Autor desconhecido.
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O Brasil registrou queda de 8% nos assassinatos no primeiro semestre deste ano na comparação com o mesmo período de 2020. Nos seis primeiros meses de 2021, ocorreram 21.042 mortes violentas no País, contra 22.838 no mesmo período do ano anterior.
O levantamento, que reúne dados oficiais dos 26 Estados e do Distrito Federal, faz parte do Monitor da Violência – uma parceria do site G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Foram contabilizadas as vítimas de homicídios dolosos (incluindo os feminicídios), latrocínios e lesões corporais seguidas de morte.
No primeiro semestre deste ano, apenas seis Estados registraram alta nos assassinatos: dois do Norte (Roraima e Amazonas) e quatro do Nordeste (Maranhão, Piauí, Paraíba e Bahia). Roraima teve o maior aumento: 40,4%. Já o Ceará registrou a maior queda: -28,8%
A queda acontece após um 2020 violento, mesmo com a pandemia do novo coronavírus. No ano passado, o país teve uma alta nos assassinatos após dois anos consecutivos de queda.
O que dizem os especialistas
Para Bruno Paes Manso, do NEV-USP, o balanço da variação dos homicídios no Brasil no primeiro semestre de 2021 traz alguns motivos para comemoração e outros de preocupação.
“A queda de 8% é importante, com destaque para o estado do Ceará, que em 2020 tinha liderado o crescimento de mortes intencionais violentas. Neste semestre, foi o que mais reduziu entre as 27 unidades da federação. Houve queda em 21 estados do Brasil, enquanto seis registraram aumentos. Difícil apontar as causas no calor dos fatos, mas a força da pandemia em todo o semestre e o distanciamento social podem ter contribuído para a redução de conflitos nas ruas”, diz.
“Os motivos para o alerta vêm da região Norte. Roraima (40%) e Amazonas (36%) ficaram nos primeiros lugares entre os que mais cresceram, justamente estados onde os conflitos em áreas indígenas foram mais intensos, com suspeita de participação do crime organizado na invasão de terras.”
Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, afirma que é preciso destinar esforços para a contenção da violência letal na região, que está associada à atuação de organizações criminosas que migraram do Sudeste e passaram a brigar com facções locais. “Ou seja, o problema é nacional.”
Além disso, ela chama a atenção para o arrefecimento do ritmo de queda nos últimos três meses. “Os homicídios ficaram muito elevados no 1º trimestre de 2020 por conta do motim da PM no Ceará, o que fez explodir os assassinatos no estado e aumentar o número nacional”, diz. Em maio e junho de 2020 e 2021, por exemplo, os números de crimes violentos são muito próximos.
Samira também diz que houve uma tendência de queda nos homicídios nos períodos em que o isolamento foi mais rígido.
O Sul
Um funcionário do Palácio do Planalto entregou nesta sexta-feira (20) ao Senado um pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. O pedido foi protocolado no fim da tarde.
No último dia (14), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que pediria nesta semana ao Senado a abertura de processo sob o argumento de que Moraes e o ministro Luis Roberto Barroso extrapolam os limites da Constituição.
Mas, nesta sexta, o pedido entregue — com 102 páginas e assinado por Bolsonaro e pelo advogado-geral da União, Bruno Bianco — diz respeito somente a Moraes.
No pedido, Bolsonaro pede a destituição de Alexandre de Moraes da condição de ministro do Supremo Tribunal Federal e a inabilitação de Moraes para exercício de função pública durante oito anos.
A tramitação do pedido depende de decisão do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG). O senador já disse que a análise do pedido “não é algo recomendável” para o Brasil.
Jair Bolsonaro viajou na manhã desta sexta para Iporanga, no Vale do Ribeira, interior de São Paulo. Um interlocutor do presidente afirmou que auxiliares do Planalto conseguiram convencê-lo a não ir pessoalmente ao Senado para fazer a entrega do pedido.
Bolsonaro é investigado em cinco inquéritos — quatro no Supremo Tribunal Federal e um no Tribunal Superior Eleitoral.
No último dia 4, Alexandre de Moraes determinou a inclusão do presidente como investigado no inquérito que apura a divulgação de “fake news”. O motivo são os ataques de Bolsonaro à urna eletrônica e ao sistema eleitoral. A decisão de Moraes atendeu ao pedido aprovado por unanimidade pelos ministros do TSE dois dias antes.
Nesta quinta, Bolsonaro ingressou no STF com uma ação a fim de impedir o tribunal de abrir inquérito “de ofício”, ou seja, por iniciativa própria e sem pedido do Ministério Público Federal.
A ação, assinada por Bolsonaro e pelo advogado-geral da União, Bruno Bianco, questiona o artigo 43 do regimento interno do Supremo, que deu origem ao inquérito das “fake news”, aberto de ofício em março de 2019 pelo então presidente do STF, ministro Dias Toffoli, com o objetivo de apurar notícias fraudulentas e ameaças a ministros do tribunal.
