Supermercados ainda enfrentam falta de ovo e leite

 por Joana Cunha

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Inflação, escassez de insumo e mudança climática são fatores que aprofundam o problema

SÃO PAULO

Um consumidor que vai ao supermercado hoje para comprar cem produtos deve sair de lá sem achar 11 itens, em média. O cálculo ilustra o indicador de ruptura da Neogrid, empresa de software especializada em cadeias de suprimento, que desde o ano passado vem apontando a falta de produtos nas gôndolas.

 

O patamar já superou a marca de 20% após a chegada do coronavírus, mas a linha dos 11% em que vem se mantendo desde abril ainda é considerada alta, segundo a empresa.

O problema pode ser atribuído a fatores que variam desde a falta de matéria-prima agravada na pandemia até questões climáticas. Inflação costuma ser outro aspecto responsável pela ruptura de produtos nos supermercados porque altera as negociações entre indústria e varejo.

Em julho, os produtos que mais faltaram foram leite longa vida, que atingiu 20% de ruptura, bebidas de soja (19), proteína de soja (18%), ovos (17%), margarina (13%), açúcar e massa (12%), de acordo com o indicador da Neogrid.

Fonte: Folha Online - 24/08/2021 e SOS Consumidor

Golpe do Pix usou OLX para atrair vítima, diz Ministério Público

 


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Quatro pessoas foram presas em caso que envolve mais de 20 vítimas

SÃO PAULO

Enquanto os casos de golpes pelo Pix crescem no país, o Ministério Público de São Paulo e a Polícia Militar prenderam, na semana passada, quatro suspeitos de sequestrar e obrigar pessoas a fazerem transferências por Pix em Itaquaquecetuba (SP).

Segundo o Ministério Público, em um intervalo de três meses, os investigados, que negociavam carros e motos pelo site de vendas OLX, fizeram mais de 20 vítimas, levantando cerca de R$ 100 mil.



Quando os compradores chegavam ao local indicado no anúncio de internet, eram obrigados a transferir altos valores para o grupo e tinham o celular roubado, ainda segundo o órgão.

O Ministério Público de São Paulo diz que os acusados estão presos temporariamente e que aguarda o depoimento de parte das vítimas. O órgão tem 24 dias para oferecer denúncia, e ?os celulares apreendidos na operação foram encaminhados para perícia.

Procurada pelo Painel S.A., a OLX afirma que não recebeu evidências de que os casos tenham ocorrido por meio da plataforma e que está à disposição das autoridades para colaborar na apuração dos fatos.

"Segurança é uma prioridade para a OLX e a plataforma investe constantemente em tecnologia e comunicação, com recomendações das melhores práticas de compra e venda online", diz a empresa em nota.

Já a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) afirma que está atuando junto ao Banco Central para discutir alterações das normas do PIX diante dos casos? ocorridos.

"Os bancos mantêm estreita parceria com governos, polícias e o Poder Judiciário no combate à criminalidade, propondo novos padrões de proteção e apoiando na identificação dos responsáveis pelos crimes através do uso de transações bancárias", diz a entidade dos bancos em nota.

Fonte: Folha Online - 24/08/2021 e SOS Consumidor

Todo o charme das casas inglesas

 Cambridge - Inglaterra




Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1298674810547855

Endividamento sobe e atinge nível recorde de 72,9% dos lares brasileiros

 


O País alcançou em agosto um recorde 11,890 milhões de famílias endividadas, segundo dados da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo). A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), iniciada em 2010, registrou ápice de 72,9% dos lares brasileiros com dívidas em agosto, alta de 1,5 ponto porcentual em relação a julho, quando essa proporção era de 71,4%.

O indicador já acumula nove meses de aumentos consecutivos. Na comparação com agosto de 2020, quando o total de endividados somava 67,5%, o avanço foi de 5,4 pontos. Ou seja, em apenas um mês, mais 251,6 mil famílias contraíram dívidas. Em um ano, são mais de 930 mil lares endividados a mais.

