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Grupo assumiu autoria do atentado no aeroporto de Cabul
Os militares americanos informaram nesta sexta-feira (27) que realizaram um ataque com drones contra um "estrategista" do Estado Islâmico-Khorasan (EI-K), o grupo que assumiu a responsabilidade pelo atentado suicida mortal no aeroporto de Cabul.
"O ataque aéreo não tripulado ocorreu na província afegã de Nangahar. As primeiras indicações são de que matamos o alvo", revelou o capitão Bill Urban, do Comando Central. "Não sabemos de nenhuma vítima civil", acrescentou em um comunicado.
AFP e Correio do Povo
Moeda norte-americana encerrou a sessão cotada a R$ 5,19
O discurso ameno do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell, no Simpósio de Jackson Hole, afastou os temores de mudança na política monetária acomodatícia nos Estados Unidos e abriu espaço para uma rodada de recuperação dos ativos de risco em todo o mundo nesta sexta-feira, 27. Em sintonia com o movimento global da moeda norte-americana, que caiu em bloco frente a divisas emergentes, o dólar perdeu força no mercado doméstico de câmbio, em meio à redução de posições defensivas que haviam sido montadas na quinta-feira justamente para uma eventual surpresa desagradável na fala de Powell.
Já em queda desde a manhã, o dólar acentuou as perdas ao longo da tarde e chegou a furar o limite de R$ 5,19, ao descer até a mínima de R$ 5,1880. Com máxima de R$ 5,2612, a moeda norte-americana fechou o dia com recuo de 1,17%, a R$ 5,1955 - menor valor desde 4 de agosto (R$ 5,1858). Com isso, o dólar termina a semana com recuo de 3,52% e passa a perder 0,28% no acumulado do mês.
Segundo operadores, além do apetite maior por emergentes, jogaram a favor do real ao longo desta semana a melhora da percepção do risco fiscal, em meio a busca de uma solução para o imbróglio dos precatórios, e a reiterada disposição do Banco Central de elevar a taxa Selic ao nível que for necessário para ancorar as expectativas de inflação.
Em evento promovido nesta sexta na Federação Brasileira de Bancos, o presidente da Câmara, Arthur Lira, disse que não haverá rompimento do teto "para auxílio e precatórios" e que confia em uma solução para o pagamento das dívidas judiciais costurada em parceria com o Judiciário. Presente no mesmo evento, o presidente do Banco Central, Roberto Campos, afirmou que existe muito ruído em relação à questão fiscal e voltou a dizer que vai usar todos "os instrumentos" para controlar a inflação.
Além da ofensiva de comunicação de autoridades em favor do teto de gastos terem contribuído para redução de "gordura" na taxa de câmbio, analistas ressaltam que os dados do fluxo cambial divulgados ao longo da semana foram positivos. O aumento do diferencial entre os juros interno e externo dá certa sustentação à moeda brasileira, ao atrair capitais de curto prazo para operações de arbitragem, embora ainda não sancione a aposta em uma rodada mais forte de apreciação do real.
O mercado ainda aguarda a solução definitiva para a compatibilização do pagamento de Precatórios com o reajuste do Auxílio Brasil (ex-Bolsa Família) dentro do teto de gastos, além de monitorar os embates entre o presidente Jair Bolsonaro e o Supremo Tribunal Federal. A temperatura política pode esquentar com as preparações para as manifestações de 7 de setembro.
O operador da Fair Corretora Hideaki Iha atribui a queda do dólar ao longo da semana mais ao ambiente externo positivo e ao fluxo cambial positivo que a fatores domésticos. "Internamente, não estão nada resolvido, está tudo em 'stand-by'. A pressão por gastos por parte do Centrão e do presidente, que quer tentar recuperar a popularidade para tentar a reeleição, vai continuar", afirma.