O pedido de impeachment de Alexandre de Moraes é mais um episódio da escalada da tensão provocada por Bolsonaro contra ministros do Supremo. O presidente tem atacado e ofendido de forma reiterada os ministros Alexandre de Moraes e Luis Roberto Barroso.
No caso de Barroso, ele acusa o ministro de agir contra a adoção do voto impresso, proposta de Bolsonaro derrotada em votação no plenário da Câmara. Barroso defende o atual sistema de voto eletrônico, contra o qual o TSE nunca registrou denúncia de fraude, argumento usado por Bolsonaro para se opor ao modelo.
O Sul
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Após o governo sofrer pressão internacional, o Ministério da Economia aumentou em 118% o total de recursos orçamentários destinados aos órgãos de defesa do meio ambiente – e, nos próximos dias, deverão ser contratados 739 fiscais para o Ibama e o Instituto Chico Mendes. As medidas fazem parte de um conjunto de ações para tentar melhorar a imagem do Brasil no exterior, tisnada pela falta de resultados positivos no combate ao desmatamento ilegal da floresta Amazônica.
A ideia dessa investida é apresentar um plano de cumprimento de metas internacionais e evitar chegar de mãos vazias à Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP26, que acontecerá no próximo mês de novembro, na Escócia.
A expansão do Orçamento para o Ministério do Meio Ambiente foi uma promessa feita em abril pelo presidente Jair Bolsonaro em uma reunião de chefes de Estado sobre o clima, convocada pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden. Naquela ocasião, Bolsonaro disse que iria dobrar o volume de recursos.
Já a contratação de mais funcionários poderá até ajudar a combater o desmatamento, mas o déficit de pessoal continuará elevado. Somente no Ibama há uma carência de 1.363 pessoas, entre analistas ambientais, analistas administrativos e técnicos ambientais. A expectativa é que sejam absorvidos pelo concurso 655 novos servidores. O ICMBio não informou, até o momento, o total de vagas em aberto.
Durante a reunião de cúpula sobre o clima, Bolsonaro também prometeu que vai antecipar, de 2060 para 2050, o prazo para atingir a chamada neutralidade climática, que consiste na eliminação de combustíveis fósseis e outras fontes de emissões de dióxido de carbono. Sem apresentar um plano concreto, o presidente ainda afirmou que que o Brasil acabará com o desmatamento ilegal até 2030.
Na última terça-feira, uma comissão interministerial formada por oito ministros aprovou a criação de um grupo de trabalho cuja tarefa é elaborar um plano para o Brasil cumprir metas de redução das emissões de gases que provocam efeito estufa. A ideia é evitar que o país continue sendo cobrado pelos parceiros internacionais — e sofra um impacto nos investimentos estrangeiros.
Acordo de Paris
O governo não pretende alterar a Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) ao Acordo de Paris, apresentada em dezembro de 2020 e, hoje, o principal compromisso internacional do Brasil no debate sobre mudança do clima. O país assumiu, entre outros compromissos, o de reduzir em 37% até 2025, e 43% até 2030, as emissões de gases.
O Brasil vai, ainda, cobrar a implementação do artigo sexto do Acordo de Paris, que trata de regulação do mercado de carbono. A delegação brasileira deve questionar por que os países ricos não cumpriram sua promessa de repasses anuais de US$ 100 bilhões para os pobres para ações climáticas.
Argumentos que mostram que as nações industrializadas são as principais responsáveis pelo aquecimento global serão reiterados pelo governo brasileiro. Um deles é que a floresta e a agricultura respondem por 22% das emissões de gases de efeito estufa, enquanto 70% têm origem na queima de combustíveis fósseis nos Estados Unidos, na Europa e na China, entre outros.
O Sul
Encerradas as inscrições, a Expointer receberá um total de 4.057 animais na edição 44ª, de 4 a 12 de setembro no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (Região Metropolitana de Porto Alegre). Além dos rústicos, participam da feira 2.825 animais de argola, também chamados de animais de galpão, totalizando 4.057 animais.
Somente no que se refere a rústicos, são 1.232 bovinos, equinos de prova e pequenas espécies:
– 198 bovinos das raças angus, ultrablack, hereford e braford;
– 176 equinos de prova das raças crioula, paint horse e quarto de milha;
– 858 pequenos animais, entre chinchilas, coelhos e pássaros.
De acordo com o governo do Rio Grande do Sul, na comparação com o evento de 2019 os números se mantêm, em média, no mesmo patamar. A raça que teve um aumento significativo (89%) na participação foi a hereford, passando de 46 em 2019, para 87 em 2021. Os dados de 2020 não estão sendo considerados para os animais rústicos.
“Em 2020, a Expointer não contou com a participação de aves nem dos pequenos animais, e a presença dos rústicos foi bem pequena, já que julgamentos não foram realizados”, relembra o veterinário Paulo Coelho de Souza, chefe do Serviços de Exposições e Feiras da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr).
Equinos e pássaros registraram uma participação menor neste ano na comparação com a Expointer 2019. De acordo com Souza, “em 2019, houve muitos leilões de equinos, o que não está previsto para este ano, reduzindo assim o número de equinos de provas e leilões presentes na feira”.
