EFEITOS DA DESTRUIÇÃO CEREBRAL - Gilberto Simões Pires

 OBRA DO ACASO

Na semana passada, como se vivesse num planeta bem distante, um empresário obteve um generoso espaço na mídia para dizer, alto e bom som, que o problema fiscal do nosso empobrecido Brasil está na elevada DESPESA PÚBLICA. Ora, ao tornar pública a sua fantástica descoberta, o empresário dá a entender que o -sucesso- da sua atividade, (por isso ganhou espaço na mídia), é obra exclusiva do acaso. Só pode...

DESPESAS -OBRIGATÓRIAS E DISCRICIONÁRIAS-

Mais do que já foi dito e repetido, à exaustão, o Orçamento da União IMPÕE que 94% das RECEITAS PÚBLICAS estão comprometidas por DESPESAS PRIMÁRIAS OBRIGATÓRIAS, do tipo que o governo simplesmente não pode deixar de cumprir.  Isto significa, claramente, - não exige o mínimo conhecimento da matemática- que o governo só dispõe de apenas 6% da ARRECADAÇÃO para atender as chamadas DESPESAS DISCRICIONÁRIAS, sobre as quais ele tem liberdade de decidir.

PODER LEGISLATIVO

O empresário em nenhum momento levou em conta que dentre os 96% que compõe as DESPESAS OBRIGATÓRIAS, a maior parte está protegida (blindada) pela Constituição Federal através de Cláusulas Pétreas, (que não admite mudança de nenhum dos Poderes da República). E para tornar possível qualquer alteração destas vantagens -impagáveis- só com uma Nova Constituinte, o que, infelizmente, não está no nosso radar. Já as demais DESPESAS -OBRIGATÓRIAS-, (não protegidas pelas Cláusulas Pétreas) só podem ser alteradas e/ou reduzidas com autorização do PODER LEGISLATIVO, que mais do que sabido, só mostra disposição para aumentar os GASTOS PÚBLICOS, nunca para reduzi-las. 


DÉFICIT FISCAL

Vejam, por exemplo, o esforço que faz, desde o primeiro dia de governo, o Ministério da Economia, apresentando projetos e propostas ao Congresso nacional com o propósito de diminuir o já crônico DÉFICIT FISCAL. Todos, lamentavelmente, quando aprovados o foram depois de enormes mutilações. Começando, por exemplo, com a primeira tentativa, no início de 2019, via REFORMA DA PREVIDÊNCIA, cuja aprovação, no Congresso Nacional, foi um verdadeiro arremedo do que continha a proposta original.

RESPONSÁVEIS

O curioso é que são raros os brasileiros que apontam o PODER LEGISLTATIVO como verdadeiro, não único, responsável pelas enormes DESPESAS PÚBLICAS. O outro grande responsável é o PODER JUDICIÁRIO, que ultimamente vem tomando decisões que agravam sobremaneira o cumprimento do Orçamento da União. Vide, por exemplo, o caso dos Precatórios, que depois de muitos anos engavetado, eis que de uma hora para outra foi colocado integralmente no colo do Poder Executivo com a obrigação de pagar. Pode? 

ALERTAS

O tal empresário, antes de tecer críticas e comentários sobre as CONSEQUÊNCIAS deveria emitir constantes alertas informando, a todo momento, que no próximo ano, 2022, o povo não vai eleger apenas o presidente do País, mas, principalmente, os 513 deputados e 27 senadores (1/3), que vão compor o Poder Legislativo, cujos integrantes recebem autorização para cuidar das contas públicas. É nos cérebros dos parlamentares que estão depositadas as CAUSAS que precisam ser atacadas. 


Pontocritico.com

Cadeirinha para Auto Go Safe Leone Nero - 0 a 25kg

 


Além de oferecer mais conforto, a cadeirinha para automóvel é fundamental para garantir que as crianças não se machuquem em freadas bruscas, pequenas batidas e até acidentes, e é sempre importante manter a criança segura. A cadeirinha para auto Leone da Go-Safe, para crianças com até 25kg, é fabricada na França por um reconhecido produtor europeu de dispositivos de retenção infantil. Possui travesseiro, ombreiras, protetor entre-pernas, almofada redutora de costas e assento. O cinto de segurança de 05 pontos com ajustador de cinto nos ombros 04 posições dá mais segurança para a criança. Possui 01 posição de costas para o movimento e 01 posição de frente para o movimento. Certificada pelo INMETRO, trata-se de um produto seguro e de qualidade.

Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/cadeirinha-para-auto-go-safe-leone-nero-0-a-25kg/p/224466600/BB/BEBA/?campaign_email_id=3334&utm_campaign=email_3011_ativar_loja&utm_medium=email&utm_source=magazinevoce&utm_content=produto-224466600

Bispo aliado de Bolsonaro explica por que líderes evangélicos não apoiarão candidatura de Lula em 2022

 


Fundador da igreja Sara Nossa Terra e um dos líderes evangélicos que mais se engajaram na campanha pela ida de André Mendonça para o Supremo Tribunal Federal (STF), o bispo Robson Rodovalho acredita que, depois do Executivo e do Legislativo, é hora de ampliar ainda mais os espaços do segmento no Judiciário.

Ele afirma que o presidente Jair Bolsonaro continuará tendo o apoio dos evangélicos na eleição de 2022 porque o PT descumpriu o que prometeu na pauta de costumes enquanto governou.

1) Nas últimas décadas, os evangélicos ampliaram espaços elegendo representantes no Executivo e no Legislativo. Por que a importância de expandir influência no Judiciário?

Porque o espaço não condiz com a nossa representação de mais de 30% da sociedade brasileira. Na primeira instância do Judiciário temos membros, a proporção cai na segunda instância e se reduz ainda mais em cortes superiores. Até a nomeação de André Mendonça na semana que passou, o STF não tinha evangélicos. Justamente por isso houve uma mobilização nunca antes vista das nossas lideranças.

2) Que pautas são essas que estão no STF que tanto interessam aos evangélicos?

Algumas já foram julgadas como a criminalização da homofobia, com resultado final confuso. Outras questões ainda serão abordadas como a descriminalização do aborto e do porte de drogas. São temas delicados.

3) Quais os próximos passos a serem dados pelos evangélicos para expandir influência no Judiciário?

Deveríamos ter pelo menos dois ou três ministros evangélicos ou do segmento cristão na Corte. Digo cristãos praticantes, porque é claro que há hoje no STF excelentes ministros compartilhando valores da família. Mas o discurso de abertura de espaço para minorias na sociedade acabou ofuscando o tamanho da maioria. O presidente Bolsonaro enxergou isso e fez a correção histórica.

4) O Brasil é o segundo país do mundo em mortes pela Covid-19 e o desemprego e a inflação atingiram altos índices este ano. Qual o segredo para Bolsonaro manter popularidade acima da média entre os evangélicos?

O presidente é uma pessoa bem intencionada, verdadeira e que fala o que sente. É espontâneo sem ser travestido de marketing. Tem muito valor isso num mundo tão maquiado como o de hoje. A crise econômica atingiu todos os países por conta da pandemia e não por decisões erradas dele. Pelo contrário. O dinheiro da União foi repassado para os Estados. E sobre o combate ao coronavírus, se o Ministério da Saúde não comprou as vacinas três meses antes, é porque não havia condições contratuais para tal. Hoje, no entanto, somos um dos países que mais vacinam no planeta.

5) Não incomodam as agendas conflitantes com os evangélicos como a defesa das armas e da liberação do jogo?

No campo das armas, muitos evangélicos são a favor da posse. Há uma sensação generalizada da impotência do Estado no campo da segurança pública. No jogo, é verdade, a maioria é contra, eu inclusive. Mas há pessoas a favor por entender que é possível desenvolver regiões estagnadas. Todas as nações colonizadas e que viram o protestantismo se expandir como Estados Unidos, Canadá, Inglaterra e Austrália são lenientes com a questão do jogo.

6) Não incomodam sequer as denúncias de rachadinha contra os filhos do presidente?

Rachadinha faz parte do ambiente da política e a oposição maximiza esse tema. Para isso tem a Justiça, cabe a ela condenar ou absolver. Não podemos fazer julgamentos prematuros.

7) Como vê as sinalizações de presidenciáveis para os evangélicos como os gestos do ex-presidente Lula?

É natural, mas não basta conversar, é preciso se comprometer com certos valores. O PT já fez isso lá atrás. Fizemos alguns acordos com Lula e Dilma em temas como ideologia de gênero nas escolas e pautas LGBT. Eu, (pastor Silas) Malafaia e (bispo Edir) Macedo apoiamos o PT no passado. Acreditamos nos acordos estabelecidos porque, em vários momentos, candidatos do PSDB não aceitaram o que queríamos. Com o tempo, o PT acabou não cumprindo os acordos e implantou uma agenda contrária ao que acreditamos, atropelando os valores familiares.

O Sul

PEC dos Precatórios ainda é alvo de impasse entre Senado e Câmara dos Deputados. Promulgação deve ser decidida nesta segunda

 


A promulgação da proposta de emenda constitucional (PEC) dos Precatórios ainda provoca um impasse nos bastidores entre Câmara  dos Deputados e Senado. O presidente deste último, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), deixou a decisão sobre para esta segunda-feira (6), prolongando a incerteza sobre a abertura de espaço fiscal para o programa Auxílio Brasil.