Iha vê a taxa de câmbio rodando entre R$ 5,20 e R$ 5,40 e ressalta que a volatilidade pode aumentar na semana que vem, por conta da disputa pela formação da taxa Ptax de agosto. "Além disso, essa discussão da redução de estímulos nos Estados Unidos pode voltar a incomodar se saírem dados de trabalho fortes do mercado de trabalho", acrescenta.
Em sua fala no simpósio de Jackson Hole, Powell disse que a redução do volume de compra mensal de ativos pode começar neste ano, a depender da continuidade da melhora dos indicadores econômicos, em especial os relacionados ao emprego - processo que pode ser abalado pelos eventuais impactos da variante delta sobre a economia. Além disso, Powell afirmou que, mesmo com o fim das compras mensais, o Fed vai manter sua carteira elevada de ativos no longo prazo (leia-se: não vai enxugar a liquidez) e que o 'tapering' não é um prenúncio de aumento da taxa de juros.
Com a mensagem amena de Powell, o mercado deu pouca relevância ao tom um pouco mais duro de discursos de outros dirigentes regionais do Fed, como James Bullard (de St. Louis) e Loretta Mester (Cleveland). O vice-presidente do Fed, Richard Clarida, disse que se os progressos no mercado de trabalho prosseguirem, vai apoiar o início do 'tapering' neste ano.
Em relatório, o economista-chefe da Ativa Investimentos, Étore Sanchez, avaliou a fala de Powell como 'dovish', dada a reiteração da necessidade de "estimular o emprego até seu máximo, o que ainda permanece longe a despeito da inflação elevadíssima". Para Sanchez, os próximos relatórios de emprego nos Estados Unidos (payroll) deverão colocar "a autoridade em 'corner' muito em breve, forçando-a a tomar medidas relativamente mais enérgicas de política monetária".
Juros
A leitura dovish do discurso do presidente do Federal Reserve no Simpósio de Jackson Hole, continuou garantindo a queda dos juros futuros durante a tarde desta sexta-feira, quando renovaram mínimas em sequência principalmente nos vencimentos longos, mais sensíveis ao vetor externo. Na prática, no entendimento dos agentes, a liquidez no mercado internacional deve seguir favorável para economias emergentes com taxas em ascensão como o Brasil.
Evento mais esperado na semana, Powell não decepcionou em sua participação no tradicional evento do Fed. Embora tenha endossado a ideia de que o "tapering" começa no fim deste ano "se a economia continuar evoluindo", sinalizou também que o processo será gradual e dissociado de aumento de juros, para o qual os requisitos são mais rigorosos. Citou também forças desinflacionárias globais para justificar que as leituras elevadas de inflação são temporárias.
Com estes sinais dovish, só as taxas além de 2030 seguem nos dois dígitos e a curva fechou a semana com perda de inclinação em torno de 30 pontos-base. A percepção dos agentes, no entanto, é de que haveria espaço para uma devolução até maior não fossem as incertezas fiscais e o cenário pessimista para inflação em meio à crise energética, com o mercado à espera da definição ainda na sexta-feira da bandeira tarifária que vai vigorar em setembro.
A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2023 fechou em 8,44%, de 8,48% no ajuste de quinta-feira, e a do DI para janeiro de 2025 recuou de 9,425% para 9,35%. O DI para janeiro de 2027 terminou com taxa de 9,71%, de 9,804%. O diferencial entre os contratos janeiro de 2023 e janeiro de 2027 fechou em 127 pontos, de 160 pontos na última sexta-feira.
Bolsa
O homem da semana, Jerome Powell, trouxe a mensagem que soou como música para reavivar o apetite por risco nesta sexta-feira: há caminho pela frente para o Federal Reserve atingir a meta referente ao emprego, o aumento da inflação dos Estados Unidos ainda é transitório e a variante Delta do coronavírus continua a inspirar cautela quanto ao ritmo de recuperação econômica global. Assim, com os rendimentos dos Treasuries cedendo e o S&P 500 mais o Nasdaq em novos recordes, o Ibovespa surfou o bom humor suscitado pelo discurso do presidente do Federal Reserve no simpósio anual de Jackson Hole, para elevar os ganhos da semana a 2,22%, vindo de perda de 2,59% e de 1,32% nas duas anteriores.
