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As principais notícias do dia. Política, economia, notícias internacionais, agronegócio e empreendedorismo.
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O olhar enigmático da afegã de olhos verdes gelo, considerada a Mona Lisa do Afeganistão, tornou-se o ícone da condição dos refugiados em todo o mundo.
Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1297979900617346
por Fernando Schüler - publicado na Revista Veja
Nunca tinha ouvido falar da Bárbara. Sou meio alienado dessas coisas e há muito ando cansado do bate-boca político. Fui pesquisar.
Bárbara era uma dona de casa que se tornou youtuber. Lançou o canal Te Atualizei e virou sucesso. Mistura bom humor e crítica política, apoia Bolsonaro, difunde as teses tradicionais da “nova direita”, bastante conhecidas aqui pelos trópicos nos últimos anos.
Leia mais: https://veja.abril.com.br/blog/fernando-schuler/o-declinio-da-tolerancia/
Pontocritico.com
Depois de leiloar com sucesso 28 ativos na chamada Infra Week, em abril, o governo federal prepara uma nova rodada de concessões de ativos de infraestrutura. Chamado até aqui de “Infra Month” ou de “mês das superconcessões”, o período entre outubro e novembro deve concentrar 20 leilões de concessão e arrendamento portuário, além do lançamento de mais dois editais de transferência de ativos públicos à iniciativa privada.
Com isso, devem ser garantidos ao menos R$ 41,3 bilhões em investimentos na infraestrutura de transportes, de acordo com o governo federal.
Gazeta do Povo.
Pontocritico.com
Porque nas línguas mais faladas nessa região do mundo, como o hindi, o persa e o quirguiz, “-istão” quer dizer “lugar de morada” de um determinado povo ou etnia. De acordo com esse princípio, Cazaquistão
Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1297982593950410
SEGUNDA MAIS LONGA DO MUNDO
A Constituição brasileira, com 250 artigos, mais 114 relativos ao Ato das Disposições Transitórias, é a segunda mais longa do mundo. Perde apenas para a Constituição da Índia, que contém 448 artigos e 94 emendas. Mais: a nossa Carta, mesmo depois de ter sido alterada mais de 105 vezes, ainda tem 119 dispositivos para regulamentar.
ARTIGO 142
Pois, além de longa, a nossa Carta contém certos artigos que, passados mais de 30 anos desde a promulgação, mostraram ser TOTALMENTE INÚTEIS. Um desses é, sem a menor dúvida, o ARTIGO 142, o qual, pelo visto, foi ali colocado apenas para ser lido. Mais: quem ousar entender, ou propor, que em algum momento ele possa ser útil e/ou necessário, este alguém será imediatamente rotulado como GOLPISTA.
ABSOLUTAMENTE INÚTIL
A rigor, sem qualquer ponta de ironia, tudo leva a crer que o ARTIGO 142 só foi colocado na Constituição com um único propósito, qual seja de apenas figurar como instrumento de ALONGAMENTO DO TEXTO. Como tal, não passa de algo absolutamente INÚTIL.
RAZÕES E MOTIVOS
O que mais me deixa pasmo é que nem mesmo as escancaradas e maldosas decisões que vem sendo tomadas por desafiadores ministros do STF, que simplesmente deixaram de cumprir com a Constituição, assim como dos senadores que nada fazem para impedir tamanha e indevida interferência na vida dos cidadãos -de bem- do nosso empobrecido Brasil, se oferece como RAZÃO E MOTIVO para o pronto uso do ARTIGO 142.
HISTÓRIA EM QUADRINHOS
Nesta toada maldita, o Brasil vive um drama intenso e preocupante: na nossa história em quadrinhos, quem está impondo um inquestionável GOLPE na Constituição está posando de MOCINHO. Por outro lado, quem se coloca ao lado da JUSTIÇA, com o propósito de defender os CIDADÃOS, é tratado e considerado como BANDIDO. Mais: qualquer pretensão de fazer uso do ARTIGO 142, para GARANTIR a LEI e a ORDEM, é considerado como CRIME.
Pontocritico.com
Por: stevewaganer
Hoje em dia, todo mundo parece ter uma opinião ou outra na área de SEO. Bem, de nada servirá se você continuar ouvindo a todos e implementando tudo que encontrar. Se você leva muito a sério o seu empreendimento online, sua melhor aposta seria contratar os serviços da melhor empresa de SEO em sua cidade para fazer o trabalho por você. Ninguém precisa ser informado de que SEO significa otimização de mecanismo de pesquisa, mas o que eles precisam ser informados são quais são os métodos adequados de SEO.