A pesquisa da CNC considera como dívidas as contas ainda a vencer no cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, prestação de carro e de casa.

“Esse endividamento começou a apontar uma tendência de alta entre novembro e dezembro do ano passado, só que, de abril para cá, houve um acirramento desse crescimento. Isso aconteceu nos dois grupos de renda (baixa e alta), mas as características de endividamento entre esses grupos é diferente”, diz a economista Izis Janote Ferreira, responsável pela pesquisa da CNC.

Entre as famílias de renda mais baixa, que recebem até 10 salários mínimos mensais, 74,2% estão endividadas, um recorde. Na faixa de renda mais elevada, que recebe mais de 10 salários mínimos mensais, também há um ápice de 67,6% de endividados.

A situação ainda difícil do mercado de trabalho, com elevado nível de desemprego, e a inflação elevada, com choques de preços em itens essenciais como alimentos, estão impulsionando a maior contratação de dívidas pelas famílias, especialmente as de renda mais baixa.

“As pessoas estão recorrendo ao cartão de crédito para consumir produtos de primeira necessidade, porque o dinheiro não dá para fechar o mês. É para poder fechar as contas, para poder chegar ao fim do mês minimamente com as contas em dia”, justificou Izis.

Por outro lado, entre as famílias de renda mais elevada, as taxas de juros ainda relativamente baixas e a flexibilização de medidas de isolamento social têm contribuído para saques da poupança e gastos com serviços no cartão de crédito, além de contratação de financiamentos de imóveis e automóveis, enumerou a economista da CNC.

O aumento na contratação de dívidas pelos consumidores começou a se acirrar ainda no último trimestre do ano passado. A tendência é de crescimento, o que acende um alerta para uma possível expansão da inadimplência. “Isso naturalmente vai aumentar o risco para a inadimplência. Além disso, tem as dificuldades relacionadas à renda, à inflação, ao mercado de trabalho que não parece ter condições de absorver esse aumento na busca por emprego”, lembra Izis Janote Ferreira.

Por ora, a inadimplência permanece estável: 25,6% das famílias brasileiras estavam inadimplentes em agosto, mesmo resultado de julho. Embora o resultado signifique que um em cada quatro lares do País possua alguma conta ou dívida atrasada, o resultado está 1,1 ponto porcentual abaixo do registrado em agosto do ano passado, quando 26,7% das famílias estavam inadimplentes.

O total de famílias que afirmam não ter condições de pagar suas contas e dívidas já atrasadas e que, portanto, permanecerão inadimplentes no mês subsequente, desceu de 10,9% em julho para 10,7% em agosto.

No Acre, 93,7% das famílias já estão endividadas. A proporção de lares com dívidas alcançou níveis recordes em agosto no Acre, Ceará, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pernambuco e São Paulo.

Das 27 Unidades da Federação, o volume de famílias com dívidas superou a média histórica local em 24 delas. Apenas Piauí, Distrito Federal e Santa Catarina mantêm o endividamento abaixo da média histórica.

Em agosto, a dívida mais frequente entre as famílias foi o cartão de crédito, mencionado por um auge de 83,6% das famílias endividadas. Em fevereiro, no pré-pandemia, 78,4% dos endividados tinham contas a pagar no cartão de crédito.

“Só nas famílias de menor renda, a proporção de endividados no cartão chega a 84,3%, acima do dado nacional. Para você ver como o cartão de crédito está sendo a saída, embora seja uma modalidade cara, arriscada. Porque às vezes a dívida chega a uma proporção tamanha da renda, que a pessoa se vê numa situação de dificuldade de pagamento, e, para renegociar essa dívida, é uma renegociação que você vai partir de uma taxa de juros de cerca de 300% ao ano”, alerta Izis.