O Senado alterou o texto da PEC, fazendo a matéria retornar para a Câmara dos Deputados. No governo federal, a articulação era pelo fatiamento da proposta, mas a redação contrariou a cúpula da Câmara por alterar um artigo essencial para a abertura de espaço fiscal em 2022.

Ao todo, a proposta garante uma folga de R$ 106,1 bilhões no Orçamento de 2022, ano em que o presidente vai disputar a reeleição.

Após a aprovação do Senado, o dispositivo que muda o cálculo do teto e abre espaço de R$ 62,2 bilhões no próximo ano já poderá ser promulgado pelo Congresso. O limite no pagamento de precatórios, por sua vez, que abre uma folga de R$ 43,8 bilhões, foi alterado. A discussão é se a Câmara terá que fazer uma nova votação desse item.

O Senado alterou o artigo diminuindo a vigência do subteto de precatórios de 2036 para 2026 e vinculando os recursos ao programa social e despesas com seguridade social. A estratégia foi blindar a vinculação e forçar a Câmara a aprovar a mudança.

Na última quinta-feira (2), o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), cobrou uma rápida promulgação das partes iguais, mas disse que as mudanças só deverão ser votadas pelos deputados em 2022. Lira e Pacheco se reuniram após a aprovação da PEC no Senado e não chegaram a um consenso.

Por um lado, Pacheco tenta manter o acordo feito com senadores para vincular o espaço fiscal. Por outro, Lira quer discutir uma alternativa para a promulgação desconsiderando a mudança.

O impasse levou o ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia (sem partido-RJ) a dizer que os senadores críticos à PEC “foram enganados pelas lideranças do governo” ao votar a favor após a alteração. “O fatiamento parcial vai deixar de fora a obrigatoriedade de aplicação de todos os recursos na área social”, escreveu Maia no Twitter.

Limite de precatórios

Nos bastidores, integrantes do Senado insistem que a redação blinda a PEC de fatiamento e exigem que Pacheco mantenha o combinado, promulgando a proposta de emenda constitucional com a vinculação do limite de precatórios.

Assim, quem ficaria pressionado seria o governo do presidente Jair Bolsonaro, dependente do espaço fiscal. Nos bastidores, congressistas comentam que o imbróglio pode levar o Executivo ou Pacheco – a depender da decisão – a ficar com o ônus de adiar a implantação do Auxílio Brasil.

O Sul

O ministro sem fronteiras

 

Ventilador de Mesa Mondial Super Power VSP-40-B - 40cm 3 Velocidades

 


Os dias mais quentes certamente fazem parte da rotina do nosso país tropical não é mesmo? E nesses dias, contar com um ventilador potente e de qualidade pode fazer toda diferença para amenizar o calor. Por isso vale a pena conferir o modelo Super Power VSP-40-B da Mondial. Trata-se de um ventilador de mesa com 3 velocidades que certamente ajudará quando precisar refrescar o ambiente. Com 40cm de diâmetro esse ventilador é super fácil de montar, isso sem contar que além de eficiente ele é silencioso. Deixe o ambiente mais fresquinho com esse ventilador da Mondial.

Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/ventilador-de-mesa-mondial-super-power-vsp-40-b-40cm-3-velocidades/p/231203900/AR/ARVM/?campaign_email_id=3334&utm_campaign=email_3011_ativar_loja&utm_medium=email&utm_source=magazinevoce&utm_content=produto-231203900

Linguagem neutra não inclui ninguém, só cria segregação e ainda tira das pessoas o direito ao aprendizado

 

Jornalista de O Globo é acusado de publicar fake news

 

Em Porto Alegre no sábado, Sérgio Moro visitou o governador gaúcho

 


Após ser derrotado nas prévias do PSDB para a candidatura à Presidência da República, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, se reuniu com o pré-candidato do Podemos ao Planalto, o ex-juiz e ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, na manhã deste sábado (4).

Em publicação em suas redes sociais, Leite destacou que o “canal está aberto” para a criação de “uma alternativa” para o País. A reunião ocorreu no Palácio Piratini, sede do governo gaúcho. O vencedor das prévias tucanas, o governador de São Paulo, João Doria, também já indicou que deve se encontrar com Moro, como parte de uma aproximação entre os dois partidos.

“Recebi Sérgio Moro para uma boa conversa na manhã de hoje. O combate às desigualdades, a retomada da economia e a importância da construção de convergências políticas para trazer o país de volta ao equilíbrio e ao bom senso estiveram na pauta. Obrigado pela visita!”, escreveu Leite em seu Twitter.

A publicação deste sábado reforça declarações dadas em entrevista nesta semana, em que o governador gaúcho cobrou de seu partido e de Doria a construção de uma aliança para derrotar o presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022.

