Mercado financeiro eleva para 7,11% estimativa da inflação em 2021 e vê alta menor do PIB

 por Alexandro Martello

Expectativa de expansão do PIB recuou para 5,27%. Projeções fazem parte do relatório Focus, divulgado pelo Banco Central.

Os economistas do mercado financeiro elevaram a estimativa do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, pela vigésima semana seguida. A expectativa para o indicador em 2021 subiu de 7,05% para 7,11%. Ao mesmo tempo, os analistas estimaram uma alta menor do Produto Interno Bruto (PIB).

As previsões do mercado constam no relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (23) pelo Banco Central (BC). Os dados foram levantados na semana passada, em pesquisa com mais de 100 instituições financeiras.

O centro da meta de inflação, em 2020, é de 3,75%. Pelo sistema vigente no país, será considerada cumprida se ficar entre 2,25% e 5,25%. Com isso, a projeção do mercado fica cada vez mais acima do teto do sistema de metas.

 

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia.

Em 2020, pressionado pelos preços dos alimentos, o IPCA ficou em 4,52%, acima do centro da meta para o ano, que era de 4%, mas dentro do intervalo de tolerância. Foi a maior inflação anual desde 2016.

Para 2022, o mercado financeiro subiu de 3,90% para 3,93% a estimativa de inflação. Foi a quarta alta seguida no indicador. No ano que vem, a meta central de inflação é de 3,50% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2% a 5%.

PIB  

No caso do Produto Interno Bruto (PIB) de 2021, os economistas do mercado financeiro reduziram estimativa para o crescimento de 5,28% para 5,27%.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

Para 2022, o mercado baixou a previsão de alta do PIB de 2,04% para 2%.

Apesar de a economia ter mostrado reação no fim de 2020 e começo deste ano, a despeito da pandemia da Covid-19, tensões políticas e "riscos fiscais" (dúvidas sobre a sustentabilidade das contas públicas) têm contido as previsões de alta da atividade nas últimas semanas.

Taxa básica de juros 

O mercado financeiro também manteve em 7,50% ao ano a previsão para a Selic no fim de 2021. Com isso, os analistas seguem estimando alta nos juros em 2021.

Em março, na primeira elevação em quase seis anos, a taxa básica da economia foi aumentada pelo BC para 2,75% ao ano. Em maio, o Copom elevou o juro para 3,5% ao ano e, em junho, a taxa avançou ara 4,25% ao ano. Na semana passada, a taxa subiu para 5,25% ao ano.

Para o fim de 2022, os economistas do mercado financeiro mantiveram a expectativa para a taxa Selic para 7,50% ao ano, o que pressupõe estabilidade do juro básico da economia no ano que vem.

Outras estimativas
  • Dólar: a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2021 permaneceu em R$ 5,10. Para o fim de 2022, ficou estável em R$ 5,20 por dólar.
  • Balança comercial: para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2021 subiu de US$ 69,70 bilhões para US$ 70 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado avançou de US$ 62,80 bilhões para US$ 63,50 bilhões de superávit.
  • Investimento estrangeiro: a previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil neste ano continuou em US$ 54 bilhões. Para 2022, a estimativa caiu de US$ 66,99 bilhões para US$ 66 bilhões.

Fonte: G1 - 23/08/2021 e SOS Consumidor

Plano não deve limitar número de sessões para tratamento de autismo

 


Relatório médico recomenda especificamente cada tratamento e tempo semanal.

Plano de saúde não pode limitar tratamento ao número de sessões utilizadas pela ANS se relatório médico recomenda especificamente cada tratamento e tempo semanal. Decisão é da juíza de Direito Fernanda Mendes Simões Colombini, da 2ª vara Cível de Nossa Senhora do Ó/SP.

O menor, representado por sua genitora, alegou que desde seus primeiros meses de vida realiza terapias devido ao seu quadro de encefalopatia crônica não progressiva e hidrocefalia, sendo posterior o diagnóstico de transtorno do espectro autismo.

 

Segundo os autos, os genitores solicitaram ao plano de saúde a realização do tratamento em clínica que é referência na região no tratamento multidisciplinar e o plano liberou, porém, com a carga horária inferior do que está prescrito no relatoria médica.

Ao analisar o caso, a juíza ressaltou que a demora no início do tratamento pode resultar em sua ineficácia e trazer impacto na vida futura do paciente, conforme afirmado no mesmo laudo.

Para a magistrada, não se sustenta a negativa da operadora em limitar o tratamento ao número de sessões utilizadas pela ANS já que o relatório médico encontra-se recomendando especificamente cada tratamento, bem como o tempo semanal.