Outros tipos de dívidas que também registraram crescimento em relação ao pré-pandemia foram carnês de loja (mencionados por 18,2% dos endividados), financiamento de carro (13,1%), financiamento de casa (10,3%), crédito pessoal (9,5%) e crédito consignado (6,8%). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Sul

TJ restitui direito de cliente reaver prejuízo imposto por loja na compra de carro novo

 por Ângelo Medeiros

Uma concessionária de veículos terá que ressarcir um cliente "iludido" após a negociação de compra de um automóvel. A 4ª Câmara Civil do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), em matéria sob relatoria do desembargador Hélio David Vieira Figueira dos Santos, decidiu conhecer do recurso interposto pelo cliente para dar-lhe parcial provimento e condenar a concessionária ao pagamento da quantia relativa à perda constatada pela subvalorização do veículo entregue pelo cliente na compra. 

A lide girava, explanou o relator, em torno de uma má negociação entre o apelante e a concessionária de veículos, onde adquiriu um carro zero quilômetro e deu como entrada seu veículo usado. Posteriormente, o carro novo apresentou defeitos e o apelante foi convencido a adquirir um outro veículo, entregando o anterior, que foi recebido com desvalorização acentuada.

 

Após calcular os valores custeados pelo apelante para adquirir e financiar os veículos e os valores recebidos pela concessionária, o relator constatou uma perda de R$ 8.847,29, já contabilizando-se a depreciação. "A negociação seguinte, ao invés de apenas contabilizar um ajuste no valor do financiamento, já que o saldo financiado seria praticamente o mesmo, jogou para o autor esse valor da subvalorização de R$ 8.847,29, que passou a ser também financiado", esclareceu.

O voto ressalta ainda que a empresa não teve prejuízo e ao antecipar a quitação do contrato e descontar o valor das prestações pagas pelo autor, certamente pagou menos do que o valor nominalmente financiado. "Não tenho a menor dúvida de que o autor foi iludido numa transação extremamente complexa, capaz de confundir qualquer pessoa de entendimento normal", concluiu o magistrado para retificar a sentença e condenar a concessionária ao pagamento da quantia de R$ 8.847,29 ao autor, a ser corrigida monetariamente da data do segundo contrato (16/12/2015) e acrescida de juros de mora de 1% desde a citação (art. 405, CC).(Apelação Nº 0306753-35.2016.8.24.0020/SC).

Fonte: TJSC - Tribunal de Justiça de Santa Catarina - 24/08/2021 e SOS Consumidor

Taxa extra na conta de luz pode até dobrar por causa de medidas para evitar racionamento

 


As medidas adotadas pelo governo para evitar um racionamento de energia elétrica vão custar caro para o consumidor. Novos cálculos internos do governo apontam para a necessidade de que a bandeira vermelha nível 2, hoje em R$ 9,49 a cada 100 quilowatts-hora (kWh), seja elevada para algo entre R$ 15 e R$ 20. Há ainda um cenário-limite de até R$ 25, mas é improvável que ele seja adotado.

Na próxima sexta-feira (27), a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) deve definir qual bandeira vai vigorar nas contas de luz do mês de setembro. Como não há sinal de melhora nas condições de abastecimento e diante da situação crítica dos reservatórios das usinas hidrelétricas, a expectativa é que a bandeira vermelha nível 2 seja mantida até o fim do ano.

Em junho, a agência abriu consulta pública para decidir se manteria a taxa extra em R$ 9,49 ou se aumentaria o valor para R$ 11,50. Esses valores, no entanto, foram propostos pela Aneel antes das ações adotadas pela Creg (Câmara de Regras Excepcionais para a Gestão Hidroenergética), grupo presidido pelo MME (Ministério de Minas e Energia) e criado por meio da Medida Provisória 1055.

Desde que o comitê foi criado, o governo adotou diversas ações para tentar evitar apagões ou ainda a necessidade de um racionamento de energia. A termelétrica William Arjona, em Mato Grosso do Sul, por exemplo, tem um custo variável superior a R$ 2,4 mil por megawatt-hora (MWh), e a importação de energia da Argentina e do Uruguai, por exemplo, custa mais de R$ 2 mil por megawatt-hora (MWh). Por dia, o Brasil importa 2 mil megawatts dos países vizinhos.

