A COMPETIÇÃO INICIA NO REFINO - Gilberto Simões Pires

 O INÍCIO DA COMPETIÇÃO

Por tudo que vem sendo divulgado e especulado a todo momento sobre os -elevados- preços dos combustíveis, cujas notícias, opiniões e comentários tem servido, infelizmente, mais para confundir a cabeça dos consumidores (na realidade os condutores e/ou proprietários de veículos), o anúncio de que a Petrobras concluiu a venda da Refinaria Landulpho Alves, localizada na Bahia, para o grupo Mubadala Capital, dos Emirados Árabes, tem muito para contribuir para o bom uso do cérebro dos equivocados.


FIM DO MONOPÓLIO

Esta premissa ganha força porque a partir de agora os brasileiros em geral poderão, enfim, começar a entender o real significado da palavra COMPETIÇÃO, coisa que até o presente momento se mostrava como praticamente impossível no nosso empobrecido Brasil, a considerar que a operação de REFINO era MONOPÓLIO DA PETROBRAS.


A COMMODITY É O PETROLEO BRUTO

Antes de tudo é preciso levar em conta que a - commodity-, é o PETRÓLEO BRUTO, cuja cotação se dá através do preço do barril negociado no mercado internacional. A partir daí, quem explora o petróleo, tanto em terra quanto no mar, depende exclusivamente do custo da extração para que a atividade se mostre lucrativa, caso contrário, por óbvio, o melhor que pode e deve fazer é desistir da exploração e adquirir óleo cru no mercado. Até aí, portanto, a relação é o CUSTO da matéria prima x VALOR DE VENDA (mercado).


REFINO

É, portanto, na etapa seguinte -REFINO- que começa a verdadeira e efetiva COMPETIÇÃO. Para tanto, as REFINARIAS precisam, antes de tudo, fazer investimentos corretos e precisos, buscando a obtenção de SUBPRODUTOS (gasolina, diesel, petroquímicos, etc.) dotados de uma MELHOR QUALIDADE com o MENOR CUSTO. Este resultado é que vai se transformar no diferencial de preços praticados nos postos de abastecimento, que por sua vez informam qual a REFINARIA que fornece os produtos ofertados.


COMPROMISSO

Resumindo: a venda de algumas REFINARIAS por parte da Petrobras é apenas o primeiro passo para o fim do MONOPÓLIO DO REFINO. Quem tem a possibilidade de proporcionar preços diferenciados são as REFINARIAS. Entretanto, para que consigam cumprir com o papel de COMPETIDORAS, a Petrobras precisa cumprir integralmente o compromisso de praticar o PPI - PREÇO DE PARIDADE DE IMPORTAÇÃO. Caso contrário estará praticando outra indecência além do MONOPÓLIO, qual seja o DUMPING, que consiste em vender produtos, mercadorias ou serviços por preços extraordinariamente abaixo de seu valor.




Pontocritico.com

Lustre à venda na loja - Antiquário

 



Valor: R$ 350,00

Mais informações:
Judite Sandra La Cruz
(51) 9 8502.8080 
Teia de Aranha
Endereço: Av. João Pessoa, 1040 -  Porto Alegre - RS, 90040-001
A loja funciona de quarta a  domingo a partir das 10 horas.

Senado aprova a indicação de André Mendonça para vaga de ministro do Supremo

 


O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira, (1º), por 47 votos a 32, a indicação do ex-advogado-geral da União André Mendonça para ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF). A aprovação representa a vitória do Palácio do Planalto na queda de braço com o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que travou por quatro meses o processo de sabatina de Mendonça.

O hiato entre a indicação e a sabatina – um dos maiores intervalos da história – não foi suficiente, porém, para que Alcolumbre reunisse os votos necessários para impedir a entrada de Mendonça no Supremo. Pastor da Igreja Presbiteriana Esperança, de Brasília, o ex-advogado-geral da União, que também foi ministro da Justiça, contou com o apoio maciço dos evangélicos.

