Bolsonaro vai ao STF contra indenização a profissionais de Saúde

 Lei prevê compensação de até R$ 50 mil a médicos e outros profissionais incapacitados para o trabalho pela Covid-19


O presidente Jair Bolsonaro entrou nesta terça-feira (24) com uma ação de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a lei que obriga a União a indenizar profissionais de saúde da linha de frente da pandemia permanentemente incapacitados para o trabalho pela Covid-19.

A lei foi aprovada em março pelo Congresso Nacional, que derrubou o veto do Executivo e manteve a previsão de compensação financeira de até R$ 50 mil.

Ao Supremo, a Advocacia-Geral da União (AGU) usa dois argumentos: diz que o Legislativo avançou sobre a prerrogativa exclusiva do Presidente da República de propor leis que tratem dos servidores públicos e aponta que o texto foi aprovado sem estimativa de impacto orçamentário.

"Ao deliberar sobre o projeto que resultou na Lei no 14.128/2021 ora impugnada, o Congresso Nacional tinha a obrigação constitucional de apreciar, de modo específico, os impactos financeiros da medida, bem como de prover medidas de compensação permanentes para a cobertura das novas obrigações criadas pela lei, requisitos que não foram cumpridos durante a tramitação legislativa, o que compromete a legitimidade constitucional do diploma", diz um trecho da ação.

Custos à União

A lei também prevê que, em caso de morte, a indenização poderá ser paga aos familiares do trabalhador. A estimativa do Ministério da Economia é que, apenas nessas situações, o custo aos cofres públicos pode chegar aos R$ 600 milhões.

Na ação enviada ao STF, o governo diz que não é possível implementar a lei e que a edição do texto motivou uma série de processos que cobram a compensação. O pedido da AGU é para suspender, em caráter urgente, os efeitos do dispositivo.

"O efeito multiplicador dessas demandas tem potencial de gerar um vultoso passivo judicial contra a União, que certamente obstaculizará o cumprimento das metas fiscais dos próximos anos, consequências cujo apelo prático já caracterizam suficientemente o perigo com a demora na prestação jurisdicional", argumenta a pasta.


Agência Estado e Correio do Povo


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Dicas de Português

 



Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1297935860621750

Por unanimidade, Senado aprova Lei do Mandante

 Texto precisa da sanção do presidente Jair Bolsonaro. Projeto define que mandante pode negociar direitos de transmissão no futebol



O Plenário do Senado Federal aprovou, nesta terça-feira, a chamada Lei do Mandante, que altera as regras para os direitos de transmissão no futebol. O texto recebeu sinal verde dos parlamentares por unanimidade e segue para a sanção do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O relator do projeto, senador Romário (PL-RJ), manteve o mesmo texto da Câmara dos Deputados para garantir celeridade à votação. Na Câmara, o deputado federal Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF) relatou a matéria. 

O projeto aprovado assegura que o clube mandante da partida tenha o direito de negociar sozinho, sem participação do visitante, a transmissão ou reprodução dos jogos. 

Caso seja sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro, o texto vai alterar a Lei Pelé, que previa a devisão dos direitos entre o time da casa e o adversário. 

R7 e Correio do Povo

Assembleia Legislativa sustenta veto de Leite ao homeschooling

 Governador barrou a matéria acusando falta de amparo legal



A Assembleia Legislativa manteve, nesta terça-feira, o veto do governador Eduardo Leite (PSDB) ao projeto do homeschooling. Aprovado na Casa em junho, o texto recebeu o veto com base na decisão do STF, que determinou que  “o ensino domiciliar não é um direito público subjetivo do aluno ou de sua família, porém não é vedada constitucionalmente sua criação por meio de lei federal, editada pelo Congresso Nacional”. 

Com a aprovação do veto, os deputados favoráveis ao homeschooling se comprometeram em levar o assunto para Brasília. "Iremos a Brasília para que uma regulamentação razoável e justa se torne uma realidade para famílias de todo o Brasil", frisou Fábio Ostermann (Novo), autor da proposta. O deputado alegou ainda que o veto seria injusto e discutível. "Motivo mesquinho e tacanho, para antagonizar com o presidente Bolsonaro", explicou.