Governo trabalha com opções e cenários

Uma das possibilidades é aumentar a bandeira vermelha 2 de forma a cobrir todo o déficit entre setembro e dezembro. Isso exigiria um valor extra muito elevado, de até R$ 25, mas que seria retirado das contas em 2022, ano em que o presidente Jair Bolsonaro deve disputar a reeleição.

Outro é cobrir o rombo até abril, de forma mais branda, aprovando dois valores para a bandeira: um, mais elevado, para vigorar entre setembro e dezembro, e outro, mais baixo, a ser aplicado entre janeiro e abril. Por fim, outra possibilidade é aumentar a bandeira para um valor intermediário e único, válido entre setembro e abril, de cerca de R$ 15.

Em tese, a decisão sobre o reajuste da bandeira tarifária caberia apenas à Aneel, mas o órgão regulador quer ter o aval do MME para adotar uma medida tão impopular – no caso, da Creg e do CMSE (Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico). O colegiado se reuniu de forma extraordinária na tarde desta terça-feira (24).

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 para indicar os valores da energia no País aos consumidores. Na prática, as cores e modalidades – verde, amarela e vermelha nível um e dois – indicam se haverá ou não cobrança extra nas contas de luz. A medida também atenuou os efeitos no orçamento das distribuidoras. Até então, as empresas eram obrigadas a carregar os custos, que só eram repassados às contas de luz no reajuste tarifário anual.

Enquanto os reajustes tarifários ordinários nas tarifas dos consumidores são feitos apenas uma vez por ano, os valores das bandeiras são repassados mensalmente. Porém, com o agravamento da crise hídrica e o aumento do custo de geração, eles não têm sido suficientes para cobrir toda a despesa para a compra de energia. Assim, há um problema de descasamento entre o que as concessionárias precisam pagar agora aos geradores e o que estão efetivamente recebendo dos consumidores.

Conta de luz em 2022

Os reajustes na conta de luz do ano que vem também viraram preocupação para o governo. As estimativas da Aneel apontam que as tarifas devem subir, em média, 16,68%. A previsão levou o governo federal a admitir que já busca soluções para amenizar os reajustes nas contas de luz em 2022. A avaliação de especialistas é que as medidas podem representar um alívio momentâneo, mas podem resultar em um tarifaço nos próximos anos.

Entre as medidas estudadas estão a devolução aos consumidores de créditos tributários gerados pela exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS/Cofins na conta de luz, o que já vem sendo feito ao longo deste ano, a redução do serviço da dívida da Itaipu, prevista para se iniciar em 2022 e a antecipação de um “valor expressivo” dos recursos da privatização da Eletrobras, estatal com enfoque em geração e distribuição de energia, para abater nas tarifas. De acordo com a Aneel, esse aporte pode somar R$ 5 bilhões.

O Sul

Verbo HAVER

 



Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1298697390545597

Brasil registra a menor média diária de casos de coronavírus desde novembro do ano passado

 


Desde o começo da pandemia 20.615.008 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 31.722 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 28.258 diagnósticos por dia, a menor desde 14 de novembro (quando estava em 27.892), resultando em uma variação de -11% em relação aos casos registrados na média há duas semanas, o que indica estabilidade.

Em seu pior momento a curva da média móvel chegou à marca de 77.295 novos casos diários, no dia 23 de junho deste ano.

Em 31 de julho o Brasil voltou a registrar média móvel de mortes abaixo de 1 mil, após um período de 191 dias seguidos com valores superiores. De 17 de março até 10 de maio, foram 55 dias seguidos com essa média móvel acima de 2 mil. No pior momento desse período, a média chegou ao recorde de 3.125, no dia 12 de abril.