Basicamente, o SEO nada mais é do que métodos de publicidade de um site na web. Regras de publicidade e você deve certificar-se de que possui os melhores métodos de publicidade para anunciar sua presença na web. A competição é imensa e você tem que subir nessa competição para ter sucesso nos negócios online. O marketing de mecanismo de pesquisa é uma das indústrias de crescimento mais rápido. Para ter sucesso na web, é importante fazer a otimização de mecanismos de pesquisa.
Para fazer negócios online bem-sucedidos, é importante que seu site esteja disponível e acessível a todos os visitantes online a qualquer hora do dia. Se os visitantes vierem visitar seu site e perceberem que ele não está funcionando corretamente, eles não voltarão ao site novamente. A rede é uma fonte muito boa para você aprender os fundamentos do SEO. No entanto, se você deseja fazer uso de métodos de SEO para popularizar seu site, contratar serviços de SEO da melhor empresa de SEO é a aposta perfeita e também a mais segura para você.
Fonte do artigo: http://www.ArticleGeek.com - Conteúdo de site gratuito e https://www.activesearchresults.com/articles/1104-bestseofirmyour.php
Uma mulher acreditou ter contratado empréstimo consignado, mas o banco fez os descontos utilizando a taxa de juros do cartão de crédito consignado.
O juiz de Direito Vitor Frederico Kümpel, da 27ª vara Cível de SP, condenou um banco ao pagamento de R$ 40 mil por danos morais a uma cliente que acreditou ter contratado empréstimo consignado.
O banco fez os descontos utilizando a taxa de juros do cartão de crédito consignado, que são acima das taxas médias de mercado. O magistrado salientou que a autora não firmaria contrato de adesão se tivesse pleno conhecimento da abusividade.
A mulher ajuizou buscou a Justiça dizendo que é beneficiária junto ao INSS e que buscou um empréstimo no banco. A instituição financeira emprestou o valor em uma única parcela por meio de transferência bancária, sob a promessa de que a devolução ocorreria em parcelas fixas mensais. No entanto, segundo ela, o pagamento vem sendo realizado mediante o desconto de 5% da reserva de margem consignável para cartão de crédito.
Na ação, a mulher narrou que não tinha intenção de contratar um cartão de crédito consignável, e não utilizou o cartão, pois não sabia da enorme diferença entre a taxa de juros do mútuo consignado e do cartão de crédito.
Exagerada desvantagem
O juiz Vitor Frederico Kümpel, ao analisar o caso, deu razão à autora. Para o magistrado, o banco submeteu a mulher a uma situação de "exagerada desvantagem", ao estipular e cobrar juros muito acima das taxas médias de mercado para operações financeiras semelhantes, à época da contratação.
O juiz observou que a autora não utiliza o cartão para fazer compras, descontando apenas os encargos financeiros referentes ao empréstimo, "o que caracteriza a abusividade". A autora não firmaria contrato de adesão se tivesse pleno conhecimento da abusividade, frisou o juiz.
"Destarte, as taxas de juros pactuadas revelam-se, de fato, abusivas."
Nesse sentido, o magistrado decidiu:
Anulação do contrato convertendo a operação em empréstimo consignado com aplicação de juros conforme taxa média de mercado;
Suspensão dos descontos;
Restituição do valor cobrado indevidamente a título de reserva de margem consignável do contrato em discussão, de forma simples;
Compensação de eventual débito do consumidor em razão do empréstimo concedido;
Pagamento de R$ 40 mil de dano moral.
O escritório Engel Advogados atuou pela autora.
Processo: 1004838-28.2021.8.26.0100
Veja a decisão.
Fonte: migalhas.com.br - 20/08/2021 e SOS Consumidor
A peça, que mede pouco mais de uma polegada de altura, foi vendida em leilão pela Heritage Auctions por US $ 6.000 em 2016.
Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1297987983949871
A nova norma, que entra em vigor no dia 1º de setembro, permite, por exemplo, que o seguro seja personalizado
O custo do seguro é uma das questões analisadas por muitos consumidores antes de comprar um carro. Pagar cerca de R$ 3 mil por ano, além das parcelas do veículo, dos gastos com manutenção e combustível, não tem feito sentido para alguns motoristas, principalmente para os mais jovens, que preferem recorrer a locadoras ou a aplicativos de carros compartilhados, como Uber e 99. Por outro lado, há um grupo que não abre mão do carro para se locomover porém, devido aos altos preços das apólices, prefere contar com a sorte a obter a garantia. Esses e outros motivos levam 84% da frota brasileira a não estar segurada, conforme indicam dados de 2019 do Departamento Nacional de Trânsito. Com o objetivo de ampliar o acesso aos seguros veiculares, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) irá flexibilizar regras e critérios.