Antes de receber sinal verde do plenário do Senado, Mendonça teve o nome aprovado na CCJ, após oito horas de sabatina, por 18 votos a 9. Ali ele precisaria contar com o apoio de no mínimo 14 senadores, dos 27 que integram o colegiado. No plenário eram necessários 41 votos dos 81 em disputa.

Com o resultado, Mendonça aguarda agora a definição da data da cerimônia de posse pelo presidente do Supremo, Luiz Fux. O ministro já manifestou que pretende marcar a solenidade antes do início do recesso do Judiciário, no próximo dia 17.

Indicado pelo presidente Jair Bolsonaro, que o carimbou como “terrivelmente evangélico”, Mendonça adotou na sabatina um discurso alinhado à classe política, na tentativa de romper resistências à sua escolha. Disse que não vai reforçar a ala punitivista da Corte, acenou para pautas progressistas, como casamento gay, e descartou a possibilidade de agir para atender aos evangélicos.

“Na vida, a Bíblia. No Supremo, a Constituição”, destacou o ex-advogado-geral da União. Na sabatina, Mendonça disse saber separar sua religião da atuação como magistrado, defendeu o Estado “laico” e o respeito à independência entre os Poderes. Diante dos senadores, encarnou a figura de magistrado e procurou até se “descolar” de Bolsonaro para obter apoio.

“Ainda que eu seja genuinamente evangélico, entendo não haver espaço para manifestação pública ideológica durante as sessões do Supremo Tribunal Federal”, declarou logo na primeira fala na sabatina.

O presidente Jair Bolsonaro havia dito que, com Mendonça no Supremo, pediria a ele para puxar uma oração nas sessões, uma vez por semana. À CCJ Mendonça observou que este não é o papel da Corte.

Em outro momento, pressionado pelo senador Fabiano Contarato (Rede-ES), disse que deixaria de lado sua ideologia para votar a favor do casamento gay. Ao falar com senadores, o ex-advogado-Geral da União também fez um aceno à ala anti-Lava Jato ao minimizar a defesa que fez da tese de prisão após condenação em segunda instância – oriunda da sua proximidade com os procuradores de Curitiba – e disse que “não se pode criminalizar a política”, mantra repetido por críticos da maior operação contra a corrupção do País.

O ex-advogado-geral da União afirmou ainda que a Constituição vai ser mais importante que a Bíblia caso seja confirmado na vaga. “A Constituição é e deve ser o fundamento para qualquer decisão por parte de um ministro do Supremo. Como tenho dito a mim mesmo, na vida, a Bíblia, no Supremo, a Constituição”, disse o escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro para a vaga.

Pastor, o ex-ministro da Justiça sempre foi o nome preferido do segmento religioso. Sob pressão do governo e do Judiciário – o STF está com um ministro a menos desde julho, quando Marco Aurélio Mello se aposentou –, o presidente da CCJ, Davi Alcolumbre (DEM-AP), cedeu e agendou a sabatina, que deu início ao rito. Alcolumbre demorou quatro meses para marcar a data e agia para emplacar na Corte outro nome: o do procurador-geral da República, Augusto Aras.

Sabatina teve tom ameno 

Em meio às resistências, alguns senadores viram desinteresse de Bolsonaro em ajudar Mendonça. A avaliação foi compartilhada pela relatora da indicação, Eliziane Gama (Cidadania-MA). “Seria tanto uma despreocupação como uma falta no sentido prático de interesse, mas eu acredito que o André vai ser aprovado”, afirmou a senadora, que deu parecer favorável para a escolha.

Apesar disso, a sabatina foi marcada por um tom predominantemente ameno. O senador Jorge Kajuru (Podemos-GO), que havia declarado voto contra, abriu a possibilidade de mudar a posição. Já a senadora Simone Tebet (MDB-MS), crítica do Palácio do Planalto, tornou público na sessão da CCJ que vota pela aprovação do nome dele.

Filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma série de elogios ao ex-ministro da Justiça. “Quem está nos assistindo percebe a sinceridade, a humildade com que o senhor tem se colocado, enfrentando todas as questões sem desviar, sem tergiversar, sem agredir os seus princípios e sem falar para agradar ninguém atrás de voto”, afirmou. O PL, partido ao qual Jair Bolsonaro entrou nesta semana, foi uma das poucas legendas que orientaram na votação para a vaga, encaminhando a favor de Mendonça.

Quando foi anunciado que ele seria escolhido por Bolsonaro à Corte, parlamentares avaliaram que Mendonça tem pouca interlocução política. Havia um temor de parte da classe política de que ele fortaleceria a “ala punitivista” no Supremo, impondo derrotas a senadores e deputados em processos criminais.

O ex-ministro foi apelidado pelos críticos como “Fachin de Bolsonaro”, em referência ao ministro do STF Edson Fachin, que foi indicado pela então presidente Dilma Rousseff (PT), em 2015, e era visto como simpático ao PT, mas depois ajudou a reforçar revezes para os políticos na Operação Lava-Jato.

Um episódio que reforçou a impressão de perfil “lavajatista” de Mendonça foi um encontro que teve com procuradores da Operação Lava-Jato em 2019, quando era ministro da AGU. O episódio desgastou o sabatinado por reforçar elos dele com a força-tarefa no Ministério Público que mirava suspeitas de corrupção.

Procurando afastar essa impressão, Mendonça falou em seu discurso que defende o “devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a presunção de inocência”. O ex-chefe da AGU ainda disse que “juiz não é acusador, acusador não é juiz. Não se deve fazer prejulgamentos”.

Antes de virar ministro de Bolsonaro, André Mendonça teve experiência como servidor na Controladoria-Geral da União (CGU) e na Advocacia-Geral da União (AGU). Na CGU, Mendonça ajudou a organizar acordos de leniência com as empresas alvos da Lava Jato e na AGU já participou da área que recuperava ativos no exterior desviados.

Mendonça também já foi advogado da Petrobrás Distribuidora entre 1997 e 2000. Em instituições privadas, cursou Direito em Bauru (SP) e Teologia, em Londrina (PR). Fez pós-graduação em Direito Público na Universidade de Brasília (UnB), mestrado e doutorado na Universidade de Salamanca, na Espanha.

Agora indicado ao STF, chegou perto de ser alvo do próprio Supremo quando era ministro da Justiça. Em agosto de 2019, ele foi protagonista de uma crise quando vieram à tona dossiês montados pela pasta contra servidores públicos considerados antifascistas.

Mais tarde, o ex-titular da AGU sofreu nova dor de cabeça por causa da estratégia de Bolsonaro de usar exageradamente a Lei de Segurança Nacional (LSN) para conter opiniões negativas contra o governo. Quatro ações chegaram ao tribunal para questionar o uso da LSN pelo Palácio do Planalto.

Mendonça negou perseguir opositores de Bolsonaro e disse que liberdade de expressão não pode ser confundida com ofensas à honra. “O Supremo Tribunal Federal em nenhum país do mundo diz que qualquer direito fundamental é absoluto”, declarou. Apesar disso, Mendonça também declarou ser a favor da revogação da Lei de Segurança Nacional aprovada pelo Congresso e sancionada por Bolsonaro.

O Sul

Jogo de Panelas Brinox Revestimento Cerâmico - de Alumínio Laranja 7 Peças Ceramic Life

 


Através de uma bela parceria com um dos mais renomados profissionais da área, a Brinox apresenta o jogo de panelas Chef Carlos Bertolazzi da linha Ceramic Life, que traz personalidade e minimalismo e possui os itens necessários para deixar a sua cozinha equipada para a rotina e momentos especiais. E nesta embalagem, você conta com sete peças, sendo elas: uma panela, duas caçarolas, uma frigideira, todas produzidas em alumínio e revestidas com cerâmica. E pra completar, feito em silicone, vem um pegador, uma espátula e uma colher. E mais, ainda tem as tampas de vidro com saída de vapor e os cabos e alças que foram feitos com a tecnologia Soft-Touch que permite o manuseio da panela com mais conforto e segurança, e também é isolante térmico.

Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/jogo-de-panelas-brinox-revestimento-ceramico-de-aluminio-laranja-7-pecas-ceramic-life/p/144134000/UD/CJPN/?campaign_email_id=3331&utm_campaign=email_261121_sex_black2&utm_medium=email&utm_source=magazinevoce&utm_content=produto-144134000

Procuradoria-Geral da República arquiva apuração sobre empresas do ministro da Economia e do presidente do Banco Central no exterior

 


A PGR (Procuradoria-Geral da República) arquivou uma apuração preliminar aberta para avaliar a conduta do ministro da Economia, Paulo Guedes, e do presidente do BC (Banco Central), Roberto Campos Neto, a partir da revelação de que ambos mantêm empresas no exterior.

A decisão foi tomada pela equipe do procurador-geral da República, Augusto Aras, na terça-feira (30). Em outubro, a existência de empresas do ministro e do presidente do BC no exterior foi revelada pela investigação chamada Pandora Papers, do Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos.

A manutenção de empresas no exterior, mesmo em paraísos fiscais, não é ilegal, desde que declarada à Receita Federal. Offshore é uma palavra que significa, em tradução livre, “além da costa” – algo que está fora do território de um país. No caso das empresas, trata-se de uma companhia aberta por pessoas ou outras empresas em um país diferente daquele em que residem.

A oposição questionou possível conflito de interesses no fato de o ministro da Economia eventualmente se beneficiar de políticas do governo ao manter uma empresa no exterior.

Segundo a Procuradoria, não há elementos que justifiquem a investigação de Guedes e Campos Neto porque ficou demonstrado que eles informaram à autoridade competente, conforme determinado em lei, bens e valores que possuem em cada uma das “offshores” mencionadas nas reportagens.

Para a PGR, também não é possível concluir um eventual conflito de interesses sem a apresentação de elementos claros que possam configurar tal conduta. Portanto, não haveria indícios de crimes.

Os advogados de Guedes e Campos Neto, Ticiano Figueiredo e Pedro Ivo Velloso, informaram, em nota, que o arquivamento da apuração pela PGR é “o reconhecimento de tudo aquilo que vêm afirmando desde o início: Paulo Guedes e Roberto Campos Neto, tanto em sua vida pública e privada, jamais praticaram qualquer ato ilícito, sempre seguiram os mais rigorosos critérios éticos e legais, pautando-se pela transparência com os órgãos públicos, reportando todas as informações às autoridades, sem qualquer conflito de interesse, omissão ou conflitos com a DCI”.

O Sul

Balança comercial do Brasil tem resultado negativo pela primeira vez em 10 meses

 


O Ministério da Economia informou nesta quarta-feira (1º) que a balança comercial registrou déficit de US$ 1,307 bilhão em novembro deste ano. Ao todo, segundo o governo, as importações somaram US$ 21,603 bilhões em novembro, e as exportações, US$ 20,296 bilhões.

O déficit é registrado quando as importações superam as exportações. Quando acontece o contrário, isto é, as exportações superam as importações, o resultado é de superávit.

Segundo os dados oficiais, o resultado de novembro representa o primeiro saldo negativo desde janeiro (déficit de US$ 205 milhões). Também representa piora na comparação com novembro de 2020, quando foi registrado superávit de US$ 2,488 bilhões.

De acordo com o Ministério da Economia, as exportações, pela média diária, registraram alta de 23,2% em novembro na comparação com o mesmo período do ano passado. Já as compras do exterior avançaram 53,1%.

Segundo o subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior do ministério, Herlon Brandão, houve aceleração da compra de bens e também do valor de produtos importados, concentrados em combustíveis em geral, gás natural, energia elétrica, adubos e fertilizantes e medicamentos.

Ainda de acordo com Brandão, a importação de vacinas contra a covid -19 também contribuiu para a piora do resultado da balança comercial. Esses produtos são contabilizados como medicamentos.