Nesta sexta, o índice de referência da B3 fechou na máxima do dia, em alta de 1,65%, a 120.677,60 pontos, com mínima a 118.720,95 e abertura a 118.725,14.
Foi o segundo melhor nível de fechamento da semana, em que recuperou e conseguiu manter o nível de 120 mil pontos em três encerramentos, algo que ainda não tinha sido visto nesta segunda quinzena. No mês, faltando duas sessões para o fim de agosto, ainda acumula perda de 0,92% - no ano, volta a terreno positivo (+1,40%) com o ganho desta sexta-feira, em que o giro financeiro, bem leve, ficou em R$ 23,8 bilhões.
Com noticiário doméstico relativamente acomodado nesta sexta-feira, o Ibovespa conseguiu se alinhar ao apetite de fora, deixando um pouco de lado a crise hidrológica, o avanço da inflação interna e as habituais preocupações políticas e fiscais.
Para a consultoria Capital Economics, a queda dos rendimentos dos Treasuries observada na sexta, na esteira do discurso de Powell, não deve se sustentar. Em relatório a clientes, a consultoria observa que o presidente do Fed indicou que a instituição está preparada para retirar estímulos ainda este ano, o que também não deve ser interpretado como surpresa.
"A barra colocada, ainda que dentro do arcabouço de política monetária, ficou acima do esperado", observa em nota Étore Sanchez, da Ativa. "Ainda que esperássemos gradualismo na fala do presidente (do Fed), e que haveria apenas uma sinalização sobre a redução do ritmo de expansão do 'Balance sheet', a autoridade reiterou inúmeras vezes a necessidade de se estimular o emprego até seu máximo, o que ainda permanece longe a despeito da inflação elevadíssima."
Mesmo que a recuperação baseada nas palavras de Powell venha a mostrar fôlego curto frente aos fatos, os ganhos se distribuíram nesta sexta-feira pelos setores de maior peso e liquidez, como commodities (Vale ON +2,50%, Petrobras PN +3,64%), bancos (Itaú PN +1,72%, Bradesco ON +1,27%) e siderurgia (Usiminas PNA +6,81%, CSN ON +2,43%). Na ponta do Ibovespa, destaque para PetroRio (+7,42%), à frente de Banco Inter (+7,06%) e Cyrela (+6,87%). No lado oposto, Americanas ON (-2,71%), Yduqs (-1,97%) e CVC (-1,31%).
"Jackson Hole teve desfecho favorável, com tom mais 'dovish' de Powell em relação à retirada de incentivos da economia. A leitura do mercado foi bem positiva, mundo afora, e o Ibovespa acabou surfando toda essa melhora de humor internacional. E ao longo da semana, aqui, vários agentes da política reforçaram discurso contra rompimento do teto (de gastos), de que é algo que não se discute e que não haverá. Ainda que persistam ruídos, rusgas entre os Poderes, acompanhamos hoje a melhora vista lá fora", diz Rodrigo Moliterno, head de renda variável da Veedha Investimentos
"Powell disse também que não tem nenhum indicativo de que haverá alta de juros no curto prazo - uma dissociação entre o programa de compra de ativos e uma possível alta de juros, dizendo, pelo contrário, que poderia ser muito danoso à economia caso houvesse um aumento de taxa de juros antes do momento ideal", observa Patricia Krause, economista-chefe para América Latina da seguradora francesa Coface.