Apesar dos apelos, o veto foi mantido com 24 votos a favoráveis. No projeto original, foram 28 votos favoráveis e 21 contrários. Alguns deputados, que anteriormente votaram a favor, justificaram a troca. "Não podemos trabalhar pela exceção, podemos trabalhar para a melhora na educação", explicou a deputada Fran Somensi (Republicanos). "Não me sinto confortável de tomar essa decisão, estamos falando de educação por uma classe de exceção. Eles tomam a mesma água que nós, dividem a mesma estrada, mas as escolas não lhe contentam?", questionou. "Nossos filhos precisam saber respeitar as diferenças e não será colocando eles na aula de futebol, no curso de inglês ou de ballet que eles aprenderão", finalizou. 

Na tribuna, embate de ideologias 

Os parlamentares favoráveis à proposta de Ostermann foram à Tribuna para defender a legitimidade do texto, justificando que a regulamentação do ensino domiciliar seria a manutenção da liberdade das famílias de escolherem a melhor forma de educar os seus filhos. "Vai regularizar o que de forma fática já existe", defendeu o deputado Elizandro Sabino (PTB). Repreenderam ainda a decisão do governador, e o deputado Tiago Simon (MDB) apontou, inclusive, para um "alinhamento" de Leite com o PT, sendo esse um dos motivos para o veto. 

Do outro lado, os deputados que defendiam a manutenção do veto sustentaram a falta de amparo legal da matéria.  Luciana Genro (PSol) acusou o projeto de ser "demagogia barata", argumentando que o ensino domiciliar precisa ser regulamentado em nivel nacional. "É um mérito equivocado, entendendo a educação em uma lógica de pensamento único que desconsidera outras realidades", complementou. Sofia Cavedon (PT), responsável pelo parecer negativo ao projeto na Comissão de Educação, justificou ainda que ninguém seria prejudicado com o veto, uma vez que a escola garante a educação necessária. "Nenhuma criança será prejudicada por estar na escola, porque temos uma escola democrática", reforçou. 

Correio do Povo


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Frase de 1920

 



Fonte: https://www.facebook.com/groups/FrasesDeSabedoria/posts/771903223560113/?__cft__[0]=AZVHASGSIHsFiB9bAx_Fpk0bkhMkEiodjQr-Mv9LGJFF8QOEmkAStIli1jGR7L1cYxeicdvBApLVQ2Xz5agPQL6Wx4FxzwJ1tMo4SvmHDJNgNF125_gI4XOZkx1OEyzu4jYMS1N5H3y0YeBmpZCggw-7o77VLALh8Uz20dVCamfuvDxhpoZ9zQJPmtDZIrrJ1wM&__tn__=%2CO%2CP-y-R

MPE pede arquivamento da representação contra Melo por suposta prevaricação

 Ação buscava responsabilizar o prefeito de Porto Alegre por falta de fiscalização em motociata de Bolsonaro



O Ministério Público pediu o arquivamento da representação feita pela bancada de oposição contra o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB), em julho deste ano. O parecer divulgado nesta terça-feira é da Procuradoria de Prefeitos.

No pedido, a bancada de oposição alegou que o prefeito teria cometido crime de prevaricação ao descumprir a fiscalização do uso de máscaras durante a motociata realizada com a presença do presidente Jair Bolsonaro, em Porto Alegre, durante um sábado. O documento foi encaminhado ao procurador-geral de Justiça, Marcelo Dorneles. 

Na época, Melo afirmou que a atuação da prefeitura, no que diz respeito ao uso de máscaras, "é orientativa e educativa". Assim, não fere a legislação, segundo parecer do procurador de Justiça Ricardo Felix Herbstrith. 

“Da análise dos elementos constantes no presente expediente, é possível concluir pelo não preenchimento dos pressupostos mínimos ao oferecimento de ação penal contra o Prefeito Municipal de Porto Alegre”, diz trecho da manifestação.

Correio do Povo

Temporais seguem no RS ao longo desta quarta-feira

 Há risco de granizo, vendavais e raios por conta da instabilidade



A frente fria, aliado a um centro de baixa pressão, ajudam a manter a forte instabilidade no Rio Grande do Sul nesta quarta-feira.  Muitas nuvens permanecem sobre o Estado, e deve haver temporais na madrugada e pela manhã no Oeste, Centro e Sul.