Setores

Saiba os setores que tiveram maior aumento nas exportações:

— Minérios de níquel e seus concentrados: +41.689,1%;

— Gorduras e óleos vegetais “soft”, bruto, refinado ou fracionado: +1.025,6%;

— Produtos semiacabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço: +217,5%;

— Soja: +163,1%;

— Minérios de alumínio e seus concentrados: +120,4%;

— Ferro-gusa, spiegel, ferro-esponja ou aço e ferro-ligas: +55%;

— Óleos brutos de petróleo, crus: +27,6%;

Nas importações, os setores que mais fizeram compras foram:

— Gás natural, liquefeito ou não: +925,1%;

— Milho não moído, exceto milho doce: +433,8%;

— Cevada, não moída: +268,7%;

— Carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado: +254,7%;

— Adubos ou fertilizantes químicos (exceto fertilizantes brutos): +165,7%;

— Óleos combustíveis de petróleo (exceto óleos brutos): +162,9%;

— Outros minérios e concentrados dos metais de base: +162,5%;

— Medicamentos e produtos farmacêuticos, exceto veterinários: +136,5%;

— Óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus: +103,2%.

Acumulado do ano

Apesar do déficit de novembro, a balança comercial registrou superávit de US$ 57,191 bilhões no acumulado dos 11 primeiros meses deste ano, novo recorde para o período. A série histórica oficial do governo tem início em 1989.

O saldo positivo também já superou o resultado de todo ano passado, quando o superávit comercial somou US$ 50,393 bilhões (valor revisado).

De janeiro a novembro deste ano, as exportações somaram US$ 256,096 bilhões, alta de 34,9% na média diária em relação ao mesmo período do ano passado, e as importações somaram US$ 198,905 bilhões, com crescimento de de 39,7%.

O superávit parcial de 2021 aconteceu em um ano marcado pelo crescimento dos preços das “commodities” (produtos com cotação básica, como alimentos, petróleo e minérios), além da alta da moeda norte-americana — que também barateia os produtos brasileiros lá fora.

Após avançar quase 30% no ano passado, a moeda norte-americana se valorizou mais 8,68% nos onze primeiros meses de 2021.

Impulsionado pelo dólar alto, e pela valorização dos produtos agrícolas e petróleo (parcialmente revertidos nos últimos meses), a balança comercial bateu recorde em cinco meses de 2021: março, abril, maio, junho e agosto. A comparação, nesse caso, é sempre contra o mesmo período de anos anteriores.

O Sul

Rio Grande do Sul registrou superávit recorde de 4 bilhões e meio de reais para o período de janeiro a outubro

 


Relatório publicado pelo governo do Rio Grande do Sul aponta que o Estado obteve superávit orçamentário de R$ 4,5 bilhões entre janeiro e outubro deste ano, um recorde gaúcho para o período. Para se ter uma ideia, nos cinco primeiro bimestres de 2020 o desempenho ficou negativo, com déficit de R$ 1,2 bilhão.

“A melhora decorre, principalmente, do resultado de privatizações e do aumento da receita de ICMS [Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços], que se somam a medidas de contenção de gastos correntes e dos resultados das reformas administrativa e previdenciária”, salientou o site oficial do Palácio Piratini – estado.rs.gov.br.

A evolução de ICMS em 2021 é um destaque em comparação à arrecadação dos anos de 2019 e 2020. Até outubro, descontado o efeito contábil da capitalização da CEEE-D, o ICMS bruto somou R$ 36,2 bilhões, um crescimento de 26,1% frente a 2020.

No documento há outro item destacado: receita de capital oriunda da privatização da CEEE-T, no valor de R$ 2,7 bilhões pagos pela CPFL Energia, e que teve forte impacto positivo, embora não recorrente no resultado orçamentário.

Os principais indicadores extraídos do Relatório Resumido de Execução Orçamentária (RREO), elaborado pela Contadoria e Auditoria-Geral do Estado (Cage) e publicado no Diário Oficial do Estado (DOE), demonstrando a evolução dos resultados fiscais gaúchos.