Nas últimas 24 horas, 885 novas mortes por covid-19 foram registradas, totalizando 575.829 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 730 — a menor registrada desde o dia 6 de janeiro (quando estava em 729). Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -19% e aponta tendência de queda.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h desta terça-feira (24). O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Estados

Somente o Sergipe apresenta tendência de alta nas mortes. A maioria dos Estados (18), apresenta tendência de queda. Sete entes federados e o Distrito Federal estão em estabilidade.

— Alta: Sergipe.

— Estabilidade: Acre, Alagoas, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Distrito Federal.

— Queda: Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, São Paulo e Tocantins.

Vacinação

Mais de 56 milhões de pessoas estão imunizadas contra a covid. O número corresponde a 26,83% da população vacinável. A primeira dose foi aplicada em 125.339.734 pessoas (59,19%).

Desde o início da campanha de vacinação, em janeiro, foram 181.283.214 doses administradas em todo o País.

Nas últimas 24 horas, a primeira dose foi aplicada em 1.150.057 pessoas, a segunda em 877.064 e a única em 3.862, um total de 2.030.983.

Os cinco Estados com maior porcentagem da população imunizada são: Mato Grosso do Sul (41,32%), São Paulo (33,71%), Rio Grande do Sul (32,90%), Espírito Santo (29,31%) e Santa Catarina (27,74%).

Já entre aqueles que mais aplicaram a primeira dose estão: São Paulo (71,95%), Rio Grande do Sul (64,01%), Mato Grosso do Sul (63,53%), Santa Catarina (62,34%) e Paraná (60,46%).

O Sul

RODRIGO CONSTANTINO

 Eis  aí parte do conteúdo produzido pelo pensador Rodrigo Constantino, referente ao mundo que vivemos:  


 


Trata-se de um mundo em que praticamente toda a produção cultural, toda a grande imprensa, igreja, universidades, organizações civis, movimentos disso e daquilo, partidos vistos como de “centro” e até grandes empresas promovem o SOCIALISMO. Há décadas, a população é bombardeada por uma propaganda extremamente bem-feita, pela qual as pessoas são convencidas a confiar ao Estado seu bem-estar. As liberdades individuais mais importantes estão sendo destruídas. Neste momento, metade da população brasileira encontra-se quieta em casa, esperando políticos decidirem sobre seu futuro. Uma minoria não concorda, mas não tem meios para reagir. Estamos numa situação muito pior do que nos anos em que o PT estava no poder, porque hoje o inimigo está invisível. Nunca estivemos tão perto de nos tornarmos uma ditadura socialista, porque agora não temos um alvo para apontar. Apenas sentimos uma rede se levantando sobre nossos pés.


 


Quais armas temos para lutar contra isso?


Meia dúzia de parlamentares sem voz na imprensa, textos na internet e mais nada. Opa! Temos sim! Temos um presidente da república que vem tentando dar mais liberdade para as pessoas trabalharem, criarem seus filhos e se defenderem.


 


Quando tivemos isso de um presidente da república?


Nunca!


 


Não podemos cair nas arapucas da esquerda. A melhor arma que temos contra o avanço do socialismo é Jair Bolsonaro.


 


Muitos liberais precisam entender que política é uma guerra; e essa guerra está quase sendo vencida definitivamente pelo outro lado. Nós, daqui de baixo, não temos condições de escolher armas e soldados. Temos apenas que apoiar quem está enfrentando nossos inimigos. Precisamos ser pragmáticos, avaliar friamente os acontecimentos.


 


O fato é que nossas liberdades fundamentais estão sendo absurdamente reprimidas com apoio da imprensa e de toda a classe política e que Jair Bolsonaro vem há meses lutando contra isso, o que mereceria o apoio de qualquer liberal que se preze.


 


Jair Bolsonaro deve ser avaliado pelas pautas liberais que defende, não pelas que ele deixa de lado. Não são suas frases grosseiras que devem ser consideradas, mas seu esforço em promover avanços em áreas realmente importantes. Como um cidadão comum, que destina voluntariamente parte do meu tempo à militância liberal, não me vejo em condição de rejeitá-lo por ele não ser o liberal dos meus sonhos.