De acordo com a MetSul Meteorologia, no Norte e Nordeste, deve haver o ingresso de ar quente, com vento norte. A temperatura fica alta até a noite, quando a frente fria chega e leva chuva às regiões. Há risco de granizo, vendavais e raios. 

Em Porto Alegre, o sol até aparece, mas a chuva predomina. A mínima na Capital é de 18°C, e a máxima não ultrapassa os 23°C.

Mínimas e máximas no RS 

Torres 18°C / 30°C
Caxias do Sul 16°C / 23°C
Erechim 18°C / 22°C
Santa Cruz 15°C / 20°C
Passo Fundo 17°C / 26°C
Bagé 11°C / 14°C

MetSul Meteorologia e Correio do Povo


Polícia Civil investigará possíveis “erros técnicos” em abordagem que resultou em morte de PRF

Plenário do Senado aprova recondução de Augusto Aras na PGR

 Procurador contou com 55 votos favoráveis, 14 a mais do que precisava



O plenário do Senado aprovou, por 55 votos sim; 10 não; e uma abstenção, a recondução de Augusto Aras ao cargo de procurador-geral da República por mais dois anos. Para ter a indicação aprovada, Aras precisava de maioria simples, 41 votos. 

Mais cedo, o nome de Aras já havia sido aprovado após sabatina na Comissão de Constituição e Justiça da Casa, por  votos a seis, além de uma abstenção. 

O PGR foi indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para permanecer no cargo por mais dois anos, apesar de não constar na lista tríplice de indicações escolhida pela categoria, em votação feita pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR). O mandatário não é obrigado a escolher um nome da lista, mas trata-se de uma tradição que não foi seguida por Bolsonaro.

Internamente, o procurador-geral sofre resistência por parte da categoria. Na PGR, dentre os servidores que desaprovam a gestão Aras, há a expectativa de que os senadores questionem o procurador sobre a crise entre o governo federal e o Supremo; a falta de resposta do procurador diante das falas do presidente que tentam colocar em xeque o sistema eleitoral; sobre o pedido de impeachment do presidente em desfavor do ministro Alexandre de Moraes, além de outros temas.

R7 e Correio do Povo


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Banco do Brasil lança cobrança bancária pelo WhatsApp

 De acordo com o banco, solução acompanha tendência de maior uso do mensageiro por empresas de todos os portes Rio - Os clientes do Banco do Brasil agora podem registrar boletos, fazer comando de instrução e consultas pelo WhatsApp. De forma simples e intuitiva, o BB é a primeira instituição financeira a permitir a emissão de boletos em uma tela de conversas pelo WhatsApp.   Para utilizar a funcionalidade, o cliente acessa o WhatsApp do BB (61) 4004-0001, inicia uma conversa com o especialista PJ, o assistente virtual do BB no aplicativo, digitando “#PJ” e escreve “Preciso registrar um boleto”. Na tela de conversas, serão solicitadas as informações do pagador do boleto (CPF, nome, endereço, complemento) e os detalhes de pagamento (valor, vencimento). Confirmadas as informações, o boleto é gerado e o cliente já pode encaminhar ao pagador.     Além do registro, também é possível realizar consultas, bastando digitar “Preciso consultar um boleto”, e alterar boletos registrados com comandos de instrução “Preciso alterar um boleto”. As duas opções permitem a geração de um PDF para compartilhamento. "Imagine o pequeno empreendedor, que já usa o WhatsApp para atender clientes e lidar com fornecedores. Ele tem que fazer tudo, está sempre envolvido com seu negócio.   Vende, entrega, atende os clientes, lida com sua equipe. Com essa solução via WhatsApp, com pouquíssimos dados, ele conseguirá emitir um boleto e enviar para seus próprios clientes. Ou seja, estamos ajudando nosso cliente PJ a aumentar sua chance de receber pagamentos com uma solução de extrema simplicidade e facilidade, suportada por inteligência artificial.", conta Pedro Bramont, diretor de negócios digitais do Banco do Brasil.

Fonte: O Dia Online - 23/08/2021 e SOS Consumidor

Antiquário - Quadro à venda na loja

 




Valor: R$ 80,00

Mais informações:
Judite Sandra La Cruz
(51) 9 8502.8080 
Teia de Aranha
Endereço: Av. João Pessoa, 1040 -  Porto Alegre - RS, 90040-001
A loja funciona de quarta a  domingo a partir das 10 horas.