Pássaros são mais direcionados para a venda direta ao consumidor. Com a restrição de público no parque por causa da pandemia do coronavírus, os criadores optaram por trazer um menor número de animais, constata Souza.
Outros Estados
Dos 4.057 animais, entre rústicos e de argola, existem 515 animais de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Goiás.
“Com o novo status sanitário do Rio Grande do Sul, livre de febre aftosa sem vacinação, a intenção de participação de bovinos de Santa Catarina aumentou muito”, constata Paulo Coelho de Souza.
Agricultura familiar
O Pavilhão da Agricultura Familiar já está sendo preparado para receber o público com todos os cuidados sanitários de prevenção ao coronavírus. Ao todo, 228 empreendimentos, distribuídos em 210 estandes, estarão presentes à feira, considerada a maior do agronegócio na América Latina.
Serão oferecidos alimentos orgânicos, artesanato, queijos e embutidos, vinhos e espumantes, cachaças, produtos de agroindústrias, entre outros. Neste ano, participam empreendedores de 126 municípios do Rio Grande do Sul, além dos Estados de Amapá, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
“Nossa equipe trabalha para cumprir com todos os protocolos que a Secretaria da Saúde determina. Para dar toda a segurança aos nossos expositores e clientes e para que nós possamos fazer uma feira do recomeço, mas também segura”, afirma Flávio Smaniotto, diretor do Departamento da Agricultura Familiar e Agroindústria (Dafa) da Seapdr.
Ainda conforme Smaniotto, em um espaço de 7 mil metros quadrados haverá distanciamento de 1,5 metro entre cada estande, com controle de público.
“Poderão circular 800 visitantes ao mesmo tempo, além dos expositores, e o pavilhão terá monitores para orientar as pessoas sobre os protocolos de saúde. Tudo conforme determinou o Centro Estadual de Vigilância em Saúde [Cevs]”, afirma. O diretor acrescenta que neste ano não haverá o formato drive-thru no Pavilhão da Agricultura Familiar.
O Sul
A maioria esmagadora dos órgãos de imprensa também manipulam os negros dessa forma visando seus interesses mesquinhos.
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A vacinação contra o coronavírus será mantida para todos os porto-alegrenses com 19 anos ou mais neste fim de semana. No sábado (21) e domingo (22), pessoas com as faixas etárias já contempladas também podem buscar os locais de vacinação para receber a primeira e segunda dose do imunizante.
Haverá esquema especial de vacinação no sábado em dois locais – auditório da Escola Júlio de Castilhos e Unidade de Saúde Morro dos Sargentos -, das 9h às 17h. Para adolescentes de 12 a 17 anos com comorbidades, a vacinação não ocorrerá no domingo.
A imunização continua para os públicos já contemplados anteriormente na campanha: profissionais de saúde e de apoio à saúde, pessoas com deficiência a partir de 18 anos, pessoas com comorbidades a partir de 18 anos, funcionários das escolas municipais, estaduais e particulares de ensino infantil, fundamental, médio, técnico e superior, cuidadores de crianças ou adolescentes com deficiência permanente, gestantes, puérperas e lactantes (que estejam amamentando bebês com até 12 meses).
Para profissionais de saúde ou da educação, é preciso documento que comprove o vínculo de trabalho em Porto Alegre. Já para o grupo das comorbidades e deficiência, é necessário comprovar a condição (receita, laudo de exame, laudo ou relatório médico, etc – exceto Síndrome de Down). No caso dos adolescentes com comorbidades, o comprovante de residência poderá ser no nome dos pais ou responsáveis.
Segunda dose – A aplicação da segunda dose segue disponível para quem recebeu AstraZeneca e Pfizer há pelo menos dez semanas e para todos que receberam a primeira dose de Coronavac há 28 dias.
Para segunda dose é necessário levar identidade com CPF e carteira com registro da primeira aplicação.
Sábado
– Auditório da Escola Júlio de Castilhos (entrada pela rua Laurindo – Santana), das 9h às 17h.
– Unidade de Saúde Morro dos Sargentos (rua Argemiro Ogando Corrêa, 330 – Serraria), das 9h às 17h.
Domingo
Unidade Móvel de Saúde levará a vacinação até a comunidade do bairro Jardim Sabará. O serviço estará instalado na Escola Romano Senhor Bom Jesus (rua Noel Rosa, 223 – Jardim Sabará), das 9h às 13h.
O Sul
- Protocolada no Senado denúncia contra o Ministro Alexandre de Moraes do STF, com pedido de destituição do cargo.https://t.co/1hJYml0KlV
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) August 20, 2021
Mais uma vitória da resistência afegã contra os Talibãs! A Aliança do Norte recapturou o distrito de Khanjan. Apesar dessas vitórias, a resistência precisa de apoio internacional! https://t.co/men6nA92dR
— Hoje no Mundo Militar (@hoje_no) August 21, 2021