Outros indicadores

O resultado primário (importante indicador que evidencia o impacto da política fiscal nas contas públicas, pois exclui as receitas e despesas financeiras) também apresentou expressiva melhora, tanto pela metodologia nova (regime de caixa e sem operações intraorçamentárias) quanto pela metodologia antiga (regime orçamentário misto).

Ao se considerar a metodologia atual, indicador oficial e publicado, o superávit alcançou R$ 5 bilhões sobre um resultado que já era positivo de R$ 1,7 bilhão no período comparativo de 2020.

Já as despesas de pessoal totais reduziram nominalmente em R$ 631 milhões frente ao ano passado. O déficit previdenciário do plano financeiro chegou a R$ 8 bilhões até o quinto bimestre de 2021, frente ao déficit de R$ 8,4 bilhões registrado no mesmo período do ano anterior e com uma economia de R$ 2,1 bilhões em relação aos 10 primeiros meses de 2019, último ano anterior à reforma previdenciária.

Os investimentos, descontados os efeitos contábeis da capitalização da CEEE-D, totalizaram R$ 573 milhões, crescimento de 73,6% frente a 2020, já sinalizando o crescimento desses recursos por conta do programa “Avançar RS”.

O Sul

Escova Secadora Britania Soft BES13VD Verde 1300W - Britânia

 


A Escova Secadora Britânia Soft BES13VD é a revolução em cuidados para seus cabelos! Ela é 3 em 1, alisa, modela e dá volume. Sua alta performance é a combinação de 1300W de potência, que proporcionando um liso perfeito sem danificar os fios, e as várias tecnologias que a ela possui. Ela conta com a exclusiva tecnologia de Luz infravermelha, a Luz Infrared, que evita danos ou ressecamento excessivo e sela as cutículas capilares. Ela também possui a Tecnologia de cerdas Natural Care, perfeitas pra realçar o brilho dos fios, pois são cerdas mais resistentes ao calor e possuem textura parecida com a do cabelo, reduzindo o frizz. A Escova Soft BES12VD também conta com revestimento em nano cerâmica, que evita o ressecamento e atrito, protege os fios do calor excessivo e proporciona brilho intenso ao cabelo! Os íons tourmaline preservam a umidade natural dos fios e eliminam o frizz, pois neutralizam os íons. Além disso, ela combina 3 temperaturas e 2 velocidades, possibilitando que você adapte a escova para o seu tipo de cabelo, do mais fino ao mais grosso! Tudo isso em uma escova Bivolt, com um design ergonômico e lindo para você levar onde quiser! Características Luz infravermelha; Bivolt manual; 1300W em 220V e 1200W em 127V; 3 temperaturas disponíveis; 2 velocidades; Cordão giratório; Cordão elétrico com 1,80M; Libera tourmaline íons; Tubo com revestimento em cerâmica; Garantia de 1 ano;

Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/escova-secadora-britania-soft-bes13vd-verde-1300w-britania/p/hd1jjdgeg8/PF/ESSE/?campaign_email_id=3331&utm_campaign=email_261121_sex_black2&utm_medium=email&utm_source=magazinevoce&utm_content=produto-hd1jjdgeg8

Seleção brasileira feminina de futebol bate o Chile e ganha o Torneio Internacional de Manaus

 


Depois de ter perdido em 2019 nos pênaltis para o Chile, no Pacaembu, o Brasil deu o troco nesta quarta-feira (1º) à noite, na Arena da Amazônia, e conquistou o seu oitavo titulo do Torneio Internacional de Futebol Feminino justamente sobre as chilenas. Os gols da vitória foram marcados por Kerolin e Giovana.

A equipe nacional somou três vitórias na competição, pois havia vencido também a Índia (6 a 1), no jogo que marcou a despedida da volante Formiga, e a Venezuela (4 a 1). Já o Chile somou triunfos sobre Venezuela (1 a 0) e Índia (3 a 0).

