid-19. O comprovante de vacina não é só necessário para viagens, mas também é exigido para acesso a bares, hotéis, restaurantes na maioria dos países. O próprio presidente teve de almoçar na área externa de um restaurante em Nova York, em setembro, por não estar imunizado contra a covid-19.

Além disso, os argumentos do partido de Roberto Jefferson vão de encontro à decisão do Supremo Tribunal Federal que decidiu a favor da vacinação obrigatória contra o novo coronavírus. Em dezembro do ano passado, o tribunal entendeu que Estados e municípios podem decidir sobre a obrigatoriedade da imunização e até mesmo impor restrições para quem se recusar a ser vacinado.

Na prática, o STF deu a Estados e municípios de todo o País o poder de definir as sanções contra os indivíduos que não queiram ser vacinados. A carteira de vacinação em dia já é exigida, por exemplo, para matrícula em escolas, concursos públicos e pagamento de benefícios sociais.

Antes de receber a ação contrária ao passaporte da vacina, a corte já havia sido acionada com um pedido para que o governo federal fosse obrigado a adotar a exigência de apresentação de comprovante de vacinação para entrada no País, medida recomendada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Tal ação, impetrada pela Rede no final de novembro, está sob relatoria do ministro Luís Roberto Barroso.

O Sul


Governo brasileiro passa a exigir quarentena de cinco dias para viajantes não vacinados a partir deste sábado

IPVA de 2022 terá descontos maiores e parcelamento em até seis vezes no Rio Grande do Sul

 


A Receita Estadual anunciou nesta sexta-feira (10) uma série de novidades para o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) referente a 2022 no Rio Grande do Sul. Em destaque, descontos maiores para o pagamento antecipado do tributo, alongamento do prazo de quitação – em até seis vezes – e a possibilidade de uso do sistema Pix.

Não houve mudança em relação às alíquotas do no Rio Grande do Sul. Por outro lado, a valorização dos preços dos veículos em todo o País, refletida na tabela Fipe, acarretou um aumento médio de 22% ao contribuinte.

A fim de amenizar essa situação, o governo gaúcho ampliou de 3% para 10% o abatimento máximo no imposto e dobrou  de três para seis meses (janeiro a junho) o prazo de parcelamento. A medida foi autorizada pela Lei 15.533, aprovada por unanimidade na Assembleia Legislativa em setembro.

O pagamento do IPVA estará liberado a partir da próxima quarta-feira (15). Quem pagar tudo até o dia 30 de dezembro, terá desconto de 10% e não incorrerá na variação da Unidade de Padrão Fiscal (UPF) no Rio Grande do Sul – pelos índices inflacionários também deve ficar em 10%, gerando assim uma chance de redução de até 20%.

As alíquotas incidentes sobre o valor dos veículos permanecem as mesmas, sendo 3% para automóveis e camionetes, 2% para motocicletas e 1% para caminhões, ônibus, micro-ônibus e automóveis e camionetes para locação.

Calendário de pagamento único vai até abril, quando vencem as placas. Quem não optar pela antecipação ou parcelamento, deve pagar o IPVA na data de vencimento da placa. A tabela pode ser consultada na internet.

O governo gaúcho disponibiliza um site específico sobre o assunto (ipva.rs.gov.br), além de um aplicativo (“IPVA RS”) para dispositivos móveis, disponível de forma gratuita nas plataformas Google Play e App Store. Em ambos, é possível consultar dados como multas, valores a pagar e outras pendências, bem como gerar QR Code para o Pix.

Outros benefícios

As vantagens podem ser ainda maiores para proprietários de veículos que tiverem os descontos dos programas estaduais “Bom Motorista” (com base em multas de trânsito) e “Bom Cidadão” (recolhimento de notas fiscais de produtos e serviços em estabelecimentos gaúchos).

Pagando antecipadamente em dezembro e com a soma de todos os descontos máximos disponíveis, o abatimento pode chegar a 34,63% sobre o valor total do IPVA.

Outra possibilidade é a quitação com desconto nos três primeiros meses do ano: 10% até 31 de janeiro, 6% até 25 de fevereiro e 3% até 31 de março. Nesses casos, os valores já estarão atualizados pela variação da UPF.

Esses descontos podem ser ampliados com o acúmulo da redução proporcionada pelo “Bom Motorista” e “Bom Cidadão”, chegando assim a 28% (janeiro), 24,8% (fevereiro) e 22,4% (março).

Se o proprietário optar pelo parcelamento, também terá o respectivo desconto nas parcelas de janeiro, fevereiro e março. Para isso, precisa aderir ao parcelamento ainda em janeiro.

Vale lembrar que o parcelamento não tem juros, no entanto exige que o contribuinte faça a adesão (primeira parcela) até 31 de janeiro. As parcelas que vencem em janeiro, fevereiro e março terão descontos de 10%, 6% e 3%, respectivamente.

Arrecadação

Para definir o valor do IPVA, é utilizado como base de cálculo o preço médio do veículo no mercado. Para modelos zero-quilômetro, vale como referência o preço da nota fiscal.

O frota atual do Rio Grande do Sul é de aproximadamente 7,2 milhões de veículos, sendo 53,9% tributáveis e 46,1% isentos – é o caso das unidades com mais de 20 anos ou cujo valor do imposto é inferior a 4 UPFs (o que dá cerca de R$ 85).

Segundo a Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz), a expectativa é de arrecadar R$ 4,2 bilhões com o IPVA de 2022 – quase R$ 1,15 milhão só com a quitação antecipada em dezembro. O montante é repartido igualmente em 50% para o Estado e 50% para o município do licenciamento do veículo.

O Sul

O que pode mudar no STF com a entrada do André Mendonça?