Leite também afirmou que a conversa envolveu o combate às desigualdades, a retomada da economia e a “construção de convergências políticas para enfrentar os problemas da vida real dos brasileiros”.

Sérgio Moro considerou ser “fundamental criarmos pontes para que possamos construir o País que merecemos: longe do passado de corrupção e sem autoritarismo, inflação, pobreza e desemprego”.

Protestos

Moro foi recebido com vaias e gritos de “juiz ladrão” no teatro do Bourbon Country, em Porto Alegre, onde aconteceu convenção do Podemos.

Em vídeo publicado nas redes sociais, é possível ver várias pessoas segurando cartões e protestando contra a parcialidade de Moro, que comandou os julgamentos da Operação Lava-Jato que condenou o ex-presidente Lula (PT) à prisão.

O Sul

Ainda sem registro de mortes, variante ômicron se espalha e causa temor de impacto na economia mundial

 


Desde a primeira confirmação, na última semana de novembro, ao menos 38 países já confirmaram oficialmente a chegada da variante ômicron do coronavírus, aponta a Organização Mundial de Saúde (OMS). Embora ainda não tenha causado mortes, a nova cepa tem provocado a implementação de restrições que ameaçam a economia.

A diretora do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, indicou que o fato pode desacelerar a recuperação e obrigar o órgão a revisar para baixo suas expectativas: “Uma variante com capacidade para se expandir rapidamente acaba afetando a confiança. Provavelmente veremos cortes em nossas projeções de outubro para o crescimento global”.

Nessa última estimativa, o FMI já havia freado o seu otimismo, estimando em 5,9% o crescimento do PIB mundial em 2021, em vez dos 6% anteriores. Já para o ano que vem, a expectativa é de uma alta de 4,9%.

Transmissão local

Vários países como Espanha, Estados Unidos e Austrália começaram a registrar supostos casos de transmissão local, com pacientes infectados que não haviam viajado ao exterior.

Tunísia e México anunciaram seus primeiros casos na sexta. O subsecretário mexicano de Saúde, Hugo López-Gatell, afirmou que o fechamento das fronteiras não é uma medida útil para conter as variantes.

O aparecimento desta variante é “a prova definitiva” do perigo das desigualdades, disse o presidente da Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FICV), Francesco Rocca, que relembrou a ameaça de “variantes novas em locais onde a taxa de vacinação é muito baixa”.

Em todo o Espaço Econômico Europeu (União Europeia e Noruega, Islândia e Liechtenstein), 109 casos da ômicron foram relatados até o meio-dia de sexta, de acordo com o Centro Europeu para Prevenção e Controle de Doenças (ECDC).

Ao mesmo tempo, a pandemia de Covid-19 continua a causar estragos em muitos países: a Rússia registrou em outubro seu mês mais mortal desde o início da pandemia, com 74.893 mortes relacionadas ao vírus, segundo a agência de estatísticas Rosstat. No total, o número de mortes ultrapassa 520 mil.

Muitas incertezas

Embora a nova variante pareça ser altamente contagiosa, o porta-voz da Organização Mundial da Saúde (OMS), Christian Lindmeier, disse nesta sexta-feira que não havia recebido “nenhum relato de mortes relacionadas à ômicron”.

Existem também dúvidas em relação à periculosidade e resistência à vacina da ômicron.

Na África do Sul, a nova variante já prevalece. As autoridades de saúde relataram um aumento nas infecções em crianças, embora ainda não se saiba se está relacionado à ômicron.

Um estudo sul-africano descobriu que o risco de contrair Covid-19 novamente é três vezes maior com a ômicron do que com as variantes beta e delta.

Novas restrições

A Irlanda anunciou, na sexta-feira à noite, diversas medidas, entre elas o fechamento de boates de 7 de dezembro a 9 de janeiro.

Já a Alemanha impôs fortes restrições a pessoas não vacinadas, que ficarão praticamente confinadas. Um projeto de lei sobre a vacinação obrigatória será apresentado ao Parlamento alemão para entrada em vigor em fevereiro ou março.

A Áustria mais uma vez confinou sua população; a Grécia diminuiu o tempo para a dose de reforço.

Na Ásia, um dia depois de Singapura anunciar dois casos, os vizinhos Malásia e Sri Lanka relataram seus primeiros casos na sexta, cada um envolvendo viajantes que voltavam da África.

Por enquanto, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse que a cobertura vacinal e os níveis de detecção inadequados, especialmente na África, são “uma receita perfeita para as variantes se reproduzirem e ampliarem.”

Várias empresas, incluindo Moderna, AstraZeneca, Pfizer/BioNTech e Novavax, expressaram confiança em sua capacidade de criar uma vacina para a ômicron.

A Rússia também está trabalhando em uma versão de sua Sputnik V voltada especificamente para essa variante.

O Sul