O primeiro tempo começou equilibrado com a equipe chilena apresentando uma boa formação tática. O destaque foi a atacante Urrutia. Mesmo assim, foi a seleção brasileira que criou as maiores oportunidades. Uma com Ary Borges e outra com Kerolin.

O Brasil passou a ter o controle da partida após os 25 minutos. Com melhor preparo físico, a equipe da técnica Pia Sundhage passou a pressionar na marcação e ficar mais tempo no campo de ataque.

Antonia, pelo lado direito, criou boas oportunidades, que não foram aproveitadas, principalmente, por Debinha, que perdeu pelo menos duas boas oportunidades para abrir o placar no final do primeiro tempo.

As duas equipes voltaram do vestiário mais agressivas para a etapa final. Cada time teve uma oportunidade, mas foi o Brasil que abriu o placar, aos cinco minutos, com Kerolin, que completou um contra-ataque muito veloz.

A partida permaneceu bem disputada até os 20 minutos, quando foi possível notar uma queda física, apesar das alterações feitas. O Brasil continuou mais ativo e com uma marcação bem feita, que culminou com um erro na saída de bola chilena. Giovana aproveitou para fazer o segundo e concretizar a vitória.

Oitavo título

Com este, o Brasil chega ao oitavo título do Torneio Internacional de Futebol feminino. Conquistou também em 2009, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016. Em 2019, a seleção perdeu a competição para o Chile.

Artilheira da competição

Autora de um dos gols da vitória do Brasil nesta quarta, Kerolin terminou o Torneio Internacional de Manaus com quatro gols.

O Sul

Receita Estadual deflagra ofensiva para verificar fraude em operações que movimentaram cerca de R$ 100 milhões na região do Alto Uruguai

 


A Receita Estadual deflagrou a Operação Hermes para apurar indícios de fraudes em vendas interestaduais simuladas de operações que movimentaram cerca de R$ 100 milhões na região do Alto Uruguai. O alvo foi um grupo econômico do setor metalmecânico formado por contribuinte do Rio Grande do Sul e contribuinte de outra unidade da federação.

Os indícios apontam para a simulação de vendas de outra unidade da federação para o Rio Grande do Sul, embora as vendas sejam realizadas de fato dentro do Estado, visando diminuir os valores levados à tributação. A operação foi deflagrada nesta terça-feira (30), e a auditoria na empresa começou nesta quarta-feira (1°).

A ação, que contou com a participação de 10 auditores fiscais da Receita Estadual, quatro técnicos tributários da Receita Estadual e apoio do Batalhão Fazendário, faz parte das operações ostensivas programadas de Busca e Apreensão do Grupo Especializado Setorial Metalmecânico, coordenado pela Delegacia da Receita Estadual em Caxias do Sul.

O nome Hermes foi inspirado no deus da velocidade na mitologia grega, tendo em vista a rapidez com que os produtos cruzavam o país. Foram identificadas várias operações, de mercadorias em trânsito, em que aproximadamente 2 mil quilômetros eram realizados, de maneira simulada, em poucos minutos.

Considerando a pandemia da Covid-19 e prezando pela saúde e segurança de todos os envolvidos, a operação seguiu os protocolos estabelecidos pelo governo do RS e pela Secretaria Estadual de Saúde.

Receita 2030 e os Grupos Especializados Setoriais

A Receita Estadual vem implementando um novo modelo de fiscalização por meio da iniciativa “Fiscalização Especializada” da agenda Receita 2030. Nesse contexto, foram criados 16 Grupos Especializados Setoriais, entre os quais está o GES Metalmecânico.

Os GES são equipes criadas para realizar a fiscalização e ampliar as análises setoriais dos principais segmentos econômicos do RS. Alguns focos são a prevenção, a especialização, a gestão de riscos, o monitoramento próximo ao fato gerador e a proximidade com o contribuinte.

O objetivo é estimular o cumprimento voluntário das obrigações, fortalecer o combate à sonegação para aqueles que descumprem a legislação e, em última instância, impactar positivamente a arrecadação de ICMS.

O Sul