A nova norma, que entra em vigor no dia 1º de setembro, permite, por exemplo, que o seguro seja personalizado. O dono de um veículo antigo que não ache vantajoso contratar cobertura para furto e roubo poderá optar apenas pelo seguro para acidentes, como colisões e incêndios, pagando mais barato.
Também será possível vincular o seguro ao condutor, ao invés do veículo. Desse modo, todos os carros que um motorista específico dirija estarão com a garantia ativa. O produto é ideal tanto para o motorista por aplicativo que costuma alugar carros para trabalhar, quanto para o jovem que não possui carro próprio mas aluga um ocasionalmente ou dirige o de amigos e familiares.
— A cobertura sobre danos causados a terceiros, por exemplo, que é vinculada a um carro passará, nesse caso, a estar vinculada ao condutor. Então, se ele estiver dirigindo um outro veículo e provocar um acidente, poderá ter o amparo do seguro para arcar com os danos pessoais e materiais causados a outras pessoas — acrescenta Mariana Arozo, coordenadora-geral de regulação de seguros massificados, pessoas e previdência da Susep.
Essa é a chamada cobertura de responsabilidade civil, a qual, inclusive, poderá ser contratada de forma exclusiva. O CEO da gestora de canais de distribuição de seguros e produtos financeiros Wiz, Heverton Peixoto, avalia, porém, que esse produto deve demorar a se popularizar.
— O brasileiro é muito apegado ao seu próprio patrimônio. Muitas vezes, faz um seguro pensando mais em proteger o carro que comprou, baixando a cobertura de terceiros. Por isso, acredito que as pessoas vão demorar a adotar o seguro de responsabilidade civil, que já é muito comum no exterior. Depende do amadurecimento da cultura para que o cliente entenda como baratear suas coberturas com o que realmente importa — opina Peixoto.
Outra novidade é a cobertura parcial. Ao invés de optar por receber o valor total do carro em caso de sinistro, o segurado poderá escolher ser reembolsado com a metade do valor. Ao dividir o risco com a operadora, ele também irá pagar mais barato no contrato.
Segundo a Comissão de Automóvel da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), de janeiro a junho, o volume acumulado de prêmios soma cerca de R$ 17,5 bilhões, uma expansão nominal de 6,8% em relação ao mesmo período de 2020. E as expectativas para os próximos anos são ainda mais otimistas: espera-se que as mudanças anunciadas pela Susep contribuam para levar inovação e competitividade ao mercado, permitindo ampliar a base de segurados a partir de produtos ajustados às necessidades do consumidor.
Seguro liga e desliga
Desde 2019, é permitido pela Susep o seguro intermitente, em que o cliente pode "ligar e desligar" coberturas e assistências quando quiser, conforme suas necessidades. A personalização é uma tendência no mercado. Eduardo Menezes, superintendente executivo da Bradesco Auto/RE, diz que as seguradoras têm de se ajustar e oferecer as condições de seguro e serviços mais adequadas ao consumidor.
— O preço do seguro nessa modalidade de contratação pode ser mais competitivo para algumas situações de utilização ocasional de veículos, mas é importante ficar atento para períodos em que o seguro não esteja em vigor (ativado), e o veículo esteja sujeito a riscos ainda que parado — alerta.
Estimativas da Youse, que oferece essa modalidade de contrato, mostram que a economia pode chegar a aproximadamente 44%. Na prática, não é possível desativar de forma completa o seguro por causa da necessidade de vistoria. Porém, o cliente pode, por exemplo, interromper as assistências de guincho e chaveiro, assim como a cobertura para terceiros, a fim de manter uma apólice mínima.
— Apesar de estar exposto a risco muito baixo, ele continua existindo. Alguém pode bater no carro estacionado na garagem, por exemplo. Pode acontecer algum problema no portão e afetar o veículo. Então é interessante manter um pacote básico, que caiba no bolso — argumenta Federico Salazar, diretor de produtos na Youse.
Devido ao avanço da tecnologia, o CEO da gestora de canais de distribuição de seguros e produtos financeiros Wiz, Heverton Peixoto, acredita que isso pode mudar em poucos anos. Com mais 'smartcars' nas ruas — veículos com bluetooth, rastreadores e que se conectem a aparelhos celulares —, as seguradoras terão maior facilidade para precificar as apólices, e os clientes terão maior comodidade.
— Já pensou se as seguradoras pudessem saber quando o carro está em deslocamento ou não? Essa poderia ser uma solução para seguros ativados realmente para uso — projeta Peixoto: — Hoje, há custos altos com fraude e com aquisição do cliente, etapa que envolve desde explicar o produto até fazer a vistoria. Então, se a tecnologia puder resolver essas questões, veremos os preços caírem bastante.
Fonte: economia.ig - 22/08/2021 e SOS Consumidor