"Frise-se: o critério para determinar a necessidade do tratamento é médico; uma vez justificada a necessidade médica do tratamento (relatório foi juntado), diante das implicações à saúde e à vida do autor, como no caso dos autos, não há se afastar a cobertura pretendida."

Assim, determinou que seja disponibilizada à criança todas as terapias descritas no relatório médico nas exatas cargas horárias determinadas.

O processo, que tramita em segredo de justiça, tem atuação do escritório Monteiro Lucena Advogados.

Processo: 1009658-39.2021.8.26.0020

Fonte: migalhas.com.br - 23/08/2021 e SOS Consumidor

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10 bancos que bateram recorde de reclamações no segundo trimestre deste ano

 As instituições financeiras no Brasil permanecem firmes e fortes, mesmo depois da crise causada pela pandemia e dos altos e baixos na economia brasileira, mas as reclamações de clientes dispararam 

As instituições financeiras no Brasil permanecem firmes e fortes, mesmo depois da crise causada pela pandemia e dos altos e baixos na economia brasileira .

Sendo assim, o lucro bancário chegou a R$ 23,1 bilhões no segundo trimestre de 2021, um verdadeiro recorde para o setor. No entanto, como toda história tem dois lados, o setor bancário também viu o índice de reclamações crescer.

O ranking criado pelo Banco Central (BC), que considera apenas aquelas reclamações que tiveram descumprimento da instituição financeira perante leis e regras já existentes, aponta o nome de alguns bancos conhecidos.O Ranking

O ranking de reclamações do Banco Central considera reclamações realizadas apenas neste segundo semestre de 2021. Dessa forma, o índice se estabelece a partir de um cálculo sobre a divisão das denuncias sobre o numero de clientes. Por fim, o resultado é multiplicado por 1 milhão.

Para esse índice, é utilizado apenas reclamações que tiveram o descumprimento, por parte da instituição financeira, de alguma lei ou regulamentação já existente.

1° BTG Pactual/Banco Pan (BPAC11)

O vencedor é o BTG Pactual, também dono do Banco Pan. A instituição financeira, com mais de 12 milhões de clientes, conseguiu um índice de 103,44. Vale lembrar que a média das outras instituições, que não estão nos 3 primeiros lugares do ranking, é de 30.

Do total de 3.630 reclamações, 1.301 são reguladas pelo BC. Ou seja, em mais de mil casos, houve descumprimento do banco para com seus clientes, de acordo com as leis e regulamentações vigentes. 2º Banco Inter ( BIDI11)

O primeiro banco digital com capital aberto na Bolsa de Valores brasileira (B3) entra no segundo lugar. Isso porque a instituição financeira conseguiu um total de 1.786 reclamações.

A princípio, cerca de 700 são reguladas no Banco Central. Mesmo assim, o índice do Inter ficou em 66,79. Em suma, a empresa tem atualmente aproximadamente 11.467.628 clientes.

3° Caixa Econômica Federal

De acordo com o levantamento , a Caixa obteve um índice de 32,13. Dessa forma, o banco federal aparece como a 3° instituição com mais reclamações no segundo trimestre de 2021.

Em síntese, a mesma que tem cerca de 1 45 milhões de clientes e chegou ao terceiro lugar com 16 mil reclamações. Destas, 4 .681 são reguladas no banco central.

Fonte: economia.ig - 23/08/2021 e SOS Consumidor

Golpistas voltam a enviar carta em nome da Receita Federal para roubar dados fiscais e bancários

 


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De acordo com a Receita, em caso de recebimento de carta, a pessoa deve ignorar a 'intimação'

Rio - A Receita Federal alertou, nesta segunda-feira (23), para a volta de um golpe aplicado por meio de correspondências. De acordo com o órgão, cartas com o título "Intimação para regularização de dados cadastrais" são identificadas com o logotipo e o nome da Receita Federal e direcionam o destinatário para um site que não pertence à pasta.     Ainda segundo a Receita, a finalidade do golpe é tentar extrair dados fiscais e bancários dos cidadãos. E, em caso de recebimento de carta, a pessoa deve ignorar a “intimação” e não acessar o endereço eletrônico mencionado.?   Quem precisar fazer alterações, regularizações e consultas cadastrais deve utilizar o site da Receita Federal. O serviço está disponível no ?e-CAC,?para acesso somente pelo próprio contribuinte ou seus procuradores legais. Lembrando que é possível acessar o e-CAC gerando um código de acesso, caso não possua certificado digital.

Fonte: O Dia Online - 23/08/2021 e SOS Consumidor