Agência Estado e Correio do Povo
Jovens marcam presença no Rolê da Vacina no Largo Zumbi dos Palmares
Após adiar festejos pela pandemia, Justiça Militar da União celebra centenário
Instituição informou não se tratar de ataque hacker
Os cerca de cerca de 54 milhões de clientes do Banco do Brasil (BB) estão enfrentando dificuldades para acessar as contas e realizar transações bancárias pela internet. Em manifestações nas redes sociais, na tarde desta sexta-feira (27), usuários do banco relataram que os serviços estão fora do ar.
Procurada, a assessoria do confirmou o problema e disse que trabalha para restabelecer o acesso. "O BB confirma inconsistência em seus sistemas na tarde desta sexta-feira, 27, e trabalha para restabelecer a normalidade". Ainda segundo a empresa, não se trata de ataque hacker.
A instabilidade afeta operações a partir de computadores. o site, o aplicativo, os cartões de crédito e de débito, o sistema de atendimento e até as operações em caixas eletrônicos, além de operações pelo PIX.
De acordo com a plataforma DownDetector, que monitora quedas de serviços online em tempo real, os problemas com o BB começaram a ser reportados por volta das 14h40 e atingiram mais de 3 mil reclamações. A maioria das reclamações são de dificuldade de acesso à conta, com 39% de notificações, seguida por inconsistência no site do banco (38%) e pelas operações por celular (22%).
Relatos nas redes sociais mostram que os correntistas não conseguem entrar no aplicativo nem no site. Além disso, pagamentos com cartões de crédito e de débito foram paralisados. Clientes também relatam dificuldades em sacar dinheiro em caixas eletrônicos e até em fazer operações nas agências. As linhas telefônicas das centrais de atendimento estão congestionadas.
Por volta das 19h45, a assessoria do BB informou que os problemas foram resolvidos e que os sistemas estão voltando à normalidade de forma gradual. Até as 20h, nem o aplicativo nem o site do banco estavam acessíveis.
Por volta das 22h, o aplicativo do banco voltou a funcionar. O site ainda apresenta instabilidade.
Agência Brasil e Correio do Povo
Homem é preso por maus tratos contra animais em Santa Maria
Não é pintura e não é mármore, mas arte esculpida na madeira
Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1300544483694221
Decisão prevê remoção imediata e quem tentar entrar na área
A Justiça proibiu o ingresso de novos invasores no prédio Galeria XV de Novembro, o Esqueletão, no Centro de Porto Alegre. A decisão, proferida pela 10ª Vara da Fazenda Pública, atende pedido da Procuradoria-Geral do Município, e prevê a remoção imediata de quem ingressar na área não comercial.
A informação foi repassada a moradores e comerciantes estabelecidos no local na tare desta sexta-feira, em reunião preparatória para a desocupação total. De forma voluntária, deve ocorrer até o dia 25 de setembro, também conforme decisão judicial.
A reunião preparatória é uma exigência do Protocolo para cumprimento de mandados de reintegração de posse em conflitos urbanos coletivos. O evento teve participação de diversos órgãos municipais envolvidos, como Tribunal de Justiça, Defensoria Pública, Ministério Público, Brigada Militar e Corpo de Bombeiros.
Conforme o secretário municipal de segurança, coronel Mario Ikeda, que conduziu a reunião, a desocupação deve acontecer. “Não tem volta. A partir da decisão judicial, estamos tomando as precauções necessárias para impedir o ingresso de novos ocupantes e evitar uma tragédia”, frisou.
A prefeitura estuda alternativas para os comerciantes estabelecidos no prédio. De acordo com o secretário de Planejamento e Assuntos Estratégicos, Urbano Schimitt, o plano de revitalização do Centro Histórico prevê que, no futuro, os comerciantes sejam beneficiados.
A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) aguarda a desocupação do imóvel para realização de um laudo sobre as condições estruturais do prédio. Com previsão de 22 semanas, as atividades técnicas ficarão a cargo do Laboratório de Ensaios e Modelos Estruturais (Leme).