 


No tal vídeo da reunião ministerial, tivemos ainda o prazer de ver Weintraub xingando de vagabundos os membros do STF e Damares dizendo que prefeitos e governadores que estão destruindo a economia deveriam ser presos. Eles manifestaram os sentimentos de milhões de cidadãos comuns. Manifestaram o que eu mesmo gostaria de dizer na TV. As pessoas precisam ouvir coisas assim, para se encorajarem a reagir às agressões que vêm sofrendo.


 


Portanto, volto à minha posição de meses atrás em apoio a Jair Bolsonaro. Farei as críticas que precisar, mas não me desgastarei com suas imperfeições. Não me pendurarei no muro da covardia, com medo de ser chamado de “bolsonarista”. Enquanto o vir defendendo as liberdades mais fundamentais, relevarei quaisquer outros desvios.



Pontocritico.com

A LIBERDADE EMBARGADA - Gilberto Simões Pires

 EMBARGO ECONÔMICO

Da mesma forma como os políticos da região nordeste do nosso imenso Brasil usaram sistematicamente a SECA para obter, sempre com grande sucesso, o máximo de vantagens financeiras junto à União, o governo cubano usa o EMBARGO ECONÔMICO imposto pelos EUA para se fazer de VÍTIMA e com isso ganhar simpatia internacional. Mais: este expediente tem servido para que muitos acreditem que o EMBARGO imposto pelos EUA é o real responsável pela miséria do povo cubano, e não o COMUNISMO que lá vigora desde 1959. 


ILHA COMUNISTA

Pois, nestas últimas três semanas que passei em Fort Lauderdale, na Flórida, EUA, acompanhei de perto e com muita atenção pelos noticiários locais, as manifestações dos cubanos-americanos que vivem na região, quanto ao deplorável estado econômico e de saúde resultantes do regime imposto ao povo que vive na paupérrima ILHA COMUNISTA.


RECUPERAÇÃO ECONÔMICA DA ILHA

Pois, ainda que a MÍDIA ABUTRE INTERNACIONAL, sem surpresa, tenha ignorado por completo a notícia do ENCONTRO HISTÓRICO que aconteceu na semana passada, envolvendo mais de 20 EMPRESÁRIOS CUBANO-AMERICANOS que vivem no sul da Flórida, os quais mostraram VONTADE FIRME para atuar na RECUPERACÃO ECONÔMICA DA ILHA.


FUNDO DE RECONSTRUÇÃO CONDICIONADO

Na referida reunião, os empresários firmaram o COMPROMISSO de formar o FUNDO DE RECONSTRUÇÃO DA REPÚBLICA DE CUBA. Entretanto, segundo adiantou um dos líderes da reunião, a condição para tanto é muito clara: -NÃO VAMOS INVESTIR UM CENTAVO NUMA -DITADURA- QUE, SABIDAMENTE, VAI NOS ROUBAR TUDO.


DESEMBARGO É FRUTO DA LIBERDADE

Um dos dirigentes cubano-americano, ao ser perguntado sobre o EMBARGO ECONÔMICO imposto pelo governo dos EUA, disse que a disposição para investir em CUBA só depende do governo cubano. Basta acabar com o COMUNISMO para que no mesmo momento sejam despejados, vertiginosamente, bilhões de dólares na ILHA. Ou seja, o DESEMBARGO é fruto da LIBERDADE.


AJUDA HUMANITÁRIA

Ah, os noticiários da Flórida deram uma informação interessante: diante da gravidade da situação de saúde pública cubana, o governo americano pediu ao governo cubano a autorização para enviar ajuda humanitária. Pois, passados mais de 30 dias desde o pedido formal, o governo cubano preferiu sentar em cima e ignorar o pedido. Ou seja, aceitar qualquer ajuda humanitária dos EUA não convém. O negócio é usar o EMBARGO para se fazer de VÍTIMA.


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