Correio do Povo
Relatório divulgado em reportagem mostrou incompatibilidade de movimentações da conta do líder do governo na Câmara
A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia deu 12 horas para que o presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19, senador Omar Aziz (PSD-AM), explique a origem de relatório que aponta incompatibilidade entre movimentações em conta do líder do governo Ricardo Barros (PP-PR) e a capacidade declarada. O relatório, revelado em reportagem do R7, foi produzido pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
A CPI quebrou o sigilo de Barros, que recorreu ao STF para tentar derrubar a medida. Cármen Lúcia negou o pedido inicial, mas ressaltou que a CPI tinha obrigação de manter os dados obtidos apenas entre integrantes da comissão. Com a publicação da reportagem do R7, Barros reforçou a reclamação.
"Determino que sejam requisitadas informações à autoridade indigitada coatora para esclarecer, no prazo máximo de doze horas, se os elementos mencionados na reportagem noticiada na presente petição (apresentadas no Portal R7) sobre movimentações bancárias do impetrante teriam decorrido da quebra de sigilo impugnada nesta ação, se foi cumprida a determinação deste Supremo Tribunal sobre a confidencialidade dos dados e se há providencias adotadas quanto àquela ocorrência", escreveu a magistrada em despacho nesta sexta-feira.
Na terça, o presidente da CPI, Omar Aziz, liberou o acesso de senadores a documentos sigilosos e disse que não era "babá de ninguém". “Longe de mim querer cercear a informação de senador, longe de mim. Só que eu tenho que ter as precauções necessárias porque, depois, a CPI acaba e vão me responsabilizar por coisas que eu não fiz. E eu não estou aqui para ser babá de ninguém. Cada um tem que ter as suas responsabilidades”, disse Aziz.
O relatório do Coaf aponta que houve incompatibilidade de movimentações avaliadas com a capacidade declarada em uma conta do deputado federal no mês de março deste ano. “De acordo com as informações cadastrais e as movimentações analisadas, entende-se como incompatível com a capacidade declarada, superando cerca de R$ 169.894,97”. Movimentação por meio de saques, os quais dificultam identificar os beneficiários finais dos recursos”, informa o documento.
Segundo o documento, o valor na conta é de R$ 418,6 mil. O relatório informa a análise de movimentações da conta corrente, sendo que, no período, os créditos de forma consolidada totalizam cerca de R$ 207,3 mil. As movimentações de débito totalizaram cerca de R$ 211,1 mil.
R7 e Correio do Povo
Procuradoria se manifestou, ainda, pela retirada do ministro Alexandre de Moraes do caso
A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu nesta sexta-feira que o ex-deputado federal e presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, seja colocado em prisão domiciliar, com uso de tornozeleira para monitoramento eletrônico. Na manifestação enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Procuradoria pediu, ainda, que o ministro Alexandre de Moraes seja retirado do caso.
Jefferson teve prisão preventiva decretada no último dia 13 a pedido da Polícia Federal, acatado em decisão do ministro, no âmbito do inquérito que investiga milícias digitais, um desdobramento do inquérito que apura organização e financiamento de atos antidemocráticos, aberto no ano passado a partir de um pedido da PGR, mas que já foi arquivado. A PF apontou ter identificado sérias ameaças em publicações do parlamentar nas redes sociais.
Na decisão, Moraes pontua que o inquérito foi instaurado "em virtude da presença de fortes indícios e significativas provas apontando a existência de uma verdadeira organização criminosa, de forte atuação digital e com núcleos de produção, publicação, financiamento e político" e "com a nítida finalidade de atentar contra a Democracia e o Estado de Direito".
R7 e Correio do Povo
A discussão sobre a retirada da obrigatoriedade no uso de máscaras em meio à pandemia
O Monumento da Renascença Africana, em Dacar, com 49 metros de altura - cerca de 10 metros a mais do que alo Cristo Redentor no RJ - custou US$ 27 milhões e foi erguida para marcar os 50 anos da independência do país.
Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1300627590352577